As maiores vítimas de trânsito são jovens. Em 2007, 38.220 pessoas se envolveram em acidentes no Estado do Rio: 34% tinham de 18 a 29 anos e 21% de 30 a 39 anos — os dados correspondem às vítimas fatais e feridas com idade identificada. Em 2006, foram registradas mais de 37 mil vítimas de acidentes: nove mil apresentavam idade de 15 a 29 anos.
Entre as causas mais comuns dos acidentes estão a ultrapassagem perigosa, o excesso de velocidade e o uso de bebida alcoólica.
Em 2007, por exemplo, foram cometidas 2. 966.419 infrações, 13% a mais do que em 2006, sendo 1.803.780 só na capital.
Entre as dez mais cometidas no estado estão: velocidade superior em até 20% da permitida (1.181.592); desobediência ao sinal vermelho (348.312); velocidade superior em mais de 20% e até 50% da permitida (217.782); estacionamento sobre a calçada ou faixa de pedestre (123.822); falta do registro do veículo conforme o previsto (116.7944); uso do celular ao volante (113.262); falta do cinto de segurança (86.388); estacionamento em desacordo com a sinalização (81.386); estacionamento fora das condições previstas no Código de Trânsito Brasileiro; transitar com veículo pela faixa seletiva (67.943).
O novo ministro do Meio Ambiente Carlos Minc esteve nesta quinta na Alemanha anunciando medidas do governo brasileiro para conter o desmatamento na Amazônia. Nesta sexta ela se reuniu com governadores brasileiros no norte do país (foto).
No vídeo feito pela Iniciativa Verde em Bonn, na Alemanha, Minc aparece bem pomposo, dizendo que não pediu para assumir o cargo, mas que não vai bater de frente com nenhuma política que já caminhava no período Marina Silva.
O ministro pediu apoio de países internacionais com investimentos para bancar um Fundo de preservação da Amazônia que o presidente Lula já teria aprovado.
Ele mostrou como será colocada em curso operação para evitar que áreas de proteção sejam acessadas e desmatadas.
Enfim, clique nos vídeos (Aqui e aqui), e veja como ele se portou em sua viagem internacional.
Parece que o assunto ganhou vulto com sua chegada e a saída de Marina. Parece que a Amazônia está funcionando como uma isca para que a pauta ambiental esteja presente em discursos, ações políticas e na própria mídia.
Tomara que as ações continuem e as atenções permaneçam a tempo, antes que medidas e discursos virem pó.
Esta é uma das imagens aéreas divulgadas pela FUNAI, que foram feitas entre 29 e 30 de abril e 1º e 2 de maio de uma tribo indígena isolada na Amazônia brasileira, fronteira com o Peru. Segundo a entidade no lado brasileiro, vivem quatro destes povos que não têm nenhum tipo de contato com o homem branco e permanecem completamente isolados.
Pergunta: Pra que vão lá se meter a tirar foto e desestabilizar a cultura local deles? Sabemos que tem muito índio que a pele já está esbranquiçada, emaranhados na cultura do homem branco. Mas ainda há focos de isolamento, que precisam ser respeitados.
É claro que há um trabalho para a manutenção da cultura indígena, mas muitos ainda os vêem como obstáculos. As imagens divulgadas foram parar em jornais americanos e europeus, e fico imaginando o que deve passar pela cabeça dos nossos 'descobridores'.
Mergulho, rapel, caminhadas ecológicas, dentro do Rio e em cidades do interior, vôos duplos asa delta e parapente – o turismo ecológico e de aventura é um dos destaques da edição 2008 do Carioquinha, que começa nesta sexta-feira, 30 de maio. O projeto, que ainda promove atividades especiais para nascidos e moradores do Rio de Janeiro e Grande Rio — Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Paracambi, Nova Iguaçu, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá —, está completando 10 anos de existência.
Para ter direito ao benefício, basta apresentar a identidade, se for natural do Rio, ou comprovante de residência, se for morador da cidade. A temporada segue até 30 de junho. O site wwwcarioquinha.com.br já está no ar com a lista dos pontos que oferecem desconto em homenagem aos cariocas. O telefone do serviço gratuito de atendimento ao turista da Riotur, o Alô Rio, é 0800 285 055. O roteiro inclui, ainda, uma guia de hospedagem e de gastronomia da ABIH/RJ com ofertas que ultrapassam 50% dos preços normalmente praticados pelo mercado.
Pontos tradicionais como o Pão de Açúcar e o passeio de trem ao Corcovado passam a custar R$ 22,00 e R$ 18,00. O Planetário do Rio, além do desconto de 50%, criou uma sessão especial, às quartas-feiras, com entrada gratuita. Uma novidade é o passeio ao Museu do Corpo dos Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, que oferece uma visita guiada gratuita às ligações subterrâneas construídas no século XVII e XVIII. Outra novidade é o passeio de barco costeando a orla da zona sul em lanchas da Macuco Rio, que proporcionam emoção e vistas inusitadas da costa.
Carioquinha Social: ação voluntária
O carioca também está convidado a participar da campanha de arrecadação de alimentos Carioquinha Social. O Pão de Açúcar servirá de base de recolhimento de alimentos não-perecíveis, que serão doados ao Abrigo Maria Imaculada (AMI), que atende crianças, adolescentes, senhoras idosas e famílias em situação de vulnerabilidade e de risco social.
A entrega do quilo de alimento não é obrigatória para a realização do passeio. Trata-se de um convite à doação. E nada é mais carioca do que o espírito de solidariedade. Com mais de um século de existência, a história da AMI começou com Idalina da Fonseca Pessoa e Silva, parente do Marechal Deodoro da Fonseca, que acolhia, na própria casa, no final do século XIV, desabrigados de várias regiões do Rio. Em 1893, ela criou o Instituto Protetor dos Pobres e Crianças Abrigo Maria Imaculada (IPPC), que originou o abrigo. Atualmente, a instituição atende 375 pessoas diariamente.
O ilustre Theatro Municipal foi palco de uma festa regional na noite desta quarta-feira. Clássicos do forró pé-de-serra foram destaque na sexta edição do Prêmio Tim de Música Brasileira, que homenageou o grande Dominguinhos.
Marieta Severo e Marcos Palmeira, nomeado o beijoqueiro da noite por cumprimentar todos os premiados, deram um show de simpatia na apresentação do evento, que começou com um pequeno atraso. Um vídeo muito bem humorado sobre a música com a opinião de populares era intercalado durante a entrega dos prêmios. Djavan, Sérgio Cabral, Fernanda Takai e Fernanda Abreu também falaram sobre o assunto. O figurino com imagens de Jesus, Iemanjá, São Jorge e outros santos impressionavam pelo brilho.
O forró começa com Dominguinhos cantando 'Forró no escuro' e 'Sete meninas'. Destaque para Dió de Araújo, do trio Xamego, engomadinho, na zabumba (uma graça!). Vanessa Da Mata brilhou ao lado do homegeado da noite em 'Lamento Sertanejo'. Assim também o fez Elba Ramalho em 'De volta pro Aconchego'. Nana Caymmi foi bastante aplaudida em 'Contrato de Separação' e Gilberto Gil animou a platéia em 'Eu só quero um xodó'. A dupla Zezé di Camargo e Luciano acompanhou Dominguinhos em 'Tenho sede' e 'A Vida do Viajante'. Luciano desculpou-se pela falta de retorno do som, que prejudicou a qualidade em sua apresentação.
Na premiação, o destaque ficou com Paulinho da Viola que ficou sem mãos para carregar todos os prêmios que recebeu. O cantor ganhou em todas as categorias em que concorreu: Disco e Cantor, na Categoria Samba, e Melhor Canção, na qual ele concorria sozinho com três músicas: 'Talismã', 'Bela Manhã' e 'Vai Dizer Ao Vento' - a escolhida pelo júri. Rodrigo Maranhão, do grupo Bangalafumenga, venceu Cantor Revelação e Melhor Cantor na categoria Regional - super merecido! Embora não seja uma crítica musical, senti falta de um prêmio para Roberta Sá, que apresentou um belíssimo trabalho.
A noite, que prometia muito, deixou a desejar em alguns pontos. Para diminuir o tempo durante a entrega dos prêmios, os vencedores não puderam falar, nem para agradecer pelo feito. Exuberante e irreverente num vestido tomara-que-caia branco, Ivete Sangalo, que venceu nas categorias Melhor Cantora Regional e Voto Popular, subiu ao palco com um papel branco com a palavra 'Elba'. Já que não podia falar, ela manifestou através das letras a dedicação de seu prêmio (pelo menos no meu entendimento). O arrasta-pé, que devia rolar solto, ficou só na vontade. Nem uma duplinha de forró dançando durante as apresentações, nem um mínimo espaço para arrastar o pé em algum lugar. Eu senti falta, já que ouvindo aquela sanfona, a vontade que eu (e acredito que várias outras pessoas) tinha era de dançar ali mesmo.
Entre as muitas celebridades, Vera Fischer (que brilhou como sempre), Fernanda Montenegro, Elza Soares, Leandro do KLB, Natália Guimarães, Letícia Sabatella, Felipe Dylon, Ana Botafogo, Lucielli di Camargo, Ingrid Guimarães, Cristiana Oliveira, Dado Dolabella e Luana Piovani, entre outros.
Para encerrar a festa, o palco do Theatro reuniu Dominguinhos, Flávio José, Genival Lacerda(que estava animadíssimo) e Jorge de Altinho. E logo depois os grandes sanfoneiros Oswaldinho do Acordeon, Renato Borghetti, Adelson Viana, Toninho Ferragutti, Gennaro e Waldonys mostraram o que sabem fazer com a sanfona. Os caras brincam!
Quem quiser conferir o som da sanfona do mestre, não pode perder o show de Alceu Valença e Dominguinhos, que acontece nesta sexta, dia 30, na Fundição Progresso, a partir das 20h. O evento promete trazer Pernambuco diretamente para Lapa. O ingresso antecipado custa R$ 25. É imperdível!
Recebo o pacote CD e DVD "Vinny Acústico e Circular" com indisfarçável má vontade. A primeira coisa que me pergunto e se ele gravou versão acústica para "Heloísa mexe a cadeira". A segunda é qual teria sido o resultado. Vinny fez algum sucesso nos anos 90 com o hit da cadeira, tentou repetir a fórmula com "Shake Boom", com pouco êxito, e sumiu sem deixar saudades, reaparecendo vez por outra nos videoshows e faustões da vida. Cobram a resenha, vou adiando o quanto posso. Sábado de manhã, antes de um plantão, dou uma chance ao CD.
São 14 faixas ao vivo em que Vinny (voz e violão) é acompanhado pelo eficiente set de músicos formado por Daniel Sant'Anna (violão de 12 cordas), Derik De Luxor (violão), D'Alessandro Mangueira (baixo acústico e elétrico) e Diego Andrade (bateria). "O amor ainda pode vingar", um blues com tempero country abre o disco e me surpreende. "Hum, pode ser bom, por que não?", penso. Em seguida, "Quero muito mais", esfria minhas expectativas com uma versão para "What's going on", balada de refrão chiclete da merecidamente esquecida 4 non blondes, banda de uma música só dos anos 90. O clima de acampamento segue com "Seja como for", mais uma balada de violão que busca um refrão marcante, mas fica só na intenção.
Tento relevar e dar um desconto, afinal a qualidade da gravação está boa, a banda trabalha direito. Chega, então, o que pode ser o ponto alto: "Heloísa mexe a cadeira". Será o reecontro de Vinny com a massa dançante? A redenção dos fervedores de pista? Parece que não. O espanto toma conta de mim. Devo estar pálido, de olhos esbugalhados, talvez babando pelo canto da boca num ataque de apoplexia. Não acredito nos meus ouvidos, mas a verdade é aquela mesma. Vinny encaixou o "mexe a cadeira" em "Passenger", de Iggy Pop. Tomo como ofensa pessoal e saio em busca de um exordil.
Azedo como limão verde, obrigo-me a ir até o fim. Em seguida vêm "Shake Boom", a irmã mais nova da Heloísa, que não emplacou na versão original e não emplaca aqui por falta de um refrão potente como o de "Passenger" -- e por isso mesmo é menos catastrófica; "Te encontrar", uma balada romântica candidata a trilha de novela das sete passável, exceto pelo "tu-birau-daun-daun" esgarçado ao limite da paciência; "Eu não acredito em você", idem, e uma "Mefamorfose Ambulante" que não acrescenta nada. É como se eu estivesse na festa de um amigo num apartamento pequeno e chegasse um convidado com um violão e não parasse mais de tocar.
E tome de balada romântica por amores perdidos ou ainda não conquistados, "Onde você vai", "Até o fim" e "Tudo será para sempre". Todas muito parecidas, como se o Vinny tateasse no escuro buscando dar consistência de hit a uma idéia e acabasse apenas por repeti-la em várias versões esmaecidas e anódinas. Outro tiro pela culatra é "Na gandaia", que diz "Levanta a saia, entra na gandaia, arrasta a sandália". Qualquer semelhança com mexer a cadeira não é mera coincidência.
Vinny fecha o CD com simpática "Como areia do mar", uma baladinha à Dylan que devolve o tom levemente blueseiro. Talvez o acústico agrade àquele pessoal que gosta de uma estranha categoria de lugar chamada "barzinho com voz e violão", na qual não me incluo. A impressão final é de que "Vinny Acústico Circular" roda, roda e não chega a lugar algum.
Comente o texto e diga se realmente nosso crítico estava certo!
Rio - Vale conferir o novo álbum do paraibano Zé Calixto, mestre no fole de oito baixos, que chegou a tocar com o inesquecível Luiz Gonzaga, o Gonzagão. O lançamento Zé Calixto - Poeta da sanfona aconteceu na noite desta terça-feira, no teatro Rival Petrobras. O show inaugurou também as comemorações pelos 50 anos de carreira do músico, que serão completados em 2009.
O álbum apresenta um forró pé-de-serra de qualidade, indo do choro, em 'Eu quero é sossego', de K-Ximbinho, à valsa, em 'Rosa', de Pixinguinha. Destaque também para 'Forró do Mengo', sucesso de Dominguinhos e Anastácia, ‘Forró de Camaratuba’, de Truvinca, 'Meu pai toca isso', de Manoel Serafim e José Guimarães, 'Num bate papo', parceria de Índio do Cavaquinho e Zé Calixto, e 'Bossa Nova em oito baixos'.
O autodidata José Calixto da Silva começou nas rádios do Recife, em 1959, no trio Mata Sete, criado pelo compositor Antônio Barros. Aos oito anos já tocava sanfona e aos 12 anos já comandava bailes e festas sozinho na sua cidade. Foi nessa época, durante suas apresentações, que conheceu Genival Lacerda e Jackson do Pandeiro.
Viajando convidado pela produção do festival, deixo claro, não posso deixar de sentir uma pontinha de orgulho ao receber críticas pelo título de uma das matérias enviadas para o site. Orgulho por não ficar com aquela sensação de estar em um jabá e orgulho por alguém ter lido o que eu escrevi. Nesta altura, já descobri uns sete dos meus 12 leitores. Boa média.
Também aproveito para destacar o bom papo (por e-mail) com Carlos Badia, do Delicatessen, que me explicou que a troca na ordem de apresentação do grupo com Regina Carter foi responsabilidade pua e exclusiva da produção do festival. Reitero que ao classificar o show do grupo como o 'mais frio' do evento, não fiz crítica ao som do grupo, que achei interessante e merece ser ouvido com atenção. Além do mais, essa é só a minha opinião, que pode estar errada.
Carlos, espero que você se transforme no leitor número 13 e que possamos nos encontrar no Festival de Ouro Preto, próxima parada do grupo.
Frases e entrevistas perdidas
Durante os dias nos quais jornalistas e fãs esbarravam nos artistas, que desfilavam uma simpatia comparável ao talento que apresentavam nos palcos, este único e pobre repórter fez uma série de entrevistas que não foram totalmente utilizadas (afinal, sou apenas um, mas, quem sabe, no próximo ano não serei seis ou sete?). Sendo assim, separei algumas boas frases que merecem ser publicadas.
'Venho sempre que posso ao Brasil. Seja de férias, seja para fazer shows. Vou muito a São Paulo ou para a Amazônia. MTV? É só sexo e não música' - Regina Carter
'Em minha opinião algumas cidades do Brasil têm mais talentosos músicos 'per capta' do que em qualquer outro lugar do mundo. Enquanto nos Estados Unidos os músicos jovens aprendem a samplear, no Brasil se aprende ritmos como o Maracatu, raízes da música do país' - Will Calhoun.
'Brasil é quase uma segunda casa. Sempre que estou aqui parece ficar mais fácil tocar' - Vernon Reid.
'Se em todo lugar todos fossem tão gentis e generosos o mundo seria bem melhor. Para um músico a platéia brasileira é um sonho' - John Scofield.
'Nada diverte mais que tocar e ver gente boa tocando' - Russel Malone.
Ainda teve papo com integrantes do Bonerama, John Mayall (publicada) e Big Joe Manfra (ainda sendo preparada). Os textos podem até serem considerados toscos, mas a produção foi boa.
Praias e 'assassinatos'
Rio das Ostras é uma cidade quase sem criminalidade. Apesar disso não foi difícil encontrar pessoas com índole para 'assassinatos em massa'. Moradores, CUIDADO!!
Feita a descoberta e dado o aviso, o próximo passo foi aproveitar os (poucos) momentos de ócio. Gentilmente guiado por um motorista que também dá plantão como guia sentimental para mulheres, fui fazer um passeio por algumas praias mais escondidas do município. Algumas com bares e quiosques, outras em nenhum vendedor ambulante.
Praia da Joana, Areias Negras, Praia Virgem e a famosa Praça da Baleia foram alguns dos lugares que deixaram ótima impressão e a certeza de que a cidade ainda tem muito que explorar no quesito turismo. Uma ruazinha asfaltada aqui, uma placa indicadora ali e um serviço de guias podem transformar Rio das Ostras em um destino primário para férias e feriados.
Lá vai abrir até um McDonalds!
Espero voltar em breve e não precisar recorrer aos produtos 'pasteurizados' de fast food.a
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que cinco milhões de indivíduos morrem anualmente por doenças causadas pelo fumo, sendo 200 mil só no Brasil.
O uso do tabaco é um fator causal de quase 50 doenças diferentes, e ao tabagismo podem ser atribuídas 45% das mortes por doença coronariana, 90% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica, 25% das mortes por doença cérebro-vascular e 30% das mortes por câncer.
Segundo a OMS, o tabagismo é uma doença pediátrica. A maioria dos fumantes experimenta seu primeiro cigarro e se torna dependente antes dos 18 anos de idade.
Em 2030, se não forem tomadas medidas urgentes, estima-se que ao redor de 500 milhões de pessoas morrerão como resultado do consumo do tabaco.
Um festival de jazz e blues na Região dos Lagos é algo que sempre merece atenção, assim como qualquer iniciativa que leve ao grande público artistas e gêneros que normalmente são associados aos que têm maior poder aquisitivo.
A primeira boa impressão fica ao chegar a cidade (que não visitava havia alguns anos) e constatar que o dinheiro dos royalties do petróleo estão fazendo bem para turistas e população. Ruas bem sinalizadas, guardas municipais por todos os cantos, nada de sujeira. Primeiro mundo.
A segunda boa impressão ficou por conta da organização do evento e da tremenda simpatia dos músicos, que atendiam a imprensa e qualquer fã a todo momento, sem frescura. Houve até uma manhã com canja de vários músicos nos corredores do hotel.
A terceira boa impressão foi a estrutura dos palcos e som. Todos os artistas fizeram questão de elogiar o que encontraram no pequeno município fluminense.
O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chegou a sua sexta edição com um time de primeira linha, mas que trouxe boas surpresas. Taryn Szpilman, que arrasou em seu set, baseado no seu novo cd Bluezz (Saiba mais aqui) e merece aparecer e fazer sucesso.
Ouça Maybe I'm Amazed com Taryn
Hendrix, Ray Charles e Buddy Whittington se destacam
Provavelmente todos conhecem os dois primeiros nomes acima e poucos conhecem o terceiro. Explicação: da mesma forma que a maioria dos artistas tinha uma música de Jimmy Hendrix em seu repertório, o clássico de Ray Charles esteve presente em pelo menos quatro shows diferentes. Buddy Whittington? É o homem que segurou o show de John Mayall e se mostrou um dos maiores guitarristas em atividade no planeta.
Palmas para eles.
Gastronomia: Sofisticação e bizarrices
Quem esteve presente ao palco principal do festival teve a chance de experimentar de tudo. De vinhos inclassificáveis até bons argentinos e chilenos, passando pelos espumantes brasileiros. Para comer, tínhamos os famosos espetinhos 'defumados' de gato, acarajés, churrascos, petiscos, boas massas e uma bizarra batata assada recheada com rúcula e tomate seco. Corajosa essa gente!
O melhor de tudo foi ver que jornalistas, artistas e público acabaram o evento com preferências diferentes. Abaixo os meus destaques.
Melhor show: Bonerama (na Praia da Tartaruga) Revelação: Taryn Szpilman Música do evento: Georgia on My Mind Show mais 'redondo': Blues Etílicos Show mais frio: Delicatessen
Quando você chega no bar e pede uma cachaça: - no Copo? - Não, animal, derrama no chão e traz no rodo !!!!!!!!!!!!!!1
Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam: - Você ta dormindo? - Não, tô treinando pra morrer!
Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta: - Tá com defeito? - Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam: - Vai sair nessa chuva? - Não, vou sair na próxima. (hahahahahahahaah)
Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta: - Acordou? - Não. Sou sonâmbulo!
Seu amigo liga para sua casa e pergunta: - Onde você está? - No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá! (cara, essa é o melhor do mau humor)
Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: - Você tomou banho? - Não, mergulhei no vaso sanitário!
Você ta na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: - Vai subir? - Não, não, tô esperando meu apartamento descer pra me pegar. ( morri de rir)
O homem chega à casa da namorada com um enorme buque de flores. Até que ela diz: - Flores? - Não!!!!!!!! Cenouras. (tolerância: -100)
Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta: - Tem gente? - Não! É o cocô que está falando!
Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: - Em dinheiro?? - Não, me dá em clips e borrachinhas
Agradecimentos ao colega Marlos Mendes pelo envio dessas pérolas!
Dados do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde revelam que o número de transplantes no Brasil aumentou em 44%, em seis anos. De 56,41 transplantes/milhão de habitantes em 2001, houve um incremento para 81,09 transplantes/milhão de habitantes em 2007.
“Estamos entre os três maiores do mundo em número total de transplantes, mas não em captação de órgãos. Depois de um processo de apagão que durou quatro anos chegamos a 6,2 doadores /milhão de habitantes em 2007 e a intenção é alcançarmos 10 /milhão de habitantes em quatro anos A Espanha, considerada referência mundial em número de doadores, têm 35/milhão de habitantes”, afirma o coordenador nacional do Sistema de Transplantes Abrahão Salomão Filho.
Para alcançar esse número o ministério está fazendo campanhas, reuniões com as câmaras técnicas dos estados e municípios e também pretende comprar aparelhos que são utilizados para fazer o diagnóstico de morte encefálica, chamado doppler Transcraniano.
Estava no relatório Em Água Morta, desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em fevereiro deste ano: o aquecimento global poderá desacelerar a circulação térmica dos oceanos e, em cem anos, diminuir os mecanisdos de 'descarga e limpeza'dos mares continentais.
Esses mecanismos são cruciais para manter a qualidade da água. Isso significa que a circulação de nutrientes e a reprodução marinha podem ser afetadas em 75% dos principais locais de pesca do mundo, incluindo Ártico e o Mar Mediterrâneo.
Cristhian Nellemann, um dos pesquisadores que elaborou o relatório, disse que caso a mudança climática reduza ou interrompa o transporte natural de alimentos e ocorra esse efeito 'descarga'em águas já poluídas, superpovoadas de peixes, 'estaríamos jogando com nosso próprio suprimento de comida'.
O estudo mostra que mais de 80% das principais espécies de peixes que atraem a indústria pesqueira estão sendo explorados além de sua capacidade de reprodução. Problema que só tende a crescer com o aumento da poluição. Segundo o relatório mais de 90% das costas temperadas e tropicais serão gravemente afetadas pela poluição até 2050, em especial no Sudeste e Leste da Ásia.
Pior: temperaturas elevadas ameaçam matar nas próximas décadas 80% dos recifes de corais, defesas naturais e berçários de peixes. A acidez dos oceanos devido ao aumento na concentração de CO2 também prejudicarão estes ecossistemas.
Os fortes temporais que costumam castigar a cidade são famosos estão sempre nas páginas dos jornais e já se viraram inspiração para várias músicas - Águas de Março, por exemplo. Dessa vez São Pedro deixou o serviço por conta do cantor e compositor norte-americano Johnny Rivers, que preferiu deixar cair sua chuva em maio e não março.
A 'vítima' do cantor foi um público já grisalho que, assim como na apresentação do bluesman John Mayall, dias antes, se não chegou a lotar o Canecão, chegou bem perto disso. Creio que o problema está mesmo nos preços que, apesar de menos abusivos na casa de Botafogo, estão longe de serem acessíveis.
'Vou cantar meus sucessos e três músicas inéditas que estarão no meu próximo cd, que gravei com alguns dos ótimos músicos de jazz e que será lançado em agosto', avisou o cantor antes da apresentação. Promessa feita, promessa cumprida, Rivers iniciou o último show da turnê brasileira, que também passou por São Paulo, Vitória, Porto Alegre, Curitiba e Santos, com as conhecidas Midnight Special, para depois emendar com uma das novas composições, com introdução flamenca e estilo country, lembrando algo de Crosby, Stills e Nash, e concluir com Seventh Son.
Confira Summer Rain ao vivo (Santos - 15/05)
'Costumo ouvir Eagles, Beatles, George Thorogood, muito blues, como BB King e Eric Clapton, além de gente mais nova como John Meyer, Jock Johnson, Nora Jones e Alicia Keys', diz Johnny, tentando explicar sua inspiração para continuar compondo.
Aos 66 anos, Rivers mostra uma boa forma física e vocal, comparado com os muitos de seus contemporâneos, mas a colocação das novas composições logo no início do show fez com que o público demorasse um pouco mais do que o normal para esquentar.
'Gostaram das músicas novas? Tenho a impressão que vocês preferem as antigas', brincou, antes da primeira manifestação mais calorosa, que veio com Track Of My Tears, levada de maneira mais lenta e melódica do que a versão original.
Minhas finanças precisam do seu amor
Engana-se quem pensa que Johnny Rivers é só um cantor/compositor de baladas. O medley Mountain of Love / Lawdy Miss Cloudy fez muita gente levantar das cadeiras e dançar, mas foi com Summer Rain, canção lançada durante o verão de 1967 (o Summer of Love), época onde os astros se alinharam para proporcionar ao mundo algumas das melhores canções e álbuns de todos os tempos de praticamente todos os artistas de todos os gêneros, que a coisa realmente pegou fogo.
Depois disso, Poor Side of Town, Rocking Pneumonia + The boogie woogie flu, Baby, I need your Loving (quando o cantor confessou, em tom de brincadeira, que seu bolso precisa muito do amor do público por suas antigas canções) e It's too Late garantiram o baile.
Bis de arrepiar
O momento mais esperado aconteceu no bis, quando Rivers voltou sozinho e começou a tocar Do You Wanna Dance? 'Normalmente canto no Brasil algumas músicas que nem sempre toco nos Estados Unidos. Do You Wanna Dance? e It's Too Late são algumas delas', contou Rivers. Palmas para a produção do artista e para o próprio pela sensibilidade. Do You Wanna Dance? foi, sem dúvida, o grande momento da noite, com uma versão longa, que deu tempo para que muitos casais dançassem bastante e para que muita gente saísse rouca de tanto cantar.
Tem muita gente reclama até hoje que Elton John não cantou Skyline Pigeon (desconhecida no resto do mundo e seu maior sucesso no país) quando esteve por essas bandas. Da falta dos sucessos, o público de Johnny Rivers só pode reclamar de By The Time I Get To Phoenix. Mesmo assim, se estiver de muito mau-humor, o que não transparecia nos rostos de quem deixava o Canecão, com jeitão de alma lavada.
A semana de moda mais charmosa do Rio está cada vez mais consciente da importância da sustentabilidade. Na montagem da próxima edição do Fashion Rio, de 7 a 13 de junho, na Marina da Glória, serão usadas 25 toneladas de madeira especial, fabricada pela Ecowood Rio, composta por materiais reciclados, como notas de dinheiro descartadas pela Casa da Moeda, resíduos da fabricação de fraldas descartáveis, borra de café e fibra de coco, além de resíduos da indústria têxtil.
Visitantes vão pisar em carpetes de material reciclado e o ambiente terá luminárias feitas com carretéis de máquinas industriais reaproveitadas. Com o mote ‘Repense, Recicle, Renove’, a organização quer mostrar que o setor está atento à questão ambiental e que as mudanças de atitude se refletem na moda. “Mas é preciso muito avanço ainda da tecnologia. Os materiais são muito caros”, diz Eloysa Simão, idealizadora e coordenadora do Fashion Rio. Para “esverdear” o evento, será gasto de 25% a 30% a mais.
A noite que prometia o melhor do reggae começou com uma baixa: Bunny Wailer. O integrante da formação original do grupo Bob Marley & The Wailers desmarcou a esperada apresentação desta quinta-feira, no Vivo Rio.
A banda Chimarruts abriu a noite com poucas pessoas presentes. Fãs da banda acompanharam o show cantando os hits pouco conhecidos. O simpático Armandinho foi o segundo a se apresentar, levando a 'moçada' ao delírio. No repertório, músicas novas e antigas, incluindo o sucesso 'Desenho de Deus', entoado em coro pelo público e oferecido pelo cantor a uma menininha que se destacava em cima do ombro da mãe. Uma graça!
O surfista Teco Padaratz, bicampeão Mundial do WQS, foi a surpresa da noite. Convidado por Armandinho, o fera subiu ao palco e apresentou suas canções ao lado de sua banda 'El Ninho'. As músicas estilo surf music - de muito boa qualidade por sinal - foram aprovadas pela maioria. A apresentação terminou com o clássico do reggae 'No Woman No Cry'.
A próxima atração era a mais esperada da noite: 'Tosh Meets Marley'. Antes disso, não posso deixar de fazer um breve comentário sobre os intervalos. Num festival de reggae, o que o público quer (ou deveria querer) é ouvir reggae, certo? No máximo um surf music...Porém, era o hip hop que reinava. Isso mesmo, hip hop!!! E mais grave, a mesma seqüência!!! Nada contra o ritmo, aliás pelo contrário. Mas num festival de reggae não, né? Que mancada...
Enfim, finalmente chegou o grande momento! Entram no palco Fully Fullwood, baixista original de Peter Tosh e Júnior Marvin (que por anos foi guitarrista de Bob Marley na banda The Wailers), Chris 'Dreadlocks' Meredith (baixo), Tony Chin (guitarra), Jawge Hughes (teclados) e o brasileiro Claudio Peppe (percussão). Destaque para os loooongos dreads de Chris, incrível...
Sim, o reggae predominava no ar! 'Three Little Birds', 'Waiting In Vain', 'Stir It Up', 'One Love', 'No Woman No Cry', 'Jamming', 'I Shot The Sheriff', 'Get Up Stand Up' foram alguns dos hinos tocados...e que nos levaram do Rio diretamente para Jamaica. Quem foi sabe do que estou falando, quem não foi, P E R D E U!
Depois de muita polêmica e informações desencontradas sobre a saída da ministra Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, vale arredondar um comentário sobre o caso. Como bem disse a ex-seringueira 'a decisão foi tomada porque senti que não tinha mais as condições necessárias para avançar com a agenda da política ambiental'. Isso leva a um segundo porquê. Marina jogava sozinha, não tinha apoio. Muito pelo contrário. A pressão é forte das indústrias, que no discurso falam em sustentabilidade, mas na prática passam longe disso. "Para o eixo do desenvolvimento sustentável, minha presença não estava mais agregando. Nesse caso, foi preciso fazer com que as pedras se movessem", completou ela.
O novo ministro, Carlos Minc, chegou dizendo que vai se meter em todas as discussões industriais. Nada mais sensato do ponto de vista da gestão ambiental. O filho que Marina Silva vai deixar vivo no colo dele tem que crescer com saúde. Mas por enquanto é uma criança rebelde, que não pode sentar à mesa com os adultos.
Lula, o patriarca, tem se esforçado para embrenhar em seus discursos um 'carinho' com a 'criança'. Mas mesmo no auge de sua eloqüência passam gafes como a que ocorreu no lançamento do Plano Amazônia Sustentável. O presidente disse que estavamos prester a nos tornarmos uma China por aqui. Acho que Marina Silva nunca deve ter se inspirado na maior bomba-relógio ambiental da atualidade para pautar suas ações políticas.
Agora Minc chega em um período de risco, quando os números do desmatamento tendem a voltar a crescer. Marina diminuiu o corte de árvores em 60% em todo seu mandato. Mas a pressão dos biocombustíveis, da soja e de outras produções voltadas para o mercado externo são cada vez maiores.
Minc disse em coletiva em Paris que se for ministro 'nenhum hectare de mata nativa da Amazônia será desmatado para produção de combustível'. Mas o fato é que sem Marina guardando a floresta, local de onde veio e que conhece bem, pode sobrar para Minc um mesmo discurso, mas ações sem embasamento. Aí o 'filho' pode acabar envolvido com álcool.
Mangabeira Unger, ministro de Assuntos Estratégicos, que está a frente do Plano Amazônia Sustentável, pode ser um risco para a agenda ambiental. No entanto, mais do que ele, é um risco que essa agenda fique na penumbra, ditada sob pressões internacionais, em um país que por sua biodiversidade poderia ser a maior potência ambiental do mundo.
Mas queremos ir atrás daqueles que estão ricos e fizeram tudo errado. Os fins justificando os meio. Essa mentalidade ja é passado. Mesmo os que cresceram primeiro sabem que não vão poder crescer mais no mesmo ritmo. A humanidade já esgotou os recursos da Terra 25% a mais do que eles podem se recuperar. E queremos mais.
Na revista inglesa The Economist Marina Silva recebeu atenção especial. A matéria diz que ela sai intacta do governo. E que será difícil o presidente manter a imagem de que a Amazônia está sendo protegida. A publicação diz que Marina foi uma importante e inflexível defensora da preservação da floresta e que agora no Senado terá liberdade para falar 'o que bem quiser'.
Nosso governo, porém, continua pensando no presente, e no futuro pode ser que o filho se torne uma pessoa ambiciosa, sem escrúpulos, pensando em dinheiro, carros, viagens. Uma ilha de fantasia, cercada de uma dura realidade por todos os lados. É isso que se vende na TV, é isso que a gente reclama que está errado, mas não abre mão da terra firme.
Pensar como pensa a natureza é se manter vivo. Pensar como pensa o Homem é correr para o abismo. Marina Silva e Carlos Minc sabem disso. Por isso Marina saiu. Será que Minc terá força para empurrar toda uma manada no sentido contrário do precipício?
No mínimo surreal. Essa é a descrição do que aconteceu ontem na entrada do Canecão, para quem foi assistir a apresentação de John Mayall. Quem chegou cedo não acreditava no que via: logo após entregar seu bilhete e BEM antes de chegar até os seguranças que verificavam se alguém estava armado, existia uma banquinha de venda de cds e apenas uma pessoa tomando conta dela: o próprio Godfather of British Blues, John Mayall!
Rindo, conversando, autografando, tirando fotos e, claro, recolhendo o dinheiro, Mayall parecia feliz e se divertindo como uma criança. Grandes nomes do blues nacional, como o guitarrista Big Gilson, e anônimos, aproveitaram a oportunidade de chegar perto do artista, que estava muito mais para um Dicró vendendo cds no Largo da Carioca do que para as primadonas que fazem milhares de exigências ridículas antes dos shows.
No palco, a alegria e competência impressionaram todos. Big Gilson (ele novamente) que estava na mesa ao lado fazia coro com todos nós que ficamos impressionados com a técnica do titular da guitarra dos Bluesbreakers, Buddy Whittington, que valia o ingresso só por ele (confira o site do músico e o seu disco solo). Buddy é daqueles que devem ocupar umas quatro poltronas de avião: duas para seu imenso corpo e otras duas para seu talento.
Público saudável
Normalmente me sinto um pouco excluído em shows de blues. Enquanto meus amigos bebem doses cavalares de uísque, -recomendado para um bom blues - eu sempre prefiro vinho ou cerveja. Dessa vez fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que não passou dos Red Bulls. Um dia chego lá!
Mais surpresas depois do bis
Fim do show e mais uma surpresa. Ao invés de ir direto para o camarim, sair em disparada para um hotel ou levar a turma para relaxar em algum restaurante, lá estavam Mayall e Whittington novamente na barraquinha, vendendo e autografando os cds. Uma aula de humildade em um meio onde o ego de alguns artistas (muitas vezes medíocres) não cabe em seu próprio corpo, só andam acompanhados de seguranças ou uma penca de amigos filões e onde até mesmo muitos coleguinhas agem como se fossem astros de 'Holiúdi'.
Pinhão Rosti, Paçoca de pinhão com lombo suíno e Zucotto de pinhão. Essas novidades foram as iguarias vencedoras do concurso gastronômico de Visconde Mauá do ano passado. Este ano, o festival vai lançar novas iguarias com pinhão que vão aquecer o paladar dos comensais de plantão entre os dias 16 e 18 de maio. Estão confirmadas a presença dos chefs de cozinha que farão parte do júri, como Flávia Quaresma (Carême-RJ), Tereza Paim (Café Café - Salvador), Ariani Malouf (Mahalo - Cuiabá) e César Santos (Oficina do Sabor - Olinda).
A grande novidade deste ano é que o público também poderá votar. O convite para o concurso, que é organizado pela chef Mônica Rangel (Gosto com Gosto - Mauá) é uma camiseta que custa R$45,00. Vale lembrar que nas edições passadas o objetivo era desafiar os cozinheiros locais na elaboração de um prato com pinhão (fruto da araucária). Este ano os convidados para cozinhar serão jovens chefs, desconhecidos da imprensa e recém-formados. Eles serão julgados não só pelo júri de chefs convidados, mas também pelos vencedores do ano passado.
Três formandos do curso de Chef Executivo de Cozinha do Senac Rio vão participar do concurso. Além disso, o Centro de Gastronomia do Senac Rio vai apresentar oficinas com os chefs convidados, que vão demonstrar receitas para o público participante. Jorge Garritano, docente do Senac Rio também vai ministrar a oficina "Drinques com cachaça".
Logo na abertura do festival, no dia 16, às 21h, os quatro chefs convidados, da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, elaboraram um cardápio especial. Os participantes levam para casa o colecionável prato de cerâmica da ARBL. O jantar beneficente, com direito ao menu desgustação completo, custa R$80,00. As vendas serão revertidas para o Colégio Estadual Antonio Quirino. Informações pelo site www.mauagastronomico.com.br
Aos 75 anos, John Mayall e os seus Bluesbreakers são legendas na Inglaterra e uma das mais influentes e importantes 'escolas de talentos' do mundo do blues. Pelo seu grupo passaram nomes singelos como Eric Clapton, Peter Green, Mick Taylor, Jimmy McCulloch, Jack Bruce e John McVie, entre muios outros que se destacaram na cena do rock.
Nascido em Manchester, Mayall só começou mesmo a ter seu nome reconhecido como artista aos 30 anos, quando começou a formar os Bluesbreakers com alguns jovens promissores músicos da então excelente safra dos anos 60, de onde seus pupilos foram parar em grupos como Cream, Rolling Stones e Wings, para citar somente alguns.
Bluseiro sem concessões, John Mayall promete um show de arrepiar e arrancar lágrimas (de prazer).
Clapton is God
Foi seduzido pelo som de Mayall que o então franzino Eric Clapton resolveu deixar os Yardbirds e juntar-se aos Bluesbreakers. Gravaram apenas um disco e durante essa breve passagem surgiram as frases grafitadas nos muros de Londres 'Clapton is God' (Clapton é Deus), apelido que mantém até hoje.
Com uma sólida carreira e 56 discos depois, John Mayall faz turnê por solo brasileiro (ainda toca no Rio das Ostras Jazz & Blues Festival) com repertório calcado em seu último lançamento 'In the Palace of the King', uma homenagem a obra de Freddie King, um dos três reis - junto com BB e Albert King - e outro grande ícone da guitarra bluseira, mas sem esquecer os clássicos que platéias de todo o mundo entoam, reverenciando a dor de cotovelo, as desilusões e os amores perdidos.
Esse é o título de um projeto que reúne grandes nomes da MPB interpretando clássicos de trilhas sonoras de novelas dos anos 70, claro. As gravações, que se transformarão em cd e dvd, foram realizadas nos dias 12 e 13, no Morro da urca.
O dvd será lançado com a tecnologia Blu-ray (que permite uma melhor qualidade), mas tenho dúvidas se a bela paisagem da cidade em dias noites frias será bem apresentada ou representante do clima 'barzinho' pretendido pela produção. Dos 25 artistas escalados para a gravação, alguns se destacam positivamente, outros ficaram devendo e alguns nem mesmo apareceram.
No primeiro dia nove artistas se apresentaram. Na ordem: Elba Ramalho, Jorge Aragão, Papas da Língua, Jorge Vercillo, Luiza Possi, Casuarina, Zeca Pagodinho, Mauricio Manieri e Marina Elali. Os destaques foram, sem dúvida, Jorge Vercillo e sua versão melódica e elegante de 'Fascinação'; Casuarina cantando 'Meu Drama' e mostrando que são candidatos a mestres mesmo (não tão) longe da Lapa; Marina Elali, fechando a noite cantando 'Modinha para Gabriela' e mostrando muito entusiasmo e alegria e, claro o hours-concours Zeca Pagodinho e seu 'Martin Cererê'.
Zeca é rei. Jorge Aragão decepciona
O nome da primeira noite foi mesmo Zeca Pagodinho. Passeando pelas meses, falando com todos, brincando, bebendo sua cerveja, sendo reverenciado por todos e esbanjando simpatia, o sambista ainda deu uma canja extra ao repetir seu número uma terceira vez 'só de sacanagem', como disse. Imperdível e impagável!
A nota negativa fica por conta da ausência de Caetano Veloso (que resolveu gravar a sua participação em estúdio e pela presença 'preguiçosa' e pouco inspirada de Jorge Aragão, que deixou a platéia perplexa com a falta de motivação na interpretação de 'Pecado Capital'.
Artistas e canções apresentadas:
Casuarina – "Meu drama" (Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo) Elba Ramalho – "Pombo correio" (Moraes Moreira) Herbert Viana – "Capitão de indústria" (Marcos e Paulo Sérgio Valle) Jorge Aragão – "Pecado capital" (Paulinho da Viola) Jorge Vercillo – "Fascinação" (versão Armando Louzada) Luiza Possi – "Teletema" (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) Marjorie Estiano – "Broto legal" (versão Renato Corte Real) Mauricio Manieri – "Coleção" (Cassiano e Paulo Zdanowski) O Moinho – "Meu pai Oxalá" (Toquinho e Vinicius de Moraes) Papas da Língua – "Pensando nela" (Dom Beto) Zeca Pagodinho – "Martin Cererê" (Zé Catimba) Celso Fonseca – "Enrosca" (Guilherme Lamounier) Diogo Nogueira – "Você abusou" (Antonio Carlos e Jocafi) Dudu Nobre – "Malandragem dela" (Tom e Dito) Fernanda Takai – "Pavão Mysterioso" (Ednardo) Isabella Taviani – "Um jeito estúpido de te amar" (Isolda e Milton Carlos) Lobão – "Como vovó já dizia" (Raul Seixas/Paulo Coelho) Margareth Menezes – "Filho da Bahia" (Walter Queiroz) Marina Elali – "Modinha para Gabriela" (Dorival Caymmi) Paula Toller – "Sonhos" (Peninha) Pedro Mariano – "Beijo partido" (Toninho Horta) Tunai – "Nuvem passageira" (Hermes de Aquino) Zélia Duncan – "Paralelas" (Belchior)
Em estúdio: Jessé Sadoc – "Carinhoso" (Pixinguinha e João de Barro) e Caetano Veloso – "Moça" (Wando)
Não é nenhuma piada, é a mais pura realidade que vem se tornando um problema ambiental grave, o próximo sobre o qual as atenções vão se concentrar. Nas distantes geleiras em nossos polos centenas de gigatons do gás metano se encontram a 1.500 metros no fundo do oceano na forma de sólidos similares ao gelo, chamados de hidratos de metano. O metano é um gás de efeito estufa 20 vezes mais potente do que o dióxido de carbono, o CO2, vilão maior do aquecimento global. Até agora. O hidrato de metano se forma depois que os plânctons, aqueles animais quase invisíveis no oceano, morrem e são levados até o fundo do mar sob muita pressão e baixas temperaturas.
Caso a absurda quantidade do gás se liberte com o derretimento de gelerias que sobrepõe a camada de gelo na qual ele está armazenado, o efeito estufa se agravará e muito. Esse possível vazamento está sendo chamado pelos cientistas de “o arroto de metano”. Há 251 milhões de anos, houve uma catástrofe conhecida como a extinção pérmia que quase extinguiu a vida na Terra. Não se saber com certeza o que causou a extinção pérmia, mas uma das teorias possíveis seria a do arroto de metano.
A notícia ruim é essa. A boa é que o gás já vem sendo aproveitado em aterros sanitários, onde é bastante emitido, para produção de energia. Os japoneses calculam que a energia do hidrometano acumulado nas águas do arquipélago poderiam abastecer o país durante cem anos.
Desde abril já está disponível nas locadoras a aguardada quarta temporada de "Lost", um dos seriados de maior sucesso da TV americana. A novidade é que esta temporada será lançada em DVD mais cedo do que nunca - com exclusividade para as locadoras.
Serão 13 episódios, divididos em seis discos. No dia 23 de abril foi lançado o disco 1, que traz os episódios 1 e 2. No dia 7 de maio, chegaram os episódios 3 e 4. Os demais discos têm lançamento nos dias 20 de maio, 11 de junho, 16 de julho e 6 de agosto.
A princípio, novos episódios deveriam chegar a cada 15 dias às locadoras. Mas as datas de lançamento dos DVDs foram alteradas por conta da greve dos roteiristas em Los Angeles e da consequente pausa na exibição da série nos EUA (e no Brasil, no canal AXN).
Exibido em mais de 70 países, "Lost" ganhou fãs no mundo inteiro ao iniciar a trama com um acidente de um avião, que saiu de Sydney, na Austrália, com destino a Los Angeles, nos EUA, e caiu numa misteriosa ilha tropical em algum lugar do Oceano Pacífico. Estima-se que o primeiro episódio da quarta temporada tenha sido visto por 16 milhões de pessoas, nos EUA, exibido na rede ABC em janeiro último.
Pesquisadores da Universidade britânica de Exter realizaram um estudo no qual admitem que uma grande redução da contaminação industrial poderia, ironicamente, prejudicar a Amazônia e secar o bioma. O trabalho publicado na revista Nature estabeleceu uma relação entre a diminuição das emissões de dióxido de enxofre procedentes das fábricas e o aumento da temperatura no Atlântico Norte, considerado o responsável pela seca devastadora registrada no oeste da Amazônia em 2005.
A pesquisa demonstrou que esses produtos, apesar de serem contaminantes, limitam indiretamente o impacto das mudanças climáticas, já que ao refletir a luz do sol, evitam o aquecimento da superfície terrestre. Ou seja, quanto maior a nuvem de poeira, menos a incidência dos raios.
Estudos mostram que uma região afetada por um vulcão, que despeja toneladas de enxofre na atmosfera, tem histórico de temperaturas mais amenas no período posterior à erupção. Recentemente o vulcão Chaitén soltou muita fumacá no Chile (foto). Não fossem essas partículas que refletem a radiação, haveria uma elevação de 0,2 a 0,4 graus Celsius por ano. Mas as reduções das emissões de dióxido de enxofre das fábricas (constantes) levam a uma diminuição dos níveis de aerossol, provocando o aquecimento das águas do Atlântico. Como conseqüência, os parâmetros de chuva se modificaram e em 2005 houve a tal seca. O estudo vai longe e projeta que as secas poderão acontecer a cada dois anos a partir de 2025. Em 2060, as florestas poderão sofrer da falta de chuva nove anos em cada dez. O que ocorresse na Amazônia afetaria não apenas a região, mas sim todo o clima mundial. A perda da vegetação, por meio do desmatamento e da seca, teria um impacto dramático na já preocupante mudança climática, segundo os pesquisadores.
Aí você pensa: 'Nossa, que legal, agora o melhor é poluir para evitar o aquecimento global!'. Claro que não! O maior causador do fenômenos ainda são os gases-estufa, metano e gás carbônico, principalmente. Portanto, a diminuição do CO2 como previu o Protocolo de Quioto ainda é o caminho, com investimento em novas tecnologias e no caso do Brasil, redução do desmatamento, a segunda causa das mudanças climáticas, atrás apenas da queima de combustível fóssil (carvão e petróleo).
Quem não acha a sua mãe uma figura? Quem não tem uma boa história da sua mãe para contar? É retratando essa engraçada (e difícil) relação mãe x filhos que o monólogo "Minha Mãe é Uma Peça", estrelado pelo ator Paulo Gustavo, mostra o dia-a-dia de uma mulher que foi abandonada pelo marido, tem dois filhos adolescentes e que tem uma única companhia: o ócio.
Dona Hermínia é uma mulher de meia idade, professora do Estado aposentada e que vive sozinha. Os filhos, uma estudante de teatro e o outro gay que quer ser político, começam a crescer e escapam da proteção e do carinho excessivo da mãozona. Com a incessante procura do que fazer, a rotina de dilemas e as situações cômicas vividas por ela, levam os espectadores à identificação e à reflexão do que é ser uma mãe.
Para esse espetáculo, o ator construiu ao longo do tempo uma colagem de suas observações domésticas e vivenciais, tecendo um painel desses humores femininos, gestos, trejeitos, falas, atitudes, achaques e ataques, numa minuciosa observação que resultou numa comédia bastante divertida, com o cuidado de não resvalar para o caricatural.
Bem à vontade no palco, o jovem protagonista de 28 anos conta diversas situações que qualquer pessoa viveu, vive ou vai viver. Na noite do último domingo, no Citibank Hall, a reestréia da peça foi especial. Paulo Gustavo fez uma homenagem à sua mãe e sua madrasta, pelo Dia das Mães, e comemorou mais de 100 mil espectadores em dois anos em cartaz.
Susana Vieira e o marido, Juliana Alves, Sheron Menezes, Luciele Di Camargo, Ana Ferraz, Ana Paula Tabalipa, Marina Ruy Barbosa, Guilherme Duarte, Adriano Dória, Gisella e Ricardo Amaral foram as celebridades presentes na apresentação.
Podia começar desejando um feliz Dia das Mães para todas aquelas que colocaram bebês, marmanjos e donzelas no mundo. Mas isso, não seria nada que milhões de pessoas já tenham escrito no dia de hoje. Por isso, achei melhor falar de algo leve, geral, inofensivo e verdadeiro: as verdades inconvenientes e idiotas das Pesquisas Científicas, Tensão Pré-Menstrual (o mito) e outras coisinhas menos cotadas.
Primeiro, um assunto que já foi tema de post da companheira Cláudia Cecília no seu Salto Agulha: as pesquisas idiotas. Geralmente publicadas por 'cientistas' ingleses, a maioria delas é de uma inutilidade incrível. Vão desde o tempo perfeito para a duração do sexo até a importância da rotação anti-horária dos girassóis no inverno.
Admito que sou cético com verdades científicas, mas, como a maioria das pessoas normais, acredito que tudo tem uma explicação (e se você é daqueles com a cabecinha distorcida o suficiente para achar que há coisas que apenas acontecem, não acontecem ou deixam de acontecer, invente uma desculpa, só para que pensem que você é normal). No início do ano pulicamos que o risco maior de depressão acontece aos 44 anos. E não é que isso pode até ter algum fundamento? Pergunte-se quantas pessoas você conhece que resolvem mudar de vida, comprar um carrão novo (ou um carro velho de 'colecionador'), mudar de vida, descobrir que as novidades são a mola do mundo, que é a hora de comprar aquela cacatua de estimação e que o ideal para viver bem é se apegar a coisas tão descartáveis quanto uma coleção de selos ou uma baqueta.
Não sei se admiro essas pessoas que dominam o seu destino e acham que sabem o que querem ou se apenas sinto pena da sua presunção. Afinal, Crise dos 40 aos 44 não deve ser algo fácil de esconder, fingindo que vive bem e muito menos de conviver quando se olha no espelho.
TPM - mito para o universo masculino
Também não é mistério que a descoberta da Tensão Pré-Menstrual fez com que o mundo ficasse bem menos lógico, pelo menos para nós, homens. Mudanças de humor, reações ilógicas (o que sempre aconteceu) e desejos inesperados, tudo foi explicado pela dança hormonal nos organismos das mulheres. Neste final de semana uma notícia me deixou feliz: descobriram remédios para acabar ou diminuir os efeitos da TPM.
Viva os cientistas!!!!
O blog Mistura Interativa completou um mês e aproveito (na categoria de administrador informal) para agradecer os leitores, tão ecléticos quanto a equipe que aqui escreve sobre Cultura, Política, Meio-Ambiente, Turismo, Gastronomia ou apenas um post 'Sienfield' como este, pela audiência.
Esta semana será repleta de shows e novidades e espero também ter tempo para falar sobre as séries de TV e seus personagens maravilhosos. Enquanto isso, não deixe de concorrer a um cd e um dvd das Mulheres de Hollanda (saiba mais sobre a promoção).
Ontem teve show das Mulheres de Chico no Estrela da Lapa. As Mulheres de Chico estão bem longe da tensão de uma TPM (perdoem a comparação para lá de pobre). Ontem foram 15 no palco do Estrela (dizem serem mais) e pelo menos uma ausência foi citada, devido a uma gravidez (ou ao fim de uma gravidez). Havia mulheres de todos os jeitos e estilos. Tinha mulher-regente, mulher-tamborim, mulher-chocalho, mulheres-cuicas e uma simpática e animadíssima mulher-agogô, que pareceu ser quem mais se divertiu durante todo o show.
A noite começou com uma incompreensível e incomum fila na porta da casa, causada por uma razão desconhecida pelo funcionário que estava barrando todos na porta, pelos freqüentadores que já haviam entrado e pelos pobre mortais que estavam do lado de fora. Um mal-humor aqui, um comentário menos educado ali, mas tudo foi bem.
O show foi animado e mostrou que o grupo tem potencial e uma 'torcida organizada' que comparece em peso! Muita batucada, muito samba e muita animação. Talvez tenha faltado uma ou outra música menos conhecida (e não menos bela) dos que a do repertório apresentado - o que pode ser apenas um comentário infundado, ainda influenciado pelo tempo de espera na fila. Mas, no fim das contas, o sucesso é garantido, principalmente no carnaval.
Hoje, quem toca são os Miquinhos Amestrados e seu rock descompromissado. Outro clima, ótima diversão!
Não deixe de dizer qual (na sua opinião, claro) a melhor música de Chico Buarque sobre as mulheres e o porquê. A melhor resposta ganha o dvd e a segunda melhor fica com o cd das Mulheres de Hollanda, um outro grupo vocal especializado na obra do 'Mestre Chico'.Veja o post.
A empresa E-Fuel Corporation anunciou o primeiro sistema caseiro de etanol do mundo, que permite que os consumidores criem seu próprio combustível e bombeiem diretamente para os carros. O MicroFueler produz combustível por menos de $1.00 por galão. Para criar o etanol é simples: os usuários podem usar ingredientes disponíveis do açúcar, levedura e água, e um fornecimento de energia residencial padrão de 110-220 AC.
Carros que funcionam com etanol com base em açúcar produzem 85% menos emissões de carbono do que a gasolina. Negócios, como cervejarias, bares e restaurantes podem inclusive usar bebidas alcóolicas descartadas para criar etanol, somente por 10 centavos de dõlar por galão.
A E-Fuel agora está aceitando encomendas do MicroFueler através do site www.efuel100.com, e as primeiras remessas vão começar no quarto trimestre de 2008. O EFuel100 MicroFueler está disponível nos EUA por cerca de 10 mil dõlares e todas as encomendas iniciais requerem um depósito adiantado. O MicroFueler também será distribuído para a China e para o Brasil.
Quando se fala em Nordeste, muita gente pensa logo em Bahia, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha. Mas quem visitar o Ceará vai se surpreender! Vale à pena mesmo! Seguem abaixo algumas dicas. Garanto que vocês não vão se arrepender!
Começando pela metrópole Fortaleza, capital do estado, o visitante já se encanta com a orla da Praia de Iracema e Praia de Mucuripe. Há duas estátuas em homenagem à Iracema, "a índia dos lábios de mel", do romance de José de Alencar. Tem também a Ponte dos Ingleses. A Avenida Beira-Mar é o metro quadrado mais caro da cidade, tomada por bares e restaurantes e pela famosa feirinha de artesanato.
Um pouco mais para o Centro, é legal conhecer o bairro nobre da Aldeota, o mausoléu do ex-presidente Castelo Branco, a Catedral Metropolitana, Mercado Central, Centro Cultural Dragão do Mar, o Centro de Turismo, que é a antiga cadeia pública, e a Fortaleza Nossa Senhora Assunção.
A aproximadamente 22 km de Fortaleza, na Praia Porto das Dunas, fica o famoso Complexo Turístico Beach Park. A atração mais espetacular é o toboágua 'Insano', com 41 metros de altura, equivalente a um prédio de 14 andares. É o maior da América Latina. A queda dura apenas cinco segundos e o corpo chega a descolar do brinquedo. Vai encarar? Eu não tive coragem. Ah! A entrada do Beach Park custa R$ 85 para adultos.
Praias
A Praia de Mundaú é excelente pedida. Fica a cerca de 130 km da capital. Além dos esportes de vela, podemos passear de barco pelas águas tranqüilas do Rio Mundaú e conhecer as enormes dunas de areia branca.
Cumbuco, que fica a 23 km de Fortaleza, é para quem gosta de aventura. O barato de lá é passear de buggy com ou sem emoção. A cadeia de dunas é lindíssima e muuuito alta. Algumas chegam a 50 metros. Dá pra curtir um passeio de jangada também. Mesmo em alto- mar, a água é quentinha.
A Praia de Canoa Quebrada é a 'menina dos olhos' do Ceará. A 156 km de Fortaleza, possui falésias de até 30 metros de altura, que funcionam como mirante natural. Nas dunas, as pessoas podem aproveitar brincadeiras como tirolesa e esqui bunda. Vale um passeio de jegue também. Os restaurantes oferecem pratos típicos e de frutos do mar. Mulheres da região fazem trancinhas e tererês nas turistas que querem entrar na moda local.
Já a Praia de Lagoinha é o cartão postal do Ceará. Está a 124 km da capital. No panorama ao alto, dá pra ver os verdes coqueirais e o mar de água bem clara. Pode-se passear de buggy, pau-de-arara, barco e jangada. Há muitas casas de pau-a-pique também.
Mas as melhores de todas pra mim são as praias de Morro Branco e das Fontes, uma do lado da outra, a aproximadamente 91 km de Fortaleza. No percurso conhecemos o centro de rendeiras, onde são fabricadas as famosas rendas cearenses. Passamos também pelo Engenho Casa Grande, onde há a maior rapadura do mundo, com cerca de 1.800 kg. É imperdível!
Morro Branco é a praia das areias coloridas. As falézias formam um gigantesco labirinto, onde podemos perceber as diversas cores de areia. A primeira edição do Programa No Limite, da Rede Globo, foi gravado lá. É também o local onde se fabricam aquelas garrafinhas de areia.
Não podemos esquecer da inconfundível Jericoacoara. Fica a quase 400 km de Fortaleza e não dá para ir e voltar no mesmo dia. Está entre as 10 praias mais bonitas do mundo e a maioria dos turistas é da Europa (são apenas seis horas de vôo). A Pedra Furada é perfeita para ser apreciada durante o pôr-do-sol. Paraíso completo, incontestável.
O traslado de Fortaleza para essas praias citadas, com excessão de Jericoacoara, custa em média R$ 30, mesmo em alta temporada. Os passeios de buggy variam entre R$ 25 e R$ 30, já os de jangada custam R$ 10. O preço de refeições bem servidas, inclusive com camarão, para duas pessoas é entre R$ 40 e R$ 60.
Noitada
A noite em Fortaleza é maravilhosa. Todo dia tem um evento específico. Segunda-feira é dia de Pirata Bar, na Praia de Iracema. O jornal The New York Times fez reportagem no local e o classificou como "a segunda-feira mais animada do mundo". Bandas de forró abrem a noite e, em seguida, entra a Banda do Pirata, completamente estilizada e tocando todos os ritmos. No meio da madrugada um sopão é servido para revigorar os ânimos e a festa dura até de manhã. A entrada custa R$ 30; R$ 20 se comprar antecipado.
Na terça-feira a opção é show de humor no Lupus Bar, que fica em frente ao Pirata. Entre os artistas mais famosos estão Rossicléa e Zé Modesto. Antes e depois do espetáculo tem forró pé-de-serra ao vivo. A entrada custa R$ 20 e ainda tem direito a rodízio de pizza.
Ainda no Lupus Bar, na quarta-feira dá pra curtir o show de danças folclóricas de todas as partes do Brasil, tem mais show de humor e pizza à vontade. O valor é R$ 50.
Quinta-feira é o dia em que todos da cidade costumam sair para comer caranguejo. É o dia da caranguejada! Os quiosques da Praia do Futuro ficam lotados. Alguns têm show de humor e outros forró ao vivo.
A boa dica de sexta-feira é aproveitar os cinco ambientes da Boate Mucuripe, a maior e mais famosa da cidade. Próximo dalí, há muitos barzinhos no entorno do Centro Cultural Dragão do Mar. É como se fosse uma 'mini-Lapa' e tem até lugares para se dançar salsa e merengue.
Enfim, viajar pelo Ceará é um passeio muito legal e que superou as minhas expectativas. Espero que possam aproveitar as dicas! Se quiserem referências de pousadas, hotéis, agências de viagem é só entrar em contato por aqui. Até a próxima!
Já virou lugar comum que Chico Buarque entende a alma feminina, que as cantoras adoram interpretar suas canções e que a maioria das mulheres cobiça os dotes físicos do cantor/compositor/escritor. Nesta terça as Mulheres de Holanda fizeram o show de lançamento oficial do cd e dvd (leia a crítica) e repetem a dose nesta quinta, na FNAC do Barra Shopping, ás 19h (grátis).
O grupo vocal, formado por Ana Cuba, Eliza Lacerda, Karla Boechat, Malu Von Kruger e Marcela Mangabeira, faz uma leitura melódica e elegante da obra do mestre de olhos azuis. Para quem não pôde ir ao show, o blog vai sortear um cd e um dvd para os dois leitores que disserem qual a melhor música de Chico Buarque sobre as mulheres e o porquê. A melhor resposta ganha o dvd e a segunda melhor fica com o cd. O e-mail do blog é: misturainterativa@gmail.com (não deixe de enviar nome completo e telefone).
Mais mulheres e mais Chico
Quem perdeu as Mulheres de Hollanda, ainda pode assistir ao show das Mulheres de Chico, que acontece nesta sexta, na Lapa. No espetáculo, as músicas de Chico recebem arranjos que vão do samba, ijexá, côco, xote, até o funk. Vale conferir.
Serviço: Mulheres de Chico 9 de maio (sexta) Horário: 22h30h Preço: R$ 30,00 Local: Estrela da Lapa - Av. Mem de Sá, 69
Tragédia pouca é bobagem. Após a passagem do ciclone "Nargis" por Mianmar - que segundo o enviado dos EUA Shari Villarosa pode ter matado mais de 100 mil pessoas (pouco mais do que toda a população da Barra da Tijuca) - agora a junta militar que comanda o país se encarrega de ajudar algumas centenas ou milhares de sobreviventes... a desencarnar! Milhares de pessoas estão sem água, comida ou abrigo e, se depender da junta, vão continuar.
Ontem, liguei para a Cruz Vermelha para me informar se há alguma ação para recolher mantimentos e doações, como foi feito na época da tsunami. O que responderam me deixou apoplético: mesmo com a calamidade instalada no país, o governo ainda restringe a atuação dos organismos humanitários no país. Poucos estrangeiros estão autorizados a trabalhar no país e muito poucos conseguiram chegar à região do delta do Irrawaddy, ao sul, a mais afetada pelo desastre num país de 51 milhões de habitantes.
Nem a ONU consegue entrar. A agência de refugiados das Nações Unidas alertou que 22 toneladas de ajuda humanitária estão na fronteira birmanesa, esperando a liberação das autoridades militares para entrar no país.
O cenário pós-Nargis é aterrador, como corpos sendo jogados nos rios, áreas de cultivo alagadas, escassez de combustível, casas em escombros.
O brasileiro que quiser ajudar deve buscar a Embaixada de Mianmar em Brasília, que desde ontem recebe alimentos não perecíveis e outros itens de primeira necessidade.
O endereço da Embaixada de Mianmar no Brasil é:
SHIS QI 13, Conjunto 8, Casa 9, Lago Sul Brasília - DF CEP 71635-080 Telefone: 0xx61 3248-3747 Fax: 0xx61 3248-1922
Estudos e mais estudos prevêem sem parar a intensificação dos desastres naturais com as mudanças climáticas em curso e o aquecimento do planeta. Os países mais pobres serão sempre os mais afetados, como Mianmar, que tem 1 milhão de desabrigados, 22 mil mortes e mais de 41 mil pessoas desaparecidas após a passagem do ciclone Nargis.
É tanta tragédia pra tanta gente que as pessoas perdem a noção. Mas a revista The Economist traz em site um levantamento dos custos humanos e econômicos em cada região do planeta que sofreu com desastres em 2007.
Contam não só fenômenos naturais, mas problemas que têm a mão humana dando um empurrãozinho. Só na Ásia 149 desastres atingiram o continente, com mais de 13 mil mortes, e um prejuízo que passa da casa dos três bilhões de dólares.
Na Europa o prejuízo chega a 13 bilhões de dólares, mesmo com menos mortes e menos desastres. E olha que o levantamento não contabilizou muitos desastres anteriores, como o Furacão Katrina, que atingiu os EUA em 2005.
Toni Garrido, ex-vocalista do Cidade Negra, subiu ao palco na noite desta segunda-feira com seus novos companheiros, a banda Flecha Black, para estrear o projeto 'Ensaio Aberto', no Mistura fina, em Ipanema, na Zona Sul. O show mostrou uma acertada fusão entre a música pop negra brasileira e internacional e os tambores ancestrais do candomblé. Pela primeira vez, o grupo mostrou novas composições e relembrou grandes sucessos, como 'A estrada' e 'Girassol', do Cidade Negra, além de 'Sonífera Ilha', dos Titãs. Tony, com uma presença de palco indescritível, se emocionou ao cantar a música 'Uns Dias', em homenagem à sua mãe Ofélia, que o criou ao lado de sua mãe biológica Teresa.
Simpático, Tony mostrou-se muito bem entrosado com sua nova família, que reúne um time de craques, formada por Sergio Yazbek e Claudio Costa (guitarras), Roger Negão (contrabaixo), Ronaldo Silva (bateria), Maurício Piassarollo e Carlos Trilha (teclados), Eduardo Lyra (percussão), Marlon Sette (trombone) e Rodrigo Sha (sax e flauta).
A resposta do público, que lotou a casa, não podia ser melhor. Ao tentar finalizar a apresentação, por volta de 0h30, a platéia não se conteve e pediu "bis". Normal? Não, nesse caso. Tony teve que voltar ao palco três vezes para atender seus fãs, que não aceitavam o fim do espetáculo.
As noites de segunda-feira certamente terão um desfecho mais especial a partir de agora. Quem quiser é só conferir: Segundas-feiras, a partir das 21h30, no Mistura Fina (Avenida Rainha Elizabeth 769, Ipanema). Ingressos: R$ 50.
A energia nuclear pintou como uma das soluções para o aquecimento global até em relatórios do Painel da ONU sobre Mudanças Climáticas, o vencedor do Nobel da Paz IPCC. Mas pipocam pelo mundo estudos e declarações sobre o setor apontando para a insustentabilidade da produção.
O presidente da E.ON, gigante alemã de energia, foi o último a questionar a validade das iniciativas. Wulf Bernotat disse ao jornal inglês The Times que o custo por usina na Inglaterra poderá chegar a seis bilhões de euros, quase o dobro da estimativa prevista pelo governo (2,8 bilhões de euros).
A esse preço, a substituição das 10 usinas nucleares britânicas chegaria a 60 bilhões de euros, sem contar o custo de descomissionamento dos reatores antigos ou o armazenamento do lixo nuclear produzido por eles, ou seja, o custo pós-produção.
As estimativas de Wulf Bernotat, afirma a reportagem do The Times, são baseadas na experiência da E.ON como parceira na construção de uma usina nuclear na Finlândia, cujo projeto é francês. Essa usina será provavelmente o modelo para os novos reatores britânicos.
A empresa previu reações negativas e elas já vieram. Tim Jackson, da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, afirmou: "Está mais do que claro que essa nova geração de reatores nucleares é uma opção errada. Além dos altos custos, há inúmeras preocupações em relação à herança de lixo atômico que deixaremos às gerações futuras."
Quando o tempo começa a fechar é comum a gente ir correndo para a internet e fiscalizar a previsão para o dia seguinte. Agora além da temperatura a poluição do ar pelo ozônio, um dos gases mais nocivos, também estará sob vigilância.
É que a partir de junho o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai disponibilizar na web a previsão para o dia seguinte da concentração do gás por região do país. Até agora, a previsão de qualidade do ar do instituto mostra apenas a concentração de monóxido de carbono e de material particulado (meioambiente.cptec.inpe.br).
Pesquisadores alertam que em dias de alta concentração de ozônio não é aconselhável se exercitar ao ar livre. A emissão de ozônio tem nos veículos seus principais vilões, e por isso mesmo São Paulo é o local com mais poluição do gás.
Grandes concentrações podem levar a doenças respiratórias, ardor nos olhos, nariz e garganta, tosse seca e cansaço. O gás também causa danos à vegetação e prejudica plantações. A notícia completa foi publicada pela Folha de São Paulo
Você sabe o que são munições cluster? Não? Nem eu - ou melhor, nem eu há até algumas horas, quando dei uma navegada pelo site da Cruz Vermelha Internacional. Aí fiquei sabendo que "latinhas" como estas da foto são uma das maiores preocupações atuais deste importante organismo humanitário.
As munições cluster são mais uma obra-prima do telencéfalo desenvolvido, do polegar opositor e da pulsão de morte da espécie humana. São um tipo de arma que, quando usado durante um conflito, espalha submunições explosivas sobre áreas muito amplas. Quando empregadas em áreas habitadas, as vítimas civis costumam ser numerosas.
Veja um vídeo sobre as munições cluster:
De potencial destrutivo semelhante ao das minas terrestres, as munições cluster estão entre nós desde a Segunda Guerra Mundial. A expectativa da Cruz Vermelha é que em 2008, após 40 anos e milhares de mortes, elas saiam de linha definitivamente.
"Estamos em um movimento mundial em direção à conclusão de um tratado internacional contra o inaceitável preço das mortes de civis geradas por estas armas", destaca, em artigo, Jakob Kellenberger, presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
Esta arma foi empregada em mais de 20 países ao redor do mundo, entre eles Afeganistão (foto ao lado), Bósnia-Herzogovina, Tajikistão, Vietnã, e mais recentemente, na guerra no sul do Líbano, em 2006. O Laos, país mais afetado no mundo, convive até hoje com uma estimativa de 270 milhões de submunições lançadas nos anos 60 e 70. Dezenas de milhares não explodiram e continuam a matar.
"Elas são muito conhecidas por dois aspectos negativos: não são precisas e geralmente não explodem com o impacto, como deveria ser. A maioria dos danos causados pelas submunições é de civis que são mortos ou feridos quando retornam a suas casa após o fim do conflito, ou que simplesmente estão cuidando das suas atividades diárias", acrescenta Kellenberger.
Áustria, Bélgica, Hungria e Noruega já agiram para pôr fim ao uso das munições cluster por parte de suas forças armadas. Outros 130 Estados se uniram sob a “Declaração de Oslo” de fevereiro de 2007, que tem como objetivo a adoção de um tratado em 2008 proibindo as munições cluster. As Nações Unidas e outras organizações internacionais e não-governamentais também exigiram a conclusão de um tratado até o final deste ano.
"É crucial que os Estados concluam um tratado que proibirá as munições cluster imprecisas e não confiáveis. O tratado também deveria cuidar da remoção das armas e da assistência às vítimas. Com o trabalho sobre este tratado marcado para continuar em Wellington, Nova Zelândia, no dia 18 de fevereiro e terminar em Dublin, na Irlanda, em maio, é agora o momento para que os governos traduzam suas expressões de interesse humanitário em compromissos obrigatórios", conclui Kellenberger.
'Obra em Progresso', que deveria estrear nesta quarta no Vivo Rio, foi cancelado para que o artista pudesse 'estender o período de ensaios', diz o release enviado sobre o assunto. Na concepção, 'Obra em Progresso' seria um show onde o artista e o público iriam 'construindo' o repertório (diferente a cada noite) e que se transformaria em um cd, ao fim da temporada. Marcado para acontecer todas as quartas, 'Obra em Progresso' trará(ia) Caetano acompanhado pela mesma banda do show 'Cê'.
As espectativas eram as mais variadas possíveis, pois apesar de 'Cê' ter sido considerado um dos melhores trabalhos de Caetano nos últimos tempos, estava longe de ser uma obra-prima e a banda tocava um roquinho em formato bastante engessado.
Alguns podem achar normal esse tipo de adiamento, mas, como a banda já estava 'afiada', segundo o próprio artista, fica uma sensação de coisa estranha no ar. Agora, é esperar pela nova data e para saber quais surpresas o baiano ainda nos reserva.
Estudo publicado na revista "Science" revelou que já chegou a mais 1 milhão de quilômetros quadrados a área nos oceanos pobre em oxigênio, localizada em profundidades entre 300 e 700m metros.
A dimensão, que equivale a um quinto da Amazônia, aumentou verticalmente nos últimos 50 anos, de acordo com pesquisadores alemãs e americanos. O período analisado coincide com o relativo aumento na temperatura do planeta. A água mais quente armazena menos oxigênio.
O desequilíbrio ecológico em função do aquecimento global afeta o Atlântico tropical com mais força. Entre 1960 e 2006, nessa região, a camada de água com pouco oxigênio aumentou 85%. Mas a média no período é de 15%. Os cientistas não sabem ainda porque há diferença nas concentrações.
Conseqüências
A falta de oxigenação da água marinha vai diminuir a concentração de nutrientes para as espécies. A economia também deve ser prejudicada. Segundo outros estudos semelhantes a quantidade de moluscos capturados em áreas do litoral da Califórnia, por exemplo, durante um evento desses registrado em 2005, caiu 83%.
Outra preocupação é com a população da fauna marinha, digamos, fixa, como os corais. Segundo a pesquisa alguns animais podem migrar para áreas mais 'respiráveis', mas nem todos têm essa opção.
O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazönia) acaba de lançar uma cartilha Perguntas e Respostas sobre o Aquecimento Global, com as principais questões relacionadas às mudanças globais, desde seus fundamentos até políticas públicas que estão em discussão para mitigar seus efeitos.
São 32 perguntas e respostas sobre o tema, que vão do que é o aquecimento global e gases de efeito estufa a informações sobre a Convenção do Clima e o Protocolo de Quioto, passando por questões como o papel do desmatamento nas mudanças climáticas e a legislação brasileira sobre o assunto. Além disso, a publicação traz um glossário e bibliografia sobre o tema.
A cartilha é gratuita e pode ser adquirida em formato impresso, através de solicitação ao IPAM (através do telefone 061-3349-3698), ou em formato digital (em alta e baixa resolução), na Biblioteca do site Clima e Desmatamento (aqui).
Mesmo quem não é grande fã da (pouca) voz e das canções interpretadas por Ringo Starr, terá muitas boas razões para assistir a The Best of Ringo Starr and his All Starr Band. Levon Helm e Rick Danko (The Band), John Entwistle (The Who) e Zak Starkey (filho de Ringo e também membro do The Who), Peter Frampton, Jack Bruce (Cream), Gary Brooker (Procol Harum), Simon Kirke (Bad Company), Dave Edmunds, o velho amigo de copo Joe Walsh (Eagles) Todd Rundgren, Dr. John, Howard Jones, Sheila E., Roger Hodgson (Supertramp), Greg Lake (King Crimson e Emerson, Lake and Palmer), Ian Hunter (Mott the Hoople) e Colin Hay (Men at Work), entre muitos outros, aceitaram o papel de coadjuvantes do baterista do maior grupo de todos os tempos. Sem nenhuma guerra de egos.
Apesar de ótimas canções da carreira solo de Ringo, como Photograph, It Don't Come Easy e sucessos dos Beatles como Yellow Submarine e With a Little Help From My Friends, serem executadas com competência, não há como discutir que o melhor está mesmo na hora em que os convidados do Sr. Starkey vão para a frente dos refletores.
The Weight, clássico do The Band, tem Levon Helm e o falecido Rick Danko mostrando que o grupo perdia tempo acompanhado Bob Dylan. Dr. John, com um chapéu que lembra o Elton John nos anos 70, sacode a platéia com Iko-Iko, Todd Rundgren canta seu sucesso Bang The Drum All Day, o grisalho Gary Brooker leva A Whiter Shade of Pale e, imperdível, Jack Bruce e Peter Frampton mostram que o que é bom pode ficar melhor com o tempo, em uma versão 'quente' de Sunshine Of Your Love (veja o vídeo abaixo).
Para saber mais sobre Live Inside Job e The Best of Ringo Starr and his All Starr Band, visite o site da Coqueiro Verde, responsável pelo lançamento de muita coisa boa do velho roquenrol.
Sunshine of Your Love (Jack Bruce e Peter Frampton)
Várias degustações e cursos sobre vinhos acontecem na cidade. Alguns grátis, outros não, mas todos os eventos são imperdíveis para quem quer entender um pouco melhor o mundo dos vinhos. A agenda abaixo é uma pequena amostra do que pode-se encontrar no excelente site http://www.enoeventos.com.br/, do confrade Oscar Daudt. Vale conferir!
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Dia 06 de Maio - Terça Feira
Brasil, uma caixinha de suspresas
Diferenças na elaboração de tintos e roses. Novas tecnologias e readaptação de plantios. Degustação harmonizada com cinco diferentes tipos de vinhos e espumantes.
Apresentadora - Bianca Bittencourt, representante da Casa Valduga, sommelier Internacional e Juíza Internacional de Vinhos.
Na quinta-feira, acontece o Cocktail Dinatoire Chandon no Horse's Neck – Hotel Sofitel- com a presenca do enólogo Philippe Mevel, vindo especialmente de Garibaldi – Rio Grande do Sul, para comentar as harmonizações desta noite.
Serviço: Dia: Quinta-feira 8 de maio Hora: 20h00 Local: Horse's Neck – Hotel Sofitel Avenida Atlântica 4.200 – Copacabana Valor: R$ 90,00 + 10% de serviço Reservas: 2525 1206 ou 2525 1207
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Como receber com Queijos & Vinhos - Niterói
Objetivo: informar sobre a organização de um evento do gênero, em casa, orientando a escolha dos queijos, dos vinhos, pães e frutas, inclusive quantidades e dando dicas de harmonização entre queijos e vinhos.
Ao final, degustação de Emmental, Camembert, Brie, Gorgonzola e cabra fresco, com vinhos variados para avaliação das diversas harmonizações.
Serviço: Dia 7 de maio, em Niterói, Celio Alzer estará ministrando esta palestra. Preço: R$77,00. Horário: 20:00 horas. O encontro será no Iate Clube Brasileiro (Estrada Leopoldo Fróes, 400 – São Francisco).