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O nome Tuvalu significa “oito unidos”, na língua local, simbolizando as oito ilhas habitadas que formam um dos menores países do mundo, situado no Oceano Pacífico, no centro da distante Oceania. Com apenas dez centímetros acima do nível do mar – o ponto mais elevado não ultrapassa a marca de cinco metros – os 24 km2 de atóis de coral devem ser devorados pelas águas do Pacífico nas próximas décadas. Os 11 mil cidadãos que fazem parte da nação tuvaluana estarão entre os primeiros refugiados do aquecimento global e inaugurarão um triste capítulo na história do Direito Internacional: formarão uma nação sem território.
Sobre a questão do óleo de cozinha usado, recebi de Dina Costa o seguinte esclarecimento: Sabem aquele óleo de cozinha que vocês utilizam pra fritar batatas, bifes, salgados e etc? Tenho certeza que vocês têm conhecimento de que ele não deve ser jogado fora na pia após a utilização, correto? Pois isso causa um desequilíbrio ecológico, sendo escoados em rios, sufocando peixes e outros seres vivos existentes. Agora a pergunta: o que fazer com este óleo? Existe uma empresa de reciclagem de óleo usado no Rio de Janeiro, que recolhe esse óleo usado. Este óleo é empregado como matéria-prima para diversas indústrias: saboeiras e de detergentes, de ração animal e até na produção de biodiesel. A partir de hoje, reservem o óleo usado em garrafas Pets, após juntarem três garrafas, liguem para o Disque Óleo Vegetal Usado: Telefones: (21) 2260-3326 / (21) 7827-9446 e-mail: contato@disqueoleo.com.br Acessem http://www.disqueoleo.com.br Com a reciclagem, o óleo usado passa a ter um destino útil. Informe esta ação para o maior número de pessoas! Contribuir para a preservação do meio ambiente é mais fácil do que imaginamos. Podemos começar pela cozinha da nossa casa!
A comunidade agradece, Dina!
Ainda bem que cheguei a tempo. Não fosse a minha presença na cozinha e a empregada teria despejado um litro de óleo de soja usado no ralo da pia. Expliquei a ela que atitudes impensadas como aquela estão destruindo o planeta. Nossa colaboradora ficou arrasada quando soube que um litro de óleo destrói a qualidade de um milhão de litros de água. Certamente, imagens de um monte de peixinhos mortos vieram à sua cabeça, pois não era a primeira vez que descartava o óleo de forma tão danosa. Tranqüilizei-a, orgulhoso por ter salvo um milhão de litros de água e todos os peixinhos que cabem nesse volume. Já mais calmo, expliquei-lhe que o óleo usado pode ser reaproveitado na produção de combustíveis, sabão, sabonete, etc. E que o mais correto seria guardar o óleo usado em embalagens pet. Foi quando, então, a nossa secretária fez a pergunta crucial: - E, depois, o que a gente faz com esse óleo? Confesso que pensei, pesquisei, procurei me informar e na falta de uma resposta concreta, disse-lhe apenas: - Deixa guardado, ali no cantinho. Alguém sabe o que devo fazer com aquele óleo? A quem devo recorrer para recolhê-lo? Não basta conscientizar a população. Os órgãos públicos, principalmente, devem agir com atitudes concretas. O óleo ainda está lá. 
Mais de dois terços do nosso planeta é constituído de água. Porém, apenas 3% dessa água é doce. E, mesmo assim, 2% desse total encontram-se nas geleiras. Os cientistas estimam que nos últimos 100 anos o consumo de água potável cresceu 6%. Atualmente, um terço da população mundial já sofre com a escassez do produto. Mais uma vez, as estimativas são péssimas: dentro de 20 anos vai dobrar o número de pessoas que se encontram nessa triste situação. Pense nisso quando observar um vazamento ou uma torneira gotejando. Aquele pinga-pinga contínuo provoca um desperdício de até seis mil litros de água por mês. Regule a válvula de descarga do banheiro. Ela representa 33% do gasto de água de uma residência. 
Nem só de gorilas, nossos parentes mais próximos na árvore genealógica da evolução, se compõe o drama do mundo animal. Das 7.700 espécies ameaçadas de extinção, 1.090 são mamíferos e entre eles destacam-se algumas “estrelas” dos Zoológicos do mundo inteiro. Tigres – Eram mais de 100 mil há um século; atualmente, restam menos de 6 mil no leste da Ásia. São caçados para a venda da pele, dos ossos e órgãos genitais usados na fabricação de remédios da medicina oriental. Hipopótamos – Só existem na África. Em 1994, eram 160 mil; hoje, são menos de 130 mil. No Congo, a população desse animal foi reduzida de 30 mil para 1.500! São caçados para a venda da carne e extração dos dentes, usados em jóias. Orangotangos – São encontrados no Sudeste Asiático, onde 80% de seu habitat foi devastado nos últimos 20 anos. A sua trajetória é caótica: nos últimos 100 anos, a população desse animal foi reduzida em 91%. Restam apenas 30 mil espécimes. São caçados por causa da carne e vendidos como animais de estimação. Rinocerontes-negros – Ainda são encontrados na África do Sul, na Namíbia, no Quênia e no Zimbábue. Entre 1970 e 1994, o número de animais foi reduzido de 60 mil para 2.500. Um esforço de conservação realizado nos últimos anos permitiu que a população crescesse para 3.600. São caçados por causa dos chifres, usados na China para fazer remédio e artesanato. Elefantes africanos – Em 60 anos, a população foi reduzida de 5 milhões animais para 700 mil. São caçados para a venda das presas de marfim. Fonte: Veja; foto Reuters  Numa feira do Togo, partes de animais em extinção a preço de banana

Impedidos de entrar na reserva do Parque Nacional do Virunga, na República Democrática do Congo, madeireiros e carvoeiros daquela região empreendem um cruel projeto de retaliação. Pelas mãos de seus capangas, estão massacrando gorilas-da-montanha, espécie em extinção que reúne menos de 700 exemplares naquele país e nas vizinhas Ruanda e Uganda. É assim que tentam intimidar as autoridades que se interpõem no caminho da devastação. Nos últimos sete meses foram mortos nove gorilas, entre eles seis integrantes da família Rugendo (incluindo uma fêmea e o bebê que carregava no ventre) – na foto do alto, camponeses carregam nos ombros uma das vítimas do massacre de julho. Alguns dos gorilas mortos estavam parcialmente queimados e junto a eles foram encontrados dois filhotes vivos – cada um avaliado em 10 mil dólares no mercado negro de animais selvagens. Semana passada, a Natureza deu a sua resposta. Celebrou o nascimento de mais um gorilinha, um macho filho de Bilabi (na foto de baixo), a única fêmea adulta da família Munyaga, que também habita no leste do Congo. 
Fontes: Veja e Folha de São Paulo, com informes da Wildlifedirect; fotos de Brent Stirton/ Getty Images e Reuters
Não faz muito tempo, a gente acordava com a algazarra que ararinhas, maritacas e papagaios promoviam no dendezeiro. O bando vem lá da Serra do Grajaú, de onde também se escamoteiam os sagüis, que fazem malabarismos e acrobacias ao longo dos fios que acompanham o traçado das ruas que serpenteiam os condomínios incrustados nesse cantinho de Jacarepaguá, a Amazônia Carioca. Enquanto araras trincam pinhas no alto da palmeira, do outro lado da rua, numa amendoeira, a balbúrdia impera. Revoltados com a ação dos sagüis, apanhados em flagrante ao saquear seus ninhos nas primeiras horas da manhã, bem-te-vis partem para a retaliação. Dão rasantes sobre os invasores, lançando-lhes contundentes bicadas. Não demora para que sabiás reforcem o grupo e, com eles, pardais. Unidos, os pássaros partem para a luta armada, rechaçando os ladrões de ovos. Apesar da agilidade que possuem, os sagüis não conseguem reagir, nem fugir. Agarram-se como podem à fiação e ficam à mercê do castigo impiedoso. Como verdadeiros caças, aves fazem manobras ousadas e arriscadas por entre a folhagem das árvores. Ararinhas, sabiás e sagüis continuam aparecendo, mas não com a mesma freqüência. Hoje, em vez daquela algazarra, o que nos acorda é o ronco insaciável das motos-serras, que derrubam, inapelavelmente, as amendoeiras que causam um verdadeiro furor à vizinhança. Sim, essas árvores frondosas e desajeitadas insistem em quebrar o cimento das calçadas e sujar o quintal alheio, esparramando pelo chão um festival de folhas queimadas e barulhentas. As pessoas se esquecem da sombra amiga do verão e já não possuem a menor paciência para passar o outono e parte do inverno de vassoura na mão. Abaixo as amendoeiras! E lá vem a moto-serra... Sem ninhos para gerar desavenças e amendoeiras para sujar os quintais, a “violência” por aqui está prestes a acabar.  Amendoeiras florescem, dão sombra mas, infelizmente, quebram a calçada e sujam o chão
No tempo da “vadiagem”, quando a polícia pedia a Carteira de Trabalho para identificar o cidadão, o termo “fiscal da natureza” era usado de forma pejorativa, rotulando a turma que gostava de ficar na sombra do boi. A expressão foi atualizada pelo Aurélio, que define o “fiscal do meio ambiente” como “pessoa que não trabalha, e vive cômoda e prazerosamente.” Os tempos mudaram. O cidadão já não pode depender da Carteira de Trabalho para defender a sua ocupação, já que o empregador é o primeiro burlar as obrigações trabalhistas. Diante da violência que se instalou nas metrópoles e da aridez do mercado, a Polícia não tem mais tempo nem argumentação para autuar ninguém por “vadiagem”. Sobrou a Natureza, que também já não é mais a mesma. Acumulando os mais diversos tipos de agressões, esta Senhora ainda resiste aos trancos e barrancos. A Mãe Natureza já é avó e, em função de do descaso de seus filhos e netos, carrega consigo um monte de doenças que vem afetando a todos nós. Dizem até que está (estamos) com os dias contados. Em nome das futuras gerações, não devemos permitir que esses maus-tratos continuem. Criamos este espaço para trocar idéias, emitir opiniões e se, necessário até, denunciar agressões ao meio ambiente. Em nome do futuro, seremos Fiscais da Natureza, sim. Com muito orgulho.  Estamos juntos, de olho na Natureza!
Foto Tim Laman, National Geographic
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