Ah! Tá!Reúnem-se, reúnem-se, reínem-se para chegar à conclusão óbvia que isso aqui virou um misto de Iraque com Índia. A população espera atitude de pulso. Algo como um confronto final. Não sei é se os policiais ganhando a miséria que ganham ainda estariam dispostos a morrerem por nós.
Mauro Castro
Ter, 27 Mai 2008 19:45:40 GMT

Comentário aguardando aprovação.

SUGESTÃO
1 - Realiza-se um estudo para estimar-se quantas armas existem nos locais de confrontos;

2 - Quanto uma arma corresponde pelo prejuízo causado a sociedade?

3 - O Estado define uma fonte de custeio.

3 - Ao chegar ao valor estimado, divide-se por dois: metade em prêmio ao denunciante por meio de senha permitindo o anonimato e a outra metade ao policial que realizar a apreensão.

Seria uma forma de estimular as denúncias e os policiais que em vez de apresentar as armas apreendidas, muita das vezes as revendem pela burocracia decorrente da ocorrência.

A população agradece!

Somando o fato que as apreensões somente dão status para o comandante da Unidade, não para os policias que realizaram as apreensões!

Difícil? Não, falta apenas vontade política!

Enquanto não conseguirmos estimular uma parceria publico-privada, ou seja população e estado, vamos acompanhar como simples observadores o aumento da criminalidade!

O último grande movimento social do nossos tempos se deu pela parceria do Transporte Alternativo e a população insatisfeita com a maneira de ser transportada, porque não poderíamos utilizar este exemplo para acabar com o crime organizado em nosso Estado?

Embora a mídia faça a cabeça da população afirmando existir uma máfia de vans, mas onde existe máfia sem dinheiro?

Quantos presidente de Cooperativas de vans estão ricos???

E quanto aos empresários de ônibus, vocês conhecem algum pobre???

Pensem nisto.
vanguarda (vanguarda@gmail.com)
Sab, 31 Mai 2008 09:08:38 GMT
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