Membro do Comad (Conselho Municipal Anti Drogas do Rio de Janeiro), fundador e conselheiro do IBDC - Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino de Buenos Aires, delegado de Polícia Federal de Classe Especial, responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça na rinha de galo em 2004. Rayol dirigiu por anos a Delegacia de Entorpecentes da PF.
Procurador de Justiça, ex-secretário de Administração Penitenciária, ex-coordenador de Inteligência do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro, responsável pela investigação da Propina S.A, entre outras.
professor universitário, dirige a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade,há 15 anos.Tem estudado ,nos últimos 18 anos,o impacto da segurança na atividade turistica.Implantou no Rio o primeiro Programa de capacitação para as forças de segurança turistica do Estado do Rio.Preside o Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo,que tem um Nucleo de Segurança Turistica,que faz um estudo comparado dos diversos sistemas no Brasil e no exterior.Sua tese de doutorado em Direito da Cidade versa sobre Um sistema de segurança Turistica para o Rio.
Jornalista e escritor, ex-TV Globo, atualmente na área de entretenimento do SBT, é autor dos livros Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado e CV-PCC-- A irmandade do crime, ambos pela Editora Record.
carioca, coronel da reserva, comandou a Tropa de Elite do Exército Brasileiro, o Batalhão de Forças Especiais. Sua última missão no serviço ativo foi o comando do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, sendo responsável pela pacificação de Cité Soleil, até então, a região de maior risco (segurança pública) sob controle da ONU. Na área da Segurança Pública, foi o Chefe de Planejamento do Comando Militar do Leste. Para se comunicar com ele, escreva para kidbleu@gmail.com
tenente-coronel reformado da PMERJ, bacharel em Ciências Administrativas, torcedor do Flamengo, escritor com oito livros publicados (vide site: www.emirlarangeira.com.br)
Policial Civil no Rio de Janeiro, atuando há 22 anos no combate ao crime organizado, pesquisador e especialista em segurança pela Fundação Getulio Vargas.
Advogado, torcedor do Vasco da Gama, presidente da , membro efetivo e Vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme – AISP19, tem formação no Curso de Capacitação para Lideranças Comunitárias e Integrantes dos Conselhos Comunitários de Segurança ministrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É um apaixonado pelo bairro de Copacabana, onde nasceu e foi criado, e também pela cidade do Rio de Janeiro. Acredita que toda mudança na qualidade de vida do cidadão passa necessariamente por uma maior participação da sociedade civil organizada, inclusive na questão da segurança pública.
cientista político (UFF), juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrante da
João Tancredo, advogado, presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ
Rapper e Mc, torcedor do Flamengo, formado no Curso de Liderança Comunitária Uerj e engajado na Cultura HipHop, sendo hoje vocalista da Banda Stereo Maracanã. Ativista da (ONG Posse Reagir Cidadânia e HipHop), consultor de Cinema ("Tropa de Elite") e Documentários (Rebeldes da Noite no Rio- Alemanha) que tenham como tema e pano de fundo as Favelas. Espera que esseTrabalho venha fomentar novás idéias, e discutir questões relevantes para todos. Pode ser contactado pelo email jovemcerebral@gmail.com
Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro em 1960, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Tem cinco livros publicados - No Coração do Comando, Sorria, Você Está na Rocinha, Lembrancinha do Adeus, O Bandido da Chacrete e Mais um Pai. Tem a alegria de ser rubro-negro e a capacidade de fazer filhos lindos, de que Juliana e Pablo são provas incontestáveis. Adoraria escrever sobre paz, amor e sexo selvagem, mas a violência do Rio de Janeiro não permite.
delegado de policia civil de 1ª classe, mestre em ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes, doutorando em Ciências Políticas na Universidade Federal Fluminense, autor do livro "Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas", da Editora Revan.
ex-promotor de Justiça Terapêutica, atualmente procurador de Justiça no TJ.
Tenente-coronel da PM, ex-comandante do Bope, autor do livro "A Verdade da Tropa", trabalhou como assessor especial da Subsecretaria Operacional de Segurança Pública durante as operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão em 2007.
Coronel reformado da PM, trabalhou como assessor especial da subsecretaria operacional durante a gestão do general Nilton Cerqueira, no governo Marcello Alencar
Capitão da reserva do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Conclui tese na Universidade Federal Fluminense chamada A Glória Prometida. O Curso de Operações Especiais - Rito de Passagem dos 'caveiras'. Atualmente é secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Treinou os atores do filme Tropa de Elite, de José Padilha.
Defensor público, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Carioca, Rubro-negro, coronel da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros, ex-integrante do Conselho Estadual de Meio Ambiente, ex-integrante do Conselho Estadual de Controle Ambiental, Ex-diretor de Operações do Departamento Geral de Apoio Comunitário da Sedec-RJ, tendo sido responsável pelo Levantamento Estratégico, Informação e Planejamento para evacuação da população de Angra e Paraty em caso de acidentes na Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, fundador e Diretor Executivo do Instituto de Capacitação, Ação e Cidadania Pelicano.
Jornalista e Consultor de Políticas Públicas, ex-diretor de Fiscalização da COMLURB, Superintendente de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo, Diretor Geral de Apoio Operacional do DETRAN-RJ. Em 1984, passou três meses na Nicarágua como correspondente de guerra na fronteira com Honduras. Em 1995, atuou como consultor/observador na equipe GGAB (Grupo do Gabinete) da
Polícia Civil em ações nas favelas do Rio. Mantinha o blog Falando a verdade mas tirou do ar após receber ameaças de morte de traficantes conhecidos como Bonde do Coelho.
Capitão reformado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), roteirista do filme Tropa de Elite, co-roteirista do filme Ônibus 174.
Delegado de Polícia Civil, já chefiou a Divisão Anti-Sequestro, e a Divisão de Repressão aos Roubos e Furtos de Veículos, além de ter sido assessor especial da instituição. Na Secretaria da Segurança Pública foi diretor da Divisão de Operações e Analista do Centro de Inteligência (CISP) e diretor-geral de inspeção e correição; foi presidente (e hoje é secretário-geral) do Sindicato dos Delegados e colaborador da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É pós-graduado em Políticas Públicas de Segurança e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e integra o corpo docente do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Coordenador da organização RIO CONTRA O CRIME e do DISQUE-DENÚNCIA (2253-1177)
|
Junho, 2009 Maio, 2009 Abril, 2009 Março, 2009 Fevereiro, 2009 Janeiro, 2009 Dezembro, 2008 Novembro, 2008 Outubro, 2008 Setembro, 2008 Agosto, 2008 Julho, 2008 Junho, 2008 Maio, 2008 Abril, 2008 Março, 2008 |
| |
|
|
|
O cerco ao Palácio Guanabara, empreendido na manhã de 23 de junho, por motoristas de vans, resultando em conflito com a força policial ali postada para preservar a ordem pública, fato que traz prejuízos ao interesse social coletivo, num transtorno à ... circulação viária e aos demais usuários da via pública,- não afetos diretamente à questão - nada mais é do que o resultado de anos e anos de falta de planejamento adequado e decisão sobre o transporte coletivo, no retardo no investimento do transporte de massa, na conivência com a expansão desordenada de tal prática irregular e principalmente da falta de compromisso de governantes e prefeitos que por aqui passaram, em não encarar, a tempo e a hora, o desafio do crescimento ameaçador do transporte alternativo. Acabaram por criar um imenso elefante branco. Um obstáculo e um grande desafio à ordem pública. O governo do estado e algumas prefeituras têm agora, na questão da tentativa de regularização do transporte alternativo, um abacaxi para resolver, cujos desdobramentos não se sabe até onde irão. Somente na Região Metropolitana a estimativa do Detro ( Departamento de Transportes Rodoviários), órgão de competência estadual na área de transportes, estima em 1.800 o número de vans explorando linhas intermunicipais. A partir de agosto só 491, vencedores de licitação pública, poderão circular. Menos de 30% da frota atual. Nas regiões da Costa Verde e da Baixada Litorânea, dos 315 véiculos hoje em circulação irregular, só 84 poderão a partir de agora explorar linhas intermunicipais. O que é mais assustador: os vencedores de licitação estão agora ameaçados por outros motoristas e integrantes de milícia caso saiam às ruas. A que ponto de ameaça à ordem pública chegamos pela omissão de quem tinha o dever de pelo menos tentar, como agora, solucionar adequadamente a questão. No vácuo da permissividade e da conivência com tal quadro aproveitaram-se o tráfico e a milícia para explorar, entre outras coisas a irregularidade do transporte alternativo. Chega a ser vergonhoso o quadro diário de kombis, em péssimo estado de conservação, muitas com permissão hoje para transporte remunerado restrito no Rio, em morros e favelas e seus entornos, chamadas de "cabritinhos", mas que se aventuram e acabam circulando em toda a cidade. As concessões da política, resultantes das promessas de campanha, acabam redundando, no futuro, em problemas para os próprios governantes. As vezes o choque de ordem se torna impossível nesse caso.. O impasse vai mais além. A questão do crescimento desenfreado do transporte alternativo envolve, inegavelmente, a vida de milhares de famílias que dependem do seu sustento pelo emprego, ainda que não regulamentado, de seus chefes de família, que transitam em busca da sobrevivência por rodovias e vias urbanas. Muitos desses veículos não estão em condicões de segurança e vistoriados para circularem. Analogamente há os chamados mototáxis que desafiam as normas de segurança de trânsito no transporte em cercanias de comunidades menos favorecidas. Ressalte-se, no entanto, diferentemente dos que vivem exclusivamente do trabalho em seu veículo próprio, que alguns topiqueiros fizeram do transporte alternativo um negócio espúrio e mafioso numa disputa com constante derramamento de sangue. O que fazer agora? Mandar que topiqueiros deixem seus empregos irregulares, que entreguem simplesmente às financeiras os seus veículos, tenham o prejuízo que tiverem e que se virem para arranjar outra profissão? E o poder público? Abrirá mão de seu poder e dever constitucional de regulamentar definitivamente o transporte alternativo? Dará condições de segurança pública para que a frota regular de ônibus atinja, na prestação do serviço de transporte coletivo, as chamadas áreas de risco? Há, neste momento, disponibilidade de efetivo policial para tal garantia? E a responsabilidade administrativa de ex-governantes que se omitiram e deixaram que o quadro ameaçador chegasse a tal ponto? Serão chamados à responsabilização? Ao poder público, representado pelo aparelho policial e pelos órgãos de fiscalização de trânsito e de transporte, cabe agora estar atento sobre possíveis atos de sabotagem e de ameaça à ordem pública. O pior ainda está por vir. Ainda não há data marcada para licitação sobre o transporte altrenativo na capital. O Rio tem duas vans piratas para cada uma das 5 mil legalizadas. É muita van e kombi para um Rio só. Como simples observador e analista do contexto da violência urbana tenho reais dúvidas sobre os desdobramentos de tal impasse, de difícil e complexa solução. Que fale mais alto, neste caso, o bom senso de todos, ainda que o bom senso nem sempre resolva grandes impasses.O mais certo é que o problema, como sempre, acabe estourando nas mãos da polícia. Quem sobreviver verá.
Para mim existem duas PMs. Uma da qual eu me orgulho tremendamente. É a que é composta por heróis anônimos que arriscam suas vidas no dia a dia para defender a sociedade. É aquela que é composta por guerreiros que mesmo ganhando salários de vergonha, ... indignos, mantêm-se honestos.É aquela pela qual fui condecorado com a Medalha da Ordem do Mérito Policial Militar, um dos maiores orgulhos de minha vida, por serviços prestados à corporação. A outra... Deus me livre... é aquela que se associa a criminosos para tráfico de drogas, seqüestros, assaltos, venda de armas. É aquela que para 'engordar' seus vencimentos fica achacando trabalhadores que , evidentemente por necessidade, saem às ruas para lazer com suas famílias ou a trabalho com seus carrinhos velhinhos e por estarem com seu IPVA ou vistoria atrasados são coagidos mesmo ( essa é a palavra exata, não é corrupção ativa e passiva não...) a pagarem para não terem seu 'caidinho' apreendido.
É aquela que mesmo um soldado tendo degolado a irmã dentro da cadeia do Batalhão Especial Prisional em um surto psicótico, mesmo tendo incendiado sua solitária na Água Santa, é considerado apto (Nossa Senhora !!!) pela PM e responde ao Conselho Disciplinar sendo expulso ao invés de aposentado. E para não ficar só nisso , ainda deixaram o pobre sujeito, portador de grave doença mental, de posse de dezenas e dezenas de comprimidos de barbitúricos com os quais ele veio a suicidar-se dentro de sua cela. É aquela que tenta desesperadamente tapar o sol com a peneira no caso do 'desaparecimento' da engenheira Patrícia Franco Amieiro ( será que alguém deu uma boa vasculhada ali pelos arredores do Arroio Pavuna para ver se não há restos de ossadas por lá...?). É aquela que pega uma viatura oficial, tapa sua identificação e placa com plástico preto e vai se exibir em pegas em um sítio em Caxias. Que PM é essa? Eu começo a desconhecer esta PM que já ultrapassa todos os limites do absurdo... . Tenho que concordar totalmente com o Cel. Lopes, Comandante do Policiamento na Baixada. Esta PM de hoje precisa urgentemente de reformas radicais. Precisa ser remilitarizada, precisa ser oxigenada, precisa cortar profundamente na própria carne. E não são só os soldados , cabos e sargentos que precisam entrar nesse sistema não. A coisa deve, ou deveria, começar de cima para baixo, senão só vamos perpetuar as injustiças. Não é possível que 'bocas de fumo' funcionem a todo vapor ( literalmente) todos os dias praticamente sem interferência ou asfixia da PM, responsável pelo policiamento ostensivo. Não é possível que o consumo de crack esteja acontecendo por toda a cidade, à vista de todos e ninguém faça nada. Onde está o GETEM ? Onde estão os GATs dos BPMs ? Com honrosas exceções, de Unidades compostas por guerreiros natos, a PM desapareceu do combate à criminalidade de forma mais direta. O que se vê ( ah... e como se vê...) são viaturas, principalmente os Gol e as motos 'combatendo duramente a criminalidade' junto a flanelinhas e a carrinhos velhos nas ruas da cidade. E não venha ninguém, seja da Briosa ou de fora dela, dizer que 'porque sou jornalista meto o pau na polícia, porque é isso que jornalista gosta...". Poucos profissionais da imprensa defendem nossas polícias de forma tão desassombrada quanto eu, modéstia à parte, no Rio de Janeiro. Eu quero um PM dignificada, amada; mas principalmente quero uma PM que se respeite, que se ame e com isso conquiste o respeito e o carinho da população carioca.
Agressões e maus-tratos levaram à morte Sophie Zanger, ...
4 anos, na sexta-feira. A criança, austríaca, estava há uma semana em coma no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. No prontuário, consta que a garota deu entrada com traumatismo craniano, os dois pulsos quebrados e vários hematomas por todo corpo. Um garoto de 12 anos, irmão da menina, acusou uma prima de 21 anos pelo crime. Sophie e o irmão estavam morando na casa de um tia materna, identificada como Geovana dos Santos Viana, em Santa Cruz, onde teriam acontecido as agressões. Ambos eram alvo de uma disputa judicial. A mãe deles, a brasileira Maristela Zanger, 40 anos, deixou a capital austríaca, Viena, com os filhos em janeiro de 2008, para ficar com a família no Rio. MÃE DESAPARECIDA Ela já estava há quase três anos separada do pai das crianças, Sascha Zanger, 39, que tinha com a ex-mulher a guarda compartilhada. A Delegacia da Criança e Adolescente Vítima já intimou a prima e os tios para prestar depoimento. Maristela, que sofre de problemas psiquiátricos, está há três meses desaparecida. A última informação que parentes tiveram é que ela virou moradora de rua. Geovana é acusada por Sascha de ter tentado se aproveitar da situação da ex-mulher para conseguir ficar com a guarda dos filhos e se beneficiar com a pensão, que é cerca de R$ 1.500. "Ela aproveitou que a irmã é doente e a colocou para fora de casa. A última vez que consegui ver minhas crianças foi na Páscoa. Elas estavam subnutridas. O mais velho perdeu 20 quilos, e Sophie estava com apenas 14 quilos", contou ele, que chegou da Áustria na sexta-feira.
Neste 19 de junho, a Lei Federal 11.705/08, a chamada Lei Seca, que entrou em vigor em território nacional no dia posterior, completa um ano de sua edição. Finalmente o Brasil ali começava a despertar para a necessidade de minimizar, através de uma dura ... e realista lei, os efeitos devastadores da grave doença social dos acidentes de trânsito, onde segundo o Ministério da Saúde o uso de bebida alcoólica ao volante é responsável por cerca de 50% dos acidentes de trajeto mais severos. Os especialistas em psicologia de trânsito afirmam com todas as letras que o ser humano, observada a questão cultural própria de cada região do mundo, em sua atitude comportamental de condução veicular, tem uma compulsão natural para transgredir ou não a lei, inexistindo de um modo geral, no caso brasileiro, em boa parte de nossos motoristas, disciplina consciente no cumprimento às normas seguras de trânsito. A questão é pois basicamente cultural. Relatos de graves acidentes e de histórias trágicas na barbárie do trânsito brasileiro não faltam. No dia que entrou em vigor a Lei Seca no país, 20 de junho de 2008, em São Leopoldo, na periferia de Porto Alegre (RS), um motorista bêbado capotou com o veículo que conduzia matando a filha de 3 anos de idade. Na Delegacia disse que momentos antes do acidente havia ingerido duas doses de bebida que continha componentes de cachaça indo em seguida pegar a filha numa creche. Numa curva do primeiro quarteirão capotou causando a tragédia. Ou seja matou, em razão de sua imprudência, a própria filha. Declarou que naquele instante a vida para ele também havia acabado. Dia atrás, um gravíssimo acidente automobilístico, de grande repercussão nacional, ocorreu em Curitiba, com a morte de dois jovens, de 20 e 26 anos, envolvendo o então deputado estadual do Paraná Fernando Ribas Carli Filho, flagrantemente embriagado na condução de seu veículo. O impacto do acidente foi tão forte que a cabeça de um dos jovens mortos desprendeu-se do corpo sendo encontrada a cerca de 40 metros do local do acidente. O deputado, um contumaz infrator do trânsito, para não se ver cassado, renunciou ao mandato. Ao ser indagado em juízo sobre as causas do acidente disse que nada se lembrava de nada. Responderá agora pela prática de homicídio doloso. Espera-se, apesar da frouxidão da lei brasileira, sua condenação à pena máxima. A realidade é que, infelizmente, diante de lamentáveis fatos com estes, a irresponsabilidade continua prevalecendo no trânsito brasileiro. Não basta só o rigor da lei. É certo que nos primeiros meses de vigência da Lei11.705/08 observou-se uma mudança comportamental em vias públicas, registrando-se redução do número de mortos e acidentes em rodovias e vias urbanas. Logo em seguida, com o afrouxamento da fiscalização, os números da tragédia voltaram a crescer. O Ministério da Saúde revela agora que foi registrado uma redução de 22,5% no número de mortos e de 23% do número de internações nas capitais brasileiras provocadas por acidentes de trânsito, na comparação do segundo semestre de 2007 com igual período de 2008. Na cidade do Rio de Janeiro o número de vítimas fatais caiu 54% e os hospitais receberam 40% menos feridos, A conclusão lógica, no entanto, é que sem fiscalização permanente, na integração das três esferas de competência da administração pública, a Lei Seca corre o risco de se constituir em mais uma letra morta fadada ao esquecimento. O maior exemplo de que a fiscalização permanente da Lei Seca, num trabalho integrado do poder público e sociedade civil, na prevenção e repressão em vias públicas, surte bons efeitos, vem ocorrendo no Estado do Rio de Janeiro onde o número de acidentes, a partir do início efetivo da Operação Lei Seca, em 19 de março, caiu 36,2%, tomando-se por base o mês de maio deste ano relativamente ao mesmo mês do ano passado. Mais de 2600 motoristas, de lá pra cá, tiveram seus documentos de habilitação recolhidos e foram penalizados por flagrância de direção alcoolizada, alguns por crime previsto no Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro, por haverem atingido ou ultrapassado o segundo limite máximo de tolerância alcoólica na corrente sanguínea, ou seja 6 decigramas de álcool por litro de sangue. O primeiro limite tolerável, na configuração ainda da infração, prevista no Artigo 165 do CTB, é de 2 decigramas de álcool por litro de sangue o que equivale matematicamente a 0,1 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, relativamente ao teste do bafômetro; Recentemente, em Goiás, na rodovia BR-060, um motociclista bateu o recorde de limite no bafômetro, dosagem até então não detectada em rodovias e vias urbanas no país. O etiloteste acusou 1,74 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, o equivalente a 34,8 decigramas por litro de sangue. Ou seja, mais de 17 vezes o limite permitido no caso da infração. Os estudos de alcoologia indicam que tal dosagem implica em descoordenação generalizada, confusão mental, visão dupla, intoxicação, inconsciência, um quadro quase característico de coma alcoólica. O infrator, que trafegava em zigue-zague, tentou fugir da fiscalização e acabou caindo da moto. A Lei 11.705/08 surgiu pois para combater a imprudência, evitar a tragédias e consequentemente salvar vidas, sem falar na redução do custo dos acidentes com despesas médico- hospitalares e danos aos veículos, redução de processos criminais, menos afastamentos temporários do trabalho em razão de traumas e lesões adquiridas, menor ocupação de leitos hospitalares e emergências e outros benefícios correlatos. Não importa se você sempre dirigiu e nunca envolveu-se em um acidente. Isso não o deixa imune à violência do trânsito. Os estudos científicos mostram que a ingestão do álcool atinge diretamente o cérebro onde são processadas as informações necessárias para a condução de um veículo, afetando conseqüentemente, em razão da quantidade ingerida, os estímulos sonoros e visuais, a coordenação motora, a capacidade de avaliar distâncias e velocidade, aumentando ainda o tempo da reação aos estímulos. É importante lembrar que a Lei Seca não proíbe ninguém de ingerir bebida alcoólica, só não pode é depois dirigir. Em todo o país, conforme dados do Mapa da Violência da América Latina, fornecido pelo Ministério da Justiça, 23,3 em cada 100 mil jovens brasileiros morrem em acidentes de trânsito em rodovias, o que põe o Brasil como recordista em toda América Latina. A finalidade é, portanto, minimizar essa tragédia social que mata e mutila. Trânsito é meio de vida, não de morte. Disciplina consciente ao volante significa trânsito mais humano e menos violento. A Lei 11.705 é uma lei dura, porém extremamente necessária para combater a cultura brasileira da imprudência no trânsito. Cumpra-se. O direito à vida está em jogo.
Setembro de 2008 foi um mês difícil em Nova York. De acordo com os números que o 'New York Times' publica hoje, foram registrados 52 homicídios na cidade - um recorde, segundo o 'NYT', diante das 51 mortes de agosto e das 48 de março, por exemplo. Para ... quem está acostumado aos índices de criminalidade do Rio, o número de assassinatos de lá não chega a assustar. Tudo bem, Nova York é Nova York e o Rio é o Rio. Por aqui, no mesmo período, só na capital foram 162 homicídios dolosos, segundo o Instituto de Segurança Pública - não estão incluídos os encontros de cadáver e os desaparecidos que, como já se sabe, viram fumaça nas mãos do tráfico. Guardadas, então, as diferenças entre aquela cidade, que, como diz o 'Times', nos últimos 15 anos reduziu seus índices de violência aos níveis da década de 60, e a nossa, que tem índices medievais, vale a pena olhar com atenção as estatísticas da polícia nova-iorquina. A partir de hoje, o 'NYT' disponibiliza um mapa que traz, além da localização do registro de homicídio, o tipo de arma, o sexo e a faixa etária das vítimas. 
O grau de detalhamento permitiu ver o seguinte: nos meses quentes, mata-se mais em Nova York. E a explicação para o 'surto' de violência no verão, lá, é bem simples. Mais gente em circulação. Qualquer um pode, ao acabar de ler este texto, acessar a página do ISP e tentar descobrir o período do ano em que o Rio é mais violento. A diferença está no que nós, cariocas, conseguimos fazer com isso. E a resposta é: nada. A partir dos dados de criminalidade na região de Nova York, a polícia redistribui seu efetivo. Isso inclui modificar as rondas e a quantidade de agentes nos locais onde, no verão, há mais gente na rua. Em tese, nada que não se possa fazer por aqui. Mas o noticiário mostra, por exemplo, que incrivelmente ainda há assaltos "nos horários de troca de turno" da PM. Ou seja, nós, possíveis vítimas, e os bandidos já sabemos que vai ter um horário sem policiamento na rua. A polícia também sabe, mas continua trocando de turno da mesma forma. Para quem quiser conhecer melhor os números de Nova York e ler a a reportagem de hoje, este é o link: http://projects.nytimes.com/crime/homicides/map
Em novembro de 2003, a dona de casa evangélica Antônia Gláucia Moraes Mesquita, 23 anos, foi morta com um tiro na cabeça na porta de casa, durante um almoço de confraternização. Segundo relato de parentes e vizinhos, policiais do 22º BPM (Maré) estavam ... batendo em três rapazes perto da residência de Gláucia. "O que você está olhando!?", teria dito um dos soldados. Logo em seguida, ele disparou seu fuzil contra a dona de casa, que segurava o filho, David, no colo. Ela morreu na hora. O crime revoltou os moradores, que fizeram uma manifestação pedindo prisão para o PM que matou Gláucia. Nenhuma ação penal foi instaurada pela Justiça para apurar o crime. A 21ª DP (Bonsucesso), responsável pela investigação, concluiu o inquérito, requerendo arquivamento. Nem o resultado do exame de balística das armas dos PMs envolvidos foi divulgado.
Atos de violência contra crianças não são incomuns, mas em geral a covardia fica dentro da casa. Com medo de apanhar de novo, o menor quase nunca conta o que aconteceu. E depois da surra, quando a vítima precisa ser levada para um hospital, a ... 'explicação' dada para evitar que a verdade seja descoberta é sempre a mesma: "Ela escorregou no banheiro e bateu com a cabeça na pedra". Foi essa a desculpa dada por parentes de S, 4 anos, quando a menina chegou, em coma, ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, às 22h de sexta-feira. No prontuário de S., consta que ela sofreu traumatismo craniano (afundamento do crânio), o que causou um coágulo grande na parta superior direita da cabeça. Amenina também tem hematomas por todo o corpo. S. foi levada à unidade pelos tios Geovana Santos Vianna e Sizenando Santos Vianna. O pai austríaco e a mãe brasileira disputam a guarda da menina na Justiça. A menina continua em coma, foi operada e teve o coágulo da cabeça drenado. Porém, ainda corre risco de morte. De acordo com médicos do CTI pediátrico, onde a menina está internada, o estado de saúde dela é tão grave que não há condições de remoção para um outro hospital. A médica Denize deu o primeiro atendimento a S. e descartou que os ferimentos tenham sido provocados por um queda no banheiro, conforme alegaram os parentes da menor. "As lesões apresentadas são totalmente incompatíveis com o fato", está escrito no prontuário. Além disso, no documento também há informações sobre o irmão mais velho de S.. Ele também apresentava hematomas pelo corpo, mas não ficou internado no hospital. Dentro do prontuário está anexado um relatório do Serviço Social da unidade e do Conselho Tutelar de Santa Cruz alegando que as duas crianças sofreriam agressões físicas e sexuais. O pai das crianças, que é Austríaco e não mora no Brasil, entrou ano passado na Justiça para obter a guarda dos filhos. Como a mãe é brasileira, a burocracia na Justiça acaba sendo mais lenta, pois envolve trâmites que precisam ser cumpridos nos dois países. Até a conclusão do processo, os menores estão sob a guarda provisória dos tios, os mesmos que levaram S. para o hospital. O cônsul da Áustria, Peter Waas, informou que o consulado da Áustria está acompanhado o caso e que telefonou para o pai das crianças para avisá-lo que a filha estava internada em estado grave. A Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) vai investigar as agressões sofridas por S.. Como a menina está em coma e não tem condições de contar o que aconteceu, o delegado Luiz Henrique já intimou os tios para depoimentos.
A boemia tradicional de Vila Isabel, nas proximidades do Morro dos Macacos, corre o risco de ficar de copo vazio. O motivo é a ordem dada pelo comando de um dos maiores fabricantes de cerveja do país para que, temporariamente, seus caminhões não façam ... entregas naquela região. Desde que, na semana passada, a emrpesa recebeu um recado dos chefes do tráfico no Macacos, pedindo 50 caixas de cerveja para uma festa armada pela quadrilha, os entregadores estão em alerta. Como a empresa se recusou a atender o pedido, os traficantes avisaram: quando o caminhão passar, vão pegar a cerveja à força.
São Paulo - Equipes de policiais da 16ª DP (Barra da Tijuca) estão, na tarde desta quarta-feira, em São Paulo, a procura de Alessandra D'Ávila, de 35 anos, assassina confessa do marido, o empresário Renato Biassoto, ... de 52 anos. Na foto, Alessandra acusada de ter matado o marido após uma discussãoO delegado Carlos Augusto Nogueira, titular da 16ª DP, solicitou ajuda à polícia paulista e já entrou em contato, também, com autoridades policiais de outros estados. Nogueira tem pistas sobre o paradeiro de Alessandra, que tem parentes fora do Rio.
A estratégia da defesa de Alessandra, que alega legítima defesa, ainda não foi capaz de convencer o delegado. Delegado Nogueira, no entanto, concordou em suspender temporariamente a cremação do corpo do empresário, para que seja feita nova perícia. Discussão Segundo o advogado, Alessandra contou que Renato começou a discutir e a xingá-la após um casal amigo, convidado para jantar, deixar o apartamento. A briga seria motivada por ciúme. “Ele queria saber com quem ela se correspondia tanto no Orkut e por que seu celular estava sempre no modo vibração”, explicou o advogado. “Nos últimos três anos, desde que largou o trabalho, Renato dedicava sua vida a fiscalizar a dela”, completou. Alessandra relatou também ao advogado que recebeu uma “gravata” de Renato no banheiro, mas se desvencilhou e correu para a cozinha. Lá, teria sido imobilizada de novo pelo pescoço e recebido forte soco nas costas. Acordado pelos gritos, o filho teria se agarrado às pernas da mãe e pedido ao pai para parar com as agressões, mas Renato, segundo Alessandra contou ao advogado, teria respondido que mataria os dois. Em seguida, ela apanhou a faca num faqueiro sobre a geladeira e o atingiu. Alessandra fez exame particular que, segundo o advogado, comprova as agressões sofridas. Oliveira Filho vai entregar à polícia o laudo e fotos das lesões. O advogado afirmou, no entanto, que, antes de Alessandra se entregar à polícia, ele tentará revogar a prisão temporária de cinco dias. Amigo diz que Renato era dedicado Amigo da família de Renato, o advogado João Mestieri disse ontem que Alessandra é agressiva e já tinha ouvido relatos sobre o relacionamento conturbado do casal. Segundo ele, a mãe da vítima, de 78 anos, está chocada. “Não sei se ele era ciumento, mas era muito dedicado. Acho que ela usou agressividade desproporcional”, disse. Ontem, o casal que estava no apartamento pouco antes do crime depôs na 16ª DP. Abalado, Eduardo Pedrosa disse que o clima durante o jantar foi tranquilo e que não notou problema entre Alessandra e Renato. Luta corporal, corte no rosto e facada profunda no tórax O delegado da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira, afirma que ainda não está convencido da versão de legítima defesa alegada por Alessandra D’Ávila Nunes e classifica como “estranha” a recusa dela em procurar a polícia. As buscas por Alessandra continuam — ela é considerada foragida. Para o delegado, há contradições nos depoimentos tomados até agora. Segundo ele, que ainda não recebeu o laudo de exame cadavérico do IML, análise preliminar do corpo indica sinais de luta corporal, corte no rosto e uma facada profunda no tórax. Segundo o advogado Mário de Oliveira Filho, Alessandra não procurou a 16ª DP logo após o crime por que temia que algum policial da delegacia pudesse conhecer Renato — ela imaginou que pudessem ser clientes na academia da qual seu marido foi dono. A ida à 15ª DP (Gávea) teria sido sugerida a Alessandra por um policial amigo, mas ela também não comunicou o fato nesta delegacia. Alessandra teria alegado que o seu atendimento poderia demorar, pois o plantão estava muito movimentado, e precisava acudir o filho, que estaria em choque.
Concordo plenamente com as palavras, extremamente realistas, do Prefeito Eduardo Paes na entrevista ora concedida ao jornal espanhol " EL PAÍS". Vou mais além. Alguns cientistas sociais, auto-denominados "policiólogos", ligados a movimentos sociais ...
e a organizações protetoras de direitos humanos, tiveram, tempos atrás, voz determinante no Rio, no que se refere às diferentes doutrinas de segurança aqui impostas. A visão irreal, primeiramente do bandido-cidadão e posteriormente do bandido-social, em que se justificava o crime e o tráfico pela exclusão social, acabou por enfraquecer inclusive o aparellho policial repressivo, criando e expandindo as "zonas de anomia" em morros e favelas, comunidades onde não se cumpre o Código Penal Brasileiro, mas as leis do tráfico ou das milícias. Houve inclusive propostas do arrefecimento da ação repressiva ao tráfico à semelhança do convívio entre as FARCs e o governo colombiano em nome de uma suposta "paz social", objetivando assim reduzir o número de homicídios. Tal estratégia foi irreal. Os "policiólogos" têm que deixar de viver no mundo de sonhos e fantasias, no mundo irreal do falso estudo comparado de combate ao crime com outros países e encarar a relidade da violenta e permanente guerra urbana vivencida no Rio, do contexto das granadas e dos fuzis de última geração que ameçam a sociedade, com a restrição, por vezes, ao direito ir e vir e a ameaça à própria ordem institucional, onde só a implantação das Unidades de Polícia Pacificadoras são capazes hoje de restabelecer, pela força legal da ocupação do estado, a ordem pública em comunidades até então oprimidas pelo terror, redutos da maior violência criminal. Esse é o caminho certo, do controle policial em tais localidades com a consequente ocupação social de inclusão de cidadania. Mas para tal é preciso antes enfrentar a realidade da guerra que mata e fere gravemente, onde a população civil infelizmente também sofre seus efeitos.A criminaliadade do Rio é atípica como atípico deve ser o remédio empregado. O preço da liberdade e da paz social é a eterna vigilância. Acertou o prefeito Eduardo Paes em suas declarações realistas. A sociedade fluminense não pode ser influenciada por visões romanciadas do crime. Acertou o governador Sérgio Cabral no necessário e realista aumento de efetivo nos quadros da Polícia Militar até 2014. Sendo o crime a combinação entre a vontade e a oportuinidade de cometimento a ocupação máxima territorial se faz premente. O Rio precisa de paz. Só a vontade, a obstinação política e a seriedade da ação policial alcançarão tal propósito. É preciso acreditar em melhores dias.
A partir desta segunda-feira o presídio Hélio Gomes, na Frei Caneca, não poderá mais receber presos e terá que ser desativo em poucos meses. A determinação é do juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) Carlos Eduardo Carvalho Figueiredo. A decisão do magistrado ... foi tomada após correição feita por ele em 50 unidades prisionais do estado.

"O Hélio Gomes é a pior de todas as que eu fui. As instalações são péssimas, há muitas infiltrações, entre outros problemas. As condições são desumanas", atestou o juiz. A unidade, com 730 presos, começará a ser esvaziada esse mês quando 130 detentos terão que sair. Depois dessa primeira leva, serão transferidos 50 presos por mês até que o Hélio Gomes fiquei totalmente vazio. O presídio é o único ainda que funciona no Complexo da Frei Caneca, com exceção do Hospital Penitenciário Heitor Carrilho. O estado do Rio tem cerca de 24 mil presos. A correição nas carceragens, agora obrigatória pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi a primeira feita pelo magistrado e aconteceu há um mês. Outra unidade que apresentou problema, segundo Figueiredo, foi o Galpão da Quinta, na Quinta da Boa Vista. Por ordem também do juiz, ela já está passando por reformas e não será desativada, apesar de ser uma instalação provisória para presos. "Fechar duas unidades prisionais juntas seria problemático porque são muitos presos. A solução foi fazer obras emergenciais que já estão sendo executadas. As instalações do Galpão da Quinta são muito precárias porque muito coisa teve que ser adaptada, já que era uma unidade para ser provisória mas acabou se tornando definitiva", expliou o juiz da VEP. A correição nas carceragens acontecerá todos mês. Desativado em 2006, o Complexo Penitenciário da Frei Caneca, no Catumbi, na época foi motivo de briga entre o então prefeito César Maia e a então governadora Rosinha Garotinho. Um prédio foi implodido, mas o destino do local continua indefinido. "Além dos escombros, que ajuda a proliferar bichos como ratos que vão para o presídio, o local é cercado de favela. Tememos que, com a desatviação do Hélio Gomes, o lugar seja invadido. Mas essa questão já não cabe a nós", disse o magistrado VEP prevê projetos para melhorias nas carceragens A desativação do presídio Hélio Gomes foi o primeiro passo da VEP para a melhoraria das cadeias do estado. Está em andamento no Tribunal de Justiça pelo menos dois projetos a serem executados: o Cadeia Limpa e a criação do Centro Crimiológico. O primeiro prevê a pintura de todas as celas e a proibição de colar cartazes e escrever nas paredes das prisões, assim como pendurar bolsas ou redes na cadeias. Para o juiz, mas que uma mudança no visual das unidades, é uma questão de segurança. "É muito comum vermos isso nas unidades, o que torna a cadeia feia e suja. Essas figuras nas paredes muitas vezes também escondem Além disso traz também insegurança porque o agente de fora da cela muitas vezes não vê o que está acontecendo dentro dela devido ao amontoado de coisas que os presos guardam", explicou ele. Já o Centro Crimiológico será responsável por fazer uma triagem dos presos quando ingressarem no sistema penitenciário. "Ali será traçado um perfil do detento para saber para qual unidade ele será encaminhado de acordo com o crime que cometeu e sua periculosidade", contou o juiz.
Com o filho viciado em drogas e dando problemas em casa com roubo de dinheiro da família, a mãe A. procurou o Juizado de Infância e Juventude para pedir ajuda. O juiz Guaracy Vianna prometeu que C., com 17 anos, seria internado numa clínica de dependência ... química. Enquanto aguardava vaga, foi mandado para o Instituto Padre Severino, na Ilha do Governador. Lá, o rapaz foi estuprado por mais de 15 adolescentes infratores e torturado com ferro em brasa nas costas com a inscrição bem grande CV, sigla da organização criminosa Comando Vermelho. Um ano depois, em 1993, quando era maior de idade, ele fugiu da clínica e foi preso em Santa Teresa acusado de dar cobertura a dois ladrões que assaltaram duas turistas alemães. Jane Schmahl e Miriam Hese fizeram apenas um registro de ocorrência e voltaram para a Alemanha sem fazer o reconhecimento do acusado. A única testemunha foi uma mulher que diz ter visto da janela o assalto. Já os PMs que participaram da ocorrência caíram em contradição: enquanto um dizia que C não estava armado, outro afirmava em juízo que o acusado estava portando uma arma. A Justiça acabou condenando o rapaz a 11 anos de prisão em regime fechado. Dona A. procurou a Defensoria Pública que entrou com recurso na 4ª Câmara Criminal contestando a condenação. No relatório, a Defensoria citou que o réu foi preso sem nenhum pertence das vítimas, sem confessar o delito e que o retrato falado não se parecia com o acusado. Além disso, a testemunha disse que não viu o acusado de frente. A Defensoria argumentou ainda que as acusações são insuficientes para a condenação e que C é doente esquizofrênico. Resultado: o Tribunal de Justiça não aceitou o argumento da Defensoria Pública e, mesmo assim, manteve a condenação.
A linha-dura vai assumir o Regimento de Cavalaria Enyr Cony dos Santos (RCECS).O tenente-coronel Antonio Uostom Borges Germano, que em 2007 fez um memorável discurso para a tropa pregando a tortura contra maus policiais, será o novo comandante da unidade. ... Em 26 de maio de 2007, O DIA publicou trechos de uma gravação obtida de uma reunião de rotina do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais (BPVE), na época batalhão que Germano chefiava. Por estas falas infelizes, Germano foi exonerado da unidade: "Como tá na democracia, eu só posso punir. Minha vontade, se está na democracia, é botar tomando choque a noite inteira. O meu sonho é voltar essa ditadura. Ah, eu vejo o Exército brasileiro e fico doido pra ficar vendo na Avenida Rio Branco. Você botava tomando choque a madrugada toda, não precisava punir não. Choque e porrada. De manhã, ele tava enquadrado". Agora, Germano vai cuidar de uma área em que precisará realmente de pulso firme: Campo Grande, região de influência da milícia denominada Liga da Justiça.
Os últimos acontecimentos no Complexo do Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, quando durante uma operação policial tivemos em pleno coração da Zona Sul um tiroteio de vinte minutos com helicópteros protagonizando cenas dignas da Guerra do Vietnã , não deixam ... mais nenhuma dúvida. Urge a pacificação destas favelas. Urge sua ocupação pela polícia. O GPAE do Pavãozinho, com todo respeito aos policiais lá lotados, não serve para absolutamente nada. Nada mesmo. O tráfico 'opera' cerca de cinco 'bocas' dentro das favelas sem se importar com a presença dos PMs do GPAE. Motivo ? Perguntem aos PMs de lá ou aos moradores... . Estas 'bocas' alimentam 90% dos usuários de drogas de Copacabana e Ipanema e influem de sobremaneira no índice de criminalidade nestes bairros. A venda de cocaína e crack pelos traficantes destas favelas são o combustível para os intermináveis assaltos a turistas na orla. E é sempre bom lembrar que cada turista estrangeiro deixa em média, por dia, no Rio de Janeiro cerca de US$ 120... . Sobre as cabeças de centenas de moradores nos prédios do em torno destas favelas traficantes portam armas de guerra. Lembram-se da morte do ator Olney Cazarré quando dormia em seu apartamento próximo ao Pavãozinho vítima de um disparo vindo do morro? Dois Batalhões da PM são responsáveis pelo policiamento nestes bairros, o 19º e o 23º BPMs, que englobam estas favelas e não é admissível que tal situação perdure. Será que os dois GATs dois Batalhões atuando com eficiência não conseguem reduzir a um mínimo tolerável a situação nestes morros? A resposta óbvia parece ser não. Então, o que resta é a criação de uma nova Unidade Pacificadora neste Complexo de favelas. O Rio de Janeiro tem, como todas as grandes cidades que são destinos turísticos internacionais no mundo, áreas extremamente sensíveis e a Zona Sul é o nosso coração do turismo receptivo. Agora uma pergunta: qual o turista estrangeiro que após ver de perto as freqüentes guerras nos morros do Pavão, Pavãozinho e Cantagalo vai voltar ao Rio ou recomendar uma vinda ao Rio para amigos ? Criticaram muito o Secretário Beltrame quando ele disse, dentro de todo um contexto, que 'um tiro disparado na Zona Sul era diferente de um tiro disparado em outras áreas da cidade...' e esta é a mais pura verdade. Ou então vamos continuar sendo hipócritas e demagogos e vamos continuar a defender ( eu não...) a adoção de políticas a longo prazo para a questão de segurança. Enquanto isso o Rio vai perdendo turistas e receita. Uma pena. '
O Movimento Rio de Combate ao Crime distribuiu ontem a premiação para policiais que fizeram apreensões e prisões com base nas informações recebidas pelo Disque-Denúncia. Cinquenta e nove unidades das polícias Civil e Militar foram homenageadas e, dentre ... elas, algumas tiveram destaque, como o 27º BPM (Santa Cruz), que realizou 20 ocorrências bem sucedidas a partir das ligações anônimas feitas pela população ao órgão. Este é o segundo ano do Prêmio Gol, que oferece cheques-prêmio com valores que variam de R$ 400 a R$ 2 mil, no caso de apreensão de armamento, para as equipes de policiais. Entre os premiados com mais ocorrências também estão o 39º BPM (Belford Roxo), o Batalhão Florestal, o 25º BPM (Cabo Frio) e a Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). O 14º BPM (Bangu) também conseguiu fazer apreensões e prisões em 13 situações, entre elas a localização de sete fuzis, em setembro do ano passado. "Esta é uma homenagem ao nossos grandes parceiros: a polícia. Se o Disque-Denúncia tem credibilidade com a população é por conta do trabalho dos policiais", afirmou a coordenadora do órgão, Adriana Nunes. De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Combate ao Crime, Zeca Borges, são 15 anos de parceria entre o Disque-Denúncia e o estado. "Isso é importante para que o policial sinta que não está só e que a população está atenta ao trabalho dele".
Em novembro, o jovem J., hoje com 17 anos, foi pular um muro com um amigo para fumar maconha na área interna do quartel da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Realengo, e acabou flagrado por cinco militares, entre eles um oficial. Interrogado, o ... rapaz foi torturado com choques elétricos, além de ser espancado por duas horas. Como se não bastasse o festival de violência, os militares jogaram ácido no adolescente e um deles acendeu um fósforo incenciado a vítima, que teve 70% do corpo queimado e ficou deficiente visual da vista esquerda. Atualmente, a vida do rapaz se resume a ficar de cama com sequelas da sessão de terror a que foi submetido, o que lembra muito a atuação de militares durante os anos de chumbo. Os cinco militares acusados ainda não foram julgados. Na ocasião, o Comando Militar do Leste (CML) divulgou uma nota oficial informando que os militares usaram gás de pimenta. O inquérito sobre a tortura do adolescente foi aberto inicialmente pela 33ª DP (Realengo), mas o caso aca bou transferido para a Polícia Federal, que assumiu as investigações. O advogado João Tancredo, que acompanha o caso, vai entrar com uma ação indenizatória contra a União. O caso ganhou repercussão nacional e a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República está scompanhando as investigações a mando do presidente Lula.
A autorização concedida pela Justiça do Rio para a realização da Marcha da Maconha, em favor de manifestantes que reivindicam a descriminalização, ocorrida em 09 de maio último, na orla marítima da zona sul da cidade, empreendida nos limites da ordem ...
pública, com respaldo no exercício da liberdade de expressão e pensamento, registrando-se um incidente de consumo da droga proibida, foi uma decisão legal e democrática. Isso é fato real. No entanto, reivindicar a legalização da droga, com respaldo em uso medicinal, como algo que traga reais benefícios à saúde, parece-me um contrasenso. Por mais que os usuários e simpatizantes da cannabis - apontam o tabaco e o álcool com um mal muito maior - considerem tal droga de baixo potencial ofensivo, as pesquisas científicas e as conclusões de estudiosos, que lidam com a questão das drogas, não confirmam tal pressuposto. De acordo com o Observatório Brasileiro de Informações Sobre Drogas (OBID) a maconha ao ser consumida atua rapidamente, atingindo seu pico em 30 minutos. Após 45 a 30 minutos, seus efeitos são atenuados. Como a liberação do tetrahidrocanabinol (THC), por meio do tecido adiposo é lenta, a droga pode ser detectada em um exame de urina semana após o último uso. Na França, por exemplo, em operações de trânsito, em rodovias, utiliza-se também o teste da saliva. Tal prática já está sendo utilizada pela polícia do Rio através teste em aparelho específico. Os estudos científicos confirmam que o uso da maconha leva o usuário a um leve estado de euforia, relaxamento, sensação de melhoria dos sentidos, risos imotivados e devaneios. Provoca vermelhidão nos olhos, diminuição da produção de saliva (boca seca), aceleração dos batimentos cardíacos e aumento do apetite. Quando usada regularmente, pode causar danos cognitivos, como o prejuízo à memória e na habilidade de resolver problemas, comprometendo o rendimento intelectual do usuário. O uso crônico da droga traz problemas respiratórios, já que o seu teor de alcatrão é mais elevado que o do tabaco, além de conter benzopireno (substância cancerígena). Também acarreta hipertensão, asma, bronquite, câncer, doenças cardíacas, além de afetar a fertilidade do homem, provocando uma redução de 50% a 60% na produção de testosterona. Segundo recente pesquisa de uma equipe de pesquisadores do Fred Hutchinson Câncer Research Center (EUA), o consumo de maconha aumenta em 70% o risco de um agressivo tumor de testículos, diferente do seminoma, sobretudo em homens que fumam ou que fumaram a erva de forma regular durante um longo período de tempo. Este tipo de câncer, que representa 40% dos casos de tumores de testículos, tem um rápido crescimento e afeta principalmente homens entre 20 e 30 anos. Desde dos anos 1950, a incidência dos cânceres de testículos dos tipos seminoma e não seminoma aumentou de 3% a 6% na Europa, Canadá, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. No mesmo período, o consumo de maconha cresceu paralelamente nesses lugares. Dos Estados Unidos chega agora a notícia de que o nível da principal substância psicoativa da erva, o tetrahidrocanabinol (THC), continua crescendo. Algumas amostras da droga tiveram um aumento de 30%, fato que preocupa especialistas no assunto. Segundo eles a maconha mais potente causa riscos ao cérebro dos usuários. O consumo pode inclusive acarretar paranoia, irritabilidade e outros efeitos colaterais. Diante de tais argumentos ( irrefutáveis) que nos mostram os males e o perigo da maconha, uma porta aberta, assim como o álcool, para o consumo de outras drogas, parece-me que a proposta de descriminalização da maconha, oriunda da chamada "corrente progressista", levada à ONU, na reunião de Viena, recentemente, onde se rediscutiu a política sobre drogas para o mundo, torna-se extremamente perigosa para os destinos da juventude mundial. Os relatórios do importante encontro, ao contrário do que alguns imaginavam, não se referem à possibilidade de descriminalização da maconha. Para o bem da humanidade. Drogas não agregam valores sociais positivos. Temos o dever sim de proteger os jovens desse mal, como se não bastassem os males já causados pelo tabaco e pelo álcool. Quem se ama não se droga.Drogas não agregam valores sociais positivos. A maconha também é uma porta aberta que conduz jovens ao perigoso caminho da destruição.
O presidente do Conselho Deliberativo do Programa de Proteção à Testemunha do Rio, procurador da República Marcelo Miller, afirmou ontem que muitas vezes tem dificuldade de receber os recursos do governo ...
do estado para a execução do projeto. "A renovação (do convênio) e a execução (do orçamento) não raro encontram entraves pela parte estadual. Hoje, a União custeia 70% do programa, mas o governo do estado também entra com uma parte do dinheiro", afirmou Miller que deu palestra nesta quarta-feira no seminário 'Crime Organizado' realizado no Tribunal de Justiça. Atualmente, o Programa de Proteção à Testemunha fluminense tem 80 vagas, mas apenas 50 estão preenchidas, envolvendo 21 núcleos familiares. Por mês, são gastos R$ 1.360 com cada beneficiário. Mas há diferenças se o Rio for comparado com o do resto do mundo. Na Itália, por exemplo, o Estado é o responsável pelas ações de proteção à testemunha. No Rio, uma organização não-governamental faz o serviço: "O crime organizado cada vez mais se infiltra no estado e assim como em outros lugares do País, colocamos a execução do trabalho a cargo de uma ONG pois havia a preocupação com o vazamento de informações", afirmou Miller.
Uma pesquisa prestes a ser finalizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta que mais de 90% das sentenças de traficantes de drogas é relacionada a prisões em flagrante. O dado é da advogada e professora de Direito Penal, Luciana Boiteux, ... coordenadora de um estudo financiado pelo Ministério da Justiça, que será divulgado em junho: "Possivelmente vamos constatar que não há investigação efetiva em cima dos grandes chefes do tráfico de drogas, são presos pela polícia apenas os 'pequenos'", afirma Luciana. O levantamento chamado 'Tráfico de Drogas e Constituição' está sendo feito em cima de mil processos desde outubro de 2006 do Rio de Janeiro e Brasília. Em boa parte dos casos, os réus são primários e a quantidade de drogas apreendida é muito baixa, reforçando a tese de que os grandes barões das drogas seguem soltos e impunes.
De 2003 até o ano passado, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) do Ministério da Fazenda triplicou o número de relatórios produzidos para a polícia e o Ministério Público em todo o Brasil. Os resultados divulgados hoje pelo presidente ... do órgão, Antonio Gustavo Rodrigues, mostram a crescente participação de entidades financeiras nas investigações policiais. Foi justamente um desses relatórios o elemento crucial para gerar o indiciamento feito pela Polícia Federal de 11 milicianos citados na série 'Dossiê Milícia' produzida ano passado por O Dia. A partir do COAF, descobriu-se que os paramilitares da Zona Oeste movimentaram cerca de R$ 15 milhões em cinco anos nas suas contas bancárias. Um dos pontos abordados foi a infiltração do crime organizado nos bancos. Hoje, o COAF é comunicado sobre qualquer saque acima de R$ 100 mil ou caso as instituições bancárias considerem suspeita a movimentação de um correntista. O problema é que nem sempre pode-se confiar nelas: "Há um controle da iniciativa privada das nossas atividades e só há relatórios se as instituições informarem. Somos totalmente dependentes do setor privado. Mas existem instituições que são menos engajadas? Existem", admite. Antonio Gustavo revelou que o órgão conta hoje com apenas 45 funcionários e fez, ano passado, 1431 relatórios envolvendo 44.817 pessoas que foram encaminhados para a polícia e o Ministério Público no País. Em 2003, o número de documentos produzidos foi de apenas 521 englobando 1.344 correntistas.
|
|