Julho, 2009
Junho, 2009
Maio, 2009
Abril, 2009
Março, 2009
Fevereiro, 2009
Janeiro, 2009
Dezembro, 2008
Novembro, 2008
Outubro, 2008
Setembro, 2008
Agosto, 2008
Julho, 2008
Junho, 2008
Maio, 2008
Abril, 2008
Março, 2008
Fevereiro, 2008
Janeiro, 2008
Dezembro, 2007
Novembro, 2007
Outubro, 2007
Setembro, 2007
Agosto, 2007
Julho, 2007
Junho, 2007
Maio, 2007
Abril, 2007
Março, 2007
Fevereiro, 2007
Gislandia Governo

Segunda-feira, 28 Abril, 2008

Girafas na intimidade

Girafas na intimidade
Popularidade de Zagallo e Beija-Céu, estrelas do zôo carioca, vem despertando curiosidade sobre este animal selvagem

Fábio Gonçalves/ Ag. O Dia

Fábio Gonçalves/ Ag. O Dia

Zagallo e Beija-Céu: casal em lua-de-mel

Recém-casadas, as girafas Zagallo, de 10 anos e 5,10 m de altura, sua esposa Beija-Céu, 14 anos e 4,80 m, atualmente, as grandes estrelas do zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, vêm despertando a curiosidade em muita gente sobre esse mamífero. Não foi à toa que, o matrimônio do casal animal, há 10 dias, reuniu dezenas de adultos e crianças admiradas com as espécies.
“As girafas despertam atenção pela aparência um tanto desengonçada, devido ao pescoço longo e as pernas compridas. Trata-se do mamífero mais alto do reino animal. Outra característica interessante é a docilidade. São bichos selvagens, mas de índole muito pacífica e gostam de humanos”, opina o biólogo Júlio Chaves Filho.
Fã das girafas do zôo carioca, a estudante Kamila Almes das Neves, 13 anos, diz que gosta tanto da espécie que até as coleciona em pelúcia. “Essa foi a primeira vez que vi os animais de perto e fiquei ainda mais impressionada. Elas são lindas, elegantes e o olhar meigo é encantador. Gosto tanto de girafas que até as coleciono em pelúcia”, conta. A Anna Milena Veiga, 8, também elege a girafa seu bicho preferido. “Deve ser legal ver as coisas acontecendo lá do alto. Aquele pescoção é uma graça!”, diz a menina.
Até no site de relacionamentos Orkut, as girafas fazem sucesso. Comunidades como 'Meu sonho é ter uma girafa', que reúne 1.760 membros, e ‘Girafas são lindas’, com 547, os participantes não se cansam de exaltar a beleza das grandonas.
Presentes nos zôos de todo o mundo, as girafas (Giraffa camelopardalis) são originárias da África e habitam praticamente todo o continente africano, desde o sul do deserto do Sahara até a província do Cabo. Graças às longas pernas, que as faz alcançar até 60 quilômetros, esses animais garantem sua sobrevivência entre feras selvagens como leões, guepardos e rinocerontes.
As fêmeas têm cria por volta dos 4 ou 5 anos de idade, após uma gestação de 14 a 15 meses. Um aspecto curioso é que, como as fêmeas não se deitam para dar a luz, o filhote despenca de uma altura de até dois metros. Já a reprodução em cativeiro não é tarefa fácil, devido ao estresse do confinamento. Mas no caso de Zagallo e Beija-Céu, a expectativa dos biólogos do zôo carioca é que isso não demore a acontecer.
“Essa lua de mel tem tudo para dar certo. Beija-Flor não está fazendo jogo duro com Zagallo, pelo contrário. Está receptiva, é carinhosa e provavelmente eles vão acasalar neste próximo cio, que deverá ocorrer por estes dias e dura 48 horas”, destaca o biólogo Valdir Ramos Júnior. “Vamos torcer pelo gol do Zagallo!”, brinca Valdir.

Sexta-feira , 25 Abril, 2008

Lagostas: estrelas nos restaurantes e nos aquários

Banco de imagens/ O Dia

Elas que eram estrelas de restaurantes de luxo agora ganham espaço como bichos de estimação. A lagosta vermelha (Procambarus clarkii), também conhecida como lagostim de água doce, é uma alternativa original e perfeita para aquarofilistas iniciantes. Com cerca de 20cm, esse crustáceo possui hábitos noturnos e é agressivo com peixes de várias espécies, portanto não é indicado para aquários comunitários. "Elas podem até ser criadas com outros peixes, contanto que sejam rápidos e bem maiores do que elas, senão, certamente serão devorados", orienta o biólogo Luiz Eduardo Marinho. A lagosta é de comportamento noturno, portanto, não gosta de luz excessiva. É mais resistente às trocas d'água do que os peixes, vive aproximadamente dois anos e pode permanecer um bom tempo fora do aquário, se escapar. Ela escala termostatos, bombas de ar, filtros externos, pedras e algas e saem da água.

Além disso, através da propulsão abdominal, conseguem saltar longas distâncias para trás, a fim de fugir de seus companheiros de aquário. "É muito importante o uso de uma tampa no aquário, porque a lagosta é aquática e morre se sua carapaça secar. O indicado é uma tela protetora de náilon ou tule com elástico ao redor, que permitem bom arejamento e impedem que as lagostas se joguem para fora do aquário", diz o criador Roberto Matias Marques, criador da espécie há dois anos. É interessante observar as constantes trocas que este crustáceo faz para crescer. Este processo é chamado ecdise, ou simplesmente "muda", e enquanto a nova carapaça quitinosa estiver se formando por baixo da antiga casca, observa-se uma notável mudança de cor e de comportamento.

A cor do lagostim de água doce varia conforme sua idade, alimentação, temperatura da água, oxigenação, iluminação e habitat. Embora haja muita polêmica quanto a seu comportamento agressivo, Luiz Eduardo explica que isso se deve ao fato de as pessoas não saberem criá-las corretamente. "Há quem goste de exibi-las e criá-las em aquários muito iluminados, juntamente com peixes mais lentos. Isso acaba gerando ataques, comportamento agressivo e estresse permanente, tanto no crustáceo quanto nos outros peixes", alerta o biólogo.

AQUÁRIO - Deve ter boa oxigenação da água, pH neutro ou ligeiramente alcalino, temperatura entre 22 e 27°C . Termostato de 25, 50 ou mais watts de potência e termômetro interno ou externo. O tamanho mínimo do aquário deve ser de 80 litros.

TOCAS - Pedras ou tubos de PVC são ideais. É bom ressaltar que a carapaça abandonada deve ser deixada no aquário para que o lagostim se alimente das vitaminas e de outras substâncias orgânicas que ajudarão no enrijecimento da nova carapaça.

CORES - As tonalidades variam do quase transparente para o transparente esverdeado, cinza, marrom, marrom avermelhado, marrom esverdeado, até o vermelho escuro com preto.

ALIMENTAÇÃO - Duas vezes ao dia, ração tetra diskus, cenoura crua em pedaços, algas ou escarola.

REPRODUÇÃO - Sexuada, com fecundação interna, a fêmea carrega ovos embaixo do abdômem e quase não se alimenta durante a gestação, podendo ficar muito agressiva.


Notícias do mundo animal

Cientistas criam roupa para medida para pingüim voltar a mergulhar

Reprodução da internet

Biólogos da Academia de Ciências da Califórnia criaram uma roupa de banho para o pingüim-africano Pierre, 25 anos, que estava perdendo suas penas. Após seis semanas com o novo traje, ele recupera suas penas, peso e volta a mergulhar sem medo.

Ao contrário de mamíferos marinhos, que têm uma camada de gordura para manter o calor, os pingüins tem somente suas penas à prova d´água. Sem elas, Pierre não queria mergulhar mais no tanque da Academia e andava só pelas bordas, enquanto seus companheiros brincavam na água, segundo a agência AP.

A espécie de Pierre está acostumada a climas temperados, ao contrário de outros pingüins. A bióloga Pam Schaller utilizou primeiro uma lâmpada para manter Pierre aquecido e depois pensou em criar uma roupa de isolamento térmico para os pingüins como as de mergulhadores ou surfistas.

Ela conduziu as provas da roupa, feita com isolante térmico, que é fechada a velcro e cobre suas costas, com pequenas aberturas para suas nadadeiras. Uma das preocupações era se o novo visual de Pierre não afastaria os outros pingüins, o que não ocorreu. Desde que vestiu a roupa, Pierre ganhou peso e voltou a mergulhar.


Pinto com cinco patas nasce em cidade de SC

Um pinto com cinco patas nasceu na noite do último domingo na cidade de Araranguá, localizada a cerca de 220 km ao sul de Florianópolis, e se transformou numa das atrações da cidade até morrer, na manhã de ontem.

Com cinco patas, uma delas atrofiada, a pequena ave virou notícia na numa pequena comunidade rural e recebeu os cuidados especiais do agricultor Altair Rocha Nunes, 46 anos, dono da propriedade onde ela nasceu.

Ainda no domingo, a mulher de Altair, Zilma, entrou no aviário e percebeu algo estranho no animal que acabava de deixar o ovo. Ela chamou o marido e eles conferiram que o pintinho contava com cinco patas.

Trataram de analisar se os outros pintinhos que vinham sendo chocados por uma galinha garnizé seriam normais. "Minha mulher queria matar o bicho pois temos uma nora grávida e existe uma crença de que ela não poderia ver coisas estranhas", disse Nunes.

O bichinho acabou se transformando na mascote e grande preocupação do agricultor, que não sabia por quanto tempo ele iria sobreviver. Além de dificuldades de locomoção, apesar das cinco patas, o animalzinho vinha sendo atacado com bicadas pelos outros pintinhos da ninhada. Nunes precisou separá-lo dos demais, para tentar mantê-lo vivo. "A solução foi separá-los e deixá-lo mais tempo com a mãe para que ele sobrevivesse", contou.

Mas ontem, para a tristeza do agricultor e de sua esposa, o pintinho acabou não resistindo e morrendo. O casal garante nunca ter visto um caso assim, apesar de criar galinhas há vários anos. "Acho que a galinha acabou sentando em cima dele e o matou", disse o entristecido Altair. "Ele só se arrastava, mas eu fiquei triste pois estava cuidando para que ele sobrevivesse por mais tempo".

Filhote de langur aparece ao público em zôo

Um filhote de langur apareceu para o público no zôo de Berlim pela primeira vez. Raipur estava no colo de sua mãe. O filhote nasceu no zoológico alemão no último dia 30 de março e recebeu o nome de uma cidade da província indiana de Chahattisgarh, informa a agência AFP.
Algumas espécies de langur estão ameaçadas de extinção, e uma delas é considerada sagrada na Índia.

Quinta-feira, 24 Abril, 2008

Austríaca faz casacos com pêlo de cachorro

Quem cria cães e gatos dentro de casa sabe bem o que trabalho que dá retirar os pêlos que caem dos bichinhos e vão parar nos sofás e tapetes. Pois uma senhora austríaca de 63 anos, chamada Monika Stockinger, de Strobl, próxima a Salisburgo, resolveu unir o útil ao agradável. Há 20 anos ela se dedica a tecer casacos utilizando como matéria-prima a pelagem dos animais.

Tudo começou como um simples hobby, quando ela teve a idéia de criar modelitos de inverno com os pêlos que caíam dos seus mascotes após a escovação. Empolgada com suas criações, Monika arriscou comercializar as peças e, como gosto há para tudo, deu certo. Tanto que ela precisa se desdobrar para dar conta de pedidos de outros donos de cães, que querem transformar o pêlo dos seus amigos de quatro patas em casacos.

Atualmente, Monika, que é treinadora de cães aposentada, produz lã na sua pequena oficia têxtil. O preço do trabalho é salgado: cerca de 70 euros o quilo, incluindo a lavagem da pelagem e a lã de carneiro usada para dar maior resistência ao produto final. Mas, pra tecer seus próprios casacos, Monika trabalha regularmente com a pelagem de suas duas cadelas da raça bearded collie, Chelsea e Gwendoline.

A fabricação de uma roupa de lã de cachorro pode ser feita utilizando apenas os pêlos finos que caem dos animais após a escovação. Não é recomendável o uso de pêlos longos ou tosados. É possível repetir o mesmo procedimento com pêlos de gatos ou coelhos.

Terça-feira, 22 Abril, 2008

Santuário de primatas

Santuário de primatas
Projeto Gap luta pelo bem-estar de animais que sofreram maus-tratos, acolhendo espécies em abrigos criados especialmente para eles


Divulgação
Pedro e Hulk, o primeiro chimpanzé que teve parte da visão recuperada por cirurgia

Era outubro de 1999 quando o microbiologista e empresário cubano Pedro Alejandro Ynterian, protecionista de animais que já mantinha um criadouro conservacionista em Sorocaba, São Paulo, para espécies silvestres, encantou-se pelo chimpanzé Guga. Com apenas 3 meses de vida, o pequeno primata nascido em um criadouro particular estava prestes a ser vendido para um circo. Foi quando Pedro resolveu mudar o destino do bebê macaco e comprou o animal. “Se eu não tivesse feito isso, Guga seria condenado a viver, pelo menos, 50 anos confinado em uma jaula”, conta.

Foi então que, com Guga, Pedro passou a se dedicar a um projeto que mudaria sua vida: engajou-se ao Great Ape Project (GAP), entidade internacional que luta pela defesa e extensão dos direitos humanos aos grandes primatas. No Brasil, com o nome de Projeto GAP, o trabalho do protecionista ganhou força com a construção de quatro santuários destinados a abrigar chimpanzés que sofreram torturas, foram explorados comercialmente, viveram em zoológicos precários, eram exibidos em circos ou criados como bichos de estimação.

Localizados em Sorocaba, Ibiúna e Vargem Grande Paulista, em São Paulo, e em Curitiba, os santuários conservam mais de 200 animais — entre primatas e outras espécies silvestres — que foram resgatados após denúncias de maus-tratos em todo o País. Nos refúgios, chimpanzés vivem livremente em recintos repletos de brinquedos, rampas e túneis para que os animais possam se divertir e interagir uns com os outros. Os cuidados com os animais ainda incluem supervisão médica — em vez de veterinários, a maioria dos profissionais de saúde é formada por médicos, como cardiologistas, dentistas, cirurgiões e nutrólogos — e alimentação balanceada.

Pensando no bem-estar e no desenvolvimento do aprendizado dos filhotes, este mês foi concluída a construção de uma escolinha no santuário de Sorocaba. No local, que tem as paredes decoradas com figuras de animais diversos, os bebês brincam, folheiam revistas, assistem televisão e treinam habilidades como pintura e desenho, tudo sob os olhares atentos de tratadores.

Mas a visitação pública nos santuários é proibida. “Os chimpanzés que sofreram muito nas mãos de humanos desconfiam de tudo, acham que todas as pessoas são ruins, vão machucá-los e eles reagem com agressividade, como defesa. Alguns ficam tão desesperados quando vêem a presença de desconhecidos que se auto-mutilam, gritam sem parar. Mas eles são dóceis com quem eles conhecem e confiam, que são os tratadores e veterinários”, revela Pedro.

E pelo mesmo motivo, nem todos os animais são capazes de conviver em grupo e precisam ser mantidos isolados. “Há tristes casos de animais criados explorados em circos que, para parecerem mansos, tiveram seus dentes arrancados ou foram cegos”, diz o protecionista.

Divulgação

Divulgação

Episódios emocionantes não faltam para quem acompanha o dia-a-dia dos animais. Pedro cita como caso mais recente o chimpanzé Hulk, que, por 15 anos, viveu na escuridão. Além de cego, Hulk foi castrado e violentado. Tragédias que marcaram o animal para sempre. “Hulk foi o primeiro chimpanzé do mundo a ser operado e ter parte de sua visão recuperada”, conta Pedro, que, para este feito, teve a ajuda do renomado oftalmologista Walton Nosé e equipe.
Como forma de angariar recursos para a manutenção dos santuários, que não tem ajuda financeira do Ibama ou de outros órgãos federais, através do site do Projeto Gap (www.projetogap.com.br) é possível fazer doações e comprar camisetas, bonés e kits para trabalho voluntário, além do livro ‘Nossos Irmãos Esquecidos’, de Pedro Alejandro Ynterian (Ed. Terra Brasilisso, 348 págs, R$ 25),sobre o Projeto Gap. “Pessoas que possam divulgar nossa luta, procurando criar uma consciência na sociedade são sempre bem-vindas”, diz Pedro.

Divulgação
Bebê chimpanzé nascido no santuário de Sorocaba

Divulgação
Vista aérea de um dos santuários

Divulgação
Capa do livro ‘Nossos Irmãos Esquecidos’, de Pedro Ynterian, á venda no site do Projeto Gap

Exposição de peixes ornamentais em São Gonçalo

Olá pessoAU!

Reprodução da internet
No evento, é possível tocar numa moréia

Um programa divertido para quem gosta de peixes ornamentais neste feriadão é conferir a Exposição de Peixes Exóticos, no São Gonçalo Shopping. São mais de 50 espécies de água doce e marinha, além de uma exposição de instrumentos de pesca, arcadas de tubarão e piscina de toque na qual se pode tocar uma moréia Myrichthys ocelatus. E o legal é que há, também, uma sala de vídeo com documentários sobre a vida marinha e informações sobre os animais expostos, oceano, poluição e meio ambiente.
Entre as espécies de água doce, destacam-se o acará-disco, apaiari, piranha e bala shark, entre outros. Entre as espécies marinhas, peixe palhaço (Nemo), baiacu, moréia verde e peixe pedra, um dos mais venenosos.
O evento, que vai até o dia 31 de maio, acontece das 11h às 22h, de segunda a sábado, e das 12h às 21h aos domingos. O valor do ingresso é R$4 e os visitantes podem fotografar e filmar.


Serviço
Exposição de Peixes Exóticos
Av. São Gonçalo, 100 (Rodovia Niterói-Manilha, km 8,5) Telefone: 3525-9500. Segunda a Sábado de 10 às 22h

RESULTADO DA PROMOÇÃO: livro '100 Animais Ameaçados de Extinção no Brasil’

O ganhador do livro '100 Animais Ameaçados de Extinção no Brasil’, de Sávio Freire Bruno, é:

Liza Oliveira
pettarj@hotmail.com


Você pode pegar seu livro a partir desta quarta-feira, na Central de Promoções do Jornal O Dia
Rua do Riachuelo 359 (no estacionamento em frente à sede).

Parabéns!

Sexta-feira , 18 Abril, 2008

Especialistas se encontram em Genebra para analisar futuro de espécies ameaçadas

Reprodução da internet
As ovas dos peixes esturjões são vendidas como caviar , um dos produtos de vida silvestre mais valiosos no comércio

Cientistas de todo o mundo se encontram em Genebra para discutir sobre a grande quantidade de espécies de animais e plantas que se encontram de alguma forma ameaçadas.
Os debates começaram na terça-feira e vão até o próximo dia 24. O encontro reúne os comitês de flora e de fauna da convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o Cites (Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres).
Muitas das espécies que serão analisadas estão no mercado internacional, apresentadas na forma de produtos alimentícios, remédios tradicionais, madeira, perfumes, lembranças para turistas e até animais de estimação.
O comitê de flora examinará os progressos realizados quanto aos planos de ação para a conservação e uso sustentável das espécies de madeira, como o mogno, o cedro sul-americano e o pau-rosa.
Durante o encontro, o comitê de flora redigirá diretrizes para ajudar os países exportadores a determinar a sustentabilidade das exportações de madeira e produtos medicinais.
Por último, examinará e prestará assessoria sobre as espécies de árvores e os produtos de madeira que deveriam ser controlados pela Cites.
Quanto à reunião do comitê de fauna, está previsto que as deliberações sobre a sustentabilidade do comércio internacional de tubarões e esturjões monopolizem grande parte da atenção.
Os esturjões são peixes de água doce muito procurados. Suas ovas (vendidas como caviar) são um dos produtos de vida silvestre mais valiosos no comércio.
As preocupações sobre a pesca predatória da espécies levaram à sua inclusão nos apêndices da Cites no final da década de 1990 e, desde então, o comércio internacional de todos os produtos de esturjão está regulamentado.
O comitê de fauna avaliará os métodos de supervisão utilizados para as reservas compartilhadas por vários países, como os do mar Cáspio.
Outro ponto do programa será o exame do comércio de pequenos artigos de pele de crocodilo e a eficácia do sistema de "etiquetagem" universal.


Quinta-feira, 17 Abril, 2008

PROMOÇÃO: Concorra ao livro '100 Animais Ameaçados de Extinção no Brasil’

Alerta vermelho
Livro lista as 100 espécies de animais que correm risco de extinção no Brasil e dá dicas de preservação

Soldadinho-do-Araripe, tuco-tuco-branco, arapaçu-platino, galito, uacari. Provavelmente você nunca viu ou pouco ouviu falar desses bichos de nomes tão exóticos. Mas essas e outras espécies, apesar de pouco conhecidas e pesquisadas pelo homem, muitas, inclusive, recém-descobertas, correm sério risco de desaparecer do planeta.
O alerta está no livro ‘100 Animais Ameaçados de Extinção no Brasil’ (Ed. Ediouro, 144 págs, R$ 39,90), do biólogo Sávio Freire Bruno. A publicação lista espécies endêmicas, como o mico-leão, primata que pertence à Mata Atlãntica; a ararajuba, considerada símbolo nacional; e o lagarto-da-areia, que só existe no litoral do Rio de Janeiro e desempenha papel importante para o equilíbrio nas áreas de praias; que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo.
“A devastação das florestas, que leva à perda dos habitats naturais, e que ocorre devido à ocupação desordenada do homem, é o que mais põe em risco a sobrevivência desses animais. Outras grandes ameaças são o tráfico de animais e a caça ilegal”, destaca o autor e biólogo Sávio Freire, que levou um ano e meio de pesquisas para a realização do livro e, atualmente, coordena o Setor de Animais Selvagens na faculdade de veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF).
No livro são dedicadas até duas páginas de informações para cada animal pesquisado, com suas características físicas, habitat, hábitos e curiosidades. O autor também dá dicas de como ajudar a apoiar iniciativas para a recuperação das espécies, através de uma lista de ongs que atuam no combate à extinção dos animais, como a Pró-Carnívoros, o Instituto Baleia Jubarte, Projeto Tamar e a Save Brasil. “Temos uma fauna rica, mas, infelizmente, não a respeitamos e nossa natureza está sendo perdida. É preciso que o homem tenha cosciência de que toda expressão de vida deve preservada”, finaliza o biólogo.

PROMOÇÃO

Para concorrer a um exemplar do livro, deixe um comentário e seu email.
O resultado sairá terça-feira.

Boa sorte

Bazar benefeciente em prol dos animais

Olá, pessoAU!

O ULA - União Libertária Animalvai -, realizará seu primeiro bazar beneficente neste sábado, em Campo Grande. Será uma ótima oportunidade de comprar vários artigos, como roupas, bolsas, sapatos, objetos diversos, livros, cds, entre outros, tudo baratinho. E o melhor: toda a renda obtida será para castração e custos veterinários de animais carentes da Zona Oeste.

Anote:

Data: 10/05 - Sábado.
Horário: das 9h às 17h
Local: Av. Cesário de Melo 2437, Campo Grande (Centro)
Referência: "Esquina do pecado", em frente ao CCAA, ao lado de uma igreja evangélica, perto da rodoviária. Fácil de achar.


Emergências domésticas

Emergências domésticas
Atropelamentos, intoxicações e mordidas devem ter atendimento rápido

Ninguém está livre de acidentes, nem mesmo os animais domésticos. Mas o que fazer em situações de emergência? Segundo a veterinária Nilza Campos, o correto é ir o mais rápido possível ao veterinário, mas se o socorro não puder ser imediato, o proprietário deve tomar algumas providências muito úteis para ajudar o animal e até salvá-lo. “O próprio dono pode fazer os primeiros socorros, mas é importante nunca aplicar qualquer medicamento por conta própria. As chances de piorar o quadro são maiores do que as de melhorar”, orienta.
Os acidentes mais comuns entre os cães e gatos são atropelamentos, insolação e intoxicação por plantas venenosas, principalmente no caso de filhotes. “O melhor é evitar ter em casa plantas como a comigo-ninguém-pode, por serem altamente tóxicas. Podem levar o animal à morte”, diz a veterinária. Ataques de outros animais também costumam ocorrer com freqüência e podem ser fatais, por isso o melhor é não deixar cachorros soltos na rua.
A professora Gladys Ferreira, 56, dona da poodle Gaby, de 10 anos, já precisou socorrer sua cadela do ataque de outro cão. “A Gaby foi mordida gravemente por um cachorro maior que ela. Ela ficou tão ferida que precisei chamar o
veterinário em casa para socorrê-la”, conta.
O risco de seqüelas aumenta quando o dono não leva a sério a gravidade do acidente. Exemplo típico é um cão atropelado ou um gato que sofreu queda, sendo levado para atendimento clínico somente horas depois de ocorrido o acidente. “O dono pode achar que não há nada de errado com o animal, ao não encontrar machucados externos, mas horas mais tarde ele poderá apresentar sinais de traumatismo”, alerta a veterinária.
Seja qual for o acidente, o mais importante é manter a calma e tentar pôr em prática dicas que podem valer a vida do seu bicho de estimação. Mas não esqueça: os primeiros socorros não substituem a ida ao veterinário, que deve ser feita imediatamente.


DICAS ÚTEIS

INTOXICAÇÃO. Tente provocar o vômito. Principalmente em caso de ingestão de veneno de rato, isso diminui a gravidade. Dê azeite ou água oxigenada até provocar vômito. Levar ao veterinário para que ele aplique o antídoto.
ATROPELAMENTO. Cuidado ao pegar o animal com suspeita de lesão na coluna. Manipule pouco. Numa clínica se pode verificar traumatismo craniano, hemorragia interna, fraturas em ossos.
HEMORRAGIA. Dependendo da região, coloque compressa com gelo para tentar diminuir ou estancar.
CHOQUE. Muitos bichos levam choque ao morder fios. Causam lesões sérias na língua, até necrose. Não dê comida ou bebida ao bicho.
QUEIMADURAS. Irrigar o local com soro fisiológico.
BRIGAS. Em mordidas de outros cães ou gatos sem laceração de pele, lave bem com água e sabão e limpe com água oxigenada e álcool iodado. Mordida com laceração necessitará de sutura.
INSOLAÇÃO. Leve o animal a ambiente arejado e com sombra. Dê água aos poucos. Cubra-o com toalha e despeje água gelada para baixar a temperatura.

Terça-feira, 15 Abril, 2008

Trio fofura em zoológico da Alemanha

Filhotes de leão receberão leite por mamadeiras

EFE

Esses três fofíssimos leõezinhos terão ajuda de um tratador em sua criação, já que a mamãe leoa não tem leite suficiente para os filhotes, no circo Krone, em Freising, ao norte de Munique, na Alemanha. O tratador Martin Lacey, na foto com os pimpolhos, será o responsável pela alimentação dos filhotes de três semanas, segundo a agência de notícias Reuters.
Criado pelo empresário circense Carl Krone, o circo começou a funcionar em Bremen, em 1905, e tornou-se um dos maiores da Europa. Krone quer dizer coroa, em alemão.

Bem, gostei muito dos bichinhos, só não me agrada nem um pouco imaginá-los, nos próximos anos, vivendo enjaulados em um circo, sem direito à vida selvagem e livre.

Notícias do mundo animal

Urso pardo é morto em região urbana na Suíça

Um urso pardo foi morto nesta segunda-feira na Suíça após entrar diversas vezes na área urbana de Graubuenden. As tentativas de assustá-lo foram frustradas nas últimas semanas e JJ3, como é conhecido, tornou-se um perigo para a população, de acordo com a agência de notícias Reuters.
No ano passado, o urso causou problemas próximo ao resort Lenzerheide, destruindo caixas. A política suíça em relação aos ursos é de deixá-los coexistirem com os humanos mas autoridades regionais podem tomar ações contra os animais em caso de perigo, segundo o site Swissinfo.ch.
Em junho de 2007, o urso chegou à região vindo da Itália e recebeu um colar de monitoramento. Seu irmão JJ1 foi morto perambulando pela região da Bavária em 2006. Seu outro irmão, JJ2, foi o primeiro urso pardo a ser visto na Suíça em um século.


Austrália condena matança de 551 baleias pelo Japão

O governo da Austrália lamentou hoje a morte das 551 baleias caçadas por navios japoneses na Antártida e afirmou que continuará com seus esforços para evitar que isto aconteça.
Os ministros de Exteriores, Stephen Smith, e do Meio Ambiente, Peter Garrett, declararam através de comunicado que "a visão da Austrália continua sendo que não há nenhuma justificativa científica para a caça de baleias".
Em nota oficial os ministros acrescentaram que "o objetivo do governo (australiano) continua sendo o fim da caça às baleias por japoneses em águas do sul".
Os ministros destacaram que para conseguir a proibição manterão conversas bilaterais com o Japão e colocarão em discussão novamente o assunto na reunião da International Whaling Commission (Comissão Baleeira Internacional, em tradução livre) em junho.
O comunicado também fala da satisfação do governo australiano pelo fato de o Japão não ter caçado baleias jubarte e baleias fin. A Polícia Federal australiana continua investigando os incidentes em que participaram os membros do grupo ecológico Sea Shepherd, que obstruíram o trabalho dos navios da frota baleeira e os obrigaram a suspender suas atividades durante um mês.
A Comissão ratificou a interrupção vigente desde 1986 contra a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para que se abra exceção para a pesca de pequena escala.


Elefante teria ancestral aquático, sugere estudo

O elefante poderia ter um ancestral aquático, segundo sugere um estudo publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Cientistas americanos e britânicos analisaram resíduos químicos preservados em dentes fossilizados de dois mamíferos extintos da família dos elefantes - o Barytherium e o Moeritherium, que viveram no Egito durante o período Eoceno, há 37 milhões de anos.
A equipe da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e da Stony Brook, em Nova York, identificou, a partir da análise do esmalte dentário, que a alimentação destes animais era baseada em plantas aquáticas e eles tinham modo de vida similar ao do hipopótamo.
"O padrão preservado nos dentes é muito similar ao dos mamíferos aquáticos que vivem atualmente. Isso reforça a hipótese de que, em algum ponto da evolução dos elefantes, estes animais eram dedicados a uma vida inteiramente aquática ou anfíbia - eles provavelmente passavam a maior parte do tempo na água", disse Erik Seiffert, que liderou o estudo. Os cientistas esperam que o estudo possa oferecer uma melhor compreensão sobre o modo de vida e o comportamento dos elefantes modernos.
Estudos anteriores que fizeram análises de DNA sugerem que os elefantes eram da família do peixe-boi e do dugongo (mamífero marinho encontrado na Austrália) e de outro animal terrestre, o hírax (animal parecido com um hamster, encontrado ao norte da África e no sudoeste da Ásia).
Com base nestas análises, os cientistas passaram a sugerir que os elefantes teriam evoluído de um ancestral aquático. "Temos várias peças do quebra-cabeças; se conseguirmos encontrar mais um exemplo de um elefante aquático ou semi-aquático, isso seria extremamente convincente", disse Alexander Liu, co-autora do estudo.
De acordo com Liu, o ancestral não seria completamente aquático, já que não tinha adaptações como membros parecidos com nadadeiras ou corpo alongado.
Segundo os cientistas, ainda não está claro quando ou porque o ancestral do elefante teria deixado a água para ter uma vida terrestre. Uma teoria levantada pelos pesquisadores é a de que um possível resfriamento no fim do período Eoceno teria secado os rios e lagos, forçando os animais a viverem na terra.

Ativistas fazem greve de fome devido à caça de focas

Ativistas contrários à caça de focas no litoral atlântico canadense começaram hoje uma greve de fome depois que as autoridades do país capturaram no sábado seu barco e detiveram vários tripulantes.
O "Farley Mowat", embarcação-insígnia da organização de defesa dos direitos animais Sea Shepherd, foi capturado há dois dias pelas autoridades canadenses e seu capitão e primeiro oficial foram detidos e acusados de colocar em risco a vida de caçadores de focas.
O diretor do barco, o polêmico ativista Paul Watson, se apresentou hoje na localidade canadense de Sydney, onde o "Farley Mowat" e sua tripulação foram levados após a detenção, para pagar a fiança de US$ 10 mil imposta ao capitão e ao primeiro oficial.
A tripulação da embarcação decidiu fazer greve de fome até que os dois sejam libertados pelas autoridades canadenses, o que poderia ocorrer nas próximas horas. Watson afirma que a informação do GPS do barco indica que o "Farley Mowat" estava em águas internacionais quando aconteceu a captura.
O ministro de Pesca canadense, Loyola Hearn, disse à Agência Efe que mesmo que a embarcação estivesse em águas territoriais internacionais, a ação seria legal. A Sea Shepherd é uma das organizações que todos os anos protestam nas águas do Atlântico contra a caça de focas que o Canadá permite nas primeiras semanas da primavera (hemisfério norte). Este ano, o Governo autorizou a caça de 275 mil focas harpa, um número similar à de anos anteriores.
Os ativistas qualificam a caça como uma atividade desnecessária e desumana que causa uma morte cruel aos animais. Mas o Governo canadense considera que a caça, em sua maior parte de animais com menos de um mês de vida e dos quais normalmente só se aproveita a pele, é uma atividade tradicional e necessária para a sobrevivência de seus pescadores.



Segunda-feira, 14 Abril, 2008

Veja as dicas de quais raças combinam melhor com o seu estilo de vida

Afinidade total
Não sabe que raça de cão escolher? Veja as dicas de quais combinam melhor com o seu estilo de vida

Você decidiu ter um cachorro. Mas no momento de optar pela raça, uma dúvida pode surgir: que cão se adaptaria melhor ao seu estilo de vida? Afinal, trata-se de optar por um animal que será seu companheiro pelos próximos 15 anos. E isso não envolve só a responsabilidade de ter que cuidar de um bicho. A boa relação de convivência também se inicia com a escolha certa da raça.
“Há uma grande variedade de raças caninas e de portes. Mas muitas pessoas acabam se deixando levar pela aparência do animal ou por modismo, o que pode trazer muitos problemas mais tarde”, destaca o veterinário Eduardo Martínez. Para ele, é fundamental pesquisar, se informar sobre as características e o temperamento, e ver qual se adaptaria melhor à rotina do dono.
“Se a pessoa é agitada por exemplo, ela não deve optar por um basset hound, que é um cão extremamente tranqüilo. No caso de quem é sedentário, o border collie também não seria a melhor escolha, pois exige exercícios diários. Já quem não tem tempo para cuidar da estética do animal, não deve ter um poodle, cocker spaniel ou lhasa-apso, raças que necessitam de muita escovação e cuidados regulares com os pêlos”, destaca Eduardo.
Foi pensando em ter um parceiro cheio de energia para acompanhá-lo nas corridas diárias ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas, que o advogado Allan Marques de Miranda, 37, há dois anos resolveu criar um labrador. O temperamento brincalhão e gentil com as crianças, típico da raça, também influenciou na decisão.
“Ter um cachorro que precisa gastar energia todos os dias me estimulou a praticar exercícios. Marley me acompanha nas corridas e caminhadas, muitas vezes nadamos juntos na piscina e ele nunca se incomoda com as brincadeiras mais brutas de minhas filhas pequenas. Para ele, tudo é festa. Eu não poderia ter escolhido um parceiro melhor”, conta Allan.

Combinação perfeita

Se você é:


ESPORTISTA. Pique para caminhar, correr e gastar energia não falta para você? Os melhores companheiros são: labrador, border collie, pastor de Shetland, cocker spaniel inglês, weimaraner, golden retriever, dobermann, beagle, dálmata, setter irlandês, pastor alemão, jack russel e staffordshire bull terrier.

CARENTE. Carinho e companhia o tempo todo são fundamentais para você? Então precisa de um cãozinho bem manhoso: chihuahua, pinsher, boxer, shih-tzu, yorkshire, bulldogue francês, pug, fila brasileiro. Eles adoram receber atenção, carinho e schnauzer.

INDEPENDENTE. Você gosta de liberdade e carinho, mas sem ninguém no seu pé. Cães fiéis e amáveis, mas que não gostam muito de grude são ideais: afghan hound, husky siberiano, shar-pei, akita, chow-chow, beagle, pointer inglês e greyhound.

BRINCALHÃO. Seu lema é estar sempre de bem com a vida e tudo é motivo de festa. Raças como boxer, cocker spaniel americano, poodle, beagle, fox paulistinha, west highland white terrier, bull terrier e dachshund são as que melhor se adaptarão à sua rotina.

QUIETO. Seu estilo é calado, mas nada de ser contrariado. Seu cão precisa latir pouco e defendê-lo com patas e dentes: basenji, bull terrier, dogue alemão, rottweiler, fila brasileiro, dálmata e schnauzer.

Sexta-feira , 11 Abril, 2008

De olho nos dentes do gato

Daniela Conti/ Ag. O Dia

Gatos também têm problemas bucais e o primeiro sinal de que há algo errado com a saúde dental do seu gatinho é o mau hálito. Muitos donos não percebem o problema e costumam achar que o mau hálito não representa perigo à saúde do animal, mas este problema tende a piorar com o tempo e, na maioria das vezes, só é percebido depois que os sinais ficam mais acentuados, com a
perda de dentes, falta de apetite e dores. “Ao menor sinal de dificuldade na mastigação, o dono deve procurar um veterinário, para examinar se há inflamações na gengiva, tártaro ou sangramento”, alerta a veterinária Rosi Menezes Cunha.

A principal causa do mau hálito nos gatos é o acúmulo de tártaro, que, se não for removido, causa a doença periodontal – uma inflamação nas estruturas do dente: gengiva, osso alveolar, cemento e ligamentos periodontais –, provocando desde uma gengivite (inflamação na gengiva) até uma periodontite, que pode levar à perda do dente. “A melhor forma de prevenir a doença periodontal é com escovação diária, com produtos especializados. Para que o gato permita este hábito higiênico,
deve-se acostumá-lo desde filhote à rotina de limpeza bucal”, orienta a veterinária.

Outros problemas bucais freqüentes que ocorrem no gato são as estomatites, fraturas dos caninos (muito comuns devido às brigas e quedas do animal), fraturas do maxilar e mandíbula e os tumores. Estas lesões são muito dolorosas e é necessário fazer a reconstrução das fraturas ou a remoção dos tumores, por cirurgia. “O processo cirúrgico hoje em dia é mais seguro e permite rápida recuperação. Mas é importante que o animal tenha acompanhamento veterinário durante todo oprocesso, desde a descoberta da doença.

Muitos problemas bucais podem se desenvolver de tal maneira que causam infecção em outros
órgãos, como o coração, os rins e o fígado”, explica Rosi. A melhor prevenção são o cuidado e a atenção. Proteja seu gato e leve-o ao veterinário para fazer uma limpeza dental periodicamente. A higiene é fundamental para evitar dor de dente no gato e dor-de-cabeça no dono.

Russos fazem monumento à cadela Laika

Um monumento em honra à cadela Laika, o primeiro ser vivo a ir ao espaço, foi inaugurado hoje no centro de Moscou, anunciaram as autoridades da capital russa.
A figura de bronze, de dois metros de altura, representa um dos segmentos de um foguete espacial, que se transforma em uma mão humana, sobre a qual está o corpo de Laika.
"O vôo de Laika permitiu mostrar a possibilidade de que um animal altamente organizado pode sobreviver em condições de falta de gravidade, e obter informação sobre o estado de seu organismo durante o vôo orbital", disse no ato o chefe da administração médico-militar do Ministério da Defesa russo, Igor Ushakov.
O monumento foi colocado em uma alameda perto do Instituto de Medicina Militar, onde ocorreram há mais de meio século os experimentos científicos com a participação da célebre cadela.
Laika, recolhida nas ruas de Moscou e treinada durante vários anos para viajar ao espaço, se tornou a precursora dos vôos tripulados por astronautas após viajar durante várias horas a bordo do Sputnik-2, em 3 de novembro de 1957.
"Ainda hoje não sei se eu sou o 'primeiro homem' ou o 'último cachorro' a voar ao espaço", disse Yuri Gagarin, o primeiro cosmonauta da história, pouco após dar a volta à Terra, em 12 de abril de 1961.

Com Terra

Cientistas estudam filhote de mamute encontrado na Sibéria

Reprodução da internet

Um filhote de mamute preservado em uma região gelada da Sibéria no ano passado está sendo estudado por cientistas do Instituto Zoológico de São Petersburgo, na Rússia.
Os especialistas já analisaram toda a estrutura interna do animal e dizem que no futuro vai ser possível construir mapas genéticos de animais extintos.
O bebê mamute Lyuba era uma fêmea e é o animal pré-histórico mais bem-preservado já descoberto até hoje. Ela foi submetida a uma tomografia computadorizada no Japão, o que permitiu que os cientistas construíssem imagens tridimensionais dos órgãos internos do animal.
"Em todo mundo, agora todos entendem que a descoberta de Lyuba é algo único", afirma Bernard Buigues, vice-presidente do International Mammoth Committee.
Ele diz que vários estudiosos em todo o mundo querem participar do programa, mas que ficou decidido que os esforços de pesquisa vão mesmo se concentrar nos arredores de São Petersburgo.
Lyuba foi batizada com o nome da esposa do caçador que desenterrou o animal na região ártica russa. O pequeno mamute morreu afogado aos três anos de idade há 37 mil anos. Em meados deste ano, ela deve entrar em exibição em um museu na região russa em que foi encontrada.

Com Terra

Knut vira mascote do Meio Ambiente na Alemanha

Reprodução da internet

Para quem pensa que a fama do urso Knut, vem mais uma novidade. A fofíssima estrela do zoológico de Berlim, acaba de virar selo a favor do Meio Ambiente. Com tiragem de cinco milhões de exemplares, o selo com a estampa de Knut é uma iniciativa conjunta dos ministérios de Economia e Meio Ambiente da Alemanha, por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que acontecerá no próximo mês em Bonn.
O selo custa oitenta centavos de euro, dos quais vinte e cinco centavos serão destinados a projetos dedicados à conservação da natureza. Nele há uma imagem de um dócil e já crescido urso polar junto à frase: "Conservar a Natureza no mundo todo".
No ano passado, o ministro do Meio Ambiente alemão, Sigmar Gabriel, apadrinhou Knut que se transformou em símbolo da luta contra a mudança climática.
Atualmente com dezesseis meses de vida, Knut é um dos ursos mais famosos do mundo, embora há quatro meses tenha passado a dividir o estrelato com a ursinha polar Flocke, que também foi rejeitada pela mãe e criada por mamadeira, em Nuremberg, e que foi apresentada ao público na terça-feira passada.

Quarta-feira, 9 Abril, 2008

Monstrinhos fofos e destruidores

Monstrinhos fofos e destruidores
Quando os dentinhos dos filhotes nascem eles passam a comer tudo o que vêem pela frente

Natasha Prado/ Ag. O Dia

Quem tem cães provavelmente já teve seu chinelo favorito mastigado que nem chiclete pelo totó. Quando os dentinhos dos filhotes começam a nascer, eles acabam com tudo o que vêem pela frente. Nada escapa da destruição: sapatos, roupas e até móveis podem se tornar o alvo favorito.

É a partir dos 45 dias de vida que os dentes de leite começam a surgir. Os incisivos e caninos superiores são os primeiros, seguidos pelos pré-molares e molares. A troca para os definitivos inicia-se a partir dos quatro meses. No nascimento e na troca dos dentes, a melhor maneira de controlar o hábito de roer é oferecer brinquedos ou ossinhos comestíveis para diminuir o desconforto causado pela erupção dos dentes.

A primeira dentição do filhote tem 32 dentes que caem por volta do quarto mês e são substituídos pelos 42 dentes permanentes. “Roer é uma brincadeira agradável, além de aliviar a dor que os dentes causam ao irromper a gengiva”, explica o veterinário Luiz Sérgio de Abreu. Mas é preciso cuidado com os objetos que são deixados ao alcance dos animais, como fios elétricos, e também com plantas venenosas, porque algumas são tóxicas. “Os filhotes querem explorar tudo com a boca e o dono precisa estar atento para evitar acidentes, como choques ou intoxicações”, alerta o veterinário.

O pit bull Bruno, de 6 meses, é um exemplo de como os dentes de um cãozinho podem levar o dono à loucura. “Comprei um chinelo de grife e estava empolgado para estreá-lo, mas o Bruno picotou o chinelo no mesmo dia”, lamenta o estudante Fernando Rodrigues Belo, 22, que também já teve os pneus de uma bicicleta rasgados.

AFIADOS. Roer objetos ou brincar de morder é um comportamento natural, mas
que requer controle. Não castigue o filhote, nem se irrite com ele.
MORDIDAS. Brinque com ele, mas se começar a morder, pare, ralhe firme e
recomece devagar.
CÁRIES. O cão tem grande tendência a formação de tártaro o que provoca
mau-hálito e perda precoce dos dentes.
DENTIÇÃO. Com um 1 mês surgem as presas, 3 meses, troca das presas, 4 meses
surgem as presas definitivas e aos 5 meses, os molares definitivos. Aos 7
meses, a dentição definitiva do cão está completa.

Pulgas: inquilinos indesejáveis

Pulgas: inquilinos indesejáveis
A vida em apartamento muitas vezes dá a falsa impressão de proteção garantida contra parasitas


Tapetes aspirados, sofás claros, azulejos brilhantes e nenhum sinal de grama ou terra podem transmitir sensação de tranqüilidade e segurança aos donos de animais que vivem em apartamento. Porém, ainda assim é preciso tomar cuidados importantes para manter os cães e gatos livres de parasitas.

Para quem imagina que só um jardim é capaz de oferecer riscos ao animal, um passeio pela rua pode ser suficiente para o animal contrair parasitas. Capazes de saltar até 30 centímetros de altura, as pulgas podem facilmente alcançar um cão ou gato. É preciso atentar-se para o problema principalmente num país de clima tropical, mais propício aos passeios e também ao desenvolvimento e proliferação de parasitas, devido ao calor e à umidade.

“Para diminuir riscos, mantenha uma rotina de banhos adequada à raça do animal e cuidados higiênicos após passeios. Além disso, para evitar a chegada de visitantes inconvenientes, procure andar a maior parte do tempo nas calçadas cimentadas, longe da grama e tente fugir de locais por onde circulam grandes quantidades de animais”, aconselha o veterinário Régis César Santoro Patitucci, da clínica SteticDogs, em São Paulo.

Tanto cuidado não é à toa, pois as pulgas são vetores para a transmissão de parasitas intestinais, como o Dipilidium caninum, que pode causar anemia e distúrbios nutricionais. Os sintomas apresentados são pêlos quebradiços, queda da resistência imunológica, prurido anal e perda de peso. E os grandes prejudicados são os animais mais jovens, os de menor peso corpóreo e os idosos, porque, de acordo com o grau de perda sanguínea causada pela infestação excessiva de pulgas, o animal pode até apresentar uma anemia.

Outro problema muito freqüente é a dermatite alérgica por picada de pulga (DAPP), uma reação alérgica cutânea intensa em cães e gatos, decorrente da hipersensibilidade à saliva da pulga. O incômodo é enorme: coceira intensa, vermelhidão na pele, descamação cutânea e perda dos pêlos. Em casos crônicos, a pele fica espessa e enegrecida.

Nos gatos, a anemia infecciosa felina (Hemobartonelose) é motivo de atenção. Provocada por um parasita sangüíneo também transmitido pela picada da pulga, a doença ataca a superfície das células vermelhas e pode causar diversos problemas como anorexia, depressão, anemia, icterícia e febre.

Tanta dor de cabeça e sofrimento podem – e devem – ser evitados. “Hoje em dia, a principal recomendação aos donos é sempre utilizar ações preventivas nos animais. Esse é o segredo para garantir a boa saúde de seu cão ou gato”, alerta Patitucci.

Atualmente, existem produtos que garantem a prevenção e o tratamento de parasitoses em cães e gatos. A Pfizer fabrica Revolution, um antiparasitário para cães e gatos em dose única, de uso tópico e contínuo, que atinge ovos, larvas e pupas interrompendo o ciclo de vida da pulga, exterminando também o parasita adulto e atuando tanto no animal como no ambiente. Mas trata-se de um medicamento e não um inseticida, por isso oferece segurança para o animal. Também há sprays, coleiras antiparasitárias, talcos, sabonetes e xampus para este fim. Mas lembre-se: não esqueça de cuidar do ambiente no qual vive o animal.


Terça-feira, 8 Abril, 2008

Rádio que toca canto de pássaros faz sucesso na Grã-Bretanha

Daniela Conti/ Ag. O Dia

Pássaros cantores andam fazendo sucesso em uma estação de rádio digital na Grã-Bretanha. O canto das aves foi gravado em um jardim britânico e surpreendeu, não só seus proprietários, como os donos da emissora.
Meio milhão de ouvintes já sintonizaram a estação e um número crescente de pessoas está incorporando a rádio à sua rotina matinal, despertando ao som tranqüilo dos pássaros.
Os proprietários - a companhia DigitalOne - avisam, no entanto, que o empreendimento é temporário, já que o formato não comporta intervalos comerciais, e deverá ser substituído por uma emissora comercial assim que surja uma candidata.
Nesse meio-tempo, no entanto, a companhia cedeu à pressão de ouvintes que queriam melhor qualidade de som e melhorou a gravação.
A audiência já lançou duas campanhas na internet para impedir que a emissora, chamada Birdsong, saia do ar. A estação usa uma freqüência ocupada antes pela emissora falada OneWord, que saiu do ar no início do ano. Ela inicia transmissões às seis da manhã e toca uma gravação de vinte minutos que é repetida continuamente até meia-noite.
Um ouvinte conseguiu identificar 12 tipos de pássaros na gravação, entre eles uma andorinha. Outro fã da emissora disse que ela lhe traz segurança e tem um efeito relaxante.
O editor da revista especializada britânica The Radio Magazine, Paul Boon, disse ao Daily Telegraph que a popularidade da estação se deve exclusivamente ao boca-a-boca.
Boon disse que a revista tem recebido telefonemas de leitores que ligam apenas para dizer o quanto estão gostando da estação Birdsong.
Glyn Jones, diretor de operações da DigitalOne - empresa que controla a rede comercial de emissoras digitais na Grã-Bretanha - disse que a rádio Birdsong ganhou parte da audiência da antiga dona da freqüência, que era de 159 mil ouvintes por semana.
De lá pra cá, a emissora conquistou outros 340 mil ouvintes, disse Jones ao Daily Telegraph. A gravação foi feita pelo presidente da DigitalOne, Quentin Howard, no jardim de sua casa, em 1991, para ser usada como trilha sonora em uma peça de teatro amador.
Howard disse que fica orgulhoso com o sucesso da gravação, mas explicou que a rádio não funcionaria como empreendimento comercial. "Ela não está programada para fazer dinheiro, já que tem de funcionar ininterruptamente", declarou.

Acesse o link e ouça a rádio:
http://www.ukdigitalradio.com/news/display.asp?id=290

Lince reaparece nos Alpes italianos após cem anos

Reprodução da internet/ Fabiana de Góis Aquino

Um lince (Felis lynx) foi visto nos Alpes italianos pela primeira vez em cem anos. As autoridades da região do sul do Tirol, na Itália, afirmam que o felino cruzou as montanhas a partir da Suíça e não é uma ameaça às criações e fazendas da área.
O animal recebeu um colar sinalizador depois de ter sido capturado na Suíça, em fevereiro de 2008.
Na sexta-feira, as autoridades do sul do Tirol disseram que o lince visto na região caminhou pelo vale Pejo e parou na área de Deutschnonsberg.
Os linces eram muito abundantes na Europa, mas foram aniquilados por caçadores e fazendeiros da região no início do século 20 e foram reintroduzidos na Suíça na década de 70.
Linces parecem grandes gatos e são caçadores solitários que vivem em florestas de maiores altitudes e caçam mamíferos pequenos como raposas, cervos pequenos e lebres, além de peixes.
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, em inglês) afirma que existem cerca de cem linces na Suíça, principalmente em duas áreas: o noroeste dos Alpes e as Montanhas Jura, perto do Lago Genebra. O porta-voz do WWF na Itália, Ricardo Nigro, disse à BBC que os linces "são totalmente protegidos na Itália".
Mas Nigro acrescenta que animais carnívoros como ursos, linces e lobos podem correr riscos em alguns lugares porque as comunidades dos Alpes não tomam medidas preventivas, como cercas elétricas de baixa voltagem e cães farejadores, para proteger seus rebanhos.
Um programa do governo italiano para reintroduzir ursos aos Alpes não foi bem-sucedido porque um dos ursos, chamado Bruno, cruzou a fronteira com a Áustria e a Alemanha.
O urso caçou em fazendas locais e conseguiu driblar os caçadores da região da Bavária durante semanas até ser morto a tiros em junho de 2006.

BBC Brasil

Sexta-feira , 4 Abril, 2008

Domingo tem festa 'Pet História em Quadrinhos', na Tijuca

Chegou a hora dos personagens de histórias em quadrinhos invadirem o mundo bicho. Batman, Robin, Capitão América, She-Ra, Homem-Aranha, Mulher Maravilha entre outros personagens se encontrarão para uma disputa animal neste domingo, a partir das 9h, na Praça Afonso Pena, na Tijuca.

O evento, organizado pelo adestrador Denizard Baldan, da Fest Cães & Pets, reunirá cães fantasiados com o tema “Pet História em Quadrinhos” , que irão desfilar para uma comissão julgadora que selecionará as três melhores fantasias.

A escolha será feita pela criatividade e originalidade do animal. Ainda haverá um concurso de beleza canina que será dividido nas categorias: Filhotes (até 1 ano); Mini Porte (até 5Kg); Pequeno Porte (5 até 15Kg); Médio Porte (15 até 30Kg); Grande Porte (acima de 30Kg). Os três primeiros colocados de cada categoria ganharão troféus personalizados e produtos da área veterinária (rações, xampus, petiscos, entre outros).

Estandes distribuirão amostras grátis de produtos. Além disso, haverá o encontro dos “Amigos da raça Staffbull” e uma feira de adoção e posse responsável de cães e gatos promovida pela Sozed. Os interessados em adotar um animalzinho, deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade. Para quem quiser apenas ajudar, poderão ser levadas doações de medicamentos, jornais e produtos veterinários.

Durante o evento, o desenhista Alexandre Marquio fará caricaturas dos animais e seus donos.

Não perca!


Marido arranca olhos de crocodilo e salva mulher na Austrália

Uma mulher foi libertada das mandíbulas de um crocodilo na Austrália depois que seu marido saltou sobre o animal e arrancou seus olhos com os dedos, forçando-o a soltá-la.

O ataque aconteceu no Parque Nacional de Litchfield, perto de Darwin, no norte da Austrália. O crocodilo deu o bote na mulher quando ela passava pelas margens de um rio, abocanhando suas pernas antes de tentar puxá-la para dentro da água.

Ao ver a cena, o marido saltou sobre as costas do réptil e arrancou seus olhos com os dedos, conseguindo libertar a mulher.

A vítima, de 36 anos, sofreu sérios ferimentos nas pernas e será operada. O homem escapou ileso.

A polícia disse que o "heroísmo" do marido salvou a vida da mulher.
Na semana passada, policiais australianos atiraram num crocodilo que se aproximava de um homem bêbado que aceitara o desafio de nadar em águas habitadas pelas feras.

Pesquisa descobre novas espécies de vertebrados no Cerrado

Pesquisadores de universidades brasileiras e da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) afirmam ter encontrado 14 "prováveis novas espécies de vertebrados" durante expedição na Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins. Os 26 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), do Museu de Zoologia da USP, da Universidade Federal de São Carlos, da Universidade Federal do Tocantins e da CI-Brasil passaram 29 dias na reserva para o levantamento e mapeamento das espécies.
Foram registradas, pelo menos, 440 espécies, incluindo 259 aves, 61 mamíferos, 52 répteis, 40 anfíbios e 30 peixes. Segundo o coordenador da expedição, o biólogo Cristiano Nogueira, do Programa Cerrado-Pantanal da CI-Brasil, entre as 14 prováveis novas espécies da região estão oito peixes, três répteis, um anfíbio, um mamífero e uma ave.
"Foram obtidos dados inéditos sobre a riqueza, a abundância e a distribuição da fauna de uma das mais extensas, complexas e desconhecidas regiões do Cerrado", afirmou o biólogo.
"Os novos dados geram uma visão melhor da riqueza de espécies da maior estação ecológica do cerrado, cuja fauna ainda era pouco estudada", acrescentou Nogueira.
Espécies ameaçadas
A expedição encontrou uma espécie de lagarto conhecida de poucas regiões do Cerrado na porção mais ameaçada da reserva, no planalto da Serra Geral, na Bahia.
A Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins foi criada em 2001. A reserva é a segunda maior unidade de conservação do Cerrado, com 716 mil hectares.
Além das 14 novas espécies, a expedição também obteve vários registros de espécies ameaçadas, como a arara azul grande, a suçuapara, o tatu-bola, o pato-mergulhão, entre outros.
"Esse tipo de levantamento é imprescindível para aumentar nosso conhecimento básico sobre a biologia das espécies", disse Luís Fábio Silveira, do Departamento de Zoologia da USP.
"A partir dele, podemos obter dados sobre a anatomia, a biologia reprodutiva, o ciclo de vida e a alimentação das espécies, o que nos auxilia em futuros programas de conservação", acrescentou.
O trabalho de campo da expedição foi encerrado e agora começa a fase de análise dos dados e comparação do material obtido. Os resultados finais do estudo serão divulgados em publicações científicas, em congressos e em relatórios técnicos. Os dados serão usados para a elaboração do plano de manejo da estação ecológica.

Com Terra

Quinta-feira, 3 Abril, 2008

Domingo tem feirinha de adoção da Sozed

Olá, pessoAU!

Quem quiser adotar um cão ou um gato não pode perder essa. Neste domingo, a Sociedade Zoófila Educativa (Sozed) fará campanha de adoção. Todos os bichinhos presentes na feira estarão vacinados, vermifugados, castrados e saudáveis.Para adotar, basta levar identidade, comprovante de residência e assinar um termo de adoção, se comprometendo não só a dar muito amor e carinho para o bichinho, mas também levá-lo periodicamente ao veterinário.

O evento ainda tem, como objetivo, receber doações para os animais do abrigo:

- medicamentos
- material de limpeza (cloro e água sanitária)
- rodo, vassoura e panos de chão
- rações
- jornais
- toalhas (novas ou usadas)
- potinhos (novos ou usados)
- coleiras (para os passeios e feirinhas)
- gavetas, bacias e baldes (para servir de caminha e para colocar água, respectivamente)

Dia: 6 de Abril
Local: Praça Afonso Peña,Tijuca
Horário: 9h às 14h

Polvos podem matar por ciúmes, dizem cientistas

Cientistas americanos dizem ter desvendado as táticas de conquistas de uma espécie de polvos na Indonésia e afirmam que, quando se trata de sexo, os moluscos gostam de paquerar e estariam dispostos a matar por ciúmes.
Os pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, observaram durante várias semanas o comportamento sexual do Octopus abdpus aculeatus, uma espécie diurna de cefalópode que tem o tamanho equivalente ao de uma laranja pequena.
Entre as descobertas, os cientistas afirmaram que os machos não optam pela primeira fêmea que passa pela frente. Ao contrário, muitos escolhem uma parceira específica, guardando-a dentro de uma caverna durante vários dias. Ao perceber a aproximação de um rival, muitos moluscos usam seus tentáculos para estrangular e matar o adversário.
Quando partem para a paquera ou para a briga, os machos ainda exibem listras marrons, símbolo de sua masculinidade. Os especialistas explicam que por serem criaturas marítimas tímidas, até então era difícil interpretar o comportamento sexual dos polvos.
"Eles são obsessivamente discretos, solitários e bastante estranhos. É difícil estudá-los", afirmou Roy Caldwell, pesquisador envolvido no trabalho.
Mesmo assim, o cientista não descarta que esse comportamento possa ser comum em outras espécies de polvo. "Essa não é uma espécie única de polvo, o que sugere que outros (polvos) se comportem desse jeito", disse Caldwell.
Os cientistas ainda observaram que alguns machos se disfarçam de fêmeas para se aproximar delas e escolher sua preferida. Para isso, nadam perto do chão da mesma forma como elas nadam e escondem a listra marrom.
Em geral, afirmam os especialistas, os machos escolhem fêmeas maiores porque elas colocam mais ovos, orginando grandes proles. Há cerca de 300 espécies de polvos em todo mundo, desde os gigantes que habitam o Oceano Pacífico até os minúsculos que nadam em águas dos trópicos.
Os moluscos podem copular várias vezes ao dia ao atingirem a maturidade sexual. Assim que recebe os espermas, a fêmea se retira em uma caverna onde deposita dezenas de milhares de ovos.
Durante esse tempo, que dura em média um mês, a mãe não pode sair para buscar comida e pouco depois do nascimento dos filhotes, morre de fraqueza.
O pai também morre alguns meses após iniciar a vida sexual, deixando milhares de órfãos. "Não é o sexo que leva à morte", esclarece a pesquisadora Christine Huffard.
"É que os polvos produzem apenas uma cria durante sua curta vida, que dura, em média, um ano." O estudo foi publicado na revista especializada Marine Biology.

BBC

Quarta-feira, 2 Abril, 2008

Camelos disputarão concurso de beleza nos Emirados Árabes

Reprodução da internet

Sou ou não sou uma gracinha?

Cílios longos, pernas pra lá de delgadas e 'corpitchos' cheios de curvas. Não, não se trata de atributos de candidatas a Miss, mas de canditados um tanto exóticos que disputarão um concurso de beleza nada comum: camelos.
Em sua sétima edição, o concurso de beleza que irá eleger o camelo mais bonito de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, é parte de um festival que começa nesta quarta-feira e inclui mais de US$ 9 milhões e cem carros entre os prêmios. Os organizadores dizem que é maior e mais suntuoso evento do tipo já realizado no Golfo Pérsico: 10 mil animais entrarão na disputa.
Um júri de especialistas vai escolher o mais belo camelo em diversas faixas etárias entre representantes do Bahrain, Kuwait, Oman, Catar e Arábia Saudita. Qualquer pessoa que puder provar que é dona de um camelo com pedigree pode inscrever seu animal.
O xeque Mohammad Bin Zayed Al Nahyan, líder de Abu Dhabi, patrocina o evento. Ele diz que deseja que a população local ajude a preservar sua identidade nacional através do respeito a um animal central para a cultura árabe.
O primeiro concurso de beleza para camelos nos Emirados Árabes Unidos foi realizado há seis anos. Corrida de camelo é um esporte popular, e recursos obtidos com a venda de petróleo, farto na região, acabam, com freqüência, em grandes apostas.
Muito antes do desenvolvimento da indústria petrolífera, tribo de beduínos davam grande valor aos camelos, considerados "barcos do deserto".
A posse de camelos é uma das principais medidas de riqueza na região, assim como a de cavalos e falcões. Os organizadores do festival de Abu Dhabi esperam passar os valores da vida no deserto para as futuras gerações.

Reprodução da internet

Terça-feira, 1 Abril, 2008

Diabo-da-tasmânia resistente a câncer pode salvar espécie

Um diabo-da-tasmânia chamado Cedric pode ser a chave para a sobrevivência da espécie de animal, dizem cientistas australianos. O maior marsupial carnívoro do mundo está ameaçado de extinção por causa de um misterioso tipo de câncer na face.
Mas os pesquisadores dizem que Cedric, aparentemente, tem uma resistência natural a tumores, que são contagiosos, e que dizimaram metade da população da espécie na Tasmânia, ilha australiana da qual o animal virou um símbolo.
Cedric é o primeiro diabo-da-tasmânia a mostrar qualquer imunidade à doença, que causa desfiguramento. Os animais infectados não conseguem mais comer ou enxergar e acabam morrendo de fome.
O animal foi capturado no oeste da ilha no ano passado, juntamente com seu meio-irmão, Clinky. Ambos receberam uma injeção com células mortas de tumores. Clinky não produziu anticorpos, mas Cedric o fez e, aparentemente, construiu defesas contra a misteriosa doença.
Alex Kriess, da equipe de pesquisa, disse que ambos tiveram depois células cancerosas injetadas no rosto. "Eles não desenvolveram o tumor até agora", afirmou. "Nós injetamos muito poucas células, por isso pode levar um tempo até que desenvolvam alguma coisa que possa ser vista."
A aparente resistência de Cedric à doença é vista como um avanço significativo. Os tumores faciais estão acabando com os animais de sua espécie na costa leste da Tasmânia, mas Cedric é de uma população geneticamente diferente que vive do outro lado da ilha.
Cientistas do Projeto para Salvar o Diabo-da-Tasmânia esperam que os marsupiais que compartilhem de suas características genéticas também possam ser imunes ao câncer ou capazes de reagir a uma vacina. Se não houver um avanço real, os especialistas temem que a espécie possa estar extinta dentro de 20 anos.