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Membro do Comad (Conselho Municipal Anti Drogas do Rio de Janeiro), fundador e conselheiro do IBDC - Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino de Buenos Aires, delegado de Polícia Federal de Classe Especial, responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça na rinha de galo em 2004. Rayol dirigiu por anos a Delegacia de Entorpecentes da PF.
Procurador de Justiça, ex-secretário de Administração Penitenciária, ex-coordenador de Inteligência do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro, responsável pela investigação da Propina S.A, entre outras.
professor universitário, dirige a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade,há 15 anos.Tem estudado ,nos últimos 18 anos,o impacto da segurança na atividade turistica.Implantou no Rio o primeiro Programa de capacitação para as forças de segurança turistica do Estado do Rio.Preside o Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo,que tem um Nucleo de Segurança Turistica,que faz um estudo comparado dos diversos sistemas no Brasil e no exterior.Sua tese de doutorado em Direito da Cidade versa sobre Um sistema de segurança Turistica para o Rio.
Jornalista e escritor, ex-TV Globo, atualmente na área de entretenimento do SBT, é autor dos livros Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado e CV-PCC-- A irmandade do crime, ambos pela Editora Record.
carioca, coronel da reserva, comandou a Tropa de Elite do Exército Brasileiro, o Batalhão de Forças Especiais. Sua última missão no serviço ativo foi o comando do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, sendo responsável pela pacificação de Cité Soleil, até então, a região de maior risco (segurança pública) sob controle da ONU. Na área da Segurança Pública, foi o Chefe de Planejamento do Comando Militar do Leste. Para se comunicar com ele, escreva para kidbleu@gmail.com
tenente-coronel reformado da PMERJ, bacharel em Ciências Administrativas, torcedor do Flamengo, escritor com oito livros publicados (vide site: www.emirlarangeira.com.br)
Policial Civil no Rio de Janeiro, atuando há 22 anos no combate ao crime organizado, pesquisador e especialista em segurança pela Fundação Getulio Vargas.
Advogado, torcedor do Vasco da Gama, presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, membro efetivo e Vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme – AISP19, tem formação no Curso de Capacitação para Lideranças Comunitárias e Integrantes dos Conselhos Comunitários de Segurança ministrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É um apaixonado pelo bairro de Copacabana, onde nasceu e foi criado, e também pela cidade do Rio de Janeiro. Acredita que toda mudança na qualidade de vida do cidadão passa necessariamente por uma maior participação da sociedade civil organizada, inclusive na questão da segurança pública.
cientista político (UFF), juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrante da Associação Juízes para a Democracia/AJD
João Tancredo, advogado, presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ
Rapper e Mc, torcedor do Flamengo, formado no Curso de Liderança Comunitária Uerj e engajado na Cultura HipHop, sendo hoje vocalista da Banda Stereo Maracanã. Ativista da (ONG Posse Reagir Cidadânia e HipHop), consultor de Cinema ("Tropa de Elite") e Documentários (Rebeldes da Noite no Rio- Alemanha) que tenham como tema e pano de fundo as Favelas. Espera que esseTrabalho venha fomentar novás idéias, e discutir questões relevantes para todos. Pode ser contactado pelo email jovemcerebral@gmail.com
Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro em 1960, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Tem cinco livros publicados - No Coração do Comando, Sorria, Você Está na Rocinha, Lembrancinha do Adeus, O Bandido da Chacrete e Mais um Pai. Tem a alegria de ser rubro-negro e a capacidade de fazer filhos lindos, de que Juliana e Pablo são provas incontestáveis. Adoraria escrever sobre paz, amor e sexo selvagem, mas a violência do Rio de Janeiro não permite.
delegado de policia civil de 1ª classe, mestre em ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes, doutorando em Ciências Políticas na Universidade Federal Fluminense, autor do livro "Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas", da Editora Revan.
ex-promotor de Justiça Terapêutica, atualmente procurador de Justiça no TJ.
Tenente-coronel da PM, ex-comandante do Bope, autor do livro "A Verdade da Tropa", trabalhou como assessor especial da Subsecretaria Operacional de Segurança Pública durante as operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão em 2007.
Coronel reformado da PM, trabalhou como assessor especial da subsecretaria operacional durante a gestão do general Nilton Cerqueira, no governo Marcello Alencar
Capitão da reserva do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Conclui tese na Universidade Federal Fluminense chamada A Glória Prometida. O Curso de Operações Especiais - Rito de Passagem dos 'caveiras'. Atualmente é secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Treinou os atores do filme Tropa de Elite, de José Padilha.
Defensor público, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Inspetor de Polícia Civil, tricolor de coração, cursando Gerenciamento de Crises pelo SENASP/Ministério da Justiça, escreve no blog.
Carioca, Rubro-negro, coronel da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros, ex-integrante do Conselho Estadual de Meio Ambiente, ex-integrante do Conselho Estadual de Controle Ambiental, Ex-diretor de Operações do Departamento Geral de Apoio Comunitário da Sedec-RJ, tendo sido responsável pelo Levantamento Estratégico, Informação e Planejamento para evacuação da população de Angra e Paraty em caso de acidentes na Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, fundador e Diretor Executivo do Instituto de Capacitação, Ação e Cidadania Pelicano.
Jornalista e Consultor de Políticas Públicas, ex-diretor de Fiscalização da COMLURB, Superintendente de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo, Diretor Geral de Apoio Operacional do DETRAN-RJ. Em 1984, passou três meses na Nicarágua como correspondente de guerra na fronteira com Honduras. Em 1995, atuou como consultor/observador na equipe GGAB (Grupo do Gabinete) da
Polícia Civil em ações nas favelas do Rio. Mantinha o blog Falando a verdade mas tirou do ar após receber ameaças de morte de traficantes conhecidos como Bonde do Coelho.
Capitão reformado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), roteirista do filme Tropa de Elite, co-roteirista do filme Ônibus 174.
Delegado de Polícia Civil, já chefiou a Divisão Anti-Sequestro, e a Divisão de Repressão aos Roubos e Furtos de Veículos, além de ter sido assessor especial da instituição. Na Secretaria da Segurança Pública foi diretor da Divisão de Operações e Analista do Centro de Inteligência (CISP) e diretor-geral de inspeção e correição; foi presidente (e hoje é secretário-geral) do Sindicato dos Delegados e colaborador da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É pós-graduado em Políticas Públicas de Segurança e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e integra o corpo docente do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 
Coordenador da organização RIO CONTRA O CRIME e do DISQUE-DENÚNCIA (2253-1177)
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Quinta-feira, 30 Abril, 2009

Tempos de crise também para o Pronasci

Dos treze projetos enviados pela Secretaria de Segurança ao Ministério da Justiça para pleitear verba do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), apenas a compra do helicóptero blindado para a Polícia Militar - avaliado em R$ 12 milhões - está autorizada pelo governo federal. Ontem, o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse que os recursos não estão contingenciados, mas que em função da crise econômica mundial haverá um parcelamento na liberação dos valores, que deve durar até quatro meses.

"Falei com o ministro Tarso Genro e ele me disse que vamos empenhar os projetos e que eles serão executados. O Rio não vai sofrer prejuízo. A liberação do dinheiro será parcelada e a gestão política está trabalhando para que este prazo seja o menor possível, porque obviamente isso atrasa a execução dos projetos. Mas sei que o presidente Lula é um homem sensível às questões de segurança e vai liberar todos os recursos", garantiu Balestreri.

O Rio já tinha encaminhado seis projetos, totalizando mais de R$ 47,6 milhões, e nesta quinta-feira, data limite para envio do material dos estados, outros sete projetos também foram mandados para análise da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). As novas idéias, se implementadas, vão custar R$ 44,9 milhões.

"Fomos os campeões de projetos, mas a subsecretária de Gestão Estratégica, Suzy Avellar, voltou quarta-feira de Brasília e a informação é de que está tudo contingenciado. Só o helicóptero está mantido", disse o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, durante reunião de secretários de Segurança de todo o país.
Entre os pedidos do Rio estão um sistema de simulador de tiros, que cria ambientes virtuais para treinamento, e a implantação do identificador por digital para controle de saída dos policiais e armamento nos batalhões, projeto que custa R$ 21, 8 milhões. Balestreri afirmou que o Rio foi o estado que mais recebeu recursos do Pronasci no ano passado: R$ 100 milhões.

Judiciário quer padronizar regras sobre apreensão de armas de fogo

Em decisão tomada nesta terça-feira pelo Conselho Nacional de Justiça, ficou decidito que os tribunais brasileiros deverão editar normas sobre a guarda e o armazenamento das armas de fogo apreendidas em processos judiciais.

O pedido feito pelo Ministério Público Federal também deverá ter como resultado, dentro de 60 dias, de um levantamento de todas as armas e munições sob custódia do Judiciário por prazo superior a um ano.

Segundo o relator do pedido, conselheiro Felipe Locke Cavalcanti, as recomendações e determinações do Conselho visam um controle mais rigoroso sobre o armazenamento e a destruição das armas apreendidas. Segundo ele, algumas unidades do Poder Judiciário não possuem depósitos adequados, o que facilita a ocorrência de furtos. "Com o levantamento, poderemos fazer uma limpeza nesse estoque", disse.

De acordo com informações do Procurador da República Paulo Taubemblatt, existem armas apreendidas "há mais de 20 anos" em posse da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Ministério da Defesa, sem que haja qualquer informação referente ao processo judicial desses casos.

Pelos dados do Sistema Nacional de Bens Apreendidos do CNJ, existem 41.277 armas de fogo cadastradas, sendo que mais de 40 mil são classificadas como situação "indefinida". Além disso, pelo sistema, apenas 287 foram destruídas e 351 perdidas.

Terça-feira, 28 Abril, 2009

Desordem repetida em posse de delegados

A posse dos novos delegados, na manhã de ontem não repetiu a desordem urbana provocada pelos convidados para a troca dos chefes de Polícia Civil, semana passada. Mas nem a presença de 15 guardas municipais coibiu irregularidades praticadas pelos policiais. No fim da cerimônia, pelo menos 14 carros particulares e viaturas foram multados por estacionar em local proibido, entre outras práticas.

A dificuldade dos guardas era impedir que os policiais que chegavam para a cerimônia na Academia de Polícia parassem em fila dupla ou estacionassem em local proibido. Por conta da desordem ocorrida na semana passada, o chefe de Polícia Allan Turnowski publicou em boletim interno que as viaturas teriam autorização para estacionar no setor 9 do Sambódromo.De acordo com os agentes, era permitido que os os carros dessem uma paradinha, mesmo que em fila dupla, para desembarcar e embarcar passageiros.

No entanto, nove carros - entre eles, duas com as inscrições das delegacias de Defraudações (DDEF) e de Combate às Drogas (DCOD) - estacionaram sobre a calçada do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, na Rua Marquês de Pombal. Todos foram multados pelos agentes. Nenhum deles foi rebocado porque, segundo um inspetor da Guarda Municipal que comandava a ação, todos os guinchos estavam empenhados na operação Choque de Ordem, em outros bairros.

Na calçada da Acadepol, 14 motos foram estacionadas irregularmente. Uma delas, tinha uma tarja na placa que escondia a cidade de origem. Do outro lado da rua, uma picape da Polinter estacionou no ponto de táxi. "O policial mandou chegar meu carro mais para a frente para ele poder parar. Meus colegas que chegam no ponto nem podem ficar porque, se parar em fila dupla, os guardas mandam sair. Se tivesse uma câmera, fotografava isso e denunciava", reclamou um taxista da cooperativa Rádio Táxi Service, que ficou com metade do caro fora da vaga.

Nova dança das cadeiras na Polícia Civil

Depois de se recusar a assumir a Delegacia de Homicídios (DH) Fernando Velloso iria deixar a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo para assumir a titularidade da 32ª DP (Jacarepaguá). Mas, no início da noite desta terça-feira, ele conseguiu reverter a transferência e permanece na Deat. Com a permanência de Velloso na Deat, a cúpula da Polícia Civil teve que mexer na titularidade de várias outras delegacias que já estavam definidas prontas para serem publicadas no Boletim Interno da instituição.

Fernando Villa Pouca, que iria para a Deat, agora vai para a 7ª DP (Santa Teresa) no lugar de Robson da Costa. Robson assume agora a Delegacia de Defraudações que teria como titular Fernando Reis. Reis agora assumirá a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) antes com Marcus Cipriano. O delegado assume a Polinter com Orlando Zaccone. Para o lugar de Velloso na 32ª DP vai João Luiz Garcia que ficaria na Polinter.

O delegado agora permanece na 4ª DP (Central). Também continua na mesma delegacia José Alberto Pires Lage titular da 5ª DP (Gomes Freire). Titular há anos da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) Márcio Franco deixa o posto para assumir a 13ª DP (Copacabana). Para o lugar dele vai Roberto Gomes, que era adjunto da Divisão Antissequestro (DAS).

Especializadas

Deoclécio, que estava na DPCA, assume a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) cujo titular era Herald Espínola. O delegado vai para Delegacia Regional de Polícia de Niterói (DRPN).
Assume a Delegacia de Repressão a Crimes contra Saúde Pública (DRCCSP) Fábio Cardoso que estava na Secretaria de Ordem Pública (Seop) da prefeitura.
Marcus Castro tomou posse ontem na Academia de Polícia como Diretor da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core)

Distritais

Monique Vidal deverá ir para a 6ª DP (Cidade Nova)
12ªDP (Copacabana): Antenor Lopes Martins Júnior
21ªDP (Bonsucesso): Valéria Castro
29ª DP (Madureira): Hércules Figueiredo
33ª DP (Realengo): Pedro Paulo Pontes Pinho
34ªDP (Bangu): Márcia Julião
37ª DP (Ilha do Governador): Leila Goulart

Afastada das delegacias durante a gestão do ex-chefe de polícia, Gilberto Ribeiro, Adriana Belém assum a 25ªDP (Engenho Novo)
Ex-diretor do Departamento de Polícia do Interior, Rafik Louzada, foi para a 22ª DP (Penha)


Baixada

48º DP (Seropédica): Marcos Santana Gomes
50ª DP (Itaguaí) permanece Nilton Gama
51ª DP (Paracambi): Elaine Di Stasio Villar
52ª DP (Nova Iguaçu): Julio César Vasconcelos da Costa
53ª DP (Mesquita): Luiz Omena
54ª DP (Belford Roxo): Átila Lafere
55ª DP (Queimados): Niandro Ferreira
56ª DP (Comendador Soares): Fábio Pacífico
57ª DP (Nilópolis): Alessandro Petralanda
58ª DP (Posse): Adriano Leal
59ª DP (Duque de Caxias): Antonio Silvino
60ª DP (Campos Elíseos): Luiz Lima
61ª DP (Xerém): Alexandre Ziehe
62ª DP (Imbariê): Carlos Augusto Leba
63ª DP (Japeri): José Fagundes Rezende
64ª DP (Vilar dos Teles): José Secundino da Costa
65ª DP (Magé): Carlos Alberto Quelotti
66ª DP (Piabetá): Aroldo



ICCE terá Laboratório Forense Digital

Em 30 dias a polícia técnica vai ganhar um aliado importante para agilizar a perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). É um conjunto de softwares que será usado no Laboratório Forense Digital. O equipamento, comprado pela Secretaria de Segurança Pública (Seseg), custou R$ 970 mil foi e será usado para copiar dados de computadores e outros equipamentos como celulares apreendidos em operações. O ICCE hj tem mais de 500 máquinas esperando perícia que é feita apenas por dois profissionais da Perícia de Engenharia do ICCE.


Segundo o chefe do setor, Wellington Silva Filho, esse trabalho é feito manualmente, motivo da demora. "A demanda cresceu muito nos três últimos anos e os equipamentos, a cada dia, estão mais modernos com capacidade cada vez maior de armazenar dados. Temos que copiar tudo o que encontramos nos computadores e celulares e colocar no papel. Para agilizar, baixamos programas gratuitos da Internet que não são tão eficazes quanto o que vamos ganhar. Esse programa vai agilizar muito nosso trabalho", explicou Filho.


O equipamento é utilizado pelas polícias Federal, de Minas Gerais e de São Paulo. O programa quebra palavras-chaves e até senhas. Tem um sistema clonador forense de discos rígidos que copi arquivos em 20 minutos. O softwar é um HD portátil que pode ser levado em operações. Ele pode copiar ao mesmo tempo dados de até 30 computadores que estiverem liados em rede. O programa consegue até copiar arquivos que não apareçam no sistema. Para copiar dados de celulares, ele usa um cabo USB que pode recuperar até mensagens, ligações e fotos feitas há muito tempo. A tecnologia é americana, francesa e suíça.

Segundo o secretário de Segurança Pública, a compra do software foi um pedido do Tribunal de Justiça (TJ). "Foi uma solicitação do presidente do TJ (Luiz Zveiter) porque existem processos a serem periciados na área de informática do ICCE que não tinha estrutura para ler essas CPUs. Os processos não chegaram a ficar parados mas estavam num ritmo lento. Os trabalhos envolvem organizações criminosas com 20, 30 pessoas e nem o ICCE e nem o judiciário tinha estrutura para fazer essa leitura", explicou Beltrame.

Morte de ex-comandante da PM sem respostas

Dez anos depois do assassinato do ex-comandante da Polícia Militar, Carlos Magno Nazareth Cerqueira, morto a tiros pelo sargento da corporação Carlos Sidney Rodrigues, na Avenida Beira Mar, no Centro, algumas perguntas ainda estão sem resposta. Como o sargento conseguiu saber a hora e o local em que o coronel Cerqueira iria ao Edifício Magnus se reunir com o advogado e ex-governador Nilo Batista? Por que a polícia não conseguiu identificar o homem que estaria no local para dar fuga ao PM num carro estacionado nas imediações?

A polícia concluiu que o ex-comandante da PM foi alvo da esquizofrenia paranóide do sargento. E os seguranças da Termas Aeroporto, localizada ao lado do edifício, foram isentos de qualquer envolvimento. E as investigações foram finalizadas com a morte, dias depois, de Sidney no Hospital Souza Aguiar, onde foi socorrido ao ser baleado na nuca durante a ação. O revólver encontrado na cena do crime foi usado pelo sargento para matar o coronel e tentar o suicídio em seguida, foram as conclusões do inquérito da 5ª DP (Gomes Freire). Para corroborrar com essa tese, a viúva do sargento, Silvana Araújo dos Santos, então com 31 anos e na época grávida de seis meses, prestou depoimento. Ela disse que no dia do crime o marido saiu de casa armado e que talvez não conseguiria ver o filho nascer. Silvana acrescentou que o sargento tinha ódio do coronel e, por várias vezes, falou que iria matá-lo. O que não ficou claro nas investigações é que o inquérito foi encerrado sem a polícia saber até hoje quem era o homem que deu cobertura ao sargento.

Delegados rejeitam e projeto da Divisão de Homicídios cai no colo de Jader Amaral


Primeiro foi Fernando Velloso, titular da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), que disse não para o convite, preferindo ficar no seu posto. À noite, durante uma reunião da cúpula da Polícia Civil para tentar encontrar novas soluções, foi a vez do delegado-titular da 22ªDP (Penha), Felipe Ettore, dizer não, optando por ficar como adjunto de Rafik Louzada, que assumirá a distrital da Penha. E assim, o projeto da Divisão de Homicídios (DH) acabou caindo no colo de Jader Amaral, que deixará a 37ªDP (Ilha do Governador) para Leila Goulart, que estava como assistente na 14ªDP (Leblon).

Nas especializadas, as mudanças não pararam por aí. Fernando Villa Pouca deixou a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) para assumir a 4ªDP (Central), já que Ricardo Dominguez vai para a 32ªDP (Tanque) no lugar de Pedro Paulo Pontes Pinho, que assumirá a 33ªDP (Realengo). A equipe que ali estava, comandada por Valéria Castro, assumirá o desafio da 21ªDP (Bonsucesso), enquanto Roberto Ramos vai para a Delegacia do Consumidor (Decon).

A Meio Ambiente (DPMA) será comandada por Juliana Almeida, enquanto Fernando Reis segue para o desafio a frente da Defraudações (DDEF). A Antipirataria (DRCPim) ficará com Raul Morgado, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) com Marcos Cipriano e a Polinter Capturas com João Luiz Garcia, que deixou a 34ªDP (Bangu) nas mãos de Márcia Julião. Outras duas mulheres que estão de volta ao batente são Adriana Belém, assumindo a 25ªDP (Engenho Novo) no lugar de Claudio Vieira, que vai para a Delegacia de Fiscalização de Armas e Explosivos (Dfae), e Monique Vidal, que é a mais cotada para a 6ªDP (Cidade Nova).

Segunda-feira, 27 Abril, 2009

STF adia interrogatório de Jorge Babu

Liminar concedida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STF), Napoleão Nunes Maia Filho, cancelou ontem o interrogatório do deputado estadual Jorge Babu e mais sete acusados de envolvimento com milícias, que seria realizada na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Nova audiência foi marcada para o dia 11 de maio pelo juiz da 9ª Vara Criminal, Luciano Silva Barreto, designado para ouvir os réus pelo desembargador Valmir de Oliveira Silva. Os advogados dos acusados - que estão presos há quase oito meses, com excessão de Babu, que tem foro privilegiado - alegam que ainda não tiveram acesso aos 102 CDs com 4 mil horas de interceptações telefônicas feitas pela Polícia Civil, o que "impede a ampla defesa de seus clientes".
O TJ alega problemas técnicos para a liberação dos CDs, o que deve acontecer ainda esta semana. "O que está acontecendo é um absurdo e um atentado à democracia. Somente no dia 24 de março, conforme documento que tivemos acesso, é que o TJ soube onde estavam os CDs, na Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol), e só o Ministério Público é que havia obtido cópias", lamentou Anderson Rodrigues, advogado do tenente-coronel PM Carlos Jorge Cunha, um dos acusados, que obteve a liminar do STF. "Só tivemos liberadas as gravações com parte do que a polícia transcreveu. Precisamos ter acesso a tudo", ressaltou Sidney Costa, advogado de Leonardo de Andrade, Carlos Eduardo dos Santos e Alfredo de Oliveira. Babu não compareceu ontem.
Os advogados aproveitaram também para pedir o relaxamento de prisão dos acusados, o que já foi negado em outras audiências. Os réus foram presos no dia 5 de setembro do ano passado, durante operação realizada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) para prender integrantes de uma milícia que atua na Zona Oeste. Na ocasião, tanto o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, quanto a corregedora da Polícia Civil, Ivanete Araújo, afirmaram que Babu chefiava um grupo de paramilitares em diversas comunidades, junto com Carlos Jorge Cunha. Babu nega as acusações, a exemplo dos demais réus.
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Um dos presos no dia 5 de setembro, o vendedor Roberto de Lima, 49 anos, chora ao se defender das acusações de participação em milícia. De acordo com o seu advogado, Roberto Soares, Lima está detido injustamente. "Ele permitiu que seu cunhado (o bombeiro José Carlos Dias, que também foi preso na ocasião), com problemas no SPC, retirasse um radiotransmissor em seu nome. Lima nunca utilizou o aparelho, do qual não soube nem o número. Precisamos ter acesso aos áudios dos grampos para provar que não é a voz dele que aparece em ligações consideradas suspeitas", disse o advogado.
Um dos líderes de venda de uma loja de eletrodomésticos e, Nova Iguaçu e morador do Catumbi, Roberto de Lima diz que estava há 18 anos trabalhando na mesma empresa. "Estão acabando com minha vida por causa de uma injustiça. Eu e minha família estamos desesperados", disse o vendedor, pai de uma menina de 15 anos. Dividindo uma cela com dezenas de presos de alta periculosidade no Presídio Ary Franco, Lima, que é membro da Igreja Universal, diz não ver a hora de provar sua inocência.
"Nunca peguei numa arma e jamais tinha entrado, sequer, em uma delegacia. Hoje, estou humilhado diante de parentes e amigos e morrendo de saudades da minha filha, pois ela não pode me visitar num ambiente tão feio e ruim como o que estou", desabafou, esclarecendo que jamais soube do possível envolvimento do cunhado com milícia. "Como é que podem considerar uma pessoa honesta, trabalhadora, voltado exclusivamente para a família e para a igreja, como miliciano, só pelo fato de um telefone estar em seu nome, sem a comprovação de que a voz que aparece nas ligações não é dele", disse o advogado.

Sexta-feira , 24 Abril, 2009

Mulheres de sete cidades apresentarão suas visões sobre o tema

A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), lançou hoje no Rio o estudo "Mulheres - Diálogos sobre Segurança Pública", que identificará a visão feminina sobre a violência e partir dela serão elaboradas propostas para a segurança pública que serão apresentadas na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, em agosto. "Escolhemos o Ri para lançar o programa porque a violência aqui é muito presente no dia-a-dia dos moradores e isso tem muita repercussão", explicou a ministra.

O estudo é inédito no Brasil e será realizado em seis cidades, além do Rio: São Paulo;, Canoas, no Rio Grande do Sul; Belém, no Pará; Belo Horizonte, em Minas Gerais; Salvador, na Bahia; e Recife, Pernambuco, esse o estado com o maior número de mulheres assassinadas do País.

Amanhã e domingo um grupo de 30 mulheres de diferentes classe sociais como dona-de-casa, médica, prostituta, ex-presidiária e outras, discutirão sobre a violência com pedagogos, psicólogos, profissionais, sociólogos, cientistas políticos, entre outros profissionais. O encontro será coordenado pelo professor João Trajano Sento Sé.

Para a ministra, sem a participação das mulheres não se constrói uma cultura de paz no país. "Temos nos dedicado ao enfrentamento à violência doméstica contra a mulher e acreditamos que existem pontos de interseção entre essa violência e a urbana. O importante nesse momento é trazer o olhar das mulheres, com suas especificidades, para essa questão e assim ter uma intervenção qualificada para a elaboração de políticas de segurança eficazes", disse Nilcéa.

Quinta-feira, 23 Abril, 2009

Embaixada da Liberdade

A Secretaria Municipal de Assistência Social encaminhou nesta quarta-feira, dia 22, um projeto para o Ministério da Justiça solicitando verba para a criação de sete abrigos para crianças e adolescentes vítimas de dependência química. Dois desses espaços vão ser chamados de 'Embaixada da Liberdade' - as outras seriam no modelo de unidades de tratamento mais prolongado. O nome é uma referência à proposta de oferecer exílio ao menor viciado que vive em áreas próximas às cracolândias. Eles terão opção de ficar no local por um determinado tempo, ou apenas usá-lo para se alimentar e dormir.
"Eles não ficarão presos. Esse processo vai dando para a criança um tratamento mais efetivo", afirmou o secretário de Assistência Social, Fernando William. Cada 'Embaixada da Liberdade' vai ter vaga para 20 menores. O investimento em pessoal e custo de material para as duas unidades seria de R$ 2,28 milhões por ano. A verba deve ser disponibilizada pelo Programa do Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
As cinco Casas Vivas, assim como as 'Embaixadas da Liberdade', ainda não têm endereço definido, mas ficariam localizadas em uma das oito comunidades em que se foi implantado o projeto Território de Paz, do governo federal: Complexo do Alemão, Acari, Cidade de Deus, Senador Camará, Vila Kennedy, Dona Marta, Complexo da Penha e João XXIII
Nesta sexta-feira, dia 24, o prefeito Eduardo Paes vai oficializar o comitê para tratar o problema da droga na cidade. Eles vão definir um plano de ação emergencial para atendimento a crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual e que fazem uso de crack. Entre as medidas que serão discutidas estão: envolver a sociedade civil na campanha contra a exploração sexual, ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento contra o vício do crack e desenvolver uma busca ativa para identificar os familiares deste jovens.

Quarta-feira, 22 Abril, 2009

Democracia ameaçada?


Há muitos anos, a Colômbia vem combatendo grupos armados que têm como objetivo a tomada do poder. Dentre estes, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) adquiriram expressão internacional por se associarem ao narcotráfico, transformando-se em um grande cartel de drogas, e por vulgarizarem o terror para intimidar a sociedade.
Por incrível que pareça, encontraram guarida em países da América Latina, particularmente, e chegaram a ter livre trânsito no Brasil.O apoio da população aos grupos armados é de suma importância para a sua sobrevivência. Este apoio pode ser voluntário, quando as pessoas se identificam com suas propostas; forçado, quando discordam mas se sentem intimidadas por não acreditarem no êxito das forças governamentais responsáveis pela segurança; e neutro, quando indiferentes ao confronto entre os terroristas e osagentes do Estado, não apoiando nem oferecendo resistência às atividades dos grupos armados.No momento, as FARC atravessam o pior momento de sua história justamente pelo fato de estarem perdendo o apoio da população em consequência dos sucessivos êxitos do Governo, de enorme repercussão nacional e mundial.
Recentemente, foi noticiada a prisão, no Rio de Janeiro, por extorsão, de um ex-militar apontado pela Inteligência policial como integrante da milícia Liga da Justiça e com treinamento nas FARC.Este fato é preocupante! A milícia é um grupo armado que se impõe pela perda de legitimidade do Estado em determinados locais, ocupando-os em decorrência do vazio do poder. Explora as atividades comerciais, o transporte alternativo e "pirata", a venda de botijões a gás e o "gatonet".Realiza tributação ilegal, arrecada impostos e cobra ágio na transferência de imóveis. No Rio de Janeiro, sob o pretexto de impor a ordem e de afastar as drogas da comunidade, a população local presta às milícias um apoio ora voluntário, ora forçado e neutro, na maioria dos casos.
Na década de sessenta do século passado, surgiram vários movimentos revolucionários na América Latina. No Brasil, as guerrilhas rural e urbana não prosperaram, como na Colômbia, principalmente pela firme determinação política na época. Agora, quase meio século depois, o governo colombiano apresenta lições exitosas que podem ser aproveitadas no combate aos grupos armados nacionais que proliferam particularmente no Rio de Janeiro.Eis alguns ensinamentos:
- prevalência das operações integradas de Inteligência sobre as de combate;
- permanente ação de presença nas áreas dominadas por grupos armados;
- aplicação de operações conjuntas, prevalentemente policiais mas com apoio de todas as Forças do Estado;
- surpresa, sigilo, e mobilidade;
- atuação de acordo com os ditames da legalidade e norteada pelo respeito aos direitos humanos eao meio ambiente;
- prioridade das operações preventivas sobre as repressivas;
- direito à vida dos inocentes;
- conquista de apoio da população;e muita vontade política.
Nos dias atuais, a principal ameaça à democracia tem suas raízes na insegurança pública e privada, haja vista a que ponto chegou a influência e o poder das FARC na Colômbia.O chanceler alemão Otto von Bismarck dizia:''Os tolos aprendem com a própria experiência.Os inteligentes aprendem com a experiência alheia''.

O desfile da PM


Ontem acordei e como já havia combinado com minha companheira saí para o desfile da PM junto à estátua de Tiradentes em virtude de ser o Dia do Patrono da Briosa. O Dia de Tiradentes.

Fui por vários motivos. O primeiro deles é porque como mantenho laços afetivos e de admiração com a Corporação, além de ter sido honrosamente condecorado por ela com a Medalha do Mérito Policial Militar, sinto como meu dever como cidadão prestigiar nossa PM. Em segundo lugar, por ser um jornalista que escreve sobre segurança pública também é meu dever estar em um momento tão solene de nossa PM. E finalmente, para poder encontrar amigos, aplaudir os desfilantes e observar as peculiaridades.

Qual não foi minha surpresa ao notar ausências mais do que marcantes. Bom, a do deputado Wagner Montes já era esperada, pois ele mesmo falou em seu programa na véspera que não iria ao desfile por 'n' motivos. O segundo, e para mim o mais estarrecedor, foi me 'deparar' com a ausência do Secretário José Mariano Beltrame, que deveria, segundo este modestíssimo articulista, estar representando o governador e como chefe máximo das polícias cariocas. A ausência do governador já era esperada, infelizmente, por mim, pois haveria protestos anunciados durante o desfile. Uma pena o Sr. não ter ido governador, pois os protestos não ocorreram e a PM sentiu-se ainda mais desprestigiada.

Um intervalo e uma pergunta: como pode uma população amar e admirar uma Corporação se ela não é prestigiada pelos seus chefes maiores...?

Bom, mas voltando ao desfile. PMs que desfilavam, principalmente os praças e os aspirantes , orgulhosos diante de seus parentes, pois população mesmo, não havia. Meia dúzia de representantes de cada unidade especial desfilava e a ausência total de pelo menos uma Unidade regular, um Batalhão de área, para representar os outros BPMs, era outra coisa estarrecedora.

Um desfile que já foi pomposo e orgulhoso terminou em menos de meia hora, e isso porque havia três escolas municipais desfilando juntas com a PM... .

Um desfile marcado pela descortesia, pois o Comandante do antigo RP Mont havia acabado de desfilar com parte de sua tropa e o Comandante Geral da PM enquanto isso anunciava aos jornalistas presentes a exoneração do Comandante ' por ser pouco rígido no combate ás milícias em sua área....'.

Presentes o Deputado (e oficial da reserva da PM) Paulo Ramos, representando o Presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani e os deputados Jair Bolsonaro, federal , e Flávio Bolsonaro, seu filho e deputado estadual. E além destes, apenas o Brigadeiro que comanda o II COMAR.

Do Comandante Militar do Leste que sempre ia aos desfiles... babau... nem se ouviu falar, nem se viu... .

Para não se dizer que não havia ninguém mais, lá estavam, por dever de ofício, os Comandantes de todas as Unidades da PM e o Coronel PM Mário Sergio, atual presidente do Instituto de Segurança Pública e , dizem, cotadíssimo para assumir o Comando Geral da Briosa.

Lamentável espetáculo de desprestígio. Depois reclamam quando 'a tropa se perde no caminho'..., depois reclamam quando o PM não se sente dignificado e se desvia por caminhos outros... .

Já vi desfiles grandiosos da nossa PM onde cada Oficial ou Praça presente sentia-se orgulhoso de ser um Policial Militar.

Espero que nossos governantes reflitam que se eles não amam e não respeitam a nossa PM como podem esperar que a população o faça?


Segunda-feira, 20 Abril, 2009

E a prisão perpétua no Brasil?

Dois crimes hediondos, ocorridos na Áustria e nos EUA, foram alvos de recentes condenações com pena de prisão perpétua. Na Áustria, um monstro chamado Josef Fritzl aprisionou sua filha durante 24 anos em um porão sem janelas, estuprou-a mais de mil vezes e teve com ela sete filhos. Um crime inimaginável cometido por um ser humano. Nos EUA dois brasileiros, Alaor Oliveira Junior e Reynaldo Eld, acusados de tráfico de imigrantes, que redundou num seqüestro de uma brasileira e seu filho de 5 anos, também foram condenados à prisão perpétua. Perderam o direito de em vida conviver em sociedade.

Bons exemplos para a benevolente doutrina penal brasileira. Aqui casos semelhantes ocorrem a todo instante, como o da brutal morte de uma jovem, na noite de sábado 18 de abril, que em estado de gestação não conseguiu desvencilhar-me rapidamente do cinto de segurança, recebendo um tiro mortal no rosto, desferido por um frio e covarde assaltante. O bebê de seis meses conseguiu ser salvo. Crimes, de brutalidade tamanha como esses, não são passíveis da pena de prisão perpétua. No país da doutrina da lei penal mínima, que abriga até terroristas assassinos condenados em seus países, não existe prisão perpétua e pena de morte, consideradas cláusulas pétreas da Constituição Brasileira. As cláusulas, no entanto, deveriam deixar de ser pétreas quando se contrapõem aos legítimos interesses da sociedade.

Uma menina de 5 anos foi estuprada e estrangulada pelo padrasto em Queimados dias atrás, um município do Estado do Rio de Janeiro O criminoso está foragido. No litoral do Paraná um outro monstro, após matar friamente o namorado, feriu gravemente a jovem namorada e a violentou em seguida.. Um ato de terror que durou aproximadamente 18 horas. A jovem adquiriu graves seqüelas físicas e psicológicas. O monstro foi preso e reconhecido pela vítima dias depois.

E o caso do crime do casal Nardoni? E o do jornalista Tim Lopes, vítima, tempos atrás, da crueldade de facínoras. Teve o corpo incinerado por narcoterroristas num "microondas", certamente ainda com vida, num alto de um morro no Rio. São ou não são crimes típicos de prisão perpétua? Mereceriam tais algozes o direito de ainda conviver em sociedade? Basta de misericórdia com verdadeiros monstros cujo potencial do ato criminoso praticado estarrece e nos causa indignação. Extrapolam qualquer conceito de crueldade e covardia.

Bárbaros crimes como os citados e a preocupante violência dos tempos dos fuzis de guerra têm levado alguns estudiosos do tema, menos acadêmicos e mais realistas, a repensar mecanismos de defesa social, de desestímulo ao crime, calcados no endurecimento da lei penal brasileira. O clamor público também implora: referendo popular pela implantação da prisão perpétua já. Com a palavra o Congresso Nacional.


Mais um 'passeio' pela cidade


Já que não precisa se ensinar às polícias como se faz polícia vamos em frente... .

Que tal Srs. da DRFA e do 12º BPM darem uma olhadinha na mais de uma dezena de carcaças de carros queimadas, de procedência sabe-se lá daonde, que estão na Estrada do Cajueiro em Itaipuaçu...?

Que tal os Srs. da DCOD e do 13º BPM darem uma olhada lá no prédio invadido no alto da escada de azulejos na Lapa e no casarão invadido ao lado da sala Cecília Meirelles onde o tráfico de crack e cocaína estão 'comendo soltos'...?

Que tal os Srs. da DCAV e da DPCA (porque não adianta apelar mais para a GM - Rio e para os 2º e 13º BPMs...) no imenso grupo de menores infratores que promovem um festival de consumo de drogas (das mais variadas), cometem assaltos e promovem grandes brigas que envolvem mais de 30 menores atrás do Posto BR na av. Beira Mar e sob a passarela de acesso ao MAM...?

Que tal os Srs. da DCOD, do 13º e do 5º BPM, além da 5ª DP, voltarem ao 'papelódromo' da av. Gen. Justo, ao lado do prédio do MP e do Posto do DETRAN onde o tráfico de maconha, cocaína e crack voltaram ' a comer soltos'...?

Que tal os Srs. do DETRAN, da PM em geral e das Especializadas em Roubos e Furtos, além, da DCOD, 'darem uma dura' nos mototaxistas nos pés das favelas, que hoje são o principal meio dos usuários chegarem às 'bocas' ou de 'aviões' das drogas...?

Chega...? Ou querem mais...?

Se querem..., que tal subirem as matas da Rocinha lá no final do Laborieaux e as matas no final das favelas do Grajaú onde estão grandes acampamentos de narcotraficantes...?

Se querem..., que tal subirem o Andaraí e atravessarem o morro por cima, saindo direto em cima dos traficantes do Borel...?

Acho que chega , não é...? Senão vão pensar que 'quero ensinar as polícias a trabalharem'.... .



Sábado, 18 Abril, 2009

Nota oficial de Gilberto Ribeiro

O ex-chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, exonerado do cargo sexta-feira, falou ontem, embora por nota oficial, sobre sua saída. Ele se defendeu dizendo que em nenhum momento foi contra o Portal de Segurança - motivo de sua destituição da chefia - mas fez várias ressalvas ao acesso ao banco de dados da Polícia Civil. Para ele, a exposição de informações tanto dos policiais como dos cidadãos comuns colocam em risco o trabalho de investigação, viola o direito ao sigilo e que por isso tal decisão merece cuidado. Ribeiro ainda fez questão de lembrar que a Polícia Civil é a única instituição que tem o poder legítimo de investigação e que, portanto, deve ter direito ao acesso a essas informações sigilosas.

Nota na íntegra do delegado Gilberto Ribeiro, que deixou o cargo de chefe de Polícia Civil:

"Agradeço a todos o apoio que recebi durante minha gestão à frente da Polícia Civil, notadamente aos delegados e policiais civis, que em sua árdua tarefa contribuíram decisivamente para o alcance das metas fixadas pelo Governo do Estado, reduzindo significativamente os índices de criminalidade.

Desde o início de 2007, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a custa da incansável atuação de seus policiais, participou de diversas operações bem sucedidas, que resultaram em apreensões recordes de drogas e armas, combateu sozinha as milícias do nosso Estado, solucionou prontamente os crimes de maior repercussão na imprensa, aumentando, enfim, de forma expressiva, a resolução de investigações com êxito, o que lhe rendeu, inclusive, elogio do Ministério Público Estadual.

Do ponto de vista institucional, por conseguinte, vejo hoje uma Polícia Civil fortalecida, sem qualquer nota desabonadora em relação ao respectivo desempenho, sendo certo, que os eventuais e esporádicos desvios de conduta foram prontamente apurados e reprimidos pela nossa Corregedoria Interna. É importante consignar que trabalhamos ao longo dessa jornada, com o imprescindível apoio do Governador Sérgio Cabral, sem qualquer tipo de interferência política no comando das delegacias de polícia, fator fundamental para o sucesso do trabalho desenvolvido. Impõe-se registrar, por fim, que em nenhum momento fui contra a integração das forças policiais ou a criação do chamado Portal de Segurança.

As observações feitas por mim, acerca do tema, visavam tão somente abrir a discussão no que concerne a metodologia aplicada, haja vista que a disponibilização de informações, em sua maioria de natureza confidencial e, por tal razão, protegidas pelo sigilo constitucional, é matéria que merece cautela no tratamento. Nesse contexto, nada mais justo do que reservar à Polícia Civil,  única organização legitimamente investida no poder constitucional de investigação, o controle de acesso aos eventuais usuários do sistema, haja vista que os dados a serem consultados compõem os bancos mantidos e alimentados pela própria Instituição, não comprometendo tal medida, se porventura adotada, a almejada integração entre as diversas forças policiais.

Frise-se que atualmente diversas instituições, tais como o Ministério Público, o Poder Judiciário, a Polícia Federal, a Polícia Militar e a própria Secretaria de Segurança, entre outros, possuem por meio de ajustes administrativos acesso aos bancos de dados da Polícia Civil. Por outro lado, a irrestrita exposição da vida dos policiais, bem como dos cidadãos que buscam socorro em uma delegacia de polícia, todos hão de convir, poderá gerar grave comprometimento para o bom andamento dos trabalhos de investigação e conseqüente êxito da atividade policial, isto sem falar na possível violação dos direitos constitucionais fundamentais entre os quais a inviolabilidade do sigilo de dados.

Dito isto, com a certeza de haver honrado o compromisso assumido com o Governador de nosso Estado e, em especial, com a Polícia Civil e toda a classe policial, despeço-me dos senhores, desejando-lhes sucesso."


Nota do delegado Allan Turnowski, que assume o cargo de chefe de Polícia

"Recebi hoje com muito orgulho o convite do Secretário de Segurança José Mariano Beltrame para comandar a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Completo em julho 13 anos de casa, período no qual exerci vários cargos de confiança.

Entretanto sei que a tafefa é desafiadora, principalmente porque a administração que se despede, e da qual também participei, deixa um legado extremamente positivo.

Nos próximos dias, a nova equipe e as principais metas serão apresentadas à sociedade. Apenas posso adiantar que vamos intensificar o combate às milícias, manter a entratégia de redução de homicídios, melhorar o atendimento à população e buscar a modernização da Polícia Civil como um todo.

Aos meus colegas, adianto que compromisso e resultado, parâmetros de eficiência adotados desde 2007, seguem sendo a melhor forma de reconhecimento e crescimento profissional na nossa instituição.

Conto com todos,
Allan Turnowski"

Sexta-feira , 17 Abril, 2009

Polícia Civil tem novo chefe

Em comunicado oficial, o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, informou, na tarde desta sexta-feira, que o delegado Gilberto Ribeiro não é mais o Chefe da Polícia Civil. Para o cargo, assume o delegado Allan Turnowski, atual chefe do Departamento de Polícia Especializada. Na nota, Beltrame agradece o empenho de Gilberto Ribeiro nos 2 anos e 4 meses de trabalhos prestados à Polícia Civil.

Allan Turnowski, novo chefe da Polícia Civil | Foto: Marcelo Regua / Agência O Dia

Nota oficial na íntegra:

"Na atribuição de principal gestor da segurança pública do Rio de Janeiro, comunico que o delegado Gilberto da Cruz Ribeiro deixou hoje à tarde o cargo de Chefe de Polícia Civil.

Aproveito a oportunidade para agradecer o empenho de Gilberto e equipe nestes dois anos e quatro meses de trabalho. Sob seu comando, a Polícia Civil ganhou o respeito da sociedade, investigou melhor, prendeu mais e contribuiu decisivamente para a redução de índices considerados prioritários pela Secretaria, como homicídios e roubo de automóveis.

Assume a Polícia Civil o atual chefe do Departamento de Polícia Especializada, delegado Allan Turnowski, que passou por vários cargos de direção da PCERJ ao longo de sua carreira. Allan tem o duro desafio de prosseguir  as conquistas alcançadas pela equipe que sai e ainda avançar na gestão, na capacitação dos profissionais e nas linhas estratégicas sugeridas pela Secretaria.

Desejamos ao delegado Allan Turnowski sucesso na nova empreitada.

José Mariano Beltrame
Secretário de Segurança do Rio de Janeiro"


Defensor da política de confronto

Responsável pela área operacional e de planejamento estratégico da Polícia Civil do Rio, o delegado Alan Turnowski estava há dois anos à frente do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Delegado de 1ª classe, Turnowski ocupou vários postos de direção na instituição, como a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) - unidade de elite da Polícia Civil - , a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFA) e a antiga Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) - atual Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) -, além da primeira passagem pelo DPE na gestão do então Chefe de Polícia Álvaro Lins, preso em Bangu 8.

Apontado como como defensor da política de confronto na área de Segurança Pública, também defendida pelo governador Sérgio Cabral, Turnowski coordenou as operações de maior repercussão no estado nos últimos anos, que resultaram na prisão dos principais da traficantes do Rio, nas maiores apreensões de drogas e armas da cidade e também em um grande número de mortes polêmicas.

Entre as ações comandadas pelo novo chefe de polícia que geraram controvérsia em razão do número de vítimas estão a do Morro do Alemão, em junho de 2007, quando 18 pessoas morreram; a da favela do Taquaral, no mesmo ano e que terminou com 12 mortos, entre eles um menino de quatro anos e um policial, e das mortes do vigilante Paulo Marcos da Silva Leão, 26, e o soldado do Exército Rafael Oliveira dos Santos, 21, durante uma perseguição policial em Brás de Pina, em dezembro do ano passado.

As duas vítimas conversavam conversavam quando três assaltantes os obrigaram a entrar no carro de Leão.Testemunhas pediram ajuda a policiais da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos que passavam pelo local e que iniciaram a perseguição. O carro capotou em um valão, onde os dois amigos foram baleados junto com os criminosos. Na ocasião, Turnowski disse que os policiais "não poderiam ter agido diferente" na operação. "Ao se aproximarem dos bandidos no valão, os policiais foram alvo de pelo menos 50 tiros. Qual outra alternativa tinham além de atirar?", defendeu o novo chefe de polícia, que confirmou haver apenas uma marca de tiro no carro dos policiais.



Quinta-feira, 16 Abril, 2009

Garotinho defende Álvaro Lins na TV

O ex-governador Anthony Garotinho partiu em defesa de Álvaro Lins, chefe de Polícia Civil durante seu mandato e na gestão de sua mulher, Rosinha Garotinho, durante gravação do programa 'Deles & Delas', na última terça-feira."Ele foi preso acusado de proteger quadrilha que comanda os caça-níqueis no Rio. Basta dar uma volta em qualquer bairro da cidade para ver que essas maquininhas continuam em operação. O que vão fazer? Prender o atual chefe de Polícia Civil também?", questionou Garotinho.

Lins está preso em Bangu 8 desde que teve o mandato de deputado estadual cassado na Assembléia Legislativa, em agosto. Ele foi o principal alvo da Operação Segurança S.A., promovida pela Polícia Federal, em maio do ano passado, e que investigou suposto esquema de proteção por policiais civis e militares do Rio a bicheiros ligados aos caça-níqueis. O ex-chefe de Polícia Civil de Garotinho e Rosinha é acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha armada, facilitação para contrabando e corrupção passiva.

No mesmo caso, o Ministério Público Federal pediu o indiciamento de Garotinho no crime de formação de quadrilha armada. Segundo a PF e o MPF, o ex-governador dava respaldo político ao grupo de policias chefiado por Lins envolvido com os bicheiros. Ele chegou a ter sua casa revistada por agentes da PF quando a operação foi realizada.

Questionado se o escândalo envolvendo seu ex-chefe de polícia poderia atrapalhar seus futuros projetos políticos - ele quer voltar a disputar o governo do estado ano que vem -, Garotinho foi enfático. "Absolutamente. Se escândalo atrapalhasse eleição, o presidente Lula não teria sido reeleito depois do Mensalão, dos aloprados e de tantos outros casos", disse o ex-governador.
A gravação do programa vai ao ar na madrugada de domingo para segunda-feira, na Band.

Quarta-feira, 15 Abril, 2009

Dúvida cruel

O Ministério Público Estadual e a Polícia Civil não chegaram a um acordo sobre o número de presos durante uma operação contra o tráfico de drogas, deflagrada na madrugada desta quarta-feira, na regiões Norte e Noroeste do Estado. Enquanto o MP afirma que foram 42 os presos - 41 adultos e uma adolescente -, a Polícia Civil garante que 38 pessoas - 30 homens, seis mulheres e duas adolescentes - foram presas. Todos são acusados de envolvimento com o tráfico de drogas e tiveram a prisão temporária decretada por 30 dias.

Embora não tenham chegado a um acordo sobre o número de presos, a operação foi resultado de uma investigação conjunta dos promotores de Justiça que atuam na região de Itaperuna e da Polícia Civil, que está sendo realizada desde julho de 2008. Durante dois meses e meio, os suspeitos tiveram suas conversas telefônicas interceptadas e gravadas. A maioria dos presos mora em Italva, Cardoso Moreira, Itaperuna e Campos dos Goytacazes.

Os trabalhos foram iniciados pelo promotor Waldemiro José Trocilo Júnior e, agora, está a cargo da promotora Olívia Motta Venâncio, que pretende identificar outras pessoas que aparecem nas escutas telefônicas e que ainda não foram localizadas.
Segundo o delegado Paulo Gonçalves, que chefiou a equipe de policiais, os criminosos foram presos em suas casas e nenhum deles reagiu à prisão. Um dos bandidos tentou se desfazer de um computador no momento em que os agentes chegaram à sua residência. O equipamento foi apreendido e será periciado. Além do computador, os policiais apreenderam dois revólveres calibre 38, um calibre 32 e pequena quantidade de drogas. Todos foram enviados à Polinter.

Que fim levou?

Quase um ano depois do assassinato do estudante de Direito Thiago Henry Siqueira Oazen, 19 anos, os PMs acusados da morte, Fabio Aloízio Moreira Micas Montes, Julio Cesar da Silva e Luiz Carlos Cerqueira Ribeiro já foram pronunciados, mas ainda não foram a julgamento no Tribunal do Júri. O soldado Fabio, atualmente preso, alegou como defesa em seu interrogatório que matou o rapaz porque estava sob efeito de "adrenalina". O mesmo argumentou o PM Luiz Carlos. O terceiro envolvido, Julio Cesar da Silva, ganhou na Justiça o direito de responder o processo em liberdade.

No dia 28 de abril de 2008, Thiago dirigia sua moto, em Jacarepaguá, voltando de uma festa no Castelo das Pedras. Como estava sem habilitação, Thiago acelerou para não ser parado em uma blitz, mas foi perseguido pelos PMs do Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (Gpae) do 18º Batalhão (Jacarepaguá) e acabou executado.

De lá para cá, uma testemunha do caso foi atropelada e duas outras receberam ameaças de morte. O pai do estudante, o empresário Sérgio Oazen, só consegue dormir depois de tomar um coquetel de soníferos, e passa o dia lembrando a tragédia que se abateu sobre a família: "O que a família espera é que se faça Justiça com uma condenação exemplar dos policiais responsáveis pela morte do meu filho".

A lei do silêncio da PM

Madrugada do dia 3 de setembro de 2008. Uma soldado do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) dorme no alojamento da unidade. De repente, o capitão Carlos Rodrigues, do 19º BPM (Copacabana), invade o dormitório feminino, deita-se sobre a soldado e tenta estuprá-la. O crime só não se consuma porque a policial consegue gritar e chamar por socorro.

Depois de sete meses, a PM indiciou Carlos Rodrigues pela prática de "atos libidinosos" e ele também vai responder por ter, em tese, consumido bebida alcóolica dentro do batalhão. Se condenado, o capitão deve ter a pena aumentada de 1/5 a 1/3 por ser oficial.Fontes do BPTur garantem que outros dois policiais, um soldado e um sargento, invadiram o alojamento feminino junto com o capitão, acreditando que fariam uma "festinha" em grupo durante a madrugada. No entanto, eles teriam deixado o local correndo quando a soldado começou a gritar.

Há um ponto na decisão do Conselho que é inacreditável: a vítima também poderá ser punida. A alegação é que ela denunciou a tentativa de estupro à imprensa, sem autorização do comando da corporação. Isso é o cúmulo da ditadura dentro dos quartéis.

O que você acha da PM querer punir uma vítima de tentativa de estupro por denunciar o caso na mídia?

Terça-feira, 14 Abril, 2009

CPI da Corregedoria da PM

As punições da Corregedoria da Polícia Militar poderão ser fiscalizadas de perto por uma CPI. A proposta será apresentada em plenário pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro até semana que vem. De acordo com o parlamentar, o órgão militar estaria aplicando punições arbitrárias para praças e oficiais.

Bolsonaro pediu ao Comando-Geral da corporação um relatório sobre o quadro atual da PM. No documento 160/2008, ele solicita explicações sobre a lotação dos policiais ativos e desviados de função. Juntas, a Corregedoria Interna, as quatro Delegacias de Polícia Judiciária Militar, as Subseções de Justiça e Disciplina e as Seções de Assuntos Internos têm 865 policiais em seus quadros.

"Achava que o número seria bem maior, que a Corregedoria estaria inchada. Mesmo assim, esse número é maior que o efetivo do batalhão da Tijuca, por exemplo. Fazem falta no policiamento de rua", afirma o deputado, que arrisca um palpite para o efetivo da correicional: "É uma forma de a Corregedoria fazer estatística, mostrar que corta na carne os desvios de conduta. Mas também é uma initimidação aos policiais esse montante de punições autoritárias e tanta gente para investigar", afirmou Bolsonaro.

Desconforto na cúpula da Segurança

A contestação do chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, sobre o acesso de policiais militares e federais ao banco de dados da instituição está criando desconforto na cúpula da Segurança Pública. A integração dos dados está prevista no decreto 41.786, assinado pelo governador Sergio Cabral e publicado no Diário Oficial de 2 de abril.

A criação do Portal da Segurança "permitirá, com adequado nível de segurança, acesso simultâneo às diferentes bases de dados do Estado do Rio de Janeiro que forem a ele integradas", diz o texto. Em 90 dias, serão definidos os critérios de autorização das senhas. Os policiais que respondem a procedimento administrativo ou possuam anotação criminal não terão acesso.

A Secretaria de Segurança informou que a medida visa atender exigência do Comitê Olímpico Internacional, que estará no Rio este mês para reuniões sobre a candidatura da cidade à sede da Olimpíada de 2016.

Gilberto Ribeiro e outros delegados ficaram revoltados com a possibilidade de abrir os dados. Um dos motivos é a investigação sobre as milícias - qualquer policial que tenha acesso à senha poderá acompanhar o andamento de um inquérito policial. Além disso, irá consultar dados pessoais, como endereço, data de nascimento, CPF, nomes de parentes, registros de ocorrência e consulta de mandados de prisão.

Outro episódio na Polícia Civil que desagradou o secretário José Mariano Beltrame foi a utilização, por parte do delegado Tarcísio Jansen, lotado no Departamento de Polícia Especializada (DPE), do e-mail funcional para convocar delegados a uma assembléia, hoje, dia da eleição do novo presidente do Sindicato dos Delegados. No texto, Jansen diz que a situação salarial da categoria é "insustentável" e convoca os colegas a dar uma "demonstração de união e força", além de afirmar ter o apoio do DPE e do DPC (unidades da Capital). O diretor do DPE, Allan Turnowski, disse que Jansen errou ao usar seu e-mail funcional para esse fim e que ele não está autorizado a falar por qualquer departamento.

Terça-feira, 7 Abril, 2009

Polêmica em Itaguaí

No dia 30 de outubro de 2007, através de resolução da Secretaria de Segurança, o município de Itaguaí passou para o comando do 27º BPM (Santa Cruz). Antes, a área era de responsabilidade do 24º BPM (Queimados). A troca foi realizada pela insatisfação da comunidade com o policiamento que o batalhão da Baixada Fluminense realizava no município. A experiência, no entanto, durou apenas um ano e sete meses.

No mês passado, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, publicou no Diário Oficial a resolução nº 205, retornando o comando do policiamento de Itaguaí para o 24º BPM. A medida parece ir contra a vontade e o interesse da população: vários outdoors foram distribuídos pela cidade em protesto ao ato de Beltrame que entrará em vigor no próximo dia 28 de abril.

Esforço para reduzir roubos de carros

A Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis apreendeu hoje 19 veículos, entre carros e motos, na Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. Segundo as investigações da especializada, de lá partem muitos dos 'bondes' que saem às ruas para assaltar motoristas. A quadrilha concentrou seus ataques em São Cristóvão no mês de março, elevendo a estatística da região: em março de 2008 foram 19 veículos roubados, número que chegou a 40 no mês passado.

Depois de uma parceria que deu certo em algumas áreas, reduzindo índices críticos, a DRFA e as delegacias da capital vão aumentar as rondas para voltar a baixar alguns índices que também explodiram. O mais impressionante é o da 34ªDP (Bangu), que subiu de 71 para 110 em relação a março de 2008. No mesmo período, entre os que tiveram aumento, está também a 16ªDP (Barra da Tijuca), que saltou de 49 para 67 casos.

O objetivo é conseguir os resultados da 39ªDP (Pavuna), que reduziu de 87 para 55, e da 21ªDP (Bonsucesso), de 126 para 81. Outros bons exemplos, segundo o diretor da DRFA, delegado Márcio Dubugras, são a 22ªDP (Penha), que diminuiu de 78 para 52, a 37ªDP (Ilha), de 47 para 31, da 38ªDP (Brás de Pina), derrubando de 77 para 64, da 44ªDP (Inhaúma), de 74 para 62, e da 59ªDP (Caxias), de 148 para 117.

Segunda-feira, 6 Abril, 2009

'Passeio' pelo Rio

Nosso 'passeio' fica pelo meio do caminho. Com parte dele conseguimos apontar, ou pelo menos tentar apontar, alguns direcionamentos que podem ser seguidos pelas polícias em todo o Rio de Janeiro.

Os exemplos concretos, ocorridos quase que simultaneamente com a publicação de nossos posts, como a 'guerra do Tabajaras' e a conseqüente ação das polícias, a ação da Polícia Civil no Complexo de São Carlos e a ação da PM no Morro da Coroa obtiveram resultados que podemos considerar de razoáveis a bons pela apreensão de drogas e morte em combate de perigosos traficantes.

O resto agora é continuar a pressionar o tráfico, a população pressionar o Judiciário e os meios de comunicação para que o MP e as polícias peçam Mandados de Busca e Apreensão coletivos para adentrarem em áreas dominadas pelo narcoterror e pronto.

Morreu, defendendo a sociedade, mesmo estando na reserva, o Cel. Spargoli, abatido friamente por um assaltante quando tentava impedir um assalto. Um bravo e combativo, e honesto, oficial de nossa PM. Mais um sol nos céus do Brasil... e continuamos nos perguntando, até quando...?

Enquanto isso os usuários de drogas são crucificados em praça pública como os responsáveis pela violência, a Polícia Técnica continua desprestigiada e desaparelhada e continuamos achando que ' fazer polícia' é obter prisões em flagrante a qualquer custo e confissões... .

Nossas fronteiras não são 'queijos suíços' devido a seus 'buracos'. Elas são a própria expressão do vazio, da falta de vontade real de parte de nossos governantes de combater de fato o narcotráfico e o narcoterrorismo.

Aliás, que desperdício foi aquele da Força Nacional de Segurança aqui no Rio. Muita ' papagaiada' e nenhum resultado prático. Chega de circo, chega de 'operações de choque disto e choque daquilo'.

Polícia se faz com dignificação de nossos policiais, com fornecimento de equipamento moderno e adequado, com o reaparelhamento de nossa Polícia Técnica, com planejamento e supervisão de um bom policiamento ostensivo e com, principalmente, a decisão real de se minorar sensivelmente o narcotráfico na cidade. Ações pontuais são elogiosas e necessárias, mas polícia se faz com rotina, com o ' sufocamento' das atividades dos traficantes que os leva ao desabastecimento e à descapitalização.

O Delegado Ronaldo de Oliveira à frente do Departamento de Polícia Civil, das Especializadas, é um guerreiro e seus comandados também o são. Por que não transformar as Distritais em núcleos ativos de combate ao narcoterrorismo também, cobrando delas eficiência e eficácia?

Da mesma forma, por que não se utiliza os GATs dos BPMs para ações rotineiras nas áreas dominadas pelos narcoterroristas, provocando o mesmo desabastecimento e descapitalização das 'bocas'?

E, simultaneamente, por que não se coloca, caso isto seja feito, os PMs da área administrativa, rancho, faxina, isso e aquilo, nas ruas, pois esta asfixia , caso adotada, certamente trará os traficantes e seus 'soldados' às ruas para assaltarem em busca de se recapitalizarem ?

Apenas uma pergunta, se havia sido detectada com alguma antecedência a possível ( e depois confirmada) invasão do Tabajaras por uma facção rival, o ADA, por que não foram adotadas medidas preventivas, tais como a ocupação das matas do Morro dos Cabritos e a presença de P-2 nos acessos ao morro ? Por que se esperou se realizar a invasão para depois se reprimir os invasores e os traficantes 'locais', os 'crias', como eles mesmo se autodenominam?

Porém, como já se manifestaram uns comentaristas aqui no blog. Quem não é polícia não precisa e não deve ( será...?) 'ensinar as polícias a trabalharem'... .

Talvez o melhor seja, ao invés de colaborar, apenas aplaudir os sucessos e criticar ferozmente os insucessos... . Ou apenas omitir-se... .

Afinal , como dizia o Juiz Edward Becker ' o mal sempre triunfará enquanto os bons se omitirem.'.

E como tem gente torcendo por este triunfo do mal

Sexta-feira , 3 Abril, 2009

Cabo PM expulso da corporação

O cabo José Carlos Valle da Silva, do 23º BPM (Leblon), foi expulso da Polícia Militar por ter atirado contra uma equipe da 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), em setembro de 2008, quando os policiais foram até sua casa verificar uma denúncia de envolvimento dele com a máfia das vans.
No dia 19 de setembro, a mulher do praça ligou para a 3ª DPJM dizendo que ele receberia, naquela noite, R$ 2 mil da exploração de transporte alternativo irregular no Morro Agudo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos a tiros, além de ainda serem ofendidos por Silva. O cabo, antes de ser denunciado pela mulher, a tinha expulsado de casa.

Beltrame 'absolve' coronel por uso de auxílio-moradia, mas investigação continua

O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, disse à imprensa, nesta quarta-feira, que todos os coronéis que ocuparam o posto mais alto da Polícia Militar, o comando-geral da tropa, desde 1983, continuaram recebendo o auxílio-moradia mesmo morando de graça em casas da corporação. A declaração veio como uma tentativa de justificar o fato de o atual chefe do Estado-Maior da PM, coronel Antônio Carlos Suarez David, morar, há pelo menos cinco anos, em um imóvel de propriedade do Estado sem abrir mão dos R$ 942,13 mensais de auxílio-moradia. Beltrame disse entender que não houve dolo por parte de David, já que ele adotou a mesma conduta de todos os oficiais superiores que já passaram pelo comando da PM.

Isso quer dizer que um erro justifica o outro? Que um possível crime deixa de existir porque outras pessoas já o cometeram anteriomente? Ou será que todos os oficiais que 'esqueceram' de comunicar que estavam recebendo um dinheiro indevido serão punidos e obrigados a devolver o montande aos cofres públicos? Os valores debatidos são altos: nos últimos cinco anos, David embolsou mais de R$ 56 mil de forma indevida. Somado ao que foi gasto com oficiais de comando nos últimos 26 anos, o dinheiro poderia ser investido em efetivas melhorias na segurança pública.

Vale lembrar que: "Quando o policial ou bombeiro ocupar imóvel próprio estadual ou arrendado pelo poder público, o quantitativo correspondente à indenização de auxílio de moradia será sacado e recolhido pela corporação para atender despesas de conservação, condomínio e outras análogas", diz trecho da Lei 658, de 5 de abril de 1983. Com a palavra o Ministério Público Militar, a Procuradoria Geral do Estado e a Corregedoria Geral Unificada.

Quinta-feira, 2 Abril, 2009

Abaixo-assinado por projeto de lei que institui piso nacional para PMs e bombeiros já reúne 13 mil pessoas

Um abaixo-assinado virtual foi criado em apoio à Proposta de Emenda Constitucional que institui o piso nacional para o salário de policial militar e bombeiro em todo o País. Até agora, mais de 13 mil assinaturas foram recolhidas na página criada por um soldado da PM do Espírito Santo, Fernando Vinícius Chagas Almança.

>> LINK: Abaixo-assinado da Emenda que equipara salário de PMs e de Bombeiros de todo o Brasil

A PEC 300/08, do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), estabelece que haja equiparação do soldo de PMs e bombeiros do Brasil com os do Distrito Federal. Um soldado de lá, por exemplo, ganha mais de R$ 4 mil por mês, quatro vezes mais do que no Rio. A maior dificuldade para a Emenda passar no Congresso e ser sancionada pelo Executivo é que o projeto prevê que inativos sejam contemplados. Por enquanto, as discussões ainda estão acontecendo na Câmara dos Deputados.

Identidade de bandido revelada

Duas semanas depois da última operação no Complexo de São Carlos, a polícia conseguiu, enfim, descobrir a verdadeira identidade de um dos bandidos que, fugindo do tiroteio, foi buscar socorro no Hospital Miguel Couto, na Gávea. Na ocasião ele enfrentou agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) dentro de uma casa onde havia dois fuzis. Mas escapou, mesmo tendo levado um tiro na bacia. No hospital, porém, acabou detido dentro da sala de cirurgia.

A polícia suspeitava que o bandido capturado seria um dos líderes da quadrilha, Anderson Eduardo Timóteo, o Derson, principal suspeito de ter recebido e executado três jovens oriundos do Morro da Providência, entregues por militares do Exército, ano passado. Não era. E o mistério foi desvendado nesta quarta-feira, dia 25, com a ajuda de peritos do Instituto Félix Pacheco (IFP). Na verdade, o preso é Nélson Marcolino da Silva, o Mais Velho, 39 anos, braço-direito de um dos gerentes do Morro da Mineira, identificado apenas como Larraia.

Quarta-feira, 1 Abril, 2009

100 PMs liberados a partir de sexta para os Jogos Brasileiros de Policiais e Bombeiros

A partir desta sexta-feira, pelo menos 100 policiais militares trocarão seus postos na segurança pública para participar da quarta edição dos Jogos Brasileiros de Policiais e Bombeiros. Durante uma semana, as fardas e fuzis darão lugar a quimonos, bolas e pranchas de surf, entre outros apetrechos que os militares utilizarão para disputar as 23 modalidades.

A 'olimpíada' terá duração de uma semana, com disputas em estádios e possibilidade de credenciar os vencedores na disputa dos Jogos Mundiais, no Canadá. Há pelo menos um mês, os policiais-atletas treinam das 18h às 23h em Sulacap.

No boletim interno da corporação, divulgado ontem, o comando-geral pede aos comandantes e chefes de seções para "facilitar a participação dos policiais militares convocados" para o treinamento. Resta saber se os criminosos das áreas onde esses PMs atuam vão tirar folga durante os jogos.

Defesa de Fernandinho Beira-Mar alega que cliente está sendo coagido. STJ nega recurso

Os advogados do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, alegaram, em pedido de habeas corpus à justiça, que o cliente está sofrendo coação em razão da manutenção de sua prisão no período do julgamento de recursos. Eles reclamam da longa permanência de Beira-Mar em presídios federais de segurança máxima e das temporadas sob o regime de RDD (Regime Disciplinar Diferenciado).

Os advogados pedem que Beira-Mar aguarde em liberdade o julgamento definitivo de uma das ações em que foi condenado por tráfico. O HC, no entanto, foi negado pelo ministro Nilson Naves do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Curso de Direitos Humanos é o mais procurado no Pronasci

O tema Direitos Humanos foi o mais procurado pelos profissionais de segurança pública que se inscreveram esse ano na primeira etapa da Educação a Distância (EAD), projeto do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Foram 24.052 inscritos no tema. Em segundo, ficou o Uso Progressivo da Força com 11.298 incrições. Ano passado o curso de Direitos Humanos ficou em segundo lugar com 35.175 inscritos. A maior procura em 2008 foi para o tema Identificação Veicular (37.489 pessoas). Nessa primeira etapa, o Rio tem particpam 15.980 participantes, ficando atrás apenas da Bahia com 18.828 pessoas.

Esse ano, cerca de 150 mil profissionais se matricularam em pelo menos um dos 35 cursos oferecidos gratuitamente. A procura aumentou 163,16% em relação ao mesmo período do ano passado. Este ano o EAD oferece quatro novos cursos: Convênios, Mediação de Conflitos; Atuação Policial Frente aos Grupos Vulneráveis; Planejamento Estratégico e "Planejamento Orientado por Problemas. As aulas começaram há um mês.


Qual deve ser a prioridade da segurança pública para a Rio 2016?

Aumento e qualificação de efetivo, com investimento em equipamentos e salário
Investimento em projetos sociais par redução da desigualdade
Repressão máxima ao tráfico de drogas e às facções criminosas
Tolerância zero com todo tipo de delito no Rio


 
 
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