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| Marluci Martins |
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Caro vizinho, Quando acordei e, ainda sonolenta, fui de pijama à varanda para matar a sede da minha comigo-ninguém-pode, dei de cara com sua bandeira (desbotadinha, heim...) toda enrolada em si mesma. Deve ter sido o vento da noite. Ou a pressa de pendurá-la, com as mãos ainda trêmulas e o coração na boca. E, por falar em boca... Como foi valente esse seu Fluminense, lá na Argentina. Não se intimidou, teve a sensibilidade de perceber a fragilidade da defesa dos caras, um goleiro concentrado e um zagueiro melhor a cada dia. Esse Thiago Silva é demais, vizinho. O outro Thiago, o Neves, fez também o seu gol e, aí, você deve ter agradecido ao Migliore. O empate em 2 a 2 foi um resultado excepcional, não foi? Dá a você a chance de retirar essa bandeira da janela na quarta-feira e levá-la ao Maracanã com orgulho e esperança de que o Fluminense, bem próximo da decisão da Libertadores, vai chegar lá. Mas, vizinho, não espalhe pra ninguém essa minha confiança no time. Salto alto só é bom pra mim, em sábados de festa, ou pra você, que é torcedor. Jogador de futebol tem mesmo é de calçar chuteiras. E, uma sugestão: compre uma bandeira nova. O Fluminense está merecendo. Abração, e... Parabéns!
A informação vem da assessora de imprensa do Botafogo, Mariucha Moneró: os jogadores não vão falar no desembarque, mas o Cuca dará entrevista coletiva às 12h, em General Severiano. Ou seja: posso ousar aqui arriscar o palpite de que o técnico alvinegro está de saída. Esse já era o tom de seu discurso na saída do vestiário, ontem, após a eliminação da Copa do Brasil. Sendo assim, o Botafogo perdeu duas vezes. Perdeu uma competição e, também, um treinador competente que fez seu time em alguns bons momentos encantar o País, com um futebol bonito de ver. Que ambos, o Botafogo e Cuca, tenham mais sorte no futuro. Merecem.

Não, Antônio Lopes não é ruim da cabeça. Nem Edmundo é doente do pé. Mas, tão grave quanto a incompetência do ídolo do Vasco em cobranças de pênaltis é a canonização de jogadores em São Januário. É a reincidência em dar-lhes o poder de decidir, mandar, aprontar. Ou de não contrariá-los ainda que a instituição saia no prejuízo por conta de tais caprichos. O que mais me assustou no jogo contra o Sport não foi ver aquela bola cortar os céus de São Cristóvão como um objeto voador não identificado a caminho de seu planeta de origem, tão veloz, com tanta pressa. Já esperava mesmo aquilo, pois descobri há oito anos que bater pênaltis não é o forte do grande jogador que é Edmundo. O que mais me impressionou foi a declaração do experiente técnico Antônio Lopes, depois de tudo perdido, uma eliminação tão dolorosa para os vascaínos: "Não é porque o Edmundo perdeu esse pênalti que ele deixará de continuar batendo. Ele bateu o primeiro da série porque é o cobrador oficial do Vasco". Meu caro Antônio Lopes, treinador por quem tenho respeito e simpatia, o que faz de Edmundo o cobrador oficial do Vasco? Será sua personalidade forte, que intimida gente que vive a seu redor? Será sua história no futebol? Se for isso, querido Lopes, não leve em conta somente o título de 1997 ou os belos gols a que todos nós assistimos de pé, aplaudindo. Lembre-se também dos pênaltis perdidos ao longo de sua gloriosa carreira que se encerra em janeiro. Se você esqueceu, aqui vai uma pesquisinha que humildemente fiz, com a simples intenção de ajudar: 2000 Edmundo chutou pra fora sua cobrança de pênalti na decisão do Mundial de Clubes, contra o Corinthians, no Maracanã. Transferiu-se para o Santos e, no Campeonato Brasileiro, errou uma cobrança de pênalti contra o Vasco. 2001 Jogando pelo Cruzeiro, perdeu um pênalti de novo contra o Vasco, no Brasileirão, e ficou com o filme queimado. 2006 Jogando pelo Palmeiras, chutou na trave do goleiro Cássio uma cobrança do pênalti e ouviu a torcida homenageá-lo com o grito 'au au au, Edmundo é Bacalhau'. 2007 Ainda pelo Palmeiras, perdeu o pênalti que classificaria seu time para as oitavas-de-final da Copa do Brasil, num jogo contra o Ipatinga. 2008 Na volta ao Vasco, errou a cobrança de um pênalti contra o Flamengo, na semifinal da Taça Guanabara. Seu time foi eliminado.
Outro dia, foi Washington. Há uma semana, Carlinhos. Ontem, Dodô. Um time que encanta na Libertadores, jogando com ritmo e gosto, bem que poderia ser convincente também nas cobranças de pênalti. O Fluminense é vice-lanterna no Campeonato Brasileiro e, se não se importa hoje com isso, corre o risco de ter uma conta alta para pagar no futuro. Não há como recuperar esses acidentes num campeonato por pontos corridos. A opção de botar os garotos para jogar é válida, e não serve como desculpa à derrota (2 a 1) para o mistão do Sport. O Fluminense só tem um gol em três jogos e nenhuma vitória ainda. xxxx Não pude ver ainda Cruzeiro 4 x 0 Santos, e, tirando esse, não me despertam muita curiosidade os jogos que perdi no domingo. A rodada não foi empolgante. Mas, no sábado, vale destacar a vitória do Flamengo, de virada, em cima do Internacional, no Maracanã. Um bom jogo, uma bonita reação. Será que Caio Júnior vai mesmo emplacar? Ainda é cedo para arriscar qualquer palpite, mas parece que ele está ficando com o time na mão.

Numa entrevista recente, Washington me revelou um sonho: eternizar sua vida numa biografia. Os anos em Brasília ao lado do pai, responsável pela segurança de alguns presidentes do País, já daria um livro. A luta para continuar jogando bola apesar de adversidades que fariam alguém mais fraco desistir renderia outro, afinal, não é qualquer um que dribla a diabetes e o doloroso sintoma do enfarte. Àquela altura, já tinha minha simpatia, e cresceu no meu conceito por sua simplicidade e simpatia. O gol de ontem, aos 46 minutos do segundo tempo, certamente estará no tal livro de Washington. Foi um daqueles momentos mágicos que entram na cabeça da gente e não se apagam mais. O Fluminense? Ah, o Fluminense mereceu a classificação. Faltava-lhe sorte no jogo, e Deus tratou de redimir-se ainda a tempo, embora eu insista em dizer que o Conca, tão ágil, tão leve, também merecia o seu. E pensar que, no Vasco, ele não tinha esse valor todo... xxxx Por falar em Vasco... Pensando bem, não vou falar em Vasco. Não há nada a ser dito a respeito do Vasco. Sua atuação contra o Sport foi deprimente. Mas o jogo ainda não acabou. Restam 90 minutos. xxxx Hoje é dia de Cabañas. O gordinho já é uma das atrações imperdíveis dessa Libertadores. Voltarei cedo pra casa.

Até o jogo Botafogo x Corinthians, eu tinha o Mano Menezes na conta de um cara equilibrado, tranqüilo e coerente. A máscara dessa imagem aí caiu e quebrou em dois mil pedacinhos na entrevista coletiva pós-jogo. 1) Criticou o árbitro Leonardo Gaciba pelos cartões amarelos mostrados a seu jogadores. E QUAL DELES NÃO MERECEU? 2) Disse que todo mundo tem peninha do Botafogo. UÉ, MAS NÃO É O CORINTHIANS QUE ESTÁ NA SEGUNDA DIVISÃO? 3) Cobrou ética de Vanderlei Luxemburgo que, numa entrevista, revelara o que faria para parar o Corinthians. ORA, VANDERLEI É TÉCNICO DE FUTEBOL. ESTRANHO SERIA SE DESSE ENTREVISTA SOBRE CINEMA OU CULINÁRIA. Lugar de chorar é na cama. Deixa de bobagem, oh Mano.
Quando todas as unhas dos alvinegros já estavam roídas, ameaçando sangrar, Jorge Henrique estufou a rede do goleiro Felipe. Faltavam dois minutos para o fim. Se o Botafogo fez por merecer a vitória (2 a 1), não foi pelo que jogou (e jogou?) no primeiro tempo, mas pela dedicação no segundo. Mas, do jogo que decidirá um dos finalistas da Copa do Brasil, quarta-feira, no Morumbi, pouco se pode falar. O Botafogo não terá Alessandro e Túlio, suspensos. E o Corinthians deixará em casa, pelo mesmo motivo, quatro jogadores: Lulinha, Fabinho, André Santos e Carlos Alberto. xxxx O que faz um jogador, já pendurado, retardar sua saída de campo para ganhar de cinco a dez segundos numa partida de 90 minutos? Burrice? Falta de tato? Seja lá o que for, o técnico Mano Menezes, cara sério, deu um sermão em Lulinha com toda a razão. Foi um cartão amarelo 100 por cento idiota. O futebol brasileiro espera que Lulinha consiga amadurecer e confirmar tudo de bom que foi falado um dia a seu respeito. Eu também.

Pouca coisa mudou nos novos uniformes de jogo do Fluminense. Mas a camisa cinza, com detalhes em laranja, é, na minha opinião, bem mais bonita do que a anterior usada nos treinos. E, com essa camisa roxa, bonita demais, pode ser que Fernando Henrique seja visto pela torcida com um pouco mais de boa vantagem. Que ele é irregular, eu também acho. Mas não leva a nada vaiar o rapaz durante o jogo. Só piora tudo. E o Fluminense vai encarar pela frente, na quarta-feira, um jogo decisivo. Os tricolores bem que deveriam ter se lembrado disso. E você, tricolor, prefere uma camisa nova ou um goleiro?

A pausa para um torresminho em BH me afastou da rodada do Brasileirão, e, agora de volta ao Rio, estou cercada de publicações esportivas sobre a mesa, nas quais justamente um mineiro aparece como destaque: Bruno (coincidência!!!!). É um goleiro de alto nível, dos melhores do Brasil, e fazem sentido as vozes que se levantam para pedir sua convocação. Merece oportunidade num desses amistosos que volta e meia a Seleção faz por aí. xxxx A bola da hora é do meu amigo Macarrão, direto da sala de fax do DIA: "Deve ser chato pra caramba ser torcedor na França. Que graça tem torcer num país em que o Lyon é heptacampeão?" xxxx E, quem diria!!! O Vasco foi o orgulho do Rio no fim de semana. Para os vascaínos, quem se importa se Botafogo e Fluminense não levaram o que têm de melhor para o campo?
Foi um jogo tão difícil para o Fluminense, que o técnico Renato Gaúcho saiu de campo feliz com a derrota na Libertadores. Tomou de 1 a 0, mas poderia ter sido mais feio. No primeiro tempo, o São Paulo mandou no jogo, numa noite pra lá de inspirada de Adriano, mas, no fim, ninguém foi triste para casa. O São Paulo queria ter feito mais gols, mas saboreou o 1 a 0. E o Flu comemorou não ter perdido de mais, pois acredita que poderá garantir a classificação no Maracanã. Mas o São Paulo tem boa vantagem: pode até perder por diferença de um gol, se marcar algum. O que não dá é para o Fluminense entrar em campo sem o Conca. Camisa de titular pra ele!!!! xxxx Perivaldo, o cão pata-quente, deu uma força ao Botafogo, que mais uma vez passou pela peneira de uma competição. Eliminou o Atlético-MG, fez Geninho jogar a toalha, e, agora, vai enfrentar outro alvinegro, o Corinthians, na semifinal da Copa do Brasil. xxxx O Vasco passou com mais facilidade, com um pé nas costas, tão fraco era o adversário, o Corinthians-AL. Vai pegar na semifinal o Sport, que, numa bela exibição, eliminou o Internacional, que tinha vencido o primeiro jogo, em Porto Alegre, por 1 a 0. Para o Vasco, a moleza acabou. O Sport é um time bem armado pelo Nelsinho Baptista, e não foi por acaso que, também em casa, eliminou o Palmeiras, com uma vitória de 4 a 1, nas oitavas-de-final da Copa do Brasil.
A vitória do Vasco por 3 a 1 sobre o Corinthians-AL não foi surpresa para ninguém. Classificado para a semifinal da Copa do Brasil, o time de Edmundo e Leandro Amaral enfrentará o vencedor de Inter x Sport. Um amigo aqui da redação, um tricolor cheio de graça, lançou a perguntinha marota: "Se a final da Copa do Brasil for Vasco x Botafogo, quem vai ser o vice?"
Dei uma sumida, muito pelo excesso de trabalho na redação, um pouco porque a rodada de abertura do Brasileirão não me motivou. Não cheguei a nenhuma conclusão assistindo aos jogos. Não achei nenhum significado para o fracasso dos três grandes clubes de São Paulo. Não me impressionei com Flamengo ou Botafogo, que, para mim, chamaram mais a atenção pela falta de público e de luz do que pelo futebol apresentado. No Fluminense, merece destaque a garotada, é claro, e, no Vasco, fica no ar a expectativa de um ou outro dia melhor com a presença de Edmundo, que foi poupado na estréia. Se for para destacar um personagem do futebol do Rio nesse início de Brasileirão, boto minhas fichas no Marcinho. O cara está se firmando com autoridade, tanto que já é artilheiro do time na temporada. Mais que isso, é esperar pra ver. xxxx Amanhã, o circo pega fogo. E, se quiserem que eu aposte em algo, só me arrisco a dizer que o Vasco vai se classificar. Não falo do Fluminense e do Botafogo sem bola de cristal. Deixem-me fora dessa, em cima de um muro qualquer, não muito alto para o tombo não ser feio. Boa sorte a todos!
O torcedor campeão tem o direito de: 1 - provocar o vizinho 2 - comemorar eternamente um título 3 - acordar achando que o jogo da noite está no papo
Mas, quando 11 jogadores e um técnico seguem nessa rotina de festa, dá no que deu ontem: um sacode feio, vergonhoso, histórico. O Flamengo caiu do avião da Libertadores, num vôo que não deveria nem mesmo ter turbulências. Dirão que a bola não entrou. E ela não entra mesmo quando quem a chuta é uma chuteira cheia de soberba. Hoje, fico aqui pensando com meus botões: Por que Joel dirigiu o time ontem, se sua preocupação maior era com o passaporte que está para expirar, motivo que o levou a dar uma fugidinha da concentração do Hotel Windsor para ir a casa de Parreira, também na Barra? Quem deve ter ficado pê da vida com tudo isso é Caio Jr, que tinha uma disputa de Libertadores garantida pela frente e, agora, ficará com a ingrata missão de arrumar a casa e os nervos dos jogadores. O pior de tudo é a certeza de que esse time mexicano é bem inferior, lanterna em seu país... xxxx Além da goleada sobre o Corinthians-AL, o torcedor vascaíno levou de brinde a esperança de ter uma bela dupla de ataque para o Brasileirão e restante da Copa do Brasil: Leandro Amaral e Edmundo se entrosaram bem, confirmando as expectativas do esperto Antônio Lopes. O professor está indo bem...

A alegria de Joel com a conquista do título estadual apagou a revolta de dias antes, quando o time ainda estava no México. O técnico ficou furioso porque o clube comprara passagens na classe econômica. Joel queria voltar na executiva, mas teve mesmo de vir para o Rio sem o conforto que exigia. No fim das contas, título conquistado, a crise foi contornada e Joel voará para a África do Sul. Resta saber se irá de econômica ou executiva. A briga agora é com a Nike. Recebi ontem um e-mail enviado pela assessora de imprensa do Flamengo, Marilene Dabus, com o seguinte texto: "O Vice-Presidente de Marketing do Flamengo comunica que o lançamento antecipado de uma camisa comemorativa de um eventual bicampeonato carioca produzido pela fornecedora oficial do clube foi lançada à revelia do Flamengo. O Flamengo jamais usou deste expediente para comemorar títulos ainda não conquistados. Este lançamento foi de total e exclusiva responsabilidade da fornecedora de material do clube." O relacionamento é tão ruim, mas tão ruim, que até comemoração de título tem gosto azedo. xxxx Estão me cobrando uma opinião sobre o Carlos Alberto no Botafogo. Difícil opinar sobre quem tem futebol de craque (ou perto disso) e cabeça de melancia. O cara joga muito, mas é vacilão. Vamos esperar... xxxx O Fluminense mais uma vez vence sem convencer. Nas quartas-de-final da Libertadores, vai precisar também convencer para vencer. xxxx Hoje é dia de Leandro Amaral no Vasco. O clima é de expectativa entre vascaínos e curiosos.
Não é mais uma tendência para o futuro. Flamengo x Botafogo é, hoje, o clássico mais disputado do estado. E, com as provocações dos últimos jogos, caminha para igualar-se em rivalidade àqueles mais chorados e briguentos do País. Os dois melhores times do Campeonato Estadual mediram forças, e venceu aquele que tem mais do que um time de 11 jogadores, um bom elenco. Se as forças aparentemente se equivalem, o Botafogo perde agressividade quando recorre a seu banco de reservas. O Flamengo, ao contrário, é capaz de subir de produção, como aconteceu ontem mais uma vez. Tardelli e Obina fazem gols e um nó na cabeça do treinador a cada escalação. E ainda falta Renato Augusto, o próximo titular que provavelmente mandará o bom Marcinho para a reserva. Com um banco desses (e nem vou citar Kleberson, que ainda está devendo), fica difícil para qualquer outro que tenha somente a conta do chá, caso do Botafogo. Parabéns ao campeão e, claro, ao vice, tão bem ensaiado pelas mãos de Cuca.
A falta de ar de Joel Santana emocinou aqueles que amam futebol. Sei o que foi aquilo. Já tentei puxar o ar algumas vezes na vida, e... nada!!! Tricolores e rubro-negros passaram pelo mesmo ontem, mas, no fim, tiveram fôlego para comemorar. E você, em que circunstância do futebol, sentiu o peito apertar e o ar faltar? Vou deixar meu depoimento nos comentários...

O empresário de Ronaldo, Fabiano Farah, garante que não há nenhuma possibilidade de os contratos de Ronaldo com a Nike ou a Ambev serem rescindidos. Não é o que me informa uma fonte ligada aos dois patrocinadores: "Se a Nike quiser, poderá rescindir unilateralmente o contrato". A fonte vai além: "Os dois contratos do Ronaldo, com a Nike e a Ambev, já foram reduzidos em 40 por cento porque há mais de um ano ele está fora da seleção brasileira". Ronaldo não somente está fora da Seleção como passou a freqüentar nos últimos dias as páginas de polícia dos noticiários. Longe de mim opinar sobre as preferências de alguém, não tô nem aí para os travestis e até acredito que ele tenha sido vítima de extorsão. Mas não custa cuidar um pouco da imagem. Perder prestígio significa prejuízo financeiro na carreira de quem já ganhou muito dinheiro, mas que ainda tem juventude para botar mais algum no bolso e nas redes adversárias. Ronaldo precisa de quem cuide de sua imagem, tão largada desde o rompimento com Rodrigo Paiva, assessor da CBF. De lá pra cá, foi barraco no casamento pra lá, noitada em Lucerne pra cá... E por aí vai... E agora, quem quer Ronaldo?
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