190
È um absurdo o número 190, outrora pertencente à Guarda Civil, a famosa Radio Patrulha, hoje ser monopolizado pela Polícia Militar. Seus operadores deveriam ser da Secretaria de Segurança, de preferência tercerizados, e o número atender não só a PM, mas a Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, SAMU, etc, como é o 911 nos países civilizados. Os atendentes encaminhariam as ocorrências conforme a atribuição. Hoje o cidadão tem uma informação de um crime ocorrido e liga para o 190, e a informação vai para a PM ao invés para quem de direito. O que ocorre? A PM não repassa a informação à Polícia Civil, isto quando não manda a P2 ir no local e fazer a prisão arbitrária, sem flagrante, sem provas, que acaba sendo anulada. Por que não os atendentes repassar as informações para o órgão competente, de preferencia on line, de maneira que todos tivessem acesso ao cadastro de ligações, bem como as próprias ligações, ao número, que era para ser de toda a segurança do Estado, e não mais um poder a ser monopolizado pelos coroneis em prejuízo da população. Realmente alvitante o poder do coronéis PMs no Estado do Rio, e o descaso destes para com a população.
Edwaldo Paccola
Qua, 07 Jan 2009 03:16:26 GMT
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09/01/2009 02:24:00
Cadê Pretinha e seu dono?
Moradores da Tijuca tentam localizar cadela que acompanhava menino recolhido pela Operação Choque de Ordem. Entidades protestam contra tratamento dado à criança
Rio - O que começou como uma operação de ordem urbana terminou em uma incansável busca pela cadela Pretinha. A comovente separação de um menino de rua de sua companheira na Operação Choque de Ordem, na Praça Saens Peña, segunda-feira, mostrada pelo 'Informe do DIA', está mobilizando moradores do bairro, que não medem esforços para encontrar o animal.
Se você tiver pistas de Pretinha, entre em contato conosco!
Inconformado com o desaparecimento da cadela, Nelson Couto, 60 anos, começou ontem a campanha S.O.S Pretinha. Para ajudar o menino a reencontrar a cadela, ele pegou a charge de Aroeira, publicada em O DIA, e montou cartazes contando o drama e pedindo colaboração.
"Podiam ter aberto uma exceção. A única coisa que eles tinham era um ao outro. Os fiscais foram muito radicais. Quem foi o animal nessa história?", questionou Nelson, integrante da Associação Nacional dos Criadores de Caso Contra o Descaso.
Preocupada com a cadela, a presidente da Suipa, Izabel Nascimento, se comprometeu a cuidar do animal, caso ele seja entregue na entidade. "Se provarem que é a Pretinha, nós vamos castrar, vacinar e até colocar um chip nela gratuitamente", disse.
A cena de L., 14 anos, implorando, aos prantos, de dentro da van que levassem sua amiga, que se equilibrava nas patas traseiras, teve repercussão fora do Rio. Em nota, a presidente da Comissão de Proteção aos Animais da OAB/Cabo Frio-RJ, Bernadete Moog, repudiou o tratamento dado ao menino e a Pretinha durante a operação: "Estamos indignados com a forma cruel e injusta com que foi tratada a cadela Pretinha e seu dono, um menino pobre mas com um amor enorme no coração. Ambos estão sofrendo".
O secretário de Ordem Pública Rodrigo Bethlem prometeu empenho para promover o reencontro dos dois, mas a sua asseessoria de imprensa informou que não tem informações sobre o paradeiro do menino.
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COMENTO: O QUE ESSA SOCIEDADE REALMENTE DESEJA: ORDEM OU DESORDEM???
O Prefeito do Rio inicia seu mandato promovendo uma arruamção na casa chamada Operação de Choque de Ordem.
Essa operação tem por finalidade mostrar a presença e a atuação firme do Poder Público na segurança, na fiscalização e no controle de nossa cidade. É sua obrigação e o desejo de todos os cidadãos cariocas.
Os primeiros resultados foram estarrecedores. Um dos balanços, postei neste blog (05/01) e mostrou a bagunça em que se encontra NOSSA CIDADE!
O Poder Público, de forma planejada e previamente avisada, atacou em várias frentes e deparou com várias construções irregulares, comércio ilegal, transporte ilegal, moradores de rua, pedintes, etc.
Hoje, dou de cara com essa reportagem no O Dia online e me fiz as seguintes perguntas:
QUE TIPO DE VIDA QUEREMOS LEVAR?
EM QUE TIPO DE CIDADE QUEREMOS VIVER?
QUE TIPO DE SEGURANÇA QUEREMOS PARA NOSSA CIDADE? POR QUE RECLAMAMOS DAS NOSSAS POLÍCIAS?
POR QUE RECLAMAMOS DA VIOLÊNCIA?
Ontem, 08/01, ali mesmo próximo à Praça Saens Pena, enquanto alguns moradores(?) procuravam a "cachorrinha Pretinha e seu suposto dono-menino", por volta das 14h, com o sol "estalando" nossas cabeças, calor insuportável, trânsito infernal, uma senhora foi roubada à saída de um banco por um desses "meninos". "Meninos" esses que passam o dia perambulando pelas ruas do bairro procurando suas vítimas preferidas: idosos, mulheres desacompanhadas e crianças (principalmente as que voltam das escolas).
Os gritos da idosa foram reproduzidos pelos passantes em meio ao barulho do trânsito. O "menino" ágil e destemido, meteu-se rapidamente entre os carros e atravessou a Rua Conde de Bonfim com a mão na cintura, segurando algo sob a blusa, como se estivesse armado!
Se pegaram?
Estou tentando encontrar a resposta nas páginas deste jornal!
A idosa assaltada?
Foi mais uma vítima da violência instalada no Rio de Janeiro!
Tomara que alguem dessa "sociedade carioca" também se solidarize com essa idosa e faça uma campanha para localizarem a mesma e o "menino" que a roubou, assim poderão colocar os pingos nos "is"...
E O RIO GRITA POR SOS!
Anônimo
Sex, 09 Jan 2009 13:08:54 GMT
O RIO QUE GRITA SOS
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09/01/2009 00:56:00
Rodrigo Constantino: Bom começo
Economista, escritor e membro do Instituto Millenium
Rio - O choque de ordem adotado pelo prefeito Eduardo Paes no começo de sua gestão merece total apoio. Mesmo os pequenos delitos, se impunes, podem criar uma sensação de total desordem e propiciar uma epidemia de crimes. Os criminologistas James Wilson e George Kelling desenvolveram a teoria da "janela quebrada", segundo a qual se alguém quebra uma janela e verifica que ela não é reparada, obtém o sinal de que está autorizado a quebrar as demais ou mesmo atear fogo no prédio todo.
As pessoas reagem a incentivos, e a punição, inclusive para pequenos crimes, é fundamental para o estabelecimento da ordem. O ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani abraçou esta teoria com bons resultados para a cidade na década de 1980, vítima constante de vandalismo e bandidagem.
Como escreveu Sêneca, "longo é o caminho ensinado pela teoria; curto e eficaz é o do exemplo". Se as pessoas começarem a sentir que há ordem, que mesmo os pequenos desvios são punidos com rigor, então a "Cidade Maravilhosa" poderá voltar a ser realmente maravilhosa, já que hoje está decadente por conta do total descuido das autoridades.
No entanto, para esse choque de ordem surtir o efeito desejado, ele deve ser permanente. Não pode ser apenas uma manobra de pirotecnia do começo de mandato. Uma constante fiscalização se faz necessária.
Cesar Maia começou assim e acabou muito mal, trocando a administração por seu blog, e consumindo meio bilhão dos contribuintes para construir a Cidade da Música, em vez de cuidar de necessidades mais urgentes. Espera-se que seu ex-aliado, o atual prefeito Eduardo Paes, faça uma gestão melhor. O choque de ordem é bem-vindo. Tomara que ele tenha vindo para ficar.
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Apenas complemetando o post iniciado com a pergunta: "CADÊ A PRETINHA?"
E O RIO GRITA POR SOS!
O RIO QUE GRITA SOS (jhbastos7@yahoo.com.br)
Sex, 09 Jan 2009 17:10:20 GMT
O RIO QUE GRITA SOS
AOS DEFENSORES DA LIBERAÇÃO DAS DROGAS: PARA LER E REFLETIR !!!
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11/01/2009 00:39:00
Crack invade ruas da Zona Sul
Cenas de tráfico e consumo da 'droga da morte' se repetem todas as noites na calçada da Rua Pedro Américo, no Catete, a 100 metros da delegacia
Andréa Uchôa
Rio - Anoitece no Rio. A maior parte do comércio do Catete, na Zona Sul, já fechou as portas e começa a funcionar a Crackolândia da Rua Pedro Américo. Crianças, adolescentes e adultos, inclusive mulheres, se aglomeram na calçada para consumir crack até de madrugada. Além de fumar vorazmente as pedras da droga, alguns também cumprem a tarefa de 'aviãozinho', subindo o Morro Santo Amaro para buscar entorpecentes para quem não tem coragem de ir direto à boca-de-fumo.
O ciclo de tráfico e vício se perpetua por toda a noite. O que mais impressiona é que as cenas acontecem a 100 metros de uma delegacia de polícia: a 9ª DP (Catete). Crianças com idades entre 6 e 12 anos, adolescentes, homens e mulheres compartilham os cachimbos improvisados sem fazer questão de se esconder de quem passa pela rua. Tampouco se intimidam com a constante ronda feita por policiais do 2º BPM (Botafogo).
"Tem dias que chega a ter mais de 30 pessoas reunidas aqui na porta, usando e vendendo drogas a noite toda. A maioria é criança. De manhã, quando saímos para trabalhar, encontramos eles jogados pelas calçadas, completamente dopados. É triste e assustador", descreve um morador da rua.
"O que acho mais absurdo é que isso tudo acontece ao lado da delegacia. A PM passa aqui a noite toda e ninguém faz nada. Já fiz diversas denúncias à Prefeitura e tudo continua igual", reclama, indignada, a comerciante Danielle de Sousa, 27 anos, que mora há dois meses no bairro com o marido e uma filha de 10 anos. Ela já não consegue nem receber mais visita em casa porque amigos e parentes têm medo de ir à Rua Pedro Américo.
Na última semana, O DIA esteve na rua e registrou o drama vivido pelos moradores. A equipe de reportagem flagrou menores e adultos consumindo crack e vendendo drogas ao ar livre - sem serem incomodados por qualquer agente público. Na quinta-feira passada, entre 22h e 1h, sete viaturas do 2º BPM passaram em patrulhamento pela rua, mas nada fizeram para coibir tais práticas.
O ritual para o consumo do crack começa com a formação de pequenos grupos. Quando as pedras acabam, todos voltam a perambular pelas ruas próximas, pedindo esmolas com a desculpa de que é para comer ou levar alimento para casa. Outros ficam próximos à escadaria de acesso ao Morro Santo Amaro, esperando algum usuário de drogas chegar e pedir que subam para buscar entorpecentes.
Na quinta-feira, O DIA registrou um desses momentos: um homem chega, conversa com os garotos que estão sentados, fumando. Ele dá um trago no crack do grupo e depois um dos jovens sobe o morro, enquanto o homem fica sozinho esperando a encomenda. Ao receber o que pediu, vai embora tranqüilamente.
Assim, o jovem consegue dinheiro para comprar mais crack, que é dividido com os amigos. O ritual recomeça.
ROUBOS PARA CONSEGUIR A DROGA
ROUBOS PARA CONSEGUIR A DROGA
ROUBOS PARA CONSEGUIR A DROGA
ROUBOS PARA CONSEGUIR A DROGA
ROUBOS PARA CONSEGUIR A DROGA
Junto com o vício, a droga da morte traz a violência. "Quando não conseguem pedindo esmolas durante o dia, os garotos acabam cometendo furtos na região", afirma a comerciante Danielle.
E O RIO GRITA POR SOS!
O RIO QUE GRITA SOS (jhbastos7@yahoo.com.br)
Dom, 11 Jan 2009 10:05:23 GMT
O RIO QUE GRITA SOS
ALÔ SIMPATIZANTES! PRA QUEM PENSA QUE A DROGA SÓ TRAZ PROBLEMAS PRA SAÚDE TAMBÉM DEVERIAM SABER DAS DEMAIS FACETAS DESSA PORCARIA ANTES DE FICAREM DEFENDENDO A LIBERAÇÃO DA MESMA!
A DROGA É UMA DROGA! DESTRÓI! SUFOCA! INCOMODA!
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12/01/2009 00:55:00
Mal sai a PM, o crack volta
Um dia após denúncia de O DIA usuários da droga da morte exibem o vício nas ruas do Catete
Andréa Uchôa
Rio - Logo após a polícia inibir o consumo de crack por dois dias nas vias do Catete, Zona Sul do Rio, usuários da droga voltaram à Rua Pedro Américo, a 100 metros da delegacia do bairro (9ª DP). Era 9h45 de domingo e a Cracolândia - mostrada ontem com exclusividade por O DIA - já estava a todo vapor. No dia em que a denúncia foi publicada, equipe de reportagem voltou ao local e flagrou moradores de rua, muitos menores de idade, consumindo a 'droga da morte' em plena luz do dia, sem qualquer repressão.
"Eles não têm hora para se drogar. Não se preocupam nem com a polícia, quem dirá com o grande movimento de pessoas durante o dia", disse uma moradora.
Às 9h20, o menino W., de 12 anos, demonstrava estar desesperado para fumar uma 'pedra' - como chama a droga -, pois percorria a rua procurando sobras de crack pelos cantos das calçadas e no meio-fio. Como não encontra nada, ele pede esmolas nas redondezas. Às 9h40, volta com a droga e senta no batente de uma loja para fumá-la.
"Fumo porque dá onda e tira a fome. Como nem sempre temos dinheiro para comer, é mais fácil fumar para não sentir a barriga vazia", diz W., que usa crack desde os 7, quando fugiu de casa, em Japeri, para viver na rua.
Com apenas 12 anos, ele já não tem perspectiva de futuro. Perguntado sobre o que queria ser na vida, ele responde: "Nada. Se um dia eu parar de fumar, eu penso nisso. Hoje quero fumar".
Informado sobre a Cracolândia, o comandante interino do 2º BPM (Botafogo), major Gláucio Moreira, determinou que uma viatura ficasse na Pedro Américo na sexta e no sábado. Com isso, a Cracolândia não funcionou, mas ontem estava lá de novo. "Temos que fazer um trabalho de inteligência para pegar o traficante porque o usuário é fácil", disse. Já a 9ª DP (Catete) afirma que também está tentando identificar os traficantes para prendê-los.
CONSUMO INCOMODA VIZINHOS
O desespero de conviver há cerca de seis meses com a Cracolândia leva muitos moradores a pensar em se mudar. "Tenho vontade de sair daqui, porque além de desvalorizar nossos imóveis e nos amedrontar, ainda temos que ver crianças se matando com essa droga", diz um morador.
Outros, como a comerciante Danielle de Sousa, 27 anos, e a síndica de um prédio na Pedro Américo tentam soluções para o problema. "Já estou buscando informações para saber se tem como entrar com ação contra a prefeitura para obrigá-la a tomar uma atitude", afirma Danielle.
E O RIO GRITA PR SOS!
O RIO QUE GRITA SOS (jhbastos7@yahoo.com.br)
Seg, 12 Jan 2009 08:59:43 GMT
Comentário aguardando aprovação.
Comentário aguardando aprovação.
Saúde Pública
Tomara que exista alguém que crie mais casos, contra a omissão das autoridades, no que concerne à Saúde Pública, in casu, Vigilância Sanitária. Tento dar um "choque de ordem" na coisa, mas sozinho é difÃcil.Quando se fala em "Associação", presumo que exista uma sede, telefone, etc., etc.o que me interessa e muito.J.Molica
José Amélio Molica (jmolica@globo.com)
Qui, 20 Ago 2009 12:35:34 GMT