Eu sempre vejo esse vídeo quando passo pelo You Tube, sou viciada mesmo, por isso quero dividir com quem ainda não viu. É muito emocionante essa vozinha cheia de alma de Michael Jackson ainda criança, cantando 'I Want You Back' numa apresentação com os irmãos, ainda no Jackson 5, nos anos 70. Na verdade, se for mesmo de 1972, ele já era um adolescente, mas acho que a data pode estar errada. De qualquer forma... muito dançante, muito emocionante, ele já mostrava que dançava muuuito... e é daquelas músicas que 'vão num crescente', se é que você me entende, levantando qualquer um sem fazer força.
br> Aqui vai a letra, bem como na adolescência, para cantar junto: When I had you to myself, I didn't want you around Those pretty faces always make you stand out in a crowd But someone picked you from the bunch, one glance is all it took Now it's much too late for me to take a second look
Oh baby, give me one more chance (To show you that I love you) Won't you please let me back in your heart Oh darlin', I was blind to let you go (Let you go, baby) But now since I've seen you it is on (I want you back) Oh I do now (I want you back) Ooh ooh baby (I want you back) Yeah yeah yeah yeah (I want you back) Na na na na
Trying to live without your love is one long sleepness night Let me show you, girl, that I know wrong from right Every street you walk on, I leave tear stains on the ground Following the girl I didn't even want around
Let me tell ya now Oh baby, all I need is one more chance (To show you that I love you) Won't you please let me back in your heart Oh darlin', I was blind to let you go (Let you go, baby) But now since I've seen you it is on
All I want... All I need... All I want! All I need!
Oh, just one more chance To show you that I love you Baby baby baby baby baby baby! (I want you back) Forget what happened then (I want you back) And let me live again!
Oh baby, I was blind to let you go But now since I've seen you it is on (I want you back) Spare me of this cost (I want you back) Give me back what I lost!
Oh baby, I need one more chance, hah I'd show you that I love you Baby, oh! Baby, oh! Baby, oh! I want you back! I want you back!
Ele foi um dos maiores nomes da música de todos os tempos. E eu gosto tanto que não canso de ouvir, e não tem uma festa em que eu toque meus CDs (me arriscando como DJ) que não ponha pelo menos um hit dele. Até porque ele tem MUITOS.
E eis que, surpresa e triste com a morte de um dos principais autores da trilha sonora da minha vida, tenho que me enfiar entre textos sobre a vida e obra dele, ligar para gente da música etc., para ajudar a escrever um especial sobre ele.
Na reunião emergencial para listar os pontos importantes sobre ele, não foi difícil lembrar de tantas coisas: esteve no Brasil e criou polêmica ao pedir autorização a traficante para gravar numa favela, é autor do disco que mais vendeu em todos os tempos ('Thriller', de 1982, com mais de 100 milhões), inventou as megaproduções em videoclipes, fez inúmeras cirurgias plásticas e ficou deformado, embranqueceu a pele, foi acusado de pedofilia, tinha um parque de diversões em casa... a lista é extensa, e eu sei ela quase que de cor, porque a música de Michael tá há muito tempo na minha vida - eu lembro do aniversário de um primo em que o tema era ele e a gente ganhava uma luva branca na porta (outra moda criada por ele).
Não vou escrever agora o tanto que ele merecia, amanhã estará boa parte disso n'O DIA impresso, mas não queria deixar passar em branco (sem trocadilho).
E pra quem diz que o Michael só era bom até os anos 80 e blablablá, deixo aqui o vídeo com uma das minhas músicas preferidas dele, a irresistível baladinha 'Give in to Me', do CD 'Dangerous' (1991). Infelizmente, a função 'embebed' do clipe está desabilitada (dá para ver clicando aqui e vale a pena, como sempre), mas achei a música (que tem o Slash, ex-Guns'n'Roses), no 'YouTube':
Depois de lançar 'The Dub Side of The Moon' e 'Radiodread' - homenagens oficiais aos álbuns 'Dark Side of The Moon' (Pink Floyd), de 2003, e 'Ok Computer' (Radiohead), de 2006, em versão dub -, o baixista e produtor Victor Rice e a Easy Star Records anunciam fechamento da trilogia. O projeto agora lança 'Easy Star's Lonely Hearts Dub Band' - que, como o nome explica, faz versões do clássico disco dos Beatles.
O CD conta com participações de peso da música jamaicana: Steel Pulse, Luciano, Frankie Paul, Michael Rose (Black Uhuru), U Roy, Bunny Rugs (Third World), Sugar Minott, Max Romeo, Menny Moore, Tamar Kali, The Mighty Diamonds, Junior Jazz, Matisyahoo, Kirsty Rock, Ras I Ray e Ranking Roger.
Uma prévia do trabalho pode ser vista em São Paulo dia 28, no anfiteatro do Centro Cultural da Juventude (Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641) às 18h30. Victor montará o Strikkly Vikkly DubSystem, baseado numa máquina de rolo com oito canais de áudio separados. Com a ajuda de aparelhos (reverb, delay), ele vai fazer um remix do projeto inteiro na hora. "Quer dizer, dub!", frisa o produtor.
Foi um privilégio assistir ao show dos Skatalites ontem, no Circo Voador. O grupo, formado em 1964 e reunido em 1983, foi simplesmente o precursor de toda a música moderna da Jamaica. E mostrou ontem o porquê de sua importância na história da música (mesmo quem não é fã de ska podia reconhecer alguns dos clássicos).
Essa é terceira vez da banda no País (a primeira foi em 2006, e eu felizmente estava lá), mas o show de ontem foi o primeiro no Rio. E não podia ter lugar mais perfeito que o Circo. "Demorou três anos para conseguir", comentou Bruno Lancellotti, produtor da turnê e dono do selo de ska Radiola Records, diante do público de mais de 900 pessoas.
Foram duas horas de show, que passaram voando. Um feito impressioante se considerarmos que a banda três integrantes da formação original: tem Lloyd Knibbs (bateria), Lester Sterling (sax alto) e Doreen Schaffer (vocal). Completam a banda Cedric "IM" Brooks (sax tenor, ex- Mystical Revelation of Rastafari), Andrae Muchinson (trombone), Val Douglas (baixo, ex-Abssinians), Kevin Batchelor (trompete, ex-Steel Pulse, figuraça), Alexis Falú (teclados) e Devon James (guitarra).
Quando saiu do palco, com o público pedindo bis, Lloyd fez com a mão o sinal de três, sinalizando o horário que o relógio àquela altura marcava. Mas eles voltaram para fechar com chave de ouro aquela festa, que tava com clima tão bom que deu até pra imaginar como eram os bailes na Jamaica quando o ska estava no auge.
Pra quem perdeu, dá pra ter uma idéia do que foi com os vários vídeos publicados por fãs no 'YouTube':