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Gislandia Governo

Sexta-feira , 30 Janeiro, 2009

Notícias do mundo animal

Macaco impede demolição de templo na Índia

Reprodução da internet


Moradores da localidade indiana de Kolar afirmam que o animal tentou espantar com gritos um funcionário que se aproximou do templo, mas foi ignorado por ela. Então, o macaco teria atacado essa pessoa.
A notícia sobre a resistência do primata correu a região e atraiu centenas de fiéis, que trazem oferendas, acreditando que o primata é uma encarnação do deus Hanuman.
Na Índia, é comum ver macacos próximos a templos, já que fiéis e sacerdotes costumam tratá-los bem e alimentá-los. O impasse ainda não tem solução à vista.

EFE

Papagaio aprendeu a usar privada

Reprodução da internet

Isto é incrível, meus caros amigos. Na Inglaterra, esse papagaio-cinzento aprendeu direitinho a fazer suas necessidades fisiológicas no vaso sanitário. Que esperto, hein!


Fragmentação da mata atlântica afeta biodiversidade, aponta estudo da USP


Estudos do Laboratório de Ecologia de Paisagens e Conservação (LEPaC) da Universidade de São Paulo (USP) comprovam o impacto do processo de fragmentação da mata atlântica na biodiversidade de anfíbios e répteis.

Uma pesquisa publicada este mês na revista científica Biological Conservation comparou a diversidade genética dos sapos Rhinella ornata - uma das espécies mais comuns no Estado - encontrados em 15 fragmentos do bioma localizados no entorno da Reserva Florestal de Morro Grande, em Cotia (SP), a 35 quilômetros de São Paulo.

A pesquisadora Marianna Dixo instalou armadilhas na mata para capturar cerca de 270 animais e extrair amostras do seu material genético. Depois cruzou os dados com características do lugar onde foram encontrados: tamanho do fragmento florestal e existência de corredores de vegetação ligando a outros trechos de mata.

O trabalho demonstrou que a diversidade genética está relacionada ao tamanho dos fragmentos. "Quanto maior é o hábitat, maior é a população (de animais) e, como consequência, há maior diversidade genética", explica Marianna. O empobrecimento na diversidade dos genes pode aumentar o risco de extinção de uma espécie, pois diminui sua capacidade de adaptação a fatores ambientais adversos.

AE


Cadela golden retriver dourada perdida na Lagoa!

"Há duas semanas foi encontrada uma cadela, sem o dono, perto da Lagoa-Barra. Aparentemente ela estava perdida, tentando atravessar a avenida. Uma pessoa que passava por lá, a pegou e a deixou na casa dos meus pais.
Agora estamos tentando encontrar a família dela. Ela está muito bem cuidada, com os pêlos limpos e parece bem alimentada, o que nos leva a crer que ela saiu de casa faz pouco tempo e provavelmente ela morava nas proximidades do Leblon-Gávea-Jardim Botânico.
Se alguém souber de uma pessoa que está a procura de sua cachorrinha, por favor nos avise. Pode entrar em contato com o celular ". Lívia: (21) 8181.1674

Quarta-feira, 28 Janeiro, 2009

Histórias emocionantes de pessoas e seus bichos - a dálmata Pitlayka

Olá pessoAU!

Continuando com nossa série de casos emocionantes de pessoas e seus mascotes, hoje vocês vão conhecer a história da dálmata Pitlayka, enviada pelo ator Jerri Veiga, o Caçador do Sítio do Pica-Pau Amarelo.


O amor transformando a vida

Divulgação

"Essa história é real, que de uma necessidade acabou se transformando em amor de verdade. A dálmata Pitlayka é uma cadela muito amorosa. Há alguns anos, morávamos eu, minha mulher, meu filho Davi e meu irmão Carlos, na casa de minha mãe. Após seu falecimento, todos sentiram muito a morte da 'vovó'. Então eu tive que arrumar um jeito de trazer alegria de volta à casa. Pensei: por quê não comprar um cachorrinho? Foi então que a Pitlayka surgiu em nossas vidas. Não demorou muito e logo todos já estavam caindo de amores por ela. E percebi que, aos poucos, a alegria e o amor estava voltando ao nosso lar. Hoje temos a Pitlayka como integrante da família. E assumo: ela é uma 'filha'!".

Jerri Veiga
(intelitran@click21.com.br)


Sexta-feira , 23 Janeiro, 2009

Blocão 2009 vem aí

Au, au, au, galera!!!!
O Blocão - tradicional bloco de carnaval para bichos e seus donos realizado pela Nossos Bichos, com parceria total da pet Bicho Bacana e do Totó, será dia 15 de fevereiro, um domingo antes do Carnaval.

Portanto, turminha, vamos pensando nas fantasias dos mascotes e fazer a contagem regressiva para a folia mais animal do Rio!!!

u-hu Blocão 2009!!!

Dia 15, na Praia de Copacabana

Banco de Imagens/ O DIA

Banco de Imagens/ O DIA


Histórias emocionates de pessoas e seus bichos - a cadela motoqueira Nani

Nani - a cocker spaniel motoqueira

Divulgação

"Olá, meu nome é Luiz Carlos Negrine e sou motociclista. Tenho como parceira de viagens uma cocker spaniel, que há anos vai na minha garupa e divide comigo muitas aventuras pelo Brasil afora. Ela é ou não uma cadelinha pra lá de radical?"

Luiz Carlos Negrine (lcnegrine@oi.com.br)

Histórias emocionantes de pessoas e seus bichos - a calopsita Frida

Olá pessoAU!

Estou muito feliz com a boa repercussão da matéria de domingo e por ter recebido muitos e-mails carinhosos de vocês, meus queridos leitores e fãs da Nossos Bichos. Mas agora é hora de vocês conhecerem a história da calopsita Frida, enviada por Giselli:


A calopsita Frida

Divulgação

"Sempre tive vontade de ter um papagaio, mas como sou contra a comercialização ilegal, e um animal legalizado estaria fora das minhas condições, começei a entrar em várias pets para dar uma olhada nos animais ali existentes. Foi quando vi uma ave toda sujinha e amarelinha. Entrei e perguntei para a moça do balcão que ave seria aquela, e descobri tratar-se de uma calopsita. Fiquei encantada, pois era muito meiga e logo subiu no meu ombro e não saiu mais. Saí da pet muito alegre, cheguei em casa falei com meus filhos e marido e todos foram a favor de ter um animalzinho em casa.
Voltei na pet por várias vezes para vê-la. Todas as 'calôs' que ali estavam iam sendo vendidas, só a Frida que não, porque além de estar sujinha, ainda tinha uma ferida na barriguinha e, com isso, se passaram 30 dias. Quando me decidi a comprá-la, levei meu filho mais novo para escolher, e na hora a Frida também subiu no ombro dele e já pediu carinho abaixando a cabeçinha. Pronto! A comprei junto com uma gaiola para calopsitas. Desde o momento que ela entrou em minha casa, já se sentiu super à vontade, nem teve período de adaptação. Os dias foram passando e resolvi comprar um machinho, mas queria um cara-branca e fiz nova pesquisa. Neste momento já tinha feito meu orkut e várias pesquisas sobre estas aves. Fui comprar o machinho, que na verdade seria outra fêmea, a Sissi. Foi quando resolvi levá-las ao veterinário para uma consulta rotineira. E meu espanto no momento da consulta é que a Frida tinha um tumor na barriga. A ferida seria um tumor. Na hora o veterinario retirou e a medicou, e foram mais 10 dias para a cicatrização. A partir deste dia a Frida se humanizou de tal forma, que só queria ficar conosco, e a paixão dela atá hoje é o meu marido. Queria ver televisão conosco, tomar o café da manhã, passear, mas tudo tem o seu limite, ela é um pássaro e não um ser-humano. Foi aí que começou a ter uma série de problemas: intoxicação por qualquer besteira, problemas intestinais e a última agora: se auto-mutilando. Detalhe: ela nunca comeu nada nosso, somente alimentos para pássaros, legumes, frutas e verduras.
Hoje ela está em tratamento para o problema de auto-mutilação com florais, e colocou o colar elisabetano por um período de 2 meses (segundo o vet, o problema dela seria emocional, pois "pensa" que é gente e quer ter a vida de um ser humano). Mas, infelizmente, não adiantou muito. E hoje vive com o colar elisabetano (às vezes retiro para que faça sua limpeza). Está tão acostumada com o mesmo que toma banho, brinca, voa e cruza, tudo com o colar rsrs. Tem o machinho dela, já teve uma cria no qual gerou três bebês aves.
Espero de coração que minha querida e amada Frida se recupere. Estou fazendo de tudo para que isto aconteça. Tenho ao todo 25 calopsitas entre minha casa aqui do Rio e a casa da minha mãe em Araruama, um viveiro com agapórnis e meu xodozinho, o Brasileirinho, um agapórnis que nasceu com as perninhas abertas em ângulo de 180°, que também está na minha casa do Rio, e com uma tala para a junção das mesmas. Mas, enfim.....são meus amores, mas a Frida é toda especial, se pudesse falaria. Aliás, ela já fala com um olhar de gratidão, amor, amizade, companheirismo de filha..."

Giselli (gisellicpva@hotmail.com):

Segunda-feira, 19 Janeiro, 2009

Amor que não larga o osso

Amor que não larga o osso

André AZ/ O Dia
Ana De Biase e o marido João Tristão: família animal

Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
"Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele", diz, emocionada. "As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado", destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
"Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação", diz Rafael. "Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa", descreve Andréa.

Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
"Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino", conclui, emocionado.

André AZ/ O Dia
O cão-guia Jimmy é companheiro em tempo inteh=gral de Deborah

A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma 'cachogente' e ele um 'pessocão', porque somos praticamente um só", declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. "Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!", comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.

André AZ/ O Dia
O poodle Bob acompanhou a formação da família Manguinho, de Mariza e Fernando

Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. "Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele 'debutará'. E um bolo em formato de osso o espera!", conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.

Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. "Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o 'rabão'", relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas 'Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. "Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária", revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana De Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro 'filhos caninos' do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
"É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros", diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
"Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!", exalta. "Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!", completa João.


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Sexta-feira , 16 Janeiro, 2009

Foto do dia

Miau, que sede!


Notícias do mundo animal

Na Justiça pela leoa
Empresário não desistiu do felino, que convivia com bebê de 1 ano

Rio - A manhã de ontem foi mais triste e silenciosa na Rua Marangá, na Praça Seca. A falta dos rugidos da leoa Nala causou estranhamento e revolta nos vizinhos do felino de 12 anos, dois metros e cerca de 300 quilos. Comovidos, os moradores não se conformavam com a apreensão do animal, que vivia no quintal de Roberto Sérgio Brandão, 60 anos. Muito emocionado, Roberto já decidiu que vai lutar na Justiça para recuperar Nala.

"Não concordei com o que fizeram, pois ela era muito bem tratada e nunca fez mal para ninguém", reclamou o comerciante Joselito Luiz da Costa. "Quando o dono chegava, era uma festa. Até senti falta dos rugidos dela", completou o gari comunitário Rogério Carlos.

Na família que cuidava de Nala, o clima não é diferente. "Eu a vi nascer. Estou tentando legalizá-la há muito tempo, mas o Ibama nunca deu importância e me negou", explicou, aos prantos, Roberto, dono de petshop. Ele contou que a leoa convivia com sua filha grávida e neta de 1 ano, que costumava acariciar Nala. "Não existe preço para tê-la de volta", murmurou Roberto, que também tinha um macaco-prego, foi multado em R$ 2,5 mil e vai responder por crime ambiental.

Segundo a analista ambiental do Ibama, Márcia das Graças Ferreira, a licença foi negada pois não havia projeto de adaptação do local, que deveria ter 60 m². Roberto afirma que não foi orientado: "É só me dizer o que tenho que fazer que eu faço".

Nala tem o tamanho de animal menor

Nala mal chegou ao Zoológico de Volta Redonda e já surpreendeu os funcionários que cuidaram dela. Apesar do bom estado de saúde, o animal de 12 anos tem tamanho de um de 6, por não ter sido criado num espaço de tamanho adequado.

Em seu primeiro dia, Nala comeu 4,5 kg de carne e encantou os funcionários. "Ela não estranhou ninguém, é extremamente mansa, quase um gatinho. Só não dá para pegar no colo", brincou o biólogo Josiel Teixeira.

Por enquanto, Nala ficará cinco dias em observação num compartimento especial. Depois, ela será levada para uma área com 320 metros quadrados, onde ficará sozinha. "Vamos fazer atividades físicas para que ela aflore seu instinto selvagem. Como as garras foram retiradas, ela terá um pouco de dificuldade com os brinquedos, mas vai se adaptar".

Nancy do Carmo Silva, diretora da escola vizinha à casa de Roberto, nega que a denúncia ao Ibama tenha partido de lá. "Não reclamamos porque não existia perigo. As crianças até estavam acostumadas com os rugidos e quando passavam diziam: 'Bom dia, dona leoa'".

Aeroportos brasileiros registram quase oito incidentes com aves por mês

Os três maiores aeroportos brasileiros registram quase oito incidentes entre aviões e aves a cada mês. O Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, lidera a lista de aeronaves que se chocam com pássaros. Em 2008, foram 50 registros. Aparecem, em seguida, os Aeroportos Internacionais de Guarulhos, com 25, e de Congonhas, com 16, ambos em São Paulo. Os dados são do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

De acordo com o diretor técnico do Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias, Ronaldo Jenkins, incidentes com aves aumentam a cada ano devido, principalmente, ao crescimento do tráfego aéreo e ao desmatamento, que gera um deslocamento das aves para áreas com maior fluxo de ar, como os aeroportos. Os lixões e a ocupação irregular também são empecilhos para a segurança.

Esse foi o motivo pelo qual o piloto da aeronave da US Airways, com 155 pessoas a bordo, teve que fazer um pouso de emergência nas águas geladas do rio Hudson, em Manhattan, Nova York, nesta quinta-feira). Urubus teriam se chocado com as turbinas.

"Infelizmente, os aeroportos se tornam atrativos para as aves. Por outro lado, há a ocupação irregular do solo nas imediações dos aeroportos, embora exista uma legislação, resolução Conama nº 4, que trata da restrição de ocupação de área no entorno dos aeroportos e que criou a área de segurança aeroportuária. Apesar disso, ainda temos lixões, matadouros, curtume, vazadouros de lixo, atividades que atraem aves", explica Ronaldo Jenkins.

Para tentar diminuir o número de acidentes aéreos foi formada a Comissão do Perigo Aviário, que é uma entidade do Cenipa da qual fazem parte órgãos governamentais, como Ibama e Infraero, e também empresas aéreas. Ronaldo Jenkins informou que os registros de incidentes são encaminhados para a Comissão, mas ainda é limitada a redução de impactos com aves.

Agência Brasil


Programa no estilo "CSI" ajudará a investigar crimes contra animais nos EUA

A Universidade da Flórida e a Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais (ASPCA, em inglês) anunciaram hoje o primeiro programa de ciência forense veterinária dos Estados Unidos que ajudará a investigar crimes contra animais.

O programa poderia conduzir até 200 casos de crueldade animal nos dois primeiros anos e aumentaria dramaticamente o número de profissionais nessa área. "Estamos transferindo nosso conhecimento da ciência forense a este novo campo dedicado a resolver crimes contra os animais", disse Bruce Goldberger, diretor do Centro de Medicina Legal William R. Maples da Universidade da Flórida, a UFA, no noroeste do estado.

Todos os anos, a ASPCA investiga mais de cinco mil casos de crueldade animal e detém ou emite intimações a mais de 300 pessoas e os crimes incluem negligência, abandono, brigas de cachorros e de galos, entre outros.

O programa parece com a famosa série de televisão "CSI", na qual peritos resolvem crimes através da análise de DNA, provas balísticas e outros recursos. Os participantes receberão treinamento nas salas de aula da UFA e pela internet mediante a recém-formada Associação Internacional de Ciência Legal Veterinária.

A colaboração entre a universidade e a ASPCA começou há um ano quando as instituições organizaram uma conferência sobre o uso da medicina forense para investigar a crueldade animal.
Os organizadores do evento esperavam que assistissem só alguns especialistas, mas participaram cerca de 200 dos Estados Unidos e de nove países.

"Isso significa que os padrões de pesquisas e o uso da ciência para documentar o que aconteceu aos animais (vítimas da crueldade) são muito mais elevados do que há cinco anos", informou Randall Lockwood, vice-presidente dos serviços anticrueldade animal da ASPCA.



Medicar o mascote é tarefa difícil, mas já há recursos para facilitar a missão

É dose
Medicar o mascote é tarefa difícil, mas já há recursos para facilitar a missão, como remédios manipulados com sabores agradáveis

Quem tem bicho de estimação e já precisou medicá-lo, sabe o sufoco que é cumprir essa tarefa. Só de ouvir a palavra 'remédio' ou ver o frasco na mão do dono, os mais medrosos já dão no pé. Mas há os mascotes mais teimosos, que cospem o comprimido dado pelo dono.
A veterinária Karine Kleine explica que esse comportamento se deve ao poder de associação que os animais têm. "Eles associam tudo, cheiro e barulho às sensações. Um exemplo é quando o animal precisou fazer um tratamento com um medicamento de gosto ruim e o dono teve que abrir a sua boca à força ou usar seringa. O bichinho já assimila aquele gosto, cheiro e, principalmente, o armário e a caixa de remédio àquela imagem. Isso é comum", explica a veterinária.
Para facilitar essa árdua tarefa de medicar os mascotes, a especialista dá a dica: "Para os animais que cospem o remédio, o que funciona melhor é misturá-lo com um pouco de comida caseira. Alguns medicamentos ainda podem ser triturados e misturados ao molho da comida", ensina Karine Kleine.
Outros recursos, ela destaca, são os remédios manipulados em farmácias veterinárias com sabores agradáveis para os animais. "Atualmente, é possível manipular medicamento com sabor frango, bacon, carne, peixe e chocolate, em diversas formas, como biscoito ou grão de ração, líquido ou em pasta (ideal para gatos)", diz a veterinária. Há, também, os snacks, espécie de cápsula feita de ração para colocar dentro o comprimido, que já são encontrados à venda nas pet shops.

Segunda-feira, 12 Janeiro, 2009

Notícias do mundo animal

Lagosta de '140 anos' é libertada nos EUA

Uma lagosta cuja idade foi estimada em 140 anos foi retirada de seu aquário em um restaurante de frutos do mar em Nova York e solta no mar da costa de Maine, onde a pesca de lagosta é proibida.
George, a lagosta gigante, pesa cerca de 9 quilos e teria sido pescada apenas duas semanas atrás, e comprada pelo restaurante City Crab and Seafood por US$ 100 (cerca de R$ 229,50).

A lagosta ficava no aquário do restaurante, onde foi adotada como mascote e era fotografada constantemente com os clientes. Mas o grupo de defesa dos direitos dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) organizou uma campanha pedindo a libertação da lagosta, para que fosse devolvida ao oceano.

George teria sido originalmente pescada em águas canadenses. Sua idade foi estimada a partir de seu peso. O restaurante afirma que nunca teve a intenção de servir a lagosta, e que ela seria usada apenas para atrair a atenção dos clientes.

Ingrid Newkirk, do Peta, elogiou a decisão do restaurante. "Nós aplaudimos os donos do City Crab and Seafood por sua decisão compassiva em permitir que este nobre ancião viva seus últimos dias em paz e liberdade."

"Esperamos que seu gesto gentil sirva como exemplo de que esses intrigantes animais não merecem ser confinados em pequenos aquários, ou fervidos vivos."

Fonte: BBC

Terra de aves, Brasil desperdiça potencial turístico de observação

O Brasil é segundo país do mundo com maior diversidade de aves. Com 1.822 espécies, fica atrás somente da Colômbia (1.865 espécies). Contudo, o turismo para observação desses animais ainda é fraco por aqui. Segundo Guto Carvalho, coordenador da Avistar (Encontro Brasileiro de Observação de Aves), o país recebe cerca de 2.000 observadores de aves por ano. Se forem consideradas as pessoas que vêm ao país a negócios e que aproveitam para praticar a avistagem, o número sobe para 5.000. É pouco para o potencial da biodiversidade brasileira. Hoje, a maioria dos turistas de observação de aves no Brasil é estrangeira. A observação de aves pode ajudar na conservação das espécies e, também, no aumento de conhecimento científico. Muitos observadores passam dicas sobre novas aves a cientistas ou redescobrem espécies consideradas extintas.

Obamas escolherão entre labradoodle e cão d'água português

Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se preparava para aparecer na rede de TV americana ABC ontem pela manhã, suas filhas, Malia, 10, e Sasha, 7, que estavam com ele no estúdio, pediram ao apresentador do programa, George Stephanopoulos, para que colocasse a seguinte pergunta em sua entrevista: "Que tipo de cachorro teremos e quando teremos?", segundo o jornal americano "The New York Times".

Ao receber a pergunta, Obama deu risada. "Parece que elas estão entre um labradoodle ou um cão d'água português". O próximo passo, disse ele, será procurar uma dessas duas raças em abrigos para cães.

Escolher o cão tem sido, conforme disse Obama, "mais difícil que encontrar um secretário de Comércio". O governador do Estado do Novo México, Bill Richardson, primeira nomeação de Obama para o cargo, desistiu recentemente, por causa de uma investigação corrente sobre sua administração.

A filha mais velha de Obama é alérgica a cães, por isso a família Obama tem procurado concentrar suas buscas entre raças com reputação de serem mais adequadas para pessoas com alergia, de acordo com o "NYT". Apesar de nenhum cão ser 100% antialérgico, algumas raças soltam menos pelos, a causa mais comum das alergias a cães.

O cão d'água português está entre as raças que o Kennel Club Americano recomenda para pessoas com alergia. "A raça era apreciada por pescadores por causa de sua natureza esperta, porém obediente", diz o site do Kennel Club.

O labradoodle, por sua vez, é uma raça criada: um cruzamento entre labrador e poodle. A cruza foi feita pela primeira vez por um criador australiano que precisava de um cão-guia pra uma mulher cega cujo marido tinha alergia a cães. Seu temperamento é esperto, sociável, cômico, alegre, cheio de energia, mas calmo no contato com pessoas", de acordo com o website da Associação Americana do Labradoodle Australiano.

Fonte: Uol


Sexta-feira , 9 Janeiro, 2009

Notícias do mundo animal

Cientistas encontram mamífero raro na República Dominicana

Reprodução da internet

Imagens raras de um dos mamíferos mais estranhos do mundo foram feitas por cientistas na República Dominicana no ano passado e divulgadas nesta sexta-feira.
O chamado Hispaniolan solenodon se alimenta de insetos e, além da República Dominicana, só pode ser encontrado ainda no vizinho Haiti.
Ainda se sabe pouco sobre a espécie mas a captura do animal possibilitou os cientistas a tirar medidas e DNA dele para estudo.
O animal, que lembra uma mistura de tamanduá com rato, é um dos poucos mamíferos que consegue injetar veneno nas presas por meio de dentes especiais.

Fonte: BBC


Neanderthal e espécies extintas podem reviver

Tigres dentes-de-sabre e da Tasmânia, preguiças gigantes, mamutes lanosos, pássaros-dodô e até mesmo o homem de Neanderthal podem voltar à vida. A capacidade de recriar espécies, retratada no filme Parque dos Dinossauros, foi divulgada nesta quinta-feira pela revista New Scientist. As informações são do jornal britânico Mirror

O desenvolvimento da tecnologia genética e a preservação do DNA das espécies será a ferramenta a ser utilizada para ressuscitar mais de 50 espécies em extinção, a exemplo do Neanderthal, que viveu há 25 mil anos, na mesma época do Homo sapiens. A lista de espécies que poderiam ser "ressuscitadas" ou recriadas em laboratório inclui o gorila, ainda existente nas florestas da África Ocidental, mas sob risco de desaparecer.

O "milagre" seria possível graças ao bom estado do DNA mantido em alguns fósseis. Segundo estudos, embora seja pouco provável que a informação genética sobreviva mais de um milhão de anos após a morte do homem ou do animal, o DNA de espécies mortas há 100 mil anos poderia ser parcialmente preservado em circunstâncias especiais, como em caso de congelamento ou da permanência do fóssil em cavernas ou locais escuros e secos, o que manteria o código genético intacto. "É difícil dizer algo que nunca vai ser possível", resume o especialista Svante Pääbo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, de Leipzig, na Alemanha.



Foto do dia

Nosso velho amigo, o agora ursão Knut, desejando a todos os fãs do blog e da Nossos Bichos um Feliz 2009!

Reprodução da internet