Um site de vídeos de música com tecnologias do YouTube foi lançado esta semana. O Vivo reúne vídeos de estrelas como Michael Jackson e U2, respeitando as restrições de copyright, como exigiam as gravadoras. O site permite montar playlists e assistir a vídeos em alta resolução de artistas da Universal, Sony e EMI.
Apesar de o público brasileiro ser aficionado pelo YouTube e por música, o site não pode ser acessado a partir do Brasil. Outros conteúdos em alta definição também tem sido bloqueados para o público brasileiro. O problema de sites que exigem muita banda, como o YouTube, é que a audiência abaixo do Equador pode ser grande, mas é considerada difícil de ser transformada em lucro.
Como diria o Ibrahim Sued: Sorry, periferia.
O site do YouTube publicou um vídeo em que a cantora Rihanna dá aos boas-vindas aos usuários.
O especial "Por toda minha vida" sobre Raul Seixas, exibido ontem, foi um presente para os fãs. O programa já está no YouTube, divido em seis partes, e o link foi publicado no Twitter. Quem dá a dica é o escritor Paulo Coelho, parceiro de Raul em várias músicas.
"Condições meteorológicas adversas" deixam 12 estados sem energia elétrica. Foi um Katrina? Não. Foi uma tsunami? Não, nem outra hecatombe qualquer. Então só pergunto o seguinte: e se fosse o dia da final da copa de 2010? E se fosse no dia de abertura da Olimpíada? Estaremos assim tão à mercê da Natureza?
Dia desses, um amigo que considera o computador uma máquina de escrever metida à besta, contou meio sem graça que quase pagara um King Kong numa reunião de trabalho quando, ao abrir o navegador para mostrar um projeto, uma página de conteúdo adulto se abriu, sem que ele quisesse, é claro. "Uso o mesmo notebook para tudo, em casa e no trabalho, não posso acessar essas coisas", comentou resignado.
Esse meu amigo não chega a ser daqueles que consideram o drive de DVD um porta-copos (como um outro amigo em comum, que deve achar o computador uma máquina de escrever piorada), mas tem pouca paciência e interesse nenhum em informática. Provavelmente por isso ele não conhece o recurso de navegação privativa, disponível tanto no Firefox 3 quanto no Internet Explorer 8 (com o nome de navegação InPrivate). A navegação privativa permite que você visita os sites que bem quiser sem deixar rastros no computador. O provedor de acesso, ou administrador da rede da sua empresa, pode registrar por onde você andou, mas isso é outra história.
Os navegadores passaram a gravar algumas informações para facilitar a vida usuário. Por exemplo, você lê o Flip do DIA todo dia e para acessá-lo precisa informar nome e senha. Se quiser, o navegador pode gravar essa combinação e livrar você de decorar mais uma senha (e convenhamos, são cada vez mais numerosas). Outro exemplo: você visitou um blog maneiríssimo e esqueceu de colocá-lo entre os favoritos. O histórico de navegação pode guardar o endereço dos sites visitados. Também pode lembrar os termos pesquisados na barra do Google e sugeri-los enquanto você, mais tarde digitá-lo novamente. Como é mesmo o nome daquela atleta russa? Você pesquisou certa vez, mas só lembra que o primeiro nome é Helena. Ao digitar Helena na barra do Google no navegador, o navegador apresentará a opção Izimbaieva, e todas as outras combinações com Helena digitadas anteriormente.
E por aí vai, sempre dando ao usuário a opção do que gravar ou não. Vamos ver então como apagar o histórico de navegação e como acessar a navegação privativa.
PARA APAGAR HISTÓRICO DE NAVEGAÇÃO No Firefox 3, acesse o menu Ferramentas, Limpar Histórico Recente. Se preferir, aperte use o atalho CTRL+Shift+Del. O Firefox permite que você escolha apagar o registro do que foi acessado em intervalos de tempo. As opções são: última hora, últimas duas horas, últimas quatro horas, hoje, tudo. Aperte o botão Detalhes para selecionar o tipo de registro será apagado. Você pode, por exemplo, apagar o registro das páginas visitadas e dos termos pesquisados, mas sem apagar os cookies, que são os arquivos de texto em que ficam, por exemplo, a combinação nome e senha para acessar o Flip do DIA.
O caminho não é muito diferente no Internet Explorer. Vá no menu Ferramentas, Excluir Histórico de Navegação. Será aberta uma janela em que você poderá escolher que tipo de arquivos apagar. Cada item vem com uma breve explicação sobre a função daquele arquivo, para ajudá-lo a decidir. Marque os itens que devem ser apagados e clique o botão Excluir.
PARA ACESSAR NAVEGAÇÃO PRIVATIVA Nesse modo de navegação, nada é registrado pelo computador. Mas vale lembrar que se você baixar arquivos, o adicionar páginas aos favoritos, eles não serão apagados quando você sair do modo privativo.
No Firefox, acesse o menu Ferramentas, Iniciar Navegação Privativa, ou use o atalho Ctrl+Shift+P. Se estiver com outras abas do Firefox abertas, elas serão fechadas, mas reabertas ao encerrar a navegação privativa. Para retornar ao modo normal, acesse Ferramentas, Encerrar Navegação Privativa, ou use o mesmo atalho Ctrl+Shift+P.
No Internet Explorer, as diferenças são poucas. Acesse o menu Ferramentas, Navegação InPrivate, ou use o mesmo atalho citado no Firefox (Ctrl+Shift+P). Para sair, entretanto, o atalho não funciona. É preciso fechar a janela.
A Microsoft liberou hoje a atualização do Office 2007 para a nova ortografia da Língua Portuguesa. O pacote inclui verificação gramatical, ortográfica e dicionário de sinônimos. Para baixar, acesse: www.microsoft.com/brasil/reformaortografica
O dia da escolha da sede das Olimpíadas de 2016 seria um dia especial para o Brasil, para o Rio de Janeiro, claro, mas também para observar a mídia e, principalmente, as mídias sociais. Cheguei no jornal e já me disseram que Chicago tinha sido eliminada. "Vai dar Rio", pensei. Entrei no Twitter pouco antes do anúncio oficial. O assunto já estava rolando, claro. Lancei algumas troças e azedumes e esperei a consumação e a repercussão.
"Rio de Janeiro", disse o burocrata do COI com forte sotaque.
Festa na telinha da TV, alegria na redação. Desnecessário dizer o que um fato dessa grandeza significa para um jornal. De imediato, uma enxurrada de anúncios para o dia seguinte -- basta dar uma olhada nos jornais e nos sites para conferir. Sem contar, claro, na cobertura de toda a preparação e, principalmente, do evento em si. Notícia é o que não vai faltar.
Os twetts #2016, #Rio2016 e similares começaram a pipocar. E a serem republicados (retuitados), crescendo exponencialmente. Pouco depois, surgiu o melhor de todos, "Yes, we créu", referência ao slogan de Barak Obama ("Yes, we can") que ficou conhecido em todo o mundo, e à gíria do funk carioca da "Dança do Créu", do MC Créu, que lançou a Mulher Melancia (capa da Playboy), abriu espaço para outras musas hortifruti (Melão, Filé, Morango, etc), e virou até comemoração de jogador de futebol no Maracanã.
"Yes, We Créu", síntese perfeita da vitória sobre Chicago, terra de Obama e considerada principal adversária do Rio na briga por 2016, e de uma vertente popular da irreverência carioca.
Pegou na hora. Os RTs (retweets) começaram a pipocar freneticamente, a piada era boa demais, e como toda boa piada, quem a ouvia, queria contar para os outros. Beto Largman (@largman) chamou a atenção: a piada estava no topo dos Trending Topics (como são chamadas as palavras ou expressões-chave que identificam um tweet por meio do símbolo #, o que as torna passíveis de serem colocadas num ranking pelo Twitter). A piada se espalhava. Pouco depois ressurgiu a imagem do Mussum, paródia da arte em vermelho e azul em que Obama aparece com o olhar distante. A paródia era conhecida, havia circulado com o texto "Obamis", referência ao jeito único que caracterizou a fala do humorista. Só que dessa dessa vez o Trapalhão trazia no peito um ícone Rio 2016.
Tudo indicava tratar-se de uma típica criação em rede, típica das redes sociais, em que um texto, uma piada, um vídeo, vai sendo replicado, ganhando contribuições, sendo reconstruído pela rede, e espalhando-se viralmente. O Dia Online deu matéria falando sobre a piada. Outros sites de tecnologia também. Os editores do Meia Hora, cuja marca é a irreverência na primeira página, decidiram aproveitar a piada na manchete. Um case e tanto.
Mais tarde, Christian Pior (@christianpior), o mesmo do Pânico da TV, que passou o dia a publicar freneticamente sobre tudo quanto era assunto, até sobre o nascimento do filho de Ivete Sangalo, fez a pergunta que ninguém havia feito, ao menos que eu tivesse visto: quem havia começado aquilo? De onde havia saído o sensacional trocadilho que se tornou a piada do dia, o tópico do dia em todo o Twitter?
Fiquei com a pergunta na cabeça, mas me dei por satisfeito em pensar que seria impossível rastrear a origem daquele tweet. Mesmo os participantes mais zelosos, que sempre repassam a piada atribuindo a fonte ( com RT@apelidodafonte, ou via @apelidodafonte) não costumam manter mais do que três ou quatro referências de retweet porque o limite de 140 caracteres acaba estourando. Caso perdido, pensei. O autor seria mais um exemplo de criatividade anônima da Internet.
Engano.
Na madrugada, enquanto pesquisava umas dissertações produzidas em universidades brasileiras sobre Internet e redes sociais, caiu no meu Gmail a newsletter do Meio&Mensagem, especializada em mídia e mercado publicitário. Eles desvendaram o mistério que eu considerava insolúvel. O slogan fora criado pela F/Nazca S&S para o Clube de Criação do Rio de Janeiro. A informação está sem muito destaque, no oitavo parágrafo da matéria "Vitória do Rio acelera campanhas", que pode ser lida aqui
A matéria não explora muito o assunto: "Entre as campanhas, uma delas já está conseguindo boa repercussão. A F/Nazca S&S criou um anúncio para o Clube de Criação do Rio de Janeiro celebrando a vitória. A campanha foi programada para jornais, outdoor, cartazes e revistas. O título? "Yes, we Créu". Foi amplamente replicado na mídia social".
Não sou especialista em publicidade, mas acredito que o caso deva ser comentado e tomado como exemplo. A estratégia foi perfeita, lançando no calor da hora um slogan para ficar gravado na mente do consumidor e usando-o como replicador espontâneo, ou seja, o engajamento de que tanto se fala nos debates sobre mídia social. E mais, aumentando o impacto no dia seguinte, quando o consumidor lembraria do slogan ao vê-lo na mídia tradicional. Medalha de ouro.
Em tempo: o segundo melhor tweet de ontem dizia algo como: Já que em 2014 tem Copa no Brasil e em 2016 tem Olimpíada no Rio, que tal a gente enforcar 2015? Mais um exemplo do espírito carioca.
PS: Leio agora no blog PropMark, via tweet de Juliano Spyer (@jasper), que os autores da campanha são: Alessandra Sadock e Rafael Genu (criação); Carlos di Celio e Fabio Fernandes (direção de criação); Tadeu Vieira, João Santos e Gustavo Bastos (aprovação).
CORREÇÃO: Como aponta o comentário do leitor "Aprendiz", o MC que popularizou a gíria foi o MC Créu, não o MC Catra, como foi dito anteriormente.
A Microsoft confirmou hoje os preços para o Windows 7, sistema operacional que vai suceder o Vista, com data de lançamento prevista para o dia 22. Os preços vão de R$ 329 para a versão Home Basica e R$ 669, para a versão Ultimate. O Windows 7 Home Premium vai custar R$ 399 e o Professional, R$ 629. Além dessas versões, há também a Starter, que virá instalada em computadores novos, e a Enterprise, que será vendida diretamente para empresas.
Ainda não há previsão de lançamento de uma versão de upgrade do Vista para o Win 7 no Brasil. Nos EUA e na Europa, além das versões acima, sairão também uma versão com três licenças da Home Premium, e uma versão de upgrade pela Internet, ou seja, sem o DVD na caixinha. Confira mais sobre as versões do Windows 7 no site da Microsoft.
John Lennon nu abraçado a Yoko Ono; Muhammad Ali alvejado por flechas a exemplo de São Sebastião; um vietcongue vendado e amordaçado, o rapper Kanye West com uma coroa de espinhos, como Jesus Cristo. Essas imagens estão entre a seleção das mais polêmicas capas de revistas feitas pelo site Webdesign Depot. Dica do Victor Javosky, do DIA Online.
Por conta de um problema técnico, usuários do Gmail tiveram problemas para acessar seus contatos. No alto da página na caixa de entrada, uma tarja vermelha alertava para o problema, que levou cerca de 2h30 para ser solucionado. Esta foi a segunda vez em menos de um vez que o Gmail deu pau. No início do mês, muitos não conseguiram acessar suas contas no webmail por cerca de uma hora devido a uma sobrecarga nos servidores durante um procedimento de rotina.