Membro do Comad (Conselho Municipal Anti Drogas do Rio de Janeiro), fundador e conselheiro do IBDC - Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino de Buenos Aires, delegado de Polícia Federal de Classe Especial, responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça na rinha de galo em 2004. Rayol dirigiu por anos a Delegacia de Entorpecentes da PF.
Procurador de Justiça, ex-secretário de Administração Penitenciária, ex-coordenador de Inteligência do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro, responsável pela investigação da Propina S.A, entre outras.
professor universitário, dirige a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade,há 15 anos.Tem estudado ,nos últimos 18 anos,o impacto da segurança na atividade turistica.Implantou no Rio o primeiro Programa de capacitação para as forças de segurança turistica do Estado do Rio.Preside o Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo,que tem um Nucleo de Segurança Turistica,que faz um estudo comparado dos diversos sistemas no Brasil e no exterior.Sua tese de doutorado em Direito da Cidade versa sobre Um sistema de segurança Turistica para o Rio.
Jornalista e escritor, ex-TV Globo, atualmente na área de entretenimento do SBT, é autor dos livros Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado e CV-PCC-- A irmandade do crime, ambos pela Editora Record.
carioca, coronel da reserva, comandou a Tropa de Elite do Exército Brasileiro, o Batalhão de Forças Especiais. Sua última missão no serviço ativo foi o comando do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, sendo responsável pela pacificação de Cité Soleil, até então, a região de maior risco (segurança pública) sob controle da ONU. Na área da Segurança Pública, foi o Chefe de Planejamento do Comando Militar do Leste. Para se comunicar com ele, escreva para kidbleu@gmail.com
tenente-coronel reformado da PMERJ, bacharel em Ciências Administrativas, torcedor do Flamengo, escritor com oito livros publicados (vide site: www.emirlarangeira.com.br)
Policial Civil no Rio de Janeiro, atuando há 22 anos no combate ao crime organizado, pesquisador e especialista em segurança pela Fundação Getulio Vargas.
Advogado, torcedor do Vasco da Gama, presidente da , membro efetivo e Vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme – AISP19, tem formação no Curso de Capacitação para Lideranças Comunitárias e Integrantes dos Conselhos Comunitários de Segurança ministrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É um apaixonado pelo bairro de Copacabana, onde nasceu e foi criado, e também pela cidade do Rio de Janeiro. Acredita que toda mudança na qualidade de vida do cidadão passa necessariamente por uma maior participação da sociedade civil organizada, inclusive na questão da segurança pública.
cientista político (UFF), juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrante da
João Tancredo, advogado, presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ
Rapper e Mc, torcedor do Flamengo, formado no Curso de Liderança Comunitária Uerj e engajado na Cultura HipHop, sendo hoje vocalista da Banda Stereo Maracanã. Ativista da (ONG Posse Reagir Cidadânia e HipHop), consultor de Cinema ("Tropa de Elite") e Documentários (Rebeldes da Noite no Rio- Alemanha) que tenham como tema e pano de fundo as Favelas. Espera que esseTrabalho venha fomentar novás idéias, e discutir questões relevantes para todos. Pode ser contactado pelo email jovemcerebral@gmail.com
Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro em 1960, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Tem cinco livros publicados - No Coração do Comando, Sorria, Você Está na Rocinha, Lembrancinha do Adeus, O Bandido da Chacrete e Mais um Pai. Tem a alegria de ser rubro-negro e a capacidade de fazer filhos lindos, de que Juliana e Pablo são provas incontestáveis. Adoraria escrever sobre paz, amor e sexo selvagem, mas a violência do Rio de Janeiro não permite.
delegado de policia civil de 1ª classe, mestre em ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes, doutorando em Ciências Políticas na Universidade Federal Fluminense, autor do livro "Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas", da Editora Revan.
ex-promotor de Justiça Terapêutica, atualmente procurador de Justiça no TJ.
Tenente-coronel da PM, ex-comandante do Bope, autor do livro "A Verdade da Tropa", trabalhou como assessor especial da Subsecretaria Operacional de Segurança Pública durante as operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão em 2007.
Coronel reformado da PM, trabalhou como assessor especial da subsecretaria operacional durante a gestão do general Nilton Cerqueira, no governo Marcello Alencar
Capitão da reserva do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Conclui tese na Universidade Federal Fluminense chamada A Glória Prometida. O Curso de Operações Especiais - Rito de Passagem dos 'caveiras'. Atualmente é secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Treinou os atores do filme Tropa de Elite, de José Padilha.
Defensor público, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Carioca, Rubro-negro, coronel da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros, ex-integrante do Conselho Estadual de Meio Ambiente, ex-integrante do Conselho Estadual de Controle Ambiental, Ex-diretor de Operações do Departamento Geral de Apoio Comunitário da Sedec-RJ, tendo sido responsável pelo Levantamento Estratégico, Informação e Planejamento para evacuação da população de Angra e Paraty em caso de acidentes na Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, fundador e Diretor Executivo do Instituto de Capacitação, Ação e Cidadania Pelicano.
Jornalista e Consultor de Políticas Públicas, ex-diretor de Fiscalização da COMLURB, Superintendente de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo, Diretor Geral de Apoio Operacional do DETRAN-RJ. Em 1984, passou três meses na Nicarágua como correspondente de guerra na fronteira com Honduras. Em 1995, atuou como consultor/observador na equipe GGAB (Grupo do Gabinete) da
Polícia Civil em ações nas favelas do Rio. Mantinha o blog Falando a verdade mas tirou do ar após receber ameaças de morte de traficantes conhecidos como Bonde do Coelho.
Capitão reformado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), roteirista do filme Tropa de Elite, co-roteirista do filme Ônibus 174.
Delegado de Polícia Civil, já chefiou a Divisão Anti-Sequestro, e a Divisão de Repressão aos Roubos e Furtos de Veículos, além de ter sido assessor especial da instituição. Na Secretaria da Segurança Pública foi diretor da Divisão de Operações e Analista do Centro de Inteligência (CISP) e diretor-geral de inspeção e correição; foi presidente (e hoje é secretário-geral) do Sindicato dos Delegados e colaborador da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É pós-graduado em Políticas Públicas de Segurança e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e integra o corpo docente do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Coordenador da organização RIO CONTRA O CRIME e do DISQUE-DENÚNCIA (2253-1177)
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Fevereiro, 2010 Janeiro, 2010 Dezembro, 2009 Novembro, 2009 Outubro, 2009 Setembro, 2009 Agosto, 2009 Julho, 2009 Junho, 2009 Maio, 2009 Abril, 2009 Março, 2009 Fevereiro, 2009 Janeiro, 2009 Dezembro, 2008 Novembro, 2008 Outubro, 2008 Setembro, 2008 Agosto, 2008 Julho, 2008 Junho, 2008 Maio, 2008 Abril, 2008 Março, 2008 |
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Uma nova tropa de elite vem aí. Estão abertas as inscrições para o Curso de Operações Especiais (COEsp / 2010), o mais disputado e difícil acesso ao Batalhão de Operações Especiais (Bope). O treinamento é o único que garante o status de 'caveira' ao ... policial militar que chegar ao final do intenso processo seletivo. Serão oferecidas 60 vagas, sendo 25 para 1º e 2º tenentes, aspirantes, subtenentes e sargentos. As outras 30 vagas serão destinadas à cabos e soldados. Somente cinco vagas serão dispuatdas por policiais de outros estados. Para se candidatar, os militares devem ter pelo menos dois anos de corporação e comportamento, no mínimo, bom. As inscrições podem ser feitas até o dia 19. Maiores informações: www.policiamilitar.rj.gov.br.
Vista Alegre ganhou ontem a 3ª Companhia da Polícia Militar que ficava no 9º BPM (Rocha Miranda). A transferência da unidade, que terá 176 policiais, faz parte da criação das Coordenadorias Integradas de Segurança Pública (CISPs) que vai integrar o trabalho ... das polícias Civil e Militar e descentralizar o trabalho da PM. A partir de agora, a 3ª Companhia vai trabalhar diretamente com a 27ª DP (Vicente de Carvalho) para atender apenas os bairros Vila Cosmos, Vila da Penha, Vista Alegre, Irajá, Colégio, Vicente de Carvalho, Honório Gurgel, Rocha Miranda e Coelho Neto e não toda a área do 9º BPM. Os outros bairros que fazem parte do batalhão ganharão suas companhias que estarão ligadas também, cada uma, a uma delegacia. A companhia vai funcionar num imóvel cedido pela prefeitura na Praça Pedro Fernandes. "O morador de Vista Alegre antes precisava ir até o batalhão em Rocha Miranda para relatar algum fato. Agora ele procura direto o comandante da companhia, perto de casa. É a aproximação da Polícia Militar com o cidadão", explicou o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Para o comandante da unidade, capitão Paulo Rattes, essa proximidade também vai agilizar no atendimento ao cidadão. "O deslocamento dos policiais até o local da ocorrência será muito mais rápido. Teremos mais controle das nossas atividades", avaliou o oficial. "A vinda da companhia para Vista Alegre representa novos tempos para a segurança porque integra o trabalho das duas polícias", disse o comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte. As próximas companhias a serem inauguradas deven ser em Vila Kennedy, Itaguaía e Pavuna. REDUÇÃO DE METAS O projeto das Regiões Integradas de Segurança (Risps) que engloba as Cisps e as Aisps (Áres Integradas de Segurança Pública) tem por objetivo estabelecer metas para a redução de índices de criminalidade. "É o conceito mais moderno de segurança", avaliou Beltrame.
As recentes manifestações de moradores e principalmente de traficantes do Morro de Salgueiro, de ousadia e desafio ao poder instituído, contando inclusive com uma salva de tiros de possantes armas de guerra, nas homenagens póstumas ao chefe do ...
tráfico da localidade ("Fabinho do Salgueiro"), morto em confronto com policiais-militares do 6o BPM, que ali acorreram, na defesa da ordem pública, em atendimento a uma denúncia formulada no Disque-Denúncia (22531177), merece análise estratégica quanto a possibilidade de implantação no local, em nome da restauração da ordem e da paz social, de uma Unidade de Polícia Pacificadora, novo modelo de policiamento comunitário que tem trazido resultados altamente positivos na área de segurança pública e na chamada inclusão social. Estrategicamente tal UPP, naquele morro do bairro da Tijuca, atingiria três objetivos principais. Primeiramente o próprio resgate da cidadania dos moradores da comunidade que vivem oprimidos pela lei e pelo terror imposto pelo tráfico. Fabinho, para os habitantes daquela comunidade, no vácuo da ausência, de muitos e muitos anos, do poder público, transformou-se num Robin Wood dos tempos modernos, um traficante "assistencialista" e "protetor" da comunidade. Em segundo lugar com a UPP ali instalada, como tem ocorrido nas localidades em que já existem, os moradores do entorno, hoje atemorizados e em silêncio, se beneficiariam com a presença permanente da polícia no local e na queda natural dos índices de criminalidade. Por último o grande comércio da Praça Saens Pena se beneficiaria e certamente se livraria do incômodo das "ordens" eventuais do tráfico quando da morte de traficantes daquela comunidade. Uma loja fechada, por medo da ação do tráfico, no início de uma tarde, como ocorrreu na quarta-feira 03/01/10, gera enormes prejúízos aos comerciantes, embora a polícia tenha dado garantias de funcionamento. Acresce-se o medo de possíveis represálias no descumprimento da "ordem" quando a polícia deixar o local. Comerciantes precisam pagar seus impostos e todos sabemos que a Polícia Militar, com inúmeras tarefas de polícia ostensiva, ainda carece de maior efetivo policial para dar cumprimento a importante e mais do que nunca imprescindível missão constitucional. Portanto, a partir de agora, o Morro do Salgueiro, numa análise conjuntural, face a inaceitável ousadia demostrada por traficantes do local (registre-se que a atual política de segurança tem sido firme no enfrentamento ao narcoterrorismo), também deve ser prioridade estratégica quanto a implantação de uma UPP. Tal modelo de policiamento, ali implantado, seria uma resposta definitiva do poder legalmente constituído ao banditismo, numa localidade que até então se caracteriza como "zona de anomia". Num estado democrático de direito a lei e a ordem têm que prevalecer. A sociedade jamais poderá render-se ao banditismo.
Foi publicada hoje no Boletim Interno (BI) da Polícia Civil os locais onde vão trabalhar os 460 novos agentes. Só para a Divisão de Homicídios (DH) foram 100. A especializada iria começar a funcionar hoje mas por problemas na lotação dos novos servidores ... só começará as investigações sobre homicídios na próxima segunda-feira, dia 8.
1 - Quais serão os profissionais beneficiados? Qual é o valor das bolsas?
Os 170 mil policiais que atualmente estão inscritos na Bolsa Formação manterão o benefício, uma vez que o critério estabelece que o valor referência do salário a sua ... continuidade diz respeito à remuneração do dia da inscrição no curso e no projeto. Eles poderão, ainda, migrar para as Bolsas Copa e Olímpica com a mesma inscrição, desde que sejam selecionados pelos estados e façam os cursos especiais de formação. Importante ressaltar que as bolsas não podem ser acumuladas. Bolsa Copa: policiais civis e militares e bombeiros lotados nos estados-membros da Copa do Mundo de 2014 que tenham cursado o Ciclo Especial de Formação para Segurança em Eventos Esportivos e que cumpram as condicionalidades estabelecidas pelo Decreto 7081/2010, dentre elas integrar unidade responsável pela segurança de eventos esportivos. Os profissionais serão selecionados pelos respectivos estados, mediante critérios técnicos e isentos. O valor da Bolsa Copa será reajustado de forma gradual, começando com R$ 550 em 2010; R$ 655 em 2011; R$ 760 em 2012; R$ 865 em 2013 e R$ 1000 em 2014. Estados que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Bolsa Olímpica: policiais militares, civis e bombeiros do estado do Rio de Janeiro e guardas municipais da capital fluminense que recebam menos de R$ 3200 e que exerçam atividades estritamente de segurança pública. A Bolsa Olímpica tem o valor fixo de R$ 1200. 2 - Serão apenas os que trabalharem no evento ou todos os profissionais do estado? Bolsa Copa: todos aqueles que forem integrados nas operações de segurança do evento, seja através de atos preparatórios, seja para formação de reserva, tendo previamente participado do curso de formação especial. A responsabilidade da seleção será sempre do estado-membro. Bolsa Olímpica: a meta será alcançar todos os policiais do Rio de Janeiro, considerando as condicionalidades estabelecidas pelo Decreto 7081/2010. 3 - Qual é o teto salarial para ter direito às bolsas Copa e Olímpica? Bolsa Copa: não há teto estipulado. Bolsa Olímpica: no Rio de Janeiro, R$ 3200. No entanto, o policial que receber salário superior a esse valor poderá se habilitar para receber a Bolsa Copa, desde que seja selecionado pelas corporações para atuação na Copa e participe do curso especial de formação para a segurança de eventos esportivos. 4 - Quais serão as condições para adesão às bolsas e os critérios para seleção dos profissionais para receber os benefícios? Da parte do estado: - Respeitar as condicionalidades do convênio de adesão exigidas pelo Ministério da Justiça - Adequar, até 2012, o regime de trabalho de seus profissionais para até 12 horas de serviço por três turnos de descanso. - Enviar à Assembléia Legislativa projeto de lei elevando a remuneração mensal de todos os policiais estaduais até o valor mínimo de R$ 3200, considerando a data limite de 2016. No caso da cidade do Rio de Janeiro, compromisso de reajustar o salário das guardas municipais em, no mínimo, R$ 1200. Da parte dos policiais: - Realizar o curso especial de formação para segurança em eventos esportivos - Não ter condenação em processo administrativo e penal nos últimos cinco anos. - No caso da Bolsa Olímpica, não receber mais que R$ 3200. - Respeitar os critérios apresentados pelo estado-membro para a seleção dos participantes. 5 - Quais cursos serão levados em consideração para a concessão da Bolsa? O Ministério da Justiça deverá homologar os cursos do Ciclo Especial de Formação para Segurança em Eventos Esportivos que serão oferecidos pelas academias das instituições de segurança pública dos estados. 6 - Como os estados vão aderir? Os estados podem aderir, ou não, mediante convênio. A deliberação é do próprio estado. 7 - Quanto o governo federal investirá anualmente nesta ação? A quanto cada estado terá direito? Este valor dependerá do número de policiais envolvidos no processo de formação especial, considerando as peculiaridades estaduais. O investimento é recurso direto ao policial. É importante frisar que se trata de bolsa para capacitação e estudo repassada diretamente ao policial e não de recurso para aumento de salário, o que é responsabilidade dos governos estaduais. A promoção das bolsas faz, sim, um estímulo para que no futuro, 2014/2016, os estados tenham uma remuneração digna. É bom deixar claro que os estados não são obrigados nem a aderir ao Pronasci nem à Bolsa Formação. 8 - O orçamento para o pagamento das bolsas foi aprovado pelo Congresso, conforme o ministro anunciou em 2009 quando pedira R$ 900 milhões? Na lei orçamentária, constam duas rubricas que autorizam inicialmente R $ 123 milhões. O complemento será viabilizado mediante crédito especial, se necessário. A previsão é de que as novas bolsas comecem a ser pagas a partir de julho. As bolsas já concedidas continuam sendo pagas normalmente. Aqueles que já recebem a Bolsa Formação poderão transitar para as bolsas Copa e Olímpica, mas não acumularão o valor das bolsas. 9 - A Bolsa Formação continuará sendo paga normalmente? Sim. Ela será retirada apenas de quem transitar para a Bolsa Copa ou Bolsa Olímpica. 10 - Existe algum empecilho legal para o pagamento do benefício em ano eleitoral? Não há qualquer empecilho para o pagamento das bolsas Copa e Olímpica em ano eleitoral. 11 - Somente os policiais das capitais receberão o benefício? Não são apenas os policiais das capitais, e sim os profissionais que forem recrutados pelo estado para trabalhar nas operações de segurança do evento. Exemplo, um policial do interior de Mato Grosso que for escalado para atuar na segurança da Copa em Cuiabá terá o benefício. A seleção dos profissionais será feita pelos estados. 12- Os governos estaduais terão recursos para incorporar o valor das bolsas ao salário? Por que ao invés da Bolsa o governo não defende a PEC 300, que cria o piso salarial para profissionais de segurança? O projeto apresenta como condicionalidade o compromisso do estado em estabelecer uma política salarial que alcance a remuneração mensal mínima de R$ 3200 até 2016 para todo o efetivo. O cálculo das possibilidades de pagamento cabe ao estado, conforme prevê a Constituição. A aprovação ou não da PEC 300 independe deste programa. O Governo Federal não está discutindo ou propondo piso salarial, mas uma bolsa de estudos e capacitação para cooperar com os estados na formação policial. 13 - Como comprovar que os policiais escolhidos realmente atuarão nos jogos e fazem os cursos necessários? No que diz respeito aos policiais escolhidos, a responsabilidade é dos estados; no que se refere aos cursos, a tecnologia dos cursos oferecidos no âmbito da Bolsa Formação e da Senasp asseguram controle objetivo dos participantes. 14 - Bombeiros, policiais civis e guardas municipais também terão direito à Bolsa Copa? A Bolsa Copa é destinada a policiais civis, militares e bombeiros que estiverem envolvidos nas operações de segurança do evento. As guardas municipais não fazem parte do projeto. 15 - Haverá modificação no teto salarial de R$ 1700 exigido para a concessão da Bolsa Formação? Não haverá, neste momento, alteração do teto salarial exigido para a concessão do benefício, o que não impede que a questão seja revista adiante. No entanto, cabe ressaltar que a bolsa será paga durante 12 meses, a partir da homologação da inscrição. Por isso, os 167 mil policiais já homologados e, portanto, inscritos, manterão o benefício nesse período. Eles poderão, ainda, migrar para as Bolsas Copa e Olímpica com a mesma inscrição, desde que sejam selecionados pelos estados e façam os cursos especiais de formação. Importante ressaltar que as bolsas não podem ser acumuladas. Informações importantes: - Para aderir às bolsas Copa e Olímpica, os estados deverão atender às seguintes condicionalidades: adequar, até 2012, o regime de trabalho de seus profissionais para três turnos de descanso a cada 12 horas de serviço; e enviar à Assembléia Legislativa projeto de lei elevando a remuneração mensal dos policiais até o valor mínimo de R$ 3200, considerando a data limite de 2016. - A meta da Bolsa Olímpica no Rio de Janeiro é alcançar todos os policiais que recebam até R$ 3200. - A guarda municipal da cidade do Rio de Janeiro também está incluída na Bolsa Olímpica - Os profissionais do Rio que receberem a Bolsa Olímpica não poderão receber outras bolsas. - Tanto os policiais da capital quanto os do interior poderão participar da Bolsa Copa, desde que sejam recrutados pelo estado para atuar nas operações de segurança dos jogos. - Não há teto para o pagamento da Bolsa Copa, apenas para a Bolsa Olímpica. - A seleção dos policiais que receberão a Bolsa Copa é de inteira responsabilidade dos estados. - O teto da Bolsa Formação está mantido em R$ 1700. O valor do benefício será reajustado para R$ 443. Fonte: Ministério da Justiça
Foi publicado no Diário Oficial da União hoje o decreto que amplia os benefícios da Bolsa Formação oferecida pelo governo federal no âmbito do Pronasci - Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Apelidados de Bolsa Copa e Bolsa Olímpica, ... os benefícios são destinados aos policiais civis e militares e bombeiros dos estados que trabalharão na Copa do Mundo de 2014 e aos policiais civis e militares e bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e guardas municipais da capital fluminense, sede dos jogos Olímpicos de 2016. A Bolsa Copa será destinada a bombeiros e policiais militares e civis das 12 cidades sedes dos jogos de 2014. O valor da Bolsa será reajustado de forma gradual, começando com R$ 550 em 2010; R$ 655 em 2011; R$ 760 em 2012; R$ 865 em 2013 e R$ 1000 em 2014. Não há teto salarial para a concessão do benefício. A seleção dos policiais que receberão a Bolsa Copa é de inteira responsabilidade dos estados. Tanto os profissionais da capital quanto os do interior poderão participar da Bolsa Copa, desde que sejam recrutados pelas corporações, mediante critérios técnicos e isentos por elas estabelecidos, para atuar nas operações de segurança dos jogos. A Bolsa Olímpica, que tem um valor fixo de R$ 1200, será concedida aos policiais militares, civis e bombeiros de todo o estado do Rio de Janeiro e guardas municipais da capital com salários até R$ 3.200. Os profissionais que têm remuneração superior a esse valor poderão, no entanto, se habilitar para receber a Bolsa Copa. Adesão - Para formalizar a adesão às bolsas Copa e Olímpica, os estados terão de atender às condições estabelecidas pelo Decreto 6490/2008, com as alterações promovidas pelo Decreto 7081/2010, como, por exemplo, adequar, até 2012, o regime de trabalho de seus profissionais para até 12 horas de serviço por três turnos de descanso. Além disso, os executivos estaduais deverão enviar às respectivas assembléias legislativas projetos de lei elevando a remuneração mensal dos policiais ao valor mínimo de R$ 3200, considerando a data limite de 2016. "Essa medida é extremamente importante porque contempla todo o efetivo policial dos estados e não apenas os profissionais que atuarão nos jogos. Este é o primeiro passo para a criação de uma cultura em que os estados estabeleçam um piso salarial justo para a categoria", explica o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri. No caso das guardas municipais, a prefeitura deverá encaminhar à Câmara de Vereadores projeto de lei concedendo reajuste à categoria não inferior a R$ 1200. Já os policiais deverão realizar o curso especial de formação para segurança em eventos esportivos, cuja matriz curricular será estabelecida pelo Ministério da Justiça. Para participar do programa, os profissionais não poderão ter condenação em processo administrativo e penal nos últimos cinco anos e terão de respeitar os critérios apresentados pelo estado-membro para a seleção dos participantes. No caso da Bolsa Olímpica, a outra exigência é que a renda do policial não ultrapasse R$ 3200. O ministro da Justiça, Tarso Genro, explica que as bolsas foram criadas para estimular a capacitação e estudo das polícias, visando a melhoria na qualificação dos profissionais. "Nosso objetivo é ter um policial altamente especializado durante a Copa e as Olimpíadas. Não se trata apenas de aumento de salário, que é responsabilidade dos estados. A promoção das bolsas estimula, sim, a capacitação, de um lado, e, de outro, induz os estados a qualificarem a remuneração dos policiais". Bolsa Formação - O decreto também reajustou para R$ 443 o valor da Bolsa Formação. O texto mantém inicialmente o teto salarial em R$ 1700 para a participação no programa, "o que não impede que a questão seja revista adiante", diz Ricardo Balestreri. Atualmente, 167 mil policiais de 25 estados recebem o benefício enquanto participam de cursos de especialização em segurança pública. Eles também podem migrar para as Bolsas Copa e Olímpica, desde que sejam selecionados pelos estados e realizem o ciclo especial de formação para segurança em grandes eventos. Os cursos serão ministrados pelas academias de polícia estaduais, após a homologação do Ministério da Justiça. Segurança com cidadania - O Pronasci articula políticas de segurança com ações sociais, prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias qualificadas de repressão. São mais de 90 ações que integram União, estados, municípios e diversos setores da sociedade. Atualmente, o programa está presente no Distrito Federal, em 23 estados e mais de 170 municípios. Saiba mais sobre o Pronasci no www.pronasci.gov.br e no www.twitter.com/pronasci. Fonte: Ministério da Justiça
O ministro da Justiça, Tarso Genro, defendeu hoje à tarde "uma nova política de drogas", em discurso para centenas de jovens no Fórum Social Mundial. As informações são da Agência Brasil. O debate foi feito em Novo Hamburgo, a 40 quilômetros da capital, ... onde será realizada nesta tarde a Marcha da Maconha. "Sou a favor de uma nova política de drogas. O problema da pessoa que se droga está relacionado com questões ligadas à saúde pública. Tem que ocorrer uma discussão muito séria para modificar as leis relacionadas ao uso de drogas leves", defendeu, ovacionado pela plateia. "Acho que nossa política de drogas é atrasada, em relação, inclusive, ao próprio usuário. Queria deixar bem claro minha posição sobre isso", reforçou. De acordo com a norma mais recente, a Lei 11.343, de 2006, a pessoa pega com drogas para consumo próprio deve ser penalizada com medidas socioeducativas que considerem a quantidade da apreensão, os antecedentes do usuário e as circunstâncias do flagrante. Tarso explicou que "a grande questão" a ser enfrentada em relação às drogas é o tráfico, em especial, de cocaína e seus derivados, que estão ligados a outros tipos de crime.
"Isso nos preocupa porque [o tráfico] é um processo de acumulação financeira ilegal que deriva um conjunto de crimes, não somente financeiros", exemplificou. Ao chegar ao acampamento, que na tarde de hoje fará uma marcha em favor "do controle público das drogas", Genro lembrou do slogan utilizado pelos defensores da legalização da maconha, no último fórum social, em Belém (PA). "Quando estive aqui [acampamento da juventude, montado em todas edição do evento], no outro fórum, um grupo de manifestantes me cercou com vários vasinhos [com mudas de maconha] dizendo: Ei, polícia, maconha é uma delícia", contou. Ao ser novamente ovacionado, fez um alerta: "Ei, pessoal, estou com a Polícia Federal."
Em depoimento à polícia, uma vítima do esquema que fraudava licenças de táxis em Niterói revelou detalhes do golpe, que pode ter sido a principal causa da morte do subsecretário de Transporte da cidade, Adhemar Reis. O político foi assassinado semana ... passada e investigava quadrilha - com participação de 8 ou 9 funcionários do órgão -, que pode ter falsificado cerca de 50 autonomias. A irregularidade confirmada pela testemunha foi a primeira apurada por Adhemar e que deu origem ao inquérito policial. De acordo com o relato, a vítima chegou a pagar R$ 30 mil pela compra de uma licença, sem saber que o verdadeiro dono estava morto. Os golpistas pediram R$ 70 mil pela autonomia. Segundo o delegado da 76ª DP (Centro), Luiz Antônio Businaro, um integrante da quadrilha se passou pelo taxista morto e entregou à vítima documentos com assinatura e autenticações falsas. Businaro afirmou que quatro líderes da 'Máfia dos Táxis' já foram identificados. "A testemunha disse que passou por dois intermediários da quadrilha e que negociou com um homem, que se passou pelo taxista morto. A viúva do taxista denunciou em novembro que a licença do marido foi vendida sem ela saber. A vítima só desconfiou do golpe quando foi tentar negociar o restante do valor. Ele ficou arrasado porque perdeu R$ 30 mil para o bando, chegou até a fazer empréstimo, pensando se tratar de um negócio legal", contou o delegado. Depois de adquirir a licença, o homem a alugaria por R$ 600 mensais. Uma outra testemunha que deve prestar depoimento esta semana, contou à polícia que sofreu intimidações. É a segunda pessoa ameaçada por integrantes do bando. Semana passada, o secretário de Segurança de Niterói, Marival Gomes, disse ter recebido ameaças por telefone. Hoje, ele esteve na delegacia para acertar detalhes da inspeção que a polícia fará nas sedes da secretaria de Transportes. Os dois prédios foram lacrados depois da morte de Adhemar para a preservação de documentos e computadores com informações sobre as licenças. O delegado vai verificar outro vídeo feito pelas câmeras de segurança de um prédio para tentar identificar o assassino.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança oficialmente neta terça-feira, no Rio, o Bolsa Olímpica, concedido a policiais militares, civis e bombeiros do estado. Cada beneficiado vai receber o auxílio mensal de R$ 1.200 para participar de cursos de ... qualificação do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci). A primeira fase de inscrições para os cursos começa hoje e vai até o dia 30 deste mês, no site do Pronasci (www.pronasci.gov.br). Os cursos, que também podem ser feitos pela internet, visam a melhorar a qualidade do profissional de segurança. O benefício foi anunciado pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, no fim do ano passado, em entrevista a O DIA. Na época, Genro afirmou que a meta do governo era garantir até as Olimpíadas de 2016 um piso de, pelo menos, R$ 3.200 para policiais e bombeiros do Rio. O ministro anunciou, na entrevista, que a intenção é adotar esse piso para todos os estados do Brasil. O assunto causou polêmica entre os bombeiros, pois o governador Sérgio Cabral chegou a afirmar que desconhecia a implementação do benefício para a categoria. A afirmação de Cabral deixou revoltados alguns integrantes da corporação, que, inclusive, se reuniram para debater a inclusão do auxílio em seus salários. A inclusão do Bolsa Olímpica no salário trará, segundo estimativa de Genro, um impacto de cerca de R$ 900 milhões a serem pagos pelos governos estadual e federal. Depois das Olimpíadas, a responsabilidade integral pelo pagamento vai ser do Governo do Estado, que se compromete a incorporar a gratificação aos salários dos servidores. Atualmente, através do Bolsa Formação, o Pronasci adiciona, aos salários dos profissionais de segurança, R$ 400 para a participação nos cursos. Os beneficiados, no entanto, tinham de ganhar até R$ 1.700.
Não se pode deixar cair no esquecimento os graves episódios ocorridos semana passada, no Rio e em São Paulo, relativamente à violência perpetrada por gangues de jovens..Em tempos de violência urbana extrema as gangues de jovens, algumas inclusive constituídas ... pelo abominável pressuposto da supremacia racial, preocupam e atemorizam cada vez mais a sociedade em que vivemos. Gangue é sinônimo de demonstração de bestialidade, agressividade. vandalismo, selvageria. Muitos dos integrantes dessas gangues, cuja finalidade precípua é a desordem pública e o confronto com grupos rivais, na desobediência de normas de conduta social, aproveitando-se da sensação de encobertamento oferecido pelo grupo (anonimato), onde cometem crimes contra a vida e o patrimônio, são os mesmos que compõem algumas torcidas organizadas de futebol, onde dentro e fora dos estádios- vide os tristes episódios da última rodada do campeonato brasileiro do ano passado, no Rio e em Curitiba- comportam-se como seres não civilizados.Valentões e machões até o momento em que são identificados, presos e processados em nome da lei e da ordem. A noite de quinta-feira, 14 de janeiro, em que lamentáveis episódios de desordem, arruaça e agressão física, gratuita, ocorreram no Rio e em São Paulo, estão a exigir (urgência urgentíssima) enérgicas e providenciais ações das autoridades competentes. A polícia tem que ser pró-ativa nesse caso. Antecipar-se, através de seu serviço de inteligência, aos fatos. Não se pode esperar que aconteça para reagir. Há que se identificar, o quanto antes, as lideranças e os grupos de desordeiros "bombados" que os compõem- muitos ingerem ao mesmo tempo bebida alcoólica e energéticos para criarem coragem e praticarem os atos de vandalismo- sob pena de cada vez mais cidadãos ordeiros se sentirem ameaçados no seu direito de ir e vir em vias públicas, como se já não bastassem os "bandidos sociais", que nos "bondes do terror", com armas de alta destruição, matam policiais e víimas indefesas sem dó e piedade. Vide os casos de violência ocorridos no último fim de semana no Rio. Em São Paulo, na fatídica noite de 14 de janeiro, um jovem (punk) de 15 anos, depois de espancado (pasmem) foi arrastado num carro por skinheads por cerca de 60 metros. A vítima da covarde agressão sofreu traumatismo craniano, um dos rins foi perfurado, três costelas foram fraturadas e corre o risco de perder a visão do olho direito. O irmão, também adolescente, ao presenciar a horrível cena entrou em estado de choque. Os homicidas em potencial foram presos em seguida. Agora responderão por tentativa de homicídio triplamente qualificado e podem ser condenados por 30 anos pelo bárbaro crime. A meu ver trata-de caso típico de prisão perpétua, pena inexistente pela argumentação da claúsula constitucional "pétrea" no benevolente Código Penal Brasileiro. Que me desculpem: pétreo é o direito supremo à vida. Caso tenham bom comportamento no cárcere, ainda que o crime tenha sido hediondo, ao completarem 2/5 de cumprimento da pena, serão beneficiados com a progressão do regime carcerário. Convenhamos é muita misericórdia e benevolência com bandidos que cometem um crime torpe e bárbaro como este. No Rio, naquela mesma noite, uma rixa entre jovens de classe média, de bairros da Zona Norte, com encontro para o embate (crime virtual) marcado através da INTERNET, levou pânico aos moradores do bairro do Grajaú. No caminho para a "arena" depredaram carros e lixeiras e tudo mais que encontravam pela frente. Um adolescente de 15 anos, que nada tinha a ver com o fato, foi tido como rival e espancado. A Polícia Militar conseguiu deter 25 dos integrantes da horda (bando de indisciplinados), sendo 16 menores de idade, não "inocentes", porém inimputáveis perante a lei penal. No máximo sofrerão penas educativas à luz do anacrônico e permissivo Estatuto da Criança e do Adolescente. Há que se cobrar neste instante também a responsabilidade dos pais. Que tipo de valores sociais estão sendo transmitidos aos filhos? Que sociedade estamos criando para as próximas gerações? Será que a autoafirmação dos jovens de hoje tem por base a quebra de normas de conduta social através da força física? Estaríamos retrocedendo para os tempos de bárbárie? E o papel da escola, como importante agência de formação social? A salutar cultura física, a 'mens sana in corpore sano' trazida dos gregos, está sendo deturpada para fins de agressividade? A autoestima de jovens está sendo canalizada para atos de violência? E o papel dos meios de comunicação de massa, especialmente a televisão? Até onde também têm a sua dose de responsabilidade? E a questão do uso de drogas lícitas e ilícitas pelos mais jovens? Até que ponto as drogas incentivam tais comportamentos e estimulam a agressividade? São perguntas que estão a requerer muita reflexão e urgentes respostas. Por enquanto o comportamento social inadequado, de jovens desordeiros, continua a ameaçar gravemente a sociedade. Isso é simplesmente inaceitável. Puna-se com o máximo rigor os arruaceiros selvagens. A complacência dos bons sempre aguça a ousadia dos maus.
O tenente-coronel Amaury Simões deixou hoje o comando do 22º BPM (Maré) para assumir a subcorregedoria da Polícia Militar. O nome do novo comandante da unidade da Maré será anunciado no início da semana.
Neste momento, oficiais do Corpo de Bombeiros de várias unidades do estado estão reunidos no Clube de Sargentos do Corpo de Bombeiros, em Campinho, para discutir a decisão que teria sido do governador Segio Cabral. Segundo informações, Cabral alegou ... não ter verba, do governo federal, para pagar a bolsa aos bombeiros. O pagamento da Bolsa Olímpica é um adicional para os militares. Ela faz faz parte do que o ministro da Justiça, Tarso Genro, chamou de "Pronasci [Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania] paralelo", uma espécie de fortalecimento das ações do programa no Rio de Janeiro, que será sede dos Jogos Olímpicos de 2014.
O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou hoje que pretende aumentar a segurança dos policiais na rua com cabines blindadas, mas ainda não é possível instalar esse tipo de proteção nas viaturas. "A gente caminha no sentido de ... blindar as cabines, mas não existe no mundo uma viatura de passeio que resista a uma blindagem [para calibre] 762, isso é inviável", justificou. De acordo com o secretário, a meta do estado é fazer substituir as cabines atuais pelas blindadas para o policiamento estático, e ampliar as torres de vigilância, que são blindadas. "Temos 40 cabines cujo processo de licitação já está pronto, depende somente de autorização da prefeitura para que se faça as ligações de rede de água, esgoto e luz", disse. De acordo com Beltrame, as cabines vão ser distribuídas para que o comando da PM as instale onde a incidência de ataques a policiais é maior. "A recomendação que se dá é de que a viatura é feita para policiamento dinâmico, mas cada batalhão organiza seu policiamento, isso é uma decisão técnica do comando", explicou. Em menos de três dias, três policiais morreram vítimas de ataques de criminosos. O sargento Ezequias Veríssimo dos Santos Filho e o cabo Márcio Passos Barcelos, ambos do 9º BPM (Rocha Miranda), foram mortos por assaltantes na sexta-feira, em Madureira. O sargento Wilson Alexandre de Carvalho, do 1º BPM (Estácio), foi baleado por bandidos que estavam em um Astra preto no domingo, na Cidade Nova.
Os cariocas adoram se auto intitular (e eu sou carioca da gema, hein) cordiais, simpáticos, solidários, isso e aquilo. Quando há uma tragédia correm pressurosos para doarem suas sacolinhas de alimentos ou roupas. Quando morre alguém em circunstancias ... discutíveis ou por um erro em uma operação policial correm às ruas para pedir 'justiça'. Até mesmo quando morre um reconhecido criminoso muitos de seus vizinhos ainda vão às ruas para se manifestarem em prol do morto e assegurarem 'sua bondade'. ONGs... ah, estas não faltam para aparecerem nos jornais e TVs acusando fulano, inocentando beltrano e , obviamente, prestando solidariedade ( seria efetiva e concreta...?)aos familiares do falecido. Entretanto, quando morre um policial em serviço, defendendo a sociedade dos criminosos; ou ele fica inválido por ter sido ferido em confronto com criminosos, não aparece ninguém, com a devida e honrosa exceção de seus familiares, de seus colegas de Unidade ou Delegacia e alguns ( quando vão...) funcionários das instituições que recebem determinação para tal. TVs e a maioria dos grandes jornais ? Com exceção da Rede Record ( e há que se fazer justiça a ela) nenhuma TV mostra ou apóia uma família de um policial morto em serviço. Nenhum órgão da grande imprensa lida ou falada ( com exceção agora do jornal O Dia também) homenageia devidamente aquele herói quase anônimo que morreu defendendo a todos nós da barbárie. ONGS...? Ah...a elas não interessam os policiais e suas famílias. Só quando há um policial 'desviado' envolvido em alguma situação ou que tenha cometido um erro operacional é que as ONGs aparecem com seu imenso dedo apontado sem nenhuma responsabilidade na direção do acusado. ONG no Rio, me perdoem os que não concordam, que atuem na esfera da segurança pública, só servem para apoiar bandido ou família de bandido. E aí abro apenas uma exceção, uma, para o AffroReggae que faz um trabalho meritório. Nossos policiais e suas famílias não são apenas abandonados pela sociedade. São renegados por ela. Injusta e cruelmente renegados. Para a maioria dos cariocas ou que aqui moram 'ser policial' é sinônimo de ' ser bandido, de ser violento e arbitrário'. Mais uma vez repito: resquícios da ' boca torta pelo cachimbo da esquerda festiva'. Quando morre um policial em serviço na imensa maioria dos países realmente desenvolvidos ( e aí a questão cultura e amor próprio e cidadão tem prioritária importância) ocorre um desfile pela principal avenida da cidade, com seus companheiros policiais trajando sua farda de gala, com a presença dos Chefes de Polícia, prefeito e boa parte das autoridades. E o povo aplaude, homenageando a passagem do féretro e do herói homenageado. No Rio de Janeiro as pessoas parecem que tem vergonha de dizer que amam suas polícias, que gostariam de ver suas polícias serem respeitadas. Mesmo aqueles que sabem que não há regime político no mundo que não tenha sua polícia para conter os psicopatas, os degenerados, os que colocam a ganância acima da vida e os que mercadejam a morte nas drogas. Muitas vezes eu me sinto envergonhado de ser carioca. Envergonhado de ver a sociedade e seus formadores de opinião empurrando nossas polícias para ainda mais fundo em seu poço ao invés de ajudar a resgatá-las da falta de auto-estima e da dignificação por parte de nossos governantes. Carioca não gosta de sinal fechado, não gosta de dias de chuva, mas infelizmente também parece não gostar de nossas polícias sem se lembrar que boas ou ruins elas são a nossa última fronteira contra a barbárie que nos ameaça e que cabe somente a nós, sociedade, ajudá-las a se posicionar no rumo certo.
Extremamente chocante e assustadora as cenas mostradas pela televisão do ataque à guarnição da Policia Militar, do 1o BPM (Estácio), na madrugada de domingo último, 17 de janeiro, na Cidade Nova, próximo ao centro do Rio, onde um sargento foi fuzilado ... dentro da viatura policial sem chance de reação e um soldado conseguiu escapar resultando ferido nas pernas por tiro de fuzil. Tática própria de guerrilha urbana utilizada por perigosos, ousados, frios e sanguinários marginais, As cenas gravadas por câmeras de segurança deixa qualquer um perplexo. Talvez só imaginável em filmes policiais. A resposta do poder instituído, nos limites da lei, terá que ser dura e contundente. A captura de tais narcoterroristas, inclusos os que fuzilaram outros dois policiais militares, no bairro de Madureira, na última sexta-feira, tem que ser ponto de honra para a polícia do Rio. Ousadia, desrespeito, covardia e desprezo pela vida humana têm limites. Isso é inaceitável e mostra o grau de letalidade do banditismo a que todo cidadão, policial ou não, está sujeito na violenta guerra do Rio. A única estratégia policial de contenção, viável, na dificuldade de enfrentar o elemento surpresa, que mata covardemente agentes da lei em serviço, é a permanente ação pró-ativa das forças policiais, na busca e vasculhamento aos nascedouros dos "bondes do terror", os morros e favelas. Não se pode esperar para reagir. Narcoterroristas não hesitam em matar, sem dó e piedade,com armas de última geração, de forma fria e covarde, representantes da lei e o que é pior, comemoram com foguetórios, desafiando o poder instituído, a morte dos "inimigos". Este é um contexto de ambiência violenta dos mais graves e preocupantes. Há que se reconhecer que a polícia do Rio tem obtido resultados significativos no combate à criminalidade violenta, numa política realista de enfrentamento e enfraquecimento ao poder paralelo, aí incluso as famigeradas miícias. A maior prova hoje da sólida acão policial, são as Unidades de Polícia Pacificadora. Mas isso é apenas o começo e não podemos, de forma ilusória, achar que a guerra do Rio já está ganha. A caminhada para tornar o Rio uma cidade mais humana e menos violenta ainda é muito longa. Há muito o que se fazer na área de segurança pública e não se pode ter complacência com quem não tem o mínimo respeito pela vida humana. A polícia deve usar a energia necessária e na medida necessária em resposta a esse episódio. Mostrar que ação policial não se dá por intuito de vingança. A ação policial se dá pela técnica, equilíbrio, inteligência e nos respeito aos limites da lei. A missão mais urgente agora é identificar e capturar os covardes algozes dos bravos policiais que derramaram seu sangue e eentregaram sua vidas na nobre missão de defesa da sociedade. Maõs à obra. A sociedade, destinatária do serviço e da proteção policial, precisa dessa resposta.
Criada para tentar aumentar o índice de elucidação de assassinatos, a Divisão de Homicídios será inaugurada amanhã na Barra da Tijuca. Como O DIA noticiou em novembro, ela terá 250 policiais, 130 deles só para investigações e sete delegados. A equipe ... vai trabalhar diariamente, não mais por plantões, o que atrapalhava as investigações. A unidade terá ainda peritos, legistas e papiloscopistas que irão ao local do crime. O número de policiais da nova especializada é cinco vezes maior que o da Delegacia de Homicídios do Centro, que será extinta, assim como a da Zona Oeste. A Divisão investigará homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínio (roubo seguido de morte), casos de balas perdidas e encontro de cadáveres (quando for assassinato) que acontecerem na capital. A especializada vai funcionar no prédio que abrigou a 16ª DP (Barra da Tijuca). O imóvel foi reformado e a Divisão ganhou viaturas novas.
Acusado de participar da tentativa de roubo a uma agência bancária dentro do Shopping Carioca, em Vicente de Carvalho, em agosto do ano passado, Michel de Araújo Stanescou, 37 anos, foi preso quinta-feira por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos ... (DRF). Ele integra a "quadrilha dos palhaços", nome dado por investigadores porque os criminosos usavam disfarces, como perucas, óculos e até bigodes falsos. O assalto ao banco foi frustrado, mas duas armas de vigilantes foram roubadas. Com 15 passagens pela polícia, Michel foi detido em frente a um banco na Avenida Brás de Pina, em Vista Alegre. A polícia suspeita que ele estivesse planejando outro assalto a banco. Segundo o delegado Roberto Gomes Nunes, o preso é suspeito de participar de uma ação numa agência no bairro Abolição, também em agosto do ano passado. "Prendemos Michel, que também usa nome falso de Mike de Souza Viana, em frente à agência que ele tem conta. Mas é muito suspeito um ladrão de bancos ser visto com frequencia circulando perto de uma agência. Nossas investigações indicam que ele estava monitorando os funcionários e, como cliente, teria mais informações", explicou o delegado. Apesar do disfarce, Michel foi reconhecido nas imagens do circuito de segurança da agência e identificado a partir do banco de dados da unidade especializada. O preso nega que tenha praticado qualquer roubo a banco e diz que trabalha com esculturas de isopor para diversas escolas de samba. Ele argumentou ainda que é mais alto que o bandido que aparece nas imagens. Cinco homens participaram da ação e Joerte Picanço Maia Junior, conhecido como Russo, também já foi identificado. Ele seria do Morro da Serrinha e estava em liberdade condicional. À época, os criminosos conseguiram passar pela porta giratória e renderam dois vigilantes. Eles procuravam pela tesoureira, mas deram o nome errado e acabaram desistindo do roubo, quando um segurança do shopping fez disparo no estacionamento, contra os bandidos que davam apoio. Os que estavam dentro da agência viram a movimentação pelas câmeras de segurança. O objetivo era roubar R$ 600 mil.
A premiação para policiais civis e militares que conseguirem reduzir a criminalidade em suas áreas será semestral, não mais anual, como havia sido anunciado. Decreto do governador Sérgio Cabral Filho, que será publicado na segunda-feira, altera o sistema ... de premiação. "Como toda empresa tem metas a cumprir, o setor público também tem que ter as suas e a segurança pública se inclui nisso. Produtividade, competição e estímulo fazem parte de qualquer concepção de gestão. E gestão foi a grande novidade na área de Segurança Pública em nosso governo", afirmou Cabral, de acordo com informações divulgadas pelo governo do estado. Após os primeiros seis meses de implantação do plano de metas contra a violência, o Governo do Rio de Janeiro conseguiu, por exemplo, registrar em 2009 uma queda de 14,4% no número de homicídios no estado em relação ao mesmo período (setembro, outubro e novembro) de 2008. "Ao incentivar o policial a bater as metas em menos tempo, os índices de criminalidade tenderão a cair mais e os resultados serão percebidos pela população, que é o foco das ações do governo", analisou o secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner, coordenador do programa de metas no Estado. As metas são estabelecidas de acordo com os seguintes tipos de crime: homicídio doloso, roubo de veículos e roubos de rua (transeuntes, coletivos e celular). São esses os que têm maior impacto na sensação de insegurança da população. Alcançadas as metas, os policiais civis e militares serão contemplados com premiações únicas, semestrais e individuais. Os policiais que baterem as metas receberão R$ 500 (cada um). Os que integrarem a região com os melhores resultados terão o prêmio de R$ 1.500 (cada policial). A premiação será concedida a todos os colaboradores das polícias Civil e Militar das RISPs que atingirem as metas, desde que tenham permanecido em exercício por mais de três meses durante o período de alcance da meta. Cada RISP é liderada por um delegado, que é o diretor de departamento, e um coronel, que comanda a área. Eles trabalham em conjunto para responder às demandas estabelecidas pelo sistema de controle de metas determinadas pela Secretaria de Segurança. Foram criadas sete RISPs, divididas da seguinte forma: Capital (regiões Sul, Centro e Norte); Capital (Oeste); Baixada; Niterói e Região dos Lagos; Sul Fluminense; Norte Fluminense; e Região Serrana.
A covarde morte de dois policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda), fuzilados, sem chance de reação ( elemento surpresa), quando passavam em frente ao Morro do Cajueiro, em Madureira, na Zona Norte do Rio, na manhã de sexta-feira ,15/01/10, traz ... novamante à baila a questão do necessário endurecimento da lei penal brasileira como desestímulo e correção do ato criminoso. O sargento Ezequias Veríssimo dos Santos Filho e o cabo Márcio Passos Barcelos faziam patrulhamento na Avenida Ministro Edgard Romero, quando um "bonde de traficantes" ( bandidos sociais), em um Vectra prata, passou e fuzilou os PMs. Eles ainda foram levados para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, Zona Norte, mas não resistiram e morreram a caminho. Os bandidos fugiram. Este é, senhores internautas, o grau de letalidade e de extrema ousadia do banditismo do Rio, que mata, sem dó e piedade policiais e cidadaõs ordeiros. O pior é que entidades protetoras de direitos humanos, mormente a Human Rights Watch, sempre se calam nesses momentos. Quem mata, covardemente, agentes do estado, em serviço, deveriam receber a pena em dobro. Isso é crime contra o estado. Com a palavra o Congresso Nacional.
Policiais Federais estão, desde a tarde de hoje, tentando cumprir 11 mandados de busca e apreensão na Operação Títere. O objetivo da ação, defladraga pela Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros, é desmontar um esquema ilegal de venda de dólares ... por uma casa de câmbio de Jacarepaguá. O balanço das apreensões deverá ser divulgado nesta sexta-feira. Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, contra a casa de câmbio e estabelecimentos comerciais ligados aos sócios da empresa. Segundo o Delegado, Marcelo Prudente, encarregado pelo Inquérito, "trata-se de investigação que apontou que determinada entidade, então credenciada a operar no mercado de câmbio, realizou vendas de moedas estrangeiras em espécie, em um período de cerca de 12 meses, totalizando um montante de quase nove milhões de dólares com a finalidade apontada pelos então compradores de viagem internacional a título de turismo". Entretanto, a análise do perfil dos compradores destes valores em moedas estrangeiras revelou que se tratava de pessoas de baixa renda com grande concentração de clientes em bairros como a Cidade de Deus e ou em áreas notoriamente favelizadas da Baixada Fluminense. Nenhum dos supostos compradores apontados pela empresa tem sequer passaporte ou havia feito viagem para o exterior. Segundo a PF, algumas pessoas realizaram operações mensais de câmbio que giraram em torno de dez vezes a própria renda. A Unidade de Inteligência Financeira brasileira (COAF) registrou que a principal empresa envolvida movimentara um montante em sua conta bancária incompatível com sua capacidade econômico financeira (cerca de R$ 22,5 milhões de reais em curto espaço de tempo).
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