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| Marlos Mendes |
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O usuário de cópias não autênticas do Windows XP pode ter que conviver com alertas mais incômodos do Windows Genuine Advantage (WGA). Além do escudo amarelo piscando no canto inferior direito do monitor, em avisos regulares, toda a área de trabalho ficará negra. Mesmo que o usuário tente mudar a cor da área de trabalho, após uma hora a área de trabalho ficará toda escura novamente. Antes, o programa apenas um irritante programa de notificação ficava piscando no canto direito da tela, próximo ao relógio do Windows. O novo sistema de notificação depende de autorização do usuário para ser instalado, como a versão anterior. O usuário de versão não autêntica que quiser evitar aborrecimentos com o novo programa de notificação deve ficar atento aos alertas de atualizações do Windows e optar por checar as atualizações manualmente, evitando a instalação do WGA. Confira o texto do blog Windows Genuine Advantage
A Microsoft acaba de lançar uma nova ferramenta que promete muito: o photosynth. Nada a ver com plantinhas, tudo a ver com fotografia. Trata-se de uma ferramenta para criar ambientes tridimensionais a partir de fotografias digitais comuns. Você tira fotos de vários ângulos e proximidades de um local e o site faz o resto. Depois é só clicar para navegar entre as fotos. Simples assim. E de graça. Só precisa instalar um plugin. Como o mapeamento é feito por texturas, o Photosynth não se dá bem com superfícies reflexivas. Lembro que lá na época do bit polido, tentei fazer panorâmicas para mostrar o interior de veículos. O efeito era razoável (surpreendente para a época), mas dava um trabalhão. O Photosynth promete ser acessível a qualquer um que saiba clicar um mouse e uma câmera digital. Confira mais em: http://photosynth.net/default.aspx. Abaixo, um exemplo:
Para que serve um joystick ou gamapad sem o videogame ou o computador? Peso de papel, talvez. Para que serve o Wii remote, sem o console da Nintendo? Para muita coisa. Foi o que mostrou o pesquisador Johnny Chung Lee, phD em interação homem e computador pela Carnegie Melon University, na palestra mais esperada da Feira de Tecnologia de Petrópolis (FTP 2008).
Criador de um projeto de steadycam de 14 dólares (um modelo convencional custa entre 6 mil e 10 mil verdinhas), Lee estuda formas de usar o inovador Wii Remote como interface para outras aplicações. Numa delas, ele usa a câmera do console, uma superfície para projeção, o protótipo de uma caneta emissora de luz e um software de reconhecimento de gestos, que escreveu com base em bibliotecas abertas.
O funcionamento é bem simples. Lee marca os quatro cantos da tela, para que a câmera reconheça a área. Feito isso, a caneta virtual pode escrever sobre a tela. Mais ainda. Pode manipular objetos. Exemplo, Lee projeta o Google Earth sobre a tela e consegue girar o globo terrestre, aproximar o mapa e selecionar o sede da Fase, onde acontece o evento. Fiquei imaginando com as tediosas aulas de geografia que sofri na adolescência poderiam ter sido muito mais interessantes...."Qualquer aplicação educacional pode ser usada. Não é preciso uma superfície especial", explica. Segundo Lee, que o projeto é pessoal e que a caneta existe apenas como protótipo. Por enquanto, não há interessados em fabricar o dispostivo. Mas como ele foi contratado recentemente pela Microsoft, pode-se sonhar em vê-lo no mercado. Outro projeto baseado em projeção e reconhecimento de gestos foi mostrado por Sergio Cabral Cavalcanti, da Idea Valley (mesma empresa que produz o Flip aqui do Dia Online). Num dos momentos mais curiosos do evento, Cavalcanti e um auxiliar montaram uma tela usando uma armação de metal (aparentemente, uma mesa sem tampo), uma camiseta branca, uma webcam e um filme velado. Sobre a tela foi projetado um piano que podia ser tocado virtualmente. Não funcionou muito bem, mas há que se dar um desconto, já que eles montaram a trapizonga em 5 minutos e sob pressão dos organizadores para não estourar o tempo da apresentação. Mas deu para ter uma noção do potencial do invento. Segundo Cavalcanti, o objetivo é criar uma carteira virtual para salas de aula, em que lápis, papel e livros são substituídos por projeções. Os professores podem fornecer conteúdo para criação de livros virtuais (com base na tecnologia Flip). "Temos que concorrer com os notebooks de baixo custo como o OLPC, por isso, o custo inicial deve ser de 300 dólares", explica. Segundo Cavalcanti, a IdeaValley está produzindo mil protótipos para distribuir entre escolas da rede pública estadual e federal no Rio de Janeiro. "Ter conexão Internet, laboratório e curso básico de informática serão critérios para a seleção dos participantes", planeja. Confira mais no site da 2008.
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