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| Gislandia Governo |
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Neste sábado tem festa de Carnaval canino no Parcão da Lagoa 
O carnaval do Rio já passou, mas para os cães e seus donos, ainda é tempo de folia. Neste sábado, a partir das 9h, será realizado no Parcão da Lagoa, o “Pet Folia de Março”, evento organizado pelo adestrador Denizard Baldan. A festa promete ser grandiosa, já que será o encerramento do circuito de carnaval canino do Rio de Janeiro. No Pet Folia, vale tudo, todas as fantasias são bem vindas, o mais importante é que todos entrem no clima dessa festa. Os cães fantasiados com o tema “Pet Folia de Março” irão desfilar para uma comissão julgadora que selecionará as três melhores fantasias. A escolha será feita pela criatividade e originalidade do animal. Além do “temático”, o evento também contará com o concurso de beleza canina que será dividido nas categorias: Filhotes (até 1 ano); Mini Porte (até 5 Kg); Pequeno Porte (5 até 15 Kg) ; Médio Porte (15 até 30 Kg); Grande Porte (acima de 30 Kg). Os três primeiros colocados de cada categoria, ganharão troféus personalizados e produtos da área veterinária (rações, xampus, petiscos, entre outros). O evento contará ainda, com estandes de pet shops, que distribuirão amostras grátis; o encontro dos “Amigos da raça Staffbull” e uma feira de adoção e posse responsável de cães e gatos promovida pela Sozed. Os interessados em adotar um animalzinho, deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade. Para quem quiser apenas ajudar, poderão ser levadas doações de medicamentos, jornais e produtos veterinários. Este ano, o Fest Cães & Pets promete inovar. Além de novos temas, o evento pretende abraçar campanhas sociais, abrindo espaço para divulgação e novas parcerias. No último evento, realizado em dezembro, no Aterro do Flamengo, foram arrecadados mais de 100 kgs de alimentos, que foram distribuídos para entidades filantrópicas do bairro. Além disso, foi criada também a categoria Hours Concours para os cães que já foram vencedores dos rankings temáticos passados. Não perca! Informações: (21) 2576-7711/ 2572-3097/9539-5233/8153-4553
Um experimento conduzido por pesquisadores americanos em ratos com diabetes tipo 1 conseguiu livrá-los da doença, abrindo caminho para uma possível cura para mal. A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta no pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Inicialmente, os ratos receberam um coquetel com três medicamentos que levou o pâncreas a retomar a produção da insulina, normalizando o nível de glicose no sangue em mais de 90% dos roedores. Os pesquisadores da Universidade de Harvard observaram, no entanto, que as drogas haviam conseguido interromper o processo de destruição das células, mas não as regeneraram. Na segunda fase do estudo, publicado pela revista New Scientist, os especialistas acrescentaram um quarto ingrediente ao coquetel de medicamentos, a enzima alfa-antitripsina, provocando o reaparecimento das células beta. O coordenador do estudo, Tery Strom, acredita que a enzima deve ter amenizado a inflamação no pâncreas, que leva à destruição das células e à interrupção na produção de insulina. "Ao que nos parece, alterando o estado inflamatório do pâncreas foi possível criar um meio que possibilita a expansão das células beta", disse Strom. O especialista disse que ainda era muito cedo para saber se as células beta destruídas haviam sido regeneradas ou se o pâncreas estava produzindo novas células. A diabetes tipo 1 é tratada por meio de injeções de insulina que devem ser aplicadas pelo paciente regularmente. Segundo os pesquisadores, as pesquisas sobre a doença vinham se concentrando até agora no transplante de células beta de doadores vivos ou mortos. A técnica, no entanto, não vem se demonstrando muito eficaz, já que não é grande a oferta de doadores e o transplantado deve tomar medicamentos imunossupressores para o resto da vida. Os pesquisadores americanos esperam agora poder repetir os testes realizados nos ratos em humanos. A pesquisa foi apresentada durante um encontro numa conferência internacional sobre imunoterapia e imunossupressão em Berlim, na Alemanha. Com BBC
 Imagens registradas por organizações internacionais de bem-estar animal revelam a brutalidade do transporte de animais

Bois e vacas são comprimidos em caminhões ou embarcações, incapazes de se mover ou deitar Animais destinados à produção - ovinos, suínos, frangos - costumam enfrentar uma dura realidade: são transportados em condições precárias e por longas distâncias, por estradas ou pelo mar. Tudo isso só para serem abatidos no fim da jornada. Com o objetivo de minimizar esse sofrimento, e para que governos de todo o mundo adotem medidas alternativas, a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) lançou este mês a campanha 'Trate com cuidado'. "Imagens de câmeras escondidas registradas ao longo de dois anos por organizações internacionais de bem-estar animal revelam a brutalidade desse transporte. O sofrimento desses animais é inaceitável no século 21. E não é só isso. O transporte de animais vivos faz os países exportadores deixarem de arrecadar tributos e gerar empregos, enfraquecendo suas agroindústrias. É preciso substituir essa atividade pelo comércio de carne industrializada somente", destaca Antonio Augusto Silva, diretor regional da WSPA Brasil.

Sem receber alimento, a baixa imunidade dos animais abre caminho para a disseminação de doenças A campanha chama a atenção para quatro das piores rotas enfrentadas pelos animais: gado do Brasil para o Líbano, ovelhas da Austrália para o Oriente Médio, cavalos da Espanha para a Itália e suínos do Canadá para o Havaí. "É um dura viagem de três semanas desde o porto amazônico de Belém, no Brasil, até Beirute, no Líbano. Bois e vacas são comprimidos em caminhões, ficam incapazes de se mover ou deitar e recebem pouco alimento ou água. No navio, a utilização de bastões elétricos para carregá-los aumenta ainda mais o estresse do gado enfraquecido. Acostumados a pastar, praticamente não reconhecem a ração e passam fome. Sua baixa imunidade abre caminho para a disseminação de doenças. Quando chegam ao Líbano, são muitas vezes abatidos de forma desumana e violadora das normas religiosas", explica Antonio Augusto. "O abate humanitário, realizado em frigoríficos próximos ao local onde os animais foram criados, seria uma alternativa muito mais aceitável", completa. No site www.wspabrasil.org é possível conhecer as evidências registradas e adicionar o nome a uma carta que será enviada para o governo brasileiro pedindo o fim desse tipo de transporte.
O historiador e ativista pelos direitos dos animais Bruno Müller, dará palestra gratuita sobre veganismo no DaConde dá papo, nesta terça-feira, às 19h. O movimento propõe a liberdade de todos os seres, inclusive, os animais. Portanto, os praticantes, muitos vindo do vegetarianismo, não consomem nenhum tipo de derivado animal. A polêmica envolve o uso destes seres na pecuária e nos testes de laboratório. A Livraria DaConde fica na Rua Conde de Bernadote, 26/lj. 125, no Leblon. Tel: 2274-0359 ou 2511-5731.
Quem quer adotar um mascote não pode perder essa oportunidade. Neste domingo, no Parcão da Lagoa (altura do Corte do Cantagalo), tem campanha de adoção de cães e gatos. O evento começa às 10h e tem apoio da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (Sepda), da Prefeitura do Rio.
Lobos cinzentos devem sair da lista de animais ameaçados 
Os lobos cinzentos (Canis lupus) que habitam a região de Northern Rockies, no Estado americano do Alasca, devem ser retirados da lista de espécies em extinção, depois de 13 anos de esforços para aumentar a população do animal, informou a agência AP. Atualmente há cerca de 1,5 mil desses mamíferos selvagens vivendo nos Estados americanos de Idaho, Montana e Wyoming. O número representa uma boa recuperação para um predador que foi praticamente exterminado fora do Alasca no início do século XX. "Os lobos cinzentos de Northern Rocky Mountains estão se recuperando e logo não precisarão de proteção", disse Lynn Scarlett, representante da região e uma das responsáveis pela lista de animais ameaçados de extinção. Desde que começaram, na metade da década de 90, os esforços para proteger a espécie não estão sendo muito populares entre fazendeiros de três Estados. Ainda hoje muitos líderes regionais querem que a população de lobos diminua. Esses Estados estão planejando permitir a caça ao animal o mais breve possível. Isso está revoltando os grupos de proteção ao meio ambiente, que vêm afirmando que ainda é muito cedo para retirar a espécie da lista de animais ameaçados. Pesquisadores alemães usam peixes em vôo espacial
Um foguete carregando 72 pequenos ‘peixes astronautas’ foi lançado de uma plataforma no norte da Suécia nesta quinta-feira. A idéia partiu de pesquisadores alemães, que têm o objetivo de estudar como os organismos reagem aos inconvenientes de um vôo. Os pequenos peixes de água doce foram filmados durante todo o tempo enquanto nadavam submetidos à gravidade zero em pequenos aquários. O vôo durou 10 minutos. De acordo com o professor Reinhard Hilbig, chefe da equipe que conduz a pesquisa, o próximo passo será estudar os vídeos para analisar se os movimentos circulares que alguns peixes fizeram durante o vôo é um indicativo de mal estar. Hilbig e sua equipe acreditam que o experimento possa ajudar a explicar por que algumas pessoas sentem desconforto durante um vôo e outras não. A escolha dos animais se deu pelos mecanismos orgânicos envolvidos que são semelhantes entre peixes e homens. O pesquisador disse ainda que os peixes aterrissaram em segurança e aparentando boa condição física. "Eles estavam muito felizes. Acho que eles esperam fazer um outro vôo", brincou o cientista. Todos os peixes envolvidos no experimento são da família dos cichlidae e foram selecionados por serem animais mais vigorosos, e que tinham mais chances de sobreviver ao estresse físico proporcionado pelo vôo espacial. "O peixinho-dourado (Carassius auratus) é um pouco gordo e bagunceiro. Já os animais da família dos Cichlidae são mais bem treinados, peixes atléticos e com mais músculos", concluiu. Panda vermelho é nova estrela de zôo nos EUA

Ele chegou e abalou. O panda vermelho Mao Mi é o novo habitante do Brooklyn's Prospect Park Zôo, nos Estados Unidos. Em seu primeiro dia no parque, o raro ursinho já atraiu a atenção de todos os visitantes, despertando ‘ciúmes’ nos demais bichos do local. O animal veio do Michigan's Binder Park. Os pandas vermelhos estão em extinção e Mao Mi faz parte da Wildlife Conservation Society, uma organização que estimula a procriação para tentar retirar os pandas vermelhos da lista dos animais que correm o risco de extinção. Segundo o zôo, Mao Mi ainda está se adaptando ao novo local, mas é muito brincalhão, gosta de escalar árvores e explorar sua nova casa. Lêmure-coroado Kibongo estréia em parque francês

Kibongo, um filhote de lêmure-coroado (Propithecus verreauxi coronatus) nascido no último Natal, é a mais nova atração do zôo da cidade de Vincennes, na França. Parecendo meio assustado, o animal foi apresentado ao público nesta quinta-feira. O lêmure é um animal arborícula (vive em árvores), de hábitos noturnos e é encontrado somente na ilha de Madagascar. A espécie está em risco de extinção, segundo ambientalistas. Com Terra

O mais novo morador do Zôo do Rio é este morceguinho (primeiro à esquerda na foto), da espécie Phylloderma Stenops, nascido dia 1º de fevereiro. O filhote ainda mama e não sai do lado da mãe que, protetora, não deixa os biólogos se aproximarem. Por conta disso, ainda não foi possível ver o sexo e dar um nome ao bichinho. O Zoológico do Rio é o único a expor morcegos em cativeiro. Hoje, já são 13 animais no parque. VISITE O ZÔO: Funcionamento de terça-feira a domingo, das 9h às 16h30. Outras informações podem ser obtidas na Internet (www.rio.rj.gov.br) ou pelo telefone 3878-4200.
A Prefeitura do Rio está implantando na Fazenda Modelo, em Guaratiba, Zona Oeste, o Centro de Proteção e Defesa dos Animais, o maior complexo de proteção animal da América Latina. A iniciativa é da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais e o local contará com centro cirúrgico e unidades de triagem e recuperação de animais domésticos, silvestres e exóticos, além de laboratório clínico veterinário, canil e gatil, entre outros setores. Haverá, também, o Centro de Educação Ambiental e uma área para trabalhos sobre posse responsável, saúde, bem-estar animal e preservação da fauna junto a alunos da rede municipal, entidades públicas e privadas, ONGs e público em geral.
 Capa do CD com a música especial para os totós
Uma música que somente os cães podem ouvir virou hit na Nona Zelândia. A canção, que se chama "A Very Silent Night" (Uma Noite Silenciosa), foi gravada em uma freqüência audível apenas para os totós e lançada no Natal passado em um CD de caridade da Real Sociedade Neozelandesa de Prevenção aos Maus Tratos com Animais (SPCA). O que ninguém esperava é que a música chegasse ao topo das paradas de sucesso. Agora que virou hit, a canção ‘boa pra cachorro’ deverá ser lançada em outros países. Distribuidores nos Estados Unidos e Austrália já estão competindo pelos direitos de venda. Segundo proprietários de cães que colocaram seus mascotes para ouvir a música, os animais reagiram bem à melodia, abanando o rabo, ficando com as orelhas em pé e até dando pulinhos. Entretanto, há o registro de um animal que ficou enfurecido e destruiu o rádio durante a execução da música. Clique aqui e faça o teste com seu mascote
Descoberto fóssil de sapo gigante e diabólico 
Ilustração mostra as diferentes proporções do sapo Beelzebufo com seu parente, Bufo Paleontólogos descobriram em Madagascar um fóssil de um sapo gigante de arrepiar, a começar, pelo tamanho: 40,6 centímetros de comprimento e 4,5 Kg! O anfíbio-monstrengo viveu há cerca de 70 milhões de anos entre os dinossauros na África, segundo um artigo publicado na revista científica "Proceedings of the National Academy of Science". O sapo, com uma couraça grossa e com dentes, foi um anfíbio tão extraordinário que, inclusive, pode ter chegado a devorar dinossauros recém-nascidos, segundo os paleontólogos. Por suas características tão excepcionais e assustadoras, os cientistas, liderados pelo paleontólogo David Krause, da Universidade Stony Brook, o denominaram "sapo diabólico". Os pesquisadores, que descobriram os ossos do sapo gigante no noroeste de Madagascar, acreditam que este anfíbio pertence à família de sapos que, atualmente, vive na América do Sul. "Este sapo, se tinha os mesmos costumes que os sapos da mesma família de anfíbios na América do Sul, era bastante voraz. É inclusive possível que tenha devorado mamíferos, rãs menores e, levando em conta seu tamanho, até alguns dinossauros", explicou Krause. O paleontólogo encontrou pela primeira vez em 1993 ossos de rã extraordinariamente longos em Madagascar, uma área na qual já havia achado anteriormente fósseis de dinossauros e de crocodilos. Mas só agora a equipe do cientista conseguiu acumular peças suficientes para reconstruir o sapo, e analisar seu peso e suas medidas. Os fósseis do sapo datam do fim do período Cretáceo, entre 65 e 70 milhões de anos atrás, aproximadamente. A equipe de Krause, que deu ao sapo o nome científico de "Beelzebufo ampigna", trabalha com especialistas da University College de Londres para determinar que sua descoberta não pode ser relacionada com outros sapos da África. Com suas características, o "Beelzebufo" pode ter sido o maior sapo a ter habitado a face da Terra, afirmam os paleontólogos. Os cientistas determinaram que o sapo gigante poderia pertencer à família dos rãs ceratophrys da América do Sul. A descoberta dos vínculos familiares do sapo gigante com anfíbios similares na América do Sul lança uma dúvida sobre as teorias do deslocamento dos continentes, indica Krause. As teorias indicam que o que hoje é Madagascar foi separado da América do Sul pelo oceano durante a era em que o sapo gigante teria vivido. "Mas as rãs não podem sobreviver durante muito tempo em água salgada", disse o paleontólogo. Por isso, a descoberta dos cientistas prova, segundo Krause, que havia alguma conexão terrestre com a América do Sul naquela época, talvez através da Antártida, então muito mais quente do que é hoje. Cientistas criam supercurativo inspirado em pata de lagarto
O lagarto gecko inspirou cientistas do Massachusetts Institute of Technology a criar um curativo interno que pode ser usada em cirurgias ou ferimentos internos, segundo pesquisa divulgada pela revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences. A bandagem tem microestrutura similar à que torna as patas do gecko extremamente adesivas e os permite escalar paredes e até o teto. Sobre essa microestrutura está uma fina camada de cola que ajuda a bandagem a se fixar em superfícies molhadas. A equipe do MIT responsável pela pesquisa afirma que o curativo tem potencial para se tornar rotina nas mesas de operação. Ela é biodegradável e se dissolve com o tempo, então, não há necessidade de removê-la. O ritmo da degradação, bem como a microestrtura e a elasticidade da bandagem, podem ser ajustados, aumentando o potencial para que ela possa ser usada em várias aplicações médicas. Segundo os pesquisadores, os usos incluem fechar um buraco causado por uma úlcera, ou selar o intestino depois da remoção de um segmento. Pelo fato de poder ser dobrada e desdobrada, a bandagem também tem potencial para ser usada em procedimentos invasivos realizados em casos de incisão mínima e em locais difíceis de dar pontos. A bandagem é feita de uma borracha biológica inventada pela equipe do MIT, que segue a estrutura ondulada encontrada nas patas dos lagartos. Várias combinações foram testadas em tecido suíno, e a mais adesiva foi uma feita com pilares cujo espaçamento era ideal para grudar firmemente no tecido. Depois, os cientistas acrescentaram uma fina camada de cola feita à base de açúcar, para criar uma adesão forte, mesmo sobre uma superfície molhada. "Nós fomos inspirados pelo gecko a criar uma interface padronizada para aumentar a área da superfície de contato e assim aumentar a força da adesão", disse o pesquisador Jeff Karp. Testes em ratos mostraram que a nova bandagem formou ligações fortes e provocou apenas reações menores, que não deverão apresentar problemas significativos em uma situação clínica. O especialista Kellar Autumn, do Lewis & Clark College, em Oregon, disse que "isso é animador porque mostra que podemos ir além da natureza para aprimorar desenhos que nunca evoluíram e sugere que os adesivos de gecko vão ter ampla aplicação na medicina, no futuro". Mas ele afirmou que a nanoestrutura desenvolvida pelo MIT é relativamente primitiva se comparada com a encontrada nas patas do lagarto - e conseqüentemente não é tão adesiva. No ano passado, cientistas anunciaram ter combinado as propriedades adesivas do lagarto gecko e do mexilhão para criar uma nova super-cola batizada de "geckel", que eles acreditam ter potencial para aplicações médicas. O geckel é feito de uma camada fibrosa de silicone, com estrutura semelhante a da pata do gecko, e um polímero que imita a "cola" usada pelos mexilhões. Com BBC Multidão cerca fiscais do Ibama no Pará Fiscais do Ibama e do governo do Pará tiveram de interromper a operação Guardiões da Amazônia - que realizava trabalho de vistoria de empresas madeireiras - e deixar o município de Tailândia, nordeste do Pará, devido à revolta de populares. Nesta quarta, por volta das 10 horas, uma multidão com aproximadamente duas mil pessoas cercou seis fiscais e tentou invadir uma das serrarias da cidade para atear fogo ao caminhão que retirava a madeira apreendida na ação fiscalizatória. Os fiscais conseguiram escapar pelos fundos, enquanto 70 policiais do Batalhão de Choque da PM e do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) faziam a segurança. Houve tiroteio no local. A multidão enfurecida ainda tentou colocar fogo na ponte que dá acesso à cidade. A situação em Tailândia começou a ficar tensa ontem à noite. Trabalhadores de serrarias e carvoarias teriam se revoltado porque donos de serrarias teriam ameaçado de demiti-los, caso fossem fiscalizados. Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, “a operação Guardiões da Amazônia vai continuar em Tailândia, apesar da pressão dos que tentam burlar as leis ambientais”. A operação começou a fiscalização na semana passada em Tailândia. Aproximadamente 130 servidores do Ibama e do governo do estado participam da ação. Das cerca de 140 serrarias de Tailândia, dez já foram fiscalizadas e cinco multadas por ter em estoque madeira sem origem comprovada e por comércio de madeira sem autorização. Dos mais de 20 mil metros cúbicos de madeira vistoriados, 13 mil foram apreendidos. As multas aplicadas já somam mais de R$ 1,5 milhão. Também foram destruídos 152 fornos para produção de carvão que não tinham a devida licença ou por utilizarem madeira nativa, o que resultou em multa de R$ 61 mil. A Secretaria de Meio Ambiente do Pará começou a retirar a madeira apreendida ontem.

Parece que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está mesmo disposto a ajudar pesquisadores brasileiros no continente gelado. Lula declarou hoje, em entrevista ao programa de rádio Café com o Presidente, da Radiobrás, que irá destinar mais recursos para melhorar a infra-estrutura para pesquisas na Base Comandante Ferraz, na Antártida. A intenção de Lula é adquirir um navio laboratório para facilitar a vida dos pesquisadores brasileiros e de militares. Após viagem de um dia à Antártida acompanhado da primeira-dama, Marisa Letícia, do filho, Fábio Luiz Lula da Silva, que é biólogo, e dos ministros Nelson Jobim (Defesa), Franklin Martins (Comunicação Social) e Sérgio Resende (Ciência e Tecnologia), o presidente disse voltar ao Brasil convencido de que o País precisa ajudar mais a Base, investir mais recursos, levar mais pesquisadores e explorar melhor. Segundo ele, as pesquisas científicas desenvolvidas pelo Proantar (Programa Antártico Brasileiro) sobre os efeitos das mudanças climáticas, vida marinha e atmosfera, trazem benefícios não só ao povo brasileiro, mas à toda a humanidade. Lula esclareceu ainda que a presença brasileira na Antártida, ao contrário do Chile, é exclusivamente estratégica para fins de pesquisa, e não territorial.
Malhação penosa Veja as dicas de exercícios para deixar as aves sempre ativas e livres do estresse do confinamento 

Malhar faz bem, inclusive para as aves. Muito inteligentes, nossas amigas de penas precisam de estimulação mental prara ficar sempre em forma. Para isso, brinquedinhos especiais ou mesmo improvisados podem e devem ser oferecidos para que elas distraiam o bico e exercitem a cuca. Aves da espécie psistacídeos - cacatuas, papagaios, araras, maritacas, tucanos, agapórnis, calopstitas, entre outras - , são as que mais precisam dessa estimulação mental. “Elas têm bico curvado e o utilizam como apoio, tanto para pegar alimentos quanto para se movimentar no viveiro ou nos galhos das árvores”, explica o adestrador de aves e criador Eduardo Augusto Melo Dias. Os brinquedos que as aves mais gostam vão desde os mais simples, como chapinhas de refrigerantes, argolas e balanço de madeira e arame, aos mais sofisticados, em forma de playground, encontrados nas lojas de animais. “Os psistacídeos gostam muito de se pendrar em brinquedos em que possam dar giros, cambalhotas, subir e descer á vontade”, ensina. Os brinquedos não devem ter pontas afiadas, que possam causar danos ao bico, boca e olhos, nem partes pequenas, que possam ser ingeridas. 
Os pássaros de canto, como curió, trinca-ferro, currupião e canário-belga, não precisam se exercitar com brinquedos por usarem o canto como forma de se manter ocupados. “Aves canoras fazem exercício durante o canto, pulando de um poleiro para o outro”, conta Eduardo. Variar a localização da gaiola no ambiente também ajuda na estimulação mental. “Por ficar confinada na gaiola, qualquer ave pode ficar estressada e demonstrar através de gritos e auto-mutilação, arrancando as penas”, avisa Eduardo. 
FAÇA VOCÊ MESMO O BALANCINHO PARA AVES

MATERIAL: Arame fino galvanizado, alicate, tampinhas de metal ou plástico (refrigerante, maionese, requeijão), argolas de latinhas, poleiros ou pedacinhos de madeira e miçangas 1- Para laterais do balanço, corte 40 cm de arame. Divida-o ao meio com alicate 2 - Pegue um pedaço roliço de madeira (tipo poleiro). Com uma serrinha, corte 10 cm de poleiro 3 - Fure as tampinhas com um prego para passar o arame. Incremente o poleiro com tampinhas, miçangas e argolas 4 - Pegue os pedaços de arame e dê uma volta em cada ponta do poleiro. Deixe o nó bem justo com o alicate 5 - Faça um gancho em cada ponta do arame e pendure o balanço na gaiola Serviço:
Eduardo Dias, adestrador e criador de aves psitacídeos Tel.: 2570-3374
Robôs podem reduzir uso de animais em testes de laboratório  Será que esse sofrimento acabará um dia?
Cientistas americanos estão dando o primeiro passo para testar substâncias químicas em células criadas em laboratório, uma técnica que poderia reduzir o uso de animais em testes desse tipo, segundo um artigo publicado na revista Science e discutido no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Boston. Duas agências do governo americano estão estudando a possibilidade de usar robôs de alta velocidade para a realização desses testes. O objetivo a longo prazo é reduzir os custos, o tempo e o número de animais usados em testes de laboratórios para analisar os possíveis efeitos danosos de pesticidas e produtos de limpeza, entre outras substâncias, sobre os humanos. A técnica se segue aos pedidos para que cientistas usem menos animais nas pesquisas. Os robôs teriam capacidade para realizar milhares de testes por dia, identificando substâncias químicas com efeitos tóxicos. Falando em um link de vídeo ao vivo, Francis Collins, diretor da Pesquisa Nacional do Genoma Humano do Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês), afirma que os testes com robôs poderiam representar um método mais rápido e barato de testar as substâncias. "Historicamente a toxicidade sempre foi determinada com a injeção das substâncias em animais de laboratório, observando se eles ficam doentes, e depois analisando seus tecidos em um microscópio", explicou ele. "Apesar de este método trazer informações importantes, ele de ser caro, leva tempo, usa um grande número de animais e nem sempre prevê se as substâncias serão danosas aos humanos." Essa pesquisa - uma colaboração do NIH com a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) - tem potencial para revolucionar o modo como substâncias químicas tóxicas são identificadas. "No fundo, o que a gente quer saber é: Esse composto prejudica as células?", disse Collins. "Então, será que poderíamos, em vez de observar um animal inteiro em nossa primeira linha de análise, observar células individuais de diferentes organismos, ou diferentes animais, com diferentes concentrações do composto?" O programa de pesquisa de cinco anos vai usar robôs de análises automatizadas de alta velocidade desenvolvidos durante o projeto do genoma humano. Isso vai permitir que eles completem 10 mil análises em células e moléculas por dia, em comparação com 10 a 100 estudos por ano em cobaias. Amostras das substâncias químicas serão adicionadas a células humanas ou animais, crescidas em laboratório. Essa mistura será estudada para encontrar sinais de toxicidade, usando uma variedade de testes genéticos e bioquímicos. O objetivo a longo prazo é desenvolver métodos de testes que não dependam de animais e sejam rigorosos o suficiente para ser aprovados pelos reguladores. Atualmente, estão sendo estudados os efeitos toxicológicos de mais de 2 mil compostos químicos em células humanas ou em roedores. Mas os cientistas afirmam que ainda há muitos anos pela frente até que os testes sem o envolvimento de animais se tornem rotina, mesmo que a pesquisa tenha um resultado positivo. Com BBC Pequim quer exterminar ratos para garantir higiene nos Jogos Olímpicos
Pequim lançou uma campanha de extermínio de ratos para assegurar a limpeza e a higiene da cidade antes dos Jogos Olímpicos de agosto, informou nesta sexta-feira a agência noticiosa estatal Nova China. Apesar do calendário chinês celebrar o Ano do Rato e homenagear o animal por todo o país, Pequim quer garantir que os pequenos roedores vão ficar longe do evento desportivo mais importante do ano. "As autoridades sanitárias vão enviar inspetores para vigiar o extermínio e vão impor multas" a quem não cumprir a medida higiênica, referiu o subdiretor do Gabinete de Saúde de Pequim, Deng Xiaohong, na apresentação da campanha. Em 26 de fevereiro vão iniciar-se as inspeções às instalações olímpicas, zonas de entretenimento e zonas em um raio de um quilômetro, com o objetivo de exterminar os ratos que possam invadir a Cidade Olímpica, localizada em uma região arborizada. Serão colocadas ratoeiras nos hospitais, hotéis e restaurantes e os venenos de desratização serão aplicados em lugares onde estes animais proliferam, como esgotos, mercados de produtos frescos ou propriedades rurais. O extermínio de ratos parece confirmar uma estranha tendência dos últimos anos na China, em que se têm registrado abates em massa do animal que o calendário chinês celebra. Em 2005, Ano do Galo, milhões de frangos morreram na China devido à gripe aviária, em 2006, Ano do Cão, muitas cidades chinesas exterminaram centenas de milhares de cães nas campanhas contra a raiva, e em 2007, Ano do Porco, a doença da "orelha azul" matou milhares de porcos. Na época de Mao Tsé-tung, líder máximo do regime entre 1949 e 1976, os ratos eram considerados uma das "quatro pestes" contra as quais o povo chinês foi incentivado a lutar. Naquela época, centenas de milhões de chineses dedicaram-se ao extermínio de pardais, moscas, mosquitos e roedores. Como conseqüência desta campanha, lançada em 1958, muitas cidades chinesas, entre elas Pequim, quase não têm moscas, nem pardais.

O romance entre um casal de macacos bugios ruivos vem atraindo a atenção dos turistas que visitam o Jardim Zooológico do Rio de Janeiro, informa a agência O Dia nesta sexta-feira. Antonio e Sofia, da espécie Alouatta seniculus, não se desgrudam mais após um "namoro relâmpago" de três dias. Os bugios foram apresentados no mês de dezembro, quando tornaram-se vizinhos. Em pouco tempo, foram morar juntos e hoje dividem o mesmo espaço, que possui rede, caixa de abrigo e frutas variadas. De acordo com funcionários da instituição, é grande a possibilidade de procriação. O amor é lindo! O casal de bugios pode ser visitado de terça-feira a domingo, das 9h às 16h30. Outras informações podem ser obtidas na Internet (www.rio.rj.gov.br) ou pelo telefone 3878-4200.
Só falta falar Conheça as formas de comunicação canina e obtenha um convívio mais harmonioso com seu mascote 
É possível entender o que o seu totó está sentindo ou pensando. Assim como nós, os cães também usam a voz e os movimentos corporais para se comunicar. Os sons podem vir em forma de latidos, rosnados, gemidos, ganidos e uivos. “O cão pode emitir latidos rápidos para cumprimentar, contínuos e altos para chamar a atenção ou rosnar e mostrar os dentes quando se sentir irritado”, exemplifica o comportamentalista animal Jackson Baptista. A entonação dos latidos tem forte ligação com a personalidade e o porte do animal. Cães desenvolvidos para a caça, como o beagle, basset, fox terrier, por exemplo, emitem latidos mais roucos, também conhecidos como ‘urros’. Raças de companhia como poodle, yorkshire, maltês e pinsher costumam emitir sons mais agudos. Raças de porte grande, como pastor alemão, rottweilwer, fila brasileiro, pit bull, entre outras, emitem latidos mais graves. Já os movimentos do corpo, indicam o humor do bicho. O cão pode indicar quando está satisfeito, zangado, assustado ou infeliz. Os olhos, as orelhas e a cauda são importantes instrumentos de comunicação e permitem expressar seus sentimentos. “Os cães podem saudar o dono com a cauda para o alto dando fortes abanos. Também podem levantar a cabeça para demonstrar que querem brincar, erguer as orelhas e os lábios, fazendo uma expressão comparável ao sorriso humano”, comenta Jackson. De acordo com especialistas, muitos problemas de comportamento em cães estão associados a falhas de comunicação. “Interpretar corretamente as expressões caninas ajuda a obter um convívio harmonioso com o animal, porque o dono saberá como suprir as necessidades dele”, destaca a veterinária e criadora Maria da Conceição Vianna de Melo. “Tenho 12 cães e percebo exatamente o que cada um deseja. É uma questão de observar o animal e criar um vínculo de amizade com ele para entendê-lo melhor”, observa Maria. Palavra de quem entende do assunto. LINGUAGEM CORPORAL ABANAR A CAUDA PARA O ALTO - Receptividade, alegria, simpatia ABANAR A CAUDA PARA BAIXO - Submissão, apreensão, insegurança DAR A PATA - Carinho, submissão amigável, confiança ESCONDE A CAUDA ENTRE AS PATAS - Medo, submissão, desconfiança ORELHAS EM PÉ E OLHAR FIXO - Atenção, alerta, perigo ORELHAS VOLTADAS PARA TRÁS - Medo, insegurança, submissão PÉS ERIÇADOS, LÁBIOS RETRAÍDOS E DENTES À MOSTRA - Ameaça, irritação, agressividade BOCA ABERTA COM LÍNGUA PARA FORA - Contente, excitado, cansado CABEÇA BAIXA - Dor, medo, desconfiança, tristeza CABEÇA INCLINADA PARA O LADO - Atenção, alerta, concentração DEITAR-SE DE BARRIGA PARA CIMA - Submissão, docilidade, amizade, confiança OLHAR DE BAIXO PARA CIMA - Expectativa, desconfiança TIPOS DE VOCALIZAÇÃO LATIDOS - Cumprimento, pedido, aviso, irritação, insatisfação ROSNADOS - Ameaça, desafio, irritação, agressividade GEMIDOS - Manha, prazer, pedido de interação, tristeza, dor, desconforto UIVOS - Tristeza, medo, solidão, forma de interação com outros cães
Lula vai à Antártida preocupado com meio ambiente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou hoje para Puerto Arenas, no sul do Chile, de onde sairá amanhã rumo à Antártida, com a intenção de lançar uma mensagem em favor da preservação do planeta. Lula viajou acompanhado por uma comitiva de cerca de vinte pessoas que inclui a primeira-dama, Marisa Letícia, seu filho mais velho, Fabio Luiz Lula da Silva, que é biólogo, e os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, assim como o secretário de comunicação do Governo, Franklin Martins. O presidente deve dormir hoje em Puerto Arenas e amanhã viajará para a base chilena Presidente Eduardo Frei, uma das maiores que existem na Antártida. Dali se deslocará em helicóptero à embarcação oceanográfica Ary Rongel, que pertence à Armada brasileira, de onde seguirá em direção à Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), plataforma científica do Brasil situada na ilha Rei Jorge. Ali conhecerá o trabalho científico que realizam militares e especialistas brasileiros e, segundo fontes oficiais, se unirá aos numerosos discursos em favor da defesa do meio ambiente. Na base Comandante Ferraz, fixada há 25 anos, atualmente se desenvolvem 19 pesquisas científicas, todas vinculadas ao meio ambiente. Entre elas, está uma baseada no estudo da camada de ozônio e a absorção desse gás pelos oceanos, e outras relativas à redução do número de moluscos microscópicos que servem de alimento a focas, baleias e pingüins. Segundo o porta-voz presidencial, Marcelo Baumbach, a viagem faz parte das atividades previstas pelo "Ano Polar Internacional 2007-2008", que é promovido pela Organização Meteorológica Mundial e com o qual se pretende potencializar a observação dos fenômenos climatológicos nas massas polares do planeta. Também coincidirá com um novo aniversário do Protocolo de Kioto, em vigor desde 16 de fevereiro de 2005. Baumbach definiu a visita de Lula à Antártida como "um gesto simbólico e político" e também como um apoio à tarefa que os cientistas brasileiros desenvolvem "em condições absolutamente desafiantes". O porta-voz disse que Lula viaja preparado para "suportar todas as intempéries" e garantiu que foram adotadas as medidas necessárias para impedir que se repita o ocorrido há um mês com legisladores brasileiros que fizeram uma visita similar. O grupo de parlamentares fez uma viagem prevista para durar dois dias, mas passou mais de uma semana na base chilena Presidente Eduardo Frei porque intensas nevadas não permitiam aterrissar o avião que os levaria de volta. Segundo Baumbach, existem diversos "planos de contingência" para caso ocorra algo assim e apontou que "está prevista inclusive a possibilidade de o Presidente pernoitar em algum lugar diferente" da que diz o programa oficial. "Dado o clima especialmente rigoroso da Antártida, todos os períodos do programa de viagem estarão sujeitas a confirmação, em função das condições meteorológicas", indicou. Lula será o segundo chefe de Estado brasileiro a visitar a base que o país tem na Antártida. Até agora, só havia chegado à remota estação científica o presidente Fernando Collor de Mello, em 1991. EFE Gravidez 'precoce' de elefanta causa polêmica na Austrália Grupos de ativistas pelos direitos dos animais dizem que a elefanta Thong Dee é muito jovem para procriar e acusam o zoológico Taranga, em Sidney, de "irresponsabilidade" por ter permitido o cruzamento. "Isso é o equivalente a permitir que uma menina de 12 anos de idade fique grávida", disse Erica Martin, do Fundo Internacional para o bem-estar animal, afirmando que elefantes só devem começar a procriar a partir dos 11 anos. A direção do zoológico se defende, alegando ter consultado especialistas antes de permitir o cruzamento de Thong Dee com o macho Gung, de 7 anos. "Nós fomos aconselhados por especialistas em reprodução de elefantes, que sugeriram que todos os elefantes do zoológico estavam prontos para procriar", disse Lucy Melo, diretora do zoológico, acrescentando que o casal é um caso de "amor à primeira vista". Se tudo der certo com a gravidez, Thong Dee será a primeira elefanta da Austrália a dar à luz em cativeiro, um "evento histórico", segundo descreveu a direção do zoológico. A elefanta está no quinto dos 22 meses de gravidez e o filhote deve nascer no ano que vem. Thong Dee faz parte de um grupo de elefantes asiáticos que foi importado da Tailândia há dois anos. Mulher pagará US$ 150 mil por clone de seu cão Uma empresa da Coréia do Sul anunciou que obteve permissão para fazer o primeiro clone de cachorro com fins comerciais. A companhia de biotecnologia RNL Bio produzirá um clone de um cachorro pit bull a pedido de uma cliente norte-americana da Califórnia. A mulher, identificada pelo jornal Korea Times como Bernann McKinney, pagará US$ 150 mil pelo clone, que será uma cópia de um cachorro que ela tinha e se chamava Booger. A empresa diz que um acordo para a criação do cachorro foi assinado entre a RNL, McKinney e o Centro de Pesquisa de Células Tronco e Clonagem Animal da Universidade Nacional de Seul. O projeto de clonagem, que envolverá cooperação entre iniciativa privada e institucional, deverá ser concluído até fevereiro de 2009. Para fazer o clone, os cientistas utilizará células retiradas da orelha do pit bull original para fecundar óvulos que serão inseridos em barrigas de aluguel de outras cadelas. Processo Para cada clone, é necessário que cerca de oito cadelas sejam engravidadas, a fim de que as chances de nascimento sejam mais altas. A equipe prevê que o clone de Booger será geneticamente idêntico e terá aparência semelhante ao do animal morto. "Pit bulls nunca foram clonados na Coréia, mas como já tentamos com uma boa variedade de cães, não deveria haver maiores dificuldades", disseram os cientistas em matéria publicada no site coreano donga.com. "Se formos bem sucedidos, será o primeiro caso no mundo em que uma empresa clona um cachorro para uma cliente", enfatizou a equipe. O diretor da companhia, Ra Jeong-chan, disse que espera receber cerca de 500 pedidos para clones nos próximos anos, especialmente de milionários muito apegados a seus finados bichinhos de estimação. Robôs podem reduzir uso de animais em testes de laboratório
Cientistas americanos estão dando o primeiro passo para testar substâncias químicas em células criadas em laboratório, uma técnica que poderia reduzir o uso de animais em testes desse tipo, segundo um artigo publicado na revista Science e discutido no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Boston. Duas agências do governo americano estão estudando a possibilidade de usar robôs de alta velocidade para a realização desses testes. O objetivo a longo prazo é reduzir os custos, o tempo e o número de animais usados em testes de laboratórios para analisar os possíveis efeitos danosos de pesticidas e produtos de limpeza, entre outras substâncias, sobre os humanos. A técnica se segue aos pedidos para que cientistas usem menos animais nas pesquisas. Os robôs teriam capacidade para realizar milhares de testes por dia, identificando substâncias químicas com efeitos tóxicos. Falando em um link de vídeo ao vivo, Francis Collins, diretor da Pesquisa Nacional do Genoma Humano do Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês), afirma que os testes com robôs poderiam representar um método mais rápido e barato de testar as substâncias. "Historicamente a toxicidade sempre foi determinada com a injeção das substâncias em animais de laboratório, observando se eles ficam doentes, e depois analisando seus tecidos em um microscópio", explicou ele. "Apesar de este método trazer informações importantes, ele de ser caro, leva tempo, usa um grande número de animais e nem sempre prevê se as substâncias serão danosas aos humanos." Essa pesquisa - uma colaboração do NIH com a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) - tem potencial para revolucionar o modo como substâncias químicas tóxicas são identificadas. "No fundo, o que a gente quer saber é: Esse composto prejudica as células?", disse Collins. "Então, será que poderíamos, em vez de observar um animal inteiro em nossa primeira linha de análise, observar células individuais de diferentes organismos, ou diferentes animais, com diferentes concentrações do composto?" O programa de pesquisa de cinco anos vai usar robôs de análises automatizadas de alta velocidade desenvolvidos durante o projeto do genoma humano. Isso vai permitir que eles completem 10 mil análises em células e moléculas por dia, em comparação com 10 a 100 estudos por ano em cobaias. Amostras das substâncias químicas serão adicionadas a células humanas ou animais, crescidas em laboratório. Essa mistura será estudada para encontrar sinais de toxicidade, usando uma variedade de testes genéticos e bioquímicos. O objetivo a longo prazo é desenvolver métodos de testes que não dependam de animais e sejam rigorosos o suficiente para ser aprovados pelos reguladores. Atualmente, estão sendo estudados os efeitos toxicológicos de mais de 2 mil compostos químicos em células humanas ou em roedores. Mas os cientistas afirmam que ainda há muitos anos pela frente até que os testes sem o envolvimento de animais se tornem rotina, mesmo que a pesquisa tenha um resultado positivo. BBC Brasil
Quem for ao Barra Point amanhã pode levar um bichinho de estimação de graça para casa. O Shopping lança a 2ª campanha “Adote um Animal”, em parceria com a Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais – SEPDA. Todos os animais passam por uma triagem com um veterinário da SEPDA antes de serem indicados a adoção. São filhotes e adultos castrados, vacinados e prontos para adoção. Para levar os bichinhos pra casa, é necessário responder um questionário, que avaliará se a pessoa tem condições financeiras e psicológicas de adotar um animal. De março de 2006 até hoje, mais de 800 lares já receberam os animais abandonados. Serviço: Campanha “Adote um Animal” Dia: 16/2 Shopping Barra Point - Av. Armando Lombardi, 350 - Barra da Tijuca Tel: 2491-3306 Horário: 12 h às 18 h
Um grupo de cientistas do Instituto Max Planck de Leipzig (Alemanha) e da Wildlife Conservation Society (EUA) flagrou um momento íntimo e surpreendente de dois gorilas, num parque da República do Congo. Leah (de costas) e George (esq.) são os primeiros da espécie fotografados copulando em posição frontal, como seres humanos. Embora essa posição já tenha sido relatada antes entre os gorilas, ela nunca fora fotografada. 
Kandal (Camboja) - Uorn Sambath, um menino de 7 anos, brinca com sua mascote de arrepiar: uma serpente piton asiática (Python reticulatus) em sua casa, na província de Kandal, no Camboja. A piton, que mede 4,8 metros de comprimento, cresceu junto à família de Uorn, já que acreditam que o animal dará sorte e os protegerá de enfermidades. Oficiais de polícia da Proteção da Natureza tentaram levar o réptil para um zoológico local, mas membros da família não deixaram que isso acontecesse, alegando que o bichinho é inofensivo.


Curso oferecido pela Faculdade de Ciências Agro-Ambientais aposta no empreendedorismo e oferece, pela primeira vez, formação complementar em Gestão Ambiental e Gestão de Agronegócios Atualmente, estar preparado para o mercado de trabalho é poder adquirir, além do conhecimento, a experiência de empreender, de tocar seus próprios projetos e gerar renda, além da oportunidade de manter contato direto com profissionais gabaritados. Isso explica porque a Zootecnia constitui, hoje, uma das áreas que mais crescem na preferência dos vestibulandos. No Rio de Janeiro, o curso de Zootecnia da Faculdade de Ciências Agro-Ambientais (FAGRAM) é um bom exemplo. Proporciona ampla visão mercadológica, aliada a um conteúdo de sólida formação. Situada no campus ecológico da Sociedade Nacional de Agricultura, na Penha (Zona Norte), com 144 mil metros quadrados – em plena Avenida Brasil – a FAGRAM já abriu inscrições gratuitas para o Vestibular 2008. O curso de Zootecnia da FAGRAM, reconhecido pelo MEC com o conceito B, oferece, este ano, um diferencial: o bacharelado com formação complementar em Gestão Ambiental e Gestão de Agronegócios, onde o aluno opta por uma das especializações. De forma geral, os zootecnistas são preparados para atuar nos campos de nutrição, saúde animal, melhoramento genético, reprodução, administração, economia rural e produção de alimentos. Um profissional desta área ganha, em média, de seis a oito salários-mínimos. Com a entrada em vigor do novo salário (em torno de R$ 408), o piso poderá variar de R$ 2.400 a R$ 3.200. Os alunos da FAGRAM, além dos estágios supervisionados obrigatórios, têm ainda a oportunidade de participar de eventos da SNA - como o Congresso de Agribusiness, por exemplo -, onde entram em contato com especialistas renomados e autoridades do Agronegócio.
Serviço Inscrições: até 29 de fevereiro, na FAGRAM (Av. Brasil, 9727). Taxa: não há. / Provas: 1º de março. Vagas: 40 vagas para o primeiro semestre e 40 para o segundo. Informações: tels. (21) 3866 –8090 / 2561-8684 / 2560 -7510 Site: www.sna.agr.br
Aí está a prova de que nem todos os gatos detestam água. Esse flagra aconteceu na Rússia e é de fazer inveja às minhas gatinhas, que correm para debaixo da cama quando pressentem que é dia de encarar um banho. A gatinha rajada dropa as ondas na companhia de seu dono surfista. E a bichana casca grossa dá show de equilíbrio, sem tomar um caldo. Radical! 
Veado raro é encontrado nas montanhas da Escócia  O animal é considerado mensageiro do "além" pelos antigos celtas
Um ser raro e considerado místico foi encontrado na principal cadeia montanhosa do Reino Unido, as Terras Altas da Escócia: um veado branco. O animal é considerado mensageiro do "além" pelos antigos celtas e exaltado por seu papel nas lendas sobre o rei Artur. A associação ambientalista John Muir Trust confirmou a presença do raríssimo cervo na região, através de vestígios encontrados desde o verão europeu passado. Há duas semanas, Fran Lockhart, 45 anos, uma mulher que colabora com a associação, conseguiu fotografá-lo pela primeira vez. "É magnífico, parecia quase um fantasma ao lado dos outros jovens cervos de pelagem escura com os quais estava. Quando não se move, fica bastante camuflado na neve, parecendo uma rocha coberta de liquens", contou durante entrevista à revista Times. O cervo de pele clara - símbolo de pureza geralmente associado ao mito do unicórnio - vive próximo à costa oeste das Terras Altas, mas sua localização exata é mantida em segredo pelo temor de que caçadores o matem, segundo informações da agência Ansa. Estima-se que tenha entre seis e sete anos de idade, e segundo os especialistas, sua cor é devida não a uma forma de albinismo, mas a um gene recessivo que reduz drasticamente a pigmentação do pêlo e da pele em animais geralmente escuros, provocando uma síndrome chamada leucismo. Apesar de a lenda afirmar que uma maldição recai sobre quem ousa ameaçá-lo, o único veado branco registrado nos últimos anos no Reino Unido teve um fim trágico, em outubro de 2007: caçadores o alvejaram na fronteira entre os condados de Cornwall e Devon, e levaram sua cabeça como troféu. Os habitantes daquela zona o chamavam "Snowy" (relativo à palavra "neve", em inglês) e nunca haviam revelado sua exata localização para protegê-lo. Zôo de Londres apresenta o macaco vermelho Vale

O zoológico de Londres apresentou nesta quarta-feira Vale, o mais novo filhote de macaco verlmelho do parque. Com quatro semanas de vida, o pequeno primata foi fotografado bem acomodado nas costas do seu pai, Thiago. Com Terra
Quanto custa ter um filhote Antes de adquirir um animal, é preciso lembrar que os gastos mensais variam com a raça e o tratamento que ela exige  Um filhote de buldogue francês pode custar até R$ 2 mil
Ter um animal de estimação significa muito mais que carinhos, brincadeiras ou simples modismo. É preciso assumir, e por muitos anos, a responsabilidade pelo novo membro da família. Cães e gatos vivem, em média, 13 anos, e geram despesas que podem chegar a mais de R$ 100 por mês, dependendo da raça e tratamento que ela exige. Se a idéia é comprar cão ou gato com pedigree, pesquise preços com criadores. Raças de cães de porte pequeno custam entre R$ 300 e R$ 10 mil. Já os filhotes de gatos com pedigree custam de R$ 300 a R$ 3 mil. Adotar um bichinho não custa nada, mas os gastos mensais e responsabilidades são as mesmas. "Muitas vezes as pessoas se deixam levar pela beleza ou modismo, o que acaba resultando no grande número de animais abandonados", lembra a veterinária Joanna Lima Decham. Ao se decidir pela raça é fundamental buscar informações sobre suas características típicas. São mais de 400 raças de cães e 100 de gatos. Existem cães de pequeno, médio e grande porte e a escolha deve ser de acordo com o local disponível para a criação, a rotina do dono e o que se espera do animal - guarda ou companhia. Para famílias com crianças, são recomendados animais não muito pequenos e de comportamento calmo. Para pessoas idosas, gatos ou cães adultos são a melhor opção, por serem menos agitados. Animais grandes devem viver em casas com boa área livre e com muros altos, enquanto que cães para apartamento devem ser pequenos, sociáveis e silenciosos.  Parece o Garfield, mas é um filhote da raça Exótico, que custa entre R$ 400 e R$ 2 mil
Manutenção requer despesas Feita a escolha do bichinho, é hora de pensar nos custos para amnt~e-lo. "São necessários acessórios básisos como tigelas para comida e água, coleira, guia. Fora a alimentação e veterinário, que representam custo considerável", observa Joanna. Em geral, um filhote de cão consome de 8 a 10 kg de ração por mês, o que representa um gasto que pode variar de R$ 25 a R$ 100 mensais. Um gato consome de um a 2 kg de alimento por mês e isso custa entre R$ 4 e R$ 15, conforme a marca e a qualidade da ração. Todo animal precisa ir ao veterinário pelo menos uma vez por ano para ser vacinado. Em filhotes até quatro meses, consultas e vacinas custam por volta de R$ 60 mensais. A castração nos cães e gatos machos em clínicas particulares chega a R$ 250. Em cadelas e gatas, a esterilização sai, em média, a R$ 400. Cuidados que devem ser avaliados
PET SHOP. Animais de pêlos longos precisam de banhos mais freqüentes, muitas vezes dados quinzenalmente em pet shops. Dependendo do caso, é necessário tosar o animal com a mesma freqüência. ADESTRAMENTO. Cães para guarda e proteção devem receber adestramento básico e, se necessário, de ataque e defesa. Estes animais não podem ficar isolados do contato com as pessoas. A socialização é fundamental para distingüirem quando uma pessoa é bem vinda e quando não é. PORTE GRANDE. Instalações fora de casa para cães de grande porte requerem investimento. O canil deve ser muito bem arejado, higiênico, carcado com telas, com uma área para o cão pegar sol e outra para dormir. AQUISIÇÃO. A idade ideal para se adquirir um filhote de cão ou gato é entre 8 a 12 semanas de vida. É preciso tempo e dedicação: filhotes demandam cuidados semelhantes ao de uma criança. ALIMENTAÇÃO. As rações variam de acordo com a idade e o peso do anomal.
O fotógrafo norte-americano Henri Lizardlover cria lagartos há 25 anos. Apaixonado pela espécie - ele tem 50 desses animais em casa e chegou a mudar o sobrenome de Schifberg para Lizardlover -, algo como "amante de lagartos", Henri desenvolveu uma relação de total intimidade com os bichos, que eles tornaram-se seus modelos fotográficos preferidos. O interessante é que, os lagartos até cooperam com o trabalho do dono, ficando completamente estáticos para cada clique. Então ele teve a idéia de fotografá-los em poses humanas. As imagens se tornaram cartões-postais nos EUA e estão fazendo o maior sucesso. Confira: 




Uma equipe de ornitólogos do Nepal descobriu uma nova espécie de pássaro. A ave possui traços intermediários entre outras duas subespécies conhecidas, o "prinia burnesii burnesii" e o "prinia burnesii cinerascens", que se encontram no oeste do Paquistão e no leste da Índia e de Bangladesh, respectivamente. "Na China, na América do Sul e no norte de Mianmar são descobertos pássaros com mais freqüência. Mas é a primeira que isso ocorre vez no Nepal desde 1991", declarou Hem Sagar Baral, diretor da Conservação de Pássaros do Nepal (BCN). Batizado pela BCN como "prinia burnesii nepalensis", a espécie foi incluída na lista de aves em risco de extinção, por causa da degradação de seu habitat natural. Após aprovar a descoberta, Baral acrescentou que ainda precisa ser ratificada pela União Internacional de Ornitólogos, processo que pode levar anos. Peixe transparente mostra formação do câncer
Pesquisadores modificaram geneticamente um peixe para que ele ficasse transparente e, dessa forma, fosse possível visualizar o desenvolvimento e o comportamento de tumores no organismo do animal, informou o jornal britânico The Times. Os órgãos internos e o esqueleto podem ser claramente observados durante toda a vida do peixe. Os cientistas já conseguem dizer, inclusive, que as células cancerosas escolhem uma determinada área do corpo para se desenvolver. A pesquisa, desenvolvida no Children¿s Hospital, em Boston, nos Estados Unidos, pode mostrar de que forma as células doentes deixam a cavidade abdominal diretamente para a pele, onde o melanoma se desenvolve, por exemplo. Antes da inovação, esse diagnóstico só podia ser obtido por dissecação. Segundo Richard White, líder do projeto, esse método não é muito eficiente, pois o câncer muda muito rapidamente no corpo. Por isso os pesquisadores acreditam que o peixe transparente pode ajudar a entender melhor o processo de desenvolvimento de tumores. O estudo foi publicado na revista científica Cell Stem Cell. Tartaruga viaja 20 mil km em busca de comida
Uma tartaruga marinha viajou mais de 20 mil km da Indonésia aos Estados Unidos, em uma jornada em busca de comida. Em julho de 2003, biólogos da organização ambientalista World Wildlife instalaram um dispostivo de rastreamento no casco do animal e o liberaram em uma praia da província indonésia de Papua. Os especialistas esperam que a épica jornada da tartaruga fortaleça os esforços internacionais para a preservação da espécie, que está ameaçada. Com Terra

Se fosse um gato, poderia dizer que o animal sobreviveu por ter sete vidas. Mas foi um cão que causou surpresa aos moradores da comunidade do Rio Tavares, em Florianópolis, Santa Catarina, castigado pela forte enxurrada que deixou um rastro de destruição em algumas regiões do estado. Como por um milagre, o animal foi encontrado vivo após passar cinco dias soterrado, sem água ou comida. O vira-latas Pituxo já havia sido dado como morto desde quinta-feira da semana passada. Até que, ao passar pelos escombros, o pedreiro Jean Flores ouviu os latidos e pediu ajuda aos bombeiros. “O latido estava longe e foi aumentando quando tiramos as pedras. Comecei a prestar mais atenção, pois sabíamos que tinha um cachorro ali, mas imaginávamos que estaria morto”, disse Jean. Segundo os bombeiros, a quantidade de terra sobre o animal seria suficiente para encher 15 caminhões. Isso que é um supercão!
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