Primeiro post do ano diretamente das férias. Como em muito breve parto para o frio, quiçá neve, resolvi postar aqui um clipe do Autour de Lucie, grupo indie francês que eu adoro. Surgido em 1993, o grupo está parado desde 2005, quando os integrantes resolveram se dedicar a outros projetos - a vocalista Valérie Leulliot lançou em 2007 o álbum 'Caldeira' e faz shows.
A romântica 'Personne n'est comme toi' está no CD 'Autour de Lucie', de 2004, o último lançado pela banda. Tudo a ver com o momento que estou vivendo, na expectativa da viagem. À bientôt!
E pra entrar no clima de réveillon (torcendo por uma trégua na chuva, fé em Santa Clara!), na falta do próprio autor, Elza Soares cantando "Hoje é dia de festa", do Jorge Ben Jor. Feliz década nova!
Como corujice não é crime, aqui vai uma demonstração explícita: meu irmão, Breno Viola, de 29 anos, é uma das estrelas da vinheta de fim de ano da Globo. Ele não está ali à toa: o Breno é primeiro lutador de judô com síndrome de Down de todas as Américas a ter alcançado a faixa preta no esporte e um dos únicos no mundo. Já venceu diversas competições no exterior é o meu grande orgulho. Mais uma vez, que 2010 a diversidade seja respeitada!
Coisa mais fofa esses sabonetinhos da diversidade sexual da Ducha: a das meninas é de hibiscos e rosas, o dos meninos é de algas e o do casal hetero é de camomila e mel. Para inspirar a tolerância em 2010!
Começou ontem em Recife a Feira Música Brasil, evento que reúne negócios, palestras, oficinas e, é claro, shows. O principal palco está localizado no Marco Zero da cidade, no bairro Recife Antigo e é a parte mais movimentada de toda a programação.
A noite de shows ontem começou com a Banda Black Rio e Mano Brown. Em seguida, Móveis Coloniais de Acaju, de Brasília. Mas o ponto alto foi mesmo a gravação do DVD do Nação Zumbi, em comemoração aos 15 anos da banda que mudou a história da música nacional e transformou Pernambuco num dos principais pólos culturais do país.
O lugar ficou lotado na hora do show, que começou com atraso, quase à meia-noite (estava previsto para 22h30). Essa festa tão especial teve como convidados Siba e Fuloresta, Arnaldo Antunes e Paralamas, que encerraram a gravação ao lado da Nação Zumbi. Também participaram dois caboclos de lança, figuras da tradição do maracatu.
É emocionante ver a paixão que a cidade tem por essa banda que hoje é, sem dúvida, uma das mais importantes - e, para muitos, como eu, a melhor - do Brasil.
Confira o vídeo que um fã já postou:
Informações recentes sobre a Feira Música Brasil no nosso Twitter.
Hoje tem show do Cabeça, uma das bandas mais legais (e queridas) do undergroung carioca nos anos 90. Na época, era muito comum a dobradinha com o Funk Fuckers (de BNegão e Flavio Canetti, hoje DJ). A formação traz Fábio Calunga (baixo e vocal), Bruno Pederneiras (guitarra) e Pedro Tererê (bateria). Pedro Garcia, ex-Planet Hemp, atual RockZ (ao lado de Bruno), também foi baterista da banda.
Às 18h30 no Audio Rebel (Rua Visconde Silva, 55 - Botafogo).R$ 10. Reza a lenda que é apresentação única, então corre lá!
O vídeo acima é o lindo clipe de 'Her Morning Elegance', de Oren Lavie, todo feito em stop motion. Apaixonante. Lançado no 'YouTube' em janeiro, já visto mais de 8,6 milhões de vezes. A música em si é bonitinha, mas mérito para Lavie, que é também um dos diretores dele (ao lado de Yuval e Merav Nathan). Descobri que ele é um israelense de 33 anos que viveu em Nova York e Berlim. Ele só tem um álbum, 'The Opposite Side of the Sea', mas também é diretor de teatro, com três peças na bagagem.
Gogol Bordello, do ucraniano Eugene Hütz, que agora vive pelo Rio e a parceira de blog Karla Prado viu outro dia andando na Lagoa descalço, com o violão debaixo do braço:
FESTIVAL INDIE ROCK - 2ª EDIÇÃO RIO DE JANEIRO Shows de Holger, El Mato a un Policia Motorizado, Super Furry Animals e Gogol Bordello Dia 13 de novembro (sexta-feira) Fundição Progresso Rua dos Arcos, 24 - Lapa (2220-5070) Hoje, às 22h Ingressos a R$ 80 ou R$ 40 (com uma lata de leite em pó)
Dezoito anos depois do show do Maracanãzinho, lá estava eu ontem na apresentação do Faith No More no Citibank Hall. Depois de me atrasar pra pegar a credencial (e ser salva pelo baterista do Rappa e seus amigos, que não me conheciam), pude conferir de perto a performance de Mike Patton e companhia. Aos 41 anos, parece que o tempo não passou para o vocalista. Além da boa forma física de sempre (nós, moças, sempre suspirando por ele), que pulou e agitou com no auge da banda, lá nos longínquos anos 90, ele mostrou que a voz continua a mesma. E que voz! Bom alcance vocal, passando de agudos a gravíssimos, responsável por uma verdadeira viagem no tempo. De terno cereja, cinto branco e cristais na lapela, fazendo as palhaçadas de sempre, ele esbanjou simpatia e mostrou seu bom português, inclusive cantando "Ele é carioca" apontando pra si próprio e dedicando uma música a Iris Lettiere, lendária voz do aeroporto Galeão, no Rio ("Meu primeiro amor", disse Patton). O repertório trouxe só músicas antigas, como 'Out of Nowhere', 'Surprise You're Dead', 'Easy' e 'Epic', com direito a 'We Care a Lot' no primeiro bis e 'Falling to Pieces' no segundo, a pedidos do público - era verdade quando Patton disse isso, a música não estava prevista no setlist colado no palco.
Finalmente escutei a nova música de Charlotte Gainsbourg. A atriz e cantora francesa, filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin e vencedora do prêmio de melhor atriz em Cannes este ano pelo polêmico 'Anticristo', lança em dezembro seu terceiro álbum. 'IRM' tem Beck com produtor, autor de músicas e co-autor de algumas letras.
O primeiro single será 'Heaven can wait', dueto de Charlotte e Beck. Mas Charlotte já disponibilizou em seu site a faixa-título e fala um pouco sobre ela no teaser abaixo. O clima é bem diferente do trabalho anterior, mais etéreo e sexy:
Os discos anteriores da cantora são '5:55' (2006), produzido por Nicolas Godin, do Air, e Nigel Godrich, com músicas da Jarvis Cocker (do Pulp) e arranjos de corda de David Campbell, pai de Beck (que também está em 'IRM"), e 'Charlotte Forever' (1986), quase todo de composições de Serge Gainsbourg e que traz o polêmico dueto dele com a filha em 'Lemon incest' (depois escrevo aqui sobre ele).
Dia desses desenterrei um clipe que marcou a minha adolescência. 'I drove all night' é uma das minhas músicas preferidas de Roy Orbison. A música foi gravada originalmente para o disco 'Mystery Girl' (lançado pouco depois da morte do artista de voz poderosa, em 1989), mas ficou de fora. Acabou entrando no póstumo 'Kind of the Hearts' e ganhou clipe com Jason Priesley (o Brandon da série 'Barrados no Baile'), na época um astro de muito destaque. Dizem que foi ele quem escolheu sua parceira de clipe, ninguém menos que a musa Jennifer Connelly. Malandro, esse Priesley. Vendo o clipe dá pra entender por quê. Como as versões que eu encontrei no You Tube estão todas sem a ferramenta que permite postar, tem que clicar aqui pra ver. Essa versão disponibilizada pela gravadora é provavelmente remasterizada, com tons de sépia etc. e qualidade de imagem bem superior às outras encontradas.
Em um prédio em Madureira, bairro onde viveu sua vida quase inteira, Gerson King Combo abre a porta do apartamento com o figurino que celebrizou: terno de cores extravagantes, chapéu, correntes e um anel com as iniciais KC.
Prestes a completar 66 anos, dia 30 de novembro, o cantor, conhecido como o Rei do Soul Brasileiro, comemora a retomada de sua carreira. E faz show sábado no Estrela da Lapa com sua atual banda, Supergroove. "Descobri que sou famoso e estou na moda, nem fazia ideia", brinca ele. "Por causa do hip hop, os jovens me cultuam. Fui o primeiro a gravar músicas faladas aqui no Brasil, conheci nas minhas viagens ao estrangeiro."
Viagens de quando cantava na banda de Wilson Simonal, então um dos artistas mais populares do Brasil. Gerson começou fazendo dublagens no programa 'Hoje é Dia de Rock', de Jair de Taumaturgo. Foi coreógrafo do programa 'Jovem Guarda', com Roberto, Erasmo Carlos e Wanderléa. Desses tempos, vem a amizade com o Rei, Erasmo e Jorge Ben Jor.
Ajudou a fundar a Banda Black Rio. Quando se lançou solo, lotava shows nos bailes de black music no subúrbio. "Usava a roupa e o andar dos negões americanos, os cafetões de lá", conta."Fui gostar de black music por influência do meu irmão, Getúlio Cortes, autor de 'Negro Gato'. Ele era muito americanizado, dançava rock, twist. Nosso pai, policial, não queria que a gente se misturasse com o pessoal do samba, que era muito marginalizado, como é o funk hoje".
Com a morte da segunda mulher, em 1990, King Combo parou. Só voltou em 1998, redescoberto por Regina Casé. E não parou mais: em 2001, lançou o CD 'Mensageiro da Paz' e faz shows pelo Brasil. "Meu público é jovem e não tem cor. Sempre cantei a igualdade", diz ele. Sucesso também com as mulheres: "Ontem estava com quatro 'amigas' no messenger. Pensei: 'Não estou com essa bola toda'", ri.
Comemorando 50 anos de carreira, lança em 2010 um CD/DVD e o documentário 'Viva Black Music', de David Abadia, com depoimentos de Marcelo D2, Alcione e Mr. Catra. Mês que vem, recebe a Ordem do Mérito Cultural do Presidente Lula.
Mesmo com o reconhecimento, Gerson não vive só da música: trabalha há 21 anos na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência: "É uma experiência! Eles me adoram".
(matéria publicada no caderno O DIA D, no jornal O DIA, em 22/10/2009)
Um dos nomes mais incensados da cena musical de Montreal, no Canadá, o DJ e produtor Ghislain Poirier (o cara da foto aí de cima, curtindo um solzinho na orla de Ipanema) mistura estilos como rap, dancehall, dubstep e soca (ritmo popular de Trinidad e Tobago). Em seu primeira vez no Brasil, ele é uma das atrações de hoje da festa Dancing Cheetah, que ainda tem os convidados Maga Bo (um americano que mora no Brasil há 10 anos), Fletcher (África do Sul) e o baiano-carioca Lucas Santanna, além dos residentes Pedro Seiler e Chico Dub (João Brasil, o terceiro nome do evento, está fora do Brasil). O que rola na pista? Guettotech, ou a música dos guetos de diversas partes do mundo com uma pegada urbana. É o Brasil conectado com o que rola de mais quente nas pistas do planeta. Vai lá: Studio Line. Rua Álvaro Ramos, 414 - Botafogo. Às 23h. R$ 15 (com email para a lista amiga) e R$ 30. Só aceita dinheiro.
Um dia a filha do humorista Chris Rock perguntou a ele: "Pai, por que eu não tenho cabelo bom?" Intrigado com a pergunta da menina, ele se interessou pelo assunto e começou a pesquisar. O resultado é o filme 'Good Hair' (cabelo bom), previsto para estrear em outubro de 2009.
Rock descobre que "cabelo bom" é sinônimo de "relaxado" e que o marcado de cabelos de pessoas negras movimenta 9 bilhões nos Estados Unidos. Ele também descobre que muitas mulheres usam apliques e perucas, e que cabelos são o maior produto de exportação da Índia.
Ele entrevista celebridades negras, fala com especialista sobre o quão tóxicos são os produtos de relaxamento, visita salões de cabeleireiro e barbearias e conversa com mulheres e homens negros sobre o assunto. O trailer já dá uma idéia do que vem por aí:
Ao contrário do que fez em Salvador, Zach Condon não seguiu ao pé da letra os versos de 'Elephant Gun', em que canta "As I did, we drink to die / we drink tonigh" ("Como eu fiz, a gente bebe até morrer / a gente bebe hoje à noite") no show que fez quarta-feira à noite no Teatro Oi Casa Grande, no Rio, na segunda noite do 16ª festival PercPan na cidade. Comportadamente, o vocalista alternava bicadas em um copinho com um líquido escuro (seria uísque, com crê o colega Pedro Landim? Cachaça envelhecida?), sendo aplaudido pelo público, com goles em uma garrafinha d'água. Nada que comprometesse a apresentação do menino-prodígio e seus colegas de banda.
Previsto para as 22h10, o show começou com quase meia hora de atraso. Logo no fim da primeira música, 'Nante', Condon pediu, em português: "Podem ficar de pé". Foi atendido na hora. Tímido e simpático, ele fez diversas brincadeiras na nossa língua, como quando disse "Não é um cavaquinho" ao empunhar um ukelele (instrumento de corda havaiano) e até mandou um "Toca Raul!". Incentivado pelo público, cantou entre risos um trecho de 'Leãozinho', de Caetano Veloso, à capela.
'Elephant Gun', música que apresentou a banda ao Brasil ao ser tema da minissérie 'Capitu', foi um dos momentos mais animados. Mas eles também foram ovacionados em 'Sunday Smile'. "Vocês nem falam nossa língua e sabem mais as nossas letras do que no nosso país. É uma vergonha para a gente", chegou a dizer o trompetista Tracy Pratt. Voltaram para um bis com direito a uma versão de 'Aquarela do Brasil' em inglês, que só confirmou o climade festa que tomou conta da noite.
Lançando seu primeiro disco solo, a cantora Érika Martins (ex-Penélope) mostra o clipe de 'Lento', versão em português da música da cantora mexicana Julieta Venegas - que participa da faixa e do clipe. O vídeo ainda tem a participação de Gabriel Thomaz, vocalista do Autoramas e marido de Érika.
O Planeta Terra confirma mais um nome de peso em sua escalação: a banda de indie rock inglesa Maximo Park (acima). Outros nomes que vêm reforçar o time são o grupo eletrônico inglês Metronomy, o DJ e produtor francês Etienne de Crecy e a banda brasileira EX!, que estreia no festival.
As atrações divulgadas anteriormente são o grupo inglês Primal Scream, a dupla The Ting Tings, o projeto americano-brasileiro N.A.S.A e as bandas nacionais Macaco Bong, Móveis Colonias de Acaju e Copacabana Club.
O festival Planeta Terra anunciou ontem as primeiras atrações confirmadas. Entre as internacionais, o grupo escocês Primal Scream (que volta ao Brasil depois de se apresentar no Tim Festival, em 2004), a divertida dupla inglesa The Ting Tings e o projeto N.A.S.A., do americano Sam Spiegel (irmão do cultuado cineasta Spike Jonze), e o paulistano Zé Gonzales (ex-Planet Hemp). As bandas nacionais confirmadas são Macaco Bong (Cuiabá) e Moveis Coloniais de Acaju (Brasília).
O evento acontece dia 7 de novembro no Playcenter, em São Paulo, com alguns brinquedos em funcionamento. Seria lindo se não acontecesse no mesmo dia o Maquinária Festival, com Faith No More, Jane's Addiction e Deftones, na Chácara do Jockey, também em Sampa (e também há shows ainda não divulgados no dia 8). Dilema roqueiro!
Enquanto a gente não se decide, deixo aqui dois vídeos:
Superfofas e descoladas as camisetas da marca paulista Ilustrês, da fotógrafa Beth Viveiros e o designer gráfico Tiago Mascarenhas Brandão. Elas vêm em cores fortes e têm estampas bacanas com referências pop.
Eu adoro essa aqui, que cita a música 'I'm not gonna teach your boyfriend how to dance with you', do Black Kids:
Mas também achei muito criativa (e alma gorda, como eu) essa:
Formado por Rodrigo Amarante (Los Hermanos, guitarra e vocal), Fabrizio Moretti (Strokes,guitarra e vocal), Binki Shapiro (vocal e teclado), Todd Dahlhoff (baixo), Matt Borg (guitarra) e Matt Romano (bateria), o Little Joy volta ao país para dois shows: hoje na Fundição Progresso e amanhã no Via Funchal, em São Paulo.
Abrem o show a banda The Dead Trees, que tem acompanhado o Little Joy fora do Brasil, e o cantor e compositor nova-iorquino Adam Green, que teve disco coproduzido por Rodrigo Amarante. O brasileiro conversou com o Pós-Pop por email, falou da passagem anterior por aqui e adiantou um pouco do que veremos mais tarde.
Como foi o outro show no Rio? Foi incrível. Aquele foi um dos dias mais emocionantes que eu já vivi. Pra mim foi, digamos assim, a minha volta pra casa depois de ter ficado aquele tempo todo fora, mais de um ano gravando e fazendo turnê então foi muito importante. Tinha muita gente lá, mais um monte do lado de fora querendo entrar. Todo mundo da banda ficou super emocionado.
Qual a diferença entre tocar aqui e em outros lugares por onde vocês têm passado? Aqui é em casa né, tem os amigos e todo aquele pessoal que me conhece por causa do Los Hermanos, ou da Orquestra Imperial então a sensação que dá é que eu conheço todo mundo na platéia.
Esse show agora vai ser diferente, apesar do disco ser o mesmo? O que vocês esperam? A gente dessa vez vai ter um naipe de metais, que da outra vez não deu tempo de armar. Tem três músicas novas, duas delas que nunca foram tocadas em lugar nenhum e mais dois cover novos, uma música dos Mamas and The Papas chamada "Midnight Voyage" e "Procissão" do Gilberto Gil que a gente toca do jeito que ele gravou com os Mutantes no disco de 1968. A gente trouxe pro Brasil dessa vez a banda que viajou com a gente pelos EUA, os Dead Trees, que a gente adora e cujos integrentes fazem parte da nossa banda também (o Todd e o Matt Borg), e o Adam Green, compositor de NY, letrista incrível, que vai tocar antes dos Dead Trees. Então são três show dessa vez. Acho que vai ser muito bom, a gente tá super empolgado e os gringos tão que nem pinto no lixo aqui.
Quando falam mal de algumas ferramentas da internet - como o Facebook, o Twitter e afins - eu sempre insisto que elas são ótimas, ruim é uso que as pessoas fazem disso. Por exemplo: existem milhares de livros ruins em uma livraria. E por isso livro é uma coisa ruim? O mesmo vale para os blogs e por aí vai.
Uma ddas questões do mau uso das ferramentas é que as pessoas muitas vezes esquecem que a internet é pública - e depois reclamam. Uma criatura, por exemplo, conseguiu ser demitida pelo Facebook: