transf de militares/ fronteira
como é de se saber quando o país sofrendo alguma ameaça ou está ocorrendo alguma desordem interna, a primeira instituíçao que todos lembram são das forças armadas, mas só nesta hora, mas quando é para conceder uma melhoria todos são contra, veja a situação de comparar o tempo de permanência de um militar em uma froteira com a de um trabalhador embarcado da petrobras, o mesmo tem o direito de ficar 15 dias embarcado e 15 dias em casa, já o militar não precisa e ainda tem o caso da remuneração que em muito inferior da do trabalhador, é muito fácil comandar homens que só pode falar sim senhor. Vejam o plano de estratégia que se fala em equipar,estruturar e de transferir militares para locais sem habitantes nas froteiras, mas pode observar que não nenhum estudo tentando pelo menos melhorar a remuneração do militare.
carlos (edu@hotmail)
Ter, 13 Jan 2009 02:26:02 GMT
AUMENTO DO NÚMERO DEMILITARES NA AMAZÔNIA
Há realmente a necessidade do aumento de efetivos de militares das Forças Armadas nas fronteiras amazônicas. No entanto, deveria ser precedido de um estudo complexo das condições de trabalho do militar e de apoio adequado à sua família. Podem as Forças Armadas desfazer uma família com base apenas no seu interesse de proteger as fronteiras nacionais e a alegação da falta de recuros? É óbvio que não. Faltam recursos prá aumentar o efetivo de militares nas fronteiras? Não. Então, está claro que é um projeto feito de afogadilho, sem reflexão e que trará mais danos que benefícios ao País. O militar não irá prá fronteira pescar e conhecer a floresta. Ele estará lá com a obrigação de proteger a fronteira com a própria vida. As informações dizem que o militar ficará no posto de fronteira e sua família em alguma cidade próxima. Quais as distâncias e os meios de transporte prá essas cidades próximas? Ora, se até a iniciativa privada (Petrobrás e outras) oferece transporte da melhor qualidade e condições especiais prá seus tralhadores desempenharem, com produtividade, suas funções, por que as Forças Armadas irão submetê-los a condições muito piores prá que vivam em risco de morte? Os leitores conhecem como é feito o atendimento médico de um militar que está em local
afastado e inóspito? Vocês acham que existem helicópteros UTI, médicos especialistas, salas de cirurgia adequadas e médicamentos apropriados nesses lugares distantes e sem recursos? Recentemente um oficial sofreu um acidente de "jeep" durante um treinamento, ficou horas esperando socorro apropriado e morreu no local - na Amazônia. Foi notícia de jornal. É preciso tratar os militares como seres humanos, respeitar suas necessidades mínimas e terão profissionais ainda melhores. É uma profissão. Não é um sacerdócio. Exige-se do militar que seja exemplar cidadão e chefe de família e os primeiros a falar em desmontar as familias militares são seus próprios chefes. Por último, combater drogas ilícitas e contrabando nas fronteiras é atribuição das respectivas polícias estaduais e da Polícia Federal. Controlar desmatamento é com o IBAMA, as mesmas polícias estaduais e a PF. É preciso estudar melhor esta questão.
Derli Gonçalves da Silva (degon57@hotmail.com)
Qua, 14 Jan 2009 15:48:50 GMT
Concordo plenamente com Derli Gonçalves da Silva em seu comentário. Pois sabemos que é muito fácil fazer uma lei dentro de uma sala gelada , com várias regalias , ganhando uma remuneração acima dos R$ 20.000,00 , com uma estrutura fora do comum para sua família e no final das contas quem vai estar numa região inóspita , arriscando a vida submetendo-se a várias doenças como a Malária , Leshimaniose , oncorcicose , Tuberculose e ainda por cima longe da família serão os militares.
Se hoje com o atual efetivo das Forças Armadas que se encontra a Região Amazônica, a estrutura para os militares e sua família é muito ruim, imagine quando encher aquilo de militares. Se hoje , o índice de divórcio é grande, imagine quando colocarem na Região os militares em sistema de rodízio e longe da família. Se hoje há uma evasão de Oficiais e Praças das Forças Armadas devido a baixa remuneração , imagine quando compusarem os militares para aquela Região sem uma remuneração decente.
Temos que lembrar que não se pode fazer Política com as Forças Armadas. Deve-se tratar as Forças Armadas com respeito , pois ela é uma das poucas Instituições que ainda não se contaminou por essa Política subdesenvolvida que se praticam no Brasil.
José carlos da silva (pqdsaude@oi.com.br)
Qui, 22 Jan 2009 21:43:24 GMT
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