|
|
 |
|
|
 |
Setembro, 2009 Agosto, 2009 Julho, 2009 Junho, 2009 Maio, 2009 Abril, 2009 Março, 2009 Fevereiro, 2009 Janeiro, 2009 Dezembro, 2008 Outubro, 2008 Setembro, 2008 Agosto, 2008 Julho, 2008 Junho, 2008 Maio, 2008 Abril, 2008 Março, 2008 Fevereiro, 2008 Janeiro, 2008 Dezembro, 2007 Novembro, 2007 Outubro, 2007 Setembro, 2007 Agosto, 2007 Julho, 2007 Junho, 2007 Maio, 2007 Abril, 2007 Março, 2007 Fevereiro, 2007 |
| |
 |
| Ana Lúcia do Vale |
| |
|
|
|
Essa é para os fãs ansiosos do ogro Shrek. A rede Cinemark promove pré-estréias da versão dublada do desenho em todos os complexos no Brasil, de 7 a 10 de junho, sempre às 16h (em uma sala de cada cinema). Mais informações aqui: www. cinemark.com.br. Já os que forem esperar a estréia, no dia 15, podem comprar seus ingressos de uma vez. Os convites já estão sendo vendidos antecipadamente para os cinemas do Grupo Severiano Ribeiro. E ainda rola uma promoção: a compra antecipada de ingresso dá direirto a um brinde (máscara do filme). As vendas são efetuadas nas bilheterias do cinema ou através do site www.gsr.com.br.
Começa amanhã a 17ª edição do Cine Ceará - Festival Ibero-Americano de Cinema, que vai até o dia 8, em Fortaleza. Este ano, as produções latinas ganham ainda mais destaque, com filmes vindos da Guatemala ('As Cruzes', de Rafael Rosal), da Argentina ('Chile 672', de Pablo Bardauil e Franco Verdoia), Espanha ('De Bares', de Mario Iglesias), Peru ('Mariposa Negra', de Francisco J. Lombardi) e uma co-produção Cuba-Espanha-Venezuela ('La Edad de la Peseta', de Pavel Giroud). Na abertura do festival, amanhã, será exibido o longa 'Ilha da Morte', de Wolney Oliveira, uma co-produção Brasil-Cuba-Espanha. O festival será encerrado com o filme 'Madrigal', do cineasta cubano Fernando Perez. Estas duas exibições não fazem parte da mostra competitiva. Para esta edição do festival, foram inscritos 117 longas-metragens (66 de países ibero-americanos e 51 brasileiros). Destes, oito foram selecionados para a mostra competitiva. Os brasileiros 'Querô', de Carlos Cortez, e 'Patativa do Assaré - Ave Poesia', de Rosemberg Cariry, também fazem parte da mostra.
Murilo Benício não conhecia o diretor Paulo Sérgio Almeida (de 'Xuxa e os Duendes'; 'Popstar'; 'Sonho de Verão') antes de ser convidado para jantar com ele, e ler o roteiro de 'Inesquecível', que estréia dia 1º. Mas diz que encarou o projeto sem preconceitos. Faz sentido. A carreira de Murilo no cinema se divide em escolhas bem legais ('Os Matadores', 'Orfeu' e 'O Homem do Ano'), e os personagens açucarados ('Sabor da Paixão' e 'Sexo Amor e Traição'). 'Inesquecível' está na categoria dos açucarados (ele faz um ator que se casa com uma linda mulher, Guilhermina Guinle, e depois descobre que ela o traiu com seu melhor amigo, Caco Ciocler). Isso com um toque de sobrenatural, meio 'Ghost', mas sem a parte fofa.
 - Você não conhecia o Paulo Sérgio. O que achou de fazer um filme com um diretor que fez vários da Xuxa? Antes de mais nada, achei ele muito gentil. Mas confiei na produção da Mariza Leão ('Zuzu Angel', 'Guerra de Canudos', 'Doida Demais'). A história tem um pouco de Othelo, meu personagem é muito ciumento. -Você e o Caco Ciocler não tiveram medo de repetir seus personagens de 'América', em que também disputavam a mesma mulher? Apesar de a gente ter acabado de fazer a novela quando fomos para o set de 'Inesquecível', os personagens eram bem diferentes dos da novela. O bom de trabalhar com o Caco é que a gente se divertia no set. - 'Seus Problemas Acabaram' foi foi mal de bilheteria... Fiquei feliz de estar com os Cassetas. Foi uma oportunidade incrível. Mas acho estranho fazer um filme de um programa semanal. Qual o interesse de ver um filme desses? Me imagino no lugar do povo. - Mas 'A Grande Família, o filme' teve 2 milhões de espectadores... Se todos entendessem o segredo do sucesso, né? Não tem muita explicação. - Na TV, você homenageia vários atores com o Arthur, de 'Pé na Jaca', não é? Quis homenagear o Evandro Mesquita e o Pedro Cardoso. O Luiz Fernando Guimarães também, mas não consegui. Do Pedro, coloquei aquela mão na boca que o Arthur sempre usa quando está exaltado. No começo da novela, a voz parecia mais com a do Evandro. Sou fã da Blitz, vi o grupo nascer, ia ao shows deles na escola. Quando a Blitz surgiu, todo mundo queria fazer parte daquilo. E o Evandro é o estereótipo do carioca, com a voz arrastada, malandragem em demasia. Sempre achei ele engraçado. - O personagem não é muito caricato? O interessante é arriscar, nunca chegaria ao resultado atual se não tivesse corrido um risco grande. E em novela você tem 8 meses para acertar, se der errado, vai tentando fazer diferente.
A conversa com Rodrigo Santoro ainda rende... Com dois projetos de filmes engatilhados lá fora (leia mais no post de ontem), o ator acredita que 'Bicho de Sete Cabeças' foi um dos grandes responsáveis pelo impulso inicial da sua carreira lá fora. "O 'Bicho' foi, sem dúvida, um divisor de águas para mim. Um presente que recebi (nota do blog: como se vê, até Rodrigo Santoro, um ator que conquistou Hollywood, apela para o batido clichê da classe)". "O primeiro trabalho que fiz nos Estados Unidos, um filme para a TV ('The Roman Spring of Mrs. Stone'), do canal Showtime, foi através do 'Bicho', que havia sido apresentado num festival na França", recorda. Rodrigo diz que 'Abril Despedaçado' e 'Carandiru' foram outros trabalhos que abriram portas internacionais para ele. "O 'Abril' teve uma sessão de lançamento, pela Miramax, em Los Angeles. A produtora de 'As Panteras' me viu nesse filme e depois me chamou. Parece que a Drew Barrymore estava nesta mesma sessão, mas não a vi", completa.
A Zona Norte carioca ganhou o primeiro cinema 3D (Rubia, a outra titular desse blog esteve lá e aprovou). Agora, chegou a vez da Barra da Tijuca. Assim como o UCI Kinoplex do Norte Shopping, a sala 3D do Cinemark Downtown será aberta com o desenho 'A Família do Futuro', da Disney. A novidade estréia nesta sexta (será a sala 4 do complexo, que terá projetor digital com resolução acima de 2 K - a maior já utilizada no país). Agora as salas do Downtown também irão aderir ao sistema de lugares marcados.
 'Grindhouse', o filme-trash mais caro da história, chegou ontem ao festival de Cannes de maneira apropriada ao seu clima sanguinário. Mutilada, apenas metade da sessão dupla imaginada por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez foi exibida na mostra competitiva do festival.''Planet Terror', de Rodriguez, ficou de fora, mas 'Deatproof', de Tarantino, está na mostra competitiva, com o cineasta cheio de moral, badalado pelas badaladas revistas 'Cahiers du Cinema' e 'Première'.
Nos Estados Unidos, onde os filmes estrearam juntos em 6 de abril sob o nome de 'Grindhouse' - homenagem aos cinemas-poeira que exibiam filmes baratos de artes marciais, blaxploitation, ficção científica e terror nos anos 70 - causou mais estranhamento que adesão do público. Tanto que ele ainda não se pagou: dos cerca de US$ 53 milhões que custaram a produção, o filme faturou até agora pouco mais de US$ 30 milhões. Tarantino e Rodriguez, agora, apontam para o mercado internacional (inclusive o Brasil), onde os filmes serão lançados separadamente. Mesmo fora da competição, Robert Rodriguez circulava ontem pelo festival anunciando seu próximo projeto, um remake de 'Barbarella', ficção científico-erótica dos anos 60, estrelado por Jane Fonda. Quem também andou por lá foi Mickey Rourke, astro de 'Sin City', dobradinha entre Robert Rodriguez e Frank Miller. O ex-galã continua em franco processo de "enfeiamento", como comprova a foto abaixo. Hoje, ele quase não precisaria de maquiagem para interpretar o brutamontes Marv.

Rodrigo Santoro bem que tentou cultivar uma pancinha para viver o dono de uma marcenaria especializada na construção de mesas de sinuca em 'Não Por Acaso'. Estréia em longa-metragem do diretor Philippe Barcinski, que chega aos cinemas dia 7, o filme foi rodado em São Paulo depois do bem-sucedido '300'. "Deixei crescer uma pancinha que, infelizmente, não está muito visível. Só tem um momento em que se vê mais. Pedro, meu personagem, não freqüenta academia e não me preocupei em estar em forma", explica Santoro, que mesmo assim não surge barrigudo nas cenas em que não usa camisa. Foi um efeito sanfona. Primeiro, Rodrigo perdeu 10 quilos para a minissérie 'Hoje É Dia de Maria', da Globo. Depois, inflou os músculos e fez o rei persa Xerxes. "Fiquei preocupado quando ele chegou muito torneado. Rodrigo marombou para o '300' e não poderia ficar com aquele corpo do Xerxes", diz Philippe. "Ele comeu massa de um jeito colossal antes do meu filme", conta o diretor. Santoro também aprendeu a jogar sinuca. Afinal, Pedro ensaia jogadas de mestre - a trama fala de dois homens (ele e Leonardo Medeiros) que têm tudo sob controle, mas se tornam vítimas do acaso. "Sabia sinuca de boteco, mata-mata, com bolas vermelhas e amarelas. Foi um processo longo de trabalho", reconhece o ator. Com o slogan 'Dois segundos podem mudar a sua vida', o filme fala do destino. "Isso é uma coisa que sempre me ocorreu: a diferença que um segundo faz. A vida não espera. Claro que nem sempre é algo fatal", teoriza Rodrigo, que se envolve com Letícia Sabatella depois de perder a namorada (a novata Branca Messina). "Pedro tem dificuldade de se expressar afetivamente", diz. No Brasil para divulgar 'Não Por Acaso', Rodrigo quer seguir trabalhando lá e cá. Ele encerrou sua participação no seriado 'Lost', no episódio em que seu personagem, Paulo, é enterrado vivo. "Eu meio que sabia que teria uma trajetória. O meu contrato fica em aberto e vai depender da necessidade de trazer meu personagem de volta", informa. Ele confirma estar cotado para o filme 'Black Oasis', de Stephan Elliott (de 'Priscila, a Rainha do Deserto'), mas não sabe se fará mesmo a produção. "Quando há interesse no projeto eles divulgam que seu nome está relacionado, mas até acontecer são muitos passos". De concreto, Rodrigo estará em 'Redbelt', dirigido por David Mamet (de 'Hannibal'), com Tim Allen no elenco. Mas não se alonga sobre a fita. Ele também ajudará a na produção de 'Pagarás com Tua Alma', dirigido pelo ator Gero Camilo, com quem já contracenou em 'Bicho de Sete Cabeças' e 'Carandiru'. "Não sou produtor mas vou ajudar a captar recursos para ele concretizar esse filme", explica o ator. A trama se passa no Pantanal. "Somos sonhadores, artistas românticos", resume.
 Ganhando por tabela Rodrigo reconhece que seu nome "está sendo visto de outra forma" depois de '300'. "Ganhei um pouco mais de atenção, mas não sei até que ponto isso influencia", desconversa o ator, que concorre como melhor vilão no MTV Movie Awards. "Achei legal estar no meio de Jack Nicholson ('Os Infiltrados') e Meryl Streep ('O Diabo Veste Prada'). Quem escolhe os concorrentes é o público", empolga-se o ator. Ele faz graça quando o assunto é aumento de cachê após o sucesso de '300'. "Nossa, só se for para menor!", brinca. "Não sou um ator reconhecido, que traz bilheteria. Todos os trabalhos que fiz fora do Brasil sempre ganhei a diária do sindicato. Nesse sentido, nada mudou com o '300' porque minhas últimas opções, 'Black Oasis' e 'Redbelt' são filmes independentes", explica. E completa: "Nesses casos todos os atores serão remunerados da mesma forma. São filmes que você faz para trabalhar com determinado diretor." Aqui na TV O DIA você vê os bastidores da entrevista. Essa matéria acima foi publicada hoje na capa do Carderno D
Rodrigo Santoro está no Brasil para a pré-estréia, hoje, de 'Não Por Acaso', longa-metragem de estréia do diretor Philippe Barcinski que chega aos cinemas no dia 7 de junho. Leia amanhã no Caderno O DIA D a entrevista que fiz com o ator. Ele fala sobre os novos projetos fora do Brasil (está cotado para um filme e confirmado para outro, do diretor David Mamet). Santoro diz ainda que vai ajudar o ator e amigo Gero Camilo (com quem trabalhou em 'Carandiru' e Bicho de Sete Cabeças') a produzir seu primeiro filme como diretor. Ele comenta ainda seu trabalho em 'Lost', '300' e explica que ainda não ganha cachê de astro de Hollywood.
 O titular deste blog também bateu um papo com o diretor, Philippe, que falou da escalação de Santoro: "Não queria um elenco todo só de estrelas, mas fiz teste para escolher a menina que faz a namorada do Rodrigo. A primeira vez que você encontra com o Rodrigo, ele chama muita atenção pelo porte, pelo jeito de olhar".
Dono da voz de Shrek na terceira aventura do ogro, a partir de 15 de junho no cinema, o dublador Mauro Ramos está tranqüilo em relação às inevitáveis comparações com Bussunda, titular do trabalho nos dois primeiros filmes do personagem verdão. "Pela minha experiência sei que o público tem certa resistência a esse tipo de novidade no começo da sessão, mas depois embarca na história. Não imitei o Bussunda, fiz o meu trabalho", diz. Por uma ironia do destino, Mauro ganhou de novo o papel que já foi dele. "Dublei o Shrek no primeiro filme e recebi o cachê. Um mês depois eles chamaram o Bussunda por uma estratégia de marketing", recorda o dublador, que garante não ter se abalado. "Isso acontece com freqüência", minimiza.
 Ator há 28 anos e dublador há 18, Mauro não reclama da enxurrada de famosos nos créditos das dublagens. "As distribuidoras acham que isso ajuda vender o filme. Há casos e casos: bons filmes não precisam desse artifício para ter bilheteria", diz. Apesar de reclamar que os famosos ganham bem mais que os dubladores profissionais, Mauro não é contra a invasão. Para ele, atores de TV ajudam o público a ter "maior entendimento sobre a dublagem". "De modo geral a dublagem ainda é vista com preconceito. Acham que dublador é um ator menor, um cara frustrado", entrega. Ele já passou pela experiência de substituir uma voz marcante antes. Mauro dublou o cientista da trilogia 'De Volta Para o Futuro' quando a distribuidora lançou uma caixa de DVDs com os três filmes. "Havia a dublagem feita pela TV Globo, mas eles quiseram refazer o trabalho nesse lançamento. Os fãs tiveram uma resistência absurda. É aquela coisa do 'não ouvi e não gostei'. Mas agora com Shrek não vou sofrer tanto. Afinal de contas o Bussunda faleceu e não faria o trabalho."
 Nesta terceira aventura, Shrek assumirá suas tarefas como rei do reino de Tão, Tão Distante, ao lado de Fiona. "Mas ele quer pegar a mulher e voltar para o pântano. Para isso, terá que descobrir um herdeiro e irá convencer o jovem que será o futuro Rei Arthur a assumir o trono", adianta a trama o dublador. Matéria publicada na revista 'Tudo de Bom!' deste domingo.
Matheus Nachtergaele emprestou toda sua fúria para viver um agroboy em 'Baixio das Bestas', segundo longa do polêmico Cláudio Assis, em cartaz nos cinemas. No filme, ele encarou pesadas cenas de estupro e violência, especialmente na seqüência em que chuta a cabeça de Hermila Guedes (revelação de 'O Céu de Suely') depois de praticar sexo anal com a personagem da atriz. Em conversa com este blog, o ator rebate as críticas de que o filme é misógino e diz que Assis rodou um alerta. Ele falou ainda da sua primeira experiência como diretor, no filme 'A Festa da Menina Morta'.
 1) Como foram as filmagens de 'Baixio das Bestas' na Zona da Mata pernambucana? Matheus: A Zona da Mata é um lugar de usina e tem vida econômica de quatro meses. O resto do tempo é miséria, cachaça e violência. 2) Você disse que fica numa espécie de luto depois de um trabalho. Como é esse seu envolvimento com o personagem da vez? Depois que fiz 'Amarelo Manga' não queria ir embora dali, quis ficar. Mas hoje um pedaço meu não mora mais nas trevas. Sou mais limpo do que era antes desses filmes. Tenho feito um levante emocional em mim para meus personagens. No 'Baixio' busquei o pior em mim. É mais forte fazer dessa forma, até na hora de assistir ao filme. E isso gera maior dificuldade para sair do trabalho. Foi difícil entender que aquilo não era eu, mas só uma parte minha, no fim das filmagens. Mas não trata-se de ficar possuído. Tenho horror a ator possuído que não vê nada. 3) Parte da crítica classificou o filme como misógino. Qual sua opinião? Essa violência foi controlada pelo Cláudio Assis, que tem aprimorado o foco de discussão dele. Em 'Amarelo Manga' a violência acontecia nas relações entre as pessoas. A violência do 'Baixio' é contra a terra. O filme fala do machismo, da cultura sexual herdada do coronelismo, é uma história visceral, realmente um soco no estômago. Na cabeça daqueles homens a mulher é para ser vilipendiada, usada. Eles se acham donos dos corpos que violentam. 4) Você passou três meses em Barcelos (a 400 km de Manaus) rodando seu filme de estréia como diretor. Como foi essa experiência? Levei um elenco comigo daqui (Daniel de Oliveira, Paulo José, Cássia Kiss e Jackson Antunes) e usei muitos atores da região. Fui algumas vezes para lá antes de rodar o filme e conheci as pessoas e os lugares profundamente. A locação é incrível, ou a 'louca ação', como dizia o Paulo José. 5) Você mesmo disse que foi uma experiência radical, nem o celular pegava. Foi difícil convencer os atores a embarcarem nessa? O Dani (Daniel de Oliveira) se jogou para dentro do filme, o nome dele não tinha me ocorrido. Foi depois de uma chopada que tive a certeza de que era ele. Daniel é um ator com gira, ele vira o personagem. Todo mundo já saiu daqui bem esclarecido sobre o processo. E isso aproximou demais as pessoas, criamos uma trupe de verdade. O Jackson Antunes não é mais menino, já é um senhor. Mas me impressionou ao demonstrar sua disponibilidade emocional e física. O Paulo José voltou falando que era uma pena a gente não morar lá. Isso aqui é um excesso de tudo: carros, celulares e até de palavras. 'A Festa da Menina Morta' está agora em fase de montagem. "Queria estar com o filme pronto em novembro para exibir no Festival de Brasília", avisa.
Douglas Silva está perto de se despedir de Acerola, personagem do seriado 'Cidade dos Homens' que virou filme e estréia em agosto nos cinemas. Mas a parceria com Fernando Meirelles, que o revelou como Dadinho, em 'Cidade de Deus', continua. Douglas fará uma rápida aparição no novo filme do diretor, 'Blindness'. Trata-se da adaptação de 'Ensaio Sobre a Cegueira', do Saramago, para o cinema. O elenco principal é encabeçado por Julianne Moore e Daniel Craig, o novo 007.  Meirelles, que virou tutor de Douglas e Darlan Cunha, o Laranjinha, através de sua produtora, O2 Filmes, fala da sua relação com os atores que revelou em 'Cidade de Deus': "CDD ajudou a carreira de muitos atores como os irmãos Haagensen, o Jonatahan está hoje na Globo, e o Phelipe na Record, o Leandro Firmino, Alexandre Rodrigues, Roberta Rodrigues, Daniel Zetel e outros. Douglas e Darlan ficaram mais próximos pessoalmente, até hoje a conta bancária do Douglas é conjunta comigo, estratégia que inventei para não deixar ele torrar seu próprio dinheiro. Hoje ele virou um cara mais responsável. Espero voltar a trabalhar com esta galera novamente. São pessoas muito queridas. Família", define o diretor.

 O penteado diz tudo sobre o estado de espírito de Pedro, personagem de Rodrigo Santoro em 'Não Por Acaso', dia 7 nos cinemas. Ele começa o filme penteado (como na foto acima) para mostrar que é um sujeito metódico, capaz de estudar todas as jogadas que fará na sinuca. Há inclusive uma cena em Santoro arruma o cabelo em frente ao espelho, para reforçar esse traço do personagem. Mas é só perder a namorada (os dois na foto, a segunda de cima para baixo) num acidente, para Pedro se descabelar (literalmente) e passar o resto da trama de jeito, como abaixo:

Pedro ganha dinheiro fazendo mesas de sinuca e é um dono de uma marcenaria que foi do seu pai. No começo da história, ele está às voltas com a mudança da namorada, Teresa (Brana Messina) para a sua casa. Depois da morte da moça ele acaba se envolvendo com Lúcia, personagem de Letícia Sabatella. 'Não Por Acaso' é dirigido por Philippe Barcinski.
A bonitinha Fernanda Paes Leme conseguiu o que muitas de suas colegas globais sonham: 'fazer cinema'. Escalada para participar da segunda temporada do seriado da HBO, 'Mandrake', a atriz aguarda a estréia de dois filmes no cinema. "Agora no seriado vou contracenar de novo com o Marquinhos Palmeira (ele é o advogado Mandrake). Trabalhamos juntos em 'O Homem que Desafiou o Diabo', dirigido por Moacyr Góes, que estréia no segundo semestre. Também estarei no 'Podrecrer!', da Conspiração Filmes", conta Fernanda. No primeiro filme ela vive a prostitua Genifer. É a mocinha da história por quem Ojuara (Palmeira) se apaixona. Dirigido por Arthur Fontes, 'Podecrer!' fala da juventude carioca no começo da década de 80. Fernanda é Melissa, garota de 17 anos envolvida num triângulo com Marquinho (Gregório Duvivier) e PP (Sílvio Guindane).
 A atriz também fala da sua participação em 'Mandrake'. "Farei uma ativista ecológica muito divertida", conta Fernanda. Indicada ao Emmy Internacional na categoria de melhor série dramática, 'Mandrake' ganhará mais cinco novos episódios, co-produzidos pela Conspiração Filmes. Os roteiros são assinados por José Henrique Fonseca, Tony Bellotto, Felipe Braga, Claudio Torres e Claudia Tajes e a direção geral é de José Henrique Fonseca.
Pode ser aqui ou em qualquer lugar. Os pitboys até mudam de nome, mas estão presentes em nosso cinema: seja no Rio de Janeiro de 'Odiquê?' ou na Zona da Mata pernambucana de 'Baixio das Bestas'. Felipe Joffily radiografou o tipo, criado na Zona Sul carioca, em seu 'Odiquê?'. Em cartaz nos cinemas, o filme é protagonizado por Cauã Reymond, Dudu Azevedo e Alexandre Moretzsohn. O trio de amigos vai às últimas conseqüências (leia-se roubo e seqüestro) para conseguir dinheiro para passar o carnaval na Bahia.
 Já o polêmico Cláudio Assis choca em 'Baixio das Bestas' com os seus agroboys que estupram prostitutas e só tem cachaça e maconha na cabeça. Caio Blat e Matheus Nachtergaele vivem os pitboys do sertão. "Eles são o vômito da nossa sociedade. O tempo passa, a gente parece que se prepara para virar um ser humano melhor e isso não acontece", desafabou Matheus, numa entrevista a Cinelândia na semana passada.
O 'profeta' Thiago Fragoso é mais um que engrossa o time dos dubladores famosos de desenhos. O ator emprestou sua voz para 'Ratatouille', sétimo filme da parceria Disney/Pixar. Thiago dubla Linguini, um desastrado cozinheiro que vê nas mãos de um ratinho a possibilidade de se tornar um grande chefe de cozinha. O desenho estréia em julho.
Segundo a assessoria de imprensa do ator, Thiago esteve ontem em São Paulo para assitir aos vídeos. Na semana que vem ele entra dois dias em estúdios onde conclui todas as suas falas. O ator, que esteve recentemente em cartaz com a comédia 'Caixa Dois' voltará aos cinemas em versão carne e osso no segundo semestre no longa 'Ouro Negro'
A Warner divulgou esta semana os novos materiais (pôster e banners) de 'Harry Potter e a Ordem da Fênix', quinta aventura da série idealizada por J.K. Rowling para o cinema. O filme estréia no Brail dia 13 de julho. Com a frase 'A rebelião vai começar', o pôster traz o trio Harry Potter (Daniel Radcliffe), Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson) junto a outros alunos de Hogwarts. Harry, Hermione e Rony aparecem individualmente nos banners, sempre ao lado de um personagem malévolo da história. Veja só:
 



Segundo a revista 'Variety', Hollywood vai fazer uma nova seqüência de 'O Exterminador do Futuro' sem Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia em segundo mandato. O diretor James Cameron também está fora do projeto. A revista diz que os direitos do novo 'Exterminador' foram comprados dos criadores da série, Andrew Vajna e Mario Kassar, com previsão de estréia em 2009.
 Arnold foi o exterminador em 1984, 1991 e 2003, o mesmo ano em que foi eleito governador da Califórnia pelo Partido Republicano.
Do pernambucano Cláudio Assis, diretor de 'Baixio das Bestas', que estréia amanhã, revelando seus métodos de conduzir os atores: "Não dirijo o ator no set. Chamo ele para uma conversa. Dirijo na mesa, conversando, trocando idéia, tomando cachaça." 
Fernando Meirelles agora está envolvido com o projeto do filme 'Ensaio sobre a Cegueira', adaptação do célebre romance do Saramago, que será filmado com orçamento de U$ 20 milhões e deve estrear ano que vem. Conversei com o diretor há uns dias para uma matéria que saiu na revista 'Tudo de Bom!', sobre os cinco anos de 'Cidade de Deus'. A entrevista teve que ser editada, por questões de espaço, mas agora você lê aqui, na íntegra, o que Meirelles disse sobre sua carreira internacional.  "Fiz 'O Jardineiro Fiel' num impulso, não estava planejando começar a dirigir em inglês, mas novamente, aconteceu. Este filme acabou gerando convites para dirigir filmes maiores mas não tenho esse interesse. O que me atrai são os projetos em si e não os orçamentos ou as estrelas envolvidas. Também sou meio resistente a trabalhar em Holywood, ou para Holywood. ('O Jardineiro Fiel' é um projeto europeu independente, não há sequer um ator ou técnico americano nos créditos, apesar das pessoas sempre acharem que é filme de Holywood.) 'Cegueira', que é o meu próximo projeto também passa longe de Holywood, é um filme brasileiro e canadense com dinheiro japonês. Esse acho que será o caminho que minha carreira deverá seguir: filmes independentes internacionais de orçamentos médios, ou pequenos para padrões norte americanos."
O blog rottentomatoes fez uma lista de 100 adaptações de quadrinhos para o cinema, que começa com a menos votada, portanto a pior versão de todos os tempos, até a melhor. Entre os últimos colocados aparecem o realmente constrangedor 'O Filho do Máskara' e 'Elektra'. Já o melhor 'ever', segundo os críticos do blog, é 'Homem-Aranha 2'.
 A primeira aventura do cabeça-de-teia também ficou entre os mais bem cotados, assim como 'Ghost World' e 'M.I.B. - Homens de Preto'. Que tal dar uma olhada no resultado da eleição e dizer pra gente o que você achou?
Engana-se quem pensa que Maria Flor apareceu primeiro na TV. Revelada no longa 'O Diabo a Quatro', a atriz de 23 anos ganhou projeção na TV (ela estréia segunda como mocinha da nova novela das seis, 'Eterna Magia'). Mas não deixou mais de fazer cinema. Em cartaz agora no ótimo 'Proibido Proibir', do chileno Jorge Durán, Flor ainda vai aparecer em mais dois filmes este ano: 'Podecrer!', de Arthur Fontes, e 'Chega de Saudade', de Laís Bodanzky.  1) Como foi trabalhar com Jorge Durán em 'Proibido Proibir'? Maria Flor: Estava habituada a ter texto certo, mas o Durán optou por nos deixar improvisar. Fomos dando várias idéias durante as filmagens e ele viu que isso funcionava. Até agora foi o filme em que mais pude colocar o que eu pensava. Chegava no set e falava: 'Será que não posso dizer isso?'. 2) Em uma novela, que tem ritmo industrial, isso não é possível... Novela é outro veículo, né? Muitas vezes você tem que dizer o texto que está ali, mas é um trabalho que faço entusiasmada. No filme do Durán tinha a vantagem de ter o roteirista dentro do set, ele era também o diretor. 3) Você está ainda no filme 'Podecrer!', sobre a juventude da década de 80. Como foi o processo de trabalho neste longa? O filme se passa em 1981, ano em que eu nem era nascida. Claro que conheço muita coisa do rock brasileiro daquela época, mas aquela foi uma geração pós-ditadura. Conversei muito com minha mãe para fazer o filme. 4) E como é seu papel em 'Chega de Saudade'? A Bel é linda, uma menina sem vaidade nenhuma que trabalha numa central de cartão de crédito. Ela é acomodada e tem uma relação tranqüila com o namorado de anos, feito por Paulo Vilhena. O filme se passa num baile de terceira idade e isso muda a vida da personagem. 5) Bel não tem vaidade, mas você é sempre citada como uma atriz de estilo. Tanto que algumas das roupas que você usa em 'Proibido Proibir' são suas. Você se preocupa com o que veste? Adoro quando me perguntam como eu defino meu estilo. Bem, eu acordo e vejo se vou usar uma calça ou uma saia... (risos). E você? Qual o seu estilo? Falando sério, gosto de roupas bem femininas, de vestidos, saias e blusas fofas. Gosto de estar feminina e bonitinha.

Musa maior do cinema nacional nos anos 70, Sonia Braga estava muitíssimo bem-humorada na entrevista para promover a versão brasileira do seriado 'Desperate Housewives' esta semana, em São Paulo. A atriz, que viveu quase 20 anos fora do Brasil (atuou em filmes de grande e baixo orçamento e participou de vários seriados, como 'Sex and City' e 'Alias') será Alice, narradora da série 'Donas-de-casa Desesperadas' que se mata logo no primeiro episódio. Leia só o papo 'espirituoso' de Sonia abaixo.  1) Como é interpretar uma mulher morta? Sonia: Ela se suicida e decide narrar um seriado inteiro. Acho que vou ter que chamar a Jennifer (Love Hewitt, atriz que protagoniza a série 'Ghost Whisperer' do canal Sony) daquele programa que participei lá fora. O personagem dela se comunica com os mortos e poderia levar a Alice para o caminho da luz. 2) A TV Cultura vai reeditar o 'Vila Sésamo', você gostaria de participar? Pensa em trabalhar para criança novamente? Não sei se um novo 'Vila Sésamo' vai conseguir concorrer com o universo da criança de hoje. Elas não estão acostumadas com TV educativa. Mas eu estou curiosa para ver isso. Sempre quero fazer coisas para crianças. Cansei de ser gente, queria ser desenho animado. Já dublei a irmã feia da Cinderela para um desenho da HBO espanhola. 3) Disseram que você saiu da Globo brigada depois de 'Páginas da Vida'. É verdade? Meu contrato com a Globo era por tempo determinado. Se eu estivesse em Araraquara sem trabalho ninguém iria ficar me procurando, mas como vim para a Rede TV! querem encontrar alguma coisa. 4) Seu contrato com a Rede TV! prevê participação numa futura segunda temporada? Para falar de contrato melhor procurar meu advogado. Não sou casada porque odeio assinar papel e odeio festa. 5) Que tipo de dona-de-casa você é? Adoro arrumar as coisas dos outros, vou para a casa da minha irmã e já quero mudar a mesa de lugar.
Fábio Barreto deu um tempo no cinema para dirigir 'Donas de Casas Desesperadas', versão brasileira do seriado 'Desperate Housewives', parceria entre a Rede TV! e a Buena Vista Internacional. Investimento de mais de R$ 10 milhões, o programa está sendo gravado na Argentina desde o dia 23 e estréia em agosto. O diretor de 'O Quatrilho' e do tosco 'A Paixão de Jacobina' falou hoje, numa coletiva de imprensa em São Paulo, sobre o projeto da série: 1) O texto do seriado sofreu muitas adaptações? Fábio: É um texto muito rico e sua qualidade é comprovada. A adaptação respeita a dramaticidade e o humor crítico original. Não estamos gravando novela, seriado tem um timing diferente. O que nos dá mais trabalho são as gravações, temos que dar esse tempero brasileiro. Basicamente temos que adequar coisas específicas da nossa cultura. 2) O público que já acompanha o seriado vai ter interesse em rever toda a história dessas mulheres? Não temos nesse momento na TV aberta brasileira nenhum produto com a mesma qualidade do que estamos fazendo. 3) O que acha dos seriados produzidos aqui? No Brasil vejo uma acomodação nos diálogos dos seriados. Em 'Donas de Casa Desesperadas' muita coisa acontece enquanto elas conversam. Há um ótimo texto e muita ação. 4) Atrizes como Vera Fischer e Luana Piovani foram convidadas para a série e não aceitaram. Foi difícil escalar o elenco? A escolha do elenco é milimétrica e matemática. Cada ator foi escolhido para o papel que está fazendo. 80% da chance de um programa dar certo é ter texto e elenco certos. 5) Gostaria de desenvolver outros projetos para a TV? O telefilme é um produto que veio para ficar. Tenho planos de botar isso em prática na Rede TV!, mas hoje o tema da conversa é 'Donas de Casa Desesperadas'.  'Donas de Casa Desesperadas' traz em seu elenco Sonia Braga (ela é a vizinha que comete suicídio no primeiro episódio), Lucélia Santos (Susan, que virou Suzana), Teresa Seiblitz (Lynette que virou Lígia), Franciely Freduzeski (Gabrielle que virou Gabriela), Viétia Zangrandi (Bree que virou Elisa) e Isadora Ribeiro (Edie que virou Vera).
Tem coisa mais irritante que fila de cinema? Claro que tem. Mas você, caro leitor, há de concordar que é das coisas mais chatas chegar ao cinema e se deparar com uma fila enooorme à qual você é obrigado a se juntar ou corre o sério risco de sentar debaixo da tela (ok, tem gente que até gosta). Pois a partir de sexta-feira, seguindo o exemplo do Laura Alvim e Kinoplex Leblon, o Cine São Luiz, ali no Largo do Machado, começa a vender ingressos com lugares marcados. O cliente pode escolher a cadeira ao comprar o ingresso na bilheteria, no site do grupo Severiano Ribeiro ou no totem de auto-atendimento instalado no hall do cinema. E para ajudar as pessoas a encontrarem seus lugares (e evitar confusões), o São Luiz traz de volta uma figura desaparecida das salas de cinema: o lanterninha. Adorei a novidade. E vocês?
|
|
|