Eu tenho uma sugestão pra produção salvar essa peça: botar a Maria Paula no papel da Letícia!
Gustavo
Qua, 25 Jul 2007 12:55:18 GMT
Uma crítica boa e bem feita à peça
Caro André Gomes,

Não foi preciso ler muito de sua “crítica” para ser possível notar que você ou não é do meio, ou não tem um bom gosto teatral. Essa sua agressão a peça é totalmente sem fundamentos e preconceituosa. Ao atacar o programa da peça, pelos erros de grafia que você supõe ter você já mostra sua prepotência, atacar uma peça de teatro usando como argumento ortografia é um assassinato a todas as artes que vem sendo feitas. Agora é necessário diploma para fazer um bom texto? O programa da peça tem fotos e depoimentos muito bem dispostos e bem feitos.
A PEÇA é o contrário do que você acusa, sem fundamentos. Temos prazer em ver a história de Isadora Duncan da maneira como ela é retratada. A história dupla presente na trama de comicidade a agilidade para a peça. De fato a peça não é padrão comercial, aquele bem mastigadinho para o público ver no palco uma reprodução de uma novela mexicana com atores da globo, será por isso que você não entendeu a peça?
Temos revelações interessantes na peça. Já na entrada notamos o cenário que é muito interessante, deixando em muitos momentos os camarins em cena, algo inovador para o teatro. Talvez se você leitor goste apenas de musicais da Brodway, como o My Fair Lady, que está em São Paulo, de fato a peça Isadora Duncan pode parecer cafona para você, mas qualquer pessoa que goste, e entende de teatro, pode perceber as sutilezas da produção que fazem da peça um motivo de orgulho para Duncan.
OS ATORES dão vida ao texto com muita vivacidade e naturalidade, usando um tom teatral apenas nos momentos em que há a peça dentro da peça (o que obviamente é proposital). Letícia Spiller, que interpreta Isadora e uma atriz que quer a reviver, surpreende a todos com sua dança, reprodução fiel ao que Duncan fazia, a coreografia é incrível e fiel ao estilo da dançarina americana. Oscar Magrini vive Oswald e o produtor da peça (dentro da peça) mostra desenvoltura e que é capaz de mostrar que também é do teatro. Laura Proença, interpreta Alma e uma atriz da peça é simplesmente um agradável surpresa a todos, uma menina que a principio parece apenas uma modelo, do mais alto nível, prova que de modelo só tem a aparência e dá um verdadeiro show de atuação interpretando com muita segurança e naturalidade. Anselmo Duarte, na peça com João do Rio e como escritor da peça, deixa claro que o Zorra Total é apenas um emprego e que teatro é a sua praia. E Marly Bueno, que incorpora as “mães da Spiller”, mostra que é mesmo uma atriz de primeiríssima e uma das damas da dramaturgia brasileira, fazendo de forma cômica, extremamente natural e tocante os seus papeis.
A direção é sem dúvida outra responsável pela qualidade que é possível conferir no palco do teatro Vannucci. É incrível em sua “crítica” você citar Bibi Ferreira como uma dama do teatro, que ela é e me surpreende você saber disso, e ao mesmo assim desrespeitá-la chamando a produção tão bem trabalhada de “projeto pequeno”
AOS LEITORES não deixem de conferir a peça. E tenham sempre olhar crítico nos textos que encontram na Internet. Obviamente André Gomes não conhece a história retratada na peça para chamá-la de desrespeito aos personagens! Isadora Duncan é uma peça quente na temporada. Em caso de dúvida eu tenho apenas mais uma prova BIBI FERREIRA. Quem é do meio entende...

Ps.: Senhor ortografia, tu escrevestes GROTESTA ao invés de GROTESC, o texto está na altura do seio de Duncan na foto. Acho que um erro de ortografia em sua crítica é meio contraditório não?
Daniel Bittencourt (dbntbit@terra.com.br)
Qua, 01 Ago 2007 21:16:06 GMT
Peça
Tive o desprazer de assistir à peça e concordo com o senhor crítico André Gomes. A resenha foi até pouco agressiva, eu diria. A cena em que Isadora e Alma se encontram é uma das piores que o teatro já presenciou - uma em cada extremidade do palco, um tom didático pela 'emancipação feminina'. Ah, faça-me o favor, quem não entende de teatro é esse senhor Daniel que, obviamente, deve ser da produção da peça.
P.S.: Vi sem pagar, minha prima ganhou ingresso e me levou. Depois, me pagou um jantar de desculpas. Até saí no lucro! hAHAhahahah
Luis Antônio Villar (lvillar3@ig.com.br)
Sex, 03 Ago 2007 00:51:54 GMT
letícia spiller mais uma vez no teatro?! e ainda mais em um texto que lança mão da metalinguagem?!?! originalidade de um cenário que deixa os camarins em cena?!?!?!
não dá para suportar mais mrs spiller em um papel, imagine tb na 'peça dentro da peça'!
e será que o daniel, supostamente especialista em teatro, não sabe que os 'originais' camarins em cena já estava no musical 'tudo é jazz!', da (verdadeiramente!) genial dupla möeller e botelho?
entendo o lado de defender a peça, afinal trata-se de um integrante da equipe. o problema está no uso de afirmações inverossímeis, mesmo para quem não assistiu a peça e vive a 1500 Km do rio de janeiro.
ainda bem que meus amigos não costumam me meter em furadas como essa... ainda que seja acompanhada de um (atravessado) jantar.
well (w.curare@gmail.com)
Sex, 24 Ago 2007 15:22:10 GMT
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