IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIISSSSAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA...Não sei se já contei pra alguns a história de minha tia Moacyra que nos aniversários da família ligava para todos, eu disse absolutamente "todos" com a mesma pérola:"Aí heim, colhendo mais uma abóbora na horta da vida", achava o máximo, morria de rir e espero que a abóbora que meu Lacraio e que todos os lacraiudos colham seja aquela da fada da Cinderela que transforme ela numa carruagem viadéeeeeezima, não com cavalos brancos mas com alces nas cores do arco-íris como Milton Cunha ama e que nos leve ao mundo da galhofa, da pinta, da com um cocheiro com o figurino do frango da São Clemente que ao passar na avenida grite"Brilha Viadoooooooo" porque todos e todas aqui somos graças a Deus um pouco isso no dia a dia.Bacanérrrimooooo esse Buraco aonde os bofes, as monas de verdade, as de equê,as turvas e as espertas dão pinta, muita pinta, soltam as frangas, os perus, os pintos, todas as aves juntas ao mesmo tempo e como diria o povo lá do meu buraco da terceira idade:"Confete, confete, confete, confete serpentina, são todas bichas velhas querendo ser meninas".Saravá Buraco...AAAAAAAraseeeeeeeee Lacraia...
Um beijo para todos do Bana Espantalho do Fandango.
Banaiuti
Qui, 31 Jan 2008 09:15:20 GMT
banaiuti
Qui, 31 Jan 2008 17:25:35 GMT
PAULKO BARROS GANHOU O CARNAVAL
DEPOIS DO QUE LI, NÃO RESTA A MENOR DÚVIDA QUE COM OU SEM TROFÉU, NOTAS 10, ESTANDARTES DE OURO E ETC...PAULO BARROS É O CAMPEÃO DO CARNAVAL.
"A Viradouro subverte a tristeza e desnuda o horror da intolerância. O cerceamento da liberdade de expressão é o terreno mais fértil para que proliferem a violência, o desrespeito, a brutalidade, o extermínio. Nem os algozes, nem as vítimas da trágica história da humanidade têm o direito de ocultar os fatos, entorpecer a memória.
A proibição sumária da expressão artística é o primeiro passo em direção ao precipício: queimar livros, censurar filmes, destruir alegorias. Por trás de toda arbitrariedade, se esconde a mediocridade, a impossibilidade de vencer a força das idéias, e o que resta é dizimá-las.
A "execução da liberdade" é a quinta alegoria da Escola e percorre a avenida para lembrar que o extermínio pode ser a conseqüência do preconceito, da intolerância, do desrespeito à diversidade. Inicialmente concebida para representar um dos maiores genocídios da humanidade, o holocausto, o carro foi impedido de desfilar por mandato judicial da Federação Israelita do Rio de Janeiro no dia 31 de janeiro de 2008. Algumas reações de organismos nacionais e internacionais deixam clara a incompreensão de que o desfile das escolas de samba é um poderoso instrumento de divulgação de idéias, de sensibilização de corações e mentes de todo o planeta.
O carnaval foi apontado como "espaço inapropriado, em seu ambiente festivo", "desfile com música, mulheres e homens semi desnudos dançando alegremente face a recordação das vítimas do Holocausto", "um espetáculo abominável para os sobreviventes e suas famílias". É claro que houve a compreensão das intenções da escola, ou seja, alertar contra o genocídio de milhares de seres humanos.
A alegoria enquanto escultura, se exposta em uma bienal de arte seria aceita. Na avenida, se torna inadequada. Outras formas de arte retratam o holocausto, como o cinema, o teatro e as artes plásticas. As salas de cinema e os salões dos museus são os espaços mais adequados para que o povo reflita sobre as barbaridades do homem? Considerar "escárnio" desfilar como tema tão contundente na Marquês de Sapucaí é descredenciar uma das mais importantes manifestações culturais brasileiras. Palco de lutas pela liberdade, a Avenida mostrou, ao longo de anos de desfile, a opressão contra negros e índios, a resistência dos migrantes nordestinos contra a miséria, a saga de heróis que foram mártires nas batalhas pela democracia.
O holocausto atingiu não apenas aos judeus, marcando a vida de comunistas, homossexuais, ciganos, deficientes mentais e físicos, intelectuais que discordavam do regime de Hitler, homens, mulheres e crianças que morreram brutalmente, vítimas do nazi-fascismo. A execução do direito de liberdade e a intolerância para com a diversidade cultural, ideológica e religiosa assassinou negros, índios, alquimistas, visionários. A quinta alegoria da Viradouro, passará na Sapucaí representando um protesto contra todo o tipo de extermínio da vida e da liberdade. Não se conta a verdadeira história do homem só com poesia e prazer. As cicatrizes da alma são a melhor forma de proteção contra novas feridas."
Banaiuti
Sex, 01 Fev 2008 16:00:29 GMT
Tristeza
Miltom: fiquei triste com a indelicadeza de seus comentários na transmissão que estou assistindo. Profissionais mantém um nível de respeito com o trabalho alheio, por pior que estivesse, você poderia guardar o deboche, o sinismo e o descaso para si. Temos, no gupo de acesso, escolas que já foram as melhores!!! Como a sua São Clemente já passou por lá também e mereceu respeito, respeite o que é do Rio... mas não se preocupe, a desorganização e falta de profissionalismo não foi só sua... Pena, foi a sua que mais me assustou, pois competência eu sei que tu tens!
Bom carnaval.
Alessandra (leleuff@hotmail.com)
Dom, 03 Fev 2008 00:22:11 GMT
E MULHERES VISTAM-SE !
Chegou o verão. Praia, sol, mulheres, fio dental... Tudo sempre igual.Vamos fazer diferente, este ano? Mulheres vistam-se! As revistas femininas poderiam liderar este movimento pró-mulheres comportadas e, com saias de mulher, blusinhas de mulher, sapatos de mulher, jeitinho de mulher, sem palavrão, cigarro e cheiro de álcool. Que pecado! Mulher, definitivamente não combina com certos odores. Um verão, com mulheres mais recatadas, que não saiam dos banheiros de restaurantes, ainda fechando o zíper das calças e que, se distancie dos botequins, fazendo tipo inseguro -mimosa -carente. Mulher que não queira ficar famosa porque fez implantes e lipoaspirações. Afinal, mulher não é só um corpo.Quando os homens as viam desta forma, com justa indignação, havia revolta por parte da maioria.Hoje, a mulher não pode colocar uma cabeça de homem antigo, em cima do seu pescoço moderno.
Enfim, uma releitura da mulher-mulher. Daquelas que dizem, depois de uma cantada:- "Vou pensar. Vamos dar tempo ao tempo", ao invés de responder avançando no nosso pescoço com a aquela língua mortífera e saltitante, já querendo ação. Um verão nostálgico. Os homens precisam voltar a ter a possibilidade de fantasiar. O direito de sonhar, como poderia ser o corpo daquela mulher. Está tudo muito rápido, sem criatividade e previsível. Atualmente, não dá mais tempo. A realidade logo se impõe. Todo homem sabe que a mulher tem,um seio ao lado outro, uma coxa ao lado da outra e tudo mais.Muito mais.O que se pede é tempo para imaginar como seriam. A nova proposta é recuperar o valor do beijo único, exclusivo e não, destes que são distribuídos como saquinhos de doce em festa de Cosme e Damião. O beijo na boca, principalmente de pé. Era tão gostoso. O beijo na boca, com suavidade, sem parecer que existe uma câmera de reality show filmando, ou então para demonstrar que não é um beijo técnico. Coisa, mais em graça. Mulher que goste de freqüentar lugares onde a musiquinha ao fundo é baixa, deixando que ambos possam sussurrar palavras um no ouvido do outro. Mulher-mulher que use calcinha e que, jamais diga a cor. A gente sabe que é tudo igual, mas por isso mesmo, temos que reaprender a fazer esta coisa diferente. Freie este ímpeto do século passado de dizer-se emancipada, falar do seu dinheiro, do seu emprego, seu apartamento, sua promoção, seus projetos, seus cartões de crédito... Isto tudo o homem fazia antigamente, e o mundo ficou desta forma. Mas, se você mulher, achar que, a vida que eles construíram é maravilhosa, então, acenda o próximo charuto.
PAULO
Dom, 03 Fev 2008 12:41:46 GMT