 |
|
| |
 |
|
|
 |
Julho, 2009 Junho, 2009 Maio, 2009 Abril, 2009 Março, 2009 Fevereiro, 2009 Janeiro, 2009 Dezembro, 2008 Novembro, 2008 Outubro, 2008 Setembro, 2008 Agosto, 2008 Julho, 2008 Junho, 2008 Maio, 2008 Abril, 2008 Março, 2008 Fevereiro, 2008 Janeiro, 2008 Dezembro, 2007 Novembro, 2007 Outubro, 2007 Setembro, 2007 Agosto, 2007 Julho, 2007 Junho, 2007 Maio, 2007 Abril, 2007 Março, 2007 Fevereiro, 2007 |
| |
 |
| Gislandia Governo |
| |
|
|
|
Beleza natural Procedimentos cirúrgicos como corte de orelhas e cauda nos cães, e retirada de unhas nos gatos, agora é proibido
Difícil encontrarmos por aí um cães de raças como pit bull ou dobermann que não tenham suas orelhas cortadas. Poodles, pinschers e cocker spaniel com suas caudas inteiras também são raros de se ver. Para muitos criadores, o corte de orelhas e rabo deve ser visto como uma necessidade estética, para compor o padrão determinadas raças caninas. Já outros são desfavoráveis e consideram mutilação. Polêmicas à parte, o fato é que, as chamadas cirurgias plásticas em cães e gatos - conchectomia (corte das orelhas), caldoctomia (na cauda), ergotectomia (remoção das unhas) -, agora são proibidas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. E veterinários que não cumprirem a ordem poderão ter seu registro cassado. A veterinária Yone Bidone se diz favorável. “Não acho que haja sofrimento para o animal, porque as cirurgias costumam ser realizadas nos primeiros dias de vida. Mas não vejo necessidade alguma. Tem que deixar os bichos do jeito que a natureza os fez”, opina Yone. “Se a pessoa decidiu ter um animal, tem que aceitá-lo do jeito que nasceu”, reforça o veterinário Alexandre Borges. Um dos maiores especialistas em cirurgias plásticas em animais, o veterinário Edgard Morales Brito, de São Paulo, é contra a decisão do Conselho Federal, mas diz que vai acatar. “Há um mercado muito especializado em criação de cães e gatos de raça. E o que pode acontecer é que, muitos criadores procurem fazer esse tipo de cirurgia fora do Brasil, ou pior, recorram a charlatões que farão um trabalho mal feito e em condições precárias, pois são poucos os profissionais capacitados no País”, observa Edgard. Para o cirurgião, esses procedimentos não deveriam ser vistos como mutilação. “Trata-se de uma arte na verdade, não pegar uma tesoura e mutilar o animal, como muitos pensam. São cirurgias plásticas que têm, por intuito, enaltecer a beleza do animal”, destaca o veterinário. Presidente do Dobermann Club de São Paulo, o criador Julio Patrício Órbenes Parra aumenta a polêmica. “Há anos me dedico a criar cães para exposição e exportação. Se não puder cortar no Brasil, corto em outros países, como na Argentina ou Estados Unidos Espero que a decisão do conselho seja derruba na justiça. Porque não proíbem a castração, que não deixa de ser uma mutilação?”, questiona. Está aberta a discussão. E você, é contra ou a favor da decisão do Conselho Federal de Medicina Veterinária?

O Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS, na sigla em inglês) realiza marcações em rinocerontes-negros para identificação individual e fins de monitoramento. Encontrado na África, o rinoceronte-negro (Diceros bicornis ) é um mamífero perissodáctilo. Ao contrário do que se imagina, ele difere-se do rinoceronte-branco não pela cor - ambas espécies são acinzentadas - e sim pelo formato de seus lábios. O rinoceronte-negro, apesar de feroz, ataca apenas para se defender. A caça ao animal é um dos esportes mais procurados pelos caçadores profissionais e "turistas" que se embrenham na África. Atualmente, existem cerca de 3 mil espécimes.

Um gatinho que nasceu com uma mensagem de amor marcada nos pêlos no domingo de Páscoa virou sensação na Califórnia, Estados Unidos. Em suas costas é possível ver a palavra 'I', o desenho de um coração e um ponto, em inglês, dot, formando a frase 'I love Dot'. Em português, 'eu amo Dot'. O surpreendente é que Dot é o apelido da mãe do filhote, que chama-se Dottie. "Quando limpamos toda a ninhada levamos um susto. Para nós, é uma clara mensagem de amor do filhote para sua mãe. Ficaremos com ele", garante Teauri Ramirez, madrasta de Michael, 4 anos, dono dos animais. Além do charmoso gatinho, nasceram outros cinco felinos, que serão doados.
 Monika ganhou bolo de cenoura para comemorar a aposentadoria
Foram 19 anos de sucesso absoluto nos palcos, junto aos ‘colegas’ bailarinos do balé russo Mariinsky (ex-Kirov), de São Petersburgo. Mas agora, a mula Mokika, de 21 anos, curtirá sua merecida aposentadoria. A mula artista ganhou fama no país por carregar o personagem Sancho Panza, do clássico balé Dom Quixote. Uma das bailarinas do espetáculo, Anastásia Kolegova, lamentou a aposentadoria precoce da parceira de palco, mas disse que "como se sabe, bailarinas se aposentam cedo". Kolegova disse que, por muitas vezes, Monika foi o centro das atenções da platéia. "Ela sempre cumpriu bem o seu papel e parecia curtir a vida no palco", disse. Tatyana Solomatina, porta-voz do zoológico de São Petersburgo, onde Monika vive, disse que a mula sempre soube a hora de entrar no palco e nunca precisou de um "empurrãozinho". “Monika sabia exatamente o que fazer, sem que ninguém precisasse lhe acompanhar. Ela sempre foi esperta e adora aplausos”, declarou Tatyana. Na sua festa de despedida, Monika se vestiu de balairina e comeu bolo de cenoura. O papel de mascote do cavaleiro Sancho Panza caberá agora à uma jovem mula, chamada Alina. 
Essa mula não é burra, não! aposentadoria já, porque ela merece.
Moradores da região de Chittagong, em Bangladesh, na fronteira com a Índia e Mianmar, estão sendo obrigados a comer ratos depois que eles invadiram a área e devastaram plantações inteiras. Sangram, um caçador de ratos que mora no remoto vilarejo de Theihkyong, nunca esteve tão ocupado e nunca viu seu trabalho ser tão importante como agora. Os campos que cercam o local foram varridos por um exército de roedores que teriam entrado em Bangladesh vindos da Índia. Mas além de ser a fonte de renda do bengalês, os ratos também viraram a refeição da família. Ele, a mulher e os filhos comem duas panelas de ratos defumados todos os dias. Como acompanhamento, raízes selvagens colhidas na floresta. "Minha mulher, meus cinco filhos e eu normalmente comemos arroz, mas os ratos destruíram tudo", diz ele. "Tudo que sobrou foram os ratos e essas batatas selvagens." O caçador instala as ratoeiras feitas de bambu ao longo das cercas vivas que separam as lavouras. Ele percorre as cercas carregando uma cesta onde ele coloca os roedores de cor marrom-clara. No centro da comunidade, que conta apenas com duas igrejas e uma escola comunitária, os moradores se reúnem para mostrar enormes cestos com rabos de rato secos. Eles os guardaram como prova da crise enfrentada pelo vilarejo. "Estamos vivendo um grande problema e queremos que as pessoas saibam disso", disse o padre Lal Jinja. "Esperamos que ao verem esses rabos de rato as pessoas entendam nosso sofrimento." O governo e agências humanitárias estão finalmente começando a se dar conta do problema, que já ultrapassa os limites de Theihkyong. De acordo com uma agência da ONU que atua no país, cerca de 125 mil pessoas já foram afetadas pela falta de comida e pela infestação dos ratos. Alguns já começaram a receber ajuda, mas a menos que uma operação humanitária seja colocada em prática, os bengaleses da região correm o risco de perderem o contato com o mundo e ficar sem comida durante meses. Semente de bambu A invasão dos ratos acontece normalmente a cada 50 anos, quando florescem as florestas de bambu que cobrem a região. As sementes de bambu são ricas em proteínas, e quando ingeridas pelos ratos, fazem com que se reproduzam quatro vezes mais do que o normal. Após comerem todas as sementes, a superpopulação de roedores invade as lavouras e destrói o que vê pela frente. A última invasão de ratos na região aconteceu em 1959, perto da fronteira com a Índia. Sem ajuda do governo, os moradores se revoltaram e fizeram uma rebelião que durou 20 anos. Algumas pessoas ainda relembram a última invasão dos roedores. "Os ratos eram grandes como porcos", diz Raja Chowdry, de 93 anos. BBC
Novos habitantes Aumentar a população de peixes no aquário requer cuidado dos aquaristas
Há um mês, o estudante Victor Ribeiro Alves, 16 anos, passou por uma experiência desagradável para qualquer aquarista. Cada tentativa de aumentar a população dos peixes no aquário resultava em animais mortos no mesmo dia. “Na loja, eu escolhia as espécies mais bonitas e, aparentemente, mais saudáveis. Chegava em casa empolgado, jogava-os no aquário, mas eles morriam em poucas horas”, lamenta Victor. Para o biólogo Maurício Terra Júnior, apesar de acreditar que tomou os devidos cuidados, o estudante não fez o principal: adaptar os animais recém-adquiridos às diversas mudanças de ambiente. “Esse erro é muito comum. Em geral, devido à ansiedade do criador iniciante de querer ver o aquário cheio. Acontece que, as condições da água em que os peixes se encontravam na loja, são diferentes das do novo recinto. Por isso, antes de jogá-los no aquário, é preciso saber dados como temperatura, pH, Dh e alimentação, para que não ocorra um choque químico”, explica Maurício. O saco plástico de transporte dos peixes também requer atenção do aquarista, não devendo ser colocado ainda fechado dentro do aquário. ”Após 30 minutos, tempo suficiente para nivelar a temperatura da água, ele deve ser aberto e os peixes devem ser retirados, um de cada vez, com uma rede”, ensina o biólogo.
Grandes avanços na medicina veterinária proporcionam maior qualidade de vida aos bichos de estimação Viver mais e melhor. Esse é o conceito atual da medicina veterinária, que aponta para uma expectativa de vida maior para cães e gatos. Os bichos de estimação, que antes viviam, em média, até os 14 anos, agora têm uma sobrevida de mais três anos, segundo a recente estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Para se ter uma idéia, há quinze anos não era possível fazer exames como endoscopia, ecocardiograma e tomografia computadorizada, que contribuem para o sucesso de tratamentos clínicos ou cirúrgicos. Assim como não havia cura para doenças como a catarata, que, hoje em dia, pode ser revertida com cirurgia”, destaca a veterinária Ana Daniele Bessa, do Grupo Patas & Penas. Os grandes avanços tecnologógicos ainda proporcionam mais qualidade de vida a partir de diagnóstico preciso de problemas osteoarticulares como artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, doenças respiratórias, cardíacas, renais e hepáticas, além de câncer e diabetes. De rações específicas para raças e tipos de doenças, exames preventivos e laboratoriais a cirurgias, não faltam novidades na área veterinária. "A introdução da ração na alimentação foi um avanço de praticidade para os proprietários, e o uso da ração balanceada, um ganho de sobrevida para os animais", destaca Ana Daniele. A veterinária explica que, com o avançar da idade, cães e gatos necessitam de menos proteínas e gorduras, e uma quantidade maior de fibras - o que facilita a função gastrintestinal -, como também a presença de antioxidantes, que auxiliam contra os danos provocados por radicais livres. Há, também, as terapias destinadas a proporcionar maior bem-estar, como acupuntura, aromaterapia, florais, hidroterapia, massagens e banhos terapêuticos. “Esses tratamentos são paliativos, dão suporte aos tratamentos convencionais e os resultados são muito eficazes”, destaca o veterinário André Mello, da Clínica Estética Canina Vet Center. Os cães mestiços Finha, de 15 anos, e Dandi, 9, não aparentam a idade que têm. Mas cuidados não faltam para que os bichinhos esbanjem saúde e vitalidade. “Eles se exercitam muito, comem ração de qualidade e fazem check-ups periódicos. E, para evitar dores nas articulações, eles ainda fazem acupuntura”, conta a veterinária e dona dos cães Tatiana França. Tanta disposição é demonstrada nas aulas de agility praticadas pela dupla canina. Mas a veterinária Ana Daniele Bessa lembra que, a qualidade de vida do animal de estimação dependerá dos cuidados do seu dono. “Visitas freqüentes ao veterinário é fundamental para que os bichos tenham saúde”, diz a veterinária.
Macho, de aproximadamente 5 anos, sem problemas de saúde, tricolor (branco, preto e dourado) contato: 3350-7189 (Carolina)
É possível presentear os cães na Páscoa com chocolates feitos especialmente para eles. A boa notícia e que esses petiscos agora são livres da teobromina, uma substância encontrada no chocolate industrializado, tóxica para os animais. “A alimentação com o chocolate normal causa intoxicação com sintoma grastrointestinal, pois os cães não conseguem metabolizar a teobromina eficazmente”, alerta a veterinária Ana Daniele Bessa, do Grupo Patas e Penas. Entretanto, animais com diabetes, problemas no sistema urinário, alteração hepática ou excesso de peso devem ficar longe do chocolate. “Esses animais normalmente são acompanhados por um clínico veterinário e se alimentam de modo específico”, alerta Daniele. Os petiscos para a Páscoa podem ser encontrados na forma de chocolate branco ou preto, waffle e bola de frutas com chocolate. Mas atenção, pois essas guloseimas não devem substituir as refeições com as rações.
Seu gato é vacinado? A pergunta pode desconcertar muitos criadores de felinos. Se a carteirinha de vacinação dos cães normalmente está em dia, com os gatos a situação é diferente. E eles não estão menos livre de doenças. Pesquisas mostram que, para cada dezena de cães vacinados, apenas um gato recebe a proteção das vacinas. Alguns dados do setor dão a dimensão do atual cenário: atualmente, de uma população de 31 milhões de cães no Brasil, 30% são vacinados. No caso dos gatos, são 4% de animais vacinados para uma população de 15 milhões. O resultado chama a atenção porque a população de gatos cresce muitas vezes mais do que a de cães, o que é atribuído principalmente ao aumento do número de apartamentos no Brasil, já que eles precisam de menos espaço e, para muitas pessoas, têm hábitos mais higiênicos. “É preciso conscientizar a população da importância de vacinar esse animais, principalmente para proteção de doenças graves e sem cura, como a leucemia felina (FeLV), que ataca o sistema imunológico do animal, facilitando a ocorrência e manifestação de outras enfermidades”, afirma Tiago Papa, Gerente de Negócios Sênior de Animais de Companhia da Fort Dodge Saúde Animal. Papa explica que, além de altamente letal, outro fator de complicação da doença é que alguns animais infectados apresentam sintomas muito discretos. Artigos publicados na Revista Animals (publicação bimestral da Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty to Animals) dão conta de que em populações infectadas apenas 44% dos animais, em média, têm manifestações clínicas evidentes da enfermidade. Essa particularidade dificulta o diagnóstico e, conseqüentemente, o tratamento, facilitando a disseminação da leucemia felina. Altamente contagiosa, a leucemia é transmitida por vírus. Apesar da denominação, ela nem sempre provoca tumores ou manifestações comuns ao câncer. Nos felinos os sintomas mais freqüentes são anemia, perda de peso, secreção nasal e ocular, diarréia crônica, imunodeficiência, leucemia e linfoma. Os filhotes são mais suscetíveis ao contágio por conta de seu sistema imune ainda imaturo. No Brasil, a imunização contra a leucemia pode ser feita pela vacina “Quíntupla Felina”, que tem uma quinta fração viral que protege contra a FeLV. Além de prevenir contra a leucemia felina, a vacina confere proteção também contra a panleucopenia (a parvovirose do gato), rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose. Essa combinação imuniza os gatos durante um ano contra as doenças mais freqüentes e graves.
Bichos selvagens como elefantes, hipopótamos e leões andam invadindo áreas residenciais de Angola. O fato está preocupando as autoridades governamentais por causa de ataques a pessoas e destruição de campos agrícolas. Segundo a Rádio Nacional de Angola, no domingo, duas pessoas ficaram feridas quando uma leoa invadiu uma aldeia do município de Camanongue, província de Moxico, no leste do país, tendo sido depois abatida pelos moradores. Os ambientalistas contatados pela emissora local afirmam que os animais, com o fim da guerra civil, estão regressando às suas áreas de origem e encontram os humanos em seu habitat. Uma das causas apontadas para essa invasão animal são as fortes chuvas que, nos últimos tempos, têm caído na região sul do país, deixando inundadas várias localidades das províncias do Cunene, Cuando Cubango, Huíla e Namibe. Aliada à essa busca por locais mais seguros está a procura de alimentos, escassos no habitat, pelos animais. De acordo com relatos de habitantes destas localidades, que já manifestaram sua preocupação às autoridades, manadas de elefantes estão destruindo os campos agrícolas. Em fevereiro, um total de 248 famílias, na comuna de Lumbala Caquengue, município do Alto Zambeze, em Moxico, tiveram suas plantações devastadas por mais de 70 elefantes.
Zona Sul vai promover um programa divertido pra cachorro neste final de semana. O estacionamento da loja do Recreio será transformado em espaço para banho, shows de cães e demonstrações de adestramento. Sábado será o dia das atrações e domingo, uma opção para os que só quiserem aproveitar o banho, que será oferecido como brinde aos clientes que comprarem um produto da linha Granado e se cadastrarem entre os dias 12 e 14 de março na loja do Recreio. Durante os eventos, que acontecem a partir das 9h, haverá promoções de diversas rações. Serviço: Local: Zona Sul - loja Recreio: Av. das Américas, 16.237 Data: 14 e 15 de março Dia 14: banho, show de cães e demonstrações de adestramento Dia 15: banho Horário: a partir das 9h Inscrições para banho de cães: loja do Recreio, de quarta (12) a sexta (14), das 7h à 0h, mediante a compra de um produto Granado.
Animais silvestres serão soltos em Guarulhos Ação tem apoio da Ambev e visa reabilitar bichos ao convívio nas matas; fêmea de ouriço-cacheiro é primeira espécie libertada Uma área de preservação ambiental (APA) de 8 milhões de metros quadrados dentro da fábrica da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), localizada em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, será o novo “lar” de animais silvestres reabilitados, que viviam no Zoológico do município. O projeto, organizado em parceria pela Ambev e a Secretaria de Meio Ambiente local, prevê o tratamento, a readaptação e o monitoramento das espécies em seu habitat natural. Está prevista ainda a realização de um programa de educação ambiental, envolvendo escolas estaduais da região. A ação teve início com a libertação de uma fêmea de ouriço-cacheiro, símbolo e mascote do Zoológico de Guarulhos. Para voltarem ao convívio nas matas, os animais precisam ter permanecido por pouco tempo em cativeiro. Além disso, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A iniciativa faz parte de programa de mapeamento de bichos silvestres que vivem nas matas remanescentes e áreas urbanas de Guarulhos, que tem cerca de 1/3 de seu território em área de preservação ambiental. O levantamento, realizado por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, possibilitou a identificação e a catalogação de 274 espécies — 52 répteis, 54 mamíferos e 168 aves.
Girafas Zagallo e Beija-Céu fazem primeiro contato 

Rio - O primeiro movimento do novo morador do Zoológico, a girafa Zagallo, foi o de ir o encontro da fêmea Beija-Céu, apesar de separados por uma cerca. Segundo os técnicos do Zôo, essa foi uma forma deles se apresentarem. Depois de conhecer a namorada, o animal fez o reconhecimento de seu novo território, cheirando todo o terreno. Vindo de São Paulo nesta segunda-feira, com a finalidade de reprodução, Zagallo ficará separado de Beija-Céu nesses primeiros 15 dias. De acordo com os veterinários, os animais poderão apenas se olhar nesse período. Para garantir a segurança e conforto do animal, que percorreu todo trajeto por via terrestre, o Zôo do Rio montou um esquema especial que mobilizou Cet-Rio, Cet-SP, empresa de transportes Superpesa, Polícia Rodoviária Federal, DNIT, Nova Dutra, Ibama e Light, além dos zoológicos de São Paulo, Rio e Distrito Federal.
Olá pessoAU! Vamos ajudar a leitora Márcia. Ela perdeu sua calopsita Kyria, uma fêmea arlequim silvestre na segunda de manhã, por volta das 8h, nas imediações da Igreja Santo Afonso, esquina com Barão de Mesquita, na Tijuca. A calopsita foi vista pela última vez indo na direção do supermercado Wall Mart (antiga VIVO e Brhama), na Rua Almirante Crochane, continuação da Rua Santo Afonso. A quem encontrar a ave, ela paga recompensa. Informações: (21) 97625377 e 96183969. Marcia (marcia_fernanda2004@yahoo.com.br)

Na Praça Xavier de Brito, na Tijuca, os cavalos ainda não desfilam de fraldões  Os charreteiros optaram por pagar um servente para manter o local limpo
Apesar de o prefeito César Maia ter sancionado no dia 4 de março uma lei que obriga donos de charretes a colocarem fraldões nos cavalos, a regra parece que ainda não pegou. Em dois pontos tradicionais da cidade, a Praça Xavier de Brito, na Tijuca, popularmente chamada de Praça dos Cavalinhos, e a Praça Edumundo Rêgo, no Grajaú, cavalos com fraldões ainda não podem ser observados. Para manter o local limpo, a solução encontrada pelos charreteiros da Xavier de Brito foi contratar um funcionário exclusivamente para isso. “Nos finais de semana e feriados, são coletados, pelo menos, 100 Kg de estrume por dia. O material é colocado em contêineres e, depois, é retirado por garis”, conta João de Araújo Rodrigues, 40, vice-presidente da Associação de Ambulantes da Xavier de Brito. Ele explica que, todo mês, cada um dos 25 ambulantes cadastrados na associação colabora com R$ 18 para a manutenção da limpeza. “Nós tivemos essa idéia há 3 anos, com o apoio da subprefeitura da Tijuca. Desde então, não tivemos mais reclamações dos moradores quanto à sujeira deixada pelos bichos”, diz. Moradores do bairro se dizem satisfeitos com a alternativa, mas acreditam que a idéia dos fraldões também poderia dar mais resultado. “Seria mais prático recolher o estrume dos animais já preso no fraldão do que retirá-lo após cair na areia, que acaba contaminada pelas fezes e urina”, diz o engenheiro João de Araújo Rodrigues, 40, que nos finais de semana costuma levar a filha Clara, 5, para passear de charrete. Na Praça Edumundo Rêgo, no Grajaú, são os próprios charreteiros os responsáveis pela limpeza. “Ainda não fomos orientados sobre o que devemos fazer. Mas acho a idéia ótima e facilitará nosso trabalho. Mas sugiro que os donos de cães também coloquem fraldas nos seus bichos, porque a sujeira deixada por eles é enorme”, observa Lizane Monteiro, 42, responsável pelo trabalho dos charreteiros da Edmundo Rëgo. A professora Vânia Miranda Borba, 45, há 11 anos freqüentadora assídua da praça do Grajaú, se diz contra a lei. “Será muito incômodo para os cavalos terem que andar com esse fraldão preso no rabo. Ainda mais no calor. Sou totalmente contra”, diz. O acessório inusitado consiste num bolsa coletora de dejetos acoplada no traseiro do cavalo. O objetivo da lei é acabar com a sujeira deixada pelos animais nas ruas e praças da cidade, seguindo o exemplo da Ilha de Paquetá, na Baía de Guanabara, e em Petrópolis, na Região Serrana, locais em que a medida já está valendo desde setembro do ano passado. Os fraldões deverão ser de responsabilidade dos próprios charreteiros e terão que ser sob medida, de acordo com o tamanho do animal. De acordo com a lei, os que forem flagrados pela primeira vez por fiscais da Prefeitura sem fraldões nos cavalos receberão uma advertência. Na segunda vez será aplicada multa de R$ 36. E, na terceira, haverá perda de licença para o exploraração do serviço e apreensão do animal.
O anúncio de cientistas sobre a presença de uma rara baleia branca assassina, avistada nas águas do Alasca no final de fevereiro, levou vários pesquisadores à região. Há muitos não se tinha registro da presença da espécie. A baleia, quase um mito entre os cientistas, não é um animal albino, e tem tonalidades de amarelo e marrom. Ela foi vista próxima às ilhas Aleutian. "Eu tinha escutado sobre esta baleia, mas nunca havíamos conseguido achá-la" disse Holly Fearnbach, uma pesquisadora de biologia do National Marine Mammal Laboratory (Laboratório Nacional de Mamíferos Marinhos) em Seattle, nos Estados Unidos, que fotografou a baleia. "Foi muito legal encontrá-la". No último mês, cientistas a bordo do Oscar Dyson, um navio de pesquisa, avistaram a baleia. "Quando eu dei a primeira olhada, vi que a baleia é muito branca", disse Holly. O pesquisador e biólogo John Durban, do Centro de Ciência de Pesca do Alasca, afirmou que provavelmente o animal não seja uma verdadeira albina, considerando sua coloração. O fato seria uma boa notícia, posto que verdadeiros albinos geralmente não vivem por muitos anos. Durban disse que a baleia branca assassina foi vista em outros lugares duas vezes: em 1993, no mar de Bering próximo à ilha de Saint Lawrence, e em 2001, nas ilhas Aleutians. Há relatos de que a baleia tenha sido vista próximo à costa russa. As ilhas Aleutian são uma cadeia de 300 pequenas ilhas vulcânicas que formam um arco no norte do Pacífico e ocupam 17,666 km². Com Terra
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) disponibilizou para Consulta Pública a lista prévia de espécies da fauna silvestre nativa que poderão ser criadas e comercializadas como animais de estimação. A Consulta Pública estará disponível até o dia 6 de abril de 2008 no site do Ibama. Ao término deste prazo, o Ibama fará a análise de todo o conteúdo, objetivando editar uma lista que atenda aos anseios da sociedade brasileira. As contribuições devem ser enviadas para o e-mail: fauna.sede@ibama.gov.br com as espécies a serem incluídas ou excluídas devidamente justificadas com base nos critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 394/2007. Somente serão analisadas as contribuições que estiverem dentro dos critérios estabelecidos. Segundo o diretor de Uso sustentável da Biodiversidade e Florestas, Antônio Carlos Hummel, o Ibama utilizou os critérios indicados na Resolução para preparar a lista. Com informações do Terra
|
|
|