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Membro do Comad (Conselho Municipal Anti Drogas do Rio de Janeiro), fundador e conselheiro do IBDC - Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino de Buenos Aires, delegado de Polícia Federal de Classe Especial, responsável pela prisão do publicitário Duda Mendonça na rinha de galo em 2004. Rayol dirigiu por anos a Delegacia de Entorpecentes da PF.
Procurador de Justiça, ex-secretário de Administração Penitenciária, ex-coordenador de Inteligência do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro, responsável pela investigação da Propina S.A, entre outras.
professor universitário, dirige a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade,há 15 anos.Tem estudado ,nos últimos 18 anos,o impacto da segurança na atividade turistica.Implantou no Rio o primeiro Programa de capacitação para as forças de segurança turistica do Estado do Rio.Preside o Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo,que tem um Nucleo de Segurança Turistica,que faz um estudo comparado dos diversos sistemas no Brasil e no exterior.Sua tese de doutorado em Direito da Cidade versa sobre Um sistema de segurança Turistica para o Rio.
Jornalista e escritor, ex-TV Globo, atualmente na área de entretenimento do SBT, é autor dos livros Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado e CV-PCC-- A irmandade do crime, ambos pela Editora Record.
carioca, coronel da reserva, comandou a Tropa de Elite do Exército Brasileiro, o Batalhão de Forças Especiais. Sua última missão no serviço ativo foi o comando do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, sendo responsável pela pacificação de Cité Soleil, até então, a região de maior risco (segurança pública) sob controle da ONU. Na área da Segurança Pública, foi o Chefe de Planejamento do Comando Militar do Leste. Para se comunicar com ele, escreva para kidbleu@gmail.com
tenente-coronel reformado da PMERJ, bacharel em Ciências Administrativas, torcedor do Flamengo, escritor com oito livros publicados (vide site: www.emirlarangeira.com.br)
Policial Civil no Rio de Janeiro, atuando há 22 anos no combate ao crime organizado, pesquisador e especialista em segurança pela Fundação Getulio Vargas.
Advogado, torcedor do Vasco da Gama, presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, membro efetivo e Vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana e Leme – AISP19, tem formação no Curso de Capacitação para Lideranças Comunitárias e Integrantes dos Conselhos Comunitários de Segurança ministrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É um apaixonado pelo bairro de Copacabana, onde nasceu e foi criado, e também pela cidade do Rio de Janeiro. Acredita que toda mudança na qualidade de vida do cidadão passa necessariamente por uma maior participação da sociedade civil organizada, inclusive na questão da segurança pública.
cientista político (UFF), juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrante da Associação Juízes para a Democracia/AJD
João Tancredo, advogado, presidente do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ
Rapper e Mc, torcedor do Flamengo, formado no Curso de Liderança Comunitária Uerj e engajado na Cultura HipHop, sendo hoje vocalista da Banda Stereo Maracanã. Ativista da (ONG Posse Reagir Cidadânia e HipHop), consultor de Cinema ("Tropa de Elite") e Documentários (Rebeldes da Noite no Rio- Alemanha) que tenham como tema e pano de fundo as Favelas. Espera que esseTrabalho venha fomentar novás idéias, e discutir questões relevantes para todos. Pode ser contactado pelo email jovemcerebral@gmail.com
Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro em 1960, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Tem cinco livros publicados - No Coração do Comando, Sorria, Você Está na Rocinha, Lembrancinha do Adeus, O Bandido da Chacrete e Mais um Pai. Tem a alegria de ser rubro-negro e a capacidade de fazer filhos lindos, de que Juliana e Pablo são provas incontestáveis. Adoraria escrever sobre paz, amor e sexo selvagem, mas a violência do Rio de Janeiro não permite.
delegado de policia civil de 1ª classe, mestre em ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes, doutorando em Ciências Políticas na Universidade Federal Fluminense, autor do livro "Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas", da Editora Revan.
ex-promotor de Justiça Terapêutica, atualmente procurador de Justiça no TJ.
Tenente-coronel da PM, ex-comandante do Bope, autor do livro "A Verdade da Tropa", trabalhou como assessor especial da Subsecretaria Operacional de Segurança Pública durante as operações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão em 2007.
Coronel reformado da PM, trabalhou como assessor especial da subsecretaria operacional durante a gestão do general Nilton Cerqueira, no governo Marcello Alencar
Capitão da reserva do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Conclui tese na Universidade Federal Fluminense chamada A Glória Prometida. O Curso de Operações Especiais - Rito de Passagem dos 'caveiras'. Atualmente é secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Treinou os atores do filme Tropa de Elite, de José Padilha.
Defensor público, ex-presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Inspetor de Polícia Civil, tricolor de coração, cursando Gerenciamento de Crises pelo SENASP/Ministério da Justiça, escreve no blog.
Carioca, Rubro-negro, coronel da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros, ex-integrante do Conselho Estadual de Meio Ambiente, ex-integrante do Conselho Estadual de Controle Ambiental, Ex-diretor de Operações do Departamento Geral de Apoio Comunitário da Sedec-RJ, tendo sido responsável pelo Levantamento Estratégico, Informação e Planejamento para evacuação da população de Angra e Paraty em caso de acidentes na Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, fundador e Diretor Executivo do Instituto de Capacitação, Ação e Cidadania Pelicano.
Jornalista e Consultor de Políticas Públicas, ex-diretor de Fiscalização da COMLURB, Superintendente de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo, Diretor Geral de Apoio Operacional do DETRAN-RJ. Em 1984, passou três meses na Nicarágua como correspondente de guerra na fronteira com Honduras. Em 1995, atuou como consultor/observador na equipe GGAB (Grupo do Gabinete) da
Polícia Civil em ações nas favelas do Rio. Mantinha o blog Falando a verdade mas tirou do ar após receber ameaças de morte de traficantes conhecidos como Bonde do Coelho.
Capitão reformado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), roteirista do filme Tropa de Elite, co-roteirista do filme Ônibus 174.
Delegado de Polícia Civil, já chefiou a Divisão Anti-Sequestro, e a Divisão de Repressão aos Roubos e Furtos de Veículos, além de ter sido assessor especial da instituição. Na Secretaria da Segurança Pública foi diretor da Divisão de Operações e Analista do Centro de Inteligência (CISP) e diretor-geral de inspeção e correição; foi presidente (e hoje é secretário-geral) do Sindicato dos Delegados e colaborador da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). É pós-graduado em Políticas Públicas de Segurança e Justiça Criminal pela Universidade Federal Fluminense e integra o corpo docente do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 
Coordenador da organização RIO CONTRA O CRIME e do DISQUE-DENÚNCIA (2253-1177)
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Terça-feira, 24 Novembro, 2009

Ouvidorias de polícia não funcionam adequadamente

"Não sei o que a Ouvidoria de Polícia do Rio faz. Em uma palestra sobre o tema, policiais cariocas se supreenderam ao saber que o órgão ainda existe". A afirmação da pesquisadora Ludmila Ribeiro, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), retrata a triste realidade das ouvidorias no Brasil. Em palestra no Seminário Internacional Qualidade da Atuação do Sistema de Defesa Social, realizado até hoje em Belo Horizonte (MG), a socióloga apresenta um panorama do órgão criado para ser a voz do cidadão na denúncia de crimes praticados por policiais: dos 27estados, só 14 têm ouvidoria.

"No Brasil, muitas ouvidorias não têm recursos para se manter, faltam pessoal e estrutura adequada para realizar o trabalho. Não sabemos os resultados dos trabalhos feitos por elas porque não são mostrados", disse Ludmila. Ainda segundo a pesquisadora, uma das mais atuantes seria a de São Paulo, que fez vasta pesquisa sobre autos de resistência. A Secretaria Especial de Defesa dos Direitos Humanos realiza fóruns com ouvidores para que eles prestem contas do trabalho, mas não há uma fiscalização regular. Para ela, falta divulgação no trabalho. "As ouvidorias precisam se mostrar, divulgar para que servem. Muita gente não sabe que as denúncias sobre policiais podem ser anônimas".

A pesquisadora também falou sobre pesquisa feita em nove capitais e alguns países europeus, onde são feitas visitas às delegacias para acompanhar de perto o trabalho da polícia, que ainda será divulgada. São cinco quesitos avaliados: condições materiais da delegacia, orientações passadas à comunidade, tratamento igualitário entre as pessoas, transparência e prestação de contas, e detenção. "O Brasil teve a menor pontuação entre os países a questão da transparência e da prestação de contas. Policiais no Brasil não usam crachá, por exemplo. Como o cidadão poderá, por exemplo, fazer uma reclamação sobre o policial se não for bem atendido, se não sabe como identificá-lo?" indaga. A pesquisa ainda está em fase de finalização e não tem data para ser divulgada.


Sexta-feira , 20 Novembro, 2009

Bope começa treinamento para Olimpíadas de 2016

A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 ainda podem ser um sonho distante para muitos brasileiros, mas para os policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a preparação para os eventos já começou. Com o objetivo de garantir a segurança antes, durante e depois dos Jogos, os homens de preto deram o pontapé inicial nos treinamentos com agentes de outras partes do mundo, que vão deixar a equipe da polícia carioca ainda mais capacitada contra as ações de criminosos.

Um dos primeiros treinamentos da maratona que se seguirá até 2016 começou nesta segunda-feira, quando dois representantes da força especial R.A.I.D - a 'tropa de elite' da polícia francesa - desembarcaram na sede do Bope, em Laranjeiras. Desde então, os policiais estão trocando experiências na unidade sobre combate à criminalidade, operações de risco, ações de resgate de reféns, retomada de veículos e edificações, entre outros temas importantes para que a violência não atrapalhe a realização dos eventos.

A idéia é que, a partir da semana que vem, as aulas práticas também sejam feitas fora da unidade, para aproximar ainda mais da realidade durante os jogos. Segunda-feira, as equipes praticam no estande de tiro da polícia. Terça-feira, 'caveiras' e franceses vão transformar o estádio do Engenhão, no Engenho de Dentro, em cenário de treinamento intensivo.

A partir do ano que vem, os policiais do Bope arrumam as malas para aprender novas técnicas com colegas de farda de outros países e trazer na bagagem novos conhecimentos para aperfeiçoar a capacitação dos caveiras.

Quarta-feira, 18 Novembro, 2009

Tráfico de armas: MPF prepara chumbo grosso contra a Polícia Federal

As críticas da cúpula da segurança do estado do Rio à atuação da Polícia Federal, a quem cabe combater o tráfico de armas e guardar as fronteiras, deram resultado. E podem deflagrar uma crise interna nos andares mais altos da instituição. O Ministério Público Federal (MPF) divulgou hoje que instaurou inquérito civil público para apurar "omissão da Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas e armas no Rio de Janeiro".

A nota do MPF informa que a investigação será conduzida por procuradores do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial, e parte de "recente declaração do Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame". Delegado de Polícia Federal licenciado e ex-responsável pelo setor de inteligência da PF no Rio, Beltrame disse no último dia 20, por ocasião do conflito no morro dos Macacos, que a PF não tem combatido o tráfico de drogas, sobrecarregando a polícia fluminense.

No momento de sua declaração, Beltrame, que conhece por dentro a PF e que, parece ter agido com a mesma perplexidade do cidadão comum. Aquele que, como você, leitor, não entende a facilidade com que traficantes compram munição e armas de guerra com tanta naturalidade.

A investigação terá objetivo de diagnosticar e subsidiar providências relacionadas ao setor de Inteligência e às Delegacias Especializadas na Repressão ao Tráfico de Entorpecentes (DRE) e ao Tráfico de Armas (DELEARM) na Superintendência da PF do Rio de Janeiro.

DESDE JANEIRO, APENAS SETE INQUÉRITOS SOBRE TRÁFICO DE ARMAS

Na portaria de instauração do inquérito civil, o MPF relata que, desde janeiro, chegaram ao conhecimento da Procuradoria da República apenas sete inquéritos policiais voltados à investigação do tráfico internacional de armas, que fortalece o narcotráfico. Segundo os procuradores do Grupo do MPF, esse dado indica a "flagrante subutilização da capacidade investigatória instalada da Polícia Federal no Rio de Janeiro na somatória de forças de enfrentamento da notória militarização das organizações criminosas".

A providência dos procuradores representa, nos bastidores, chumbo grosso contra a PF. Diz a nota: "O MPF também decidiu abrir a investigação em função da recusa da Superintendência em prestar esclarecimentos sobre os relatórios de inteligência da Polícia Federal".

"Considerando sua dupla condição de protagonista da ações de Segurança Púbica e Delegado de Polícia Federal licenciado, as declarações do Secretário Estadual exigem atenção e sensibilidade redobradas. Sua percepção da conjuntura da Polícia Federal no Rio de Janeiro, com ressonância nos dados ora reunidos, reclama imperiosa apuração por parte do órgão incumbido do controle externo de suas ações", afirmam os procuradores da República Fábio Seghese e Marcelo Freire, do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial.

A íntegra da portaria pode ser consultada em: http://www.prrj.mpf.gov.br/atuacao/2009/PortariaICP-SRPF.pdf

PF AGUARDA SER NOTIFICADA

A Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro informou, agora à tarde, que aguarda ser notificada pelo MPF para prestar todas as informações solicitadas.

Piso de R$ 4.500 para policiais

Rio - PMs e bombeiros conquistaram uma importante vitória para fixação do piso salarial de R$ 4.500 em todo o País. Comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, que estipula o salário. O valor é 429% acima dos R$ 850 pagos para soldados PMs no Rio e equivale ao que recebe um capitão da corporação do estado.

A PEC estabelece a manutenção da hierarquia salarial e fixa valores maiores para as patentes acima de soldados. O texto aprovado só não traz um dos principais atrativos originais: a equiparação com os policiais militares e bombeiros do Distrito Federal, que paga o melhor vencimento do Brasil, inclusive, a soldados. A PEC a criação de um fundo federal para subsidiar os valores.

A igualdade faz parte da proposta original, de autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Ela é apontada por especialistas como arriscada, por representar a possibilidade de congelamento de salários dos policiais de Brasília. O deputado vai apresentar dois dos três destaques que serão votados pela comissão. A intenção é que o Plenário da Casa analise o texto original. O outro destaque que será apreciado foi apresentado pelo deputado Francisco Tenório (PMN-AL) e inclui os policiais civis na indexação salarial.

BOLSA OLÍMPICA' DE R$ 1500

O benefício que a União vai pagar a policiais civis e PMs do Rio ficará entre R$ 900 e R$ 1.500. O cálculo de impacto orçamentário já foi feito pelo Ministério da Justiça e caberá ao Ministério do Planejamento bater o martelo. A bancada do Rio já estuda apresentar emenda de R$ 900 milhões ao orçamento da União para garantir o benefício.

MP da bolsa da PM sai até o fim do ano

Até o fim do ano, a medida provisória que cria o incentivo para policiais do Rio estará pronta para ser enviada ao Congresso. "O objetivo do governador Sérgio Cabral é chegar ao valor de R$ 1.500 por policial. Vamos brigar para aprovar a emenda, já que uma medida provisória será redigida sobre o assunto", afirmou o deputado Simão Sessim (PP), autor da emenda fluminense para o 'Bolsa Olímpica'.

Hoje, há o 'Bolsa Formação' do governo federal para bombeiros, peritos, guardas municipais e agentes penitenciários. Para receber R$ 400, os servidores precisam participar de cursos. A diferença para a 'Bolsa Olímpica' é que não haverá obrigação de salário bruto abaixo de R$ 1.700. Delegados e coronéis terão direito. O estado promete que, em 2016, ano dos Jogos Olímpicos, a gratificação será incorporada aos salários.

Emenda para reaparelhar a segurança

A bancada de parlamentares do Rio se reuniu em Brasília e decidiu que destinará emenda ao orçamento da União para o reaparelhamento das forças de segurança. Proposta inédita do deputado federal Otávio Leite (PSDB) chegou a ser discutida: destinar todas as emendas de bancada - que historicamente chegam a R$ 300 milhões por ano - para a área de segurança pública. A ideia foi rechaçada pela maioria dos deputados.

"Sou a favor. Em 2007 destinei 100% das minhas emendas individuais para as polícias", afirmou Índio da Costa (DEM). Já parlamentares como Chico Alencar (PSOL) e Geraldo Pudim (PMDB) são contra priorizar uma área apenas: "É uma demasia. Temos que garantir saúde e educação também", afirmou Chico.

1ª DP (Praça Mauá) se mudará para o prédio velho do IML

Inepac

Diz o ditado: quando você pensa que a coisa está ruim, ela pode piorar.
Que o digam os policiais da 1ª DP (Praça Mauá). Instalada no prédio do antigo Departamento de Ordem e Política Social (Dops), no Centro, que infelizmente está caindo aos pedaços, a delegacia será transferida ainda esse ano para o também velho prédio do Instituto Médico-Legal (IML) onde ocuparão o primeiro andar. Nesse pavimento é que eram feitas as necropsias até pouco tempo. Em 2007, a antiga sede do IML foi classificada de "casa dos horrores" pelo secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que interditou parte do edifício.

A mudança de lugar da delegacia não é nada agradável mas tem um excelente motivo. O histórico edifício do Dops na Rua da Relação será, finalmente, restaurado.

O prédio de três andares têm mofo, as fiações estão expostas, há paredes esburacadas, vitrais quebrados, madeiras atacadas por cupins e ratos e baratas que dividem o espaço com os agentes. Nesse cenário caótico, além da 1ª DP, estão outras unidades da Polícia Civil, incluindo o museu da instituição. Há alguns meses o edifício chegou a ser interditado pela Vigilância Sanitária. O papel com o aviso até poucos dias atrás estava pregado no único elevador do lugar parado há tempos. Foi nele que Luís Carlos Prestes viu pela ultima vez sua mulher, Olga Benário, de acordo com o livro "Olga" de Fernando Morais. Ela foi deportada para a Alemanha onde morreu num campo de concentração.

Essa é apenas uma das milhares de histórias que o lugar abriga.

Segunda-feira, 16 Novembro, 2009

Segurança do Rio vai a Paris

O comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, e o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, foram a Paris, participar de uma feira na área de Segurança Pública, a Milipol 2009.
O evento na capital francesa, que completa 25 edições, é um dos mais importantes da Europa, e conta com a presença de policiais e fabricantes de materiais de segurança de vários países. A missão dos representantes da polícia fluminense, que só devem retornar no fim de semana, é conhecer novas propostas e tecnologia para o setor.

PM cria Ouvidoria Disciplinar Especial

Para evitar erros ou injustiças nos procedimentos disciplinares de policiais e ex-policiais militares, foi criada a Ouvidoria Disciplinar Especial, um canal que vai analisar os recursos e argumentos dos investigados. Em vigor desde outubro, o órgão tem o major Rogério Pereira da Costa como ouvidor.

O serviço atende a PMs e ex-PMs que respondem a processos administrativos (Conselho Disciplinar, Comissão de Revisão Disciplinar e Conselho Escolar de Disciplina), que queiram apresentar novos recursos em sua defesa. Os investigados serão ouvidos e as peças apresentadas, anexadas a um relatório, que será encaminhado ao Comando-Geral.

Cabe ressaltar, no entanto, que a Ouvidoria não tem função apuratória ou investigativa, mas analisa documentos e argumentos fornecidos pelos investigados, mesmo fora dos prazos formais dos procedimentos. A conclusão dessa apreciação será repassada ao comandante-geral que, junto com a Corregedoria, decidirá sobre a legalidade das informações e as medidas cabíveis em cada caso.

Para solicitar um atendimento, os policiais e ex-policiais devem ligar para 8596-7966 ou através do e-mail ouvidoriaespecial@pmerj.org


Sexta-feira , 13 Novembro, 2009

Ladrões deixam turista de cueca Copacabana

Um engenheiro francês passou por uma situação constrangedora na manhã de hoje, em Copacabana. Ele teve as roupas roubadas enquanto dava um mergulho no mar. Assustado e sem saber o que fazer, o turista ficou circulando pela cidade vestido apenas com uma cueca azul, até ir parar na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). Constrangido e chocado com o roubo, ele ficou sentado atrás do balcão da delegacia até uma amigo ir buscá-lo na unidade.

A vítima, que se identificou apenas como Pierre, contou que passeava pela orla e se encantou com o mar. "Ele não estava preparado para o banho, mas tirou as roupas e deu um mergulho. Enquanto isso, roubaram os pertences dele que ficaram na areia", contou um policial, resasaltando que também levaram dinheiro do engenheiro. Segundo policiais, ele apresentava hematomas no corpo, mas não revelou se foi agredido pelos ladrões.

Pierre pegou um táxi, mas não se lembrava onde ficava o hotel, em Ipanema. Depois de percorrer vários endereços, o taxista levou o francês para a delegacia. Lá, ele localizou o hotel pela internet e ligou para um amigo, que foi buscá-lo. Pierre não quis registrar o roubo. "Pra quê vão querer as minhas roupas? Se levar dinheiro ou câmera, até entendo. Mas levar a roupa é difícil de aceitar", reclamou o turista. Aos policiais, ele contou que foi sua primeira visita ao Rio e que decidiu fazer um último passeio antes de embarcar de volta para a França, hoje à tarde. Antes de chegar ao Rio, ele visitou pelo Amazonas.

Bastidores do crime

A denúncia do Ministério Público (MP) que desencadeou a terceira fase da Operação Têmis - que esta semana tirou de circulação parte do escalão intermediário da milícia 'Liga da Justiça' -, revela detalhes das atribuições de cada um dos 46 denunciados por integrar o esquema. Escutas telefônicas revelaram aos investigadores e promotores, por exemplo, que parte do bando era responsável pela negociação de armas e veículos roubados, utilizados em vários homicídios ocorridos em Campo Grande.

De acordo com o MP, a matança - que vitimou não só inimigos da quadrilha, mas famílias inteiras e testemunhas dos crimes cometidos pelos milicianos -, teve a participação de pelo menos três policiais militares. Ivo Mattos da Costa Júnior, o Tomatinho, que foi preso na operação de terça-feira, foi acusado não só por mortes, como de que usaria sua condição de PM para facilitar as ações do bando.
A denúncia aponta ainda que o PM Valdenir Menezes Pereira, o Monstrinho, foi preso em flagrante com uma submetralhadora pistol Uzi, calibre nove milímetros, e um carro usado na chacina da família de uma testemunha contra a milícia. Os promotores revelaram também que os denunciados pagavam propinas a policiais e que o organograma da milícia contava até com presidentes de diversas associações de moradores da região.


Família unida

No relato dos promotores, a ligação do escalão intermediário da 'Liga da Justiça' ia além da parceria nos crimes: muitos são unidos também por laços familiares. Denunciada como motorista e pessoa de confiança dos chefões da quadrilha, Andréa Loise Silva de Sobral, a Déia, foi presa esta semana junto com a irmã, Andressa Loise Silva de Sobral. Andressa, que segundo o MP coordenaria parte do bando e escondia as armas, também seria afilhada do chefão Ricardo Teixeira Cruz, o Batman, e mulher de Marcos Eduardo Cruz de Oliveira, o Furacão, um dos principais nomes do grupo e que, de acordo com investigadores, levou seu bando de Nova Iguaçu para apoiar a quadrilha de Campo Grande.

O irmão dele, Bruno Cruz de Oliveira, o Bicudo, é apontado pelo Ministério Público como cobrador de taxas a motoristas de vans, moradores e comerciantes, além de ser o guardião - em sua própria residência - de parte do armamento da quadrilha. Na denúncia, o padrasto de Andressa, o sargento Sebastião Correa Barros seria um informante do bando. Segundo o MP, ele era o comandante do Destacamento de Policiamento Ostensivo do KM 32, em Nova Iguaçu, e, além de usar viaturas nos crimes, também dava informações sobre operações da polícia contra a milícia.

Já os irmãos Diego e Alexandre Silva de Almeida, foram denunciados por juntos negociarem armas, praticar extorsões, sequestros, torturas e mortes de rivais. Apontado pelo MP como responsável pela instalação e cobrança de gatonet e homicídios, Bruno Luiz Pereira, o Bruninho de Cosmos, é cunhado de Tony Angelo Souza de Aguiar, o atual líder da 'Liga', que está foragido.

Quarta-feira, 11 Novembro, 2009

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou hoje proposta que endurece penas para grandes traficantes

A informação é da assessoria de imprensa do Ministério da Justiça

A proposta é para evitar que os chefões do tráfico passem com facilidade do regime de prisão fechado para o semiaberto. Substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o projeto eleva o prazo para progressão de penas por crimes comuns passando dos atuais 1/6 da pena para 1/3.

No que diz respeito a crimes hediondos, porém, foram previstos os prazos da legislação: 2/5 para réu primário e 3/5 para reincidente, já que a alteração é considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Se a proposta for transformada em lei, ao passar para o regime semiaberto, o condenado por crime hediondo será monitorado eletronicamente, por meio de tornozeleira ou pulseira eletrônica. O monitoramento também ocorrerá nos casos de condenação por crimes cometidos mediante violência ou grave ameaça. Além disso, a proposta estabelece que o juiz deverá exigir exame criminológico para definir a progressão para o regime semiaberto com a finalidade de avaliar se a pessoa representa perigo para a sociedade.

Na avaliação do secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay, a aprovação da proposta é importante por criar critérios mais rígidos para os casos de crimes hediondos. "Fizemos a alteração sem mudar os prazos estabelecidos na lei de 2007, o que seria inconstitucional", destaca.


Terça-feira, 10 Novembro, 2009

Cancelada licitação para compra de helicóptero blindado para a PM

O resultado sairia hoje mas o edital nem chegou a ser publicado. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (Seseg), havia divergências entre os integrantes da comissão técnica da Seseg, formada por funcionários da secretaria e policiais militares, sobre as especificações do helicóptero. Ainda de acordo com a secretaria, foram esses policiais que pediram para fazer as alterações. O novo documento já está sendo elaborado mas ainda não tem data para ser entregue. A secretaria depende dele para que a licitação comece.

De acordo com o edital anterior, a empresa vencedora teria um ano, a partir da abertura dos envelopes, para entregar o helicóptero. Com a elaboração de um novo edital, esse prazo vai se estender. O processo de compra da aeronave já dura um ano como O DIA noticiou mês passado. Ela foi pedida pelo Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) em novembro do ano passado quando a Subsecretaria de Gestão Estratégica da Seseg iniciou o processo para aquisição do helicóptero blindado. O dinheiro, pouco mais de R$ 12 milhões, para a compra da aeronave é da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e está na conta da Seseg desde setembro.

Sexta-feira , 6 Novembro, 2009

Beltrame se retrata

Na íntegra, a retratação do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, depois de dizer que "o Rio de Janeiro não é violento"


Por conta da repercussão de sua fala na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, ontem, na Câmara dos Deputados, o Secretário de Segurança José Mariano Beltrame gostaria de dar novos esclarecimentos.

O secretário fazia considerações gerais sobre as polícias e a criminalidade do Rio de Janeiro. Explicava que, não fosse a presença do narcotráfico armado com arsenal de guerra nos morros cariocas, a situação do Rio seria comparável com a maioria das metrópoles do país e do mundo.  O problema do Rio, dizia, é diferente, pois o Rio é único estado com disputa de território por facções, uso de fuzis e ideologia de enfrentamento. A população civil acaba convivendo com situações críticas nestas áreas de conflito. As áreas do Rio que não sofrem com a influência danosa da guerra de facções têm problemas típicos de qualquer cidade grande.  Mas mesmo as pessoas que moram nestas áreas distantes dos conflitos também são vítimas do contexto por conta do trauma que tais eventos provocam.

O secretário lamenta que, no ardor do debate, tenha dito que o "Rio não é violento", etc, etc... Há dois anos e onze meses no cargo, o secretário tem a exata dimensão dos problemas que enfrenta. Quem acompanha as ações da Secretaria de Segurança neste período -  repressão incessante ao tráfico armado, prisões de milicianos, plano de redução de crimes com metas, UPPs, "a política de enfrentamento" - saberá reconhecer que a última atitude tomada por esta gestão seria a de maquiar ou esconder os problemas da sociedade.

Entretanto, como gestor público e responsável pela política de segurança do Estado, o secretário se vê no direito de defender o Rio de Janeiro de críticas exageradas. Durante a audiência, o secretário queria dizer apenas que o Rio tem problemas sérios sim, que são únicos e críticos e por isso pedia alterações na legislação e um tratamento diferenciado da União. Mas que apesar do quadro, as soluções estão ao nosso alcance e que a realidade é melhor do que aquela que os críticos costumam apresentar.

De qualquer forma, o secretário aproveita a ocasião para se retratar com os moradores do Rio de Janeiro que sempre apoiaram suas ações.

Quinta-feira, 5 Novembro, 2009

"Rio não é violento"

A frase, do secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, dita ontem em audiência na Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados em Brasília, está muito distante dos números da violência no estado, principalmente das estatísticas de homicídios.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que de janeiro de 2007 a setembro desse ano, período de gestão de Beltrame, 20.255 pessoas foram mortas no estado. Os números são atualizados a cada mês pela Ong Rio de Paz (http://riodepaz.typepad.com/), que sempre faz protestos para chamar a atenção pelas mortes violentas.

O sociólogo Inácio Cano diz que o Rio tem 50 mortes por 100 mil habitantes. Segundo ele, esse número nos Estados Unidos é de 6 por 100 mil habitante, em alguns países da Europa é de 5 mortes por 100 mil moradores e que no Japão esse número é de menos um por 100 mil habitantes.

Quarta-feira, 4 Novembro, 2009

PEC 300: R$ 4,5 mil para PM e Bombeiros

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que aumenta substancialmente o piso dos policiais e bombeiros militares de todo o País, teve importante avanço ontem, na Câmara dos Deputados. O relator da proposta, deputado Major Fábio (DEM-PB), apresentou substitutivo que determina um piso de R$ 4,5 mil para as classes, incluindo inativos e pensionistas. Para não incorrer em inconstitucionalidade, o deputado evitou a vinculação do valor aos salários dos PMs e bombeiros do Distrito Federal, conforme o texto original.

A notícia foi bem recebida em diversos batalhões e comemorada por policiais militares do Rio. A comissão especial vai votar a proposta no próximo dia 17. Antes do processo final, a PEC também será votada pelo plenário da Casa.

Em entrevista à Agência Câmara, Major Fábio disse que a proposta tem como objetivo oferecer um salário mais digno aos policiais e bombeiros. O parlamentar afirmou que não pretende promover aumento excessivo de gastos: "Não queremos que um policial militar vá morar em um apartamento caro, na beira da praia. Queremos que continue onde mora, mas com dignidade, em uma casa própria e com conforto para a família".

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC 300, não gostou da modificação feita por Major Fábio e defendeu a vinculação dos salários com o Distrito Federal como indispensável.

FUNDO DE CUSTEIO

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou ontem a Proposta de Emenda à Constituição 41/08, que determina a fixação de piso salarial para policiais (civis e militares) e bombeiros e a criação de fundo com recursos federais para custear a complementação salarial dos grupos.

PROMESSA DE APOIO

O piso deverá ser definido por lei federal, assim como o prazo e as prioridades para implementação da medida. Antes de aprovar a legislação, que vai modificar o piso, o governo poderá garantir apoio financeiro aos estados que precisarem de complementação de recursos para pagar os policiais.

PRAZO DE UM ANO

Relator da proposta, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), incluiu emenda que estabelece que os recursos começarão a ser transferidos dentro do prazo de um ano, após aprovação da PEC 41/08, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci). A proposta teve apoio unânime.

Viúva da Mega-Sena tem prisão revogada

Foi revogada a prisão da cabelereira Adriana Almeida no início da tarde. Adriana é acusada de ser a mandante do assassinato do ex-marido, o milionário Renné Senna, em janeiro de 2007. A prisão foi decretada ontem pela juíza Roberta dos Santos Braga Costa , da 2ª Vara Criminal de Rio Bonito, depois de Adriana não ter sido encontrada na Fazenda de Rio Bonito, endereço que ela forneceu á Justiça.

Preso com notas falsas

Jonatha Santos Prata, 20 anos, foi preso, nesta quarta-feira, por agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), quando chegava de São Paulo trazendo cerca de R$ 12 mil em notas falsas de 50 reais. Ele foi capturado dentro de um taxi, próximo à Rodoviária Novo Rio, Centro.

De acordo com os policiais civis, Jonatha iria repassar as notas para adolescentes para que fizessem compras no comércio da região. Em troca, o criminoso ficaria com metade do valor que seria gasto. O falsário afirmou, em depoimento, que o uso de adolescentes na ação facilitaria o crime.

Segundo o delegado titular da especializada, Marcos Cipriano, o bandido vai responder pelo crime de circulação de moeda falsa. Ele foi encaminhado à carceragem da Polinter, onde aguardará decisão da Justiça.

Terça-feira, 3 Novembro, 2009

Nunca tantos deveram tanto a tão poucos

Com esta frase de Winston Churchill gostaria de me referir aos nossos policiais, tanto militares quanto civis, que estão diariamente na linha de frente no combate ao narcoterrorismo e ao crime em geral. São policiais mal pagos, com equipamentos ainda requerendo modernização ou mesmo a falta deles, mal reciclados, na imensa maioria das vezes dobrando seu plantão com o trabalho no 'bico' para sustentarem honestamente suas famílias, muitas vezes morando mal, até em favelas, policiais sem acompanhamento psicológico adequado, sem a tranqüilidade de saberem que suas famílias serão amparadas caso ocorra sua morte ou invalidez em serviço.
A culpa mesmo e não responsabilidade é do governo estadual atual? Não, evidentemente que não. São décadas de esvaziamento, de desmoralização, de salários aviltantes, de absoluta falta de equipamento nas polícias. São décadas se repetindo à exaustão que a polícia é 'violenta', 'corrupta', 'arbitrária',etc.,etc. . "Boca torta' do 'cachimbo' da esquerda brasileira, certamente... .
Cada policial, civil ou militar, que se encontra na frente de combate, arriscando-se a levar um tiro que pode ceifar imediatamente sua vida ou deixá-lo permanentemente inutilizado, é um herói. Cada policial que tira das ruas um criminoso é um herói. Cada policial que tira das ruas armas e drogas é um herói. São heróis anônimos, na maioria das vezes, que se expõe para manter os criminosos, no mínimo, sob controle, ou , podendo, tirá-los das ruas para as cadeias, ou caso resista para onde ele não fará mais mal à sociedade.
Os cariocas e fluminenses não tem o devido conhecimento que pelo menos 30 mil homens das duas polícias estão todos os dias nas ruas em cada recanto deste estado para frear a sanha dos marginais. São homens que saem de casa ou de seus locais de trabalho sem saber se voltarão para suas famílias e mesmo assim vão em frente cumprindo bravamente seu dever, ou além dele.
As nossas polícias, boas ou ruins, segundo cada um entenda, mal pagas, desequipadas, são a nossa última fronteira contra a barbárie. São a última linha de defesa do cidadão antes que a bandidagem tome definitivamente as ruas da cidade. E como disse sabiamente o juiz norteamericano Edward Becker " o mal sempre triunfará enquanto os bons se omitirem'.
Que cada um reflita bem, antes de generalizar suas críticas às nossas polícias, sobre o papel que cada um destes heróis desempenha em nosso dia a dia, sem que muita vezes nem percebamos isso.

Qual deve ser a prioridade da segurança pública para a Rio 2016?

Aumento e qualificação de efetivo, com investimento em equipamentos e salário
Investimento em projetos sociais par redução da desigualdade
Repressão máxima ao tráfico de drogas e às facções criminosas
Tolerância zero com todo tipo de delito no Rio


 
 
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