Gente! Olha que cena linda e luxuosa! Essa é Kamille Viola com Pedro Verissimo (Tom Bloch), após cantarem juntos, no palco do Estrela da Lapa, 'Je t'aime (moi non plus)', de Serge Gainsbourg, ontem, na comemoração do aniversário da parceira de blog. A dupla foi anunciada por Érika Martins, com a frase: "Essa vocês já ouviram muito no motel". Na releitura do clássico, Kamille fez as vezes de Jane Birkin. Eu tinha perdido da primeira vez que os dois se apresentaram, na Cinemathèque, e adorei poder ver. Eles foram ovacionados! Pedro tem uma voz linda e fez também uma versão emocionante de 'Redemption Song', do Bob Marley.
O projeto Chuveiro in Concert, comandado por Érika (ex-Penélope e Telecats), é programa que todo mundo tem que experimentar. Com a alegria de um karaokê, ganha a força da banda ao vivo, formada pela Érika (que também é a mestre de cerimônias), Iuri Freiberger (também do Tom Bloch, bateria), Fifi (baixo), Flavia (Autoramas, guitarra) e The Alberto (teclado). Na guitarra, ontem, estava o 'Pequeno Notável' no lugar de Flavia. Funciona assim: eles têm um cardápio e você escolhe a música que quer cantar.
Na comunidade do Chuveiro no Orkut também é possível pedir músicas para serem incluídas na apresentação seguinte. "A gente adora essa participação e aceita os pedidos de música. É só falar que a gente ensaia durante a semana. Nos divertimos muito com esse projeto, porque podemos tocar um repertório que não faz parte dos nossos projetos pessoais", vibra Érika.
Cheguei cedo na Ciganomania, quarta, no Cine Lapa. Queria ver o Eugene Hütz até mais por obrigação, verdade seja dita. Não é todo dia que um cara desses vai estar bem aqui na Lapa, como um simples mortal. O ucraniano líder da Gogol Bordello, 'adorado por Madonna e objeto de documentários', como apresentou Pedro Landim em sua entrevista no D, faz uma mistura poderosa de punk rock com música cigana e estava ao alcance das mãos na véspera do feriado (que, além de ser Corpus Christi, também foi Dia Internacional dos Ciganos - vo-cê sa-bia?).
Bem, logo na entrada procurei a Nara, produtora da festa e que faz a excelente Go East, de balkan beats (a próxima é em junho), para saber como foi que ela conseguiu trazer o artista, a estrela musical da vez, para o Cine Lapa. Ela disse que foi ele que a procurou, através de um conhecido em comum, dizendo que queria tocar no Rio. Taí, o cara, que morou nos EUA, Áustria e Itália, agora está a fim de passar um tempo no Brasil. Simples assim. E estava com vontade de tocar na Lapa. Foi lá e tocou. Isso me lembrou o Manu Chao quando veio ao Rio, uma fortuna numa sexta de Tim Festival e baratinho no domingo, na Fundição, para levar a música pra galera que não pôde ir ao show - pelo preço dos ingressos ou porque tinham se esgotado mesmo. A entrada no Cine Lapa foi por cerca de R$ 20 (com pequenas variações para quem tinha flyer e dependendo do horário, como de praxe). Bem acessível.
Eugene saiu das picapes e começou o show sozinho na pista, entre a platéia, ao lado da namorada dançarina (bem parecida com a Luiza Brunet/abaixo, no post da Kamille). Tirava sons do violão, batendo no corpo do instrumento e também imitando som de tambor. Da sua boca não saíam só palavras, mas diferentes sonoridades, dando a impressão que estava acompanhado de uma banda. Tocou música que compôs no Rio e até 'Macarena', trocando a palavra 'macarena' por 'marijuana' e depois por 'cachaça', pra alegria geral dos presentes, muitos paulistas. Subiu num banco de madeira lá pela quarta música e empolgou o povo cantando 'Start Wearing Purple', seu maior sucesso à frente da Gogol Bordello. Pena que eu não gravei, por isso reproduzo abaixo o vídeo da música no You Tube, que já foi visto por mais de 1 milhão e meio de pessoas.
Na festa Ciganomania, ontem no Cine Lapa, tinha gente "revoltada" com a tal 'performer' (e namorada de Eugene Hütz, vocalista da banda-sensação Gogol Bordello e dono da festa - além de ter discotecado, ele cantou músicas da sua banda no início da noite). "Ela não é romena!", reclamavam.
Realmente, a 'perfomance' da tal moça - muito bonita, diga-se de passagem (é ela, com Eugene, na foto que ilustra esse post, que peguei do La Cumbuca) - era muito da sem-graça. Ficava fazendo uma pseudodança-do-ventre, e num centro momento gritou ao microfone o 'lalalalala' das mulheres árabes. Só esqueceram de avisar que Leste Europeu não é árabe, então era pra fazer 'Explode, coração' (da cigana Dara e o cigano Igor, lembra?) e não 'O clone'. Novela errada.
Mas sabe o que mais? Eu acho bem a cara do Eugene Hütz pegar uma namorada brasileira e sair dizendo pra imprensa que ela é uma dançarina romena. Adorei.
Tem estréia nacional dia 18 de julho o filme 'Nome próprio', de Murilo Salles. Segundo o diretor, a história é uma "livre adaptação do livro 'Máquina de pinball', com alguma coisa do 'Vida de gato' e outras coisas escritas por Clarah Averbuck na internet.
Em São Paulo, já estão acontecendo sessões especiais do filme. O trailer está disponível no YouTube e afins:
Só aí já parece bacana, e percebe-se que a trilha é boa. O resto, para quem leu os escritos da Clarah, dá pra imaginar. Para quem não conhece, é a história de Camila Lopes, uma jovem que vive em São Paulo e divide seu tempo entre noitadas, desilusões amorosas e horas escrevendo - boa parte do tempo, na internet.
E a divulgação do filme tem bem a cara da protagonista, alterego da autora: além do site, 'Nome próprio' tem blog, fotolog, e Twitter Ou seja, está em todos os cantos da rede.
Além disso, estão promovendo um concurso de trailer para a internet em parceria com o MySpace Brasil. Basta baixar o arquivo com imagens, montar a versão com dois minutos, publicar no MySpace Brasil e enviar para até o dia 10 de junho com os datos completos para o o e-mail nomeproprio.filme@gmail.com.
Os melhores serão linkados no MySpace oficial do filme e o vencedor, escolhido por um júri formado pela equipe de produção do filme, entrará nos extras do DVD de 'Nome Próprio' e terá destaque na home do MySpace Brasil. O resultado sai no dia 18 de junho.
Dançar ao som de algum hit e jogar no YouTube é um clássico - que o diga a "Amy Winehouse brasileira", por exemplo.
Daí surgiu o blog Dancinhas Mil. O esquema é dancing-with-myself: "Põe a música, faz o vídeo, taca na internet e manda o link pra cá, dancinhas mil é da geral. Regra básica do esquema: a dança é solitária, nada de colocar irmão pra filmar(se for nos enganar, engane direito)", eles avisam.
Lembrei da clássica dancinha-do-China (o cantor pernambucano). Eu e um amigo tínhamos mania de imitar (tem até foto disso) e um dia ele, bêbado, fez a dança pro próprio China...
Na minha infância, as bonequinhas de papel (para a gente vestir com a combinação de roupas e acessórios que quisesse) faziam o maior sucesso. Com a internet, lógico que surgiram versões online da brincadeira. Mas essa dica da Bia é melhor ainda: no site Stardoll, dá para fazer bonequinhas de artistas. Eu, por exemplo, vesti a Amy Winehouse e achei o máximo. Tem até peruca!
Enquanto Amy Winehouse segue perseguida por paparazzi - já está desbancando o casal Beckham nos tablóides ingleses - por aqui o seu eleitorado só faz crescer, faça chuva ou faça sol nas atitudes da cantora inglesa. Virou fonte inesgotável de inspiração (vide aquela sósia anãzinha e seu sucesso no YouTube e n matérias de beleza, mesmo em estado de decadência física e mental). O estilo forte também seduziu Giselle Itié, que encarna uma Amy encorpadinha na revista 'Trip' de maio (fotos acima e abaixo deste post). Ficou ainda mais linda e igualzinha. Para a atriz, não há mulher que não sofra, há quem não mostre isso. A idéia de posar veio daí, de que 'toda mulher é meio Amy Winehouse', diz a 'Trip'. O que você acha?
Quem acompanha esse blog deve saber que Elvis está vivo, sim, e é inglês. Pois Declan Patrick MacManus lançou recentemente seu mais recente disco, 'Momofuku', que agora está inteiro disponível para streaming em seu site.
O álbum ganhou esse nome em homenagem ao inventor do miojo, que morreu ano passado. E, apesar dos esforços de Elvis para que ele não vazasse - ele foi lançado em vinil e em mp3, apenas - a primeira faixa, ' No Hiding Place', está disponível para download aqui.
O site Diginois, do cantor e compositor Lucas Santtana, comemora dois anos de vida com festinha sábado no Clandestino. Além da discotecagem do anfitrião, a noite vai ter ainda os DJs Saens Peña (da ótima festa Phunk!) e o norte-americano radicado no Brasil Maga Bo (DJ e produtor que mistura sons eletrônicos com ritmos regionais de vários países).
O melhor é que o Pós-Pop vai sortear dois ingressos, com direito a acompanhante, para os leitores. Basta deixar um comentário neste post com nome, sobrenome e um email válido até sábado às 18h.
Sim, ela mesma, a Sandyjúnior, gravou uma faixa no álbum 'Humanized', do Crossover Live, projeto do DJ Julio Torres (residente do D-Edge, em São Paulo) com o violinista Amon Lima (da Família Lima).
Segundo o site Rraurl, Tudo começou porque a dupla chamou Rogério Flausino, do Jota Quest, para participar da música 'Because I Love You', que também está no disco. Foram gravar no estúdio da Família Lima, em Vinhedo, e Sandy - que é cunhada de Amon e amiga de Flausino - foi assistir. Adorou uma das faixas, 'Scandal', e compôs uma letra com o namorado, Lucas. Meia hora depois, gravou. No disco, ela vai ser creditada como Miss S. Confira o resultado:
Amigo do blog, Guilherme Scarpa avisa: o site da revista 'Billboard' tem duas datas da nova turnê de Madonna no Brasil. Segundo a página, Madonna se apresenta dia 9 de dezembro no Maracanã e dia 11 em Fortazela - no 'Stadium Pueblo', que não existe mais.
É estranho imaginar que o show vá acontecer na capital do Ceará, que normalmente não recebe turnês internacionais, e deixar de fora cidades de mais tradição nesse sentido, como Curitiba, Porto Alegre e, principalmente, São Paulo. De qualquer forma, estamos na torcida. Para quem viu o Girlie Show, em 1993, como eu (denunciando a idade...), sabe que um show da cantora é imperdível. Pensando bem, que não viu também sabe.
Agora que eu tô bombando no Twitter, volta e meia recebo links no mínimo interessantes. O último foi um clipe ótimo do Weird Al Yankovic - ele é bobo, mas eu simplesmente a-do-ro as paródias dele. Nesse, ele fala sobre a mania de comprar coisas inúteis no eBay:
O detalhe é que dá vontade de comprar várias das bobagens que aparecem no clipe!
Genteeeem, feriado dá nisso. Alguém lembra desse momento pré-popozudas do funk, quando o Luciano Huck ainda lançava musas na Band? Esse é o clipe da fase-cantora da Tiazinha, a depiladora má do extinto programa H. vê só: