Os países ricos devem se comprometer a cortar em até 80% suas emissões de carbono até 2050, e as nações em desenvolvimento devem concordar que até 2020 também terão de estabelecer metas de corte. A exigência foi feita nesta quarta-feira por ninguém mais ninguém menos que o economista britânico Nicholas Stern, do Banco Mundial.
Ele é autor do chamado Relatório Stern, estudo encomendado pelo governo Britânico sobre os efeitos na economia mundial das alterações climáticas nos próximos 50 anos. O documento apresentado ao público no dia 30 de Outubro de 2006 foi um dos primeiros encomendados por um governo sobre o assunto a um Economista e não a um cientista da área.
Depois que o relatório foi divulgado o assunto aquecimento global tomou outro vulto para os governos e para a imprensa mundial. Uma das principais conclusões a que se chega no relatório é que com um investimento de apenas 1% do PIB Mundial se pode evitar a perda de 20% do mesmo PIB num prazo de simulação de 50 anos.
Stern divulgou nesta quarta seu novo trabalho sobre o aquecimento global: "Key Elements of a Global Deal on Climate Change". Ele afirmou que a única maneira de se derrotar a crise de aquecimento global seria garantir que as emissões globais de carbono fossem fixadas em 20 bilhões de toneladas métricas por ano até 2050, e cortadas para 10 bilhões depois.
Segundo o estudo do economista o mercado mundial de carbono teria de ser expandido e melhorado, investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de minimização do uso de carbono deveriam ser feitos, e as nações desenvolvidas deveriam suportar as dificuldades e ajudar nações mais pobres a entrarem gradualmente em um era de baixo uso do carbono.
Stern disse que o mundo em desenvolvimento, onde crescem as emissões com a expansão das economias, deveria ter um tempo para se preparar para assinar termos de corte, mas com um limite até o ano de 2020, quando começariam também a reduzir suas emissões.
O Conselho Diretor da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede-Clima) foi instalado na última sexta-feira durante reunião no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília. A Rede-Clima foi instituída com o objetivo de gerar e disseminar conhecimento e tecnologia para que o Brasil possa responder às demandas das mudanças climáticas globais.
O Conselho deverá buscar ainda formas de financiamento para suas ações. Outro objetivo é produzir dados e informações que apoiarão a diplomacia brasileira nas negociações sobre o regime internacional de mudanças climáticas.
Pesquisa realizada com estudantes de Administração de Empresas da Universidade de São Paulo (USP) e de faculdades privadas mostra que a empresa dos sonhos não é apenas grande porte, mas também ecologicamente responsável. O levantamento foi elaborado pela Quorum Brasil, empresa que faz pesquisas estratégicas para o setor privado. Foram entrevistados 200 alunos (de até 29 anos) do último ano da graduação, entre março e abril.
As conclusões apontam para uma realidade otimista: a juventude de hoje passou a assimilar a importância do meio ambiente e da responsabilidade social. Seja por altruísmo, seja por pressão, os questionários apontam também que trabalhos sociais são importantes na hora de pleitear um emprego. A maior parte dos recém-formados, que ingressaram em programas de trainees nos últimos anos, tinham trabalhado em ONGs ou em defesa do meio ambiente.
Além da preocupação com o meio ambiente (98% dos respondentes), os alunos dizem que gostariam de trabalhar em empresas abertas para ouvir opiniões dos funcionários (95%). Quando questionados sobre o que seria uma vida de sucesso, estudantes dos dois sexos não diferem muito. Mas chama a atenção o fato de mais mulheres (54%) assinalarem a resposta "realização profissional". Entre os homens, o índice ficou em 51%.
De acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), no período de janeiro a março de 2008, o desmatamento no Mato Grosso totalizou 149 quilômetros quadrados. Esse valor foi mais que o dobro da área desmatada no mesmo período no ano anterior (janeiro a março de 2007).
O desmatamento acumulado no período de agosto de 2007 a março de 2008 totalizou 1.853 quilômetros quadrados. Em relação aos mesmos meses do período anterior (agosto de 2006 a março de 2007), quando o desmatamento somou 2.203 quilômetros quadrados, houve uma redução de aproximadamente 16%.
Mais da metade (54%) do desmatamento entre janeiro e março de 2008 ocorreu no município de São Felix do Araguaia. Em seguida, aparece Querência (10%) e Gaúcha do Norte (7%). O desmatamento ilegal representou cerca de 94% do total ocorrido no primeiro trimestre de 2008.
A cobertura de nuvens (que impede a detecção do desmatamento) foi significativa nos três primeiros meses de 2008: 81% em janeiro, 70% em fevereiro e 21% em março. Portanto, as áreas desmatadas detectadas pelo SAD podem estar subestimadas.
Já no Pará a situação é mais complicada. O desmatamento detectado pelo SAD atingiu 65 quilômetros quadrados nos três primeiros meses de 2008 (janeiro a março). Esse valor foi mais do que o dobro da área desmatada no mesmo período de 2007 quando totalizou 28 quilômetros quadrados.
No acumulado do calendário anual de desmatamento (agosto 2007 a março de 2008), a área total desflorestada atingiu 1.362 quilômetros quadrados. Isso representa um aumento de 76% em relação ao mesmo período do ano anterior (agosto de 2006 a março de 2007) quando o desmatamento somou 775 quilômetros quadrados.
De janeiro a março de 2008, a maioria (93%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. A perda de floresta nos Assentamentos de Reforma Agrária representou de 7%. Não foram detectados desmatamentos nas Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação) nesse período.
Os municípios que mais desmataram nesse período foram Ulianopólis (28% do total) seguido de Paragominas (20%) e Dom Eliseu (10%). Todos localizados na Belém-Brasília e incluídos na lista dos municípios críticos do Ministério do Meio Ambiente.
Por se tratar de período chuvoso, a proporção de nuvens sobre o território do Pará: 68% (janeiro), 69% (fevereiro) e 72% (março). Isso significa que os valores obtidos para o desmatamento nesses três meses também estão subestimados.
Para quem gosta de vinho, não conhece muito sobre o assunto e vai ficar no Rio durante mais este longo feriado, uma dica: a Volver Taperia e Vinateria (na Cobal do Leblon) vai realizar uma palestra gratuita sobre vinhos. Entre os tópicos abordados estarão:
O que é vinho;
Tipos de vinho (Tinto, Branco, Rosé, Espumante e Fortificados);
Como ler o Rótulo (Referencia geográfica, safra, castas, teor alcoólico. Estocagem);
Servindo vinhos e espumantes (Temperatura ideal, abertura do vinho,decantando, servindo o vinho e servindo espumantes);
Iniciação ao universo da degustação de vinhos (Aspecto visual do vinho, aroma do vinho e sabor do vinho),
Além da análise e degustação de vinhos brancos e tintos.
Serão eles:
Tapada dos Monges - Vinho Verde Branco
100 marias - Vinho jovem Alentejano
Zaleo - Vinho Jovem - Espiga de Bronze em espanha Extremadura. - Tempranillo - Espanhol
Valdeaurum - Crianza - Prremiado medalha de prata na San Francisco Wine Fair - 100 Tempranillo
Quem se interessar deve inscrever pelo telefone 2294-4426 das 14h às 18h, de terça a sábado.
A palestra acontece no domingo (04/05) de 9h às 11h, na Cobal do Leblon – Box 10
O feriado do Dia do Trabalho, comemorado nesta quinta-feira, dia 1º de maio, vai ser de tempo nublado, com possibilidades de chuva, segundo a previsão do tempo. É verdade que carioca não gosta de dias nublados, mas quem está de folga, não deve (e não pode) deixar de aproveitar os quatro dias seguidos de recesso. Uma ótima opção para quem quer viajar e gastar pouco é a Vila de Trindade, que fica a 25 quilômetros ao sul de Paraty, na divisa com Ubatuba (SP).
O local foi reduto dos hippies na década de 70 e atualmente é freqüentado por turistas aventureiros à procura de praias paradisíacas, como Cepilho, Ranchos, Meio, Cachadaço e Pelados. Neste feriado, o local onde "ninguém dorme" promete ser agitado com um cadenciado forró pé-de-serra na Praia dos Ranchos, além de shows de reggae, na tradicional Praia do Meio.
Quem conferir a vila, não pode deixar de visitar a Praia do Caxadaço, que possui uma piscina de água natural com diversos cardumes e a aventura da Pedra que Engole. Para os mais modernos, a Praia dos Pelados ou da Figueira é a mais indicada por permitir a prática do nudismo. Na vila há diversas opções de alimentação. Restaurantes com rodízio de massas, pizzarias e creperias, lanchonetes, quiosques e até mercados para quem prefere fazer uma comidinha caseira. A mesma coisa com relação a hospedagem. Há pousadas (http://www.paraty.tur.br/trindade/pousadas.php) com bons preços e campings (http://www.paraty.tur.br/trindade/camping.php) com valores bastante acessíveis.
Para quem vai de carro: basta seguir a BR-101 (Rio-Santos) no sentido São Paulo. A entrada para Trindade é visível e foi recentemente asfaltada. Depois basta seguir à direita na bifurcação, no sentido contrário ao condomínio Laranjeiras.
Para quem vai de ônibus: A viação Costa Verde sai a partir das 4h da Rodoviária Novo-Rio para Paraty. De lá, há ônibus direto para a vila. O valor da passagem custa R$ 44.
Agora, quem vai trabalhar no feriado (como nós jornalistas), a dica é curtir a natureza aqui pela cidade mesmo. Diversas trilhas, cachoeiras e parques estarão abertos para visitação. Uma ótima opção é fazer a trilha do Morro da Urca por volta das 17h, já que a partir das 19h, após assistir um belíssimos pôr-do-sol (se tiver sol, claro) é possível descer gratuitamente pelo famoso bondinho. Para chegar lá basta pegar a pista Claudio Coutinho, à esquerda da Praia Vermelha, na Urca e entrar na trilha um pouco antes do fim da pista. A trilha é bem fácil, sinalizada e dura em média 40 minutos.
Quem já tem mais experiência nos 'matos', vale subir a Pedra da Gávea, que fica a 842 metros acima do nível do mar, sendo o maior bloco de pedra à beira-mar do planeta. A trilha começa na Rua Sorimã, depois da famosa "rua dos motéis", atrás do largo da Barra da Tijuca. O caminho é um pouco mais pesado e a atenção deve ser redobrada na "Carrasqueira", que é uma subida de pedras, na parte mais perigosa da trilha.
E quem tem pique pra curtir a noite carioca as dicas para a quarta-feira, dia 30, véspera de feriado são:
O animado samba do grupo Galocantô, a partir das 22h, no Teatro Odisséia (Av. Mem de Sá 66, Lapa). R$ 15.
O arrasta pé no Democráticos (Rua do Riachuelo 91, Lapa) com os trios Sabiá, Pé-de-Serra e Xique-Xique, a partir das 22h. R$ 30 (meia R$ 15).
A festa Retrô Mix com Xote Coladinho na Casa Rosa (Rua Alice 550, Laranjeiras) que terá a Banda Replay, com o melhor dos anos 80 e 90, e o Trio Potiguá, com o melhor do forró, a partir das 22h. R$ 15.
O Brasil Mestiço (Rua Mém de Sá 51, Lapa) que traz a festa "Fuco Fuco, a partir das 22h, com samba, forró, ciranda, maracatu, jongo e outras danças típicas. R$ 10.
A Fundição Progresso promove a festa 'samba em quatro tempos', com as bandas Casuarina, Anjos da Lua, Batuque na Cozinha e Galocantô, a partir das 22h. R$ 40 (meia R$ 20 e R$ 25 com filipeta).
Agora, caso o feriado seja mesmo de dilúvio, a dica é ligar pro amigo "cobertor de orelha", pegar pelo menos cinco filmes (comédia, drama, romance, suspense e documentário), fazer um bom brigadeiro de panela e esperar a chuva passar.
A Assembléia Legislativa do Rio aprovou, nesta terça-feira (29/04), em segunda discussão, projeto de lei do deputado André do PV que dispõe sobre a criação do serviço voluntário ambiental nas Unidades de Conservação do Estado. O projeto seguirá agora para a apreciação do Executivo, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar a regra.
"O projeto criará um canal entre as pessoas que têm o interesse em se oferecer para este tipo de trabalho e as Unidades de Conservação. O nosso objetivo foi exatamente esse: mediar este contato, aumentando o serviço voluntário ambiental no Rio", salientou o autor.
Segundo o texto aprovado, o serviço voluntário ambiental não gerará vínculo empregatício, nem obrigação de natureza previdenciária. Segundo André do PV, os voluntários poderão atuar nas áreas de educação ambiental, monitoramento e gestão, prestação de informações, manutenção de trilhas e instalações, identificação de focos de incêndio e outros incidentes e fiscalização. Bacana!
Estréia nesta quarta (30/4) a versão cinematográfica do Homem de Ferro. O filme, excelente, tem Robert Downey Jr. na pele do playboy Tony Stark e seu alter-ego e guarda-costas Homem de Ferro. O herói, criado em 1963 por Stan Lee, Larry Lieber, Don Heck e o brilhante Jack Kirby, nasceu em uma época de guerra fria, comunismo e pouca tecnologia. Por isso teve que sofrer modificações para surgir com um mínimo de coerência e modernidade.
Se nos anos 60 e 70 os desenhos animados que passavam na TV eram toscos, seus jingles eram clássicos. Thor,Hulk, Namor (o Príncipe Submarino), Capitão América e outros eram diversão garantida para quem chegou a assistir a antiga TV Tupi.
Tony Stark, tira a onda Que é cientista espacial Mas também é Homem de Ferro Elétrico, atômico, genial Dura armadura, Homem de Ferro E lenha pura, Homem de Ferro
Nos primórdios, Tony Stark sofria do coração e usava um marca-passo. Não era incomum a bateria da armadura ficar fraca e o herói precisar recorrer a uma tomada de 110v para recarregá-la. Hoje, para fugir de caças supersônicos e mísseis teleguiados, muita coisa teve que mudar na vestimenta, que também não é mais de ferro, e sim de uma liga com materiais muito mais resistentes e leves.
Confira o trailer e prepara-se para ver o mais novo (?) herói em um cinema perto de você.
Nesta quarta-feira, 30 de abril, às 20 horas, tem show da cantora Luiza Possi na Lona Cultural Municipal Jacob do Bandolim, em Jacarepaguá. A filha da cantora Zizi Possi e do produtor Líber Gadelha chega ao espaço do Pechincha na véspera do feriado do Dia do Trabalho para mostrar um repertório que inclui sucessos que tocam nas rádios. Os primeiros cinco leitores que enviarem nome completo para o e-mail misturainterativa@gmail.com ganham um par de ingressos para assistir à apresentação, de graça.
PROMOÇÃO ENCERRADA! OS GANHADORES SERÃO AVISADOS POR E-MAIL.
No show A Vida é Mesmo Agora, Luiza passeia por ritmos neolatinos, além da MPB e do blues. Além de hits dos álbuns anteriores.
A novidade maior do show é Folhetim (Chico Buarque) que está tocando atualmente em todas as rádios do Brasil e Eu espero (Luiza Possi e Dudu Falcão) parceria inédita.
Serviço:
Dia 30 de abril, quarta-feira, 20h LUIZA POSSI LONA CULTURAL MUNICIPAL JACOB DO BANDOLIM Praça Geraldo Simonard. s/nº, Pechincha.
A força aérea dos Estados Unidos inicia nesta quarta-feira uma campanha para reunir cientistas de todo o mundo em um programa com o objetivo de desenvolver combustíveis mais limpos para seus aviões. A notícia é do jornal inglês The Guardian. A idéia é juntar ao conhecimento acadêmico governos, empresas, universidades e ambientalistas.
O projeto vai tentar juntar esforços multibilionários. William Anderson, secretário do comando da força aérea, diz que a ação quer reunir a pegada de emissões deixada por todo o setor de energia no mundo, e não apenas da própria força.
O Global Warming Art é um site em inglês que reúne informações sobre o aquecimento global. Os mapas sobre o aumento do nível do mar usam tecnologia do Google Maps para mostrar quais comunidades estarão em risco de submergir com as mudanças no clima. Para os que desejam conhecer um pouco mais sobre o problema em curso, visite.
'O Processo', adaptação da peça do tcheco Franz Kafka, que estreou na última sexta-feira, mostra um Tuca Andrada em ótima forma. Assim como em 'Orlando Silva, o cantor das multidões', espetáculo que teve longa temporada, com mais de uma passagem pelo Rio, Tuca mostra que pode ir muito além do que apresenta na TV. O texto, publicado em 1925, conta a história de Josef K., personagem de Tuca - em alto executivo de um banco - que no dia do seu 30º aniversário descobre que está sendo alvo de um processo misterioso e passa a viver um pesadelo psicológico.
Algumas semelhanças com a época da nossa ditadura são evidentes, mas não tornam o espetáculo de fácil 'digestão' para o público mais acostumado com o besteirol que domina a cena teatral brasileira, mas prende a atenção da platéia sem dificudades. O cenário é simples e engenhoso (uma série de estantes de livros que são movimentadas pelo palco, criando ambientes diferentes e com ares de labirinto) e o elenco afiado, com destaque para Antonio Alves e Paula Valente.
O público que vai até o excelente teatro Maison de France ainda recebe um conjunto de cartões com informações sobre o elenco, a montagem, o autor e outras curiosidades. Um tratamento de primeira para uma produção cuidadosamente executada.
Vaias para o público
Infelizmente, apesar da educação característica do público que freqüenta teatro, algumas pessoas ainda não têm consideração e conversam durante o espetáculo, além de se trajarem como se fossem para a praia (apesar de ser noite de sábado). Ok, vamos reverter a ordem, mas com limites!
Serviço 'O Processo':
Local: Teatro Maison de France - Av. Presidente Antonio Carlos, 58 - Centro Horário: De quinta a domingo, até 29 de junho Preço: R$ 40 (quinta e sexta) e R$ 50 (sábado e domingo)
As autoridades israelenses estão impedindo a saída de palestinos gravemente enfermos da Faixa de Gaza para buscar tratamento inacessível na região. A informação é da ONG Anistia Internacional, voltada para a defesa dos direitos humanos. Os 1,5 milhão de palestinos residentes na Faixa de Gaza não podem viajar sem uma autorização emitida pelo exército israelense para entrar em Israel pela única travessia em Gaza. Quinze homens e mulheres que sofrem de câncer ou enfermidades potencialmente fatais e não obtiveram esta permissão.
Mais de 40 enfermos em estado crítico morreram nos últimos meses, como conseqüência do atraso ou impossibilidade de sair da Faixa de Gaza. As autoridades israelenses dizem que não podem permitir a saída desses e outros pacientes gravemente doentes por razoes não especificadas de segurança. A AI recomenda que a população envie apelos, o mais depressa possível, em inglês ou em português, para autoridades israelenses, palestinas e egípcias em prol de Nufuz Husni, de 44 anos, Muhammad al-Hurani, de 25, Rami Al-Arouqi, de 29, Karima Abu Dalal, de 34, Rami al-Masri, de 25, Sameer Taleb, de 47, e nove outros pacientes (cinco homens e quatro mulheres).
Os palestinos estão confinados em Gaza desde 9 de junho de 2007, quando Israel fechou a saída principal para o mundo exterior, o posto de travessia de Rafah para o Egito. Os poucos palestinos que depois disso puderam deixar Gaza, o fizeram pelo posto de travessia de Erez, para Israel.
As autoridades israelenses instalaram um serviço de ônibus circulares, vigiado por seguranças israelenses, que transfere casos urgentes para centros médicos alternativos no Egito ou na Jordânia, para quem teve o visto negado. Mas, esse serviço só funciona a cada cinco semanas. Cancelamentos de última hora são freqüentes, e os assentos limitados fazem com que os pacientes tenham que esperar pelo próximo ônibus. As autoridades israelenses agora fecharam a fronteira com a Faixa de Gaza e com a Cisjordânia até o término da Páscoa Judaica, em 27 de abril.
As clínicas médicas de Gaza não têm pessoal ou equipamento especializados para tratar de uma série de enfermidades. Os hospitais e clínicas também têm cada vez menos peças de reposição para os equipamentos devido ao bloqueio de Israel a importações para Gaza. De acordo com a Anistia Internacional, pela legislação internacional, Israel, como poder de ocupação, está proibido de impor castigo coletivo ou represálias à população palestina, e precisa assegurar que os palestinos em Gaza e na Cisjordânia recebam tratamento médico e hospitalar equivalente ao oferecido aos próprios israelenses. O serviço de ônibus circulares, que funcionou por algumas vezes desde seu início, em 2008, não cumpre de maneira alguma essas obrigações legais.
Contexto
Os pedidos para deixar o território palestino são recusados em sua grande maioria, inclusive os de pacientes que precisam de tratamento indispensável para sua sobrevivência. O ramo israelense da organização internacional Médicos pelos Direitos Humanos (Physicians for Human Rights PHR-Israel) relata que nas duas últimas semanas aumentou significativamente o número de pacientes de Gaza que tiveram os pedidos recusados pelas autoridades israelenses. Desde o início de abril, a PHR lidou com 11 casos de pacientes aos quais foram negados os vistos para consulta médica em Israel.
Em pesquisa realizada durante reunião da Convenção do Clima da ONU (UNFCCC) em Bali, a solução com maior índice de aprovação foi o uso de energia solar para aquecimento de água (74%). Segundo Carlos Faria Café, coordenador da iniciativa cidades solares e diretor do DASOL-ABRAVA, o mercado de aquecimento solar em 2007 cresceu 31,9%.
Em 2006 foram instalados 434 mil metros quadrados de coletores solares e em 2007 registrou-se a instalação de aproximadamente 573 mil metros quadrados. Somente no ano de 2007, foram economizados no Brasil com o aquecimento solar cerca de 620 Gwh , energia suficiente para abastecer 350.000 residências brasileiras consumindo cerca de 145 kWh por mês.
Penetração baixa
Os quase 730.000 domicílios brasileiros que já usam o aquecedor solar representam, entretanto, apenas 1,48% de todos os domicílios do país, uma penetração muito baixa se comparada com Israel, por exemplo, onde mais de 90% das casas usam o Sol para aquecer água. É importante dizer que cada vez mais o aquecimento solar faz sentido econômico para seus usuários, pois com os preços cada vez mais altos de eletricidade e do próprio gás, as economias de 60 a 80% que a tecnologia proporciona, reduzem o tempo de retorno do investimento para menos de 2 anos.
O aquecimento solar já economizou para o Brasil e seus cidadãos 1,94 bilhão de reais, recursos equivalentes e bem conservadores, necessários à construção de uma usina hidrelétrica de 645 MW. Em 2007, estima-se que o setor tenha gerado cerca de 22.000 empregos diretos e indiretos, confirmando os últimos estudos mundiais que comprovaram que a tecnologia solar é a fonte de energia que mais gera empregos, diretos e indiretos, por unidade de energia.
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É isso aí, fonte de energia de graça e que tem seus custos cada vez mais próximos da nuclear, por exemplo. Logo logo não haverá mais desculpas para a produção global imunda baseada em carvão e petróleo.
Mohammed Siddique Khan, líder dos quatro terroristas suicidas que mataram 52 pessoas em Londres em 7 de julho de 2005, gravou um vídeo de despedida para sua filha, um bebê de poucos meses.
"Querida, vou sentir saudades e pensarei muito em você, te amo muito, você é a coisa mais feliz da minha vida', disse na gravação, em que também explica porque se sacrificou.
'Gostaria de ficar contigo, mas tenho que fazer isso para o nosso futuro, é o melhor para o islã, isso é o que mais importa'
Outros terroristas aparecem no vídeo. Eles iriam lutar contra tropas americanas no Afeganistao. Mas mudaram os planos e decidiram cometer os atentados em Londres.
No início, o pretexto para invadir o Iraque eram as suspostas armas de destruição em massa. Depois, a questão central que levou os Estados Unidos a gastarem na ocupação cerca US$ 3 trilhões (cálculos do prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz em seu novo livro) passou a ser a necessidade de levar a democracia e os direitos humanos ao país árabe. Pelo menos é o que diz o discurso oficial da Casa Branca.
Para a ONG britânica CorporateWatch (Observatório das Corporações, em português), a incursão militar está muito mais para uma nova Gerra do Ópio do que para batalha heróica de libertação de um povo oprimido. Segundo o artigo, publicado em www.corporatewatch.org, os EUA estariam apenas substituindo a ditadura sunita por uma forma diferente de tirania: a do poder corporativo.
Nesta ótica, a invasão do Iraque estaria sendo usada para construir um projeto anti-democrático, amigável às grandes empresas transnacionais. Ao mesmo tempo que novos mercados estaria m se abrindo, mais pessoas estariam sendo submetidas a este modelo pouco democrático.
"A democracia - governo do povo para o povo - não pode ser imposta de cima para baixo, deve vir de baixo", salienta a ONG. "Elites poderosas encampam termos como 'democracia', 'liberdade' e 'justiça' e dão sentidos totalmente contraditórios. Somos convidados a acreditar que o Iraque precisava ser destruído para ser salvo, ocupado para ser libertado e que a democracia pode ser importada", afirma o artigo. "Enquanto a justificativa é que 'O Iraque precisa de nós', a verdade é que as elites precisam do Iraque', acrescenta.
Mais do que o território assentado sobre abundantes reservas de petróleo, a ONG lembra a resistência de Saddam Hussein, nos anos 1990, em abrir a economia do país ao investimento estrangeiro. "Saddam Hussein era uma figura relativamente simples de ser demonizada na narrativa simplista do bem e do mal. E haveria uma enorme vantagem em assegurar uma área de influência dos EUA e da Grã-Bretanha no Oriente Médio", contesta.
"A Guerra do Iraque tem sido travada com propaganda e contratos de negócio tanto quanto bombas. É um conflito que vai além do petróleo. (...) A guerra e a ocupação do Iraque (...) servem para defender nosso 'modo de vida' dominado pelas corporações e suas formas particulares de 'liberdade', 'democracia' e 'tolerância'. Como o espaço material, o poder e os recursos estão se esgotando, assim como os termos usados para definir estas batalhas. 'Liberdade' ou opressão; 'Democracia' ou poder para as elites; ‘Tolerãncia’ ou supremacia racial? Nosso ‘modo de vida’ precisa ser contestado e contido, em vez de defendido e exportado", finaliza.
Conhecimentos de informática, línguas, diplomas, cursos de extensão e...experiência ambiental. Exatamente, essa é a nova exigência do mercado para os profissionais considerados completos hoje em dia. Segundo reportagem do jornal inglês The Guardian ,um estudo mostra que um terço dos empreendedores britânicos descartariam os pretendentes que não mostram intimidade com o meio ambiente.
Imagine você se deparando com seu futuro chefe e dissertando sobre política econômica, injustiças sociais, e outras coisas que servem mais para impressionar. O novo empregador procura profissionais que levem soluções sustentáveis para sua empresa, e o melhor de tudo, segundo o estudo, é que você não sairá com fama de 'ecochato', esteriótipo adotado por aqueles que não tem visão ampla o suficiente para entender do assunto. Via O Eco.Net.
Hoje é um dia onde poderemos conferir se brilhantes jornalistas também podem ser músicos, pelo menos decentes. A Noite de Quinta, evento que acontece no Cinemathèque terá entre as suas atrações o grupo Kelvin & A Banda Surda, que conta com Silvio Essinger (crítico musical, de cinema e autor do Almanaque dos Anos 90) e o companheiro de redação Ricardo Calazans, que diz tocar guitarra e baixo.
Essa é uma boa dica para todos os artistas que já foram massacrados pelos críticos e querem seu momento de vingança.
O endereço da casa é Rua Voluntários da Pátria, 53 (Botafogo) e o show começa lá pelas 22h.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta terça-feira (22/4) que a área desmatada em março foi de 145,7 quilômetros quadrados, de acordo com o Sistema de Deteção em Tempo Real (Deter). E aponta uma redução de 80% em relação a fevereiro, quando o Deter contabilizou 725 quilômetros quadrados de novas área desmatadas. Número 13,4% mais alto do que o registrado em janeiro - 639 km2.
A ONG Anistia Internacional (AI), que luta pelos direitos humanos, lançou um video no Reino Unido contra a técnica de asfixia simulada ('waterboarding' em inglês) que seria utilizada pelos Estados Unidos contra os presos de Guantánamo e em selas secretas na guerra contra o terror desde 11 de setembro de 2001. A ONG denuncia o uso das técnicas, condenadas pela Convenção contra a Tortura das Nações Unidas.
Após se engajar ativamente na campanha de Ralph Nader (Partido Verde) em 2000 e de John Kerry (democrata) em 2004, o cineasta Michael Moore já escolheu sua preferência para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos: o pré-candidato democrata Barack Obama. Em mala direta enviada aos internatutas registrados em seu site, o diretor de "Farenheit 11/09" e "Tiros em Columbine" desanca a senadora Hillary Clinton, que disputa com Obama a indicação do Partido Democrata.
O rotundo cineasta diz que até então não havia se posicionado porque não dava a mínima para o nome que estivesse impresso na cédula em novembro (desde que tivesse a palavra "Democrata" ao lado do nome do candidato) - "podia ser Mickey Mouse, Pato Donald, Barry Obama ou o Dalai Lama". Moore, porém, ficou desapontado com a retórica da rival de Obama, Hillary Clinton, nos últimos dois meses:
"O debate na última semana foi a gota d'água. Assisti a senadora e seu marido [ex-presidente Bill Clinton] fazerem apelo ao que pior lado das pessoas brancas, mas na quarta-feira, quando ela citou do nada o nome "Farrakhan" [Louis Farrakhan, líder islâmico acusado de racismo, homofobia e anti-semitismo, que declarou apoio a Obama], foi o fim para mim. Ela citou o palavrão com "F" simplesmente para assustar os brancos. É claro que Obama não tem nenhuma relação com Farrakhan", escreve.
"Sim, senadora! Sua fala soou como se você fosse idiota. Como se estivesse alimentando as chamas da estupidez. É uma pena que eu tenha que escrever estas palavras sobre você. Você devotou sua vida para boas causas e agora joga tudo fora", acrescenta. "Quando você fez isso foi como Moisés, que vacilou por um momento e, por causa disso, foi proibido de entrar na Terra Prometida".
Cabe lembrar que se Obama perder, Michael vai ocnfirmar a fama de ativista pé-frio. Aliás, só por curiosidade: depois que ele escreveu esta mensagem - que tinha o seguinte pedido: "se você vive na Pensilvânia, faça-me um favor? Registre o meu voto - e o seu - na terça-feira para o Senador Barack Obama?" -, Hillary Clinton ganhou a prévia no estado.
Mulheres de Hollanda (lançamento em cd e dvd) traz as talentosas Ana Cuba, Eliza Lacerda, Karla Boechat, Malu Von Kruger e Marcela Mangabeira em show gravado no belo Teatro Municipal de Niterói, apresentando um repertório totalente dedicado ao que Chico Buarque sabe fazer melhor: MÚSICA (com letra maiúscula). O espetáculo conta com as participações de Claudio Nucci e Zé Renato (de algumas das formações do Boca Livre) e do Quarteto em Cy, entre outros.
Trecho de "Todo o Sentimento" (participações especiais de Cristóvão Bastos, Claudio Nucci e Zé Renato)
O resultado é uma mistura de texturas vocais que funcionam muito bem na maior parte do tempo, embora alguns arranjos pudessem ser um pouco mais ousados. Os destaques vão para Las Muchachas de Copacabana, Todo o Sentimento (com a participação dos ex-Boca Livre e mais Cristóvão Bastos) e Mil Perdões.
Trecho de "Mil Perdões"
Para quem apenas ouvir o cd, pode ficar a impressão de que sons e vozes podem ter sido 'consertadas' em estúdio, dúvida que se dissipa ao conferir as imagens do dvd. O som perfeito, a iluminação e cenografia (simples mas eficientes), além da presença de palco das cinco cantoras, tornam o dvd uma ótima pedida para aquecer uma tarde fria e chuvosa.
Trecho de "Com Açúcar, Com Afeto" (participação especial do Quarteto em Cy)
O melhor em ouvir as 16 faixas do cd e as 18 do dvd é a constatação de que muito ainda pode ser feito com a vasta obra de Chico e de que grupos como o Mulheres de Holanda mostram potencial para superar (em muito) as convidadas e consagradas integrantes do Quarteto em Cy, para citar o exemplo de um conhecido conjunto vocal feminino.
Vida longa para as músicas de Chico Buarque e suas mulheres.
Nesta terça-feira, dia 22 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Terra. A data foi criada em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado desde 1990.
O “National Geographic Channel” celebra o Dia da Terra com a emissão de 24 horas de documentários dedicados à proteção e conservação do planeta. No “Especial Dia da Terra” destacam-se as estréias de quatro produções: “A Mecânica do Planeta: Cozinha à Luz Solar”, às 20h05; “Macaco: Música Multicultural de Barcelona”, às 21h00; “A Pegada Humana”, às 21h30 e “Retrato da Terra: O Estado do Planeta” às 22h30. O Discovery Channel também irá pautar toda sua programação desta terça na data.
Vídeo: quem realmente corre perigo
Abaixo segue vídeo feito pelo Greenpeace, que ilustra um pouco da nossa mentalidade acerca dos problemas ambientais. Dinossauros apresentam um jornal que mostra o descaso da espécie deles com o planeta. Ao final, a frase 'Depois não digam que foi culpa de um meteoro' ilustra a forma desapegada que lidamos com o problema, como se não fizessemos parte dele.
O vídeo explica de forma simples uma das coisas que todos devemos ter noção quando tratamos do assunto meio ambiente: O Dia da Terra é uma data que reforça os cuidados com a natureza a nossa volta, mas a grande vítima da ação humana é o próprio homem. O planeta, assim como na época dos Dinossauros, vai permanecer se transformando, mas não vai morrer tão cedo. Nós sim, podemos escolher se vamos acelerar a nossa estadia por aqui.
Cada ação que usa a preservação do planeta como premissa é míope. A destruição de algumas espécies em virtude de nosso 'desenvolvimento'e modo de civilização acontece, mas já passou da hora de percebermos que nós estamos entre as espécies ameaçadas. Nosso modo de vida é insustentável. E se você ainda não notou isso é porque a desigualdade é cada vez mais gritante e escamoteada pelo consumo desenfreado que entorpece a nossa mente. Se hoje é uma data comemorativa, parabéns para o planeta por nos aguentar, mas a paciência está acabando.
Nesta quarta-feira, dia 23 de abril, é comemorado o dia de São Jorge, um dos mais populares santos entre os cariocas, nascido na Capadócia, atual Turquia. Religiões à parte, não podemos deixar de citar que São Jorge é o santo patrono da Inglaterra, Portugal e Catalunha, além de ser padroeiro dos escoteiros, do Corinthians, do Cordão da Bola Preta e dos Jogadores de RPG. Na Umbanda, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, São Jorge é identificado como Ogum.
As homenagens ao santo começaram sábado. A programação deste feriado, estreante no calendário estadual, terá de tudo um pouco: procissões, carreatas, missas, feijoadas e até mesmo shows.
O Teatro Odisséia, na Lapa, faz a festa “Salve Jorge” na noite desta terça-feira. No palco, Teresa Cristina e o Conjunto Ben Bon homenageiam outro Jorge, o Ben Jor. Fitinhas de São Jorge serão distribuídas na entrada da casa e quem se chamar “Jorge” ou estiver vestido de vermelho e branco terá descontos no ingresso, que custa R$ 24.
Diz a tradição que o Santo Guerreiro defende seus devotos vencendo batalhas, perseguições, injustiças e desentendimentos. Na festa que acontece quarta-feira no Largo do Bodegão, em Santa Cruz, cerca de quatro mil cavaleiros acompanharão a Procissão de São Jorge, que sai às 18h. No Centro, as missas campais serão na Praça da República de hora em hora, das 7h às 16h.
A Baixada também festeja o santo desde o começo da semana, com peças, coro e almoço comunitário. A programação começa cedo em Nova Iguaçu. Já às 5h desta quarta os devotos que chegarem à Rua Getúlio Vargas 220, no Centro, participarão da Alvorada Festiva e poderão acompanhar as missas ao longo do dia. Nesta terça, a celebração ao santo acontece às 7h30 e às 19h.
As homenagens têm múltiplas formas e religiões. Grupos umbandistas e espíritas farão procissão motorizada na quarta-feira passando por oito bairros da cidade. A Tenda da Vovó Espírita começa seu cortejo às 14h na Rua São Roberto, no Estácio, e segue em direção ao Centro. Já a Congregação Espírita Umbandista do Brasil inicia a carreata em homenagem a Ogum às 15h, na mesma rua, mas segue para Copacabana.
Na quarta-feira, há ainda a escola de samba Renascer de Jacarepaguá, que recebe com feijoada e pagode os devotos do santo às 12h; o Cordão da Bola Preta também promove uma feijoada com show de Dominguinhos do Estácio, às 13h, no Clube dos Portuários (R$ 10). No Ponto Chic, em Padre Miguel, a Mocidade Independente se apresenta ao lado do grupo Bom Gosto, a partir das 20h.
Na igreja de São Jorge, haverá missa da alvorada às 5h. A partir de 7h, as celebrações também serão feitas por 12 padres, de hora em hora, até as 16h, num altar que será montado sobre um palanque na Avenida Presidente Vargas. A procissão acontece domingo, após a missa das 10h, e percorrerá ruas do Centro.
Apesar de não ser um expert (estou mais para um amante), aqui vai uma dica de um bom vinho para quem pode aproveitar a preguiça desse feiradão. Embora os cariocas, por alguma razão incompreensível, ainda torçam o nariz para os vinhos brancos e rosados,perfeitos para o clima tropical da cidade, não há quem não se renda aos encantos de um vinho branco de boa qualidade servido na temperatura certa.
Depois de alguns cursos, uma singela viagem por vinícolas do Chile e Argentina, acho que dá para arriscar o palpite. Angelica Zapata é o nome dele. Segundo na 'linhagem' da bodega Catena Zapata, o Angelica (nome de uma das filhas do fundador) é produzido com uvas Chardonnay, é excelente e não deve nada ao Catena Alta (o topo de linha da vinícola). Há quem o considere provavalmente o melhor Chardonnay da Argentina e, quem sabe, desse lado do Equador.
Ok, não é barato (pode ser encontrado por volta de R$ 60), mas não chega a ser impossível de comprar. É um vinho refrescante, com bastante toque de frutas e madeira, muito bem harmonizada. Quem não tiver que trabalhar e quiser aproveitar uma tarde com amigos ou outro programa agradável, longe do trabalho, claro,devia experimentar.
Os tintos também têm vez
Para quem prefere os tintos, outra dica baratinha e certeira: o português EA. Fácil de encontrar nos bons supermercados, não chega aos R$ 40 e combina com uma tarde de conversas descompromissadas e peticos. Elaborado com uma mistura das uvas aragonez, trincadeira, alfrocheiro, castelão, tinta caiada e moreto, é frutado, fresco e está pronto para beber. Sem frescuras.
Infelizmente, o blogueiro que vos escreve estará trabalhando e impedido de aproveitar essas maravilhas feitas pelo homem.
Mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável são alguns dos temas que devem sensibilizar o público da mostra Amazônia Brasil, que acontece em Nova York, de 17 de abril a 13 de julho. A exposição é organizada pelo Projeto Saúde e Alegria (PSA) e pelo Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), que representa mais de 600 entidades da Amazônia brasileira. O evento conta, ainda, com a parceria de diversas instituições de pesquisa, como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Museu Paraense Emílio Goeldi, além da colaboração de várias organizações não-governamentais ligadas à Amazônia.
A exposição será a maior versão internacional da mostra, que já passou pela França (Paris), Suíça (Lausanne) e Alemanha (Bavária), depois de São Paulo, onde teve início o evento em 2002. Com expectativa de participação de aproximadamente 400 mil pessoas, a exposição ocorrerá em 11 pontos da cidade norte-americana, incluindo uma extensa programação multicultural, com a presença de artistas da música e do artesanato da região amazônica, festival de cinema, exposição fotográfica, entre outras atividades. Mais informações clique aqui.
Destaque entre os programas de Responsabilidade Social da empresa, o Ultragaz Cultural, um projeto itinerante que está mobilizando milhares de crianças e jovens em 14 cidades brasileiras, chega ao Rio de Janeiro, onde fica do dia 24 a 26 de abril.
A idéia central é possibilitar que crianças e jovens que normalmente não teriam acesso ao cinema, por causa do valor do ingresso, tenham contato com este tipo de produção cultural. Os ingressos serão previamente distribuídos pela Ultragaz para alunos de escolas públicas.
Trata-se de um cinema móvel, com 92 lugares, instalado numa carreta que, diariamente, tem sido palco de sessões de filmes selecionados pela diretoria das escolas, desde seu início, no dia 1º de março. A estimativa da Ultragaz é impactar diretamente 17.500 jovens e crianças nos meses de realização do projeto.
Local: Ciep João XXIII Avenida João XXIII S/N - Conjunto João XXIII Bairro: Santa Cruz, RJ
O programa de Consumo Sustentável do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) criou uma nova ferramenta online de busca por produtos ambientalmente corretos. No site Catálogo de Produtos e Serviços Sustentáveis - www.catalogosustentavel.com.br, é possível localizar uma série de produtos e seus fornecedores, com a descrição das características ambientais, por setores de atividades e estados de atuação.
"Além de estimular maior responsabilidade das instituições no uso de seu poder de compra, o catálogo ajuda os consumidores e a sociedade a repensarem seus padrões de consumo – exercício fundamental diante do ritmo com que a humanidade impacta os recursos naturais", informou a GVces. As informações são do CarbonoBrasil.
As críticas sobre as atitudes adotadas no Dia da Terra, comemorado em 22 de abril, já começaram. Nos Estados Unidos, um levantamento feito pela revista Adversiting Age mostra que, para comerciantes, o dia é visto como um "Natal em abril". Muitas empresas adotam o discurso ecologicamente correto apenas nesta época, bombardeando consumidores com promoções ou produtos "eco-friendly", como forma de convencê-los a comprar mais. Segundo os críticos, pode-se considerar que, nos EUA, 5% das empresas "são" verdes. Os outros 95% apenas "estão". As demais datas comemorativas também estão servindo para estimular esse tipo de comportamento, ilustrado no O Eco.Net.
Nesta quinta o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (CONAR) decidiu suspender dois anúncios da Petrobras por divulgarem a idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do país.
A decisão, inédita, abre precedente para uma mudança no comportamento do mercado publicitário. Em sua defesa, os representantes da agência DPZ e da própria Petrobras argumentaram que a resolução do Conama não determina a diminuição da quantidade de enxofre no diesel comercializado no País, afirmaram que a empresa atua de forma “lícita e regulamentada” e que o “diesel não é o único responsável pela poluição veicular”.
De acordo com a ação apresentada, a Petrobras “afirma recorrentemente em suas campanhas e anúncios publicitários seu compromisso com a qualidade ambiental, com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social. Entretanto, essa postura que é transmitida por meio da publicidade não condiz com os esforços para uma atuação social e ambientalmente correta”. Isso porque o óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo e contribui para piorar a qualidade de vida dos brasileiros. A ação foi movida por diversas entidades, entre elas o movimento Nossa São Paulo.
Veja o que dizem as propagandas:
"Petrobras - Sonhar pode valer muito"
Locutor: "Quanto vale seu sonho? O investimento em ações de uma empresa séria e com credibilidade internacional pode transformar seu sonho em realidade, com altos índices de crescimento, a Petrobras trata todos os seus acionistas e investidores de forma transparente..."
Lettering: "Transparência"
Locutor: "...pensa no seu futuro e naqueles que você ama, preservando o meio ambiente e buscando novas fontes de energia, invista em uma empresa que tem energia de sobra pra pensar no futuro"
Lettering: "Empresa que respeita o meio ambiente / Energia renovável: vento, sol, bio combustível / Logo da Petrobras - O desafio é a nossa energia"
A outra:
"Petrobras - Estar no meio ambiente sem ser notada"
Cena 1: Lagarto se camufla numa árvore;
Cena 2: Borboleta se camufla em uma folha;
Cena 3: Peixe se camufla em uma pedra debaixo d'água.
Lettering: "Esse também é o desafio da Petrobras. Estar no meio ambiente sem ser notada."
Não, não se trata de outro show do roqueiro britânico em palcos cariocas. Rodfather volta agora em um DVD com o melhor do seu início de carreira com os Faces. Em The Best of Rod Stewart and The Faces, estão Kenny Jones (que terminou indo para a bateria do The Who), Ron Wood (hoje peça fundamental nos Rolling Stones), Ronnie Laine (que fez um brilhante disco com Pete Townshend e, infelizmente, acabou vítima de uma esclerose múltipla causada pelo chumbo de suas obturações dentárias) e, claro, Mr. Stewart.
O DVD, em forma de documentário (felizmente apenas com legendas e sem narração) mostra Rod usando os Faces como banda de apoio para seus sucessos e traz cenas históricas, apesar da qualidade da imagem nem sempre ser boa, vale conferir imagens do último show do grupo (com a presença de Keith Richards) ou a apresentação de Maggie Mae na BBC, onde Rod,Ron e Ronnie mostram toda a sua (falta) de habilidade com uma bola de futebol, mostrando que chutar bolas não é um vício recente do escocês.
Confira o futebol dos Faces em Maggie Mae
Para quem não sabe como Rod Stewart chegou até aqui como um crooner modernoso, é um prato cheio. Muito interessante ver como os anos 70 eram diferentes. As roupas eram diferentes, o jeito de tocar era diferente, os cabelos eram diferentes e até mesmo o nariz de Rod era (muito) diferente.
A Coqueiro Verde (responsável pelo lançamento) faz um ótimo trabalho resgatando a história da música (rock, blues, soul, etc). Vale conferir o site da gravadora.
No dia 21/4, segunda-feira, às 21h, o especial inédito Um Alerta Global?, do The History Channel, analisa as mudanças climáticas em curso no planeta. A proposta do programa é debater as origens e conseqüências do fenômeno. Enquanto algumas correntes de pensamento apontam que o aquecimento global é gerado pela própria ação humana, outras ainda acreditam que isso não passa de um ciclo normal de mudança de temperatura na Terra.
O tempo do meio ambiente
O programa é um dos poucos que são exibidos, até mesmo na TV fechada, sobre o assunto. O tema com abordagens catastróficas ganhou mais ibope em filmes, como 'Um dia depois de amanhã', mas também já foi tratado em outras redes a cabo.
O assunto já não é muito abordado no dia-a-dia por que não há mudança no clima de um dia para o outro. A tragédia ambiental sim, recebe atenção, pois vidas acabam se perdendo. Debater a origem do problema já está se tornando algo ultrapassado. As soluções criativas e práticas para o cotidiano são mais adequadas se desejamos engajamento.
A idéia de que o tempo do meio ambiente é diferente do tempo do mercado, que rege nossas atitudes, ainda não está clara o suficiente para as pessoas. Problemas com a água, o preço dos alimentos, a falta de lugares para despejarmos o lixo e a falta de qualidade de vida nos centros urbanos, são, sim, prejudiciais à vida. E portanto deveriam ter a mesma atenção dada à violência, ao seu bolso etc.
O Alerta Global ao qual o programa fará referência é antes de mais nada um questionamento: o que você está fazendo para melhorar a sua vida e a do seus filhos?
Desde que começou a percorrer o mundo, a Tocha Olímpica virou alvo preferencial de manifestações codenando a ação truculenta da China no Tibete e as insistentes violações aos direitos humanos pela maior potência asiática. Em São Francisco, Argentina e Paris a chama - que deveria simbolizar paz e harmonia entre os povos - não teve um minuto de sossego. Várias vezes o trajeto percorrido precisou ser mudado para driblar a implacável marcação dos ativistas.
Enquanto isso, muito mais discreto é o caminho da Tocha dos Direitos Humanos, acesa em Atenas, na Grécia, em 14 de Agosto de 2007 (veja no vídeo abaixo), e que até as Olimpíadas de 2008 percorre 37 paises nos cinco continentes levando a mensagem de paz: "Os Jogos Olímpicos e os crimes contra a Humanidade não podem coexistir".
Depois de passar por 21 países na Europa e Oceania a tocha "paralela" esteve no Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo) entre 20 a 25 de março (você soube?). Enquanto a Tocha dos Direitos Humanos seguiu sua Jornada para o Chile, uma outra ficou no Brasil e vai passar por várias cidades até a véspera das Olimpíadas de 2008. Sua próxima parada será em Brasília entre os dias 19 e 21 de Abril.
O Revezamento da Tocha dos Direitos Humanos é uma campanha internacional de iniciativa da Coalizão para Investigação da Perseguição da Falun Gong (CIPFG), seita que foi massacrada a partir de 1999 pelo Partido Comunista Chinês (PCC), com praticantes demitidos, presos sem julgamento, torturados, enviados a campos de trabalho forçado e executados.
O movimento tem apoio de organizações como a Anistia Internacional, além de dirigentes políticos, esportistas e personalidades da mídia que compartilham o mesmo entendimento: "os Jogos Olímpicos e os crimes contra a Humanidade não podem coexistir".
Terminou a promoção do filme Os Reis da Rua- parceria da Fox Filmes com o Mistura Interativa. Seis leitores do blog, que se inscreveram e opinaram sobre a atuação da polícia contra a corrupção, ganharam um par de ingressos cada.
Os premiados foram:
Tiago Lemos Flávio Baião Ronaldo Marinho Santos Isabel R.S. Cunha João Gabriel Lira do Amaral Michele de Sousa Freitas Teixeira
Parabéns aos vencedores e obrigado a todos os que participaram. Os ganhadores receberão um e-mail com instruções para a retirada dos ingressos.
Quem gosta de dançar um forró pé-de-serra não pode deixar de conferir a programação intensa que segue até o feriado e promete ser uma maratona de dança para quem agüenta. O local onde o ritmo prevalece é a boêmia Lapa. Aos que têm disposição de verdade, o Roostock, em São Paulo, promete reunir centenas de forrozeiros. Separe a sandália rasteira e prepare-se para arrastar o pé.
Na quarta-feira, o tradicional Democráticos (Rua do Riachuelo 91) recebe Os Cabras, Nicolas Krassik e Os Cordestinos. No dia seguinte, duas boas opções: o Forró do Lapa 40 Graus (Rua do Riachuelo 97) traz os trios Balanço Bom e Mala e Cuia; já o Teatro Odisséia (Av. Mém de Sá 66), apresenta sua 'Quinta Roots', com Forró de Ponta e Trio Juriti, além do samba de Sandrinho Black. Na sexta-feira, a Fundição Progresso (Rua dos Arcos s/nº) anima a noite com a edição 'Tribos', que traz os aclamados Trio Nordestino, Trio Virgulino e os novatos 3x4.
Para quem ainda tem fôlego, o sábado segue com Forró da Gouta e convidados, na Casa dos Forrozeiros (Rua André Rocha, Taquara). Fechando o fim de semana, o Forró do Mello (Rua Caroen 171, Vila da Penha) traz João de Barro e Verso e Prosa. Já no Forró da Manhã (Ilha Primeira, na Barra da Tijuca) o pé-de-serra come solto com a banda Paraxaxar e o Trio Juremá.
Em Cabreúva, São Paulo, o Festival Roostock irá reunir 15 bandas e trios, incluindo o adorado Xamego. O mega evento começa neste sábado dia 19 e termina no feriado de segunda-feira, dia 21. Os ingressos custam R$ 200, com direito ao camping pelos três dias, campo de futebol, piscina, quadras e alimentação (2 cafés da manhã e 2 almoços). Mais informações pelo site http://www.festivalrootstock.com
O título aumentativo é coincidência. Mas não a notícia. Mais uma solução confortável e amiga do meio ambiente para os centros urbanos é lançada em São Francisco, nos Estados Unidos, um dos polos das ações sustentáveis. A cidade começou a testar o Connected Bus, um ônibus que promete viagens tranqüilas e 'conectadas', como sugere seu nome (e a foto ao lado).
O veículo é híbrido, possui conexão sem fio para internet e sistema de satélite que dá ao passageiro uma noção do trânsito que está pela frente. A notícia é do The Star, mas ao site Tree Hugger Judson True, porta-voz da prefeitura local, disse que "as pessoas estão cada vez mais procurando por soluções que amenizem suas viagens".
A “onda verde” chegou às roupas íntimas, acreditem. A Hope Longerie lançou a coleção HOPE GREEN: um novo conceito em underwear. Composta por duas versões de calcinhas – Fio-Dental e Tanga Brasileira -, as peças são elaboradas com o mais puro algodão (originado do plantio sustentável), de secagem rápida e alta respirabilidade natural!
As calcinhas da coleção também têm um design moderno e sensual. Com detalhes em renda e sete opções de cores (dos básicos preto, branco e pele ao lima) as calcinhas da linha são encontradas exclusivamente nas lojas HOPE e custam R$ 24,90, o modelo fio dental e R$ 26,90 a versão tanga brasileira. Imaginem o solgan: "Além do planeta, a sua 'piriquita' também vai respirar melhor".
Mais informações: www.hopelingerie.com.br
Não deixe de participar do sorteio de ingressos para o filme Os Reis da Rua, com Keanu Reeves.
Começa nesta terça-feira em Paris, França, a terceira reunião convocada pelos Estados Unidos para debater o tema mudanças climáticas com as maiores economias do mundo. O encontro vai até o dia 18 e dará prosseguimento às conversações abertas no primeiro encontro da série ocorrido em setembro de 2007, em Washington.
A segunda reunião ocorreu em janeiro deste ano, em Honolulu, e reuniu 18 países, entre eles os emergentes Brasil, China, Índia, Indonésia e África do Sul. O governo brasileiro estará presente na reunião com representantes do Ministério das Relações Exteriores e com a secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Thelma Krug.
Reunião do Mercosul também debate meio ambiente
Será realizada entre os dias 16 e 18 deste mês, em Buenos Aires, a 44ª Reunião Ordinária do Subgrupo de Trabalho (SGT) nº 6 Meio Ambiente - Mercosul, com participação do Ministério do Meio Ambiente. O SGT-6 se reúne duas vezes por semestre em torno da pauta ambiental do Mercosul. São abordadas questões como cooperação; competitividade e meio ambiente; sistema de informação ambiental; e gestão de produtos e substâncias químicas, entre outros assuntos.
Depois de receber o oscar por seu filme 'Uma verdade inconveniente' e o prêmio Nobel da Paz por seu trabalho em prol do meio ambiente, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore voltou a atacar em apresentações de powerpoint. O novo slideshow é exibido no site TED.com, e traz novidades pessimistas, alertando que as previsões sobre as mudanças climáticas estão sendo otimistas.
Gore faz uma análise ética da humanidade e mais uma vez destaca nossa 'chance' de sermos lembrados como a geração que impediu uma catástrofe maior. Ele exibe em seus slides a geração que instituiu a democracia e a que aboliu a escravidão, e clama para quer sejamos mais uma leva de heróis.
Crise democrática
"Antes de resolver a crise climática temos que resolver a crise da democracia", defende. Para tornar o impacto das emissões de poluentes tangível, Gore exibe uma animação em que compara o valor de CO2 emitido pelos EUA ao peso de elefantes.
A comparação dá conta de que os 6 bilhões de toneladas expelidas pelos americanos correspondem a 1.2 bilhão de elefantes. Na tela, um desenho animado em que elefantes caem do céu na cabeça dos americanos. Até a Austrália é exaltada por ter ratificado o Protocolo de Kyoto, e os EUA, único país a rejeitar a ratificalçao, recebe críticas mais uma vez.
"780 cidades americanas apoiam o tratado", lembra Al Gore, que analisou com ceticismo as intenções dos candidatos à presidêncis sobre o assunto. "MCcain e os democratas tem planos e propostas, mas ainda superficiais. Até novembroo o debate vai se aprofundar", apostou o também democrata que ainda pode estar sendo sondado para um possível cargo com a vitória do partido.
Gore sugere como medida para contar a poluição a taxação da emissão de CO2, a ser pago pelas indústrias. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu em novembro passado que fosse fixada uma taxa sobre o petróleo exportado. Segundo ele, seria um meio de colaborar para a despoluição do planeta e evitar a sobretaxação do etanol brasileiro lá fora.
Não deixe de participar do sorteio de ingressos para o filme Os Reis da Rua, com Keanu Reeves
A febre dos carros flex foi o sintoma mais explícito de que o investimento brasileiro em biocombustíveis ia de vento em poupa. A idéia de que o cultivo de cana-de-açucar para produção de etanol era mais 'limpa' pareceu uma impressão óbvia na concorrência aos barris de petróleo. Agora, organizações ecológicas, econômicas e entidades políticas por todo o mundo 'pixam' o etanol brasileiro e tornam o salvador da lavoura o grande vilão.
Visão sistêmica
Para entender o motivo, basta olhar a produção de uma forma mais ampla. A cana-de-açúcar por exemplo. É preciso desmatar a terra para plantio, usar máquinas colheitadeiras e picar a planta em moendas. O caldo fermentado é centrifugado e bombeado para as colunas de destilação. Em seguida é aquecido. Todo esse processo gera muito gás carbônico.
Sem contar com os insumos químicos utilizados na produção, todos produtos fabricados com componentes de petróleo. São 45 milhões de toneladas de químicos usados na produção industrial de grãos. Ainda tem o transporte desses produtos até a zona de produção, feita de caminhão.
O Brasil importa 74% das matérias-primas usados nos fertilizantes. O plantio e a colheita são feitos com máquinas movidas a diesel. Finalmente, rodar 2, 3 mil quilômetros das regiões de maior produção - o Mato Grosso é o maior produtor de soja do país -, até os portos. Daí seguirão em navios movidos a óleo diesel. Essa é a conta final.
Enfim, o álcool não polui mais que a gasolina, a rede de produção do álcool polui mais que a da gasolina. Lula e Bush sabem disso. Então é bom o presidente Lula tomar cuidado para que ele não acabe se tornando o principal vilão
Será lançado hoje o guia do Pólo Cultural Novo Rio Antigo, que engloba a Lapa, Centro e Praça Mauá. O livro, belíssimo e com textos em português e inglês, traz um mapa com a localização dos principais bares, centro culturais e museus da região, com a descrição de cada um dos locais.
A inciativa da prefeitura e de empresários da região é uma prova de que há como incrementar o turismo (interno e externo) com boas idéias e um pouco de boa vontade.
O lançamento será hoje no Lapa 40º, no Centro.
Não deixe de participar do sorteio de ingressos para o filme Os Reis da Rua, com Keanu Reeves
O Mistura Interativa e a Fox Filmes vão distribuir seis pares de ingressos para o filme Os Reis da Rua, com Keanu Reeves e Forest Whitaker, que estréia no dia 18 de abril, para os leitores que enviarem as melhores respostas para o e-mail do blog. Para ganhar os ingressos (válidos de segunda a quinta em qualquer cinema), você precisa enviar sua opinião sobre a atuação da polícia contra a corrupção, para o endereço misturainterativa@gmail.com.
O filme estréia dia 18 de abril e o resultado sairá na próxima quarta-feira (16/04). Boa sorte!
Não esqueça de enviar nome completo, telefone e e-mail, para junto com a sua resposta.
Os Reis da Rua
No filme, Keanu Reeves interpreta Tom Ludlow, um veterano policial do Departamento de Polícia de Los Angeles que encara a vida com muita dificuldade após a morte da esposa. Quando descobre provas de que a morte de seu colega de trabalho foi mera execução, ele se vê forçado a combater o sistema que vigora na polícia e do qual fez parte durante toda sua carreira, o que o faz questionar a lealdade de todos ao seu redor. No filme também estão Hugh Laurie (do seriado House) e Forest Whitaker (ganhador do Oscar por o Último Rei da Escócia).
Deu no O Eco.Net. A tradicional viagem da tocha olímpica está causando mais do que conflitos políticos entre países, caso especial do Tibet. Segundo levantamento feito pelo engenheiro francês Olivier Carles, diretor da associação "Objectif Carbone" – especializada em somar as emissões de gás carbônico realizadas por um local ou atividade – o instrumento que simboliza a união entre os povos também será responsável por eqüalizar a poluição ambiental entre as nações.
Em sua viagem por 135 cidades, durante 130 dias, a tocha vai produzir nove mil toneladas de CO2, a mesma quantidade lançada na atmosfera em dois anos por Tuvalu, pequeno grupo de ilhas do Pacífico. Partindo da Grécia até Pequim, onde deve chegar no dia 8 de agosto, serão percorridos 137 mil quilômetros, muitos dos quais a bordo de um Airbus A330 da Air China. O avião, disse Carles à agência ANSA, irá consumir 1,5 milhão de litros de combustível.
Segue vídeo com a passagem da tocha e a tentativa de apagá-la:
A Câmara aprovou nesta quinta-feira o Projeto de Lei do deputado licenciado Alexandre Cardoso, que torna obrigatória a instalação de medidor de consumo de água para cada domicílio de condomínios. A proposta teve a aprovação concluída na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A matéria agora será analisada pelo Senado.
O relator do projeto, deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), apresentou parecer favorável. A CCJ também aprovou alteração feita pela Comissão de Defesa do Consumidor, segundo a qual o valor cobrado pelo serviço de esgoto deve ser, no máximo, a metade do valor cobrado pelo fornecimento de água potável.
Segundo o autor do projeto, os hidrômetros individuais estimulam a economia de água. Ele avalia que a medição coletiva do consumo não estimula, mas "até mesmo inviabiliza os esforços individuais para poupar água". --- Na verdade, a utilização de hidrômetros coletivos torna a obra mais barata para a construtora. Mas no campo do comportamento, ter medição individual não faz parte da cultura do brasileiro. A falsa sensação de abundância que temos nos faz ignorar o gasto em excesso do recurso. No prédio, todos gastam à vontade e dividem a conta depois. Se o projeto de lei for aprovado o que muda é: se você desperdiça em banhos eternos e lava a calçada pensando na morte da bezerra, vai pagar mais caro que o vizinho.
O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas, que já estão matando pelo mundo com fenômenos extremos como furacões, tempestades e elevação dos mares.
Entenda em um rápido filminho a atuação destruidora da humanidade:
Geralmente as mulheres não entendem o 'fascíno beatle'. Para piorar, este mês comemoramos o aniversário de 40 anos do lançamento do Álbum Branco , que ainda é um dos discos mais importantes da história do pop/rock de todos os tempos, temos o lançamento de um novo disco de Ringo Starr (Liverpool 8) e da caixa de três DVDs sobre a carreira solo do mais importante artista do nosso tempo.
Mesmo sem grandes comemorações, o Álbum Branco (no original The Beatles) merece ser reverenciado. Afinal, um disco onde podemos ouvir clássicos como Back in the USSR, While my Guitar Gently Weeps,Helter Skelter (talvez o primeiro hard rock da história), Blackbird e Revolution 1 (versão original do rockão lançado no lado B do single Hey Jude), não pode passar (perdão do trocadilho) em branco.
Gravado quando a banda já estava literalmente quebrando o pau, as gravações tiveram Ringo se desligando do grupo (e Paul assumindo a bateria em Back in the USSR e Dear Prudence) além de, pela primeira vez, um grande artista fazer participação num disco dos Beatles (Eric Clapton, não creditado em While my Guitar Gently Weeps. Assim como as personalidades de John, Paul, George e Ringo, o disco é uma colcha de retalhos rítmica que vai do rock, passa pelo pop, flerta com o country, destaca o romantismo e se arrisca nas loucuras de Lennon (Revolution 9).
Seria preciso bem mais do que um post para falar sobre o álbum duplo. Para quem nunca ouviu uma dica: vá até a loja mais próxima ou baixe na internet, mas não deixe de conhecer o início do fim do maior grupo de todos os tempos.
Ringo lança cd mas escorrega nas entrevistas
Considerado o menos talentoso dos Beatles ou o homem mais sortudo da história do rock, Ringo Starr já faz sucesso e é responsável por um dos dois melhores discos da carreira solo dos ex-beatles (Ringo, de 1973). Depois de três anos sem lançar um cd de inéditas (o último foi Choose Love, de 2005), e desde 1974 sem gravar para a EMI, Ringo volta para despejar paz e amor nos corações e ouvidos em Liverpool 8.
Não que o mais novo cd de Mr. Strarkey seja sensacional ou traga grandes novidades. Nem mesmo a produção de Dave Stewart (Eurythmics) faz com que o baterista alce vôos mais altos. Se não chega a se destacar, Liverpool 8 mantém o nível razoável de seus últimos lançamentos (o já citado Choose Love, Time Takes Time, de 1992) e Vertical Man, de 1998).
Pior mesmo foi o deslize do roqueiro, que, apesar de homenagear a cidade na faixa título do cd, em uma entrevista recente disse que não sente falta de nada em Liverpool, causando um certo mal estar na sua cidade natal.
No exterior o disco também foi lançado em pen drive e em formato digital. Por aqui, apenas o bom e velho cd.
O mundo de McCartney em três DVDs
O mais bem sucedido artista pop de todos os tempos, Paul McCartney flutua entre ser considerado um Roberto Carlos, Fábio Jr., um Elvis em final de carreira ou um roqueiro com tino comercial aguçado. Injustiça total. Macca é responsável por algumas das músicas que fazem parte da trilha sonora de várias gerações. Nos Beatles, Wings e carreira solo, Mccartney mostrou que sabe fazer música (e sucesso em qualquer ritmo, das baladas ao rock, passando até pela disco music do final dos anos 70. Isso, sem contar que em 1965 gravou no mesmo dia Yesterday, I'm Down e I've Just Seen a Face (uma balada um rock e um country), mostrando que sabia jogar nas 11 desde cedo.
Se hoje em dia o velho Macca parece mais preocupado em ser 'a voz dos Beatles', deixando de lado os anos nos quais mostrou ao mundo que, junto com sua mulher Linda e seu fiel escudeiro Denny Laine, era possível fazer muito sucesso com os Wings, mesmo sem usar nada (ou quase nada) do repertório do seu antigo grupo, McCartney Years , caixa com três DVDs, lançada no final do ano passado, resgata a sua história dos anos 70 até os dias de hoje.
Veja trechos dos clipes da caixa
São mais de seis horas de clipes, apresentações ao vivo e raridades que nem mesmo os mais fanáticos conheciam. Tudo remasterizado em dolby 5.1, formato widescreen e comentários do próprio Macca. Para se ter uma idéia da produtividade do baixista canhoto, mesmo com todo esse material, muita coisa ficou de fora da compilação, deixando um gostinho de quero mais, no ar. Mas estão lá Say Say Say, Band On The Run, Maybe I'm Amazed, Junior's Farm, No More Lonely Nights, My Love e muito, muito mais.
O jeito mais barato de comprar o McCartney Years é comprá-lo em alguma loja online fora do Brasil (mesmo com o imposto sai mais barato que na maioria das lojas brasileiras). Depois, é só reservar alguns finais de semana para devorar as Silly Love Songs do mundo 'Mccartneyano'.
Rockestra Theme: uma orquestra do rock liderada por Paul McCartney
A AES Eletropaulo, distribuidora que atende 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo - incluindo a Capital -, inicia neste mês de abril a instalação de equipamentos de energia solar nas comunidades de baixa renda que tiveram as ligações clandestinas legalizadas.
Inicialmente, será realizado um teste piloto em 20 casas da favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, a fim de se ganhar conhecimento e experiência no desenvolvimento da solução para posterior decisão de expansão nas áreas regularizadas.
A primeira instalação do aquecedor solar foi concluída na sexta-feira passada, dia 4 de abril, e as outras serão finalizadas até o fim deste mês. Idéia boa e barata. E as favelas do PAC no Rio, terão aquecedor solar também?
Foi divulgado nesta terça relatório anual elaborado pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre os chamados objetivos do milênio. Segundo o informe as metas em relação a redução de pobreza e a redução dos impactos ao meio ambiente não serão alcançadas até 2015.
O tema normalmente não ganha espaço devido, mas esconde por trás de anúncios e relatórios uma complexidade perversa. Desta vez o informe carrega consigo a temática ambiental. E 'assusta' os países mais pobres, alertando que estes serão os mais atingidos pelo desiquilibrio ambiental, social e econômico do planeta.
Fica cada vez mais clara a impressão de que esses documentos acabam, antes de mais nada, tentando pressionar para medidas de redução de emissões que incluam países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia.
O ideal ambiental deu novos moldes aos discursos, mas não aos objetivos, criados no ano 2000 por líderes de 191 nações.
São eles:
1 - Erradicar a extrema pobreza e a fome; 2 - Educação básica de qualidade para todos; 3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; 4 - Reduzir a mortalidade infantil; 5 - Melhorar a saúde das gestantes; 6 - Combater o HIV/ AIDS, a malária e outras doenças; 7 - Garantir a sustentabilidade ambiental; 8 - Estabelecer parcerias para o desenvolvimento.
A palavra sustentabilidade poderia resumir todos os ítens. Nos aspectos econômicos, políticos e sociais. Lembrando a frase resumo da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente realizada em 1992 no Rio, conhecida como Rio-92: “nosso modelo é ecologicamente predatório, socialmente perverso e politicamente injusto”. Se continuamos a propagar esse modelo, de nada adianta enumerar objetivos nem informes de qualquer entidade que seja.
Seguem dois links, um com áudio da entrevista do autor do relatório, Zia Quresh, do Banco Mundial. O outro é um vídeo da entidade sobre os Objetivos do Milênio ainda não alcançados.
O espaço dado pelos jornais ao tema violência é inversamente proporcial ao da Segurança Pública. Da mesma forma, os escândalos políticos consomem muito mais tinta nas gráficas e saliva nas TVs e rádios do que a discussão sobre a Reforma Política. E o que há de comum entre as duas questões é que a violência muitas vezes é um reflexo das decisões (equivocadas) na área da Segurança tanto quanto os escândalos são fruto das falhas em nosso sistema político.
Façamos um teste. Desde as vésperas das últimas eleições, quantas vezes você leu alguma reportagem discutindo - com políticos, pesquisadores, sociedade civil - mudanças no financiamento (público/privado) de campanha? E sobre a voto distrital? Verticalização? Lista fechada? Cláusula de desempenho? Muitos destes temas são controversos, e cada proposta tem vantagens e desvantagens. Mas quem não tem iniciativa fica sem conhecem nem uma nem outra coisa.
Para se inteirar melhor sobre o tema, seja para uma conversa de bar ou por puro interesse de cidadão, recomendo veementemente o livro "Sistemas Eleitorais", do pesquisador Jairo Nicolau. O texto compara sistemas eleitorais de 55 países, mostrando tendências de acordo com as diferentes regras eleitorais adotadas. Outra leitura fundamental - mais introdutória que a anterior - é "Política", do escritor João Ubaldo Ribeiro.
No livro do professor Marconi, um dos dados que chama a atenção diz respeito à fragmentação partidária. Dos 55 países pesquisados, apenas três têm mais legendas representativas no Congresso do que o Brasil, com seus oito "partidos efetivos": Itália (9), Israel (11) e Bélgica (10). Ah, estamos empatados com Ucrânia em Benin.
Quem ganha não governa
Mas a ingovernabilidade do Brasil não pára aí. Se nos EUA o partido mais votado nas eleições em geral detém 50,8% das cadeiras no Congresso, no Brasil esta média é de 20,7% - a segunda menor do mundo, acima somente da Bélgica, com 15,3%. Ou seja: o partido que ganha a eleição não tem condições de governar sozinho.
E qual o resultado dessa fragmentação partidária? 'Coalizões' que são verdadeiros cruzamentos de cobra com porco-espinho, mensalões, fisiologismo...
O exemplo da Argentina
Rivalidades à parte, temos alguma coisa a aprender com a Argentina, onde o partido vencedor faz em média 48,3% das cadeiras do Congresso e onde há apenas dois partidos efetivos. Lá, como no Brasil, as eleições são proporcionais. A diferença é que eles usam lista fechada, cláusula de barreira e proíbem as coligações. Ou seja: quando se altera algumas regras do jogo, as coisas mudam completamente de figura.
Há muita coisa a ser discutida. O importante é estudar, comparar, refletir e buscar regras políticas melhores do que as nossas atuais. Eu, particularmente, já 'pesquei' na internet alguns projetos em tramitação no Congresso que gostaria de ver aprovados (sem entrar, ainda, no debate sobre financiamento e lista aberta x lista fechada):
* Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/07, do senador Marco Maciel (DEM-PE), recria a cláusula de barreira para pequenos partidos.
* Projeto de Lei (PL) 82/2003, do deputado Roberto Magalhães (PSDB-PE), proíbe coligações partidárias nas eleições proporcionais.
E mais:
* Projeto de Lei (PL) 1368/07, do deputado Humberto Souto (PPS-MG), torna a corrupção crime hediondo
* Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 349/01, do deputado Luiz Antonio Fleury (PTB-SP), acaba com o voto secreto no Poder Legislativo.
* Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 384/07, do deputado Magela (PT-DF), determina a realização de um plebiscito sobre o voto facultativo.
* Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 130/07, do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), acaba com o foro privilegiado para autoridades de todos os níveis nos casos de crime comum.
...E você, o que acha? Qual é a reforma política que queremos?
Cada vez mais países da América do Norte e da Europa apontam para uma solução interessante para o trãnsito caótico das grandes metrópoles. É o Car Sharing.
Simplesmente, no lugar de gastar caro com um automóvel, seguro e manutenção, ou de se aventurar no transporte público que nem sempre nos deixa onde queremos, os cidadãos alugam carros por um curto período, para o deslocamento dentro da própria cidade.
A partir de uma parceria com as prefeituras, há vagas específicas para os carros compartilhados, e mais vantagens: você paga por hora, um valor ao redor de 8 dólares. Também pode ser diária, que sai por 65 dólares, no plano mais simples. Além de tudo, o usuário tem direito a andar 180 milhas (290 km), com seguro e combustível.
Para requisitar o serviço você se cadastra, paga uma taxa anual (que não é nenhum absurdo), e quando precisar, basta acessar o site e procurar o carro mais próximo de você. Aí você reserva por algumas horas, vai até o carro e só precisa aproximar o cartão da porta: ela abre para você. Fácil, fácil. E dá pra fazer por telefone também. Descobri a iniciativa no Blog Bamboo.
Desapaixonados por carro
A idéia começou na Suiça em 1987. Na Alemanha em 1988. Foi importada para a América do Norte em 1993, começando por Quebec, no Canadá. Segundo estatísticas do setor, o percentual de pessoas que desistiram de ter o próprio carro é de 15%, e o dos que desistiram de comprar um novo carro é 25%.
No Brasil, país onde como dizem as propagandas o brasileiro é apaixonado por carro, e o sonho de todo jovem que completa a maior idade é ter o seu, a idéia seria difícil de pegar. Mas para quem não tem pai rico, e precisa de transporte de qualidade para trabalhar, a alternativa é bem interessante, não acham?
Rod Stewart – segundo o filme que antecedeu a entrada do astro no palco, o ‘Poderoso Chefão do rock’ - iniciou sua apresentação de ontem na Arena Multiuso com um atraso que variou entre um e três minutos, dependendo do relógio consultado. A primeira música, presenciada por um público que não lotava nem 1/3 do local foi uma versão de ‘It’s a Heartache’, sucesso dos anos 70 da sua ‘cover feminina’ Bonnie Tyler.
Daí por diante o escocês de voz rouca desfilou quase duas horas de sucessos que já fazem parte da trilha sonora da vida da maioria dos que já tem mais de 30 anos. Rod é daqueles cantores com o raro privilégio de fazer um show longo (embora com um intervalo, coisa rara no mundo do rock) e ainda deixar o público com a sensação de que ‘ainda faltou aquela’ (‘Passion’ e ‘Twistin' the night away’ eram as mais citadas).
‘Tonight's the night’, ‘Have you ever seen the rain’, ‘I don’t wanna talk about it’, ‘You're in my heart’ (que fala da sua paixão pelo Celtis, time de futebol da Escócia), ‘Maggie may’, ‘Sailing’, ‘Hot Legs’ e até mesmo o polêmico plágio a Jorge Bem, ‘Da ya think i'm sexy’ estiveram no set list.
Público lota Arena após meia hora de show
Um misto de chuva, péssimos motoristas, que apesar do excelente esquema de trânsito e de informações montado pelos organizadores, e da famosa mania do brasileiro de chegar atrasado, fizeram com que a Arena Multiuso só ficasse realmente cheia após cerca de 30 minutos. Um castigo para quem pagou entre R$ 200 e R$ 500 para se divertir na noite de sábado.
O som, que recebeu críticas por estar baixo demais, dos fãs de Ozzy Osbourne, que se apresentou no dia anterior, estava na medida para a faixa etária do Mr. Stewart. Limpo, claro e numa altura que permitia até que as pessoas conversassem, a novo espaço passou no teste da infra-estrutura. Banheiros impecáveis e nada de fila nem nos bares. Um único porém foi um vendedor que, achando que estava nas arquibancadas do Maracanã, resolveu gritar ‘olha o gelado, cerveja e refrigerante’ bem no meio de um solo vocal de uma das cantoras da banda. Nem preciso dizer que ele quase foi linchado por uma multidão de jovens senhoras e senhores (eu incluído).
Banda incomum rouba a cena
Parêntesis: O que era a banda de Rod Stewart? Backing vocals negras, que fugiam do estereótipo da ‘beleza magra’, assim como uma das dançarinas, que mostrava flexibilidade e uns quilinhos a mais, além de uma saxofonista linda e loura. Isso sem contar a competência dos demais músicos. Mas o destaque ficou mesmo por conta da manina que se dividiu entre o violino, os vocais, percussão, além de ser a responsável pelo mandolim de ‘Maggie Mae’. Sem contar isso tudo, ela ainda era linda!
Aplausos para todos.
Rock também é coisa de coroa
Esse final de semana também serviu para mostrar que rock não é coisa só para jovens. A estréia de Shine a Light (documentário de Martin Scorsese sobre um show dos Rolling Stones) e os shows de Ozzy e Rod Stewart comprovaram que rock também é coisa para quem está ficando ‘coroa’ e tem grana para bancar um programa que pode custar bem mais de R$ 1 mil por casal.
Pode ser que para muitos Rod Stewart não passe de um baladeiro e que chamá-lo de roqueiro possa parecer forçação de barra, mas o cara já tocou com Jeff Beck, já esteve no mesmo grupo com Ron Wood (hoje imortalizado com os Rolling Stones) e já deixou sua marca na história.
Foi uma pena quando os telões anunciaram que 'Mr. Stewart has left the building' (Sr. Stewart deixou o prédio).
Essa seria boa no Rio. O prefeito da cidade de Seatle, nos Estados Unidos, quer cobrar a partir de junho deste ano uma taxa de 20% para os cidadãos sobre cada sacola plástica ou de papel que carreguem suas compras, em farmácias, padarias e supermercados. A notícia foi veiculada no The New York Times
Greg Nickels acredita que a medida ajudaria a reduzir o desperdício, a produção das sacolas descartáveis e encorajar as pessoas a levarem suas próprias sacolas de casa, feitas de pano.
O projeto entraria em vigor no meio do ano se aprovado pela Câmara, o que deve acontecer segundo seu presidente. Seattle se tornaria com isso a primeira cidade americana a taxar os dois tipos de sacola, já que em São Francisco, na Califórnia, as plásticas já possuem regulamentação para coibir seu uso.
Segundo o projeto um programa semelhante na Irlanda ajudou a reduzir as sacolas em 90%. Com o dinheiro inevitavelmente arrecadao com as taxas, cerca de 10 milhões de dólares por ano, 1 milhão seria investido na compra e distribuição gratuita de sacolas de pano para cada dona-de-casa da cidade.
A distribuição de qualquer tipo de sacolas plásticas será proibida na China a partir de junho, segundo anunciou o governo do país. De acordo com a Fundação Verde, há movimentos para o fim do saco plástico principalmente na Inglaterra, na Espanha, na China, Japão e na Alemanha, onde os produtos também são cobrados em supermercados.
No Brasil a prática ainda é tímida. Em Curitiba projeto já prevê proibição da distribuição das sacolas plásticas e substituição por outras de materiais mais facilmente degradáveis. O governador de São Paulo José Serra vetou ano passado projeto aprovado pela Assembléia Legislativa que exigia a adoção, pelo comércio, de sacolas plásticas oxibiodegradáveis.
No Rio, um projeto de lei do governador Sérgio Cabral busca minimizar o uso de sacolas plásticas no comércio. Estabelecimentos comerciais que oferecem sacolas plásticas a seus clientes terão de seis meses a três anos, a partir da data em que a lei entrar em vigor, para passar a disponibilizar uma sacola de material resistente e, portanto, reutilizável.
Outra medida prevista no projeto é a exibição de cartazes nos supermercados do estado com os seguintes dizeres: “Sacolas plásticas convencionais levam mais de cem anos para se decomporem no meio ambiente. Traga de casa a sua própria sacola ou use sacolas reutilizáveis.”
O Estado consome 1 bilhão de sacos plásticos por ano e 900 milhões de garrafas PET; o governo gasta R$ 15 milhões por ano para dragar rios entupidos por lixo, grande parte de sacos plásticos. Segundo estimativas, o consumo anual de plásticos no Brasil está em 19 quilos por habitante (100 nos Estados Unidos, 70 na Europa).
Parece mesmo que a parte do cérebro que mais pensa é o bolso.
A audiência pública para aprovação do processo de licenciamento do Aterro de Paciência, que aconteceu na noite desta quinta-feira, conseguiu andar para frente, segundo a Secretaria EStadual de Meio Ambiente. A Feema tem até 13 de abril para receber sugestões que venham a contribuir para o projeto da Prefeitura do Rio de Janeiro. A partir de então, o órgão irá elaborar um parecer técnico, que será apresentado à Ceca (Comissão Estadual de Controle Ambiental) para a emissão do licenciamento ambiental.
Em suma, começam a cair os entraves judiciais para impedir que se prossiga com a implementação do aterro sanitário. Isso vinha prejudicando há anos o descarte de lixo no Rio, e culminou com o colapso do Aterro de Gramacho, em Caxias, e o esgotamento, ainda que em menor escala, do Aterro de Gericinó, em Bangu.
Paciência é a única alternativa sustentável e correta. Segundo estudo apresentado semana passada pela Secretaria do Ambiente, o Aterro de Gramacho está por um fio, à beira de grande desastre ambiental, que coloca em risco a Baía de Guanabara e a foz do Rio Sarapuí. ( Leia sobre o problema, veja fotos e vídeo)
Mas os que são contra Paciência tem seus argumentos. Dizem que o terreno reservado para a obra é perto demais da área urbana e suspeita-se que existam no local 12 nascentes de água. A outra razão contrária seria o lençol freático do subsolo muito superficial, podendo ser contaminado até com a colocação de uma manta protetora.
Desde 2003, a Comlurb tem nas mãos o projeto de aterro de Paciência. Desde o processo de licitação, em 2002, a prefeitura enfrenta uma série de questionamentos jurídicos que vão desde o local escolhido até a empresa que vai operar o novo destino do lixo do município.
A licitação, no valor total de R$ 1,007 bilhão, foi vencida pela Júlio Simões, empresa responsável pela coleta e transporte de todo lixo carioca. Embora seja uma das maiores transportadoras do país, responsável pela coleta de resíduos urbanos em outras importantes cidades do Brasil, a Júlio Simões nunca administrou um aterro sanitário. E pretende estrear no ramo justamente no que promete ser o maior empreendimento desta natureza na América Latina.
As polêmicas não param por aí. A Aeronáutica chegou a advertir que o local está a menos de 20 km do Aeródromo Militar de Santa Cruz, o que é proibido por lei, uma vez que o lixo atrairia urubus e aumentaria do risco de acidentes aéreos. Mas técnicos da Feema afirmaram que a proibição já foi extinta. Existe ainda o risco de contaminação do lençol freático, uma vez que na região são utilizados poços artesianos, e a tendência de que o terreno não suporte o volume de lixo que precisará ser descarregado.
A Câmara e a Prefeitura divergem ainda em relação à competência pelo zoneamento da área prevista para receber o aterro sanitário de Paciência. A Fazenda Santa Rosa, oferecida na licitação pela empresa Júlio Simões, tinha zoneamento rural e não poderia receber esse tipo de instalação. O projeto prevê que o aterro tenha capacidade de receber lixo por 22 anos. Isso sem contar com as operações de recalque, o que pode elevar a vida útil do aterro para até 30 anos.
--- Sem tomar partido, acredito que o mais importante seja modificar a mentalidade das pessoas quando pensam que vão morar perto do lixo. Um Aterro Sanitário moderno prevê condições que equivalem ao de uma indústria perto da casa das pessoas. Não tem urubus, mal cheiro, fumaça, chorume, vetores, nem catadores. E eles são frutos de uma sociedade descartável que nós ajudamos a construir. Ou se entende isso ou se produz menos resíduos. A palavra deve ser redução, em um momento em que não há onde descartar tanto lixo. E conscientização, já que a lixeira, a descarga e até a janela do carro são um caminho que normalmente a gente só conhece a porta de entrada.
Falando sobre o trânsito não posso deixar de comentar um fato inusitado que aconteceu na noite desta quinta-feira. Eu e uma amiga da Agência O Dia saímos da redação, e pegamos uma condução sentido Usina. Conversavamos sobre o assalto que ela tinha sofrido dois dias antes na Rua Mem de Sá, em um ponto de ônibus. Alguns pontos depois, um homem aparentando uns 25 anos entrou e disse que viajaria de graça, pois estava exercendo seu direito de estudante da rede pública. O rapaz, no entanto, estava sem uniforme, e o motorista disse que teria que pagar a passagem se ele não descesse. "Não vou descer, problema é seu", comentou o mal-encarado.
O motorista então desligou o ônibus, e disse que não sairia do lugar. Um minuto depois, sem que nenhum dos passageiros se manifestasse, ele tornou a ligar o motor, e desabafou: "A gente trabalha para pagar passagem para os outros". A viagem seguiu, os dois trocando farpas, e no ônibus pairou a sensação de injustiça. Ninguém bancaria tirar o rapaz do ônibus, nem a empresa deixará de cobrar do motorista. E aí, como é que fica? Fala tu!
Não estamos em São Paulo, mas o trânsito também é um dos pesadelos do carioca. Não só a grande movimentação de veículos, mas os abusos cometidos pelos motoristas. Um flagrante mostra do que estou falando. Em plena Praça Saens Peña, coração da Tijuca, um ponto de táxi longo e permanente se instaurou em local proibido por placa de sinalização, e vem atormentando motoristas de carros particulares e de ônibus, que tentam se revezar nos pontos da Rua Conde de Bonfim.
A placa permite embarque e desembarque, apenas, mas não é o que acontece. Motoristas descem dos carros e batem papo, aguardando a vez. Logo à frente há um verdadeiro ponto de táxi, que cabem poucos carros e praticamente não é ocupado. Assim, aguardando a movimentação de lojas e até de um shopping, os 'malandros' fazem fila rente à calçada, principalmente no final do horário comercial (entre 18h e 21h). Um taxista que passava pelo local disse que não é possível que guardas não vejam, já que a prática também rola durante o dia. "Toda sexta-feira o guarda deve passar para pegar o seu", comentou.
O senador Mão Santa (PMDB-PI) incendiou o plenário do Senado na quarta-feira ao chamar a ministra Dilma Rousseff de 'galinha cacarejadora'. Parlamentares do governo e até da oposição o aconselharam a pedir desculpas pela expressão, mas ele insistiu e ainda provocou: "todos estão embalados nesse cacarejamento".
Ontem, em bate-papo após a entrevista à TV O DIA, Jandira Feghali resolveu entrar na polêmica - com muita elegância, diga-se de passagem. No contra-ataque a Mão Santa, citou a poeta Elisa Lucinda, que arrasa com o machismo no poema "Aviso da lua que menstrua":
(...) E aí quando quer agredir Chama de vaca e galinha. São duas dignas vizinhas do mundo daqui! O que você tem pra falar de vaca? O que você tem eu vou dizer e não se queixe: Vaca é sua mãe. de leite. Vaca e galinha... Ora, não ofende. enaltece, elogia: Comparando rainha com rainha Óvulo, ovo e leite Pensando que está agredindo Que tá falando palavrão imundo. Tá, não, homem. Tá citando o princípio do mundo!
Estreou no Rio a versão tupiniquim do musical Os Produtores, que já havia sido um estrondoso sucesso em São Paulo. A peça foi adaptada e é dirigida por Miguel Falabella, que na companhia de Juliana Paes, Vladimir Brichta e um elenco afiadíssimo, seguram as mais de duas horas de espetáculo.
Para quem teve a chance de ver a montagem original ou ver o ótimo filme de 2005, a história é conhecida e contada da mesma forma na montagem brasileira. Para quem não sabe do que se trata, Os Produtores contam a história de dois vigaristas que precisam montar uma peça que se transforme em um grande fracasso para ficarem ricos.
O ator baiano está muito bem na pele do tímido e estranho contador Leo Boom, cantando muito bem e dançando com competência. Na verdade, achei que ele foi bem melhor que Matthew Broderick, que interpretou o papel na Broadway e no cinema. Já a belíssima Juliana Paes mostra mais corpo, muita personalidade e um talento que em nada é superado pelo da também bela Uma Thurman, que interpretou o papel da sueca Ulla no cinema.
O senão fica por conta de Miguel Falabella. Apesar do excelente trabalho de adaptação e direção primorosos, sua atuação deixou sempre a impressão de que Caco Antibes - seu antigo personagem do programa Sai de Baixo - estava presente em algumas piadas, trejeitos e improvisações. Claro que isso funcionou para o público, mas fica bem longe da atuação de Nathan Lane.
Para terminar, um elogio ao trabalho feito para transformar o palco do Vivo Rio em um local adequado para as inúmeras trocas de cenário e para abrigar uma 'mini-orquestra' de 11 músicos. Também se destacam Sandro Cristhopher e Mauricio Xavier, que representam o diretor Roger de Bris e seu assistente Varmen Ghia, respectivamente.
Bom ver que o Rio volta a ser roteiro de espetáculos desse calibre.
Mistura Interativa é um espaço onde a equipe do Dia Online poderá falar sobre cultura, gastronomia, cinema, TV, música ou qualquer assunto que passe pelos olhos atentos da galera. Aproveite a diversidade de personalidades e estilos e envie sua sugestão. Aqui, você terá liberdade para concordar, discordar e principalmente refletir sobre os assuntos destacados pelos jornalistas do Dia Online. Entre e fique à vontade!
Duas cenas curiosas chamaram a atenção de quem estava na porta do Teatro do Leblon no último sábado esperando a sessão de 'Amigas, Pero No Mucho' começar. Feliz como pinto no lixo, o ex-BBB Marcão, aquele mesmo da mexona loura, chegou abraçado com sua querida Thati. Ao ver Tony Ramos, Marcão não titubeou:
- Posso tirar uma foto contigo? Perguntou o capixaba.
- Comigo? Pode, claro! Respondeu o nosso Tony.
Marcão parecia ter ganhado um prêmio depois de tirar a foto.
A outra cena atípica teve a atriz Íris Valverde como protagonista. Com cara de poucos amigos, a Rakely de 'Beleza Pura' esperava a fila da mesma peça andar com uma vistosa tipóia. A atriz-musa-sensação-do-momento quebrou o polegar esquerdo na semana passada durante uma gravação.