Setembro, 2009
Agosto, 2009
Julho, 2009
Junho, 2009
Maio, 2009
Abril, 2009
Março, 2009
Fevereiro, 2009
Janeiro, 2009
Dezembro, 2008
Outubro, 2008
Setembro, 2008
Agosto, 2008
Julho, 2008
Junho, 2008
Maio, 2008
Abril, 2008
Março, 2008
Fevereiro, 2008
Janeiro, 2008
Dezembro, 2007
Novembro, 2007
Outubro, 2007
Setembro, 2007
Agosto, 2007
Julho, 2007
Junho, 2007
Maio, 2007
Abril, 2007
Março, 2007
Fevereiro, 2007
Ana Lúcia do Vale

Sexta-feira , 26 Outubro, 2007

O cheiro do pó

Selton Mello mandou hoje para Cinelândia o trailer de 'Meu Nome Não é Johnny', filme em que ele interpreta o ex-traficante de cocaína e hoje produtor de shows João Guilherme Estrella. O filme de Mauro Lima, que estréia dia 11 de janeiro, conta como o garotão da Zona Sul se transformou no barão do pó do Rio na década de 90, sem pegar em armas ou se juntar a quadrilhas. Preso em 1995, Johnny cumpriu dois anos de pena em manicômio judiciário - a defesa alegou que ele era mais consumidor do que vendedor da droga - e teve sua história contada em livro pelo jornalista Guilherme Fiúza. Lançada em 2004, a biografia serviu de base para o roteiro do longa, que ainda tem no elenco Cléo Pires, Júlia Lemmertz, Cássia Kiss e André de Biase.
Abaixo, o trailer. Cinelândia gostou do aperitivo. E vocês?

Ah, por falar em Selton Mello, sexta-feira que vem, dia 2, o ator volta à TV na série 'O Sistema'. Criado por Alexandre Carvalho e Fernanda Young, o programa faz piada com a paranóia de segurança, controle e liberdade da sociedade. Vocês podem ler mais sobre a atração no caderno Televisão de O Dia, neste domingo.


Quarta-feira, 17 Outubro, 2007

Festival de Brasília terá novos de Lais Bodanzky, Júlio Bressane e Carlos Reichenbach

A comissão organizadora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgou ontem a lista dos filmes selecionados para a 40ª edição do tradicional evento, que este ano acontece de 20 a 27 de novembro na capital federal.
Entre os seis longas-metragens que concorrerão ao troféu Candango estão 'Chega de Saudade', comédia dramática de Laís Bodanzky que acompanha os freqüentadores de um baile da terceira idade, 'Cleópatra', de Júlio Bressane, e 'Falsa Loura', de Carlos Reichenbach. A competição de curtas em 35mm tem oito candidatos, enquanto a de 16mm conta com 18 títulos.
Na noite de abertura serão exibidos o curta 'Brinquedos Populares do Nordeste', de Pedro Jorge de Castro, que levou o Candango em 1977, e o longa 'Proezas de Satanás na Vila do Leva-e-Traz', de Paulo Gil Soares, eleito melhor filme do festival em 1967. No encerramento, dia 27, os convidados assistirão a 'Dezesperato' (1968), de Sergio Bernardes.


Confira abaixo a lista completa dos selecionados.

Longas 35mm
1. Amigos de risco, de Daniel Bandeira (88min, PE)
2. Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini (90min, RJ)
3. Chega de saudade, de Laís Bodanzky (92min, SP)
4. Cleópatra, de Julio Bressane (116min, RJ)
5. Falsa loura, de Carlos Reichenbach (101min, SP)
6. Meu mundo em perigo, de José Eduardo Belmonte (100min, DF)


Curtas 35mm
1. Busólogos, de Cristina G. Muller (12min30, SP)
2. Café com leite, de Daniel Ribeiro (18min10, SP)
3. Décimo segundo, de Leonardo Lacca (20min30, PE)
4. Enciclopédia do irracional e do inusitado, de Cibele Amaral (17min, DF)
5. Espalhadas pelo ar, de Vera Egito (15min , SP)
6. Eu personagem, de Zepedro Gollo (16min , DF)
7. Eu sou assim - Wilson Batista, de Luiz Guimarães de Castro (16min30, RJ)
8. O presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante (23min, PE)
9. Tarabatara, de Julia Zakia (23min, SP)
10. Trópico das cabras, de Fernando Coimbra (23min, SP)
11. Um ridículo em Amsterdã, de Diego Gozze (13min, SP)
12. Uma, de Nara Riella (13min, DF)

Filmes em 16mm
1. A volta do regresso, de Marcelo Valletta (14min, SP)
2. Amor blatídeo, de Ignácio Amaral (11min, DF)
3. Cascadura, de Felipe Cataldo e Godot Quincas (12min, RJ)
4. Cidade do tesouro, de Célio Franceschet (16min, SP)
5. Convite para jantar com o camarada Stalin, de Ricardo Alves Júnior (9min45, MG)
6. Coração de tangerina, de Natasja Berzoini e Juliana Psaros (15min, SP)
7. Criador de imagens, de Diego Hoefel e Miguel Freire (15min, RJ)
8. Era uma vez..., de Gisele Werneck, Byron O'Neill e Guilherme Reis (9min30, MG)
9. Esconde-esconde, de Alvaro Furloni (14h30, RJ)
10. Monstro?, de Alexandre Araújo (6min, SP)
11. Nação mulambo, de Sérgio Oliveira (12min, PE)
12. Náufragos, de Leandro Pinto (17min, SP)
13. O labirinto, de Gleyson Spadetti (13min, RJ)
14. Odeon, de Flávio Guirlard Vieira (10min, RS)
15. Olhos nos olhos, de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda (5min40, DF)
16. Sapaim, de Sorahia Segall (13min, DF)
17. Sistema interno, de Carolina Durão (17min. RJ)
18. Voltei para buscar os bolinhos, de Alessandra Brum e Sérgio Puccini (14min50, SP)


Terça-feira, 2 Outubro, 2007

Estréia promissora

'eu'/ divulgação
Amanhã é o último dia para ver 'eu' na mostra Expectativa do Festival do Rio. O longa de estréia do espanhol Rafa Cortés chegou ao festival respaldado pelos prêmios conquistados este ano no Festival de Roterdã, onde levou o Tiger Awards, principal láurea do festival holandês, e o grande prêmio da crítica internacional. O júri da Fipresci (Federação Internacional da Imprensa Cinematográfica) justificou a eleição de 'eu' "por sua intensa descrição da luta de um homem para adquirir uma identidade, a direção segura e a atuação magnética e articulada do protagonista".
No Festival de Cannes, Rafa, que é co-autor do roteiro com o ator Alex Brendemühl (de 'O Bom de Chorar', atração da Premèrie Latina do Festival do Rio), foi escolhido 'Revelação do Ano' pela mesma Fipresci. O cineasta de 34 anos nasceu em Mallorca, ilha espanhola onde se passa a trama do longa. Mais informações no site oficial.

Abaixo, a sinopse de 'eu', que passa amanhã (dia 3) às 12h30 e 19h, no Espaço de Cinema 2.
O alemão Hans chega numa aldeia da ilha de Mallorca, na Espanha, contratado para fazer trabalhos variados para compatriotas ricos. Ele é chamado para substituir outro alemão, também chamado Hans. Depois de um tempo, ele percebe uma atmosfera esquisita, carregada de coisas não ditas. Hans se sente culpado por algo que não fez. Mesmo quando ninguém o acusa, tenta demonstrar que é inocente. Vive o sofrimento de se sentir sempre perseguido até entender que o verdadeiro problema é ele mesmo.

Viva México

Leiam abaixo a entrevista com o ator mexicano Diego Luna, publicada hoje no Caderno O Dia D. Falei com o moço domingo, enquanto ele almoçava na tenda do Festival do Rio. De bom humor, Diego só reclamou da ausência de pimenta no bufê e, na hora de fazer as fotos, dos pedidos do fotógrafo para que sorrisse. "Então faz uma cara bem séria, de diretor", eu brinquei, e aí ele acabou rindo. Assim que terminar minhas obrigações diárias na redação, publico aqui informações que ficaram fora da matéria por falta de espaço no jornal.

Diego Luna faz cara de diretor sério/ Fábio GonçalvesO Festival do Rio só termina quinta-feira - e pode ser que o espanhol Javier Bardem ainda apareça por aqui -, mas ninguém tira do mexicano Diego Luna o título de muso desta edição da maratona cinematográfica. Revelado em 'E sua Mãe Também', em que contracenou com o melhor amigo e sócio Gael García Bernal, o ator de 27 anos está na cidade para promover cinco filmes.
Além de 'O Búfalo da Noite' e 'Mr. Lonely', nos quais atua, Luna assina a produção executiva de 'Déficit' (dirigido por Gael) e debuta na direção com o documentário 'JC Chávez'. "É uma maravilhosa coincidência. Me faz muito feliz, porque creio que é um festival importante e sobretudo porque o Brasil é um país onde meus filmes são pouco vistos. Espero que a visita sirva um pouco para azeitar a máquina", torce Luna, que chegou à cidade sábado à noite e foi direto para o Espaço de Cinema apresentar 'O Búfalo da Noite' ao lado do diretor Jorge Hernández Aldana.
Começada a sessão, a dupla foi a "um lugarcito" ao lado do cinema tomar cerveja e cachaça e, quando voltou, o público havia saído. "Foi horrível. Tivemos que ir ao Cabaret Kalesa, a um baile funk e à quadra da Mangueira e tomar mais cerveja e cachaça. Só às 6h30 comecei a esquecer a tristeza que me deu não falar com o público", brinca Diego, acrescentando que foi uma das melhores noites da sua vida.
O ator volta a falar sério sobre sua estréia na direção. 'JC Chávez' é um retrato do maior boxeador do México e também um painel das mudanças políticas e econômicas por que o país passou nos anos 80 e 90: "Foi uma época em que abrir o jornal era um exercício de masoquismo. Tivemos o terremoto (que arrasou a Cidade do México, em 1985), a desvalorização do peso, vários crimes políticos. Chávez era a única notícia boa, até que em 94 teve sua primeira derrota e sua ligação com (o presidente) Salinas o jogou no meio da crise. Quis mostrá-lo como o espelho do país".

Próximos projetos
O ator tem motivos para rir, não tem?/ Fábio Gonçalves"Estou longe de ser sex symbol. Tenho que falar, fazer piadas, jogar malabares, para que as meninas me dêem mole", garante Diego, ex-namorado da brasileira Alice Braga. Além da carreira de ator, ele toca a produtora Canana com Gael e Pablo Cruz. "Temos um poder no México que não teríamos em outro lugar. Em 2 anos fizemos 5 filmes", conta. E adianta novos projetos. "Vou fazer um minidocumentário sobre meio ambiente e estou escrevendo um roteiro. É sobre um menino...", resume Diego. Ele só reclama da falta de tempo para jogar futebol: "Era muito mentiroso quando criança. É uma sorte ter um trabalho que me deixa fazer isso".


Blogs e sites favoritos:

Revista Zé Pereira
Humor inteligente e outras idéias
www.revistazepereira.com.br

Variety e Cahiers du Cinema
Revistas internacionais
www.variety.com www.cahiersducinema.com

Críticos.com Outras opiniões sobre filmes em cartaz
www.criticos.com.br

Filme B e Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual

O mercado de cinema
www.filmeb.com.br www.ancine.gov.br/oca