FARINHA POUCA MEU PIRÃO PRIMEIRO
Agora o Mauro tocou num assunto crucial! A intermediação para colocar músicas nos CDS. Como ele sugere, a coisa funciona do seguinte modo: O produtor do disco não faz uma pesquisa com novos (ou não tão novos), compositores, e depois faz uma triagem para escolher os mais interessantes para o trabalho. Não, primeiro ele chama todo mundo que faz parte da SUA panela, distribui as faixas com assentimento da interprete ( que geralmente está boiando e longe da cena criadora, distante demais! ) ,e o que sobra dentro do CD fica para uns poucos eleitos que conseguiram furar o bloqueio da produção ou fazem parte da cota pessoal da cantora. Essa influência é que gera essas distorções como 6 músicas de Arlindo Cruz E MAIS 3 OU 4 da lavra dos amigos do Sapucay, o samba meu da Maria Rita, na verdade é o Samba Dele.
Qual será o samba da Maria Rita, à vera?
p.s. isso aconteceu no segundo também ( só que foi a cuia do Lenine!)
Eduardo Kruffer (edukruffer@bol.com.br)
Dom, 16 Set 2007 16:05:00 GMT
Cada vez mais sem credibilidade
Vamos nos utilizar da velha e boa lógica.
Leandro Sapucahy é um ex-pagodeiro dos anos 90 que a Warner está tentando investir como um novo nome do samba. Arlindo Cruz é amigo de Sapucahy e é da Warner.
Maria Rita é da Warner.
Triste ver, numa época em que os bons artistas buscam cada vez mais se tornarem independentes, a Maria Rita totalmente sendo manipulada pela Warner. Samba Meu, só se for da Warner. Triste, muito triste.
E viva os novos artistas que fazem um trabalho de verdade e independente. Viva Roberta Sá, Nilze Carvalho, Thais Gulin, Anna Luisa, Rodrigo Maranhão, Edu Krieger e tantos outros.
Crítico
Seg, 17 Set 2007 18:55:56 GMT