O legendário vocalista do Motörhead é tema de um documentário a ser lançado no ano que vem. Nomes como Dave Grohl, Slash, Alice Cooper, Peter Hook (New Order) e Mick Jones (The Clash), entre outros, aparecem fazendo comentários pra lá de elogiosos: "Se alguém merece estar no Rock'n'Roll Hall of Fame, é o Lemmy", baba Grohl.
Um trailer 'teaser' dá uma idéia do que vem por aí:
Muita gente não sabe, mas a dupla francesa de música eletrônica Justice, um dos nomes mais badalados em 2007, já se apresentou no Rio, em novembro de 2005. "Tocamos no Dama de Ferro, foi legal", lembra o músico Xavier de Rosnay. "Mas a gente veio como DJ, agora vamos fazer um show completo", explica ele, que se apresenta com Gaspard Auge, sexta-feira, no Circo Voador e, sábado, no Skol Beats, em São Paulo.
O grupo surgiu para o grande público com 'Never Be Alone', remix do grupo inglês Simian, e lançou ano passado o disco 'Cross' (cruz, símbolo da banda), puxado pelo hit 'D.A.N.C.E.'. O show em Sampa é o último da turnê. "Depois, vamos lançar um documentário e fazer música, não sei se para nós mesmos ou outras pessoas", conta Xavier.
O filme é 'A Cross The Universe', dirigido por Romain-Gavras e So Me, os mesmos que fazem os clipes da dupla.
Comparados com grupos de rock, o Justice nega a preferência pelo estilo. "Nossa maior influência é o pop, que ouvíamos na adolescência: Snoop Dog, Dr. Dre, Metallica, Sepultura", enumera ele. "E também o pop francês dos anos 70, de Michel Polnareff, Michel Berger, Daniel Balavoine", enumera ele, que se diz fã de Rita Lee. "Escuto o tempo todo", jura ele, que elogia a cena eletrônica de seu País. "É o estilo que se exportou melhor", afirma o músico.
Desde segunda no Rio, Xavier de Rosnay, metade do Justice, conversou com O DIA ontem por telefone. Ele também falou sobre o polêmico vídeo de 'Stress' - que traz jovens do subúrbio de Paris quebrando tudo na cidade, assustando turistas, agredindo mulheres - a imprensa divulgou que o clipe, dirigido por Romain-Gavras (filho do também cineasta Costa-Gavras) foi proibido na TV francesa.
"A gente que não quis que passasse na TV. Queria que todo mundo tivesse a escolha de ver ou não. Se passa na TV, você pode ver sem querer", explicou ele. "O vídeo é muito longo, muito violento. É anti-televisão", afirma Xavier, que classifica as acusações de racismo de "completamente bizarras".
Ele também criticou a atual música francesa: "O rock quer muito parecer o rock inglês e americano. O rap quer parecer o rap da Costa Oeste americana. Ora, se você quer escutar rap da Costa Oeste americana, então é o que vai fazer, pra que escutar o francês?", questiona. "Nós, Justice, temos harmonia e melodia. A música eletrônica na França é o estilo que melhor se exporta, porque não quer parecer com nenhuma outra música. Existem vários bons artistas, como Jackson and His Computer Band, Sebastien, Seadz", enumera ele.
Lembrando o episódio no MTv Europe Music Awards em 2006, quando eles ganharam o prêmio de melhor clipe (por 'Never Be Alone') e Kanye West subiu ao palco para dizer que ele era quem merecia, Xavier é bem-humorado:
"Achamos muito engraçado e legal. Sempre tem 'o' momento na cerimônia: é a Britney que beija a Madonna na boca, Janet Jackson que dança com o Justin Timberlake e o peito dela aparece... Naquele ano, o momento 'cool' foi a gente e pensamos: 'É disso que todo mundo vai falar, ele acaba de abrir uma porta pra gente que é quase a melhor do mundo. A gente não era conhecido e graças a isso ficamos'", lembra ele. "Depois, nosso diretor (So Me) fez um clipe para o Kanye West (risos). Hoje estamos bem com ele (Kanye)", jura.
Inspirada pela contratação de John Lydon, vocalista do Sex Pistols, para a campanha da manteiga Country Life, a NME fez a lista das dez campanhas mais esquistas estreladas por rock stars.
A do Bob Dylan pra Victoria's Secret eu achei muito estilosa:
Nenhum problema quanto a Jack White, do White Stripes, compor uma música pra um anúncio da Coca-Cola na Austrália - mas o filme é pra lá de estranho:
Constrangedor mesmo é ver Ozzy fazendo anúncio da Pepsi Twist:
Em tempo: John Lydon não é pioneiro. Ozzy também já fez campanha de manteiga.
Estamos sumidas por pura falta de tempo para postar.
Mas vai aí um aperitivo de Madonna. A qualidade não está muito boa, mas dá para ter uma noção do que vem por aí, pela montagem de vídeos do show de Cardiff, País de Gales, o segundo da turnê, no fim de agosto (e que eu fui)... O momento mais empolgante, para mim, foi o bloco Old School, o segundo do show, no qual ela apresentou uma versão poderosa de 'Borderline'. Mas encerra muito bem também, com o bloco Rave. Dá só uma olhada...
A cantora Rihanna (do hit 'Umbrella') foi anunciada como atração do clube Pacha de Florianópolis, a ser inaugurado em fevereiro do ano que vem. O anúncio foi feito pela assessoria da própria boate.
Ainda não há maiores informações sobre a vinda da cantora, nem mesmo se ela se apresenta em outras cidades.
Rihanna nasceu em Barbados e estorou ano passado com seu segundo disco, 'Good Girl Gone Bad', puxado pelo fenômeno mundial 'Umbrella'. O CD tem participação de Jay-Z (os dois supostamente teriam tido um caso), três faixas produzidas por Timbaland e Justin Timberlake é co-autor e fez backing vocals na faixa 'Rehab'.
Espero, sinceramente, que ela venha por aqui - quem já viu garante que o show de Rihanna é muito bom. Enquanto isso, uma versão de 'Umbrella', feita pelo grupo Manic Street Preachers: