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Gislandia Governo

Sexta-feira , 24 Julho, 2009

Campanha de adoção de cães e gatos neste sábado na Tijuca

A campanha 'Adote Um Bichinho e Salve Uma Vida', organizada pela Ong Anida, realiza amanhã, na Tijuca, em frente à pet shop Casa da Ração, uma feira de adoção de cães e gatos. A campanha acontece das 9h às 16h, na Rua Conde de Bonfim 539, e tem como objetivo incentivar a adoção de animais que foram abandonados nas ruas e praças da cidade.

Poderão ser adotados filhotes de cães e gatos, com toda a orientação e acompanhamento por parte da Ong Anida. A campanha será realizada em dois sábados por mês e, além de colocar os animais para adoção, estará recebendo doações de medicamentos, jornais, produtos de limpeza, ração e qualquer tipo de agasalho para proteger os animais do frio.

Para adotar um animalzinho, os interessados deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade.

Os interessados em participar como voluntários na campanha devem entrar em contato pelo tel. (21) 9632-8115 e falar com Andrea Lambert, veterinária responsável pela Ong Anida.

Sexta-feira , 10 Julho, 2009

Lei proíbe o extermínio de cães e gatos no Rio Grande do Sul,

Olá pessoAU!

O governo gaúcho acaba de sancionar a lei 154/2008 , de autoria do deputado estadual Carlos Gomes, que proíbe o extermínio de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses e canis públicos, uma prática muito usual em todo o País, lamentavelmente, em que pese as inúmeras campanhas feitas por entidades de proteção e pela população. O texto da nova Lei já saiu no Diário Oficial e prevê a identificação, registro, esterelização cirúrgica, estimula a adoção e as campanhas educacionais de cuidado com animais.

O projeto de lei foi aprovado pela Assembleia Legislativa no dia 2 de junho. Na ocasião, o plenário da AL contou com a presença de grande número de ativistas que lutam pela proteção aos animais. Segundo o deputado Carlos Gomes, o texto foi elaborado por conta dos maus-tratos sofridos pelos animais em instituições públicas. "Tivemos amplo apoio das entidades protetoras de animais e do Conselho Regional de Veterinária. Cada deputado recebeu inúmeros e-mails reivindicando a aprovação da lei", destacou o autor da nova legislação.

Carlos Gomes acrescentou que existe uma "matança indiscriminada" de cães e gatos nas instituições públicas municipais, e que "falta orientação para esses órgãos públicos, onde muitas vezes trabalham pessoas que não sabem como lidar com os bichos".

Taí um belo exemplo que poderia e deveria ser seguido.


Quinta-feira, 9 Julho, 2009

Clínica japonesa faz campanha por cães doadores de sangue

Uma clínica veterinária japonesa vem tentando cachorros doadores de sangue para suprir a crescente demanda para cirurgias em animais.

Como recompensa, os doadores de quatro patas ganham direito a um check-up grátis. Os animais de estimação estão ganhando popularidade no Japão. O número de cães registrados pelo governo passou de 800 mil para 6 milhões e meio desde o início da década.

Com a campanha para atrair doadores, os veterinários japoneses esperam informar os donos de cães sobre a existência do serviço e também convencê-los de que a doação é segura.

Pra quem não sabe, aqui no Rio de Janeiro temos a Hemopet, o primeiro banco de sangue de cães e gatos, que foi criado com o objetivo de atender à demanda de mascotes que precisam de transfusão de sangue e que, até então, muitas vezes, deixavam de ter esse atendimento pela dificuldade do clínico em adquirir bolsas de sangue para pequenos animais ou pelo receio de reações transfusionais.

Alguns esclarecimentos sobre o procedimento:

É indolor;
A coleta será feita na casa do responsável pelo canimal, com hora e data marcada;
Após a doação, o organismo recupera o sangue doado em pouco tempo;
O ato de doar não causa nenhum problema ao doador;
Não afina nem engrossa o sangue;
Não causa dependência;
Não é necessário o corte do pêlo, não atrapalhando assim os animais de exposições;


Alguns requisitos necessários para seu animal se tornar um doador:

Cães: acima de 25 kg;
Gatos: acima de 4 kg;
Temperamento dócil;
Vacinação e vermifugação em dia;
Não ter sofrido transfusões prévias;
Faixa etária entre 1 a 8 anos;
Exames dentro da normalidade.

Saiba mais sobre o trabalho do Hemopet em:

www.hemopet.net

Gatos no dentista

Gatos no dentista
Bichanos também estão sujeitos a doenças odontológicas como a Lesão de Reabsorção Odontoclástica

Os gatos também estão sujeitos a problemas relacionados à saúde oral. Além das ocorrências mais comuns - como doenças peridontais e fraturas - os felinos também estão sujeitos a ocorrências odontológicas específicas da espécie. Antes conhecida como cárie dos gatos, a Lesão de Reabsorção Odontoclástica Felina (LROF) atinge a maioria dos bichanos adultos, e tem sua incidência aumentada à medida que os animais envelhecem.
Responsável pelo Serviço de Odontologia do Hospital Veterinário Pet Care, Ricardo Radighieri destaca que pelo menos 68% dos felinos terão a doença em pelo menos um dente durante a vida toda. "Lesões desta natureza se apresentam como uma erosão ou perda da estrutura do dente. Neste caso, forma-se um buraco que, com o passar do tempo, é encoberto pela gengiva. É comum ainda que a gengiva esteja inflamada na região onde ocorre a LROF", explica.
A origem da doença ainda é desconhecida, mas fatores como alterações imunológicas, gengivite, periodontite, dieta, trauma ou doenças virais podem acentuar a atividade das células responsáveis pela produção da dentina e de outros tecidos do dente, fazendo com que estes sejam reabsorvidos. "Neste caso é necessário fazer a extração do dente afetado", esclarece Radighieri. "Por isso, o ideal é que a cavidade oral dos felinos seja avaliada pelo menos uma vez por ano", destaca Ricardo.
Essas lesões também provocam dor e incômodo nos bichanos e os proprietários devem estar atentos a mudanças de comportamento para detectar o problema. "O animal pode passar a ficar mais quieto, apresentar perda de apetite ou demonstrar dor ao mastigar. Geralmente, isso acontece quando o animal solta o alimento de forma brusca, como se tivesse levado um choque no momento da mastigação", diz o veterinário. "Nos gatos, também é comum notar uma intensa salivação e, muitas vezes, a diminuição ou mesmo a ausência total do hábito de se lamber, tão comum quando estão saudáveis", completa.