O novo iPhone 3GS começa a ser vendido hoje, sexta, pelas operadoras Vivo, Claro e TIM. Ontem, a Vivo convidou alguns jornalistas e blogueiros para conhecer o novo aparelho. Por fora, o iPhone continuo o mesmo. A diferença está por dentro. Segundo a Vivo, o novo processador é até duas vezes mais rápido do que o anterior.
O iPhone 3GS, que tem versão de 16GB e 32GB, ganhou uma câmera mais potente, de 3 megapixels, que agora também filma. Dá para cortar o começo e o fim do clipe no próprio iPhone, além de determinar o foco para fotografia tocando no visor. De quebra, uma opção para mandar o vídeo direto para sua conta no YouTube (cadastre uma vez log e senha do YouTube e pronto). Também tem comando de voz, que reconhece nomes nos contatos e arquivos de músicas. Mas não é preciso associar o número a uma gravação prévia, o que dava problema em alguns celulares se houvesse diferença na entonação entre a gravação e a fala na hora do comando.
O que mais chamou minha atenção foi o chamado tethering, que nada mais é do que um recurso para usar o iPhone como um modem para acessar a Internet. Basta selecionar três comandos tocando na tela para compartilhar a conexão e ligar o iPhone ao notebook por cabo USB ou por Bluetooth. A navegação usa o plano de dados já contratado e o iPhone pode ser usado normalmente durante a conexão, inclusive para chamadas de voz. O recurso foi liberado pela Apple apenas para os iPhones da Vivo. A operadora tem exclusividade do recurso para toda a América Latina.
Também gostei muito da bússola do aparelho. Ela permite que ao acessar um mapa, os pontos do mapa correspondem à posição real, que muda conforme se muda a posição do aparelho (acompanhando a bússola).
Interessantes também os recursos de acessibilidade, que permitem ampliar os ícones, mudar o contraste de cores e manipular o aparelho por voz, para deficientes visuais. Um toque e o aparelho diz que aplicativo foi tocado. Dois toques, ele é ativado.
Os preços da Vivo estão bastante competitivos. Nos EUA, o iPhone 3GS custa 199 dólares (16GB) e 299 dólares (32 GB). No plano iPhone completo o preço será R$ 799 (16GB) e R$ 999 (16GB). No plano Vivo 180, os preços são R$ 949 e R$ 1.249. No plano pré-pago, os preços sobem para R$ 1.699 e R$ 1.999 respectivamente. Com isso, o iPhone 3G de 8GB cai para R$ 499 (plano completo) e R$ 1.399 no pré-pago.
Na TIM, iPhone 3GS de 16 GB sai por R$ 1.599 no plano TIM iPhone 100 e R$ 999 no TIM iPhone 500. O iPhone 3GS 32 GB sai por R$ 1.899 e R$ 1.299 nesses planos. Há planos intermediários. O preço do iPhone 3G 8GB no plano pré-pago cai para R$ 1.649. Os preços na Claro deve ser divulgados hoje.
A partir desta sexta-feira o Xbox 360, console de sexta geração da Microsoft, vai ter seu preço reduzido em R$ 600, passando de R$ 2.399 para R$ 1.799. O PlayStation 3 há algum tempo aparece em lojas no Brasil nessa faixa de preço em torno de R$ 1700. Um corte de preço dessa ordem é sempre uma boa notícia, pena que apesar de tudo o console continue a custar muito caro. Também nesta sexta-feira começa a pré-venda de "Halo 3: ODST" totalmente em português. No novo título da série, o jogador vive a história pelo olhar de um ODST (Orbital Shock Trooper) em busca de pistas que indiquem o paradeiro de seu esquadrão e os motivos que levaram à invasão de New Mobasa. "Halo 3: ODST" busca mostrar uma história conhecida sob uma nova perspectiva e traz um modo multi-jogador que permite que até 4 pessoas entrem em combate. O jogo vem em dois DVDs. Confira mais no site.
Donos de smartphones Blackberry no Brasil não têm mais por que invejar donso de iPhones. Pelo menos no quesito loja online. A Research in Motion finalmente lançou sua loja online de aplicativos, a Blackberry World App. O site já está no ar para Brasil, Argentina, Chile, Venezuela e México, e deve chegar em breve ao resto da América Latina. Para baixar aplicativos, inclusive gratuitos, acesse <www.blackberry.com/appworld> ou <mobile.blackberry.com>. Segundo a RIM, o site reconhece o modelo Blackberry e apresenta um catálogo de aplicativos compatíveis. O único senão é que a loja ainda não dispõe de interface em português, que deve ficar pronta até o fim do ano. Por equanto, só em inglês em espanhol.
De um lado, um disco rígido do tamanho de uma motossera e um tataravô dos laptops, pesando 12 quilos, peças do acervo do Museu do Computador. Do outro, simulador de autoescola adaptado para deficientes físicos, capaz de emitir relatórios sobre o desempenho do aluno, um cockpit de StockCar que tem o para-brisa substituido por 3 telas de computador, e três simuladores de F-1. Passado e presente da tecnologia estão em cartas no Circuito de Informática e Tecnologia (CIT 2009), que este fim de semana toma conta do galpão 1 da Marina da Glória. Dezenas de expositores participam do evento, exibindo novidades e boas oportunidades de compras.
Outra atração do evento são o óculos 3D, apresentado pela NVidia, fabricante de placas de vídeo. Os óculos dão a impressão de que a imagem pula da tela em direção ao espectador, criando uma maior sensação de realidade. Eles, contudo, não dão conta da tarefa sozinhos. Além dos óculos (R$ 699) é preciso uma placa NVidia GeForce 8800 GT ou superior (que custa em torno de R$ 600), um monitor de 120Hz (o Samsung da exposição custa R$ 899), além de conteúdo produzido para 3D, como games em DirectX, ou fotos e filmes produzidos com duas câmeras simultaneamente e montados com um software especial. A CIT 2009 terá ainda várias palestras sobre tecnologia e a etapa sudeste do World Cyber Games (WCG), campeonato mundial de games.
A CIT acontece sábado e domingo, das 12h às 22h, na Marina da Glória. Ingressos a R$ 20 no local. Meia entrada para: idosos a partir de 60, crianças de 3 a 12 anos, estudantes, professores e deficientes físicos.
Chova ou faça sol, todo dia tem café, engarrafamento e uma nova bossa no Twitter. Desta vez, veio de Sara Morishige Williams, esposa de Evan Williams, co-fundador do Twitter, que narrou o trabalho de parto pelo microblog. Foram cinco posts, que começaram por volta de 1h da manhã do dia 11:
12h46: "Querido Twitter, a bolsa estourou. Não foi como Charlotte em Sex and the City. Agora contando as contrações no iPhone". 2h46: "O Contraction Tracker estava divertido até as contrações ficarem dolorosas" 5h11: "Dei entrada no hospital. Peguei o penúltimo quarto" 6h49: "Anestesia, por favor" 14h20: "O monitor cardíaco rompe o silêncio de um quarto que em breve será tudo menos silencioso"
Não sei o que mais me impressiona, se o desprendimento com que as pessoas expõe os fatos mais íntimos de suas vidas para audiências globais, ou o talento de Sara de digitar um iPhone em pleno trabalho de parto.
O que fazer com a privacidade é um problema privado, ora. Se as pessoas desejam o que Tutty Vasquez chamou de "evasão de privacidade", elas que lidem com isso. Sara vive no mundo da tecnologia, para ela tudo isso é muito natural. Ela sabia o que estava fazendo, mas nem todos sabem.
Parece que agora se repete no Twitter um fenômeno que aconteceu no começo dos blogs e do Orkut, um embasamento entre público e privado. Quem participa de uma rede social sabe que está em público, mas parece achar que esse público é formado apenas por seus amigos e conhecidos.
O novato publica suas fotos, fala sobre sua rotina, do Toddy gelado que tomou de manhã à cirurgia ortopédica do gato de estimação, e às vezes, com a mesma naturalidade, fala mal do chefe, confessa estar infeliz no trabalho, diz o que realmente pensa da sogra, faz uma piadinha sobre a masculinidade do vizinho. E acha que ninguém além de seus amigos irá ler. Como o jogador americano que atribuiu a derrota do time ao técnico. O estranho é que essa noção de que estar na Internet é estar num espaço público parece ser bastante clara com relação a blogs e Orkut, mas precisa ser reconstruída a cada nova forma de comunicação, como o Twitter. O que você colocar ali poderá ser visto por qualquer pessoas, a não ser que você determine o contrário, se a ferramenta oferecer essa opção, claro.
Outro fenômeno curioso é uma certa esquizofrenia, que deve atacar com mais frequência quem vive com mais de um perfil. De tanto falar, o cidadão esquece qual dos papéis sociais está desempenhando e troca os pés pelas mãos, emite a própria opinião quando está falando em nome de outro. Como o sujeito (quem seria?) que controlava o perfil oficial do Fluminense e, durante sua narração do jogo, criticou abertamente um atleta do próprio clube.
Já disse que sempre achei estranho trocar scraps no Orkut em vez de e-mails, como seria conversar aos berros com o vizinho pela janela em vez de usar o interfone. No Twitter a confusão é ainda maior, criando o que já descreveram como um pátio de manicômio em que todos falam sozinhos e ao mesmo tempo.
Parece que não basta falar, é preciso falar para muitos, ou falar para um e mostrar para todos que falou, criando um discurso público compartilhado, fragmentado, efêmero e intenso. Será que é essa a magia que atrai quase 45 milhões de pessoas no mundo?
Depois de virar notícia por veicular em primeira mão notícias ruins, dessa vez pelo menos o Twitter serviu para publicar uma notícia boa. Parabéns a @ev e @sara.
O brasileiro João Paulo Miranda Maria, 26 anos, ganhou um concurso promovido pela CNN para filmes feitos com telefone celular com o curta "A Girl and a Gun" (Uma Garota e Uma Arma). Uma ótima inspiração para quem tem um celular com câmera e não aproveita ao máximo essa ferramenta. Nesta quarta, no Digital&Tal, João Paulo conta sua experiência e dá dicas para quem quer fazer um bom filme com o telefone celular. Enquanto isso, confira o curta vencedor do "Mobile Phone Movie Competition"
Ainda não foi identificado, logo, continua sem vacina, o código malicioso responsável pelo ataque que derrubou o Twitter nesta quinta-feira, e deixou sobrecarregados redes sociais como Facebook, Live Journal e Youtube. Segundo André Carrareto, gerente de Engenharia de Sistemas da Symantec, fabricante do Norton Antivírus, trata-se de um worm de origem desconhecida e para o qual as empresas de segurança só poderão criar vacianas após sua identificação.
O worm (verme, em inglês) é um programa auto-replicante que, ao contrário dos vírus, não precisa de um programa hospedeiro para se replicar e infectar outros computadores. "Tendo uma amostra do worm, a vacina é criada em algumas horas", diz o especialista.
Para Carrareto, o ataque foi planejado há tempos e envolveu dezenas de milhares de computadores infectados por esse worm. O responsável pelo ataque tem como saber quantas máquinas foram infectadas pelo worm, criando uma botnet, nome dado a redes de computadores zumbis. Zumbis porque são controlados remotamente, sem autorização do dono legítimo, e usados para ataques e golpes.
O especialista da Symantec acredita que será praticamente impossível rastrear a origem do ataque, uma vez que o código malicioso responsável está distribuído por milhares de usuários finais, leia-se, nós mortais. Será possível no máximo saber de que região do mundo os acessos foram gerados.
Mas como um worm desse se espalha na Internet e toma o controle de milhares de computadores? Pela falta de cuidado ou de informação do dono legítimo do computador, que acaba induzido a inslar o código malicioso, seja clicando num link que promete fotos picantes de uma celebridade, ou instalando um protetor de tela de origem suspeita.
Por isso é tão imporante manter o sistema operacional atualizado, o firewall a postos e o sistema de proteção (antívirus e outros acessórios) atualizado e ativo. A Symantec, por exemplo, tem versões de teste gratuitas do Norton que, por tempo limitado, dão conta de rastrear o computador e limpá-lo de eventuais infecções. O site da empresa dispõe de uma ferramenta que faz o teste online. Há outras opções de suítes antivírus, como McAfee, AVGe Kaspersky.
Ficou na mão quando Twitter e Facebook foram atacados e ficaram fora do ar na quinta-feira? Mande um comentário contando sua história! Estamos produzindo uma reportagem sobre o assunto e seu relato pode ser muito útil.
Se você tentou acessar Twitter ou Facebook nesta quinta-feira, provavelmente teve problemas. Ambas as empresas confirmaram em seus blogs que foram vítimas de ataques de criminosos digitais. O tipo de ataque sofrido é chamado por especialistas de "Denial of Service" ou "Distributed Denial of Service" (tradução: negação de serviço, ou negação de serviço distribuída), com as siglas DoS ou DDoS. O ataque consiste em direcionar para os computadores que mantém o site funcionando um volume de tráfego maior do que eles podem suportar. Resultado, o site sobrecarregado e fica lento ou inacessível para os usuários legítimos. Tente colocar 90 pessoas numa van ou passar pela Voluntários da Pátria na hora do rush. É mais ou menos isso.
O evento serve para nos alertar sobre a dependência cada vez maior que temos por serviços online, principalmente dos serviços baseados na chamada cloud computing (computação em nuvem), como Twitter, Facebook, Google e tantos outros.
Nos primórdios da informática, a computação era baseada nos maiframes, computadores enormes e caros que, acessados por meio de terminais burros. Eram máquinas caríssimas as quais os mortais não raro pagavam por tempo de uso. O processamento e armazenamento de dados estava todo no computador central. Impulsionada pelo barateamento dos preços dos semicondutores, veio a revolução do computador pessoal, do computador de mesa (desktop). O computador pessoal era uma unidade funcional independente. Processamento e armazenamento agora eram locais (não com o mesmo poder dos mainframes, mas para escrever um texto ou jogar pong, nem precisava). Só faltava a conexão em rede, que havia no tempo dos mainframes. Veio então a terceira onda, a Internet, ligando computadores pessoais e servidores cada vez mais poderosos, primeiro por redes governamentais e de pesquisa, depois redes comercias e toscas linhas discadas, e hoje por banda larga (larga de verdade em Hong Kong, tosca no Brasil, onde as operadoras não são obrigadas a fornecer o que prometem).
Com o desenvolvimento de novas tecnologias para o mundo online, veio a ideia de mandar o processamento e o armazenamento de volta para a rede. Servidores que podem ser acessados pela Internet (computador, celulares e outros dispositivos) dão conta de processar os dados e guardá-los. E tudo que não é sólido se concentra no ar. Bem-vindo à computação em nuvem.
O problemas para nós, mortais, é que essa ideia poder acessar tudo, a qualquer hora, em qualquer lugar e com uma penca de dispositivos diferentes tende a nos tornar displicentes. Não gravamos mais os dados, exceção talvez para os arquivos mais urgentes que vão no pendrive. Deixamos para fazer backup sempre no ano seguinte e não raro choramos quando um HD queima e leva arquivos preciosos, como as fotos do aniversário de um ano do seu filho que você teve preguiça de gravar em DVD e deixou todo no Orkut ou no Flickr. Damos um um novo serviço autorização para acessar o webmail sem pensar duas vezes o que o administrador, lá do outro lado, pode fazer com esse log e senha, ou com sua lista de contatos (distribuir para spammers, exemplo). Não lemos os termos de prestação do serviço, que geralmente deixam bem claro que as regras podem mudar a qualquer momento sem aviso prévio e que cabe ao usuário monitorar no site se houver mudanças. E que também explicitam que o prestador do serviço não se responsabiliza por eventual perda de dados. Cá entre nós, sendo de graça, o que você queria?
Obrigações profissionais à parte, sou muito curioso com relação ao Twitter, tenho pouco interesse pelo Facebook, quase não acesso o Orkut. Hoje, com essa pane no Twitter e no Facebook, me veio a pergunta: e se fosse no meu webmail? Seria no mínimo um grande transtorno. A nuvem pode facilitar muito a sua vida, mas pode também criar problemas que você não havia imaginado.
Por outro lado, pensei em sugerir aos tuiteiros uma reunião de emergência no fim do expediente sempre que o Twitter baleiasse ("baleiar" é a gíria para ficar lento, já que o Twitter mostra o desenho de uma baleia nessas ocasiões). Reunião em algum aprazível botequim com chope Brahma (não é post pago, eu apenas prefiro chope da Brahma). Afinal, se a serpentina saísse do ar, era só pular para o concorrente mais próximo.
Uma das atividades mais interessantes do Twitter é a troca de links. É uma forma de ultrapassar a limitação dos 140 caracteres, apontando para conteúdos espalhados pela Internet, quer em blogs, sites de de vídeo, ou que for. Blogueiros mais ativos escrevem seus textos no blog e aproveitam a agitação do Twitter para compartilhar um link, com uma chamada interessante. A fórmula também é usada por quem busca aumentar o tráfego em seu site, seja um veículo de comunicação, seja um empresa. E o próprio blogueiro, claro
Pessoas que sei que têm muito a dizer e que pesquisam a Internet com entusiasmo (quase voracidade) são uma ótima fonte de links. Acompanho perfis de algumas, e fico sempre atento às dicas que elas jogam no Twitter.
Quando quero compartilhar um link, tenho dois trabalhos. Primeiro, mandar para o Delicious, rede social de bookmarks onde armazeno meus favoritos para poder acessá-los do trabalho, de casa, do notebook, ou de qualquer máquina conectada. Depois, pegar esse mesmo link, encurtá-lo (no migre.me se estiver no browser, ou no bit.ly se estiver no TweetDeck) e depois mandá-lo para o Twitter.
Hoje descobri que o Delicious criou uma forma de me poupar tempo. Ao criar um novo bookmark, a janela em que devo preencher os dados agora me oferece opção de mandar o link também para o Twitter, com direito a mensagem, claro. Há opção para tuitar todos os bookmarks a medida em que forem criados, e preservar os que forem particulares.
A ideia é ótima. Porém, ainda não consegui fazê-la funcionar. Ao entrar log e senha do Twitter para autenticação e envio da mensagem com o link, o Delicious está falhando. Bom, vou dar um desconto porque o Twitter hoje está mais cambeleante do que o Mussum saindo da birosca (o Twitter teria sofrido um ataque de negação de serviço, aquele em que criminosos sobrecarregam os servidores com acessos até tirá-lo do ar). Em algum momento, a integração vai ter que funcionar.
Para quem não conhece, Delicious é uma rede social baseada em bookmarks. O usuário faz um cadastro e passa a fazer parte da comunidade. Conforme são salvos, os bookmarks aparecem na home so serviço. Cada link pode ser classificado por um comentário e, principalmente, por palavras-chave, as chamadas tags. Há uma sessão para os bookmarks mais populares. Sob esse aspecto, é uma maneira de compartilhar links com um grupo. Por outro lado, você pode guardar seus links classificados com as tags que você preferir. Depois, pode navegar pelas Tags e assim localizar tudo que você guardou. Se preferir, pode manter os bookmarks em particular, só para o seu perfil, mas terá que determinar essa opção para cada bookmark individualmente. Para quem usa Firefox, há um plugin gratuito do Delicious que, entre outras coisa, permite criar bookmarks a partir do atalho control+D. É uma mão na roda.