Membro do Comad (Conselho Municipal Anti Drogas do Rio de Janeiro), fundador e conselheiro do IBDC - Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino de Buenos Aires, delegado de Polícia Federal de Classe Especial, responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça na rinha de galo em 2004. Rayol dirigiu por anos a Delegacia de Entorpecentes da PF.
Procurador de Justiça, ex-secretário de Administração Penitenciária, ex-coordenador de Inteligência do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro, responsável pela investigação da Propina S.A, entre outras.
professor universitário, dirige a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade,há 15 anos.Tem estudado ,nos últimos 18 anos,o impacto da segurança na atividade turistica.Implantou no Rio o primeiro Programa de capacitação para as forças de segurança turistica do Estado do Rio.Preside o Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo,que tem um Nucleo de Segurança Turistica,que faz um estudo comparado dos diversos sistemas no Brasil e no exterior.Sua tese de doutorado em Direito da Cidade versa sobre Um sistema de segurança Turistica para o Rio.
Jornalista e escritor, ex-TV Globo, atualmente na área de entretenimento do SBT, é autor dos livros Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado e CV-PCC-- A irmandade do crime, ambos pela Editora Record.
carioca, coronel da reserva, comandou a Tropa de Elite do Exército Brasileiro, o Batalhão de Forças Especiais. Sua última missão no serviço ativo foi o comando do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, sendo responsável pela pacificação de Cité Soleil, até então, a região de maior risco (segurança pública) sob controle da ONU. Na área da Segurança Pública, foi o Chefe de Planejamento do Comando Militar do Leste. Para se comunicar com ele, escreva para kidbleu@gmail.com
tenente-coronel reformado da PMERJ, bacharel em Ciências Administrativas, torcedor do Flamengo, escritor com oito livros publicados (vide site: www.emirlarangeira.com.br)
Policial Civil no Rio de Janeiro, atuando há 22 anos no combate ao crime organizado, pesquisador e especialista em segurança pela Fundação Getulio Vargas.
Advogado, torcedor do Vasco da Gama, presidente da , membro efetivo e Vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme – AISP19, tem formação no Curso de Capacitação para Lideranças Comunitárias e Integrantes dos Conselhos Comunitários de Segurança ministrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É um apaixonado pelo bairro de Copacabana, onde nasceu e foi criado, e também pela cidade do Rio de Janeiro. Acredita que toda mudança na qualidade de vida do cidadão passa necessariamente por uma maior participação da sociedade civil organizada, inclusive na questão da segurança pública.
cientista político (UFF), juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrante da
João Tancredo, advogado, presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ
Rapper e Mc, torcedor do Flamengo, formado no Curso de Liderança Comunitária Uerj e engajado na Cultura HipHop, sendo hoje vocalista da Banda Stereo Maracanã. Ativista da (ONG Posse Reagir Cidadânia e HipHop), consultor de Cinema ("Tropa de Elite") e Documentários (Rebeldes da Noite no Rio- Alemanha) que tenham como tema e pano de fundo as Favelas. Espera que esseTrabalho venha fomentar novás idéias, e discutir questões relevantes para todos. Pode ser contactado pelo email jovemcerebral@gmail.com
Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro em 1960, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Tem cinco livros publicados - No Coração do Comando, Sorria, Você Está na Rocinha, Lembrancinha do Adeus, O Bandido da Chacrete e Mais um Pai. Tem a alegria de ser rubro-negro e a capacidade de fazer filhos lindos, de que Juliana e Pablo são provas incontestáveis. Adoraria escrever sobre paz, amor e sexo selvagem, mas a violência do Rio de Janeiro não permite.
delegado de policia civil de 1ª classe, mestre em ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes, doutorando em Ciências Políticas na Universidade Federal Fluminense, autor do livro "Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas", da Editora Revan.
ex-promotor de Justiça Terapêutica, atualmente procurador de Justiça no TJ.
Tenente-coronel da PM, ex-comandante do Bope, autor do livro "A Verdade da Tropa", trabalhou como assessor especial da Subsecretaria Operacional de Segurança Pública durante as operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão em 2007.
Coronel reformado da PM, trabalhou como assessor especial da subsecretaria operacional durante a gestão do general Nilton Cerqueira, no governo Marcello Alencar
Capitão da reserva do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Conclui tese na Universidade Federal Fluminense chamada A Glória Prometida. O Curso de Operações Especiais - Rito de Passagem dos 'caveiras'. Atualmente é secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Treinou os atores do filme Tropa de Elite, de José Padilha.
Defensor público, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Carioca, Rubro-negro, coronel da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros, ex-integrante do Conselho Estadual de Meio Ambiente, ex-integrante do Conselho Estadual de Controle Ambiental, Ex-diretor de Operações do Departamento Geral de Apoio Comunitário da Sedec-RJ, tendo sido responsável pelo Levantamento Estratégico, Informação e Planejamento para evacuação da população de Angra e Paraty em caso de acidentes na Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, fundador e Diretor Executivo do Instituto de Capacitação, Ação e Cidadania Pelicano.
Jornalista e Consultor de Políticas Públicas, ex-diretor de Fiscalização da COMLURB, Superintendente de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo, Diretor Geral de Apoio Operacional do DETRAN-RJ. Em 1984, passou três meses na Nicarágua como correspondente de guerra na fronteira com Honduras. Em 1995, atuou como consultor/observador na equipe GGAB (Grupo do Gabinete) da
Polícia Civil em ações nas favelas do Rio. Mantinha o blog Falando a verdade mas tirou do ar após receber ameaças de morte de traficantes conhecidos como Bonde do Coelho.
Capitão reformado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), roteirista do filme Tropa de Elite, co-roteirista do filme Ônibus 174.
Delegado de Polícia Civil, já chefiou a Divisão Anti-Sequestro, e a Divisão de Repressão aos Roubos e Furtos de Veículos, além de ter sido assessor especial da instituição. Na Secretaria da Segurança Pública foi diretor da Divisão de Operações e Analista do Centro de Inteligência (CISP) e diretor-geral de inspeção e correição; foi presidente (e hoje é secretário-geral) do Sindicato dos Delegados e colaborador da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É pós-graduado em Políticas Públicas de Segurança e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e integra o corpo docente do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Coordenador da organização RIO CONTRA O CRIME e do DISQUE-DENÚNCIA (2253-1177)
|
Novembro, 2009 Outubro, 2009 Setembro, 2009 Agosto, 2009 Julho, 2009 Junho, 2009 Maio, 2009 Abril, 2009 Março, 2009 Fevereiro, 2009 Janeiro, 2009 Dezembro, 2008 Novembro, 2008 Outubro, 2008 Setembro, 2008 Agosto, 2008 Julho, 2008 Junho, 2008 Maio, 2008 Abril, 2008 Março, 2008 |
| |
|
|
|
Aumentar o número de policiais e melhorar a distribuição dos agentes é o primeiro passo para reduzir os ataques a turistas. A avaliação é do especialista em turismo Bayard Boiteux, coordenador dos cursos de turismo da UniverCidade. "O contingente do BPtur é extremamente reduzido, tem menos de 250 homens. E eles acabam tendo que priorizar algumas áreas da cidade", diz. Na avaliação de Boiteux, enquanto Copacabana está bem policiada, há lugares onde há grande fluxo de visitantes que recebem pouca atenção. "Bairros como Flamengo, Glória e Catete recebem muitos turistas porque têm hospedagem com preços competitivos. E não há nenhum policiamento especial de turismo ali", aponta. O impacto dos assaltos da última semana, segundo o professor, comprometem a imagem institucional do Rio como destino turístico nos mercados internacionais. "Não tenho notícias de grandes cidades turísticas em que hotéis e albergues são invadidos. Nem na América do Sul. Isso nos deixa muito preocupados", alerta. Os investimentos, adverte Boiteux, não devem partir só do poder público. "Albergues também têm que contratar segurança", aconselha. Pelo lado do Estado, incrementar a qualidade na preparação dos policiais também deve estar entre as prioridades. "No Batalhão Turístico, menos de 30% dos policiais dominam um segundo idioma. Antes de ingressar, os recrutas deveriam ser submetidos a um curso, na própria escola de formação", afirma.
A cidade do Rio é e sempre será o maior ícone do turismo brasileiro. Cercada por uma natureza exuberante e com uma população anfitriã, extremamente receptora, se apresenta como uma ótima opção de turismo para brasileiros e estrangeiros. No entanto, precisamos melhorar a segurança da cidade, com melhor sinalização turística, maior número de postos de informações turísticas e sobretudo melhor dimensionamento do policiamento em áreas turísticas. Estamos cientes de que o governo estadual tem buscado soluções efetivas para o problema da segurança urbana mas é preciso, de forma urgente, aumentar o contingente de policiais que atuam no batalhão de policiamento de áreas turísticas. Ou seja, pelo menos duplicar os atuais 245.Tal aumento vai permitir uma melhor distribuição dos policiais por todas as áreas turísticas da cidade, o que infelizmente não vem ocorrendo, já que ficam concentrados em locais específicos. Ficamos também muito preocupados com os recentes episódios de invasões de albergues por assaltantes, assim como um grupo de turistas estrangeiros vitimados no decorrer de um passeio pelo Rio. Faz-se necessário que os albergues contratem doravante segurança, como fazem os hotéis, para buscar uma solução a curto prazo, sobretudo levando em consideração que vamos viver nos próximos dias o Carnaval,maior evento carioca. É preciso também que as autoridades policiais passem a fazer durante todo o carnaval uma ronda por todos os meios de hospedagem da cidade, em horários alternados.. A nossa imagem fica enfraquecida com os eventos mencionados anteriormente. Hoje, a internet já veicula em vários sites os assaltos a turistas, o que vai mais uma vez provoca descrença no mercado internacional sobre o Rio.Temos também que desenvolver ações de relações públicas junto a esses turistas: pedidos de desculpa oficial por parte do governador ou do prefeito, através de reuniões que demonstrem a preocupação do setor oficial. A iniciativa privada faz a sua parte e ainda demonstra comprometimento social com a segurança mas não podemos continuar pensando apenas nos eventos futuros. A segurança turística merece um programa especial do Ministério do Turismo, com recursos expressivos e dos governos estaduais e municipais. Vamos mostrar ao mundo que temos condições rápidas de reverter a situação, com políticas específicas de inclusão social, habitação e educação, não nos limitando a choques de ordem momentâneos. O Rio tem que acreditar em seus policiais, em suas autoridades e nas empresas de turismo. Basta vontade política e efetivo empenho.Torcemos para que as soluções sejam rápidas, sob pena de o País não conseguir aumentar o número de turistas internacionais, como vem ocorrendo nos últimos dois anos.
Há uns 20 anos a cocaína chegou para dizimar parte de nossa juventude. Instaurou a guerra pelo domínio das bocas de fumo nas favelas e no asfalto. Famílias desesperadas procuravam ajuda para seus filhos e esposos que perdiam a vida e a saúde no pó branco.
Como se isso não bastasse na entrada do século XXI chega ao Rio de Janeiro o crack. Uma droga avassaladora. Uma droga destruidora. Uma droga que destrói rapidamente o indivíduo e sua família. Uma catástrofe para qualquer sociedade. E, nós aqui no Brasil, dávamos graças aos céus por não termos em nossas plagas a heroína e a metanfetamina, tão destruidoras e avassaladoras quanto o crack. Mortais. Quanto a metanfetamina , não se tem notícia de sua chegada ( ainda) por aqui. Já a heroína na década de 80 havia um tráfico incipiente que abastecia artistas e gente da classe A ( pelo seu altíssimo preço no Brasil), sendo inclusive dois integrantes da banda de rock Titãs presos por porte de heroína em SP. Uma ou outra notícia aqui e ali que havia gente vendendo heroína em Niterói e no Rio de Janeiro, mas nada confirmado, apenas rumores e suposições. Agora, preparem-se. Os corações podem ficar apertados e os olhos e ouvidos atentos. As FARCs - Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que já abasteciam o mercado consumidor de drogas brasileiro de cocaína e armas passaram a plantar papoulas, planta da qual se extrai o ópio para a fabricação de heroína nos planaltos colombianos. Hoje toda a produção de heroína colombiana abastece os EUA através dos cartéis mexicanos e de embarcações que saem da Colômbia para o litoral dos EUA. O DEA e a Guarda Costeira norteamericanas tem intensificado suas ações contra o tráfico da heroína colombiana que já responde por cerca de 20% da heroína que corre nas ruas dos Estados Unidos. Essas ações das polícias norteamericanas , se são benéficas para os cidadãos deles, podem resultar em um imenso prejuízo para nós brasileiros se medidas urgentes e rígidas não forem tomadas. As FARCs, em face da ação dos policiais norteamericanos, tende a desviar a rota de sua produção de heroína para passar pelo Brasil, como já passa boa parte de sua cocaína. E como qualquer lugar que serve de rota para o narcotráfico parte da droga que passa fica nos locais que transitam os traficantes e 'mulas'. A heroína está às nossas portas. A heroína colombiana pode chegar a qualquer momento ao mercado consumidor de drogas do Brasil de forma consistente e com um volume maior. A heroína é uma droga com altíssimo poder viciante, maior ainda que o crack. Mesmo fumada ou inalada ao invés de injetada tem a mesma capacidade de viciar, dependendo do seu grau de pureza. É uma droga responsável pela maioria das mortes por overdose nos EUA e na Europa e sua falta, para o viciado, causa crises de abstinência, conhecidas como 'cold turkey' ( peru gelado), onde o dependente tem crises convulsivas, dores tremendas e pode chegar à morte se não for socorrido a tempo. A recuperação de um dependente de heroína pode levar anos e ter que haver uma política de redução de danos através do uso da metadona (um opiáceo mais leve e menos danoso). Espero sinceramente que os governos, em todas as instâncias públicas, no Brasil , principalmente o governo federal, responsável por nossas fronteiras, assim como a Polícia Federal, fiquem muito atentas a esta questão. Ou então vamos acabar assistindo cenas como as que se assistem hoje nas ruas da Espanha onde usuários de heroína já com as veias dos braços e pernas totalmente esclerosadas injetam a droga diretamente na mucosa dos olhos em plena rua.
Uma pesquisa encomendada em 2004 pelo então deputado estadual Otávio Leite (PMDB) revelou que apenas 20% dos policiais civis e militares fazem exercícios físicos. O dado serviu como base para o parlamentar criar o projeto de lei 1337/2004 que obriga sevidores das duas instituições praticarem regular atividade física. Cinco anos depois, mas agora como e deputado federal, Leite está confiante que o projeto sairá do papel por meio de seu colega de partido, o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha. Segundo Leite, o deputado vai colocar o projeto em votação depois do Carnaval. "Temos que partir do princípio do mens sana in corpore sano (mente sã num corpo são). O trabalho do policial está diretamente ligado a sua aptidão física. Bem preparados fisicamente, trabalharão melhor para a Segurança Pública. Exercício físico é fundamental, até para evitarmos que os policiais fiquem barrigudos como muitos que temos visto", explicou Leite. Uma das justificativas do projeto de lei apresentado pelo deputado é que o exercício físico funciona "não só como forma de contribuir para um melhor desempenho de suas funções mas até mesmo para resguardar-lhes a integridade física nas situações de perigo e estresse que comumente enfrentam". O projeto prevê parcerias com clubes e academias de polícia para as unidades que não têm estrutura para os policiais malharem. Porcurados pelo O DIA, as polícias Civil e Militar não falaram sobre o assunto.
Causam profunda indignação e revolta, em toda a sociedade, os lamentáveis fatos objeto de matéria de 'O DIA', de 15/02/09, sob o título "O RIO QUE NOS ENVERGONHA". Confesso que comecei muito mal este domingo. Talvez o título também pudesse ser: "Os agentes que nos envergonham".Os fatos narrados na citada matéria, que envolvem integrantes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, instituição em que tive a honra de ingressar em 15/04/69, deixa-nos perplexos sobretudo quando são enfocados no total de ocorrências, observadas desde de 2005. Quando ocorrem no dia a dia as vezes não nos damos conta de sua dimensão. 'Mancham a instituição e os companheiros' Não me cabe discutir se os números levantados na matéria são definitivamente ou não os mais precisos.O fato é que causam tamanha perplexidade. Policiais militares, que juraram defender a sociedade com o sacrifício da própria vida e pautar suas condutas pelos preceitos da ética e da moral, cometem tamanha desonra e traição. Utilizaram-se da farda e da função policial, para extorquir, amedrontar, aterrorizar e roubar turistas que nos visitavam. Mancharam, além da honra da bi-secular instituição e dos companheiros que a dignificam, a imagem de uma cidade que já convive há muitos anos com o terror da guerra urbana, além da imagem do nosso país. São crimes e faltas disciplinares da mais alta gravidade. Alguns já não mais pertencem à instituição. Foram excluídos. Outros respondem a processos apuratórios. Outros tiveram suas sindicâncias ou averiguações arquivadas por não ficar devidamente comprovadas as acusações. Ainda bem que à frente da cúpula da segurança do Rio têm pessoas, da total confiança do governador Sérgio Cabral, do quilate moral e da integridade do Dr Beltrame, do Coronel Pitta e do Dr Gilberto, que não têm medido esforços para expurgar dos quadros das instituições policiais maus servidores, muitos inclusive enveredaram hoje pelo descaminho do crime, na busca da vida fácil e marginal. São bandidos declarados hoje.Mais cedo ou mais tarde também prestarão contas com a justiça. É bom lembrar que as instituições policiais estão acima de todos e existem constitucionalmente para servir e proteger a sociedade.Por mais que os desvios de conduta de seus integrantes afetem a sua imagem elas estão no patamar superior. Seus ideais são perenes e definidos em prol da segurança da sociedade. A instituição Polícia Militar, prestes a completar 200 anos em 13 de maio próximo, não se confunde com os que a traem e praticam condutas desabonadoras, ofensivas ao decoro e ao pundonor. 'A história não se lembrará dos traidores' A Polícia Militar se confunde sim com seus sérios e dignos integrantes que a dignificam e que servem à sociedade, as 24 horas do dia. Muitos, ao longo dos anos e da difícil missão, perderam sua vidas. Derramaram seu sangue no combate ao banditismo. Outros resultaram gravemente feridos. Não traíram a sociedade. Estes ficarão para sempre nos anais da institução e devem sempre referenciados. Os lamentáveis episódios narrados na matéria do jornal 'O DIA'devem servir de reflexão para todos nós e de alerta para alguns policiais miltares que por ventura ainda imaginam que o crime compensa. O que compensa é a dignidade de servir com retidão a sociedade, à instituição Policia Militar e não trair à propria família. Dos fracos, covardes e traidores a história jamais se lembrará! Releia a matéria Rio que nos envergonha.
Paraplégico depois de ser baleado em agosto numa tentativa de assalto na Tijuca, o delegado Jami-noá Medeiros de Araújo, 47 anos, foi promovido ontem pro bravura a delegado de primeira classe. A promoção, publicada hoje no Diário Oficial, foi concedida pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Na época, Jami-Noá era da Corregedoria Geral-Unificada (CGU) e estava com o filho de 10 anos no carro que não ficou ferido. O delegado participou do processo que decidiu pela expulsão do ex-deuptado estadual Natalino Guimarães da Polícia Civil acusado de envolvimento com a milícia.
No último dia 2 de fevereiro, segunda-feira, uma confusão entre policiais militares e civis por pouco não acabou mal. Homens do Batalhão de Choque pararam um carro na Linha Vermelha com dois suspeitos. Um deles tinha contra si cinco mandados de prisão. Ele foi encaminhado até a 17ª DP (São Cristóvão), e então o delegado Túlio Pelosi deu início ao registro do cumprimento de mandado de prisão, número 608/2009. Os PMs, no entanto, queriam ficar parados na delegacia. E aí, então, começou a confusão. O delegado 'liberou' os PMs, seguindo uma determinação do Chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, que tem o intuito de, com isso, manter o policiamento ostensivo nas ruas. Por mais de duas horas, os policiais continuaram parados na delegacia. Fizeram piada dos inspetores que estavam na hora, até que um tenente da Supervisão de Dia chegou à unidade. A coisa piorou. O policial militar invadiu a sala do delegado e deixou o clima ainda mais tenso. Com os ânimos acirrados, outros PMs xingavam e gritavam que não iriam sair porque o delegado "não mandava p... nenhuma". Enquanto isso, outros quatro PMs chegaram a dar chutes na porta, arrombando-a, até que um inspetor se meteu e evitou que Túlio fosse agredido fisicamente. Detalhe: o preso, Jéfferson da Silva, afirma em depoimento que, ao ser detido, ele e um amigo foram levados para dentro de uma cabine da PM na Linha Vermelha, onde foram obrigados a ficar nus. Conta ainda que, dentro da cabine, um policial perguntou "o que eles tinham pra perder, podendo ser dinheiro ou alguma coisa que valesse à pena". O bandido procurado disse que tinha em seu bolso R$ 47, mas só R$ 25 foram entregues à sua mãe pelos PMs.
Por tudo isso, Túlio Pelosi instaurou o inquérito 1017/2009. Pelo conjunto da obra, os PMs vão responder por abuso de autoridade, concussão, prevaricação e peculato.
Terça-feira, dia 03 de fevereiro de 2009. Local: esquina da Avenida Beira Mar com Avenida Rio Branco.
Horário, 22:00 horas. De repente um carro explode literalmente. Uma bola de fogo se levanta a mais de dez metros de altura. Às 22:03 horas eu telefono para 193 para comunicar a explosão e o incêndio que se segue. Após cerca de dez toques desisto e tento o 190 , às 22:05 horas, para solicitar apoio. O 190 atende quase que imediatamente, mas a solícita atendente , ao ser solicitado seu apoio para acionar os Bombeiros diz que eu tenho que insistir no 193 ( mesmo eu reafirmando a dificuldade...) e se não conseguir, diz ela, que eu tente um número 3399.... e aí eu desisto novamente e volto a tentar o 193. São 22:06 horas e consigo que o 193 atenda imediatamente e o atendente diz que já estava recebendo um chamado igual e já atenderiam a situação. E... às 20:20 horas chegam os Bombeiros com o fogo praticamente se auto-extinguindo... . Bom, para não criticarmos somente, uma viatura da PM esteve presente desde o início do incêndio orientando o trânsito no local. E como se isso não bastasse, durante todo este 'quiprocó' um grupo de mais de trinta menores de rua que vivem numa nova 'crackolândia' atrás do estacionamento de um posto BR na avenida Beira Mar começam uma grande briga e enquanto a briga corria solta desfilava impávido, sem parar no local obviamente, um comboio do 'choque de ordem' da prefeitura. Precisa mais...?
O novo Instituto Médico-Legal (IML) ainda não ficou pronto, mas esta semana deve ganhar um importante aliado na coleta e transporte de amostras, problema que hoje afeta a Polícia Técnica: um carro para perícia com equipamentos modernos que vão permitir coletar amostras, transportá-las e armazená-las com segurança. Com ar-condicionado, geladeira, armários e até banheiros químicos - montados em uma espécie de tenda do lado de fora do carro - , o veículo será usado em locais com grande concentração de pessoas, principalmente jovens, como festas de música eletrônica e micaretas. Durante as ações os peritos realizarão exames clínicos capazes de detectar 200 susbtâncias diferentes. O segundo carro nos mesmos moldes está em fase de adpatação e servirá para transportar amostras do estado todo até a sede do IML no Rio. 
As informações colhidas não só ajudarão a traçar um perfil dos envolvidos em acidentes, mas também ajudarão na prevenção do problema. E mais: o veículo vai ajudar a polícia a produzir provas contra o autor do delito e, conseqüentemente, puni-lo, o que hoje praticamente não acontece. O veículo é parte do Estudo do Impacto do Uso de Álcool e Psicotrópicos nos Incidentes de Trânsito e a Capacitação do Estado para Atenuar seus Efeitos do toxicologista e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca/Fiocruz, Jefferson Oliveira, que também é diretor do IML. O projeto foi mostrado por O DIA em fevereiro do ano passado. 
No cargo há nove meses, Oliveira desenvolveu o estudo em 2006 mas, por falta de verba, começou a colocá-lo em prática há um ano. "Apesar de ser, aparentemente, um problema policial, o uso social e recreativo de drogas lícitas ou ilícitas é uma questão de saúde pública. Como pesquisadores, não podemos coletar essas amostras. Então, criamos um meio de termos acesso a esse material e assim produzir dados que a polícia hoje não dispõe", explicou Oliveira. Para trabalhar com o veículo, 20 peritos e técnicos serão treinados e capacitados. "Dessa forma e com novos equipamentos, teremos um laudo 100% confiável", afirma Oliveira. Os veículos foram doados pela Secretaria Nacional de Sgurança Pública (Senasp) e montados com recursos do projeto. Juntos, custaram R$ 43 mil. Outra parte do projeto é o Painel de Normatização para evitar que cada perito faça do seu modo o exame clínico. "No Brasil, nunca foi realizado um teste que correlacionasse todos os exames indiretos de embriaguês, avaliação clínica e teste sanguíneo. Não temos um padrão nosso para avaliar o estado de embriaguês de uma pessoa. Usamos dados internacionais que nos foram impostos. Quanto mais informações tivermos sobre os acidentes e os indivíduos envolvidos neles, melhores preparados estaremos para prover informações para tomada de decisão das instâncias de saúde pública", finalizou.
Vamos lá desmontar passo a passo os mitos sobre esta droga tão perigosa e que vem sendo vendida e usada em todo o Rio de Janeiro e em todo o Brasil. O crack mata só por overdose ? Mentira. O crack pode matar por overdose (parada cárdio-respiratória e aneurisma cerebral), mas também pode matar por fibrose nos pulmões e por osteoporose causada pelo alumínio acumulado nos ossos devido à inalação do crack em latinhas de alumínio. O índice de recuperação de dependentes de crack está em torno de 20%. Mentira. O índice mais otimista de recuperação de dependentes de crack está hoje em torno de 3% a 5%, mesmo a família dispondo de condições de oferecer um tratamento de qualidade (e caro). O crack é uma droga barata. Mentira. O crack hoje no Rio de Janeiro ( om exceção da favela do Jacarezinho, onde há 'pedra' de R$ 2,00) é vendido em doses (pedras) de R$5, R$ 10, R$20 e R$50. E, como é uma droga altamente ativadora da compulsão, o consumo vai até onde o usuário conseguir dinheiro para comprá-la. Daí deriva boa parte da violência e dos assaltos á pedestres. O crack é uma droga usada pela população de rua. Mentira. O crack começou sendo usado em sua maioria pela população de rua. Hoje sua difusão entrou pela classe média e até em redutos de classes A e B o crack está presente. O crack é uma droga dos grandes centros urbanos. Mentira. Hoje qualquer cidade do interior de qualquer estado do Brasil há venda de crack. No Rio Grande do Sul há uma 'epidemia' de uso de crack entre a população rural. O crack tem efeito igual ao da cocaína inalada. Mentira. O efeito do crack se assemelha sim ao uso da cocaína injetada. Efeito rápido e necessidade de uso repetido poucos minutos depois. Um usuário de crack 'na ativa' merece a confiança da família quando diz que vai parar. Mentira. O usuário de crack tem de ser tratado por médicos, psicólogos e ter o apoio, jamais a confiança da família, até que se passe um longo tempo de abstinência da droga. O usuário de crack 'na ativa' vai usar de todos os artifícios para conseguir dinheiro para comprar a droga. Procuramos aqui desmistificar uma série de inverdades que tem sido ditas ou publicadas por ditos especialistas no assunto, que conhecem muito da teoria, ou pouco conhecem até, mas quase nada deste novo e tenebroso universo da dependência química, do uso de drogas.
|
|