A Vivo vai dar ingressos para o show do The Police, sábado, 8 de dezembro, no Maracanã, para os novos adeptos do BlackBerry Pearl. A promoção vale para os 200 primeiros que comprarem o aparelho a partir de amanhã, 30 de novembro, numa das lojas participantes (Rio Sul, Ipanema, Leblon, Centro, Barra 1 e Barra 2). Para começar a afinar o gogó para o maior show do ano, o usuário pode baixar sucessos da banda para seu Blackberry, se contratar um plano da operadora. O BlackBerry Pearl custa a partir de R$ 299 no Vivo Escolha 650 (R$ 69,90 por mês).
Notícia no site The Inquirer diz que a bibliotecária de uma escola em Nova Jersei, nos Estados Unidos, começou a tratar a Wikipedia feito droga e aconselhar que os estudantes fiquem longe do site. Mais até: ela bloqueou o acessos dos computadores da escola à enciclopédia escrita a milhares de mãos. Segundo o Inquirer, outros professores aprovam a iniciativa, e não consideram a Wikipedia um site de autoridade, como o de outras enciclopédias, porque pode ser editado por qualquer pessoa. Curioso é que a fundação responsável pela Wikipedia, ao ser procurada por um jornal para repercutir a história, concordou com a bibliotecária e reafirmou que a Wikipedia não deve ser fonte primária de informação, mas servir como um guia panorâmico de assuntos.
Uso a Wikipedia com freqüência para tirar dúvidas técnicas ou passagens históricas e, acredito, nunca foi alvo de informações deliberadamente erradas. Temas de cunho histórico e social são terreno mais fecundo a disputas entre "donos da verdade" que não medem esforços para que sua versão prevalesça. É que justamente no poder ser alterado por qualquer um que reside o encanto e a maldição da Wikipedia. O conceito de wiki parte do princípio de que o ser humano é bom e está disposto a ajudar o próximo, ignora a existência de gente mal intencionada que não titubeie em mentir para fazer valer seu ponto de vista. Assim, a Wikipedia é uma idéia brilhante, com enorme potencial de beneficiar a todos, mas que falha por depender desse artigo cada vez mais raro que é o caráter.
Dias após o lançamento, o Kindle, leitor de e-books da Amazon, sumiu das prateleiras virtuais da Amazon.com. Segundo a Amazon, a procura pelo aparelho lançado no dia 19 foi tanta que os estoques acabaram e só voltarão ao normal no próximo dia 3. O Amazon Kindle está à venda apenas nos EUA e não há previsão para lançamento em outros países.
O procedimento padrão é não clicar em links desconhecidos. Mas quando um amigo indica um link e diz que lembrou de você, é difícil resistir à tentação, afinal, é dica de um conhecido, não de um spam qualquer. Principalmente se a mensagem sugere algo engraçado relacionado a você. Provavelmente esse pensamento ardiloso inspirou o spam que anda circulando no Orkut. Em duas semanas, recebi o mesmo texto quatro vezes, atribuído a três pessoas diferentes.
Quando vi essa comunidade so lembrei de vc..... http:/www.orkuti.info/Community.aspx.cmm-40708385.php rsrsrsrsrsrsrsrsrs
Parece inofensivo, um link dentro do Orkut para uma comunidade do Orkut. Note, contudo, que no endereço está escrito Orkuti, com i, e o domínio é .info em vez de .com. É falso e certamente é phishing. Se aparecer algum recado com esse texto para você, não clique, apague-o. Não sei ao certo como ele atua (se alguém descobrir, avise), mas se ele conseguir a senha do Orkut da pessoa pode causar estrago. Basta lembra que a senha do Orkut é a mesma senha do Gmail e de todas as ferramentas do Google...
A Amazon construiu fama e fortuna na corrida do ouro da Internet vendendo livros e acabou por se tornar um gigante do comércio eletrônico. Agora, o varejista online tenta antecipar o futuro do livro, esse objeto que é símbolo de conhecimento e ainda usa tecnologias ancestrais como papel e tinta.
A novidade atende pelo nome de Kindle. A princípio, trata-se de um dispositivo portátil com conexão móvel à Internet em banda larga (EVDO) que serve de suporte à leitura de livros em formato digital. Ou seja: o leitor acessa a Internet, baixa o livro e lê o texto na telinha. Livros, jornais, revistas, blogs, qualquer texto digital.
O Kindle pesa cerca de 280 gramas, tem uma tela de seis polegadas e custa 399 dólares (cerca de 750 reais). A tela do aparelho não emite luz, usa uma tecnologia de "tinta eletrônica" para imitar a reflexão da luz sobre o papel, uma solução para o cansaço visual provocado por dispositivos que emitem luz, com os monitores dos computadores. O Sony Reader, concorrende lançado há cerca de um ano, usa tecnologia similar, mas não tem acesso à Internet.
Segundo a Amazon, o Kindle é capaz de baixar um livro em menos de um minuto e armazenar cerca de 200 títulos. Serão vendidas assinaturas mensais de jornais como New York Times e Wall Street Journal, por preços que variam de US$ 5,99 a US$ 14,99, de revistas, por preços entre US$ 1,25 e US$ 3,49. E de blogs por 99 centavos de dólar. Blogueiros acostumados a faturar com o sistema de links patrocinados do AdSense já podem sonhar em pegar carona em mais esta fonte de renda da economia digital.
A tela não emite luz e usa uma tinta eletrônica, que imita a reflexão do papel. O Sony Reader usa parecida, mas não tem acesso.
O leitor de e-books, contudo, pode ser muito mais do que um suporte para livros. A Amazon já vende músicas e filmes em seu site, também pode pensar em transmiti-los para os compradores do Kindle, tornando-o uma "Amazon de bolso". Se o Kindle fizer pelo texto digital o que o iPod tem feito pela música, já será um passo gigantesco.
Do fundo do backup O Kindle me fez lembrar um história que aconteceu comigo na era do bit lascado. Por volta de 1996, a Internet engatinhava no Brasil, notebooks, banda larga, redes sem fio não eram para qualquer um. Os jornais buscavam o toque de Midas da "nova mídia" e eu trabalhava como redator do site de um jornal. Certa vez atendi a ligação de um assinante com quem travei o seguinte diálogo:
-- Meu filho, o site tem tudo que tem no jornal? -- Praticamente, senhor, exceto obituário e classificados. -- Então por que eu devo continuar pagando a assinatura se eu posso ler tudo de graça na Internet? -- O senhor leva o computador para o banheiro de manhã? -- Claro que não! -- Taí um bom motivo. Na hora achei que ele aceitou meu argumento. Não sei se ele manteve a assinatura ou virou um entusiasta da Internet. Talvez ele hoje tenha banda larga e conexão sem fio em casa e leia o site do jornal no seu notebook em qualquer ponto da casa. Talvez ele acesse algum site WAP de notícias. Sei que hoje eu recomendaria que ele instalasse uma rede wireless em casa ou esperasse o lançamento do brinquedinho da Amazon no Brasil.
Lembra das histórias de ficção científica, como Jornada nas Estrelas e os Jetsons, em que os personagens usam dispositivos móveis para convesas por vídeo em tempo real? A partir de hoje, isso existe no Brasil. A Claro começa as operações com a rede 3G, que permite transmissão de dados e acesso à Internet pelo celular em alta velocidade, acesso móvel em banda larga para notebooks e PDAs usando modens USB, e melhor sinal para voz.
No lançamento do 3G, hoje, em São Paulo, tive a chance de experimentar o brinquedinho novo, num Nokia 6120. A tela exibiu o rosto da interlocutora, enquanto o meu aparecia no alto, numa área menor. Uma opção permitia mudar de câmera e mostrar o local onde estava. Impressionante. Logo imaginei o diálogo entre o boêmio e a esposa desconfiada: "Não, querida, ainda estou no escritório". "Que barulho de mesa de bar é esse? Muda a câmera para eu ver onde você está". Hum... será que dá para colocar um chroma key e mudar o pano de fundo, como fizeram para filmar "O Aviador do Futuro" e "300"? Não é preciso tanto, já que ao receber uma vídeochamada, o usuário pode optar por receber a chamada apenas por voz, sem vídeo
Mais impressionante ainda foi comparar a velocidade de download em 3G, GSM e acesso discado. Para baixar um arquivo de música de 3,51 MB, foram quase 3 minutos no GSM contra 40 segundos em 3G. Para assistir a um vídeo de um minuto no YouTube num notebook, o acesso 3G correu como se o arquivo estivesse no HD, enquanto o acesso GSM "engasgou" 15 vezes. Parecia uma disputa entre Schumacher e Barrichelo.
Algo tão bom só pode custar muito caro. Nem tanto. Comparando por alto, sem contar impostos e variações por planos, um minuto de voz no pré-pago custa em torno de R$ 1,35 enquanto um minuto avulso de videochamada sai por cerca de R$ 0,60. Já para levar a banda larga para o notebook com o modem 3G, os planos devem custar R$ 69,90 para acesso a 500 kbps e 99,90 para acesso em 1Mbps. E para uso ilimitado, ou seja, sem ter que pagar mais caso ultrapasse uma cota pré-estabelecida.
"O cliente que experimentar este serviço da Claro nunca mais votará para outra operadora", disse o presidente da Claro João Cox durante a apresentação do 3G, em São Paulo.
O 3G da Claro começa a funcionar nesta quarta-feira nas regiões metropolitanas de Brasília, Recife e Fortaleza, no dia 20 em Porto Alegre, e na primeira semana de dezembro em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nas áreas ainda não cobertas pelo 3G, os usuários terão acesso à rede 2,5G (GSM/GPRS/EDGE)
Cinco modelos de celulares e um modem USB para 3G já estão nas lojas. São eles: Nokia N95, Nokia 6120, Samsung A706, LG MU500 e Palm Treo 750, e o modem Giant D301. Em 4 de dezembro serão lançados mais três celulares (Sony Ericsson Z750 e K850, um HTC), além de um modem Huawei.
A rede abrange as faixas de freqüência de 850 MHz (antes usadas pelas redes TDMA). A Claro pretende levar o 3G a outras regiões do País com o leilão de outras freqüências, que a Anatel deve realizar em breve.
O limite de tamanho para os vídeos do YouTube aumetou de 100 MB para 1 GB e até 10 minutos de duração, informa o blog do YouTube. A novidade sai junto com o lançamento do software para publicar vários vídeos ao mesmo tempo (multiple uploads). Por enquanto, o programinha só ronda em PC, mas uma versão para Mac já está em produção. Para usar o novo recurso é preciso entrar na sua conta do YouTube e acessar a página de uploads; à direita aparece o link para subir arquivos com mais de 100MB. Segundo o anúncio no blog, o envio de arquivos muito grandes pode demorar até meia hora.
Alguns vacilos são tão óbvios, tão vacilos, que é duro acreditar que incorremos nele. Distração? Pane mental? Má oxigenação dos neurônios? Surto de demência? Eu vivo escrevendo e reescrevendo dicas para internautas não caírem em esquemas de phishing e manter computador e informações protegidos. O mais óbvio de todos os conselhos até o meu teclado já sabe de cor: mantenha em sigilo seu nome e sua senha.
Pois não é que este humilde e calejado escriba, visitando para uma matéria um site que oferecia templates (formas) gratuitas, caiu na besteira de dar de mão beijada log e senha do Orkut?O surto durou alguns segundos, assim que digitei o log e a senha me deu um estalo e desconfiei que estava fazendo uma grande caca. Foi o tempo suficiente para me pegarem.
Lamento não lembrar o nome do site nem ter gravado o endereço. O golpe é bem armadinho, o site não tem aparecência amadora, é um blog desenho bem feitinho, aliás, o mínimo que se pode esperar de alguém que oferece templates (a matéria, aliás, foi feita pela briosa coleguinha Alessandra Horto). Encontrei algumas galerias e escolhi uma aleatoriamente, de carros esporte. Ao escolher a template, abria-se uma janela com botões indicando vários sites, como MySpace, Facebook, Orkut e Blogger, como aqueles botões que aparecem em alguns feeds para você indicar seu agregador preferido. Ao clicar no botão, surgia um formulário perguntando login e senha no respectivo site. "Faz sentido, ele precisa entrar no meu perfil e acessar minha conta para mudar a template", pensei. Ato contínuo, acessei o Orkut e não constatei nenhuma alteração no template. "Hum... dei mole!", pensei, percebendo a farça. Voei no Google Accounts e mudei a senha o mais rápido que pude para evitar maiores estragos.
No dia seguinte, a editora Karla Rondon Prado (O DIA D, D Mulher, Guia Show & Lazer, Revista Tudo de Bom!) me pergunta se eu tinha deixado um recado no scrapbook dela. Não, não tinha. Ela me mandou um e-mail com a captura de tela e lá estava minha foto ao lado de um selo em que se lia: "MySpace Supprt. Make The best profile and win $ 50 itunes Gift Card". Como era captura de tela e ela havia apagado o recado não pude conferir, mas aposto uma porção de Javali no Nova Capela que o tal selinho apontava para algum site de phishing ou picaretagem quetal.
Aliás, só esta semana dois conhecidos caíram em trairagens orkutianas. Um recado mostrava a foto de uma amiga e um endereço não clicável para uma comunidade acompanhando de um textinho como "Vi essa comunidade e lembrei de você, rsrsrsrs". Outro recado mostrava a foto de outra amiga e uma mensagem que sugeria que eu conhecesse a nova ferramenta de scrap de voz. Essa foi engenhosa, tenho que admitir. A isca levava a um link terminado em .scr, extensão de arquivos de proteção de tela e comparsa dos .exe na disseminação de vírus).
Vale então lembrar: pense duas vezes antes de digitar log e senha em qualquer formulário. Pense duas vezes antes de clicar num link que você recebeu sem pedir, mesmo que aparentemente tenha sido enviado por um conhecido. Pouse o cursor do mouse sobre o link e repare na barra acima do botão Iniciar do Windows. Ali aparecerá o verdadeiro endereço para onde aponta aquele link. Se o endereço da barra não for igual ao endereço exibido no link, é enganação na certa. Desconfie de endereços desconhecidos ou de terminações estranhas. De links que terminem com .exe e .scr, fuja como o diabo da cruz.
Reparou alguma novidade no Gmail hoje? Vivo tranqüilamente nem MSN, Orkut, MySpace e outras killer apps, mas não sobrevivo online sem o mail do Google. Ou seja, se houver duas janelas de navegador ativas na minha tela, provavelmente, uma é do Gmail. Há pouco reparei numa mudança na barra de contatos do chat, à esquerda.
Ao deitar o cursor do mouse sobre um contato, surgia uma janela em que apareciam a foto da pessoa, do mote e o endereço de e-mail, além de uma barra com atalhos para enviar mensagem e começar um bate-papo. O mesmo acontece ao deitar o cursor sobre o rementente de uma mensagem na caixa de entrada.
Hoje começaram a aparecer também um link para o perfil do contato no Orkut e uma nova opção na barra superior. A opção More abre um menu com as opções Contact Details, Recent Conversations, e opções de exibição do contato na lista de Chat: auto, always show, never show, e blocked. Essa nova opção não aparece quando o idioma selecionado é o português.
A opção Contact Details abre uma janela para gerenciar os dados daquele contato, como uma pequena agenda onde pode-se colocar endereços alternativos de e-mail, número de telefones e contato em outros sistemas de mensagem instantânea. Também dá para mudar a foto do contato (seria mais útil mudar a frase, já que algumas pessoas gostam de usar a letra de Faroeste Caboclo como mote).
O botão Groups permite adcionar aquele contato a um grupo que você já tenha criado. No meu caso, a única sugestão é um grupo que criei para compartilhar um texto no Google Docs.
Para quem não curtir a novidade terá, no alto da tela, à direita, entre as opções de configuções, a opção de retornar à versão antiga do Gmail.
O Google confirmou ontem o lançamento de uma plataforma de software de código aberto para celulares e outros dispositivos móveis. Batizada Android, a plataforma permitirá que fabricantes, operadoras e desenvolvedores criem aplicações para os dispositivos, abrindo a porta de um mercado global de 3 bilhões de consumidores para o Google. Nomes de peso como Intel, Motorola, Qualcomm e Telefônica participam da iniciativa. Confira o comunicado da Google:
Mountain View, 5 de novembro de 2007 – Uma nova plataforma de software, totalmente aberta e destinada a dispositivos móveis, está sendo anunciada hoje. Trata-se do Android, uma iniciativa da Open Handset Alliance (OHA), uma entidade internacional liderada pelo Google e formada por empresas como Intel, Motorola, Qualcomm e Telefônica.
“O objetivo da aliança entre essas grandes empresas é fomentar a inovação no mundo da telefonia móvel”, afirma Eric Schmidt, presidente mundial e principal executivo (Chief Executive Officer) do Google. “O primeiro fruto dessa aliança é o Android. Acreditamos que ele terá um impacto positivo na vida de bilhões de pessoas, pois ajudará a criar um novo ambiente de computação móvel que vai facilitar a maneira de acessar e compartilhar informações pelo telefone celular.”
“A imprensa especulou muito sobre um certo Google Phone nas últimas semanas, mas o anúncio do Android é muito mais ambicioso do que um aparelho, verdadeiro ou não, poderia ser”, diz Schmidt. “A plataforma Android irá funcionar em milhares de telefones de dezenas de fabricantes em todo o mundo.”
Com quase 3 bilhões de usuários, o telefone celular se tornou o dispositivo tecnológico mais disseminado do mundo. Se no âmbito do hardware os aparelhos se tornaram cada vez mais fáceis de usar nos últimos tempos, no caso dos softwares faltava um esforço colaborativo por parte da indústria para facilitar a vida dos usuários. Diferentes ambientes de software tornavam difícil a integração entre desenvolvedores, fabricantes e operadoras.
O Android chega para mudar esse quadro. A plataforma está disponível em código aberto (open source), o que dará aos desenvolvedores, fabricantes e operadoras uma maior liberdade para criar novas aplicações. Um dos objetivos da Open Handset Alliance é desenvolver tecnologias para baixar consideravelmente o custo de criar e distribuir produtos e serviços nos telefones celulares.
A plataforma Android é o primeiro passo nessa direção. O Android é formado por sistema operacional e middleware. A expectativa da OHA é que os primeiros telefones celulares baseados no Android cheguem ao mercado no segundo semestre de 2008.
Sou alvinegro, logo, supersticioso. Mas sem exageros, claro. Cogito a possibilidade de a decadência do returno tenha sido culpa minha, por ter comprado o pay-per-view num momento de empolgação. Parei de ver os jogos. Domingo passado foi aquelo show contra o Cruzeiro. Por via das dúvidas, prometi não assistir a mais nenhuma partida, um sacrifício nobre pelo time. Decidido a ignorar o jogo contra o lanterna no Machadão, rumo para o meu plantão.* Domingo de plantão. Chuva forte, rodada importante, todo mundo ocupado. Tenho que ir para a rua, mas não há fotógrafo, o que me obriga a improvisar e pegar uma câmera digital. Trata-se de uma Canon Powershot A95, que parece dar conta do recado. Problema, a câmera não liga. Macarrão, alvinegro e faz-tudo da redação, troca as pilhas e nada. Peço socorro a Léo Correa, chefe da fotografia e colega de profissão desde que éramos estagiários em A Notícia. Vira pra lá, vira pra cá, nada. Pergunto a Macarrão se existe outra digital disponível. E aquela mesmo ou nada feito. Ele olha para digital, assopra, aperta o botão de ligar e diz "Max". Nada, acontece, claro. Observo sem entender a bricadeira. Ele repete o gesto e diz "Ibson". Antes que eu interrompa aquele misterioso mambo-jambo, Macarrão assopra a câmera pela terceira vez, dizendo "Obina". A câmera liga e ficamos ali meio pasmos. Será um sinal? * America-RN 1 x 1 Botafogo: será por que voltei para a redação a tempo de ver o segundo tempo?
O Google está cada vez mais perto de entrar no negócio de telefonia móvel. Apesar de não haver nenhum anúncio oficial, a empresa tem se aproximado de operadoras de telefonia móvel para viabilizar uma forma de oferecer serviços e aplicativos Google atrelados a dispositivos móveis. Segundo a Reuters, as negociações chegaram à Sprint Nextel, que nos EUA é a terceira maior provedora de comunicação móvel. Verizon Wireless, Verizon Communications e Vodafone também estariam de namoro com o Google. O Skypephone saiu na frente. O Gphone, por enquanto, continua no terreno da especulação. O Google, entretanto, já afirmou abertamente que a navegação na Web é um terreno estratégico conforme os usuários de desktops adotem dispositivos móveis no seu dia-a-dia.