O Dia Online

Setembro, 2009
Agosto, 2009
Julho, 2009
Junho, 2009
Maio, 2009
Abril, 2009
Março, 2009
Fevereiro, 2009
Janeiro, 2009
Dezembro, 2008
Novembro, 2008
Outubro, 2008
Setembro, 2008
Agosto, 2008
Julho, 2008
Junho, 2008
Maio, 2008
Abril, 2008
Março, 2008
Janeiro, 2008
Dezembro, 2007
Novembro, 2007
Outubro, 2007
Setembro, 2007
Agosto, 2007
Julho, 2007
Junho, 2007
Maio, 2007
Abril, 2007
Marlos Mendes

Segunda-feira, 31 Agosto, 2009

Cadê o meu iPhone?

Tentou comprar o novo iPhone 3GS e não conseguiu? Mande um comentário!

Quinta-feira, 27 Agosto, 2009

Novo iPhone 3G S poderá ser usado como modem na Vivo

O novo iPhone 3GS começa a ser vendido hoje, sexta, pelas operadoras Vivo, Claro e TIM. Ontem, a Vivo convidou alguns jornalistas e blogueiros para conhecer o novo aparelho. Por fora, o iPhone continuo o mesmo. A diferença está por dentro. Segundo a Vivo, o novo processador é até duas vezes mais rápido do que o anterior.

O iPhone 3GS, que tem versão de 16GB e 32GB, ganhou uma câmera mais potente, de 3 megapixels, que agora também filma. Dá para cortar o começo e o fim do clipe no próprio iPhone, além de determinar o foco para fotografia tocando no visor. De quebra, uma opção para mandar o vídeo direto para sua conta no YouTube (cadastre uma vez log e senha do YouTube e pronto). Também tem comando de voz, que reconhece nomes nos contatos e arquivos de músicas. Mas não é preciso associar o número a uma gravação prévia, o que dava problema em alguns celulares se houvesse diferença na entonação entre a gravação e a fala na hora do comando.

O que mais chamou minha atenção foi o chamado tethering, que nada mais é do que um recurso para usar o iPhone como um modem para acessar a Internet. Basta selecionar três comandos tocando na tela para compartilhar a conexão e ligar o iPhone ao notebook por cabo USB ou por Bluetooth. A navegação usa o plano de dados já contratado e o iPhone pode ser usado normalmente durante a conexão, inclusive para chamadas de voz. O recurso foi liberado pela Apple apenas para os iPhones da Vivo. A operadora tem exclusividade do recurso para toda a América Latina.

Também gostei muito da bússola do aparelho. Ela permite que ao acessar um mapa, os pontos do mapa correspondem à posição real, que muda conforme se muda a posição do aparelho (acompanhando a bússola).

Interessantes também os recursos de acessibilidade, que permitem ampliar os ícones, mudar o contraste de cores e manipular o aparelho por voz, para deficientes visuais. Um toque e o aparelho diz que aplicativo foi tocado. Dois toques, ele é ativado.

Os preços da Vivo estão bastante competitivos. Nos EUA, o iPhone 3GS custa 199 dólares (16GB) e 299 dólares (32 GB). No plano iPhone completo o preço será R$ 799 (16GB) e R$ 999 (16GB). No plano Vivo 180, os preços são R$ 949 e R$ 1.249. No plano pré-pago, os preços sobem para R$ 1.699 e R$ 1.999 respectivamente. Com isso, o iPhone 3G de 8GB cai para R$ 499 (plano completo) e R$ 1.399 no pré-pago.

Na TIM, iPhone 3GS de 16 GB sai por R$ 1.599 no plano TIM iPhone 100 e R$ 999 no TIM iPhone 500. O iPhone 3GS 32 GB sai por R$ 1.899 e R$ 1.299 nesses planos. Há planos intermediários. O preço do iPhone 3G 8GB no plano pré-pago cai para R$ 1.649. Os preços na Claro deve ser divulgados hoje.


XBox fica R$ 600 mais barato para lançamento de Halo 3: ODST

A partir desta sexta-feira o Xbox 360, console de sexta geração da Microsoft, vai ter seu preço reduzido em R$ 600, passando de R$ 2.399 para R$ 1.799. O PlayStation 3 há algum tempo aparece em lojas no Brasil nessa faixa de preço em torno de R$ 1700. Um corte de preço dessa ordem é sempre uma boa notícia, pena que apesar de tudo o console continue a custar muito caro. Também nesta sexta-feira começa a pré-venda de "Halo 3: ODST" totalmente em português. No novo título da série, o jogador vive a história pelo olhar de um ODST (Orbital Shock Trooper) em busca de pistas que indiquem o paradeiro de seu esquadrão e os motivos que levaram à invasão de New Mobasa. "Halo 3: ODST" busca mostrar uma história conhecida sob uma nova perspectiva e traz um modo multi-jogador que permite que até 4 pessoas entrem em combate. O jogo vem em dois DVDs. Confira mais no site.

Segunda-feira, 17 Agosto, 2009

Blackberry App World chega ao Brasil

Donos de smartphones Blackberry no Brasil não têm mais por que invejar donso de iPhones. Pelo menos no quesito loja online. A Research in Motion finalmente lançou sua loja online de aplicativos, a Blackberry World App. O site já está no ar para Brasil, Argentina, Chile, Venezuela e México, e deve chegar em breve ao resto da América Latina. Para baixar aplicativos, inclusive gratuitos, acesse <www.blackberry.com/appworld> ou <mobile.blackberry.com>. Segundo a RIM, o site reconhece o modelo Blackberry e apresenta um catálogo de aplicativos compatíveis. O único senão é que a loja ainda não dispõe de interface em português, que deve ficar pronta até o fim do ano. Por equanto, só em inglês em espanhol.

Sexta-feira , 14 Agosto, 2009

Tecnologia, diversão e bons negócios na Marina da Glória

Simulador de F1 na CIT 2009 - foto: André Mourão / AG O DIA

De um lado, um disco rígido do tamanho de uma motossera e um tataravô dos laptops, pesando 12 quilos, peças do acervo do Museu do Computador. Do outro, simulador de autoescola adaptado para deficientes físicos, capaz de emitir relatórios sobre o desempenho do aluno, um cockpit de StockCar que tem o para-brisa substituido por 3 telas de computador, e três simuladores de F-1. Passado e presente da tecnologia estão em cartas no Circuito de Informática e Tecnologia (CIT 2009), que este fim de semana toma conta do galpão 1 da Marina da Glória. Dezenas de expositores participam do evento, exibindo novidades e boas oportunidades de compras.

Visitante experimenta os óculos 3D da NVidia

Outra atração do evento são o óculos 3D, apresentado pela NVidia, fabricante de placas de vídeo. Os óculos dão a impressão de que a imagem pula da tela em direção ao espectador, criando uma maior sensação de realidade. Eles, contudo, não dão conta da tarefa sozinhos. Além dos óculos (R$ 699) é preciso uma placa NVidia GeForce 8800 GT ou superior (que custa em torno de R$ 600), um monitor de 120Hz (o Samsung da exposição custa R$ 899), além de conteúdo produzido para 3D, como games em DirectX, ou fotos e filmes produzidos com duas câmeras simultaneamente e montados com um software especial. A CIT 2009 terá ainda várias palestras sobre tecnologia e a etapa sudeste do World Cyber Games (WCG), campeonato mundial de games.

A CIT acontece sábado e domingo, das 12h às 22h, na Marina da Glória. Ingressos a R$ 20 no local. Meia entrada para: idosos a partir de 60, crianças de 3 a 12 anos, estudantes, professores e deficientes físicos.

Confira a programação completa no site do evento: http://www.cit2009.com.br.

Quarta-feira, 12 Agosto, 2009

Sara não largou o Twitter nem no trabalho de parto

Chova ou faça sol, todo dia tem café, engarrafamento e uma nova bossa no Twitter. Desta vez, veio de Sara Morishige Williams, esposa de Evan Williams, co-fundador do Twitter, que narrou o trabalho de parto pelo microblog. Foram cinco posts, que começaram por volta de 1h da manhã do dia 11:


12h46: "Querido Twitter, a bolsa estourou. Não foi como Charlotte em Sex and the City. Agora contando as contrações no iPhone".
2h46: "O Contraction Tracker estava divertido até as contrações ficarem dolorosas"
5h11: "Dei entrada no hospital. Peguei o penúltimo quarto"
6h49: "Anestesia, por favor"
14h20: "O monitor cardíaco rompe o silêncio de um quarto que em breve será tudo menos silencioso"

Não sei o que mais me impressiona, se o desprendimento com que as pessoas expõe os fatos mais íntimos de suas vidas para audiências globais, ou o talento de Sara de digitar um iPhone em pleno trabalho de parto.

O que fazer com a privacidade é um problema privado, ora. Se as pessoas desejam o que Tutty Vasquez chamou de "evasão de privacidade", elas que lidem com isso. Sara vive no mundo da tecnologia, para ela tudo isso é muito natural. Ela sabia o que estava fazendo, mas nem todos sabem.

Parece que agora se repete no Twitter um fenômeno que aconteceu no começo dos blogs e do Orkut, um embasamento entre público e privado. Quem participa de uma rede social sabe que está em público, mas parece achar que esse público é formado apenas por seus amigos e conhecidos.

O novato publica suas fotos, fala sobre sua rotina, do Toddy gelado que tomou de manhã à cirurgia ortopédica do gato de estimação, e às vezes, com a mesma naturalidade, fala mal do chefe, confessa estar infeliz no trabalho, diz o que realmente pensa da sogra, faz uma piadinha sobre a masculinidade do vizinho. E acha que ninguém além de seus amigos irá ler. Como o jogador americano que atribuiu a derrota do time ao técnico. O estranho é que essa noção de que estar na Internet é estar num espaço público parece ser bastante clara com relação a blogs e Orkut, mas precisa ser reconstruída a cada nova forma de comunicação, como o Twitter. O que você colocar ali poderá ser visto por qualquer pessoas, a não ser que você determine o contrário, se a ferramenta oferecer essa opção, claro.

Outro fenômeno curioso é uma certa esquizofrenia, que deve atacar com mais frequência quem vive com mais de um perfil. De tanto falar, o cidadão esquece qual dos papéis sociais está desempenhando e troca os pés pelas mãos, emite a própria opinião quando está falando em nome de outro. Como o sujeito (quem seria?) que controlava o perfil oficial do Fluminense e, durante sua narração do jogo, criticou abertamente um atleta do próprio clube.

Já disse que sempre achei estranho trocar scraps no Orkut em vez de e-mails, como seria conversar aos berros com o vizinho pela janela em vez de usar o interfone. No Twitter a confusão é ainda maior, criando o que já descreveram como um pátio de manicômio em que todos falam sozinhos e ao mesmo tempo.

Parece que não basta falar, é preciso falar para muitos, ou falar para um e mostrar para todos que falou, criando um discurso público compartilhado, fragmentado, efêmero e intenso. Será que é essa a magia que atrai quase 45 milhões de pessoas no mundo?

Depois de virar notícia por veicular em primeira mão notícias ruins, dessa vez pelo menos o Twitter serviu para publicar uma notícia boa. Parabéns a @ev e @sara.

Terça-feira, 11 Agosto, 2009

Brasileiro ganha festival internacional de filmes feitos com celular

O brasileiro João Paulo Miranda Maria, 26 anos, ganhou um concurso promovido pela CNN para filmes feitos com telefone celular com o curta "A Girl and a Gun" (Uma Garota e Uma Arma). Uma ótima inspiração para quem tem um celular com câmera e não aproveita ao máximo essa ferramenta. Nesta quarta, no Digital&Tal, João Paulo conta sua experiência e dá dicas para quem quer fazer um bom filme com o telefone celular. Enquanto isso, confira o curta vencedor do "Mobile Phone Movie Competition"




Sexta-feira , 7 Agosto, 2009

Praga que derrubou o Twitter ainda não foi identicada

Ainda não foi identificado, logo, continua sem vacina, o código malicioso responsável pelo ataque que derrubou o Twitter nesta quinta-feira, e deixou sobrecarregados redes sociais como Facebook, Live Journal e Youtube. Segundo André Carrareto, gerente de Engenharia de Sistemas da Symantec, fabricante do Norton Antivírus, trata-se de um worm de origem desconhecida e para o qual as empresas de segurança só poderão criar vacianas após sua identificação.

O worm (verme, em inglês) é um programa auto-replicante que, ao contrário dos vírus, não precisa de um programa hospedeiro para se replicar e infectar outros computadores. "Tendo uma amostra do worm, a vacina é criada em algumas horas", diz o especialista.

Para Carrareto, o ataque foi planejado há tempos e envolveu dezenas de milhares de computadores infectados por esse worm. O responsável pelo ataque tem como saber quantas máquinas foram infectadas pelo worm, criando uma botnet, nome dado a redes de computadores zumbis. Zumbis porque são controlados remotamente, sem autorização do dono legítimo, e usados para ataques e golpes.

O especialista da Symantec acredita que será praticamente impossível rastrear a origem do ataque, uma vez que o código malicioso responsável está distribuído por milhares de usuários finais, leia-se, nós mortais. Será possível no máximo saber de que região do mundo os acessos foram gerados.

Mas como um worm desse se espalha na Internet e toma o controle de milhares de computadores? Pela falta de cuidado ou de informação do dono legítimo do computador, que acaba induzido a inslar o código malicioso, seja clicando num link que promete fotos picantes de uma celebridade, ou instalando um protetor de tela de origem suspeita.

Por isso é tão imporante manter o sistema operacional atualizado, o firewall a postos e o sistema de proteção (antívirus e outros acessórios) atualizado e ativo. A Symantec, por exemplo, tem versões de teste gratuitas do Norton que, por tempo limitado, dão conta de rastrear o computador e limpá-lo de eventuais infecções. O site da empresa dispõe de uma ferramenta que faz o teste online. Há outras opções de suítes antivírus, como McAfee, AVGe Kaspersky.

Twitter deixou você na mão? Conte sua história!

Ficou na mão quando Twitter e Facebook foram atacados e ficaram fora do ar na quinta-feira? Mande um comentário contando sua história! Estamos produzindo uma reportagem sobre o assunto e seu relato pode ser muito útil.

Quinta-feira negra no Twitter e no Facebook

A baleia do Twitter aparece quando o site está lento

Se você tentou acessar Twitter ou Facebook nesta quinta-feira, provavelmente teve problemas. Ambas as empresas confirmaram em seus blogs que foram vítimas de ataques de criminosos digitais. O tipo de ataque sofrido é chamado por especialistas de "Denial of Service" ou "Distributed Denial of Service" (tradução: negação de serviço, ou negação de serviço distribuída), com as siglas DoS ou DDoS. O ataque consiste em direcionar para os computadores que mantém o site funcionando um volume de tráfego maior do que eles podem suportar. Resultado, o site sobrecarregado e fica lento ou inacessível para os usuários legítimos. Tente colocar 90 pessoas numa van ou passar pela Voluntários da Pátria na hora do rush. É mais ou menos isso.

O evento serve para nos alertar sobre a dependência cada vez maior que temos por serviços online, principalmente dos serviços baseados na chamada cloud computing (computação em nuvem), como Twitter, Facebook, Google e tantos outros.

Nos primórdios da informática, a computação era baseada nos maiframes, computadores enormes e caros que, acessados por meio de terminais burros. Eram máquinas caríssimas as quais os mortais não raro pagavam por tempo de uso. O processamento e armazenamento de dados estava todo no computador central. Impulsionada pelo barateamento dos preços dos semicondutores, veio a revolução do computador pessoal, do computador de mesa (desktop). O computador pessoal era uma unidade funcional independente. Processamento e armazenamento agora eram locais (não com o mesmo poder dos mainframes, mas para escrever um texto ou jogar pong, nem precisava). Só faltava a conexão em rede, que havia no tempo dos mainframes. Veio então a terceira onda, a Internet, ligando computadores pessoais e servidores cada vez mais poderosos, primeiro por redes governamentais e de pesquisa, depois redes comercias e toscas linhas discadas, e hoje por banda larga (larga de verdade em Hong Kong, tosca no Brasil, onde as operadoras não são obrigadas a fornecer o que prometem).

Com o desenvolvimento de novas tecnologias para o mundo online, veio a ideia de mandar o processamento e o armazenamento de volta para a rede. Servidores que podem ser acessados pela Internet (computador, celulares e outros dispositivos) dão conta de processar os dados e guardá-los. E tudo que não é sólido se concentra no ar. Bem-vindo à computação em nuvem.

O problemas para nós, mortais, é que essa ideia poder acessar tudo, a qualquer hora, em qualquer lugar e com uma penca de dispositivos diferentes tende a nos tornar displicentes. Não gravamos mais os dados, exceção talvez para os arquivos mais urgentes que vão no pendrive. Deixamos para fazer backup sempre no ano seguinte e não raro choramos quando um HD queima e leva arquivos preciosos, como as fotos do aniversário de um ano do seu filho que você teve preguiça de gravar em DVD e deixou todo no Orkut ou no Flickr. Damos um um novo serviço autorização para acessar o webmail sem pensar duas vezes o que o administrador, lá do outro lado, pode fazer com esse log e senha, ou com sua lista de contatos (distribuir para spammers, exemplo). Não lemos os termos de prestação do serviço, que geralmente deixam bem claro que as regras podem mudar a qualquer momento sem aviso prévio e que cabe ao usuário monitorar no site se houver mudanças. E que também explicitam que o prestador do serviço não se responsabiliza por eventual perda de dados. Cá entre nós, sendo de graça, o que você queria?

Obrigações profissionais à parte, sou muito curioso com relação ao Twitter, tenho pouco interesse pelo Facebook, quase não acesso o Orkut. Hoje, com essa pane no Twitter e no Facebook, me veio a pergunta: e se fosse no meu webmail? Seria no mínimo um grande transtorno. A nuvem pode facilitar muito a sua vida, mas pode também criar problemas que você não havia imaginado.

Por outro lado, pensei em sugerir aos tuiteiros uma reunião de emergência no fim do expediente sempre que o Twitter baleiasse ("baleiar" é a gíria para ficar lento, já que o Twitter mostra o desenho de uma baleia nessas ocasiões). Reunião em algum aprazível botequim com chope Brahma (não é post pago, eu apenas prefiro chope da Brahma). Afinal, se a serpentina saísse do ar, era só pular para o concorrente mais próximo.

Quinta-feira, 6 Agosto, 2009

Delicious manda link e post para Twitter

Janela do Delicious: integração ao Twitter / reprodução

Uma das atividades mais interessantes do Twitter é a troca de links. É uma forma de ultrapassar a limitação dos 140 caracteres, apontando para conteúdos espalhados pela Internet, quer em blogs, sites de de vídeo, ou que for. Blogueiros mais ativos escrevem seus textos no blog e aproveitam a agitação do Twitter para compartilhar um link, com uma chamada interessante. A fórmula também é usada por quem busca aumentar o tráfego em seu site, seja um veículo de comunicação, seja um empresa. E o próprio blogueiro, claro

Pessoas que sei que têm muito a dizer e que pesquisam a Internet com entusiasmo (quase voracidade) são uma ótima fonte de links. Acompanho perfis de algumas, e fico sempre atento às dicas que elas jogam no Twitter.


Quando quero compartilhar um link, tenho dois trabalhos. Primeiro, mandar para o Delicious, rede social de bookmarks onde armazeno meus favoritos para poder acessá-los do trabalho, de casa, do notebook, ou de qualquer máquina conectada. Depois, pegar esse mesmo link, encurtá-lo (no migre.me se estiver no browser, ou no bit.ly se estiver no TweetDeck) e depois mandá-lo para o Twitter.

Hoje descobri que o Delicious criou uma forma de me poupar tempo. Ao criar um novo bookmark, a janela em que devo preencher os dados agora me oferece opção de mandar o link também para o Twitter, com direito a mensagem, claro. Há opção para tuitar todos os bookmarks a medida em que forem criados, e preservar os que forem particulares.

A ideia é ótima. Porém, ainda não consegui fazê-la funcionar. Ao entrar log e senha do Twitter para autenticação e envio da mensagem com o link, o Delicious está falhando. Bom, vou dar um desconto porque o Twitter hoje está mais cambeleante do que o Mussum saindo da birosca (o Twitter teria sofrido um ataque de negação de serviço, aquele em que criminosos sobrecarregam os servidores com acessos até tirá-lo do ar). Em algum momento, a integração vai ter que funcionar.

Para quem não conhece, Delicious é uma rede social baseada em bookmarks. O usuário faz um cadastro e passa a fazer parte da comunidade. Conforme são salvos, os bookmarks aparecem na home so serviço. Cada link pode ser classificado por um comentário e, principalmente, por palavras-chave, as chamadas tags. Há uma sessão para os bookmarks mais populares. Sob esse aspecto, é uma maneira de compartilhar links com um grupo. Por outro lado, você pode guardar seus links classificados com as tags que você preferir. Depois, pode navegar pelas Tags e assim localizar tudo que você guardou. Se preferir, pode manter os bookmarks em particular, só para o seu perfil, mas terá que determinar essa opção para cada bookmark individualmente. Para quem usa Firefox, há um plugin gratuito do Delicious que, entre outras coisa, permite criar bookmarks a partir do atalho control+D. É uma mão na roda.