“A inveja é uma declaração explícita de inferioridade”, costumava dizer Napoleão Bonaparte. Sábio esse general francês, tanto quanto os motoristas de caminhão que estampam nos seus pára-choques outro aforismo absolutamente verdadeiro: – “a inveja é uma merda”. A inveja é filha da infelicidade, irmã do fingimento e anda de braços dados com a maldade e a falta de talento. É um sentimento devastador, que corrói não só o ser invejado, mas quem inveja também. Nasceu desde tempos imemoriais e pode ser encontrada até em animais. Dos sete pecados capitais, é o pior, o mais complexo. É raiz de tantos males quanto vítimas. Um verdadeiro câncer na alma de pessoas minúsculas, infelizes não só com a própria pequenez, mas com a grandeza alheia. Impossível para o invejoso contemplar o outro feliz, satisfeito. Não. Para ele isso é o pior dos infernos... É a morte
Morte...Inveja...Infelicidade...Triste o destino daqueles que deixam consumir por esse sentimento.
Já dizia Mae West: "quando sou boa, eu sou muito boa, quando sou má sou melhor ainda"
FATAL
Qui, 28 Jun 2007 17:17:11 GMT
MILTOOOOOOONNNN!!!!!
Francamente,só vc poderia publicar a nossa foto juntas, meu bem amado! Só ficou faltando Meméia e
Alcéia (Mamba e Banaiuti kkk). E vc mesmo. Tô sissi! No lado esquerdo da foto, bem no fundo, ainda avisto minha irmã e meus sobrinhos (um deles é gay)! Eita família do cazzo! rs E vindo de vc, amado do bem,eu como ovo com pão, pão com ovo, ovos com pau no meio, etc... Fatal, amiga de tricô, eu agora tenho a plena certeza que despontei para o anonimato. Depois dessa segunda publicação de uma foto minha entrei de vez no ostracismo internacional! Coisas do jet set. E vc, minha amada Banaiuti que só consegue visualizar o lado gay do mundo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Bem que a sra. podia ser o Zeca Diabo pq Dirceuzino não come ninguém.Vc,Mamba,eu exijo que belisque minha bunda em agosto, setembro, outubro... E a Renatinha? Sempre pegando carona no show alheio e tentando xoxar no truque. Linda do Catete, se eu fosse múmia estaria a essa hora gravando pro Fantástico! kkkkkkkkkkkkkk E sei que tanto no Catete quanto em Japeri existem pessoas que fogem ao seu padrão estético. Mas botamos a cara a tapa com nossos rostos e nomes reais. E vc? Se chama Renata? Mora no Catete? Não nos interessa. rsrsrs O importante é ser feliz e saber que mesmo com essa cara de Ramsés, Godzilla do Agreste ou qq outro adjetivo, É DE NÓS QUE ELES FALAM!kkk Pq como já disse Simone Fatal de Beauvoir Genet Orleans Bragança Grimaldi Suplicy Vasconcelos: que me importa se a mula manca? Eu quero é rosetar!" Foi falar isso e ser decapitada após a Queda da Bastilha. Eu vi, tava lá. snif... snif...
Bia Alves
Qui, 28 Jun 2007 20:56:40 GMT
Está mais do que provado que o homem é um ser puramente social. Não vive sozinho nem à cacete. Por isso, foi adaptando todas as suas necessidades ao coletivo. Pode-se nascer, crescer, comer, dormir e até morrer com, pelo menos, alguém do lado. Entretanto, existe uma atividade fundamental que foi ocultada, sem explicação, do testemunho do grupo. Condenada a um exílio eterno e sem direito a julgamento. Refiro-me, com pesar, ao solitário ato defecativo, o famoso “fazer cocô”, este eremita injustiçado pelo mundo.
O “cocô diário” é imprescindível para a boa saúde do organismo, porém é tratado como uma vergonhosa anomalia biológica. Todo mundo faz, mas ninguém admite: “Desculpe professor, cheguei atrasado hoje porque estava cagando sinistro em casa!” Esta frase não passa de uma utopia maravilhosa simplesmente porque a sociedade resolveu omitir o cagar por ainda não estar preparada para entender sua grandeza e importância.
Por que somos obrigados a fazer cocô sozinhos? Ninguém sabe realmente. A desculpa esfarrapada que cagar é nojento e repugnante não convence nem o mais ingênuo dos mortais. Certos programas de televisão que estão por aí são muito mais repulsivos. A verdade é que se o ser humano tivesse se habituado a obrar na frente do seu semelhante teria desenvolvido enormemente a virtude da tolerância e hoje não teríamos conflitos de nenhuma espécie: brancos abraçariam negros, judeus rezariam com árabes, palmeirenses incentivariam corinthianos, genros odiariam sogras e vice-versa. Porque ao cagar e ver cagar, o homem se humanizaria realmente. Aceitaria melhor o íntimo alheio. Não idealizaria a perfeição e assim seria incapaz de exigi-la do seu próximo. Ali, de cócoras, com as mãos na barriga e com a testa franzida, o indivíduo é apenas mais um cagão, desprovido de vontades, status, quimeras e paixões. É somente e tão somente um manso de espírito, de mente e reto abertos para o Universo. Poderíamos cagar de agachadinhos e de mãos dadas como irmãos… que lindo seria!
A todo o momento a sociedade tenta desesperadamente esquecer que todos os seus 6,5 bilhões de membros fazem cocô todo santo dia… e como fazem! É lei imutável da Natureza. Porém, tudo é arranjado para que nem você se lembre de defecar: “O que? Deve estar havendo algum engano. Eu não faço este tipo de coisa!”, ou então: “Quem? Eu? Sinceramente, Fontana, eu nunca produzi um bostolete na vida!” A família, A Igreja, o Exército, a publicidade, todos teimam em ignorar o resultado da digestão custe o que custar. Ninguém gosta de imaginar a Xuxa fazendo uma força dos diabos na privada, só que a verdade nua e crua é que é que a rainha dos baixinhos também estrangula o moreno todo o dia no alto do seu “trono”.
Gisele Bündchen? Linda… sexy… perfeita… demite o tolentino assim que lhe dão uma chance! Bruna Lombardi? É só lembrar do seu programa de tv para notar a sua enorme intimidade com a arte de pintar a louça de marrom. Julia Roberts? Caga. Cameron Diaz? Também caga. Sharon Stone? Faz mais cocô do que eu e você juntos! Até os objetos relativos ao universo merdal tentam inutilmente fantasiar a realidade. Veja só: vaso sanitário, toalete, papel higiênico, banheiro, etc. Banheiro? Como se o banho fosse a coisa mais importante a ser feita nesse aposento! Qualquer um pode passar 5 dias sem tomar banho, agora imagine esse mesmo período sem cagar! Hospital na certa! Banheiro, uma conversa! O nome certo deveria ser “cagueiro”!
Infelizmente, um retrato da farsa em que vivemos pode ser encontrado num famoso verso popular que diz: “Quando cago, sinto uma solidão profunda. A bosta bate na água e a água bate na bunda”. Um dia, talvez, poderemos ler em uma prosaica parede de banheiro (ou cagueiro): “Quando cago, me sinto aliviado, pois posso olhar para esse cagão aqui do meu lado.”
Anônimo
Sex, 29 Jun 2007 07:57:13 GMT
Bom dia, queridos.
Ai, Renatinha, sinto muito frustrar os seus ataques, mas não tenho o menoooooooooor problema com auto-estima. Vc pode me achar feia, horrorosa, é um direito seu. Da mesma forma q Milton pode me achar goshtooooosa (amei, amei, amei). O importante mesmo é que eu me sinto otimamente bem comigo mesma. Não todos os dias, claro, mas na maioria deles.
E quanto a estar aqui 24h por dia, é fato. Adoro estar aqui, ler e ser lida por pessoas adoráveis. E já que a nossa bela e culta Sammyle falou de Barthes... "Ninguém tem vontade de falar de amor, se não for para alguém." Eu tenho vontade de falar de amor para um monte de gente daqui. Até pra vc (parafraseando Milton, considere isso uma mentira)!!
Beijoooooooooooooos
Renata C.
Sex, 29 Jun 2007 11:33:45 GMT