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Marluci Martins

Sábado, 30 Junho, 2007

E lá se foram cinco anos...

Há cinco anos, em Yokohama, no Japão, a seleção brasileira conquistava o penta, na Copa do Mundo, sapecando 2 a 0 na Alemanha. Há cinco anos, a Reutersgente acordava cedo, com disposição, para vibrar com Rivaldo e Ronaldo. Dava gosto. Há cinco anos, a gente tinha orgulho e, também, um técnico de respeito, Luiz Felipe Scolari.

Hoje, a gente volta no tempo somente para lembrar, sentir saudade e perguntar: será que a Seleção é capaz de fazer aquilo de novo? Foram sete vitórias em sete jogos. O Brasil, com 18 gols, teve o melhor ataque da competição. E, com quatro sofridos, teve a segunda melhor defesa.

Cinco anos depois, não temos por que sentir orgulho. A seleção de Dunga não faz gol há dois jogos. Enquanto esperamos a partida de amanhã, contra o Chile, fiquemos com a boa campanha do time de Felipão, no dia em que se deveria comemorar o aniversário de cinco anos do penta. Mas a tristeza dos dias de hoje não nos permite comemorações. Não é, Dunga?



Brasil 2x1 Turquia
(Ulsan)

Brasil 4x0 China
(Seogwipo)

Brasil 5x2 Costa Rica
(Suwon)

Brasil 2x0 Bélgica
(Kobe)

Brasil 2x1 Inglaterra
(Shizuoka)

Brasil 1x0 Turquia
(Saitama)

Brasil 2x0 Alemanha
(Yokohama)


Quinta-feira, 28 Junho, 2007

Da Internet para o Flamengo

O Flamengo mandou uma comitiva à Bahia a fim de conferir se o menino Maycon Santana, de 15 anos, é realmente bom de bola, como mostra o video que, produzido por sua família, virou sensação na Internet. Se provar ao vivo que tem habilidade, o garoto será convidado a fazer a mudança para o Rio.
Se Dunga assistir ao filminho, periga Maycon se mandar pra Venezuela.


Seleção de Parreira ou Seleção de Dunga?

Faço uma pergunta ao meu amigo e vizinho de mesa, na redação do Dia, o colunista ReproduçãoMárcio Guedes: "A Seleção de Parreira era pior do que a de Dunga?"
Márcio tira os óculos, olha para o teto, e diz: "Ainda está cedo... Pergunta difícil de responder, hein..."
Reformulo a pergunta: "A Seleção que foi um fiasco na Copa teria perdido para o México?"
Márcio de novo tira os óculos. "Difícil de dizer..."
Também não sei. O que mais me impressionou nessa nova derrota foi a constatação de que, um ano após o fracasso na Alemanha, a seleção brasileira ainda não encontrou seu caminho. Com certeza, o time melhoraria com Kaká e Ronaldinho Gaúcho, mas, sem eles, o Brasil é pior do que o México. E agora, de novo sem eles, como ser melhor do que o Chile?
Enquanto Dunga tenta arrumar a casa, os argentinos morrem de rir...



Quarta-feira, 27 Junho, 2007

A Seleção é magra e não tem bolha no pé

Banco de Imagens

O ataque... Ah, esse problema que já fez a torcida brasileira sofrer em 2006... Há um ano, era o Ronaldo, gordo demais. Há um ano, era o Ronaldo, com bolha no pé. O Brasil perdeu a Copa e defenestrou-se o Fenômeno. Não voltou mais, nem mesmo para tomar um guaraná Antarctica com os amigos. Nem ele nem o outro gordo ­- agora, falo de Adriano.


Os atacantes brasileiros que lá estão em Puerto Ordaz, ou os que cá estão, disputando o Campeonato Brasileiro, ou ainda os que andam espalhados pelo mundo não entusiasmam o técnico Dunga. E eu, fora dessa disputa, me pergunto: Prefiro uma entrevista com o Vágner Love, titular da Seleção na Copa América, ou com Ronaldo, agora de férias e dando sopa por aí? O que você, leitor, gostaria de ler? A quem pediria um autógrafo, se tivesse somente um pedacinho pequeno de papel e um restinho de tinta na caneta, para somente uma assinatura? Aposto que escolheríamos o ex-gordo.


Ainda não estive pessoalmente com o Ronaldo cabeludo, mas me Banco de Imagensparece que está mais leve. E torço para que esteja mesmo, para que sinta de novo vontade de vestir a camisa da Seleção, para que ainda se candidate a uma vaga no próximo time de Dunga, para que readquira sua condição de um dos melhores atacantes do mundo.


Há uma lacuna no ataque brasileiro. Para preenchê-la, Ronaldo terá de fazer muito mais do que fez nos últimos anos. É difícil apostar nele, rico, famoso, mulherengo e comilão. Teria de trocar as farras que a fortuna lhe oferece pelo trabalho duro, com suor. Tomara que consiga.


Enquanto isso, vou torcer hoje pelo Vágner Love. Embora eu prefira o Fred.



Terça-feira, 26 Junho, 2007

O primo (pobre?) de Messi

O samba da segunda-feira de folga já estava no fim, mas ainda alto o suficiente para que eu não ouvisse o toque do celular. Quando dei por mim, havia uma mensagem na caixa postal: uma fonte ligada ao Flamengo me informava sobre a contratação do argentino Maxi Biancucci. Liguei para o Kléber Leite, que confirmou o negócio. Soletrou-me o nome e disse mais: "Esse rapaz é, hoje, o maior jogador do futebol paraguaio. Foi campeão pelo Sportivo Luqueño. Tem 22 anos e é primo do Messi".
Se tiver 50 por cento do futebol do primo, Biancucci vai reinar na Gávea e no futebol brasileiro, carente de bons atacantes. E vai tranqüilizar os rubro-negros tão traumatizados por conta dos últimos estrangeiros que vieram: Peralta e Ramirez não deixaram saudade.
Mas uma dúvida me atormenta desde que desliguei o telefone após a conversa com o atencioso Kléber: "Se o Biancucci é tão bom, por que não está jogando na Argentina?" Não custa esperar para ver...



Segunda-feira, 25 Junho, 2007

Uma pedra na chuteira do Flu

O Fluminense, único time carioca que entrou Fotocom.netem campo na rodada, deu um salto da nona para a quinta posição na classificação geral do Campeonato Brasileiro. Se há motivos de sobra para continuar sua festa iniciada na conquista da Copa do Brasil, a torcida do Fluminense ainda tem, porém, uma pedrinha na sua chuteira: Alex Dias. Contra o América-RN, o atacante perdeu um gol na cara do goleiro. Não conseguiu ainda repetir o futebol dos tempos de Goiás ou de Vasco. Sabe-se, pelo passado, que tem potencial, e, somente por isso, não vem faltando paciência à torcida ou à comissão técnica do Fluminense. Se Somália vier por aí, Alex Dias não poderá reclamar. Teve chances de sobra. Paciência de sobra. Enquanto isso, de um gol aqui e outro ali, Adriano Magrão agarra todas as oportunidades que aparecem a sua frente.
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O Botafogo descansou na rodada, dormindo líder e acordando líder. O clássico de sábado, contra o Fluminense, marcando a inauguração do Estádio do Engenhão, às 18h10, promete. O Botafogo tem o melhor ataque do Campeonato: 18 gols. O Fluminense, com seis gols sofridos, tem a terceira melhor defesa, atrás de São Paulo e Corinthians (2).
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O Vasco, que vive mais de disciplina tática e vontade do que de talento, vai perdendo o pouco que tem. André Dias está se mandando para os Emirados Árabes. E Abedi pode ir para Israel. Foi-se o tempo em que os clubes de fora vinham aqui para levar somente o que tínhamos de melhor. Agora, qualquer jogador de mais ou menos para baixo também entra no balcão de compra e venda. A propósito: Fábio Braz está negociando com o futebol turco.
xxxx
O Flamengo luta contra essa janela que se abre e permite as transferências. Tenta antecipar a renovação do contrato de Renato, que só terminaria em dezembro. Se o jogador não aceitou antecipar essa conversa com a diretoria, é sinal de que tem alguma coisa em vista. O goleiro Bruno, ao contrário, bem que quer ficar. Mas, desde quando jogador de futebol tem vontade própria? O contrato de Bruno termina no sábado e ele não é dono de seu nariz. É provável que vá embora, justamente quando encontrou um clube no qual se firmou.



Quinta-feira, 21 Junho, 2007

Polícia para quem precisa de polícia

Banco de Imagens

Quando mais precisa de seu estádio, o Vasco não pode jogar em São Januário. A justificativa é sempre a mesma: falta de segurança. Único dos quatro grandes clubes do Rio a ter seu estádio, o Vasco acaba sempre perdendo a vantagem de usá-lo. Se o jogo é contra o Flamengo, nem pensar em São Januário...

Que País é esse onde as crianças, dependendo do lugar em que vivem, não podem ir à escola por falta de segurança? Se a educação, um direito de todos, é um luxo daqueles que vivem supostamente longe da linha de tiro, o que dizer do futebol? Uma pena que a polícia não garanta segurança a quem quer estudar ou se divertir.

Enquanto isso, a Vila Belmiro vai receber, domingo, torcedores de Santos e São Paulo.



Quarta-feira, 20 Junho, 2007

Se o patrão está gostando...

Quando o assunto é futebol, o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, costuma passar a bola para Carlos Augusto Montenegro. Mas, como o goleiro Júlio César tem andado na berlinda, nem foi preciso insistir muito para que o dirigente falasse sobre a questão. Sem dribles, Bebeto tratou de resguardar seu jovem goleiro, de 20 anos. "Preferem falar dos erros dele. Ninguém fala, por exemplo, do pênalti que o Dodô perdeu contra o Náutico", disse o presidente do Botafogo, por telefone. E falou mais: "Ninguém comentou também que, nesse mesmo jogo, o Alex não deveria ter recuado a bola na direção do gol".
Bebeto tem mais é que defender seu goleiro mesmo, mas é claro que está preocupado. Tão preocupado que, na despedida, recusou os parabéns que lhe dei pela bela campanha do time. "Está muito cedo. Seria bom se a gente já estivesse em novembro", disse, soltando uma gargalhada.



Terça-feira, 19 Junho, 2007

A nudez de Ana Paula será castigada?

Divulgação

Não é questão de feminismo ou machismo. A pergunta é: posar sem roupa para uma revista é compatível com qualquer profissão? Não acho que seja. Ana Paula Oliveira tem todo o direito de mostrar mais do que sua bandeirinha ao mundo, despindo-se do uniforme de trabalho e de qualquer tipo de preconceito. Mas não acho que essa vá ser uma boa opção para quem escolheu ser vidraça, quando decidiu enveredar pelos campos de futebol, invadindo o universo masculino. Nos gramados, sua linha de atuação envolve autoridade, respeito, paixão e discernimento. A arte de julgar é tão difícil que, quanto menos um árbitro/bandeira se expor, melhor. Ana Paula, ao tirar a roupa, estará mudando de lado: seu corpo, sim, estará em julgamento. Seria melhor ter o reconhecimento por seu bom trabalho e, não, pelas belas fotos que vêm por aí. De qualquer forma, fica a torcida para que o preconceito não lhe cause problemas. Ana Paula já apanhou além da conta pelos erros cometidos contra o Botafogo. Não merecia tanto.



Segunda-feira, 18 Junho, 2007

Ser grande ou não ser... Eis a questão

Foto de Carlos Moraes

A frase é antiga: 'Um bom time começa por um bom goleiro'. Isso aplica-se, sim, ao Botafogo. Tem um bom time, a começar por quem usa luvas lá atrás. O problema é que Júlio César, com a idade que tem, apenas 20 anos, não pode ser titular absoluto sem a sombra de outro goleiro. Falta-lhe maturidade e, por causa disso, segurança. Erra nos lances fáceis, acerta nos difíceis. Líder do Campeonato Brasileiro, o Botafogo precisa resguardar Júlio César. Para que não se queime, não perca a confiança, não desista. Um goleiro mais experiente cairia bem ao líder do Brasileirão. Assim, o bom Júlio César teria tempo para amadurecer, aprender e ganhar a confiança e a experiência que lhe faltam. Não vale a pena jogá-lo às feras da competição.
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Celso Roth diz que o Vasco jogou como um time pequeno. Quem é o técnico desse time pequeno? Não faz muito tempo, Renato Gaúcho cometia erro semelhante: jogava a culpa da derrota nos jogadores a ele subordinados. Só que Renato é novo na profissão e a cada dia dá provas de que pode aprender rapidamente. Seria melhor que Celso Roth, treinador já veterano, assumisse e apontasse as falhas cometidas na derrota para o São Paulo, em vez de classificar o Vasco como um time pequeno. É dele, somente dele, a obrigação de fazer seus jogadores mostrarem em campo que vestem a camisa de um time grande. Ou não terá sido contratado para isso?
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O Flamengo também é grande, mas está numa posição de time pequeno: ocupa o 17º lugar na classificação do Campeonato, à frente somente de Sport, Náutico e América-RN, que vieram da Segundona. A zona de rebaixamento, tão cedo, já é uma realidade.
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O Fluminense, pensando como time grande, tenta se reforçar do jeito que pode. Se Jean e Somália são pouco festejados, talvez venha por aí Andrade, que não se adaptou ao Sporting Braga. O jogador foi uma boa surpresa apresentada pelo Vasco, no ano passado. Se continua caprichando nas cobranças de falta, é muito bem-vindo novamente ao futebol brasileiro.



Sexta-feira , 15 Junho, 2007

Se é para o bem de todos... Cuca fica!

O amigo Raphael Roque, setorista de Botafogo, chega do Caio Martins com a boa notícia: Cuca fica!!!!!! Recusou a oferta do Al-Ittihad, que lhe pagaria o dobro de seu salário atual. Cuca fica e nem quer reajuste. E não era para menos: como o Botafogo desembolsaria mais do que os R$ 130 mil mensais que já lhe paga?


Irregular por irregular...

Lenny não terá no Fluminense a paciência que um garoto bom de bola, com a irregularidade normal a tantos de sua idade, merecia. Vai embora. Vem aí outro bem mais velho, tão irregular quanto, que saiu-se bem no Vasco e mal no Corinthians: Jean. Carlos Alberto também está de saída. Não sei, sinceramente, se o Fluminense está se reforçando.


Barata Tonta

Foto de Carlos Mesquita

O Botafogo tem Zé Roberto e Dodô. Tem um especialista em cobranças de falta, Juninho. Tem um monte de coisas, enfim, que o Vasco não tem. Disciplina tática e vontade são pontos positivos nos dois times, mas, na hora do vamos ver, na hora de fazer a diferença, a habilidade individual do time de Cuca fala mais alto. Foi por isso que o Vasco mais parecia uma barata tonta, ontem, no Maracanã, tomando gol atrás de gol, sem conseguir esboçar reação.
Mas nem deu para a torcida alvinegra curtir a goleada. O Botafogo amanheceu com uma notícia pior do que derrota de 4 a 0: Cuca pode se mandar para o futebol árabe. Se for, vai deixar saudade e um bom time que tem tudo para brigar pelo título brasileiro.



Quinta-feira, 14 Junho, 2007

Foi mal!

O computador do hotel em Buenos Aires estava ocupado. Ia embora, assim, minha penúltima tentativa de manter-me informada sobre a final da Copa do Brasil que rolaria em cinco minutos. Deitei-me na cama, arrependida por não ter voltado para o Rio a tempo de assistir ao jogo pela televisão.
Restava-me mais uma chance: passar um rádio para alguns amigos, pedindo-lhes que narrassem o jogo para mim. E foi assim, trancada num quarto de hotel em Buenos Aires, Nextel na mão, que acompanhei os principais lances da vitória do Fluminense.
Minha volta ao Brasil, no dia seguinte, foi tão heróica quanto o feito do Fluminense na decisão com o Figueirense: neblina, vôos cancelados, filas, aeroporto abrindo e fechando... Cheguei ao Rio com um baita de um atraso e... perdi também o clima e a bela festa da torcida tricolor.
Oito dias depois, ainda recebo e-mails de gente me xingando porque não postei nada aqui sobre a conquista do Fluminense. Disseram que não gosto do clube. Que não sou profissional. E até o meu pai, tricolor, me deu uma tremenda bronca.
Estão todos certos. E aqui vai o meu pedido de desculpas a todos os tricolores, vivos ou mortos, que vieram diariamente aqui nesse blog procurar uma linha que fosse sobre a importante conquista. Mas juro que não foi por desamor. Não foi por antipatia. Não foi por esquecimento. Não foi por desdém.
Fiz de tudo em Buenos Aires para manter-me informada sobre o Fluminense, que ganhou coração desde a chegada de Renato Gaúcho. Eis o principal mérito desse treinador: ele sabe como ninguém criar em seus jogadores identidade com a camisa que vestem. Sabem por quê? Por que Renato era assim nos tempos de jogador.
Parabéns, Fluminense. Com atraso, mas com carinho e respeito.



Terça-feira, 12 Junho, 2007

Bruno e um apoiador são as preocupações

Bruno sofreu quatro gols de cobranças de falta nos cinco jogos do Flamengo no Brasileirão: Edmundo, Lúcio Flávio, Fumagalli e Chicão foram seus carrascos. Mas nada abala seu prestígio no Flamengo. Enquanto tenta renovar seu contrato, que termina no dia 30, a diretoria se preocupa também em encontrar um homem de meio-campo que faça a ligação com o ataque. Roger e Petkovic são nomes que passaram pela cabeça dos dirigentes, mas que acabaram descartados pelo treinador. Ney Franco parece não gostar das estrelas. O problema que teve com Juninho Paulista parece ter traumatizado o treinador.



Segunda-feira, 11 Junho, 2007

Os 4 a 0 que fazem rir também fazem chorar

Foto de Carlos Mesquita

Um 4 a 0 no sábado e um 4 a 0 no domingo. A primeira das goleadas, do Vasco sobre o Grêmio, valeu a liderança do Campeonato Brasileiro. A segunda das goleadas, do Flamengo para o Figueirense, valeu um tombo e tanto: uma posição acima da zona de rebaixamento.
O time reserva do Grêmio é bom? Não, não é. Mas não se pode desprezar alguns aspectos desse esquisito time do Vasco:
1) A boa movimentação de Abedi, que, estabanado ou não, luta em campo como quem pudesse, com seu trabalho, devolver ao filho o movimento das pernas.
2) A personalidade do lateral-esquerdo Guilherme, que foi chegando de mansinho e, aos poucos, assumiu a camisa sem sentir o peso.
3) A eficiência de André Dias que, se está longe de ser destaque, tem mostrado serviço.
4) A contratação de um goleiro de nome que, se não é um paredão, ao menos impõe respeito.
E, o Flamengo é tão ruim a ponto de já estar, tão cedo, se complicando no Campeonato? Não, não é. Mas há também alguns aspectos a serem considerados:
1) O esquema 3-5-2 abre vaga para mais um zagueiro, quando o Flamengo não tem boas peças para essa posição.
2) A contusão de Renato sobrecarregou Renato Augusto, que, por sinal, ficará um bom tempo longe, com a Seleção, preparando-se para o Mundial Sub-20.
3) Paulinho está longe de ser o Paulinho que já foi um dia.
4) Claiton vem sendo o Claiton que sempre foi.



Quarta-feira, 6 Junho, 2007

Tricolores, vivos ou mortos, madrugam no Rio

Teclo com um amigo tricolor que acordou cedo hoje para sentir por mais tempo o gostinho dessa expectativa deliciosa que é uma final de campeonato. Teclo com outro amigo do mesmo time, que também madrugou, tanto era o nervosismo. Dá vontade de correr para o aeroporto e voltar para o Brasil a tempo de tomar um chope com os amigos. Deixo isso para "mañana", birita confirmadísima, na vitória ou na derrota. Enquanto isso, aqui no frio de Buenos Aires, só se fala no jogo de quinta, decisivo para o Boca, na Libertadores... Vou me despedir do vinho. Estou fazendo as malas. Até!!!


Montenegro?!? Técnico????

Distante do Rio, mas pertinho do Brasil, leio na Internet que o Cuca jamais quis o Athirson. Mas o vice de futebol Carlos Augusto Montenegro queria porque queria empurrar o lateral pela goela do treinador do Botafogo. A grana pedida pelo Athirson - dizem que R$ 120 mil - imposibilitou o acordo, para alívio de Cuca. Era muito dinheiro para um jogador de quem pouco se tem ouvido falar. Era muito dinheiro para um jogador que chegaria com o desprezo do treinador. E, afinal, o que querem esses dirigentes? Por que pagar salário a um técnico de futebol, se eles próprios querem escalar o time?



Domingo, 3 Junho, 2007

Cinco anos sem Tim

Banco de Imagens

O blog é de futebol
e Tim Lopes era vascaíno.
Descansa aí, meu amigo.
Vou beber umas por nós.
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Sábado, 2 Junho, 2007

Athirson no Botafogo

Na semana que vem, o Botafogo apresenta seu principal 'reforço' para o Campeonato Banco de ImagensBrasileiro: Athirson. O jogador, que estava no Bayer Leverkusen, já até chegou ao Rio e, provavelmente até quarta-feira, se apresenta ao novo clube. Não estava muito bem na Alemanha, e antecipou a saída do Bayer, embora tivesse mais um ano de contrato pela frente, abrindo mão do bom salário de 120 mil euros. Com o Botafogo, o contrato é de um ano. Após os tombos no Campeonato Estadual e na Copa do Brasil (perdida 'bobamente'), o Botafogo tenta dar uma mexida. Anuncia dispensas e repõe peças. Resta-lhe o Campeonato Brasileiro, última chance de guardar na história o bom time montado na temporada. Será que Athirson e cia. seguram essa onda?