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| Janir Júnior |
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O Original do Brás, em Brás de Pina, foi o grande vencedor do festival Comida di Buteco. O simpático bar simplesmente levou os títulos em todas as categorias: melhor petisco (o rolê pelo subúrbio, uma variação do bife rolê recheado com cenoura), melhor atendimento, melhor higiene e cerveja mais gelada. Nos petiscos, o Aconchego Carioca (bolinho de feijoada), ficou em segundo, o Siri de Vila Isabel (porção de camarão ao alho) na terceira colocação.
No total, foram cerca de 20 mil votos. Teve muita gente questionando o cerol fino que o Original do Brás, e sua animada turma, passou nos demais. O pessoal do bar entrou no clima da disputa e foi recompensado. A festa Saideira, realizada quarta-feira, no Rio Scenarium, teve samba de alta qualidade com a roda de Moacyr Luz, todos os petiscos concorrentes sendo servidos aos montes e cerveja Bohemia (curiosamente, na festa dos botecos, muita gente reclamou que a cerveja estava quente). Vamos torcer para que em 2009 tenha bis do Comida di Buteco. O Rio agradece.
Original do Brás - Rua Guaporé, 680, Brás de Pina. Telefone: 3866-1313
Email animador que recebo de Elmar, do Cantinho da Fofoca
"Caro Janir, as coisas por aqui no Cantinho andaram e continuam muito mal. Taxas, impostos, lei seca, lei do silêncio... Para um fora da lei é difícil. Mas o que parecia o fim pode se tornar um recomeço. Com a ajuda dos clientes, amigos, imprensa e músicos, a coisa pode mudar. Alguns amigos e músicos estão pretendendo fazer shows em lugares maiores, com o objetivo de levantar fundos para o pagamento das dívidas, já que o bar não se paga. Assim sendo, se tudo der certo, espero não fechar no dia 20 de outubro. Só haverá uma mudança de nome a partir dessa data. O bar vai se chamar 'Depósito de Velharias do Nonô', nome usurpado da matéria de Juarez Becoza na coluna "Pé Sujo", em 2007. Obrigado, amigo, pelo apoio de sempre. Nonô de Paraquaquá (Elmar Carvalho)"
Acabou no domingo a 1ª edição do Comida di Buteco no Rio, festival que faz sucesso há anos em Belo Horizonte e que, em 2008, teve mais de 500 mil participantes. O anúncio dos vencedores nas categorias petisco, atendimento, higiene e temperatura da cerveja serão conhecidos na quarta-feira. Num balanço da edição carioca pontos positivos e negativos.
Primeiro, a desistência do Bar Lagoa, que concorreria com o salsichão. Para sair no primeiro dia era melhor não ter entrado. Mas a conhecida antipatia de grande parte dos funcionários da casa mais uma vez foi comprovada. Com isso, ficaram 30 bares na disputa.
Entre os concorrentes, destaco os donos de bares que decidiram ousar e fugiram do lugar-comum de petiscos como o bolinho de bacalhau (que aliás do Adonis estava ótimo, como sempre) ou empada de camarão (a do Armazém Cardosão está acima da média na qualidade, mas poderia ser mais recheada).
Certo é que a tortilla de carne-seca do Antigamente (rua do Ouvidor), o Polvinho estufado do Casual (na mesma rua do Ouvidor) e o pastel de angu recheado com bacon, couve e torresmo do Beco do Rato (Lapa) merecem destaque pela ousadia e pelo paladar. Provei e aprovei os três. Em Belo Horizonte são criados petiscos especialmente para o Comida di Buteco, que depois passam a integrar os cardápios.
À distância, fiquei com água na boca no Copa Loma assada com molho escuro e legumes crocantes do Petit Paulette (Praça da Bandeira). Difícil é entender quem abusa do direito de ser óbvio, como o Boteco Salvação, com espetinho de mignon e o Jobi com caldinho de feijão (?!).
Outros bares entraram na disputa com seus principais petiscos. Bar do Mineiro (Santa Teresa) com o famoso pastel de feijão, Pavão Azul (Copacabana) com as pataniscas, e a picanha do Real Chopp (Copacabana). Todos conhecidos e sempre muito bons.
Na logística, alguns donos de bares não pegaram o espírito da coisa. Em algumas das muitas casas em que estive simplesmente não entregavam as cédulas de votação; em outras, entregavam como se fossem guardanapos para serem usados e jogados fora, faltou estímulo; mas também teve muita gente levando a sério.
Grave foi a reclamação de uma amiga: ela foi a uma das casas concorrentes, mas nada funcionava. Pediu sua cédula, votou, ia depositar na urna, mas num golpe veloz o gerente pegou e disse que colocaria na urna. Ela deixou pra lá, certamente o gerente sabia dos problemas e também deve ter deixado o voto dela pra lá...
Outra coisa que merece análise: atendimento, higiene, cerveja gelada e bons petiscos devem ser leis todo dia, toda hora. Mas em certos casos - como em dias de grandes eventos - a casa merece o mínimo de compreensão do eleitor boêmio. Também merecem atenção grandes bares que ficaram de fora e podem pintar no ano que vem.
Mas, entre alguns problemas, o Comida di Buteco veio para ficar. De quebra, teve música de qualidade (o Nicolas Krassik é bom demais).
Quinta-feira trago os vencedores!
PS: Fui jurado do Bar Vanhargen, Cardosão e Antigamente.
Repasso post do meu irmão (de sangue, diga-se de passagem) Luiz Antonio Simas (http://www.hisbrasil.blogspot.com/). O samba número 6 já avançou em dois cortes e, no sábado, dia 30, deve ser puxado lá pela 1h30. Além disso, a gravação mereceu comentários de Caetano Veloso no seu blog Obra em Progresso.
"Os amigos mais chegados sabem que estou concorrendo à disputa do samba-enredo no Salgueiro. Até agora estamos indo bem. Nosso samba - do Beto Mussa , do Edgar e meu - tem recebido vários elogios e passado na quadra com valentia. Acreditamos que, pelo menos, chegaremos à final. O samba é sério, em tom menor, adequado ao enredo - Tambor. Ouçam a gravação na página do Salgueiro. Basta clicar no link : http://tambor.salgueiro.com.br/SCE2009.asp?S=225
Estamos precisando da ajuda dos amigos, já que nossa torcida é formada apenas por simpatizantes do samba, familiares e camaradas. Temos convites para a quadra. A disputa ocorre aos sábados, até 11 de outubro. Neste sábado, 30 de agosto, tem. Quem quiser convites para passar uma noite porreta ouvindo os sambas salgueirenses e tomando umas geladas, entre em contato comigo pelo email luizantoniosimas@hotmail.com. Não há limites. Qualquer leitor do blog será extremamente bem-vindo, os que eu conheço e os que terei imenso prazer em conhecer na quadra. Se der para reencontrar ex-alunos, melhor ainda. "
Abraços. Luiz Antonio Simas
Moacyr Luz lança no dia 30 de agosto (sábado), a partir de 12h, o livro Botequim de Bêbado Tem Dono, na livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37). O livro tem ilustrações de Chico Caruso e apresenta roteiro de 25 bares, com uma visão diferente e histórias curiosas. "Vinte e cinco histórias foram vividas nos bares dos títulos, mas modestamente caberiam mais uns 100 casos de outras biroscas perdidas nos labirintos do meu coração - ou do meu fígado, sendo menos lírico. Costumo brincar que as minhas histórias são baseadas em fatos irreais, mas aqui não, foi tudo vivido até a última dose", garante Moacyr. Depois da sessão de autógrafos, uma grande roda de samba.
Com tristeza, recebo o email do Elmar, responsável pelo Cantinho da Fofoca, com o anúncio de que o agradável bar - sempre com cerveja gelada, boa música e bom papo - fechará as portas no dia 20 de outubro, justamente quando completaria dois anos de funcionamento. No email, Elmar explica que a casa passa por dificulades financeiras. No ano passado, o Cantinho, que fica na Rua Taylor, Lapa, foi eleito pela revista Tudo de Bom, de O DIA, como melhor botequim do Rio. No email, Elmar, entre outros, agradece ao blog e à revista pela força. "De nada, Elmar". Só nos resta lamentar.

O Cervantes de Copacabana - com o balcão virado para a rua Barata Ribeiro e o salão na fervilhante Prado Júnior - está fechado para reformas, ainda sem data para reabrir. O aviso serve para os notívagos que passam para matar a fome com saunduíche de pernil com abacaxi (segundo o dono, o mais vendido nas madrugadas) e beber a saideira lá pelas 5h.

Contribuição da amiga Ana Carla Gomes, direto da China. Ana é mais da turma do suco, mas quem bebeu disse que é fraquinha. A Tsingtao é a maior marca de cervejas chinesas, além de patrocinadora oficial das Olimpíadas. Em agosto, a cervejaria promove um festival que distribui cervejas em sacos plásticos, isso mesmo. A marca é badalada, uma lata custa em média R$ 5 e, com algumas doses a mais, é possível ficar com olho puxado igual ao do chinês.

Sem fronteiras, o blog fala agora de Floripa. Que é terra boa todo mundo sabe. O nascer do sol na Guarda do Embaú não tem preço (olha a bela foto de Andréa Farias, amiga que recebe os amigos muito bem por aquelas terras). Agora, para beber bem e devorar uns bons petiscos a boa é o Box 32, que fica no Mercado Público, ponto muito conhecido da cidade. Pastel de camarão com 100 gramas de recheio, patinhas de caranguejo, presunto espanhol Pata Negra são apenas algumas das muitas opções do cardápio.
Para beber rola a Cachamel, drinque local de cachaça envelhecida com mel. São "apenas" 800 marcas de bebidas para escolher. Desde scotchs com 30 anos até vinhos portugueses e licores. O presidente Lula já esteve no Box 32 e provou do bom e do melhor. "Aqui se misturam o desembargador e o pescador, o empresário e o artista, o que justifica nossa condição de balcão mais democrático do Brasil", explica Beto Barreiros, responsável pela casa.Depois da praia em Floripa, a boa é o Box 32.
Fotos do Box 32: Divulgação
Cariocas freqüentadores de botequins terão um mês cheio. Como já foi bem divulgado pelos jornais cariocas na semana passada, começou no sábado e vai até o dia 31 de agosto o festival Comida di Buteco. Para quem tem dúvidas ou quiser conferir os bares concorrentes é só acessar o site www.comidadibuteco.com.br. E rumo aos botequins!!!

Em um chope com Júnior dia desses no Cevada, na Praça Serzedelo Corrêa, em Copacabana, o maestro revelou que, além de bater ponto em Copa, tem dado alguns giros pelas noites de samba da Lapa. Vai em casas do bairro boêmio, às vezes em plena segunda-feira, para escutar samba -enredo. A próxima investida será provar uma bela bacalhoada na Taberna do Juca, na Avenida Mem de Sá, a convite do gerente Kleyson Rodrigues. "Tô dentro. A Lapa tá bombando", brincou Júnior. Enquanto bebia com o Capacete, pesquei mais uma das frases de botecos pendurada em um canto do bar: "Mulher feia é igual a ventania. Só quebra galho".

Quem gosta de caipirinha da melhor qualidade, com vodka boa e frutas frescas, e procura um CD de choro difícil de encontrar ou samba de primeira linha conhece a barraca do Luizinho, figurinha carimbada nas melhores rodas de samba da cidade. Há 10 anos, Luizinho, 46, era o responsável em comandar o bar nas festas do PT, principalmente de Eliomar Coelho. Aos poucos, ele começou a fincar sua bandeira, ou melhor, sua barraca nas concentrações de blocos como Simpatia é Quase Amor, Bloco da Segunda, Barbas, Escravos da Mauá e Suvaco de Cristo. Arrendou o bar do Clube Condomínio, no Horto, e também abastecia com drinks festas no Lagoinha, clube que marcou época em Santa Teresa. Depois, foi a vez dos CD's. "Foi culpa do Nei Lopes. Sempre que estava com minha barraca nos sambas, o músico que tocava deixava alguns discos para eu vender. Numa dessas vezes, o Nei esqueceu e mandou: 'resolve aí pra mim'. Percebi que nem sempre o músico tem tempo para ver isso. A ficha caiu e comecei a comprar CD's para vender", recorda Luizinho.
O principal ponto fixo da barraca do Luizinho é o Choro na Feira, na Rua General Glicério, em Laranjeiras, onde bate ponto todos os sábados há oito anos. "A feira só existe por conta do choro. O pessoal quer escutar boa música e acaba fazendo uma feira. É mais fácil ver alguém com um CD na mão do que com uma bolsa de frutas e legumes", destaca. Há um ano, Luizinho também está no choro da Praça São Salvador, todo domingo, a partir das 11h."Multidão não é sinônimo de boas vendas. É preferível um público menor", ensina.
Entre as caipirinhas (R$ 5,50), o sucesso fica por conta da de gengibre com tangerina. "A turma reclama quando não tem", afirma Luizinho, que aponta outra que faz sucesso: a de frutas vermelhas, com amora, melancia, acerola, entre outras frutas. "A qualidade é nosso diferencial. Usamos gelo filtrado, frutas frescas, tudo com higiene", afirma Luizinho, que opta por cachaças como a Providência e boas vodkas. Quem quiser pode contratar os serviços de Luizinho, que monta o bar em festas em companhia de Afonso, o gente boa que faz as caipirinhas. O telefone é 9805-7525.
Na barraca do Luizinho a cerveja está sempre estupidamente gelada. Quem fica contrariado com a fila que volta e meia se forma, Luizinho solta a pérola: "Melhor ficar na fila da caipirinha do que na do banco".
Fotos: Janir Jr.

No último domingo, dia 29, a calçada da Rua Marquês de Abrantes estava repleta de geladeiras, vinhos, mesas e cadeiras (foto). Chegava ao fim a Adega do Juca do Flamengo, depois de pouco mais de dois anos de funcionamento. Apesar de o bar ficar na charmosa e badalada esquina com a Paissandu, o negócio não vingou, assim como aconteceu com os últimos três bares do lugar. Uma creperia abrirá em breve.
Essa foi a primeira mudança da Rede Juca de Botequins. O Serafim, na Rua Alice, em Laranjeiras, sofre com a fiscalização e multas por colocar cadeiras e mesas na calçada. Agora, então, é fato raro conseguir um chope do lado de fora. Juca decidiu enfeitar a entrada do bar com enormes plantas o que ficou, no mínimo, estranho. Do outro lado da rua, segue a pinimba do português com seu sócio, Edgar, na Tasca do Edgar, nada de novo.
A nova investida de Juca será um restaurante no complexo de lojas na Rua das Laranjeiras, 336, bem próximo à Rua Alice. A casa, com o nome provisório de Toca do Juca, será especializada em todos os tipos de carne feitas na brasa, com destaque para galetos e picanhas. Outra investida de Juca e seus sócios será uma pizzaria em Caxias, na Avenida Presidente Kennedy.
Música boa e de graça neste sábado, na Praça Mauro Duarte, em Botafogo. A partir das 19h, Cristina Buarque e o grupo Samba de Fato promoverão roda de samba para o lançamento do CD com músicas inéditas e outras quase esquecidas de Mauro ‘Bolacha’ Duarte, que não fez muitos registros de sua maravilhosa obra, mas tem seu nome gravado na história do samba. A pracinha fica próxima às ruas Arnaldo Quintela e General Polidoro.

Na brasa, picanha, lingüiça e galetos que podem ser escolhidos a dedo pelos clientes, já que as carnes ficam expostas como se fosse um açougue. Para acompanhar, chope Brahma gelado e diversas cachaças. O Galeto de Caxias, no coração da Avenida Presidente Kennedy, mistura aconchego, bom atendimento e qualidade na cozinha e nos pratos e petiscos.
Quem é da área deve conhecer o lugar; quem não é lembre-se que a Linha Vermelha fora do horário de rush deixou o Galeto mais perto. E a Avenida Presidente Kennedy, para quem não conhece ou não vai a Caxias há tempos, agora está sempre bem iluminada e virou referência no bairro.
O galeto é uma das boas pedidas tanto no almoço como no jantar. Todas as carnes são feitas na brasa. Merece destaque a picanha com lingüiça e farofa brasileira. O cabrito à moda e a carne de sol com baião de dois tambémestão entre os mais pedidos e provam que a cozinha funciona bem. Para tirar um gosto, o bolinho de bacalhau é uma boa pedida.
E a boa: o cliente que gastar acima de R$ 20 ainda ganha uma raspadinha que pode estar premiada com bebidas e até algum dos pratos. Molezinha...
Fotos: Marcelo Hollanda
Galeto de Caxias - Avenida Presidente Kennedy, 1.484, Caxias Telefone: 2671-3330

Tá rolando no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo - Rua Monte Alegre, 306 - uma exposição de 45 fotógrafos com imagens de alguns bares e botequins de Santa Teresa. A mostra vai até 9 de agosto. Fotos como estas de Ângela Roumillac, Walace Veltri e Marcus Monnerat estão entre os destaques das imagens que resumem um pouco do espírito boêmio de Santa. 
O litoral norte da Bahia, em quase toda sua extensão, está dominado. Dominado pela Nova Schin. A cerveja é a mais consumida pelos baianos e patrocina grandes eventos como o que está rolando na Praia do Forte, o Billabong Surf Eco Festival (etapa WQS) e a tradicional festa de São João, que acontecerá na semana que vem. Brahma aqui em Mata de São João é artigo de luxo. Muitos bares trabalham exclusivamente com a Nova Schin, em troca recebem grandes barracas e mesas de gosto duvidoso. Além do sotaque, o pessoal da terrinha sabe logo que você é de fora quando pede uma cerveja que não seja Schin, Schincariol. É dose, meu rei.
Aos 95 anos, José Bispo Clementino dos Santos, o Jamelão, decidiu atravessar o samba. Morreu, na madrugada de sábado, quase na hora da Alvorada, a voz que contou e cantou grande parte da história da Mangueira. Além dos capítulos escritos com traços verdes e rosas, o intérprete (quem vacilou e um dia o chamou de puxador de samba sabe bem o que ouviu) deixa algumas tiradas. Como na vez que uma menina serelepe pediu para beijar a mão de Jamelão, "seu ídolo desdes os tempos idos", ela disse (e olha que a menina devia ter um 18 aninhos). Como resposta, a voz grave do Morro de Mangueira deu a chapuletada: "Não sou pai-de-santo para você beijar minha mão". Mas a pérola maior do assumido vascaíno Jamelão (que tentava conter a tremedeira das mãos com elásticos) é a versão de 'Oração de um rubro-negro', música de Bili Blanco. Na letra, além de exaltar ídolos do Flamengo, o vascaíno Jamelão deixa sua voz rouca assumir: "eu sou Flamengo de fato". Amém. Clique aqui para fazer o download do arquivo de áudio!!!
Primeiro, o Bar Mofo, na rua Barão do Flamengo, cresceu. Era uma pequeno salão com mesas de madeira. A loja anexa foi alugada, a casa ganhou ainda mais espaço. Dia de futebol, o bar, com um enorme telão, lota. Em breve, o Mofo terá filial na Avenida Mem de Sá, na Lapa, bem próximo ao Capela. Mais um bar com filial. Mais um "bar da moda" na Lapa. Sei, não...

Para quem gosta: vinho rosé Amante da vinícola Casa Valduga (com notas de frutas vermelhas) combinado com Palheta de Cordeiro e risoto de limão. Isso mais a sobremesa por R$ 66 no Boteco Vip, em Botafogo.
Para mim, o atrativo da casa é outro: o chope Cidade Imperial, de Petrópolis, produzido artesanalmente, sem conservantes e difícil de encontrar pelos balcões.
Boteco Vip: Rua Conde de Irajá, 115, Botafogo. Informações e reservas pelo (21) 2286-6618.
Crédito da foto: Humberto Teski

O título pode ser entendido de duas maneiras: com a derrota de 3 a 1 para o Fluminense, os argentinos dançaram da Libertadores; e para assistir à derrota do Boca, os hermanos sofreram com o 'jeitinho' brasileiro. Ao contrário do Campeonato Brasileiro, na Libertadores a venda de cerveja no Maracanã é liberada. Como eu estava no estádio para fazer a cobertura do jogo - uma das missões era acompanhar a torcida argentina - notei a estratégia dos ambulantes. Na arquibancada, quando passavam da torcida do Fluminense para a do Boca, eles viravam do lado do avesso o colete que usavam com os preços das bebidas: ou seja, a cerveja Skol (na Libertadores a Itaipava foi colocada para escanteio) que para os tricolores saía a R$ 4, para os argentinos custava R$ 5, assim como outras bebidas também foram inflacionadas. E, depois da grande confusão no início do segundo tempo, quando houve confronto com a PM, o gás de pimenta deixou todos com lágrimas nos olhos e garganta seca. Conclusão: foi preciso os hermanos beberem ainda mais cerveja. Em todos os sentidos, a derrota saiu caro. E, a poucos metros da torcida do Boca, um tricolor em êxtase soltou o trocadilho: "Bem feito. Cerveja mais cara e pimenta no ... dos argentinos é refresco".

Márcio e Armando do Beco do Rato e Samba Luzia mandam avisar: está no ar a pleno vapor o endereço virtual www.becodorato.com.br. Muitas fotos, histórias, programação e também telefones para reservas e agendamento de festas de aniversários. Vale a pena dar uma passada no balcão virtual do Beco.

Oferecido pelo Márcio do Beco do Rato esse Steinhäger (notem a capa branca) é o manjar dos deuses. Alemão purinho, o Schlichte desce redondo. O Steinhäger surgiu no século XV na região da Westphalia Oriental - Alemanha, conhecida como Steinhägen. Desde então, só é considerado um Steinhäger autêntico o produto originário dessa região. A bebida não congela, fica um pouco pastosa, e vem na tradicional garrafa de louça marrom de 700ml. Vai?

Nessa quinta-feira, dia 15, o Samba da Sopa, no Bom Sujeito, na Barra, comandado pelo Leo (Júnior) "vai bombar", segundo o próprio maestro garante. A roda de samba comandada pelo ídolo rubro-negro terá a presença de Arlindo Cruz. A boa é chegar cedo, beber uma cerveja pelos bares próximos e não subir muito tarde (lá pelas 22h), pois a casa certamente vai encher com essa dupla de craques.
Depois da Brahma e Skol, a cerveja vendida na quadra da Mangueira durante as feijoadas e, futuramente, nos ensaios é a Antarctica. A latinha sai por R$ 3. Por isso, mantenho minha recomendação de correr para o lado de fora e beber garrafa de Brahma estupidamente gelada na barraca da Sandrinha.

Em simpósio realizado recentemente em Granada, na Espanha, estudos de especialistas em nutrição revelaram que a ingestão moderada de cerveja depois do exercício físico favorece a reidratação dos atletas sem prejudicar suas capacidades psicocognitivas. Nos estudos, foi recomendado incluir a cerveja na dieta diária dos atletas. As propriedades antioxidantes da bebida, destacarm os especialistas, também favorecem o sistema cardiovascular.
O cardiologista e ex-jogador de basquete Juan Antonio Corbalán afirmou que a cerveja tem um perfil excelente por conseguir uma hidratação eficaz do organismo após o exercício físico. O cardiologista ressaltou a necessidade de eliminar determinados tabus em relação ao sumo da cevada, que definiu como "a primeira bebida para o atleta, após a água". Será?
O amigo Ricardo Mota traz uma contribuição internacional para o blog. Recentemente, ele esteve em Cuba e como todo bom turista esteve no bar La Bodeguita, em Havana Velha. O bar, voltado para os gringos, é famoso pelo seu Mojito, bebida badalada na ilha, feita com rum, água com gás, limão, hortelã e açúcar, que custa em média US$ 4. No bar, a mensagem do escritor americano Ernest Hemingway demonstra seu gosto pela bebida e por outro bar cubano, o Floridita: "My mojito in la Bodeguita; My daiquiri in El Floridita". Na Bodeguita, o balcão de madeira lembra bem o de boteco carioca. Ao fundo, funciona um restaurante. Alguns músicos locais passam pelo bar para dar uma canja de música cubana em troca de trocados. Mas cuidado: não exagere na dose. Caso contrário, você pode saudar, mesmo que sem querer, o sucessor de Fidel Castro, seu irmão........Raúúúúlllllll. .JPG) .jpg)   PS: Quem quiser aprender a preparar o Mojito pode acessar http://www.cocktailteam.net/DetailsCocktail.aspx?ID=21
Está confirmado. A Casa Brasil, na Praça São Salvador, em Laranjeiras, já está sob o comando dos sócios da rede Belmonte. As mudanças estão sendo feitas, as mesinhas foram trocadas por uma penca de mesas padronizadas da Antarctica e o antigo pé-sujo infelizmente ganha ares de botequim fake. Ainda é possível, porém, ver objetos e o nome Brasil pelo bar.
Mas a recepção não foi das melhores. Nesta segunda-feira pela manhã, dois homens armados chegaram ao local pouco antes das 6h. Os portões ainda estavam fechados, e ao chamarem o novo gerente, identificaram-se como se fossem da padaria. Ingênuo, ele abriu. Os bandidos entraram armados com pistola, gritando e com ameaças de morte. Em poucos minutos, levaram cerca de R$ 2.500. Não sei o motivo, mas os funcionários do Belmonte não prestaram queixa. Até onde eu sei isso nunca tinha acontecido naquela esquina.
O tradicional bar ao lado, Adega da Praça, também deve fazer parte do Belmonte mas, até ontem, os gerentes negavam, mas os boatos dão conta que o botequim também foi vendido. Uma coisa é certa: a cerveja estava quente, fato raro. Seria um indício de que já estão deixando o boteco meio de lado? Quem viver verá.
"O ritual era sempre o mesmo: meu pai chegava um pouco antes do telejornal, tomava banho e minha mãe apressava-se em esquentar a comida. Fazia a mesa com habilidade e rapidez, e, por último, escolhia no refrigerador a cerveja mais gelada. Botava a Caracu na mesa, e, como quem estivesse cronometrando tudo aquilo, meu pai chegava à sala no exato instante em que minha mãe encerrava seu serviço, puxando a cadeira para que ele se sentasse.
Foi assim que fui me familiarizando com aquela bebida escura. Levei anos, sim, para descobrir que era um touro e, não, uma vaquinha, o animal que estampava aquele rótulo vermelho. Um dia, meu pai me interrompeu no exato momento em que eu, totalmente à toa e sem interesse no telejornal feito para adultos, tentava descascar com as unhas roídas a simpática vaquinha.
"Quer provar?"
Se não fazia mal ao meu pai, não haveria de ser ruim para mim. Experimentei com medo e, para não decepcioná-lo, disse que tinha adorado aquele gosto amargo. No dia seguinte, na falta da cerveja da vaquinha na geladeira, minha mãe levou para a mesa uma garrafa maior, com um líqüido quase dourado. Encantei-me pelos pingüins que ilustravam aquele rótulo e quis deixar meu pai orgulhoso:
"Posso provar?"
De gole em gole, fui crescendo, assim como crescia a quantidade de cerveja que meu pai, cuidadoso, permitia que eu experimentasse. Custei a convencê-lo de que já era hora de ter meu próprio copo, em vez de ficar vivendo de esmolas. Quando, já moça, consegui dobrá-lo, deixei que a espuma grudasse nos meus lábios só para depois varrê-la para dentro da boca com a língua. Bebi tudo. E guardei comigo um segredo que somente hoje, sei lá quantos anos depois, revelo ao mundo: fiquei tonta e deitei no sofá.
Meu pai se aposentou, mas ainda bebe sua cerveja. De vez em quando, comigo, num almoço de domingo com a família, hoje bem maior.
Mas sou também de beber sozinha. Caipirinha, cerveja e chope são a minha companhia, assim como os garçons com quem fiz amizade por esses bares da vida. Adoram falar de futebol. E, sendo assim, o que há de melhor no mundo do que resenha de bola com aquele santo homem que mata a sede da gente? Resposta: o melhor é fazer isso tudo com alguma pressão no chope. Amém."
Marluci Martins é repórter de Esportes do Jornal O Dia desde 1988. Faz parte também do time de comentaristas do programa Redação Sportv. Nas horas vagas, dedica o tempo que lhe resta ao sagrado chope gelado e seu blog, Futebol&Afins (http://odia.terra.com.br/blog/marluci).
23 de abril é dia de São Jorge. Em breve trarei a programação da missa da Alvorada na igreja do Centro, com direito a queima de fogos, corrente forte de oração para o Santo Guerreiro, cerveja gelada nas barraquinhas, muita comida boa, roda de samba e as batidas dos tambores. A data cai numa quarta-feira. A missa começa às 5h!!! Salve, Jorge!
Recentemente, o Bar Getúlio, no Catete, fez uma grande mudança no cardápio, incluindo pratos novos . A cozinha, comandada por jovens cheios de disposição, deu uma boa melhorada nas comidas e petiscos. O próximo passo será uma roda de samba com feijoada. Os proprietários aguardam apenas algumas papeladas para dar início ao balacobaco. O Getúlio fica na Rua do Catete, 146, em frente ao Museu da República.
Uma amiga (linda, por sinal) reclamou que está tendo muito samba no blog. Ela quer mais bares. Expliquei que samba e cerveja andam de mãos dadas, ainda mais nos cantos que eu costumo fazer uma ronda. Para implicar com ela vamos de mais samba. Está aí a filipeta com a boa do fim de semana! Imperdível!
Por causa do feriado de Sexta-feira Santa, a roda de Moacyr Luz e companhia será na quinta-feira, com a presença do grande Luiz Carlos da Vila. A idéia é que a cada semana o samba receba um convidado especial, além dos músicos que sempre dão uma canja. Parece que vai rolar aumento: R$ 12 mulher, R$ 15 homem. A roda rola na laje do clube Santa Luzia, atrás do aeroporto Santos Dummont
Com a previsão de frente fria, a boa de sábado é curtir a feijoada no Comuna do Semente, na Lapa, com o grupo Semente no Terreiro formado por Rafael dos Santos (cavaco e voz), Henrique Martins (violão sete cordas), Fred Alves (surdo) e Jorge Alexandre (percussão geral) e Anderson (pandeiro e voz) como convidado. O feijão começa a ser servido às 14h e pouco depois começa o samba que rola até às 19h. A entrada custa R$10. A feijoada sai por R$ 15. Será a segunda edição do evento.
Endereço: Rua Joaquim Silva, 138 - Lapa. 21 2509-3591 e 9781-2451. Rio de Janeiro, RJ
Além de ser a primeira feijoada da Mangueira em 2008, no próximo sábado, o grupo Karta Marcada - com a presença de Leandro Sapucahy e outros convidados - agitará a quadra da Verde-e-Rosa. Será o primeiro grande evento depois da prisão de Tuchinha, chefe do tráfico no morro, no dia 23. O policiamento tem sido reforçado e, segundo moradores e comerciantes, o clima é de aparente tranqüilidade. A entrada custa R$ 5, a feijoada R$ 10. Os mangueirenses prometem uma festa para que a comunidade e a escola, que enfrentam uma avalanche de problemas desde o ano passado, comecem a ocupar outras páginas que não sejam as policiais.

O simpático bar Cantinho da Fofoca, na Lapa (Rua Taylor, 42-A), segue com programação animada até o fim de fevereiro. Segunda-feira rola "Os 4 Zé", com música instrumental brasileira. Terça é dia de Bossa Nova. Na quarta, tem Timbatu Trio, com MPB instrumental e Jazz; Quinta rola o Instrumental de Quintal também com o mais puro jazz; Sexta é dia de Rock, e sábado acontece o Afro-samba e outros gueri-gueri, com o Trio Assanhado, que toca músicas de Chico Buarque, Baden Powel, Guinga entre outros. Todos os dias as apresentações começam às 19h e o couvert artístico custa a bagatela de R$ 4. O telefone é 2507-2077.

Domingão tem Flamengo e Vasco pela semifinal da Taça Guanabara, às 16h, no Maraca. Antônio Carlos, garçom do Clipper, no Leblon, é rubro-negro e acredita que a vitória e os chopes para comemorar a classificação virão de bandeja. O bar estará aberto domingo depois do jogo, já que o local virou ponto de comemoração (de gosto duvidoso) de torcedores do Flamengo. Para acompanhar o chope sempre bem tirado, tem o suculento bolinho de camarão com catupiry, pastéis feitos na hora e, promete Antônio Carlos, uma porção especial de bolinho de bacalhau. A gracinha é do homem da bandeja, não minha. Se der Vasco, bota na conta do garçom.

Depois da folia, o blog aos poucos voltará a pleno vapor. Entre curtição nos blocos (que a cada ano enchem mais e mais) e ralação na cobertura dos desfiles das escolas de samba na Sapucaí, muitas coisas me chamaram a atenção, mas como o Carnaval já rendeu tudo quanto é tipo de matérias em jornais, televisões e blogs, destaco duas: a Antarctica investiu pesado nos blocos; já na Sapucaí, uma latinha de Nova Schin, patrocinadora do evento, custava a 'bagatela' de R$ 3,50, é mole?! É hora de retomar os trabalhos, espantar o cansaço e ir em busca de novos bares. Até.
O Pavão Azul, em Copacabana, sofrerá uma baixa e tanto. Gustavo, nosso bravo Filé, está de saída do bar depois de 18 anos de serviços muito bem prestados aos amigos e clientes. Em companhia de outros sócios, Filé abrirá uma pousada lá pelas bandas de Juiz de Fora. O novo negócio promete ser sucesso, com o projeto de um bar próximo a uma queda d'água, e feijoada com samba aos sábados. Assim que tiver mais detalhes coloco aqui no blog. Lamento a saída do Gustavo, mas tenho a certeza de que o Pavão e o Filé continuarão com a trilha de sucesso.

Para comemorar 10 anos de existência, sendo quatro na rua do Ouvidor, número 37, a encantadora Livraria Folha Seca promoverá uma grande roda de samba no domingo, a partir das 14h, bem em frente a loja. Os restaurantes e bares estarão abertos, assim como o coração de todos amigos de Daniela Duarte e Rodrigo Ferrari, responsáveis pela Folha. Muita cerveja gelada, boa música e festejos ao dia de São Sebastião.
Transcrevo um email que acabo de receber da Riotur. Não poderia existir notícia melhor às vésperas do Carnaval e já com os blocos na rua. Será que a promessa será cumprida e nossas cervejas e olhos estarão livres da maldita espuma?! Além disso, também é bacana a proibição da venda de garrafas de vidros nos blocos.Carnaval Limpo: Prefeitura vai coibir a venda de espuma Boa notícia para quem quer brincar o carnaval limpo: os foliões estarão livres de uma vez por todas daquela incômoda espuma tóxica que atravessa o samba. A prefeitura do Rio vai coibir a venda ilegal dos tubos de spray de espuma nos blocos e bailes de carnaval. Representantes de blocos carnavalescos, das subprefeituras e da Prefeitura se reuniram hoje de manhã na sede da Riotur para tratar de detalhes operacionais dos eventos nos dias de carnaval. Ficou estabelecido que a Guarda Municipal e o departamento de Controle Urbano vão reprimir a utilização da espuma e das garrafas de vidro nos dias de folia.
O diretor de operações da Riotur, Bruno Mattos, lembrou que a lei municipal 4563 proíbe a comercialização da espuma em aerosol. Os ambulantes que desobedecerem à lei terão o material apreendido. E os comerciantes que venderem os tubos de espuma serão notificados, podendo perder o alvará. A Riotur pedirá ao departamento de Controle Urbano que faça blitzes, a partir de amanhã, nos mercados populares da cidade - onde a espuma normalmente é vendida - para reprimir a comercialização do produto.
"A espuma irrita quem está brincando o carnaval, além de ser fabricada com material tóxico, podendo provocar irritações nos olhos e na pele. Vamos ter bom senso e brincar o carnaval respeitando o direito dos outros. A prefeitura faz um apelo aos pais que não comprem as espumas para os filhos, é prejudicial e ilegal. É muito melhor brincar o carnaval com os tradicionais confetes e serpentinas. A prefeitura vai coibir também a venda de bebidas em garrafas de vidro nos blocos e bailes porque representam um perigo enorme nos eventos de massa. As pessoas podem se cortar. O objetivo é evitar os acidentes", afirmou o diretor de operações da Riotur, Bruno Mattos. 
Bar Luiz - Fundado em 1887, é especialista em culinária alemã, com kassler, eisbein e salsichão, sempre acompanhados de salada de batatas. O chope, claro ou escuro, vale o confere. O bar fica na Rua da Carioca, 39, Centro. O telefone é 2262-6900.
Bar Lagoa - Sempre uma boa pedida beber um chope no varandão de frente para a Lagoa Rodrigo de Freitas. O chope cremoso da Brahma acompanha bem o bife à milanesa. O ambiente é sempre muito agradável. A casa fica na Avenida Epitácio Pessoa, 1674. O telefone é 2523-1135.
Beco das Sardinhas - A rua fechada para carros abriga cinco bares que espalham suas mesas pelas ruas, com muita sardinha frita e chope dos bons. Os bares Ocidental, Rei dos Frangos Marítimos, Adega e Bar Quinta das Videiras, Quina de Ouro Rei das Sardinhas e Bar Tesouro fazem do local um ponto de parada obrigatório. O Beco fica na Rua Miguel Couto, 139, A, no Centro.
Um velho apontador de jogo do bicho de Be | |