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Marluci Martins
 
 

Sábado, 11 Outubro, 2008

Ao menos um motivo de orgulho no Vasco

Foto de André Luiz Mello

Sim, estou atrasada no blog, mas a rodada ainda não acabou!!! O post segue já no limite da paciência dos leitores, bem nos acréscimos, e quem viu o empate em 2 a 2 do Vasco com o Sport sabe que o jogo só acaba quando o árbitro apita. Frase manjada para quem está escrevendo três dias depois e, portanto, não vou fazer comentários sobre o jogo ou o empenho do time. O que quero destacar aqui é o comprometimento de Leandro Amaral com o Vasco. Ele brigou para sair, brigou para não voltar, chegou a comemorar derrota do time, e, agora, é um dos poucos do elenco a não se esconder. Joga sua bola e dá entrevistas. Faz gol e bate no peito. Está chamando a responsabilidade para si e já é um líder. Parabéns a ele. O futebol do Vasco ainda tem do que se orgulhar.
xxxx
Foto de Márcio MercanteSim, foi bonita a vitória do Botafogo por 3 a 1, quinta-feira, em cima do Vitória, no Engenhão. Três belos gols, com destaque para o do Lúcio Flávio, que vi umas 500 vezes e não cansei. Mas fiquei impressionada com o bom futebol do Vitória no início do jogo. Com muito toque de bola e velocidade, acho que dificilmente o time do Vágner Mancini teria perdido o jogo se não fosse a expulsão do zagueiro lá pela metade do primeiro tempo. Bom para o Fogão...



Terça-feira, 7 Outubro, 2008

Cala a boca, Magda!

Estava demorando muito, mas o presidente Márcio Braga decidiu abrir a boca. E disse que o Flamengo está se organizando para a festa do hexa!!!! Esse oba-oba não leva a nada. Não leva a título nenhum. O Flamengo fez festa antes da hora na Libertadores e tomou aquele sacode que já conhecemos, mas tem gente lá na Gávea que parece não ter aprendido a lição. Quando será que o Márcio Braga vai aprender a se comportar como dirigente? Quando será que vai se tocar de deixar para a torcida essas fanfarronices? Pelo menos há gente lúcida lá na Gávea: o técnico Caio Júnior não comprou a idéia do presidente e garantiu que não vai deixar o elenco se contaminar com esse otimismo exagerado que eu prefiro chamar de burrice.
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Faltando 20 dias para o fim das inscrições para candidaturas à sucessão de Bebeto de Freitas, nenhuma chapa foi formada. A situação do Botafogo está feia... Salário atrasado, numa reta final de Campeonato, é sempre um perigo.



Segunda-feira, 6 Outubro, 2008

A Casa da Mãe Joana

Odvan ainda nem deve ter descoberto que o Vasco é o lanterna do Campeonato e outro jogador já dá também de ombros para a bandeira que deveria honrar. Edmundo, aquele que faz o que quer em São Januário, fingiu que não ouviu um pedido de Roberto Dinamite. Um pedido que, convenhamos, deveria ter sido uma ordem. O presidente nem queria muito: solicitou que Edmundo fosse ao seu próprio julgamento, no STJD, pois sua presença poderia servir como um atenuante. O jogador disse que não iria, e nem o técnico Renato Gaúcho conseguiu fazer com que mudasse de idéia. Assim, Edmundo pegou um gancho de duas partidas por causa do empurrão num adversário, no jogo contra o Ipatinga. Não enfrentará o Sport e o Flamengo, dois jogos dificílimos para o Vasco.
E eu, tola, estava no post anterior exigindo um pouco mais de comprometimento do Odvan. Ora, se nem a referência do time, um dos ídolos do clube, está se importando com o Vasco, por que Odvan haveria de se incomodar?
Parece que o profissionalismo não chegou a São Januário.


Odvan não joga e não vê

Banco de ImagensQuando a gente pensa que a lanterna é o fundo do poço, descobre que ainda há mais a descer. Pior do que a situação do Vasco é constatar que o time está entregue a mãos, ou melhor, a pés que não merecem pisar naquele gramado. Dando uma olhada ontem na Internet, me surpreendi com uma pérola que, hoje, está nos jornais. Uma pérola que mostra o nível de comprometimento do zagueiro Odvan com o Vasco, com seu trabalho, com sua torcida: zero. Vai, Odvan, fala bobagem, fala:
"A gente não pode dizer que essa derrota é uma catástrofe porque perdemos o jogo. Deus está sendo tão bom para gente que manteve o time na mesma posição".
Ele disse isso para a TV Esporte Interativo. Uma prova de que ignora completamente a tabela. Odvan não sabe que o Vasco é o lanterna e, agora, eu pergunto: será que já disseram a ele que seu time está na zona de rebaixamento e que, se não sair dessa, estará na Série B do ano que vem?
A derrota de 4 a 2 para o Figueirense foi mesmo um vexame. A torcida fez sua parte, foi a São Januário, acreditando, como eu, que o Vasco venceria a partida. Não deu nem para a saída. Com essa defesa, e com Odvan ameaçando entrar a qualquer momento, não há Deus que dê jeito.
Mas, numa coisa Odvan tem razão: Deus tem sido muito bom pra ele. Deu-lhe mais uma vez a camisa de um time grande. Que tal honrá-la?
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Já que estou falando do último colocado, vou subir um degrau para falar do penúltimo. O Fluminense que foi buscar pelo menos 100 gramas de paz em Itu agradece ao Vasco por mais um vexame no Brasileirão. Não tinha melhorado em nada sua situação ao empatar em 1 a 1 com o Goiás, mas a derrota do time de Renato Gaúcho aumentou a esperança de Renê Simões, que estréia sábado, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Jogo difícil... Se bem que não há jogo fácil para a dupla Vasco-Fluminense.
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O Botafogo, que pegou uma pedreira em Porto Alegre, e perdeu (2 a 1) para o Grêmio, tem o Engenhão como esperança de se reabilitar no Campeonato. Cada vez mais longe do G-4, o time de Ney Franco vai disputar no Rio, no conforto de seu lar, suas duas próximas partidas: Vitória e Santos. Está na hora de entrar numa seqüência de vitórias.
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Subindo na tabela, chego finalmente ao Flamengo. Joga um futebol eficiente, já que hoje em dia não se vê bola lá muito redonda, bonita, por essas bandas daqui do Brasil. O Flamengo tem um time eficaz e, que luxo, um banco para repor peças, que vem dando conta do recado. Mereceu a vitória (2 a 0) sobre o Náutico, nos Aflitos. E, sábado, promete levar muita gente ao Maracanã, onde enfrenta o Atlético-MG. Destaco aqui o gol de Leonardo Moura. Golaço! E destaco também o capricho de Caio Jr., que vem exigindo dos jogadores que aprimorem o chute de longa distância. Está certo em cobrar.



Quinta-feira, 2 Outubro, 2008

Renê tira o Fluminense dessa?

Banco de Imagens
Banco de Imagens

Vasco e Fluminense decidiram mesmo dar as mãos este ano. Os dois estão disputando a lanterna do Brasileirão; Renato Gaúcho, tão identificado com as Laranjeiras, respira o ar de São Januário, e, agora, a diretoria tricolor contrata um treinador que esteve nos planos de Roberto Dinamite quando Tita abandonou o barco. Renê Simões é o novo técnico do Fluminense.
Vai trocar de seu paletó o pin rubro-negro pelo tricolor, porque é um profissional que veste mesmo a camisa. Tanto que, quando dirigiu a seleção brasileira feminina, chegou a fazer um diário no qual se passava por mulher. Renê Simões é motivador. Tem 55 anos, já trabalhou nas categorias de base do Fluminense, foi técnico da Portuguesa, Santa Cruz, Bahia, Vitória, Coritiba, Vitória de Guimarães (POR). Seus títulos: o Sul-Americano sub-20 (1988), o campeonato baiano pelo Vitória (2005) e o brasileiro da Série B pelo Coritiba (2007). Com Renê, chegam os auxiliares técnicos Alfredo Montesso e Chico Santos. E você, acredita que Renê Simões vai tirar o Fluminense do buraco?

Na foto acima, Renê era superintendente do Flamengo.


Podre poder paralelo

Foto de Carlos Morais
Fotos de Carlos Morais

Não há uma só semana em que o noticiário esportivo consiga se livrar das torcidas organizadas. O motivo é sempre parecido: ameaça, agressão ou invasão. O presidente do Fluminense, Roberto Horcades, há pouco admitiu distribuir ingressos gratuitos por temer retaliações. O presidente do Atlético-MG, Ziza Valadares, fez pior: renunciou em pleno Centenário. Ontem e hoje, num intervalo inferior a 24 horas, o Vasco passou pelo mesmo problema. Ontem, a torcida invadiu o Vasco-Barra. Hoje, a invasão foi em São Januário.
Na minha concepção, quem vai ao trabalho dos outros, num horário tão comercial, não tem nenhuma ocupação na vida. Como pode um desocupado cobrar empenho a um jogador, se ele mesmo não produz, não trabalha, não faz nada na vida a não ser assistir a treinos e jogos de futebol? Foi gente dessa mesma espécie que fez Morais, um dos melhores jogadores do clube, trocar o Vasco pelo Corinthians. Quando foi que essa gente tão baixa, tão sem educação, tão desclassificada, ajudou o Vasco?
A torcida organizada está se transformando num poder paralelo. Um podre poder. Mas ainda há esperança enquanto houver polícia. E, se os vândalos invadem o trabalho dos outros para cobrar empenho, eu fico aqui, no meu trabalho, sem entrar na casa de ninguém, mas fazendo pedido parecido à polícia: mais empenho na caça aos falsos valentões, tão covardes eles são, que ameaçam acabar com o bom futebol e com a vida dos nossos jogadores.


Bicicleta de Carlos Alberto deixa Fogão nas alturas


A bicicleta de Carlos Alberto deve ter deixado a torcida alvinegra nas nuvens. Afinal, o time tinha dado uma empacada no Brasileirão, e estava há quatro jogos sem vencer. A vitória (3 a 1) sobre o América de Cáli decidiu a classificação do Alvinegro à próxima fase da Sul-Americana (quando vai enfrentar um adversário argentino, Estudiantes ou Arsenal), e pode até pesar nas pernas do time que, sábado, enfrenta o Grêmio, em Porto Alegre. Mas, sem dúvida, também tem seu ponto positivo: levanta a moral de um time que corria o risco de perder seu brilho. E, claro, deixa em evidência um jogador que, no Botafogo, luta em busca da reafirmação: Carlos Alberto. Que bela bicicleta. Ou, como preferem alguns, meia-bicicleta... Seja lá qual for o meio de transporte ­- bicicleta, patinete ou skate -, o Botafogo, com essa classificação, dá um passo à frente.



Quarta-feira, 1 Outubro, 2008

Calculadora, terço e lenço na mão

O Fluminense continua lá. Continua lá na zona dos desesperados. Foi incapaz de vencer o Goiás no Maracanã, o que significa que, até o dia 11, quando enfrenta o Atlético-PR, em Curitiba, o clima vai continuar tenso. O problema do Fluminense não está somente no gramado verdinho, tão mostrado pelas câmeras de televisão. Está também nas cinzentas dependências do clube, onde conselheiros batem cabeça em busca de um trouxa em quem jogar a culpa por tanta desgraça no Brasileirão.
Será que a culpa é mesmo do patrocinador? Ou, ainda, do coordenador Branco? Afinal, o Fluminense não chegou à final da Libertadores? O Fluminense não perdeu a Libertadores por um detalhe, uma cobrança trágica de pênaltis?
Não é hora de caçar bruxas. Não é hora de dividir. Nada mais pode ser feito a essa altura da temporada, em que as janelas se fecham e começa a contagem regressiva para o fim do Campeonato. Calculadora, terço e lenço na mão, esse é o destino de todo bom tricolor.



Terça-feira, 30 Setembro, 2008

É triste

Deixo para outro dia (ou não) a discussão sobre as colocações do Tita em matéria assinada por mim, no Jornal O Dia. Deixemos isso de lado. O que mais me preocupa é ver o Vasco de minha falecida avó e meu padrinho; o Vasco de Roberto Dinamite, de Juninho Pernambucano e Edmundo, com uma só mão segurando um arbusto, corpo solto no ar, sucumbindo à ventania, pendurado diante de um abismo profundo, sinistro e frio. É triste.



Segunda-feira, 29 Setembro, 2008

Você já chamou o Caio Jr. de burro?


O que estarão dizendo aqueles que chamaram o técnico Caio Júnior de burro? O Flamengo está lá, a quatro pontos do líder, brigando ainda por um título no qual não acredito, mas que nunca foi tão possível no ano. Caio Júnior já deu provas ao longo de sua ascendente carreira de que não é burro. Não chegou ao Flamengo por acaso. Posso admitir aqui que se perde entre tantas convocações. Eu mesma já disse: "Caio Júnior está meio perdido". O que não é o mesmo que ser burro. É dura a vida de quem vê um punhado de jogadores ir embora e recebe um outro bocado, no meio de uma competição. Há de fazer novas escolhas, descobrir quem é o melhor jogador e quem é o mais ou menos, agradar o dirigente que contratou A e B, deixar meia dúzia do time de cara emburrada, enfrentar o imediatismo do torcedor exigente. É normal que o cara se perca, mas quem não é burro acaba uma hora se achando.
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O Botafogo que quer ir à Libertadores não pode empatar com um Fluminense sem fôlego e inspiração que mora de aluguel na lanterna do Brasileirão. A semana agora promete: depois de tentar reverter quarta-feira aquela derrota de 1 a 0 para o América de Cáli, o Botafogo vai enfrentar, três dias depois, o Grêmio. E, se quiser mesmo merecer uma vaga no G-4, terá de superar o time gaúcho, que está em baixa, mas vem mordido pela goleada (4 a 1) sofrida para o Inter, seu maior rival.
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Se o Vasco não ganha do Ipatinga, vai ganhar de quem? Aliás, o Vasco não perdeu simplesmente. O Vasco sofreu três gols do time que tem o pior ataque da competição (28). Quando a esperança de uma torcida passa a repousar em reforços como Fernando e Odvan, é sinal de que há uma tragédia no ar. Permitam-me uma correção: isso não é esperança, é desespero mesmo.
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Deixei o lado de baixo do post para falar sobre quem anda também no rodapé da tabela do Brasileirão. O Fluminense deste Campeonato está tão pequenininho, tão pequeninho, que ainda comemora um empate que o deixou em... último lugar! O que há de honroso nisso? Tudo bem, o gol de Edcarlos veio nos acréscimos, mas um soquinho no ar já teria sido suficiente para extravasar a alegria do empate e respeitar a dor que a realidade impõe.



Sexta-feira , 26 Setembro, 2008

Nutricionista para o Vasco e psicólogo para o Botafogo


Há algo podre em São Januário. Não faz o menor sentido o técnico Renato Gaúcho botar a boca no trombone contra o excesso de peso (morto) no time, e ter sua autoridade questionada pelo supervisor Lancetta, que minimiza o problema. Por que não pode haver transparência no Vasco? Por que é sempre assim? Muda ano, muda diretoria, muda técnico, e o clube continua com problemas de comunicação.
Hoje foi dia de todo mundo subir na balança. Ninguém foi multado. Eu hein... E eu estava levando a sério esse negócio...
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Foi por falta de tempo que não falei aqui do Botafogo. E, também, um pouco por falta do que falar. Não compreendo por que um time vai do céu ao inferno com tanta rapidez. Com a derrota para o América de Cáli, já são três tombos consecutivos. Como dizia minha avó: "Dia de muito é véspera de pouco". No Alvinegro, tem sido assim. A alegria por uma seqüência de vitórias é véspera de um sofrimento qualquer. Deixo os comentários para que alguém se aventure a uma explicação para esse drama. Um psicólogo, talvez... Tem algum aí?



Quinta-feira, 25 Setembro, 2008

Um gordinho a menos

Por falar em gordo, Ronaldinho Gaúcho está fora da lista que Dunga acabou de anunciar, para os Jogos contra Venezuela (dia 12 de outubro) e Colômbia (15), pelas Eliminatórias da Copa de 2010... Abaixo, os magrinhos convocados:

Julio Cesar (Internazionale)
Doni (Roma)
Maicon (Internazionale)
Daniel Alves (Barcelona)
Lúcio (Bayern de Munique)
Thiago Silva (Fluminense)
Juan (Roma)
Alex Costa (Chelsea)
Juan Maldonado (Flamengo)
Kleber (Santos)
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Lucas (Liverpool)
Josué (Wolfsburg)
Anderson (Manchester United)
Elano (Manchester City)
Kaká (Milan)
Julio Baptista (Roma)
Mancini (Internazionale)
Robinho (Manchester City)
Alexandre Pato (Milan)
Luís Fabiano (Sevilla)
Jô (Manchester City)



Quarta-feira, 24 Setembro, 2008

A bola é redonda. Os jogadores também


Nesses 20 anos de profissão, já vi jogador de todos os tipos. Tem aquele que gosta de beber, tem aquele que a gente acha que toma bomba, aquele que calça o chinelo e está sempre com um incômodo em algum músculo. Tem o que chega atrasado, o que puxa o saco do treinador, o que detesta a imprensa. Tem o que gosta de sair na Caras e o que não pode ver mulher. Mas, de um tempo pra cá, a moda no futebol é se empanturrar de comida e, depois disso, comer um pouco mais. Não sem deixar um espaço no barrigão para a sobremesa. E, claro, para arrematar, mais um docinho porque ninguém é de ferro.
É incrível que, em plena primavera, passadas 26 rodadas do Brasileirão, a comissão técnica de Renato Gaúcho tenha descoberto que o time do Vasco está repleto de gordinhos. Falta vergonha na cara dessa gente. É falta de amor à camisa (GG), falta de responsabilidade, falta de seriedade numa profissão feita exclusivamente para magros. Entende-se agora por que o Vasco está tão mal das pernas. Não falo da obesidade, mas da falta de comprometimento de meia dúzia de jogadores. Se os caras não estão nem aí para o corpo, será que se importam com a instituição que lhes dá emprego? Balança neles, Renato!!!
(Ou será um culto à imagem de um certo ex-presidente?)


Matemática, eterna vilã


A matemática é fria de doer. Machuca, principalmente, times como Vasco e Fluminense, que estão na zona de rebaixamento e precisam no mínimo vencer seis dos 12 jogos que restam. Uma tarefa quase impossível, já que, das 26 partidas disputadas até agora, o Vasco só venceu sete e, o Flu, seis.
Flamengo e Botafogo, com vida mais fácil, precisam vencer sete jogos para garantir vaga na Libertadores do ano que vem. Para chegar ao título brasileiro, aí são outros quinhentos. Seria preciso vencer 11 jogos.
Conheça a maratona que cada um terá pela frente:
Flamengo - Sport (casa), Náutico (fora), Altético-MG (c), Vasco (neutro), Coritiba (c), Vitória (f), Portuguesa (c), Botafogo (n), Palmeiras (c), Cruzeiro (f), Goiás (c) e Atlético-PR (f).
Botafogo - Fluminense (c), Grêmio (f), Vitória (c), Santos (c), Ipatinga (f), São Paulo (c), Atlético-NG (f), Flamengo (n), Goiás (f), Atlético-PR (c), Figueirense (c) e Palmeiras (f).
Vasco - Ipatinga (f), Figueirense (c), Sport (f), Flamengo (n), Goiás (f), Atlético-PR (c), Fluminense (n), Santos (c), Atlético-MG (f), São Paulo (c), Coritiba (f) e Vitória (c).
Fluminense - Botafogo (f), Goiás (c), Atlético-PR (f), Vitória (f), Palmeiras (c), Figueirense (f), Vasco (n), Cruzeiro (f), Portuguesa (c), Internacional (f), São Paulo (f) e Ipatinga (c).
Quais os clubes do Rio que, na sua opinião, alcançarão seu(s) objetivo(s)?



Terça-feira, 23 Setembro, 2008

A esperança é verde


Ronaldo calçou o verde da esperança nos pés e, com o otimismo colorindo suas chuteiras, participou de um treino recreativo com alguns garotos dos juniores do Flamengo. Ainda está Foto Carlos Mesquitaacima do peso, mas, treinando em dois turnos como vem fazendo, vou ter de engolir minhas palavras de quem um dia não acreditou na sua volta aos campos de futebol. É bom vê-lo de novo trabalhando, embora ainda tenha uma quedinha por situações que não combinam nada com o esporte, como o barraco que rolou em sua festa de aniversário, já na manhã de sábado, na Sky Lounge, na Lagoa. Ronaldo sempre se saiu melhor nos gramados do que em eventos sociais, já que nem no seu luxuoso casamento, num belo castelo de conto de fadas, conseguiu manter-se distante das polêmicas.
Melhor do que o treino com os garotos dos juniores foi a notícia de seu fisioterapeuta particular, Bruno Mazioti: ele garante que, em 20 dias, Ronaldo já estará em forma para tratar a bola com a dignidade que ela (e ele também) merece (m). Que assim seja. No Manchester City, no Flamengo ou em qualquer lugar do mundo.