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Quinta-feira, 28 Junho, 2007

Águia americana deixa lista de espécies ameaçadas

Pelo menos uma boa notícia no mundo dos bichos ameaçados de extinção. A águia-de-cabeça-branca - ou simplesmente águia americana -, símbolo máximo dos EUA, deixou a lista de animais ameaçados nesta quinta.
Com o número de águias americanas atingindo o maior nível desde a 2ª Guerra Mundial, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos já vinha cogitando remover a ave da lista desde maio.

A águia americana é o pássaro nacional e sua imagem enfeita o selo presidencial do país. Há, no momento, 9.789 casais de águias americanas em 48 Estados, informa a agência Reuters.
Minnesota encabeça a lista com 1.312 pares das aves. Vermont viu sua primeira ninhada de filhotes em 2006.
Nos anos seguintes à 2ª Guerra Mundial, o amplo uso do pesticida DDT prejudicou os sistemas reprodutores das aves e sua população caiu, atingindo a baixa histórica de 417 casais em 1963.
O governo proibiu o DDT em 1972 e o número de águias-de-cabeça-branca, como também são conhecidas, cresceu a taxas regulares.
Em 1995, o serviço rebaixou a ave do título de espécie em perigo para ameaçada. As águias vão continuar protegidas sob a Lei de Proteção da Águia Americana e Dourada.


Grande Knut

Ele cresceu! O desenvolvimento do filhote de urso polar Knut, astro absoluto do zoológico de Berlim, está agradando seus tratadores. Eles anunciaram nesta quinta que o animal que nasceu com 810 gramas em dezembro de 2006, já está pesando 40 kg.
Os administradores do zoológico também celebraram outro número: o de visitantes. Desde sua "estréia" no zôo, em 23 de março, mais de 900 mil pessoas já foram visitar o ursinho popstar.

Knut nasceu no zoológico de Berlim em dezembro de 2006 e tinha um irmão gêmeo que morreu em seguida. O ursinho foi rejeitado por sua mãe logo depois o nascimento.

Ele teve que ser alimentado com mamadeira pelos funcionários do zoológico, o que chegou a irritar alguns ativistas ecológicos alemães, preocupados com o desenvolvimento do animal caso ele ficasse "mimado".

Terça-feira, 26 Junho, 2007

Raposas sob controle na Bielorússia

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A Bielorússia decidiu estimular a população a controlar o número de raposas do país por meio da caça. Segundo as autoridades do meio ambiente, a espécie tem se reproduzido de forma descontrolada.
O país estima que mais de 12 mil exemplares do animal já foram abatidos nos primeiros três meses do ano. Cada raposa pode ser vendida a cerca de US$ 15 nos mercados livres das cidades bielorussas.

China tatuará pandas que forem soltos na natureza

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A China tatuará os ursos panda criados em cativeiro que puser em liberdade nos próximos anos para que possa identificá-los melhor e controlar seus movimentos. A Administração Florestal chinesa, responsável pelo programa de conservação dos ursos panda, anunciou que os espécimes que forem libertados, além de tatuados, vão receber um chip sob a pele e ter uma amostra de DNA colhida.
Segundo um jornal local, os pandas ganharão uma tatuagem de não mais que 3 cm com um número de série indicando a origem do animal e seus progenitores. Os responsáveis pelo programa de conservação asseguraram que a tatuagem não causará nenhum dano aos órgãos internos do urso panda, um símbolo chinês.
A respeito do chip, que já foi testado anteriormente, será colocado na altura da nuca e emitirá sinais de rádio que poderão ser identificados por aparelhos dos tratadores. As tatuagens, os chips e as amostras de DNA serão a "carteira de identidade" de mais de 200 exemplares que as reservas chinesas mantêm em cativeiro, a fim de melhorar a espécie e solucionar problemas como a progressiva diminuição dos ursos panda em liberdade (cerca de 1,6 mil).
A destruição do habitat do panda - as florestas de bambu nas montanhas do oeste da China - fez o animal se isolar em pequenas comunidades nas quais, com o tempo, se tornou comum a endogamia. Com isso, nasceram muitos exemplares estéreis ou com problemas de reprodução, agravando o problema.
Xiang Xiang, o primeiro panda em cativeiro libertado pelos cientistas chineses, morreu em fevereiro deste ano, apenas um ano depois de ter sido solto. Aparentemente, o animal perdeu a vida ao sofrer uma queda, embora também tenham sido encontrados sinais de que o urso foi atacado por outros exemplares de sua espécie.
A morte, uma triste notícia para o programa de conservação, criou dúvidas sobre a possibilidade de os pandas nascidos em cativeiro conseguirem sobreviver soltos na selva. Por essa razão, os cientistas decidiram aumentar as medidas de controle e localização dos ursos que forem libertados a partir de agora.

Segunda-feira, 25 Junho, 2007

O mais feio do mundo!

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A beleza não é o seu ponto forte. Ellwood, esse cão aí da foto, um mestiço das raças Chinese cristed e Chiuahua, e que também atende pelos apelidos Yoda e E.T, foi o grande campeão do concurso 'O cão mais feio do mundo', realizado na Califórnia, EUA, na última sexta.
Mas quem se deu bem mesmo foi sua dona, Karen Quigley, que ganhou mil dólares como prêmio.

Reparando bem, até que Ellwood não é tão feinho assim...
E vocês, o que acham do 'muso' canino?

Sexta-feira , 22 Junho, 2007

Doação de pinschers

Doa-se dois cãezinhos pinsher machos, ambos de 1 ano. Um é cor caramelo e o outro é preto com caramelo. Eles são muito dóceis, saudáveis e estão com a vacinação e a vermifugação em dia.
O motivo da doação é que a dona dos bichinhos está com câncer e passa por sérias dificuldades.
Então galera, quem puder ajudar, entre entre em contato com o Dr André Mello: 9626-7758

O poder do mel das abelhas

Método utiliza mel como bioindicador de poluentes

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Numa área de preservação ambiental na cidade de Bauru, em São Paulo, cientistas da USP e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) comprovaram que as abelhas e seu principal produto, o mel, podem ser excelentes ferramentas de monitoramento ambiental. Durante o vôo, estes insetos registram valiosas informações sobre o meio ambiente em seu 'diário de bordo'. Nesses registros são encontrados microorganismos, produtos químicos e partículas suspensas no ar que ficam retidos nos pêlos superficiais de seu corpo ou que são inalados e unidos em seu minúsculo aparelho respiratório. "Além disso, o seu principal produto, o mel, também registrará todas essas informações", conta o biólogo Marcos Vinícus de Almeida.
O pesquisador assina, juntamente com outros cientistas, um artigo recentemente publicado na Revista Química Nova, que descreve o Método multiresíduo para monitoramento de contaminação ambiental de pesticidas usando mel como bioindicador. Vinicius, que é aluno do programa de mestrado do curso Interunidades em Bioengenharia da Escola de Engenharia da USP de São Carlos integra a equipe composta por Sandra Regina Rissato e Mário Sérgio Galhiane (coordenador do estudo), ambos do Departamento de Química da Unesp de Bauru, Fátima do Rosário Naschenveng Knoll, do Departamento de Biologia, também da Unesp, e Rita Mickaela Barros de Andrade, do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará.
Numa área 155 alqueires (cerca de 3 milhões de metros quadrados) localizada nas proximidades do campus da Unesp, em Bauru, chamada Reserva Campo Novo Vargem Limpa, os pesquisadores observaram o trabalho dos insetos durante seis anos. Vinicius, que coordenou todo o trabalho de campo, conta que o interesse pelo estudo surgiu a partir de uma criação de abelhas que havia no local para estudos de comportamento, selecionando e observando amostras de mel. Foi quando encontraram quantidades de poluentes no produto, como pesticidas e até mesmo os organoclorados. "Esses produtos, os organoclorados, foram proibidos no Brasil na década de 1985", lembra o biólogo.

Estatística confiável

A partir das criações já existentes, os pesquisadores instalaram novas colméias. No início eram cerca de 14. Hoje, a reserva possui 35 colméias. Cada abelha atua num raio de ação de aproximadamente dois quilômetros. "A área é cercada por locais de atividades agrícolas com plantações de milho e de cultivo de frutos, como manga", descreve Vinicius. Em outra parte da divisa da reserva, há uma indústria de baterias e uma pista de kart. O restante é formado por áreas destinadas à pecuária. "As colméias estão distantes cerca de quatro quilômetros uma das outras, o que nos possibilita uma estatísca plenamente confiável", garante o biólogo.
Durante o período de observação, que durou entre 1999 e 2004, os cientistas encontraram nas amostras de mel até 48 espécies diferentes de pesticidas. O biólogo explica que a produção de mel oriundo de floradas silvestres está se tornando cada vez mais escassa no Brasil e no mundo. "Por esse motivo, atualmente o desenvolvimento da apicultura está cada vez mais dependente das culturas agrícolas e florestais nas quais, em alguns casos, são utilizados pesticidas de maneira inadequada", descreve. O monitoramento de resíduos de pesticidas no mel também auxilia na avaliação do potencial de risco destes produtos à saúde do consumidor, fornecendo ao mesmo tempo informações sobre o uso de pesticidas nos campos de colheita e em suas vizinhanças.
Os seis anos de experimentos e observações permitem aos pesquisadores concluírem que o método tem vantagens. Além de detectar e quantificar os pesticidas, em um período de tempo relativamente curto, o método demonstrou facilidade no tratamento das amostras. Os pesticidas identificados nas amostras (num total de 48) são de diferentes classes: organoclorados, organofosforados, organonitrogenados (atrazina, simazina e tebucanazol), organoalogenados (endosulfan sulfato, hexaclorobenzeno e tetradifom) e piretróides. Todos foram identificados em grande número de moléculas de maneira concomitante, todos prejudiciais à saúde, dependendo da quantidade ingerida. No início dos estudos, os pesquisadores conseguiram separar 32 compostos diferentes. Segundo Vinicius, as maiores concetrações de pesticidas foram encontradas em amostras coletadas durante os anos de 2003 e 2004.
Contudo, o pesquisador lembra que, a partir de 2001, foram detectadas altas concentrações de malation - nome comum ou técnico do inseticida e acaricida de uso fitosanitário de classificação toxicológica classe III. "Este fato pode estar relacionado à intensa aplicação deste pesticida para controle do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti", avalia Vinicius.

*Fonte: Agência USP de Notícias


Quer saber mais sobre as abelhas?

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Nome científico: Apis mellifera
Reino: Animal
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Subordem: Apocrita
Superfamília: Apoidea
Descrição: As abelhas são insetos da ordem dos himenópteros e da família dos apídeos. São conhecidas cerca de vinte mil espécies diferentes e, são as abelhas do gênero Apis mellifera que mais se prestam para a polinização, ajudando a agricultura, produção de mel, geléia real, cera, própolis e pólem.
Insetos sociais, trabalhadores e disciplinados, as abelhas vivem em colônias
Características: As abelhas possuem cinco olhos: dois maiores na frente e três menores no topo da cabeça. Possuem também antenas sensíveis, dois pares de asas e uma língua para sugar o néctar das flores
Comportamento: Convivem em um sistema de extraordinária organização: em cada colméia existem cerca de 60 mil abelhas e cada colônia é constituída por uma única rainha, dezenas de zangões e milhares de operárias.As abelhas podem ser consideradas de acordo com seus hábitos, ou outras conveniências, em três categorias: sociais, solitárias e parasitas. As sociais são as que vivem em enxames, isto é, em grande número de indivíduos no mesmo ninho, e onde haja divisão de trabalho e separação de castas (membros da colméia), normalmente uma rainha, zangões e operárias. Embora sejam a minoria dentre as várias espécies, trazem em si o que realmentecaracteriza a essência do reino das abelhas
As abelhas solitárias são as que vivem sozinhas e morrem antes que seus filhos atinjam a fase adulta. Já as parasitas são as que parasitam outras abelhas e utilizam-se apenas do trabalho e do alimento que o hospedeiro armazenou
Alimentação: O principal alimento das abelhas é o néctar produzido pelas plantas e encontrado em diversas espécies de flores
Tempo de vida: A rainha vive, em média, de 3 a 5 anos, o zangão 80 dias e as operárias de 32 a 45 dias

***Quer saber mais notícias sobre o meio-ambiente?
Então clique aqui http://odia.terra.com.br/ciencia/ambiente.asp

Quinta-feira, 21 Junho, 2007

Arraiá animal

Que tal levar o mascote para pular fogueira (de mentirinha, é claro) em uma festa junina só para eles? Bom demais, né não, sô? Então podem preparar a roupinha de caipira. Neste domingo, das 9 h às 14 h, haverá o Arraía das Pegadas, no Grajaú, evento promovido pelo Pegadas Petshop. Pedro Bechara, organizador do evento, diz que o objetivo da festa é reunir os animais com seus donos para uma grande diversão. A Rua Engenheiro Richard será fechada e entre as atrações estão programados: desfile à fantasia, showdog e apresentação de agility com cães treinados.
Haverá ainda um torneio no qual amadores (proprietários) e profissionais (adestradores) farão apresentações com seus animais, e os três primeiros colocados em cada categoria receberão troféus. Cada apresentação terá no máximo três minutos.
As inscrições podem ser feitas no local mediante a doação de um quilo de alimento para cães e gatos não perecível.
Informações: 2576.3816

Anota aí, sô!

Arraía das Pegadas
Rua Engenheiro Richard 160, Grajaú

*Próximo ao ponto final das linhas de ônibus 422 e 226.

"O balão vai subindo
Vem caindo a garoa
O céu é tão lindo
E a noite é tão boa
São João, São João
Acende a fogueira
No meu coração..."

Quarta-feira, 20 Junho, 2007

China pode autorizar o comércio de órgãos de tigre

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A China relaxará o veto sobre o comércio de ossos e outros órgãos de tigre, anunciou um dirigente governamental citado hoje pelo jornal "China Daily". A medida, segundo os principais grupos ambientalistas internacionais, pode causar a extinção da espécie. "A proibição não durará para sempre, considerando o que dizem os criadores de tigres, especialistas e a sociedade chinesa", disse Wang Wei, subdiretor do departamento de conservação da vida selvagem da Administração Estatal Florestal.
Há séculos, os ossos de tigre são utilizados na medicina tradicional chinesa. Mas em 1993, o país aderiu à proibição do comércio de órgãos do animal, estipulado pelos membros da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestre (Cites).
No entanto, nos últimos meses os principais parques de criação de tigres no país, entre eles o de Heilongjiang e Guangxi, pediram ao Governo que suavizasse a proibição. Eles sugeriram a comercialização dos ossos dos felinos criados em cativeiro. A medida, dizem, serviria para lutar contra o mercado ilegal. "A criação e o comércio regulamentados poderiam, de fato, beneficiar a sobrevivência do tigre", já que as pessoas "não se arriscariam a ser castigadas por caçar tigres selvagens", opinou Wang.
Segundo o dirigente, as pesquisas chinesas ‘sugerem’ que o comércio com partes de animais criados em cativeiro não afetará a conservação da espécie em liberdade. Na China já são cinco mil tigres criados em cativeiro. O número é quase igual ao total em liberdade no mundo todo. "Seria um esbanjamento não usar os recursos dos tigres mortos na medicina tradicional", ressaltou Wang.
Mas as grandes organizações ambientalistas, entre elas, WWF, WildAid, Traffic e Projeto Tigre, se opõem firmemente à medida. Em recente comunicado conjunto, as ONGs explicaram que permitir um mercado legal na China poderia proporcionar aos caçadores de toda Ásia um lugar onde "esquentar" os tigres selvagens.
Na semana passada, em sua reunião em Haia (Holanda), os 171 países signatários de Cites, entre eles a China, adotaram uma resolução estabelecendo que os tigres não devem ser criados para a comercialização de seus órgãos e derivados.
A China é o único país do mundo que permite a criação em massa de tigres. São cerca de mil nascimentos por ano. O programa foi criticado em Haia por John Sellar, funcionário da Cites. Na sua opinião, a estratégia tem um 'potencial limitado' de conservação.

É por essas e outras que concordo plenamente com a frase abaixo...

Frase da semana

"Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor." - Pythagoras

Morre cobra de duas cabeças

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‘We’, uma cobra de duas cabeças que há oito anos vivia no Aquário Mundial de Saint Louis, Estados Unidos, morreu hoje, por causas naturais.
Veterinários acreditavam que, na verdade, o animal seria um par de gêmeos, os quais não conseguiram se separar de maneira correta quando ainda eram embriões. Apesar da deformidade, o bicho era saudável e seu tempo de vida não foi significativamente menor que o de um membro normal de sua espécie.

Sexta-feira , 15 Junho, 2007

Querido precisa de um lar

Oi, meu nome é Querido. Sou um mestiço de doberman e vivo nas ruas daTijuca com outros cães sem dono. Mas há humanos que estão me batendo com freqüência, por isso, preciso de um lar para ficar em paz. Dia 14 de junho, me bateram tanto, mas tanto, que mal conseguia ficar em pé, de tantas dores pelo corpo. Sou um cão muito carinhoso e brincalhão. Tenho aproximadamente 3 anos e porte médio. Quem quiser e puder me dar uma chance, ligue para Sandra (21) 2569-9471 ou Lúcia (21) 8219-9113.
Lambidinhas, Querido.

Quinta-feira, 14 Junho, 2007

Coréia utiliza ‘peixes-doutores’ para tratar doenças de pele

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Um tratamento de saúde para pessoas que têm problemas de pele como pé-de-atleta e dermatite, vêm conquistando cada vez mais adeptos na Coréia do Sul. Trata-se do ‘Doutor Peixe’. O método, pra lá de inusitado, consiste em sessões de mordidas de 20 mil peixinhos que ficam em um reservatório de água mineral, em um balneário na cidade de Icheon, perto de Seul. É isso mesmo: as pessoas entram no reservatório, deitam e esperam que os peixes se alimentem de células mortas de alguma parte do corpo, como pés e mãos. E nem é preciso esperar muito tempo. Os peixes, da espécie chinchin, que medem de 3 cm a 4 cm de comprimento, ficam ávidos pelo alimento. “Fomos os primeiros a trazer o ‘Doutor Peixe’, em setembro do ano passado. Desde então, o tratamento já foi copiado para outros sete balneários que oferecem o mesmo serviço, que virou moda na Coréia”, afirmou Hwang Seong-Yong, responsável pelo Termeden Spa & Resort. Segundo ele, os ‘peixinhos-doutores’ são eficientes. “Eles se alimentam da superfície da pele e acabam estimulando as células novas, ativando a circulação sangüínea”, disse.
Segundo Hwang, aproximadamente 500 pessoas recorrem ao tratamento de saúde diariamente. Nos fins de semana, o movimento aumenta, chegando a até duas mil pessoas.

Quarta-feira, 13 Junho, 2007

Baratas são espertas e conseguem aprender

Reprodução da internet

Baratas têm memória e podem ser treinadas para salivar em resposta a estímulos, da mesma forma que cães fizeram quando o famoso cientista russo Pavlov tocava um sino, palavra dos pesquisadores japoneses Hidehiro Watanabe e Makoto Mizunami, da Universidade Tohoku.
O condicionamento nesses insetos, cujo nome científico é Periplaneta americana, só pode acontecer se existe memória e aprendizado. A resposta de salivação só havia sido anteriormente provada em seres humanos e cachorros. Em artigo na mais recente edição da publicação online Public Library of Science, os pesquisadores disseram esperar saber mais sobre o cérebro humano com a exploração do que acontece em um cérebro mais simples, como o da barata.
No experimento, os cientistas expuseram um grupo de baratas a um odor sempre que as alimentavam com um solução de açúcar, que elas adoram. Mais tarde, quando os insetos eram expostos somente ao odor, ainda assim salivavam. Outro grupo de baratas foi alimentado com uma solução de açúcar sem odor e a exposição ao odor depois não levou a uma mudança na quantidade de saliva produzida.
Entre 1890 e 1900, o célebre médico e fisiólogo russo Ivan Petrovich Pavlov (1849 - 1936), ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 1904, conduziu uma pesquisa com cachorros que ficou conhecida como "condicionamento clássico". Ele usou sinos para chamar cachorros para se alimentar e, depois de algumas repetições, os cães começaram a salivar em resposta somente ao sino. Em suma, o enfoque da tese do russo é o comportamento visível, já que o comportamento pode ser medido, ao contrário do pensamento. Esta descoberta muito contribuiu para o desenvolvimento da psicologia comportamental.

4º Encontro Animal

Olá pessoAU,

Essa é para os donos de animais, estudantes, empresários e profissionais que queiram conhecer novidades e discutir tendências do setor pet.
De 16 a 18 de junho, o Centro de Atividades com Animais do Senac Rio realizará a quarta edição do Encontro Animal, um dos eventos mais representativos na área pet, que apresentará e discutirá novidades e tendências do mercado animal.
A programação inclui palestras, workshops, seminários, encontros técnicos e feira de produtos e serviços, além de exposição e concurso de fotos de animais de companhia e o concurso de esteticistas caninos (tosa) qualificados pelo Senac Rio.
De acordo com a gerente do Centro de Atividades com Animais, Elizabeth Teixeira, o objetivo é discutir o segmento em todos os seus aspectos, para proporcionar uma ampla visão do mercado, atendendo desde os donos de pet shops e clínicas veterinárias até médicos-veterinários, zootecnistas, biólogos e estudantes, passando pelos esteticistas, adestradores e proprietários de animais de estimação. “As constantes inovações tecnológicas e a diversidade de produtos e serviços ligados aos animais de companhia provocaram um salto nas exigências para quem quer atuar no setor e ter sucesso. O aprimoramento técnico e gerencial deve ser contínuo. E é preciso estar, permanentemente, atento às tendências que vão se delineando para este mercado”, destaca Elizabeth, que promete surpreender os participantes do 4º Encontro Animal com muitas novidades. “Certamente essa será uma excelente oportunidade para todos aqueles que desejam ampliar o relacionamento e consolidar seu portfólio junto a fornecedores, clientes e parceiros. Para proprietários de animais ou estudantes será mais uma chance de enriquecer seus conhecimentos e promover a troca de experiências”, conclui.

Programação do 4º Encontro Animal

Programação gratuita

- IV Feira de Produtos e Serviços do Mercado Animal
16 a 18 de junho – das 10h às 18h
- Exposição e Concurso de Fotos de Animais de Companhia
- Mesa Redonda: Bem-Estar Animal
16 de junho – das 15h às 17h – (doação 1 kg de ração)

Palestras e seminários (programações pagas)

- Seminário “Utilização da Biotecnologia na Conservação da Fauna Ameaçada de Extinção” - 16 e 17/6 - das 10h às 18h.
- I Seminário de Oportunidades no Varejo Pet - 17 e 18/6 - das 9h às 18h.
- IV Encontro de Profissionais de Estética Animal do Estado do Rio de Janeiro - Dias 17 e 18/06 – das 9h às 18h.
- Palestras para Proprietários de Animais - Dias 16 e 17/6 – das 10h às 15h.
- Atividades para Público Infantil - Dia 16 e 17/6 – das 10h às 18h.


O evento acontecerá no Centro Politécnico do Senac Rio: Rua 24 de Maio, nº 543, Riachuelo
Inscrições pelo telefone 2582-5571.

Terça-feira, 12 Junho, 2007

Dona de um gato com 26 dedos quer veê-lo no Guiness


Enquanto a maioria dos gatos possui 18 dedos - cinco nas patas da frente e quatro nas de trás -, no País de Gales um bichano têm atraído a curiosidade da população. Trta-se do gato Des, um bichano de 10 anos de idade e... 26 dedos. Pois é, acreditem. O felino possui sete dedos nas patas da frente e seis nas patas traseiras.
A veterinária Sally Hyman, do Centro de Animais da cidade de Swansea, diz que a polidactilia (a existência de dedos a mais) em gatos é muito comum no condado galês de Candiganshire, o que lhes rendeu o apelido de "cardi-cats". "Isso é causado por um defeito genético, cujo gene está concentrado no sudoeste do País de Gales. Logo, é mais provável se encontrar um gato com esse defeito cruzando com outro gato com o mesmo defeito em Cardigan do que em qualquer outro lugar da Grã-Bretanha", afirma Hyman.
O gato Des apareceu na porta da casa de Alison Thomas quando tinha seis meses de idade e ela logo notou os dedos extras. "Naquela época eles apareciam ainda mais, porque as patas dele eram grandes em proporção ao seu corpo ainda em desenvolvimento. A primeira coisa que as pessoas falam, ainda hoje, quando o vêem é: 'olha as patas dele!'", diz Alison. "Des teve um problema na pata há algum tempo, mas nada a ver com o número de dedos, e o veterinário disse que poderia amputar os dedos extras, mas eles não causam nenhum problema. Ele nem arranha os móveis", garante a dona do bichano, que ver Des no livro dos recordes na Grã-Bretanha.
Caso isso aconteça, Des não será o único felino com tantos extras no Guiness Book. O recorde mundial do gato com mais dedos é de 1974 e pertence a Mickey Mouse, um bichano californiano que tinha 32 dedos.
Mas há dúvidas sobre a legitimidade deste recorde, já que é possível que Mickey tivesse uma condição médica especial, que não se configura como uma polidactilia pura.
Especula-se que verdadeiro recordista seja o gato Bobbi, do Canadá, que apareceu na imprensa em 2002 e tinha 28 dedos. Alison Thomas quer agora saber se seu gato Des pode bater o recorde britânico com seus 26 dedos.

Sexta-feira , 8 Junho, 2007

Estudo revela que os elefantes 'ouvem' com as patas

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Um estudo publicado na revista britânica New Scientist, mostra que os elefantes usam as patas para 'ouvir' chamados de membros de outras manadas. Isso acontece graças às vibrações transmitidas pelos seus passos e, segundo os cientistas, os animais são capazes de discernir entre os chamados e reagem de forma diferente de acordo com quem está chamando.
As conclusões são da pesquisadora Caitlin O'Connell-Rodwell, que liderou a equipe do Centro Médico da Universidade Stanford, na Califórnia. Caitlin achou surpreendente o fato de os elefantes ignorem alertas vindos de uma manada desconhecida. "Você poderia imaginar que perigo quer dizer perigo e que eles deveriam correr", disse.
O estudo revela ainda que os elefantes emitem sons de baixa freqüência para se comunicar com outras manadas que estão a vários quilômetros de distância. Os sons fazem o chão tremer e os pesquisadores suspeitavam de que esses tremores poderiam cumprir um papel na comunicação, já que as patas são particularmente sensíveis.
Os pesquisadores gravaram chamados de alerta emitidos por alguns elefantes na Namíbia e no Quênia quando havia leões por perto. Depois, tocaram as gravações perto de uma manada na Namíbia. Quando sentiram as ondas emitidas originalmente pela manada da própria Namíbia, os elefantes logo reagiram: ficaram paralisados e depois se agruparam, com os filhotes no meio dos animais mais velhos.
Porém, aparentemente, quanto mais distante era o local onde vive a manada cujo chamado estava sendo tocado pelos pesquisadores, menos forte era a reação dos animais. Os chamados emitidos por manadas no Quênia, por exemplo, receberam menos atenção dos elefantes na Namíbia.
A pesquisa será publicada integralmente pelo Journal of the Acoustical Society of America.

Quarta-feira, 6 Junho, 2007

Macacos raciocinam em razão de probabilidade de sucesso

Cientistas americanos descobriram que não são apenas os humanos que pensam em alternativas em razão das probabilidades de sucesso. Os macacos também são capazes de tomar decisões em razão do que eles calculam que ajudará a obter uma recompensa maior.
O estudo, que foi publicado na revista científica britânica Nature,demonstra que os neurônios do lóbulo parietal do cérebro dos primatas também realizam os processos relacionados a tomada de decisões baseadas em suas probabilidades de êxito.
Liderado pelos professores Tianming Yang e Michael Shadlen, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, a equipe de pesquisadores treinou dois macacos-rhesus (Macaca mullata) para que optassem entre um par de objetos coloridos.
Antes, mostraram aos primatas de forma seqüencial quatro figuras (cada uma levava a um índice maior ou menor de probabilidade de recompensa). Os macacos aprenderam a usar a informação probabilística a partir das diferentes combinações dessas figuras e a raciocinar em cima de qual delas traria maior chance de sucesso.
Tomar decisões é um processo complicado que geralmente se baseia em mais de uma evidência. O cérebro precisa combinar todas as opções para maximizar as probabilidades de sucesso.
Ao escanear uma área do córtex cerebral dos primatas, os cientistas demonstraram que os neurônios dessa região fizeram um cálculo básico de probabilidades antes de o animal escolher a opção mais promissora.
Segundo os autores, os macacos têm capacidades, embora em estágio primitivo, de dedução probabilística, faculdade que também é encontrada nos humanos, e que se baseia na extração e combinação de uma série de símbolos visuais.

Espertinhos, hein...

Preserve a natureza!

Amigos, esta é a semana mundial do Meio Ambiente. A notícia boa é que um estudo realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, apontou que nós, brasileiros, somos o terceiro povo cuja preocupação com as mudanças climáticas mais aumentou, de 7% para 24%.
Então, que tal ver este resultado da pesquisa como uma motivação a mais para preservar o meio ambiente? Confiram as dicas e colaborem:

ÁGUA

Durante o banho, procure fechar o chuveiro enquanto se ensaboa.
Deve-se manter a torneira fechada enquanto se escova os dentes ou se faz a barba.
Não se deve utilizar esguicho, mas água em um balde para se lavar o carro.
Manter sem vazamentos as torneiras, as descargas, os chuveiros, as bóias de caixa-d’ água e as tubulações é uma ótima atitude para se evitar o desperdício.
Os jardins e os gramados devem ser regados com moderação, pela manhã ou à noite.

ENERGIA ELÉTRICA

Chuveiro elétrico é um dos aparelhos que mais consome energia. O ideal é evitar seu uso em horários de maior consumo (de pico): entre 18 e 20 horas.
Tente limitar seus banhos a aproximadamente 5 minutos.
Evite utilizar o ferro elétrico quando vários aparelhos estiverem ligados na casa para evitar que a rede elétrica fique sobrecarregada.
Evite abrir muito a porta da geladeira ou por tempo prolongado.
Evite acender lâmpadas durante o dia. Aproveite melhor a luz do sol, abrindo janelas, cortinas e persianas.
Apague as lâmpadas dos ambientes quando estiverem desocupados.
Não durma com a televisão ligada.


LIXO
Evite levar para casa embalagens plásticas e de papel que não serão novamente utilizados;
Evite comprar alimentos com embalagens desnecessárias;
Prefira, sempre que for possível, produtos com vasilhame reaproveitável;
Escreva nos dois lados do papel e use, sempre que puder, produtos feitos com papel reciclado;
Não jogue lixo no chão;
Evite desperdício.
Separe vidro, papel, metal e plástico para que possam ser reciclados


Além disso tudo, plante mudas de árvores e flores.
A natureza agradece!


Focinhos carentes

Olá, pessAU!

Sábado tem campanha 'Adote um Focinho Carente', da Suipa.
Começa às 9h e termina ás 15h. Será no Clube do Boqueirão - Rua Jardel Jércule s/nº (perto do MAM).

Compareçam, convidem amigos e ajudem a divulgar este evento, afinal, na Suipa há milhares de bichinhos precisando de um lar.
Mas quem não puder adotar um, pode ajudar de outra maneira. Leve jornais velhos, papelão, toalhas, cobertores, vasilhames de plástico, remédios, ração para cães e gatos e garrafas plásticas.
Há, para que o pessoal da Suipa possa organizar bazar, o 'Bazarcão', contribuam doando utensílios domésticos, bolsas, roupas entre outros objetos que não estejam mais usando. Eles serão vendidos e o valor arrecadado será de grande ajuda para os animais abrigados na entidade.

Estejam lá!

Sexta-feira , 1 Junho, 2007

Knut cresce rápido e logo poderá ser ameaça ao tratador

Knut e seu tratador em um momento ternura

Ele foi rejeitado pela mãe quando nasceu, foi alvo de polêmica entre protetores de animais que queriam sua morte, mas acabou se tornando celebridade mundial e mina de ouro para o zoológico de Berlim. Knut, o ursinho polar já não é mais tão pequeno e está deixando de ser uma fofíssima bola de pêlos. Pesando 28 kg e prestes a completar seis meses de vida na próxima terça, ele já ostenta uma aparência bem diferente: focinho mais longo, tronco mais robusco, dentes mais afiados, além de que, seus pêlos antes tão alvos agora estão amarelados e desgrenhados.
Para os especialistas, em breve Knut poderá se tornar uma séria ameaça ao seu devotado criador humano, o tratador Thomas Doerflein, que cuida do bichinho desde o nascimento. Doerflein passou meses dormindo no cercado de Knut para lhe dar leite e mingau durante a noite, mas ainda rola no chão com o filhote nos seus dois shows diários e deixa que o bicho morda seus dedos. Só que agora, prevenido, o tratador cobre as mãos com as mangas da camisa para proteger os dedos, recua quando o ursinho morde a ponta do tecido e afasta Knut quando o bicho fica exaltado. "Ele está só brincando e não machuca, só belisca um pouco. Só dói quando ele fica irritado", declarou o tratador.

Antes branquinho, agora Knut ostenta pêlos encardidos

Além do mingau, o jovem astro polar agora conta com uma dieta alimentar mais consistente. Ele devora peixe, carne e ração para gatos, ganhando aproximadamente 200 gramas por dia. Na semana passada, ele aprendeu a nadar e toda manhã sai para caminhar com o tratador para ganhar musculatura. "Ele está ficando maior, mais rude do que costumava ser, e aprendendo seu papel como solitário", disse o veterinário do zoológico Andre Schuele, segundo o qual a fase de crescimento de Knut ainda dura uns quatro anos.
Thomas Doerflein acha que poderá brincar com o ursinho até que ele complete um ano, quando pesará de 60 kg a 80 kg. Na maturidade, Knut deverá pesar cerca de meia tonelada. Os tratadores dizem que o animal considera Doerflein sua mãe e, portanto, dificilmente irá atacá-lo. Mas alguns especialistas temem que ele fique perigoso antes do previsto e citam antecedentes preocupantes.
Na década de 1920, um explorador norueguês teve de abater Marie, uma ursa polar que ele havia criado, depois de ser atacado por ela. Historiadores dizem que a ursa tinha apenas quatro meses, embora especialistas digam que provavelmente era mais velha. O zoológico também rejeita as comparações com Bokito, um gorila criado em Berlim que no mês passado provocou estragos e ainda atacou alguns visitantes depois de fugir do seu cercado no Zôo de Roterdã. "Não se pode compará-los. Gorilas são animais sociais, ursos polares são solitários", disse Schuele. "Não tenho preocupações de que Knut seja um problema desses." Depois de completar um ano, o urso pode ser transferido para outro lugar. Vários outros zoológicos estão ávidos por um habitante tão ilustre.

Ora, ora. E quem não há de querer Kunut? Viva o urso!