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MAIS UMA MIGALHA
Sou policial Civil e não recebo hoje nenhuma gratificação, porque recebo R$200,00 a mais que o teto e não gostaria de receber esta também, gostaria sim de receber um salário DIGNO, gostaria que o GOVERNO se impenha-se para aprovar a PEC300/2008 E 340/2009, estes projetos de emenda a Constituição sim, mudaria muito a vida dos policiais não só do RIO, mas do BRASIL, muito embora entenda que os POLICIAIS do RIO mereçam um tratamento especial não só salarial,mas também psicologio, pois vivem em uma verdadeira GERRA CIVIL DEFLAGRADA.
Hamilton J.H.Leite (hjhleite@ibest.com.br)Sab, 31 Out 2009 14:04:12 GMT
GRATIFICAÇÕES = POLITICAGEM
Esses caras só podem estar de sacanagem!! Essa política de gratificações é discriminatória, eleitoreira e cria insegurança no seio da tropa!! O governo federal alardeia aos quatro cantos que é dele o dinheiro empregado nesses pagamentos! Até aí, morreu Neves! O governo do estado diz não ter condições de conceder um reajuste maior que 5%, que por sinal, ainda não foi sequer pago!! Ora, com que interesse, ou por quê os aposentados ou reformados não fazem jus a essas gratificações??? Quantos deles feridos à bala e que trazem seus aleijões ficarão de fora de qualquer desses benefício?? Seus salários também se deterioraram com a sequência de governadores politiqueiros, mentirosos e acima de tudo, insensíveis! Você policial civil ou militar, tome muito cuidado para não sair ferido e ficar com sequelas! É preferível que morra, caso contrário, ficará sendo preterido, cuspido como um bagaço de laranja!! Aliás, com esse seguro de vida, policial é comparado ao porco!! Vale menos vivo que morto!!
Luiz A C Lopes (luizclopes@gmail.com)
Sab, 31 Out 2009 16:48:27 GMT
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NUMEROS
ELES NAO ESTAM NEM AI PARA OS POLICIAIS, SOMOS NUMEROS:
ALGUEM SE LEMBRA? FOI ESTAMPADO PELO JORNAL O DIA :
PM não paga o enterro de soldado morto no Alemão
Rio - "Seja policial civil ou militar, foi mais um que morreu exercendo sua vocação. Fez um trabalho fantástico e merece o nosso reconhecimento". A declaração do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, desfez as especulações sobre a lotação do soldado PM Luiz Cláudio Melo, morto em apoio à Delegacia de Repressão à Armas e Explosivos (Drae) na guerra no Alemão. E fez com que policiais civis comparecessem em peso ao enterro, ontem à tarde, no Cemitério de Inhaúma.
Melo não recebeu honras militares nem teve o funeral pago pela PM. "Ele não estava de serviço pela PM. Existem normas que nem o comando-geral pode fugir", explicou o comandante-geral, Gilson Pitta. Houve comentários de que coronéis compareceram por determinação de Beltrame.
Policiais civis fizeram homenagens por conta própria. O enterro foi pago pelos amigos da Drae, à qual Melo ajudou por quatro anos. Aplausos, salva de tiros e chuva de pétalas de rosas caíram do helicóptero Águia. Agentes e delegados choraram abraçados. No fim, 400 vozes cantaram o Hino do Flamengo, paixão de Melo.
Horas antes, no velório, Karin, a filha de 9 anos, se despediu do pai, que não voltou para buscá-la, como prometera ao telefone antes de ser baleado. Ela recitou versos que escreveu e colocou sobre o caixão a faixa do clube. "Eram muito ligados, iam aos estádios. Ela está arrasada", disse uma prima.
Tenente-coronel Carlos Milagres, comandante do Batalhão de Choque, disse que o inquérito que apura a atuação de Melo no Alemão foi avocado pelo Quartel General. O delegado Carlos Oliveira afirmou que a família receberá pensão. Ele suspeita que o tiro que matou Melo pode ter sido de precisão.
caradorj (caradorj07@hotmail.com)
Dom, 01 Nov 2009 20:51:50 GMT
COOPORATIVISMO
ISSO AI, NÃO ENTENDO MUITO A CABEÇA DOS OFICIAIS, IMAGINEM SE FOSSE O CONTRARIO...UM SOLDADO APONTANDO A ARMA PARA CABEÇA DO MAJOR...A DPJ IRA AUTUALO POR TENTATIVA DE HOMICIDIO, E AI ???
LEI SECA :
Maj Oliveira teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, apontado uma arma para a cabeça de um tenente e ainda ensaiou fugir, atravessando o canteiro da Avenida Roberto Silveira, na saída do Túnel Novo, que liga São Francisco e Icaraí.
Até o comandante do 12º BPM, coronel Maurício de Moraes, precisou interferir e ajudou os policiais a levar o major até a 77ª DP (Icaraí). O tumulto começou às 4h30 e só acabou às 7h30, na delegacia. Ao ser parado, o oficial teria chamado o tenente de "moleque fedendo a leite" e de " merda", quando sacou sua arma.
Depois de dominado, ele foi autuado por desacato, arruaça e desobediência. Também perdeu a carteira de habilitação, foi multado em R$ 957,70, teve o carro rebocado para o depósito do Detran e perdeu sete pontos na carteira. Segundo o coronel Mário Sérgio, a exoneração do major será publicada terça-feira no Boletim Interno da corporação. Com mais de 15 anos na PM, Oliveira estava lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e aguardava ser nomeado para ocupar uma função.
Há um registro de processo judicial contra o oficial, de 2007, quando também teria chamado de "merda" uma soldado atendente do 190. Ele foi condenado a seis meses de prisão em regime aberto, com sursis em dois anos, pelo Conselho Especial de Justiça da Auditoria de Justiça Militar.
SR.CMT GERAL, QUEREMOS QUE A MÃO PESADA SEJA PARA OS DOIS LADOS , E NAO SO PARA OS PRAÇAS!!!! O SR.DEVERIA ORIENTAR A DPJM JA QUE ELE APONTOU A ARMA PARA A CABEÇA DO TENENTE EM ENQUARDA-LO NA TENTATIVA DE HOMICIDIO!!!
caradorj (caradorj07@hotmail.com)
Seg, 02 Nov 2009 08:49:27 GMT
PM exonera major por tumulto em blitz
Oficial se recusou a soprar bafômetro, apontou arma para colega e foi autuado em delegacia por arruaça
POR LUCIENE BRAGA, RIO DE JANEIRO
Rio - O comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, decidiu exonerar o major Fernando Correa de Oliveira, que, na madrugada de ontem, provocou tumulto ao ser parado em uma blitz da Operação Lei Seca, em Niterói. Segundo o relatório da fiscalização, o oficial dirigia o seu Honda Civic e apresentava "sinais etílicos".
Oliveira teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, apontado uma arma para a cabeça de um tenente e ainda ensaiou fugir, atravessando o canteiro da Avenida Roberto Silveira, na saída do Túnel Novo, que liga São Francisco e Icaraí.
Até o comandante do 12º BPM, coronel Maurício de Moraes, precisou interferir e ajudou os policiais a levar o major até a 77ª DP (Icaraí). O tumulto começou às 4h30 e só acabou às 7h30, na delegacia. Ao ser parado, o oficial teria chamado o tenente de "moleque fedendo a leite" e de " merda", quando sacou sua arma.
Depois de dominado, ele foi autuado por desacato, arruaça e desobediência. Também perdeu a carteira de habilitação, foi multado em R$ 957,70, teve o carro rebocado para o depósito do Detran e perdeu sete pontos na carteira. Segundo o coronel Mário Sérgio, a exoneração do major será publicada terça-feira no Boletim Interno da corporação. Com mais de 15 anos na PM, Oliveira estava lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e aguardava ser nomeado para ocupar uma função.
Há um registro de processo judicial contra o oficial, de 2007, quando também teria chamado de "merda" uma soldado atendente do 190. Ele foi condenado a seis meses de prisão em regime aberto, com sursis em dois anos, pelo Conselho Especial de Justiça da Auditoria de Justiça Militar.
OLHA AI HELNINHODERATOS...
ESSA É A TUA PMERJ? A MELHOR DO MUNDO? HAUHAUHAHA
HAUHAUHUAHUAHUAHUAHUAHAUHUAHAUHAUHAUHAUHUHAUHAUH
VAI TE CATAR IDIOTA.
Anônimo
Seg, 02 Nov 2009 08:51:31 GMT
OLHA SÓ
ESSA REPORTAGEM DIZ TUDO, OS HONESTOS NÃO PODEM SE MANIFESTAR PARA CONSEGUIR MELHORES SALARIOS :
Apesar de ser da bancada do Rio, o deputado Jair Bolsonaro (PP) faz jus ao "federal" da função e de seus irmãos de armas. Na semana passada, antes da passeata da PEC (à qual eu não pude ir por razões familiares), Jair conseguiu que aprovar na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional uma proposta que concede anistia a PMs de vários outros estados - não o Rio - que foram punidos por participação em movimentos de reivindicação de aumento salarial.
A greve de PMs é proibida, e há várias interpretações (depende do Estado e do juiz local) de que estes movimentos configurariam crime militar.
Jair Bolsonaro denunciou no plenário que cerca de 1.300 policiais estão sendo processados pelo governo estadual do Rio Grande do Norte.
A questão é que neste caso específico, o deslize foi do Estado: um acordo assinado em 2006 previa o Plano de Reestruturação do Código de Vencimentos e Vantagens dos Militares Estaduais.
Bolsonaro ressaltou a importância do papel da deputada Luciana Genro, do PSOL, que estendeu a anistia aos policias baianos punidos em 2001 e 2002 por causa de movimentos salariais.
Talvez, no caso do Rio, fosse mais saudável a prisão e a punição, para que se pudesse lutar abertamente pela anistia depois. Tenho certeza de que muitos preferiam assim a serem perseguidos como chegaram a ser.
ABSURDO!!!!!
caradorj (caradorj07@hotmail.com)
Seg, 02 Nov 2009 09:20:59 GMT
MAIS SEIS PMS FORA DE CIRCULAÇÃO. SE CONTINUAR NESSE RITIMO, METADE DA PMERJ ESTARA PRESA E EXPULSA. GRAÇAS A DEUS ISSO ACONTECERÁ:
Polícia Civil realiza operação para desarticular a Liga da Justiça
POR PAULA SARAPU, RIO DE JANEIRO
Rio - Mais de 300 policiais civis de delegacias especializadas e distritais, divididos em 150 equipes, participam nesta manhã de uma grande ofensiva contra integrantes da milícia Liga da Justiça, em vários bairros da Zona Oeste.
Eles tentam cumprir 46 mandados de prisão e mais de 100 de busca e apreensão. Entre os mandados de prisão estavam seis policiais militares, mas durante as buscas a polícia descobriu que três deles já estão presos. Até as 8h30, dez pessoas foram presas.
PMERJ: UMA INSTITUIÇÃO PSICOTICA, CRIMINOSA, GANGRENADA E EXTREMAMENTE VIOLENTA, ASSIM CONSTATOU O JORNAL DA FRANÇA LE MOND. UMA VERGONHA INTERNACIONAL...
Anônimo
Ter, 10 Nov 2009 09:24:09 GMT
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