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Um filhote de pingüim que foi abandonado pelos pais após o nascimento, no aquário da Nova Inglaterra, em Boston, nos Estados Unidos, ganhou o carinho de duas mães substitutas. Há algumas semanas, duas biólogas que trabalham no centro "adotaram" o pequeno animal de 37 dias e cerca de 1 kg. A bióloga Caitlin Hume e a colega Heather Urquhart informaram que a equipe de tratadores notou que um ovo de um casal de pingüins ultrapassou em uma semana o tempo normal de gestação da espécie, que é de cerca de 38 dias. Depois de algumas complicações, pequenas partes da casca tiveram que ser cortadas para a retirada do animal. Quando os biológos levaram o filhote de volta para os pais, eles o rejeitaram, como se tivessem desinteressados após o tempo distantes. Todas as noites, as "novas mães" cuidam do filhote, colocando-o delicadamente em um pequeno refrigerador de plástico. Dentro da estrutura, o pingüim de cores azul e cinza descansa enrolado em uma toalha branca durante o percurso que as funcionárias fazem do aquário até sua casa. Em casa, a ave descansa no quarto de visitas até que as mulheres façam a sua comida aquecida a 36°C, uma mistura de crustáceos parecidos com camarões. A alimentação é feita quatro vezes por dia por meio de uma seringa com uma ponta especial. O pequeno animal deve ser apresentado aos outros filhotes do aquário no final deste mês. O sexo só poderá ser definido após três meses de nascimento. Com Terra
BONN, Alemanha - Uma de cada oito aves do mundo está ameaçada de extinção devido ao aquecimento global, afirmou um importante grupo ambientalista na segunda-feira. As populações de aves raras como o rouxinol floreana, das ilhas Galápagos, ou o maçarico de bico de colher, que se reproduz no norte da Rússia e passa os invernos no sul da Ásia, diminuíram acentuadamente e esses animais podem extinguir-se, afirmou em um relatório a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). O documento "Lista Vermelha das Aves", de 2008, publicado no primeiro dia de uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a biodiversidade que ocorre entre os dias 19 e 30 de maio, em Bonn (Alemanha), disse que 1.226 espécies de ave encontram-se ameaçadas. O relatório anual, que possui grande respaldo entre os ambientalistas, acrescentou oito das 10 mil espécies de ave do mundo à categoria de criticamente ameaçada, o maior grau de risco. "A versão mais recente da Lista Vermelha da IUCN mostra que as aves enfrentam uma pressão enorme devido às mudanças climáticas," disse Jane Smart, chefe do Programa de Espécies da IUCN. A entidade reúne governos, grupos ambientalistas e cientistas. Períodos prolongados de seca e alterações climáticas bruscas fragilizam cada vez mais habitats dos quais as aves dependem, afirmou o documento, observando que os casos de extinção estão ocorrendo em áreas continentais, e não em ilhas, onde esse tipo de fenômeno costumava ser mais comum. Entre as espécies incluídas na lista de aves ameaçadas estão o maçarico da Eurásia e a felosa de Dartford, que vivem na Europa e no noroeste da África.Ambos encontravam-se antes na categoria "Menos Ameaçados." "Conclamamos os governos a levar a sério a informação contida no relatório e a fazer o máximo para protegerem as aves do mundo", afirmou Smart. O Painel Internacional sobre as Mudanças Climáticas (IPCC), um órgão ligado à ONU, disse que a queima de combustíveis fósseis vem alimentando o aquecimento global. O relatório da IUCN afirmou que o Brasil e a Indonésia possuem os maiores números de espécies ameaçadas, com 141 e 133 respectivamente. O grupo citou várias outras espécies cuja população diminui rapidamente. Entre essas está o maluro de Mallee. O habitat dessa ave tornou-se tão fragmentado que um único incêndio florestal pode ter consequências catastróficas, afirmou o relatório. Nas ilhas Galápagos, a população do rouxinol floreana caiu para menos de 60 indivíduos --em 1996, estimava-se que essa cifra fosse de 150. E hoje o animal consta da lista dos criticamente ameaçados porque é extremamente vulnerável a fenômenos meteorológicos extremos. O documento citou também algumas espécies cuja situação melhorou devido a esforços de conservação, entre as quais o pombo imperial marquesano e o kiwi pintado. Cerca de 4.000 delegados participam da Convenção sobre a Biodiversidade, onde pretendem discutir formas de garantir a sobrevivência de uma série de espécies e de tentar diminuir a velocidade de extinção de várias plantas e animais.
Grajaú ganha point canino a partir de amanhã Atenção pessoAU! Será inaugurado amanhã mais um point canino: o Parkão do Grajaú. Trata-se de uma área de lazer com 125 m2, exclusiva para bichos e seus donos. O espaço foi criado pela psicóloga Lúcia Rocha, que há seis anos se empenha em divulgar a importância da Posse Responsável e da interação entre homem e animal através de eventos realizados no bairro. “Tenho animal e há tempos achava que a Zona Norte carecia de um local público para bichos e pessoas conviverem juntos. Mas a idéia é que o Parkão do Grajaú não seja apenas uma área de lazer. Mas, sim, um espaço para promover a interação social. Que quem tem um cão aprenda a conviver e conhecer melhor o ser que está a seu lado”, conta. Ela ainda avisa que, em breve, no espaço haverá campanhas de vacinação e vermifugação gratuitas. “Estou buscando parceria de empresas do mercado pet. Deesenvolveremos atividades sempre voltadas para o bem-estar animal, através de palestras com veterinários, adestradores, psicólogo com especialização em terapia assistida por cães, fabricantes de ração e laboratórios”, diz Lúcia. Confira a programação de amanhã: 10h30 - apresentação de cães adestrados da Guarda Municipal 11h30 - benção aos animais pelo frei franciscano Aírton, do Convento de Santo Antônio A partir das 13h - Demontração de agility Apresentação da escolinha de adestramento do Parkão do Grajaú Durante o evento, haverá distribuição de brindes para o público. O Parkão da Lagoa localiza-se na Praça Nobel, altura da Sá Viana, e ficará aberto diariamente, das 7h às 20h. Entrada gratuita.
Campanha de adoção da USPA/ RJ neste domingo Vários cães e gatos estarão aguardando por uma oportunidade de encontrar uma família que os ame. Caso não possa adotar, mas queira ajudar no trabalho com os animais carentes, você pode fazer doações no local: - Ração para cães e gatos (adultos e filhotes) - Medicação para o tratamento dos filhotes (antibióticos, antiinflamatórios, remédios para olhos e ouvidos, pomadas cicatrizantes, remédios para combate à pulgas e carrapatos, xaropes e vitaminas). - Toalhas, cobertores, caminhas, roupinhas, comedouros (tupperware, potes de sorvete de 2 l e tudo que possa ser reaproveitado para dar água e comida ao fofinhos) - Jornais velhos e papelão - Sobra de material de obras (piso, azuleijo, cimento, areia, rejunte, telas, telhas, canos) em qualquer quantidade *Para adotar é necessário levar cópia de documento de identidade e comprovante de residência Anote: Dia: 18 de maio Hora: 10h às 16h Local: Praça Edmundo Rego, Grajaú

Romênia - Uma ursa e seu filhote pararam o trânsito e causaram pânico em Brasov, na Romênia, ao invadir jardins em busca de comida e, logo em seguida, escalar um edifício de quatro andares, chegando ao telhado do prédio. Uma equipe de resgate de animais conseguiu tranqülizar a mamãe ursa, que foi levada para um zoológico, informaram as autoridades locais. Moradores da localidade contaram que a ursa e seu filhote invadiram diversos jardins, provocando estragos e quebrando cercas. O tráfego teve de ser paralisado por cerca de duas horas, até que a equipe de resgate conseguisse tirar os animais do centro da cidade. "O filhote era muito pequeno, e a ursa pareceia não querer ficar no bosque com ele", contou Flavius Barbulescu, chefe do serviço de proteção aos animais da cidade, à agência AP. Para escapar do resgate, a dupla se refugiou em um edifício. Eles subiram as escadas, quebraram uma janela e conseguiram chegar ao telhado da construção. Foi lá que conseguimos tranqüilizar a mãe", disse Barbulescu. A equipe conseguiu aplicar um calmante na ursa. Assim que ela dormiu, eles conseguiram levá-la, juntamente com o filhote, para um zoológico próximo, em uma operação transmitida ao vivo pela televisão local.
Governo americano reconhece urso polar do Alasca como espécie ameaçada 
Mas só agora reconhece isso, Bush? EUA - Os Estados Unidos classificaram o urso polar do Alasca como uma espécie que corre perigo de extinção e que requer uma proteção especial, anunciou o secretário americano do Interior, Dirk Kempthorne. "Hoje, classifico o urso polar como uma espécie ameaçada, em virtude da lei sobre as espécies ameaçadas", declarou Kempthorne, durante uma entrevista coletiva, após a comprovação, por imagens de satélite, de que a calota polar está reduzida a um mínimo histórico. Kempthorne esclareceu que o governo está agindo com base no conselho de cientistas e especialistas do Serviço de Pesca, Flora e Fauna dos Estados Unidos. Essa decisão se baseia, principalmente, "no importante desaparecimento, nas últimas décadas, do gelo polar, crucial para a sobrevivência desse animal", afirmou, ressaltando que essa inclusão não vai deter a mudança climática, ou evitar que o gelo derreta. "Qualquer solução real requer ação de todas as grandes economias para ser efetiva", disse ele, acrescentando que modelos informáticos indicam que "o gelo ártico vai, provavelmente, continuar derretendo no futuro". Kempthorne detalhou os passos para monitorar as populações de ursos polares no Alasca e no Mar de Beaufort e para uma maior cooperação com os governos estrangeiros para proteger a espécie. No Canadá, entretanto, país que abriga dois terços do total dessa espécie que chega a 25.000, o urso polar não está incluído na lista de espécies ameaçadas. No final de abril, cientistas do Comitê canadense para a Situação de Espécies em Perigo declararam esses animais "espécie em risco", em conseqüência do acelerado aquecimento do Ártico, mas descartaram que enfrentem perigo de extinção iminente. "Há grandes problemas com o urso branco, devido à mudança climática, à superexploração de certas áreas onde habita, mas não se pode dizer que se trate de uma espécie em risco de extinção em curto prazo", declarou, na época, um dos diretores do painel de especialistas, Marco Festa-Bianchet. Já Kempthorne argumentou que o urso polar se tornará, provavelmente, "uma espécie em perigo de extinção no futuro imediato", se não forem tomadas medidas preventivas. O secretário americano do Interior mostrou imagens feitas por satélite dos blocos de gelo do oceano Ártico em seus níveis mais baixos, 39% inferior à sua média entre 1979 e 2000. Ainda segundo ele, "a perda de gelo oceânico, e não o desenvolvimento petroleiro, ou do gás, ou atividades de subsistência de comunidades indígenas, é a culpada pela diminuição de ursos polares". O governo Bush apóia a perfuração de petróleo em uma reserva no Alasca, alegando que a indústria agirá com responsabilidade suficiente para proteger esses animais. Com agências

A fama do bicho-preguiça de ser uma criatura que dorme durante a maior parte do dia está sendo contestada por cientistas. Em vez de dormir por mais de 16 horas por dia, como se observa nas espécies mantidas em cativeiro, as preguiças que vivem na natureza descansam menos de 10 horas, de acordo com novos dados. Cientistas do Instituto Max Planck de Ornitologia em Starnberg, na Alemanha, conduziram um estudo com preguiças do Panamá. Eles capturaram os animais e colocaram aparelhos que monitoram a duração do sono. Depois, os bichos-preguiça foram soltos na natureza. A pesquisa foi publicada na revista científica Biology Letters, da entidade independente britânica Royal Society. "A grande descoberta foi que ele dorme em média 9,6 horas por dia, que é muito menos do que as pessoas comumente acreditavam e menos do que se observou em outros estudos com preguiças em cativeiro", disse à BBC o pesquisador Niels Rattenborg, que liderou o estudo. "Então, eles ainda podem ser considerados 'preguiça' em termos de velocidade de movimento, mas em termos de sono eles parecem dormir um turno normal." A quantidade de sono varia bastante entre os animais. As cobras do tipo píton chegam a dormir 18 horas por dia. Já as girafas precisam apenas de duas horas diárias de sono. O aparelho desenvolvido pelo Instituto Max Planck monitora os padrões cerebrais dos animais associados com o sono. Segundo o cientista Neil Stanley, que é especialista em distúrbios de sono no britânico Norwich University Hospital, o resultado da pesquisa do instituto alemão mostra que os animais tendem a dormir muito mais em cativeiro, já que quase todas as suas necessidades são supridas. "É intuitivo que os animais dormiriam menos na natureza selvagem do que no cativeiro - essa tecnologia nos dá a oportunidade de provar que isso é verdade", disse ele.
Dixie, uma cadela de sete anos, da raça Mountain Cur, na cidade de Runnells, no Estado de Iowa, voltou a enxergar após receber uma córnea de plástico com uma cirurgia inédita nos Estados Unidos. O animal estava menos ativo desde que começou a perder a visão, mas agora está de volta a seu ritmo normal de vida. "Ela costumava caminhar logo atrás de mim quando saíamos pra passear. Ela não podia ver e estava assustada", disse sua dona, Brett Williams, segundo o site LiveScience. "Agora ela quer correr à frente." Dixie recebeu o primeiro implante de córnea veterinário da América do Norte, e um dos raros já realizados no mundo. Durante a cirurgia, a professora-assistente do centro veterinário da Universidade do Estado de Iowa, Sinisa Grozdanic, removeu a córnea danificada e a substituiu por uma sintética e permanente. Em transplantes de córneas de outros cachorros, freqüentemente o corpo de receptor rejeita a córnea. Já a sintética, elaborada pela companhia alemã Acrivet, não contém material biológico e, por isso, tem menor chance de rejeição. "Nós estamos contentes por Dixie", disse Sinisa. "Ela foi nossa paciente por um longo tempo e nada parecia funcionar para ela. Ela estava gradualmente perdendo a visão e finalmente conseguimos fazer algo que melhoraria definitivamente sua qualidade de vida". Terra
Ansiedade de separação Ausência dos donos e falta de atenção podem traumatizar animais 
Bichos de estimação também sofrem de solidão, e a maior prova disso é uma alteração de comportamento conhecida por ansiedade de separação. Este é um dos problemas comportamentais mais comuns, que o animal apresenta quando é deixado sozinho por muito tempo ou não recebe a atenção devida do dono. Segundo a veterinária Rosângela Gama Fernandes, muitos proprietários de cães e gatos não entendem o motivo das alterações de comportamento e acabam punindo o animal de modo incorreto. "Estes animais são carentes de afeto e sofrem um grande estresse pela separação das pessoas com quem ele é apegado", explica. Os problemas mais comuns que poderão ser observados são: defecação e micção em localizações impróprias; comportamentos destrutivos, como escavar, morder objetos, rasgar roupas, arranhar móveis, paredes, portas e janelas; vocalizações excessivas (latidos, uivos e choramingos); depressão; anorexia; hiperatividade. "Costumo me ausentar por todo o dia e, quando chego em casa à noite, encontro uma bagunça geral. Minha cachorra revira todo o lixo, escava as paredes, derruba as cadeiras do jardim, destrói as plantas e tudo o que vê pela frente. Confesso que, às vezes, tenho vontade de bater nela, mas me controlo, pois sei que a culpa é minha e não tenho tempo nem mesmo para levá-la para passear na rua", conta a médica Catharina Freitas, dona da vira-latas Linda, de 1 ano. O carinho e a atenção são essenciais para a socialização de qualquer animal de estimação. Quando filhote, após a separação da mãe e dos irmãos de ninhada, se dará início o período de socialização do animal (entre 2 e 4 meses), em que ele se ligará fortemente ao dono e às pessoas com quem tiver contato. A ligação implica numa relação de confiança e é a base fundamental do laço entre o dono e o animal de estimação. Porém, quando um cão fica dependente demais de seu proprietário, poderá desenvolver alterações comportamentais associadas à separação. "Mesmo que o animal esteja na companhia de outras pessoas ou animais, o comportamento pode vir a se manifestar por estar associado à ausência de uma pessoa em especial com quem o animal tem uma ligação muito forte. O animal precisa se exercitar e não ficar preso em casa para não ficar estressado", diz a veterinária. Fica a dica para quem pensa em ter um animal de estimação, mas não tem tempo de cuidar: carinho, tempo e dedicação são fundamentais para um companheiro feliz e saudável. TRAUMAS - Eventos traumáticos na vida de um animal jovem podem contribuir para o desenvolvimento do problema: separação precoce da mãe, filhotes mantidos em gaiolas, mudança súbita de ambiente, divórcio e até novo membro na família. ADOÇÃO - Cães de rua recolhidos em canis de adoção têm predisposição à ansiedade de separação. ATIVOS - Cães com predisposição à ansiedade de separação são ansiosos, agitados e superativos. Seguem o proprietário por todo lado, pulam em cima, correm sem parar. SINAIS - Muitos cães podem sentir quando seu proprietário está para sair de casa e ficam ansiosos até mesmo antes de sua saída. Enquanto o proprietário se prepara para sair, o cão choraminga, pula, treme e solicita atenção. TRATAMENTO - Os métodos para tratar ansiedade de separação incluem: modificação da relação entre proprietário e animal, exercício físico, treino para obediência, modificação dos estímulos antecedentes e conseqüentes, prevenção e medicamentos ansiolíticos. Brinquedos e passeios diários ajudam a diminuir o estresse.
Brasileiros produzem mapa para preservação de anfíbios Pesquisadores brasileiros produziram pela primeira vez um mapa das áreas prioritárias para conservação de sapos, rãs e pererecas - os chamados anuros - em grande escala na América Latina. Os anfíbios são o grupo animal mais ameaçado do planeta e os cientistas esperam que o estudo sirva como referência para a criação de áreas protegidas capazes de reverter essa tendência.
O trabalho, publicado hoje na revista internacional PLoS One, identifica 6,2 milhões de km2 (uma área maior do que a Amazônia) que precisariam ser protegidos para garantir a sobrevivência de todas as espécies ameaçadas de anuros da região Neotropical - dos desertos quentes do norte do México às terras geladas da Patagônia, no extremo sul da Argentina. As áreas mais prioritárias são remanescentes florestais de regiões montanhosas na América Central, nos Andes e na mata atlântica brasileira. Cientistas ligados ao Global Amphibian Assessment, um levantamento publicado em 2004, estimam que mais de 30% das espécies de anfíbios do mundo estão ameaçadas de extinção. Na América Latina, são mais de 1.100 espécies em risco. "É um grupo que precisa de atenção urgente, com estratégias de conservação eficazes", afirma o ecólogo Rafael Loyola, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), autor principal do trabalho, que cruzou dados referentes a 700 espécies ameaçadas da região. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Gafanhotos formam enxames por medo de serem devorados, diz estudo 
Cientistas de Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália dizem ter descoberto o que levaria gafanhotos a formarem os imensos enxames que destróem lavouras em alguns dos países mais pobres do mundo.
Segundo os especialistas, os insetos se reúnem e saem voando em grandes grupos por temerem ser devorados por outros gafanhotos do grupo. O estudo foi publicado na edição online da revista científica Current Biology. Gafanhotos são tidos como herbívoros, mas o grupo de cientistas, liderados por Iain Couzin, da Princeton University, em Nova Jersey, observou que às vezes estes insetos apresentam comportamento canibal. Se há escassez de alimento, jovens gafanhotos ainda incapazes de voar começam a comer uns aos outros. De acordo com a teoria, esse comportamento gera pânico no grupo, levando outros gafanhotos a sair marchando para longe dos "canibais" famintos, que seguem atrás. Os enxames teriam início, portanto, a partir de grandes grupos de gafanhotos em marcha no solo. Segundo os pesquisadores, os insetos marcham dezenas de quilômetros. Uma vez iniciado, este movimento tende a se manter, até o momento em que, tendo atingido a maturidade, os gafanhotos alçam vôo. Os pesquisadores elaboraram esta teoria após estudar gafanhotos jovens. Eles usaram um sistema computadorizado de análise de movimento para acompanhar os insetos em marcha em uma área cercada. Um enxame de gafanhotos pode conter bilhões de insetos e consumir milhares de toneladas de vegetação em um único dia. O enxame, que soa como chuva, escurece o céu do deserto e desce sobre as lavouras, deixando a terra nua e destruindo toda a vegetação em seu caminho. O fenômeno ameaça seriamente os suprimentos de alimentos em países afetados. Os pesquisadores dizem esperar que o estudo contribua para a compreensão de quando, onde e por que esses bandos de jovens insetos se formam. Segundo eles, isso seria crucial para o controle de populações de gafanhotos e a prevenção de desastres ambientais. Australiano se salva enfiando dedo em olho de tubarão
Um australiano conseguiu se salvar do ataque de um tubarão ao enfiar seu dedo em um dos olhos do animal. De acordo com o jornal australiano "Herald Sun", Jason Cull, um professor de 37 anos, estava nadando na manhã de sábado (10) na praia de Middleton, no oeste da Austrália, quando foi cercado por um tubarão branco de quatro metros de comprimento. "No início eu achei que fosse um golfinho, mas o animal era muito maior. Depois só lembro ter sido puxado para debaixo d'água", contou o nadador. "Então eu comecei a tentar sair da boca dele e procurei sua guelra. Foi quando dei de cara com seu olho e cravei meu dedo. Aí ele me soltou", contou Cull do hospital onde está internado após sofrer uma cirurgia para tratar ferimentos nas pernas. Assim que conseguiu se libertar, o australiano começou a nadar na direção de outros dois nadadores que estavam por perto, mas que não perceberam sua presença. Quando já estava mais próximo da areia, o australiano foi resgatado por uma mulher de 50 anos, que o ouviu gritar por socorro. "Eu nem pensei no que estava fazendo. Entrei na água e comecei a empurrá-lo para a areia", disse Joanne Lucas. Ao chegar à praia, quase desmaiado, o australiano recebeu os primeiros socorros e foi levado de helicóptero para um hospital. "Ainda bem que ela me ajudou, acho que não teria conseguido voltar sozinho", disse ele. Os outros dois nadadores não foram atacados e conseguiram nadar de volta à praia. Macacos obesos passam por dieta no Japão A administração do parque Ohama em Sakai, perto de Osaka, no Japão, se viu obrigada a tomar medidas para combater a obesidade de seus macacos Rhesus. Em junho de 2007, o parque diminuiu a alimentação diária dada a estes primatas, de 10 kg de comida para 2 kg, mas cerca de 30% dos 50 Macaca mulatta parecem estar ainda com sobrepeso, devido à alimentação dada pelos visitantes. Segundo a agência Reuters, o parque também planeja construir uma cerca que impeça os visitantes de jogarem comida aos macacos. Além da cerca, o parque está colocando placas de "não alimente os animais".
27ª Campanha de Adoção do SOS Vida Animal É amanhã! Horário: 10h às 16h Local: Praça Edmundo Bitencourt, Bairro Peixoto, Copacabana No local, a entidade estará recebendo doações de: Ração para cães e gatos (adultos e filhotes) Medicamentos e produtos pet (mesmo usados ou abertos) Aproveite para comprar a camiseta do SOS Vida Animal! Além de ajudar na divulgação do trabalho da entidade, você estará contribuindo com o pagamento das despesas de centenas focinhos carentes.

Depois de um longo namoro de cinco meses, finalmente as girafas Zagallo e Beija-Céu, estrelas atuais do zoológico do Rio, saíram do 0 a 0 e concretizaram o 'enlace'. Apesar de terem se 'casado' mês passado, em uma cerimônia que atraiu dezenas de visitantes ao zôo, os animais ainda não haviam acasalado, porque isso só acontece quando a fêmea entra no cio. Beija-Céu entrou no cio ontem e o maridão, Zagallo, não perdeu tempo. Tratou de emplacar um gol na amada na manhã desta sexta-feira. Foram 15 tentativas até ele conseguir consumar o ato. O casal, que está em lua-de-mel, está mais 'apaixonado' do que nunca, como vocês podem ver na foto acima. Zagallo e Beija-Céu vivem trocando carinhos e chamegos um no outro. A expectativa dos veterinários e biólogos do zôo é que o romance renda frutos, ou melhor, um filhote, em breve. Presentes nos zôos de todo o mundo, as girafas (Giraffa camelopardalis) são originárias da África e habitam praticamente todo o continente africano, desde o sul do deserto do Sahara até a província do Cabo. Graças às longas pernas, que as faz alcançar até 60 quilômetros, esses animais garantem sua sobrevivência entre feras selvagens como leões, guepardos e rinocerontes. As fêmeas têm cria por volta dos 4 ou 5 anos de idade, após uma gestação de 14 a 15 meses. Um aspecto curioso é que, como as fêmeas não se deitam para dar a luz, o filhote despenca de uma altura de até dois metros. Já a reprodução em cativeiro não é tarefa fácil, devido ao estresse do confinamento.

Jenny, uma gorila-do-ocidente, Gorilla gorilla é o gorila em cativeiro mais velho do mundo. Ela completou 55 anos ontem no zoológico de Dallas, Texas, nos Estados Unidos, e ganhou um bolo de aniversário. O gorila-do-ocidente é a espécie mais comum do gênero Gorila e está em perigo crítico, a denominação mais grave antes da extinção. Os gorilas machos medem entre 1,65 m e 2 m de altura, e pesam entre 180 kg e 250 kg e as fêmeas geralmente medem a metade da altura dos machos. É capaz de levantar até duas toneladas com os dois membros anteriores. Terra

Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal é, ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero, segundo relatório publicado pela revista Nature. A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes. "O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos", segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves. "Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos", afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington. De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos "seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução", explica. O ornitorrinco é "único", uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade. O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha. Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também aparecem no homem. O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes - estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.
Com Terra

Winter, um golfinho sem cauda que já era estrela do Aquário Marinho Clearwater na Flórida, Estados Unidos, ganhou uma prótese de silicone. A "cauda nova" e um cuidados trabalho de fisioterapia fizeram com que ele se recuperasse e agora possa nadar normalmente como os outros golfinhos. Há dois anos, o golfinho foi encontrado no mar, em agonia, após ter sido pego em uma armadilha para caranguejos. Resgatado pela equipe do Aquário Marinho Clearwater, o golfinho (que perdera a cauda na armadilha) sobreviveu, mas não conseguiria mais nadar como os outros. Mas entrou em cena Kevin Caroll, especialista em próteses. "Já desenhei próteses para cachorros, avestruzes e até para um pato", disse ele ao jornal Daily Mail. Caroll desenhou uma prótese de 76 centímetros, feita de silicone. Após um ano e meio de trabalho de fisioterapia e recuperação, Winter já consegue nadar como os outros companheiros e pode levar uma vida normal. A repercussão desse caso foi tão grande que o Aquário Marinho Clearwater começou a receber cartas vindas de todo o mundo. Eram pessoas emocionadas com o caso, e que relatavam seus próprios problemas com a falta de algum membro. Winter também atraiu muita gente. Milhares de pessoas que usavam próteses foram ao aquário visitá-lo. De acordo com o site Gizmodo, a história de Winter também motivou muitas pessoas com sua lição de "não desistir nunca". Toda a história de Winter pode ser vista no site do golfinho, em vídeos e fotos, no endereço http://www.seewinter.com/. Com Terra
Brasil selvagem Ambientalista Dener Giovanini lança documentário no qual mostra suas aventuras com a fauna silvestre  Dener percorreu todo o Brasil e teve contato com as espécies mais selvagens da fauna silvestre
 Momento de soltura de uma hárpia, a maior ave de rapina do mundo
Durante um ano e meio viajando pelo Brasil, o ambientalista Dener Giovanini viu de perto o bicho pegar. Literalmente. Se embrenhou pela Floresta Amazônica, percorreu parte do que resta da Mata Atlântica, desbravou o cerrado. E teve contato com as espécies mais selvagens da fauna silvestre, como onças, aranhas e jacarés. “Mas apesar de termos passado alguns sustos como, na hora filmar serpentes, o pior foi termos sido alvo de um feroz ataque de carrapatos na Amazônia”, lembra Dener. Tantas aventuras transformaram-se no documentário ‘O Brasil é O Bicho!’, lançado semana passada em pré-estréia no Cine Odeon, Centro do Rio, mas ainda sem data para comercialização. Com roteiro e apresentação de Dener Giovanini, que em 2007 apresentou série homônima no ‘Fantástico’, da Globo, o filme tem uma hora de duração e mostra as conseqüências danosas da relação do homem com a biodiversidade. E como lendas, crendices religiosas e até conceitos como sorte ou mau agouro interferem na sobrevivência de muitas espécies. “Com esse documentário quero mostrar que, muitas vezes, somos estrangeiros dentro de nosso próprio País, pois desconhecemos e ignoramos o que temos de maior riqueza: a diversidade de nossa vida selvagem ”, conta Dener, que é coordenador geral da Renctas — Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres — e, em 2003, recebeu do Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, a maior distinção mundial na área ambiental, prêmio que só outro brasileiro havia recebido anteriormente: Chico Mendes.


Um macaquinho do tipo mangabei-da-nuca-branca do zoológico de Londres que havia sido abandonado pela mãe doente está buscando carinho e aconchego de um urso de pelúcia. Conchita nasceu há três semanas em uma operação cesariana de emergência. A mãe do macaquinho estava seriamente doente e sem condições de cuidar do filhote. Então, os funcionários do zoológico passaram a alimentar o animal, mas temiam que uma aproximação maior com humanos pudesse impedir que o macaco interagisse com sua própria espécie mais tarde. Por isso, o urso de pelúcia foi colocado junto ao animal para oferecer-lhe aconchego enquanto a mãe se recupera. "Conchita abraça o urso dia e noite. Quando está assustada, ela corre para o brinquedo como se fosse sua mãe", disse Andrea Payne, funcionária do zoológico responsável pelo animal. O bicho de pelúcia foi escolhido cuidadosamente, pois tinha de ter o tamanho certo e feito de fibras que não provocariam danos quando mastigadas. Mas o uso do urso de pelúcia é apenas temporário. Os funcionários do zoológico esperam que o animal possa estar novamente junto da mãe e do pai em algumas semanas. A espécie mangabei-da-nuca-branca (Cercocebus atys lunulatus) antes comum em Gana, na África, está agora em extinção, com poucos animais ainda existentes. Com EFE

"O Valente é um cachorro muito querido. Temporariamente, ele está afastado do 'serviço' na Faculdade de Veterinária da UFF, onde Valente já doou muito do seu próprio sangue para salvar outras vidas caninas e participou de inúmeras disciplinas favorecendo o aprendizado dos alunos. Valente já ganhou até agradecimento especial em uma dissertação de mestrado. Ele alegrou o pátio da Escola de Veterinária por anos. É um cão muito feliz. E eu também, por ter sua companhia". Sávio Bruno, por e-mail Quer ver o seu mascote no blog? Mande a foto por e-mail para bichos@odia.com.br ou por carta para Blog É o Bicho!: Rua do Riachuelo 359, 2º andar, Centro, cep 20.235-902.
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