'Rat is dead' foi o primeiro single do novo disco do CSS, 'Donkey', a ser lançado - de graça, no site da banda. O clipe estréia na MTV dia 21, mas já está disponível na internet, claro. Eu ainda não tinha visto, mas é simples e bacana, com a banda tocando no que parece ser um galpão:
Acordei com uma vontade de saber como eu ia E como ia meu mundo Descobri que, além de ser um anjo, eu tenho cinco inimigos Preciso de uma casa para minha velhice Porém preciso de dinheiro pra fazer investimentos Preciso às vezes ser durão Pois eu sou muito sentimental, meu amor Procuro falar com alguém que precise de alguém Pra falar também Preciso mandar um cartão postal para o exterior Para o meu amigo Big Joney Preciso falar com aquela menina de rosa Pois preciso de inspiração Preciso ver uma vitória do meu time E, se for possível, vê-lo campeão Preciso ter fé em Deus E me cuidar e olhar minha família Preciso de carinho, pois eu quero ser compreendido Preciso saber que dia e hora ela passa por aqui E se ela ainda gosta de mim Preciso saber urgentemente Por que é proibido pisar na grama
Moidsch é o nome artístico do ilustrador Silvio Ribeiro, que mantém um site com suas inconfundíveis criações. Há alguns anos, ele tem uma linha de papelaria feita pela gráfica Ótima, com agendas, fichários, cadernos de telefone etc.
O Pós-Pop vai sortear esse fichário rosa de capa dura, com divisórias coloridas com ilustrações. Lindo!
Para concorrer, basta deixar um comentário neste post com nome, sobrenome e um email válido até quarta-feira da semana que vem às 18h. A vencedora deverá buscar o prêmio na sede do jornal O DIA, no Rio de janeiro.
Menos de duas horas pelo Centro podem enriquecer uma alma. Por acaso, acabei fazendo um passeio pelo bairro, que começou com 20 minutos em silêncio dentro da Igreja de São José, observando o quanto é linda por dentro. Já que estava ao lado do Paço Imperial, resolvi almoçar no Bistrô do Paço, sempre ótimo. E, como uma coisa puxa a outra, subi a escada para ver a exposição de Carlos Vergara, 'Sagrado Coração, Missão de São Miguel', que fica em cartaz até dia 27 de julho e é emocionante.
Para começar, olha que simpático: você ganha um pôster (acima) no lugar do tradicional folheto do programa, com uma das telas da mostra, o sagrado coração. E, depois, tem trilha sonora - que na última sala você descobre que é um vídeo de um índio tocando violino, de frente para outros dois telões. E, para quem 'implica' com exposição, não é nada 'cabeça'. A admiração das telas desperta os sentimentos mais fortes de deslumbramento e reações diversas diante dos diferentes planos e tons de luz. Um olhar mais atento e qualquer pessoa percebe isso. São cores, que, juntas, fazem sentido e vibram. Na sala 10 (aonde a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea), uma tela gigante, uma monotipia realizada durante quatro dias no próprio Paço, chama atenção não só pelo tamanho, mas pelas cores que parecem refletidas em tela branca, disposta 'deitada' diante da tela na parede. Cheguei a ir bem perto até a ponta para ver se era reflexo, mas não, são cores claras dispostas de forma a parecer a imagem refletida, mas elas estão realmente ali pintadas. 'Impresisonante', comentei com o segurança da sala, que sorriu e falou: 'É mesmo'. Na sala seguinte, dez telas de acrílico atraem, com montagem de fotos em 3D. Ultracoloridas e modernas, dá vontade de ter uma. E também de saber qual efeito teria se eu levasse óculos daqueles com uma lente verde e outra vermelha para ver os quadros. Aliás, deveria ter ali à disposição dos curiosos um par desses.
Esse projeto de Carlos Vergara, gaúcho de Santa Maria que mora no Rio há décadas, começou quando o artista visitou as ruínas de São Miguel das Missões, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil, no Rio Grande do Sul. Ele voltou ao local algumas vezes, a última em dezembro de 2007, para guardar os vestígios do ambiente e captar seu clima e arquitetura com a técnica de monotipia em telas e lenços pressionados sobre superfícies pigmentadas do lugar, como se fossem impressos, para posteriormente ganharem outras cores. É poético e, para quem não conhece a obra do artista, esse é o momento ideal. Aproveite, é de graça.
Ah, e por ali também vale uma passadinha na Arlequim, onde comprei esses porta-copos reproduzindo pôsteres de filmes (o que está virado mostrando a cortiça é o de 'Ratatouille', que não é um clássico, mas me divertiu muito). R$ 6, cada.
Entramos nos vídeos recomendados do You Tube e ficamos maravilhados com os celulares estourando pipoca. O filminho mostra uma rodinha de amigos fazendo milho virar pipoca ao cercar os grãos com os aparelhos. Embora desconfiássemos desde o início que isso pudesse ser mentira, chegamos a mandar comprar milho no pipoqueiro aqui debaixo e fizemos um esforço coletivo para ver o milagre da física acontecer sob nossos olhos, com os nossos telefones, tudo em nome da notícia. Tentamos, em vão. E então vimos outros filmes relacionados, concluindo que só dava para fazer com celulares americanos e japoneses. Até que achamos um outro vídeo, informando que o mesmo não acontece com celulares brasileiros. Resumo da ópera: ao consultarmos nossas fontes da tecnologia, descobrimos que se trata de uma campanha viral da Cardo Systems, fabricante de acessórios para celular, que assumiu sua autoria em outros vídeos. E para não perder a piada, no YouTube tem até link de amigos transformando um bife cru em prato completo, com direito a purê de batata...
Num ano de grandes atrações internacionais no país, espalhadas por diversos festivais - Bloc Party no Indie Rock, que vai ser no Canecão; os sensacionais Justice e Digitalism no Skol Beats, e Jesus and Mary Chain no Planeta Terra -, o Tim Festival anunciou hoje de manhã as primeiras atrações internacionais: as sensações indies Klaxons (como já vinha sendo comentado) e Gossip. O sax tenor Sonny Rollins e a cantora de jazz Stacey Kent também foram confirmados até agora.
Entre os boatos que surgiram sobre a escalação do Tim, um dos nomes mais aguardados é Amy Winehouse. No entanto, nada de concreto até agora. O evento acontece na segunda quinzena de outubro no Rio, em São Paulo e Vitória.
O namoro é antigo, várias empresas já tiveram com o assunto em pauta, mas não vingou. Parece que agora sai: se tudo der certo a Oi traz, em outubro, o incrível Sonar para o Brasil, em São Paulo. O festival anual de música eletrônica e outros gêneros 'de vanguarda', que está acontecendo desde quinta em Barcelona, também é amado e respeitado por suas experimentações multimídia. A edição brasileira vai explorar as mesmas possibilidades da espanhola (e que já foi também a outras cidades do mundo), com programação diurna, exposições, shows apresentando novas bandas e DJs. Fé no Pós-Pop! Vamos torcer.
Há exatamente 100 anos, no dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru chegou ao porto de Santos com as primeiras famílias japonesas que vinham trabalhar e viver no Brasil.
Sem isso, como bem lembrou o Virgílio, não conheceríamos o sushi, o saquê, o chá verde, a Hello Kitty, minha querida amiga Marsílea Gombata...
Para homenagear a data, resolvi listar aqui alguns artistas japoneses da música de quem eu gosto.
Pizzicato Five e sua dancinha sensacional no clipe do hit-indie 'Twiggy Twiggy':
Shonen Knife e 'Riding on the Rocket' (olha como lembra Ramones! Kurt Cobain era fã e elas abriram vários shows do Nirvana):
E, é claro, Yoko Ono, que John Lennon não ia se apaixonar por qualquer uma (e ela fez um favor aos Beatles, que acabaram no auge e, por isso, são lembrados só por coisas boas). Aliás, ela é tão antenada que encomendou ao Adriano Cintra, do CSS, um remix de 'Give Peace a Chance' - pra quem não sabe, o Adriano é um dos produtores mais solicitados para remixes por bandas legais atualmente.
Por tudo isso e muito mais, valeu, Kasato Maru! Arigatô!
Costumo dizer que boa parte da boa música brasileira foi feita para pedir perdão à mulher amada. Não é exagero: Jorge Ben Jor, por exemplo, se destaca por dois tipos de composições de amor: a mulher que ele ainda não tem ou não teve (minha parceria de blog diz que ele é o rei do amor platônico) e a mulher que ele não tem mais. Daí maravilhas como a minha música preferida, 'Zé Canjica', um apelo desesperado de um homem que, com certeza, vacilou muito feio. Ele sabe que sua maré não está pra peixe, mas ainda lhe resta "um fio de esperança e a vontade de viver pra conseguir conquistar novamente ela".
Certa vez, num engarrafamento entre Rio e São Paulo que durou nove horas, eu e meu amigo Silvio rimos muito com quantidade de vezes em que as músicas de Vinícius de Moraes falavam em perdão. Tem 'Samba da bênção', 'Apelo', 'Não precisa perdão'... Sábado, uns amigos riam: um homem que casou nove vezes tem que pedir muito perdão mesmo...
Mas, cá entre nós: é mais que louvável o esforço dos moços em conseguir os erros com a amada. Tenho um amigo que diz que traição com o Chico Buarque não conta, ele é hors concours: se muita gente usa as músicas do Chico pra pegar mulher, imagina o próprio!
Agora imagina ele fazendo uma música dizendo pra moça que sim, ele é o pior dos seres e só clama que ela, do auge de sua benevolência de musa absoluta, seja capaz de dar outra chance a ele. Um pedido sincero de desculpas - e, melhor, emoldurado por belas palavras - é capaz de balançar até um coração que não seja bom em perdoar. Afinal, não custa tentar: como diria Vinicius, quem não perde perdão não é nunca perdoado.
Em homenagem ao dia de hoje, um vídeo de Ben Jor cantando uma de suas melhores músicas, do disco 'Jorge Ben', de 1969.
A semana acaba no domingo O dia acaba na tarde A tarde acaba na noite A noite acaba na madrugada Na madrugada eu me acabo chorando Morrendo, morrendo de amor por você
Pois você é minha Hei hei Só minha Hei hei Domingas Hei hei Domingas
Meu anjo azul, minha luz Meu mar de rosas Domingas, minha companheira Domingas, minha namorada Você não é Ave Maria Mas é cheia de graça Que maravilha pois
Você é minha Hei hei Só minha Hei hei Domingas Hei hei Domingas Hei hei
Meu doce amor Domingas, minha espera O meu caminho Minha inspiração A minha primavera
Pois você é minha Hei hei Só minha Hei hei Só minha Domingas Hei hei Domingas Hei hei
Domingas, Domingas, Domingas Eu te amo eu te adoro Minha vida, meu viver Eu dou a lua, eu dou o sol Eu dou a terra, eu dou o mar É só você querer Que maravilha Domingas, Domingas
Na correria do Fashion Rio, não quero deixar de registrar pelo menos a participação de Mallu Magalhães, cantando ao vivo ontem no desfile da Maria Bonita Extra. A coleção foi inspirada na personagem principal do livro 'O Amante', uma mulher de 15 anos que usava vestidos com toques personalizados, como um chapéu e cintos masculinos. Tudo a ver com a Mallu, que tem um algo de menino mas ao mesmo tempo passa uma delicadeza feminina.
Gente! Olha que cena linda e luxuosa! Essa é Kamille Viola com Pedro Verissimo (Tom Bloch), após cantarem juntos, no palco do Estrela da Lapa, 'Je t'aime (moi non plus)', de Serge Gainsbourg, ontem, na comemoração do aniversário da parceira de blog. A dupla foi anunciada por Érika Martins, com a frase: "Essa vocês já ouviram muito no motel". Na releitura do clássico, Kamille fez as vezes de Jane Birkin. Eu tinha perdido da primeira vez que os dois se apresentaram, na Cinemathèque, e adorei poder ver. Eles foram ovacionados! Pedro tem uma voz linda e fez também uma versão emocionante de 'Redemption Song', do Bob Marley.
O projeto Chuveiro in Concert, comandado por Érika (ex-Penélope e Telecats), é programa que todo mundo tem que experimentar. Com a alegria de um karaokê, ganha a força da banda ao vivo, formada pela Érika (que também é a mestre de cerimônias), Iuri Freiberger (também do Tom Bloch, bateria), Fifi (baixo), Flavia (Autoramas, guitarra) e The Alberto (teclado). Na guitarra, ontem, estava o 'Pequeno Notável' no lugar de Flavia. Funciona assim: eles têm um cardápio e você escolhe a música que quer cantar.
Na comunidade do Chuveiro no Orkut também é possível pedir músicas para serem incluídas na apresentação seguinte. "A gente adora essa participação e aceita os pedidos de música. É só falar que a gente ensaia durante a semana. Nos divertimos muito com esse projeto, porque podemos tocar um repertório que não faz parte dos nossos projetos pessoais", vibra Érika.
Cheguei cedo na Ciganomania, quarta, no Cine Lapa. Queria ver o Eugene Hütz até mais por obrigação, verdade seja dita. Não é todo dia que um cara desses vai estar bem aqui na Lapa, como um simples mortal. O ucraniano líder da Gogol Bordello, 'adorado por Madonna e objeto de documentários', como apresentou Pedro Landim em sua entrevista no D, faz uma mistura poderosa de punk rock com música cigana e estava ao alcance das mãos na véspera do feriado (que, além de ser Corpus Christi, também foi Dia Internacional dos Ciganos - vo-cê sa-bia?).
Bem, logo na entrada procurei a Nara, produtora da festa e que faz a excelente Go East, de balkan beats (a próxima é em junho), para saber como foi que ela conseguiu trazer o artista, a estrela musical da vez, para o Cine Lapa. Ela disse que foi ele que a procurou, através de um conhecido em comum, dizendo que queria tocar no Rio. Taí, o cara, que morou nos EUA, Áustria e Itália, agora está a fim de passar um tempo no Brasil. Simples assim. E estava com vontade de tocar na Lapa. Foi lá e tocou. Isso me lembrou o Manu Chao quando veio ao Rio, uma fortuna numa sexta de Tim Festival e baratinho no domingo, na Fundição, para levar a música pra galera que não pôde ir ao show - pelo preço dos ingressos ou porque tinham se esgotado mesmo. A entrada no Cine Lapa foi por cerca de R$ 20 (com pequenas variações para quem tinha flyer e dependendo do horário, como de praxe). Bem acessível.
Eugene saiu das picapes e começou o show sozinho na pista, entre a platéia, ao lado da namorada dançarina (bem parecida com a Luiza Brunet/abaixo, no post da Kamille). Tirava sons do violão, batendo no corpo do instrumento e também imitando som de tambor. Da sua boca não saíam só palavras, mas diferentes sonoridades, dando a impressão que estava acompanhado de uma banda. Tocou música que compôs no Rio e até 'Macarena', trocando a palavra 'macarena' por 'marijuana' e depois por 'cachaça', pra alegria geral dos presentes, muitos paulistas. Subiu num banco de madeira lá pela quarta música e empolgou o povo cantando 'Start Wearing Purple', seu maior sucesso à frente da Gogol Bordello. Pena que eu não gravei, por isso reproduzo abaixo o vídeo da música no You Tube, que já foi visto por mais de 1 milhão e meio de pessoas.
Na festa Ciganomania, ontem no Cine Lapa, tinha gente "revoltada" com a tal 'performer' (e namorada de Eugene Hütz, vocalista da banda-sensação Gogol Bordello e dono da festa - além de ter discotecado, ele cantou músicas da sua banda no início da noite). "Ela não é romena!", reclamavam.
Realmente, a 'perfomance' da tal moça - muito bonita, diga-se de passagem (é ela, com Eugene, na foto que ilustra esse post, que peguei do La Cumbuca) - era muito da sem-graça. Ficava fazendo uma pseudodança-do-ventre, e num centro momento gritou ao microfone o 'lalalalala' das mulheres árabes. Só esqueceram de avisar que Leste Europeu não é árabe, então era pra fazer 'Explode, coração' (da cigana Dara e o cigano Igor, lembra?) e não 'O clone'. Novela errada.
Mas sabe o que mais? Eu acho bem a cara do Eugene Hütz pegar uma namorada brasileira e sair dizendo pra imprensa que ela é uma dançarina romena. Adorei.
Tem estréia nacional dia 18 de julho o filme 'Nome próprio', de Murilo Salles. Segundo o diretor, a história é uma "livre adaptação do livro 'Máquina de pinball', com alguma coisa do 'Vida de gato' e outras coisas escritas por Clarah Averbuck na internet.
Em São Paulo, já estão acontecendo sessões especiais do filme. O trailer está disponível no YouTube e afins:
Só aí já parece bacana, e percebe-se que a trilha é boa. O resto, para quem leu os escritos da Clarah, dá pra imaginar. Para quem não conhece, é a história de Camila Lopes, uma jovem que vive em São Paulo e divide seu tempo entre noitadas, desilusões amorosas e horas escrevendo - boa parte do tempo, na internet.
E a divulgação do filme tem bem a cara da protagonista, alterego da autora: além do site, 'Nome próprio' tem blog, fotolog, e Twitter Ou seja, está em todos os cantos da rede.
Além disso, estão promovendo um concurso de trailer para a internet em parceria com o MySpace Brasil. Basta baixar o arquivo com imagens, montar a versão com dois minutos, publicar no MySpace Brasil e enviar para até o dia 10 de junho com os datos completos para o o e-mail nomeproprio.filme@gmail.com.
Os melhores serão linkados no MySpace oficial do filme e o vencedor, escolhido por um júri formado pela equipe de produção do filme, entrará nos extras do DVD de 'Nome Próprio' e terá destaque na home do MySpace Brasil. O resultado sai no dia 18 de junho.
Dançar ao som de algum hit e jogar no YouTube é um clássico - que o diga a "Amy Winehouse brasileira", por exemplo.
Daí surgiu o blog Dancinhas Mil. O esquema é dancing-with-myself: "Põe a música, faz o vídeo, taca na internet e manda o link pra cá, dancinhas mil é da geral. Regra básica do esquema: a dança é solitária, nada de colocar irmão pra filmar(se for nos enganar, engane direito)", eles avisam.
Lembrei da clássica dancinha-do-China (o cantor pernambucano). Eu e um amigo tínhamos mania de imitar (tem até foto disso) e um dia ele, bêbado, fez a dança pro próprio China...
Na minha infância, as bonequinhas de papel (para a gente vestir com a combinação de roupas e acessórios que quisesse) faziam o maior sucesso. Com a internet, lógico que surgiram versões online da brincadeira. Mas essa dica da Bia é melhor ainda: no site Stardoll, dá para fazer bonequinhas de artistas. Eu, por exemplo, vesti a Amy Winehouse e achei o máximo. Tem até peruca!
Enquanto Amy Winehouse segue perseguida por paparazzi - já está desbancando o casal Beckham nos tablóides ingleses - por aqui o seu eleitorado só faz crescer, faça chuva ou faça sol nas atitudes da cantora inglesa. Virou fonte inesgotável de inspiração (vide aquela sósia anãzinha e seu sucesso no YouTube e n matérias de beleza, mesmo em estado de decadência física e mental). O estilo forte também seduziu Giselle Itié, que encarna uma Amy encorpadinha na revista 'Trip' de maio (fotos acima e abaixo deste post). Ficou ainda mais linda e igualzinha. Para a atriz, não há mulher que não sofra, há quem não mostre isso. A idéia de posar veio daí, de que 'toda mulher é meio Amy Winehouse', diz a 'Trip'. O que você acha?
Quem acompanha esse blog deve saber que Elvis está vivo, sim, e é inglês. Pois Declan Patrick MacManus lançou recentemente seu mais recente disco, 'Momofuku', que agora está inteiro disponível para streaming em seu site.
O álbum ganhou esse nome em homenagem ao inventor do miojo, que morreu ano passado. E, apesar dos esforços de Elvis para que ele não vazasse - ele foi lançado em vinil e em mp3, apenas - a primeira faixa, ' No Hiding Place', está disponível para download aqui.
O site Diginois, do cantor e compositor Lucas Santtana, comemora dois anos de vida com festinha sábado no Clandestino. Além da discotecagem do anfitrião, a noite vai ter ainda os DJs Saens Peña (da ótima festa Phunk!) e o norte-americano radicado no Brasil Maga Bo (DJ e produtor que mistura sons eletrônicos com ritmos regionais de vários países).
O melhor é que o Pós-Pop vai sortear dois ingressos, com direito a acompanhante, para os leitores. Basta deixar um comentário neste post com nome, sobrenome e um email válido até sábado às 18h.
Sim, ela mesma, a Sandyjúnior, gravou uma faixa no álbum 'Humanized', do Crossover Live, projeto do DJ Julio Torres (residente do D-Edge, em São Paulo) com o violinista Amon Lima (da Família Lima).
Segundo o site Rraurl, Tudo começou porque a dupla chamou Rogério Flausino, do Jota Quest, para participar da música 'Because I Love You', que também está no disco. Foram gravar no estúdio da Família Lima, em Vinhedo, e Sandy - que é cunhada de Amon e amiga de Flausino - foi assistir. Adorou uma das faixas, 'Scandal', e compôs uma letra com o namorado, Lucas. Meia hora depois, gravou. No disco, ela vai ser creditada como Miss S. Confira o resultado:
Amigo do blog, Guilherme Scarpa avisa: o site da revista 'Billboard' tem duas datas da nova turnê de Madonna no Brasil. Segundo a página, Madonna se apresenta dia 9 de dezembro no Maracanã e dia 11 em Fortazela - no 'Stadium Pueblo', que não existe mais.
É estranho imaginar que o show vá acontecer na capital do Ceará, que normalmente não recebe turnês internacionais, e deixar de fora cidades de mais tradição nesse sentido, como Curitiba, Porto Alegre e, principalmente, São Paulo. De qualquer forma, estamos na torcida. Para quem viu o Girlie Show, em 1993, como eu (denunciando a idade...), sabe que um show da cantora é imperdível. Pensando bem, que não viu também sabe.
Agora que eu tô bombando no Twitter, volta e meia recebo links no mínimo interessantes. O último foi um clipe ótimo do Weird Al Yankovic - ele é bobo, mas eu simplesmente a-do-ro as paródias dele. Nesse, ele fala sobre a mania de comprar coisas inúteis no eBay:
O detalhe é que dá vontade de comprar várias das bobagens que aparecem no clipe!