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Assassino de Policial Federal
Mais uma vez fica demonstrada de forma cabal a utilidade pública de matérias do O Dia como a que foi publicada sobre a crackolandia no Catete.
A reportagem foi determinante para que as polícias agissem no Catete e , além de apreenderem grande quantidade de crack e de maconha, prendessem também um criminoso que havia assassinado um policial.
Reportagem policial é assim que se faz.
Parabéns a toda equipe do Blog da Segurança do O Dia Online, em especial para a Editora Executiva de O Dia Ana Miguez e a repórter Andréa Uchôa e ao fotógrafo que realizou as imagens da crackolandia.
Segadas Vianna (segadasvianna@hotmail.com)
Ter, 03 Fev 2009 13:17:50 GMT
As boas noticias sobre o CRACK
O crack mata rápido. VERDADE. Graças a Deus os usuários em crack morrem rápido.
Os usuários podem morrer de mais de uma forma. VERDADE. Podem morrer de overdose, problemas pulmonares, na mão dos traficantes ou atropelados quando estão sobre o efeito da droga que tira a atenção deles.
Ricos também usam crack. VERDADE. O bom nisso é que pessoas com maior poder aquisitivo e que podem sustentar o trafico por mais tempo e assim contribuirem para a criminalidade armando os traficantes e gerando a violencia estão usando e vão acabar morrendo pelo uso de crack.
Não sei se do meu ponto de vista, o crack é algo tão ruim assim, afinal a velocidade com que mata acaba sendo um otimo agente no controle de pragas. Desculpem minha falta de sencibilidade, mas já ví coisas suficientes pra não dar a mínima pra essa gente!
Luciano Carriço (lucianocarrico@bol.com.br)
Ter, 03 Fev 2009 16:08:09 GMT
Concordo plenamente com o Sr Segadas
federal
Ter, 03 Fev 2009 16:15:39 GMT
Muito boa essa matéria. Aproveito para informar que também existe uma crackolândia próxima ao morro de São João, no Engenho Novo (próximo ao ponto final do 422).
Phoenix the Wizard (antoniogoestarot@gmail.com)
Ter, 03 Fev 2009 18:50:49 GMT
PERIGO NAS RUAS
Tenho assistido com muita preocupação o aumento significativo de apreensões de pedras de crack nas ocorrências policiais. Sou PM e já pertenci ao Programa Educacional de Resistências às Drogas da PMERJ. Há cinco anos não se ouvia falar em crack no Riode Janeiro, pois era droga típica da cracolândia paulista. Hoje, nas apreensões de entorpecentes no Estado do Rio, é raro não se achar crack no meio da maconha e da cocaína. O perigo habita justamente na rápida capacidade de dependência dessa droga. Como os efeitos são mais fortes, intensos e curtos, o usuário tem cada vez mais a necessidade de obter a droga, não medindo esforços e consequencias para tal, quer seja uma jovem vendendo seu corpo por uma pequena pedra ou um rapaz praticando roubo ou furto para conseguir dinheiro e saciar a vontade do organismo dependente da droga. Ganha o traficante mas perde o usuário, a família, a sociedade e a segurança pública. Tenho acompanhado a evolução da invasão dessa droga e confesso que em curto espaço de tempo (talvez 2, 3 ou 4 anos), estaremos sofrendo as consequencias da introdução dessa droga entre nossa juventude. è preciso que se faça uma pesada e intensa campanha de esclarecimento e conscientização nas escolas, nos jornais, nas faculdades e principalmente na TV, usando pessoas públicas que aindam possa ser sinônimo de exemplo para os jovens. Att Roberto.
Roberto (obrebor@bol.com.br)
Qui, 05 Fev 2009 11:45:18 GMT
Pior que estar conciente do assunto é vive-lo
è muito facil falar que bom que o craqueiro logo vai morrer, se ele não é seu irmão, filho da sua mãe?
Suzana (suzmax@ig.com.br)
Qui, 05 Fev 2009 20:27:28 GMT
Q BOM!!! Tomare q o Crak chegue pra ficar e q todos os usuários de drogas opitem por ele, pois assim esses manés vão morrer mais rápido e os traficantes vão ficar sem clientes!!! EBAAAAA!!!!
Mike Legal (wlozer@ig.com.br)
Sex, 06 Fev 2009 09:55:23 GMT
É isso aí Suzana. Eu não tenho mesmo irmão viciado. A família, um dos pilares da sociedade, declina do dever de formar cidadãos decentes e depois manda a conta para a sociedade que tem que mandar os polciais arbitrários prender os traficantes malvados que estão oferecendo droga para inocentes usuários.
Então o cara não sabe que porcaria ele está fumando?
É todo mundo mau: o PM, o traficante, o transeunte que passa indiferente, etc, etc. Só o viciado é inocente? É preciso responsabilizar de alguma forma o viciado (usuário, consumidor, recreativo, seja lá como quiserem denominar)
Anônimo
Sex, 06 Fev 2009 17:27:38 GMT
Suzana!
Você lembra quando o prefeito Cesar Maluco baixou decreto proibindo a criação de cães pitbull porque atacavam as crianças? Pois é, agora a sociedade comaça a ver que o traficante é na verdade um aproveitador. Se aproveita da situação, mas não coloca arma na cabeça de ninguém pra cheirar ou fumar. Mesmo que o faça leva um tempinho pro cara se viciar, logo o traficante teria de ficar muito tempo colocando a arma na cabeça do sujeito pra ele se viciar.
A droga é o maior flagelo da nossa sociedade mas a sua existência é condicionada diretamente ao usuário.
Acredito que está mais do que na hora da nossa sociedade parar com a hipocrisia de culpar só o traficante, a ocasião daz o ladrão e é isso o que acontece. Sem usuario não há trafico, sem donos ruins cães não morderiam as crianças, sem motoristas bebados carros não atropelariam pessoas e por fim sem um dedo o gatilho não dispara a arma. Lanço aqui uma campanha, RESPONSABILIDADE AOS RESPONSÁVEIS. Chega de inocentes mortos e feridos por culpa do inevitável...
Luciano Carrico
Dom, 08 Fev 2009 18:43:22 GMT
Usuários de crack
Eu não defendo, nem jamais defendi que dependentes químicos ( e 99% dos usuários de crack são dependentes químicos) sejam tratados como marginais, a menos que cometam outros crimes que não o uso em si da droga.
São pessoas dignas de toda a nossa compaixão, que deve se traduzir em solidariedade ativa, assim como suas famílias.
Só quem conhece uma família de um usuário de crack sabe o verdadeiro infernbo que se instala dentro da casa destas famílias.
Não há, pelo menos no Rio, clínicas especializadas em tratamento de usuários de crack ( e não venham me dizer que 'droga é tudo a mesma coisa' que não é)e os grupos de mútua ajuda, como o Narcóticos Anônimos, também não está preparado, ainda mais aqui no Rio, para prestar o apoio necessário.
Usuário de crack tem que ser segregado por um tempo, acompanhado depois por 24 horas e mais tarde, além de medicado, estudarem-se formas de tratá-lo, até mesmo utilizando-se do método da redução de danos.
Não há no Brasil hoje droga mais terrível e destrutiva do que o crack.
A nós, cabe apenas rezar para que a heroína e a metanfetamina não cheguem por aqui também.
E quanto a responsabilizar-se o usuário pela grande violencia é bobagem. Sempre houve usuários de drogas no Brasil , no Rio, desde a década de 60, e a violencia nunca foi assim. A violencia, essa onda imensa de crimes que nos atinge, é fruto sim da atuação de facções criminosas que se fortaleceram no primeiro governo Brizola, que misturou direito cidadão ao 'direito' dos criminosos.
A PM e a PCERJ dentro de suas imensas carências vem combatendo o narcoterrorismo, mas se não fecharmos as portas de entrada nas fronteiras com o Paraguai, Bolívia e Colômbia só vamos continuar enxugando gelo e as lágrimas das famílias dos policias mortos na defesa da sociedade e das famílias vítimas das drogas.
Agora, parafraseando novamente a turma da campanha da saúva , dos anos 50 (?), 'ou o Brasil acaba com o crack ou o crack acaba com o Brasil'.
Tenho dito.
Segadas Vianna (segadasvianna@hotmail.com)
Seg, 09 Fev 2009 10:13:50 GMT

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