SOLIDÃO
A solidão é, na verdade, a grande droga da humanidade!
Rubens Lisboa (rubens@infonet.com.br)
Qui, 22 Mar 2007 13:38:44 GMT
Mistura e Manda
O que é MPB? Alguém saberia responder?
Pois, na minha opinião, MPB foi e continua sendo um tipo de música com mente aberta, que não se expõe em prateleiras. Come~çou com a Bossa Nova aceitando influências várias do Jazz aos Ritmos Caribenhos ( muito bem representados por João Donato), continuou na era dos festivais com a multiritmia de Edu Lobo ( Frevo, Samba, Jazz, valsa, toada, baião )e Sérgio Ricardo, e se espraiou ainda mais na Tropicália ( que aceitava a jovem guarda e o brega amas também compunha e decompunha sambas, baiiões, xaxados, forrós, frevos, rocks blues com misturas inusitadas, de lupicício aos stones) aGERAÇÃO SEGUINTE NÃO DEIXOU POR MENOS, nOVOS pSICODÉLICOS bAIANOS, A Cor do Som, Guilherme Arantes, Kleiton e Kledir ( unindo as milongas ao acento pop ) Djavan ( sambablues e reaguemaracatuafoxé, ) Angela Rô Rô (a Maysa com cérebro, samba-canção e pop).
Depois Eduardo Dusek ( marchinhas canções e rockbilis)Até que desaguamos no RockBrasil e a era de mercado que quis separar todos os artistas em prateleiras, ( ainda que alguns como o genial Cazuza ou Lobão tenham atirado para todos os lados.
Pronto, estamos agora assim, todos encaixadinhos e caretas: samba é samba, rock é rock, funk é funk, brega é brega e MPB é uma quimera de outro tempo menos competitivo.
Quanto ao Tim, acho que a pessoa ou grupo tem que se notabilizar para ser o homenageado da noite. Notável, vejam bem, não célebre nem famoso.
A geração MPB GEROU várias crias realmente geniais, mas o Rock ( JÁ COM ESSA DIVISÃO QUE NÃO OXIGENA A MENTE) só alguns mereceriam tal laurel, como cazuza ou Renato Russo e Lulu SANTOS QUE JÁ FOI HOMENAGEADO. tALVES OS tITÃS, Talvez o Herbet Viana, não sei não...
Se eles tivessem olhado um pouco mais em volta como fizeram depois o Lenine e Chico César, suas obras fossem mais representativas e menos monolíticas.
Esse negócio de Estilo defenido por gravadora soa como nazismo.
VAMOS MISTURAR COMO OS VOVÔS FAZIMA!!
CHEGA DE CARETICE!!!
eduardo kruffer (edukruffer@bol.com.br)
Qui, 22 Mar 2007 14:55:34 GMT
Eduardo,
O seu comentário até que é pertinente, mas o tom imperativo é que prejudica, pois a arte não é e nem será o que alguém quer ou quererá, arte é colocar para o mundo o que vc tem dentro de si e, se o que vc tem dentro de si é uma cópia de grandes criações, mesmo que não estejas contribuindo como criador estarás contribuindo como multiplicador.
Abraços.
Spiráculo (mmmmm@.musica.com)
Qui, 22 Mar 2007 16:16:48 GMT
Todo esse discurso filosófico acerca da arte, solidão, etc... é muito válido e só tem a contribuir para o entendimento da sociedade. Mas em se tratando (de quem?.. de quem?) do sídico, nada melhor do que colocar o CD e ouvi-lo cantar. Um recado para o Tim: você era tão doido e despojado que sei que não vai se importar comigo. É que não seguro minha onda e se estivesse, o senhor, de corpo presente diria na lata: você era muito... muito... muito bom, mas não posso deixar de ser o chato que sou. Então, Tim Maia: um forte abraço e vá te catar.
Anônimo
Sex, 23 Mar 2007 08:25:46 GMT
O livro de Tim
Grande Mauro, obrigado pela sua critica ao livro Até parece que foi sonho, escrito por mim, ACHEL TINOCO, a partir das historias que o Fabio me contou. Realmente nao tinhamos pretençoes de escrever uma biografia — como é sabido, o Nelson Motta já esta escrevendo. Como bem vc disse, são causos e causos de dois adoraveis malucos da música, aprontando das suas por ai... É isso. Um abraço, e obrigado!!!
Achel Tinoco (achelltinoco@yahoo.com.br)
Seg, 26 Mar 2007 15:24:39 GMT

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