Lula e João Cândido
Acho que o Lula continua falando muita besteira, Já que ele , como Comandante em Chefe das FFAA deveria ter o cuidado de manter a hierarquia e disciplina pois, se houver uma rebelião, uma rebeldia contra o comandante, este comandante, até o final de 2010 é ele, o Lula, então, Sr. presidente, raciocine antes de proferir uma falácia destas....
Quanto ao João Cândido, acredito que, naquele tempo as coisas eram um tanto quanto diferentes de hoje, e, o ser-humano, quando levado à sua extremada situação, tende a modificar um comportamento. Foi o que ocorreu. Certamente, através de atitudes erradas, o "Almirante Negro" conseguiu uma grande evolução para o seu tempo. Acredito que todas as lutas são imortantes, desde que não hajam sequestros, assassinatos, etc... Não é mesmo esquerda ultra vermelha de 68?
Carlos (carpediem_rj33@hotmail.com)
Ter, 02 Dez 2008 10:16:25 GMT
NOTA DO CLUBE NAVAL
NOTA DO CLUBE NAVAL
24/11/2008.
A REVOLTA DE 1910
Faz, neste mês de novembro, 98 anos desde a eclosão da revolta de 1910, que colocou de um lado os canhões dos encouraçados, e do outro, as instituições da República.
Foi um episódio lamentável, pois representou o rompimento da legalidade, a fragilização da ordem constitucional, a quebra da hierarquia e da disciplina e, sobretudo, resultou no assassinato de oficiais e praças que se opuseram à sedição e ao motim, entre eles o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Batista das Neves, Comandante do Encouraçado Minas Gerais.
As reivindicações dos revoltosos, que precisam ser compreendidas na época e no contexto em que foram feitas, terminaram acolhidas pelo Congresso Nacional que, sob a mira dos canhões, votou, inclusive, a anistia.
É completamente fora de propósito trazer para o tempo presente um conflito superado há quase cem anos, e, ao arrepio da história, tentar vinculá-lo à questão racial, como se fez no evento do dia 20 de novembro no Rio de Janeiro.
Em toda a revolta de 1910 a ninguém ocorreu perguntar sobre a raça ou a cor da pele dos revoltosos ou dos que morreram na defesa da legalidade.
Enganam-se aqueles que acham possível dividir a Marinha em negros e brancos ou em oficiais e praças.
Não é possível.
O povo brasileiro bem sabe que após os eventos de 1910, oficiais e praças lutaram e morreram, pela honra da pátria, na Primeira e na Segunda Guerra Mundial.
É a eles que devemos prestar homenagem.
JOSÉ JULIO PEDROSA
Almirante-de-Esquadra
Presidente do Clube Naval
Anônimo
Ter, 02 Dez 2008 19:42:45 GMT
Comentário aguardando aprovação.
Comentário aguardando aprovação.
Engana-se redondamente o presidente do Clube Naval ao dizer que é impossível dividir Oficiais e Praças na Marinha. Ou talvez ele tenha esmo razao, pois não pdemos dividir o que já está dividido. João Cândio foi sim um herói. Graças a ele, que sendo manipulado ou não, lvrou o país da lai da chibata, da opressão excessiva, do preconceito social que até hoje perdura na Marinha. Os fato estão aí latentes e vivos para comprovar. Assim como é mìster tambem que eoluims mito desde então, e que embora lentamente, a situação tem melhorado em muito, e isto, principalmente devido a evolução cultural e ao movimento educacional na armada, fato que aconteceu devido a visão futurista de alguns chefes navais atentos´`as necessidades futuras e exigências tecnológicas crescentes. Mas ainda hoje, é visível e notória a disparidade no tratamentoe diferenciamento entre oficiais e praças. Aos oficiais se dá o tatamento devido dentro que prevê a hierarquia, entre os praças, do pescço para baixo tudo é perna, como se diz nas peladas pelo país a fora. Entre os praças, muitas vezes, a única diferença é o soldo, e por extensão, se dar o mesmo tratamento aos familiares, principalmente na área de saúde.
Eu que viví mas de 30 anos de caserna sei bem o .que é isto, embora possa testemunhar que muita coisa evoluiu Quanto a locção do presidente Lula, ele foi muito infelz em questionar quantos militares teriam hoje a coragem deJoao Cândido. Como vivemos outra época, os meios são outros, hoje os militares tem acesso ajustiça, coisa que até bem pouco tempo atras não existia. Acho que todos que se sentirem prejudicados em seus direitos legais ou sofrerem injustiça, devem fazer uso dos meios legais disponíveis,para atingi anormalidade, sem no entanto, recrrer a indisciplina e a quebra de hierarquia. Quem quiser saber mais sôbre o assunto no âmbito navalé só procurar ler A falência das Elites de Adelaide Carraro. Todo militar da Marinha sabe que o assunto João Cândido ainda hoje é tabú e que nunca jamai em tempo algum se faz qalquer comentário a respeito do ocorrido, o que acaba sendo um grande erro, já que foi em época tao distante e que em nada influenciaria nos dias atuais. O silêncio da Marinha em torno do assnto não impede de forma alguma que uma boaparte da tropa conheça sua história. E a situação só começou amdar de fato depois de 64 quando mais um fato lamentável de insubordinaçao teve início na Marinha, chegando a atingir as outras forças, e tudo otivado porquê? Pelo preconceito, pelas injustiças, pelo abuso de poder e autoridade. E foi graças aos revoltosos de outrora que hoje temos uma situação moificada. Ainda estamos longe de alcançar o que seria a situação ideial, mas com toda certeza já estivemos mais longe. Se aplicar a disciplina não quer dizer humilhar, estabelecer diferenças gritantes na maioria das vezes até preconceituosas como por exemplo se colocar caixas de banco exclusiva para os oficiais nos bancos estabelecidos dentro de bases e quartéis, so para que osoficiais não entrem em fila junto com os praças. E o pior de tudo é que alguns gerentes desses bancos que são civís, se submetem a essa situação vexatória a trõco de algum privilégio. Ceio que todos torcemos para que tenhamos uma Marinha forte, assim como as demais forças à altura do país em todos os sentidos. Que a divisão seja apenas hierárquica, e não preconceituosa ou humilhatória.
Eduardo José do Nascimento (eduardojn@glbo.com)
Sex, 18 Set 2009 19:08:34 GMT