q isso não sabia desse acidente
!!!
raq
Seg, 15 Out 2007 21:30:56 GMT
Landim, a compreensão desse tal minimalismo e delicadeza culinária concomitante ao chef globalizado, onipresente etc (até na Estácio!) está fora de meu alcance. Como ele começou tudo isso? Foi com boa cozinha mesmo? Ou estão nos enganando com marketing ?
Maria
Ter, 16 Out 2007 00:36:20 GMT
L. Maria, não se ganha três estrelas com marketing, muito menos 14. Leia o livro que recomendei e tire suas conclusões. É um superdotado para a cozinha e, principalmente, para o negócio da cozinha. Este, no mundo globalizado, talvez tenha sido inventado por ele. Com muito marketing, também, como em todo bom negócio que se preze. Taí, deviam fazer um filme sobre a vida de Ducasse, que já foi eleito pela Forbes como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. E tudo isso através da cozinha, da mais pura e celestial cozinha.
Pedro
Ter, 16 Out 2007 10:07:16 GMT
Não entendo patavinas de Gastronomia, mas só de ler os pratos que serviram ao mestre Ducasse, me irritei um pouco. Tudo bem, sou uma mulher irritadinha! Rsrsrs. Mas é que às vezes acho que os chefs inventam uns pratos loucos que não têm nada a ver. Tipo: caldinho de feijão com creme de chantilly e jiló em caldas. O Brasil tem tantas coisas boas a oferecer, que ninguém merece comer doce de jiló!!! Nada contra a erva, que aliás é uma delícia quando fritinha, mas porque não oferecer um doce de cupuaçu, por exemplo?
Beijocas,
Rafa.
Rafinha (rafacoeli@click21.com.br)
Ter, 16 Out 2007 10:11:41 GMT
Olha, Rafa, quem é fã de jiló teria gostado dele na compota, inteiro, natural. Também me amarro naquele jiló de boteco, refogadinho, tem o truque de dar uma passada na água com vinagre, se não me engano, pra tirar o amargo. Mas não me dei muito bem com o tal doce... Tinha um gosto incrível... de jiló.
Pedro
Ter, 16 Out 2007 22:29:41 GMT
Pedro, mais um post sensacional e delicioso de se ler. Linha Amarela e vinhos fizeram um efeito colateral ótimo. Poderiam ter servido doce de caju em calda, que, acredite, é um negócio que me deixou com os olhos cheios dágua na Bahia. ele cozinha durante não sei quantos dias no forno a lenha e quando parece queimado, está no ponto. Não sou contra as invenções com ingredientes tipicamente brasileiros, mas às vezes inventar demais tb pode ter soado meio over pro Ducasse, não? Enfim... Fato é que servi uma caipirinha de suco de caju para uma dinamarquesa uma vez e diante de uma cara péssima de desgosto, ela me respondeu com um sorriso amarelinho claro: hmm, exotic! será que o grande chef no fundo não pensou assim dessas invenções? beijos
karla
Qui, 18 Out 2007 03:05:48 GMT
Eu adorei o caldinho de feijão com chantilly. O jiló me parece que tem mais significado pra nós (pela transformação que sofreu) do que para um visitante que não conhecia nada de cozinha brasileira. Mas tava tudo muito bom, principalmente se pensarmos que o cardápio foi executado por alunos da escola. Ah, também adorei conhecer o Pedro!
Roberta Malta
Qui, 18 Out 2007 09:43:58 GMT
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