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Ana Carla Gomes

Quinta-feira, 31 Maio, 2007

Afinadíssimas, rumo ao Pan

Foto Divulgação

Juliana e Larissa estão afinadíssimas há duas temporadas no vôlei de praia, período em que conquistaram o bicampeonato dos circuitos mundial e brasileiro. Agora, a dupla está muito perto de garantir a única vaga brasileira no torneio feminino de vôlei de praia do Pan do Rio, em julho. Basta vencer mais dois jogos amanhã, na terceira etapa do Circuito Mundial, em Seul. Elas estrearam na competição hoje, vencendo duas partidas.
"A minha expectativa é muito grande. Quero garantir essa vaga o mais rápido possível. Disputei o Pan de Santo Domingo, em 2003 (ao lado da Ana Richa), e sei o que significa essa competição. Como o Pan agora será no Rio, certamente a emoção será muito maior. Além disso, a estrutura que tem sido montada para os atletas parece muito boa. Vi as obras da Vila do Pan e percebi que é muito maior do que a Vila de Santo Domingo, por exemplo", contou Larissa ao blog, há duas semanas, antes de embarcar para o Circuito Mundial.
Em sintonia dentro de quadra, elas também demonstram estar no tom certo fora dela, contornando as diferenças, até as musicais, para não perder o ritmo. "Adoro ouvir música no último volume. Mas não posso fazer isso nos quartos dos hotéis porque a Larissa não gosta muito e não quero incomodar. Então, fico com o fone de ouvido para não perturbar", conta Juliana.
Já Larissa é mais 'zen'. "No meu Ipod, coloco umas músicas mais calmas para relaxar", explica ela, que não se esquece de colocar no laptop muitas fotos da família, dos amigos e do sobrinho Enzo, para matar as saudades.

Quarta-feira, 30 Maio, 2007

Quem vai ganhar vaga na seleção da rua?

Foto Alexandre Arruda/Divulgação CBV

No prefácio do livro de Bernardinho, ‘Transformando Suor em Ouro’, o jornalista João Pedro Paes Leme conta que, na década de 1980, o reserva de William não tinha vaga na seleção de vôlei da sua rua. “Quando, depois dos jogos do Campeonato Mundial de 1982 ou das Olimpíadas de 1984, íamos para a rua montar a rede e 'repetir' a atuação dos nossos ídolos, não me lembro de alguém que dissesse: 'Eu sou o Bernardinho'. Quase todos queriam representar o papel dos titulares – nossos heróis – e não do levantador reserva”, escreve ele.
Hoje, nos vemos diante de novas caras na Seleção, que certamente ainda não têm vaga nos times da escola, da rua ou do clube. Substituir ídolos como Escadinha, como tem feito o jovem líbero Alan (foto), é tarefa árdua, reconhecida pelo próprio Bernardinho.
“Quando eu jogava, todos queriam ver o William. Lembro de outra situação em que estávamos jogando em Brasília, perdendo por 2 sets a 0 e a torcida pedia o Maurício. Mantive o Ricardinho e vencemos por 3 sets a 2”, conta o treinador.
Com o trabalho de renovação sendo feito gradativamente, fica a expectativa de que esses garotos, depois de Pequim, continuem erguendo troféus e finalmente ganhem seus lugares na equipe da rua.
Detalhe: o levantador que ninguém queria representar é hoje o técnico que muitos querem ter.

Segunda-feira, 28 Maio, 2007

Confirmado: Brasil x Sérvia no Maracanãzinho


Como o Saca Essa antecipou no dia 22, os amistosos da seleção brasileira feminina de vôlei nos dias 30 de junho e 1° de julho, no Maracanãzinho, serão mesmo contra a Sérvia. As partidas foram confirmadas hoje pela Confederação Brasileira de Vôlei. Antes, as duas seleções ainda disputarão outros dois amistosos, mas as datas, locais e horários só serão divulgados posteriormente.
“Os jogos serão importantes como preparação para o Pan, pois a Sérvia estará com ritmo de jogo, já tendo disputado o torneio de qualificação para o Grand Prix. A Sérvia foi terceira colocada no Campeonato Mundial e vem melhorando a cada ano. Será um grande teste”, afirmou o técnico da Seleção, José Roberto Guimarães.

A outra praia da Virna

Foto Divulgação/Bandeirantes

Com a despedida das quadras programada para o fim de 2008, Virna já começa a investir numa carreira na telinha. Contratada pela Band, ela irá comentar os jogos de vôlei indoor no Pan do Rio, em julho. Na foto, Virna (a segunda da esquerda para a direita), aparece com o time de comentaristas da emissora, que tem ainda Ana Paula, no vôlei de praia. Cursando o segundo período da faculdade de Jornalismo, Virna tem feito aulas com uma fonoaudióloga e um treinamento na Band, em São Paulo. “Estou curtindo muito; é o que pretendo seguir. Já tenho feito matérias que estão indo ao ar e uma vez por semana gravo em estúdio. Já gravei também um piloto de um programa com entrevistas, mostrando os bastidores do esporte”, conta ela.
Enquanto as principais duplas do País disputam o Circuito Mundial, Virna ficou no País com a parceira, Sandra Pires, jogando Challengers, o que tornará a briga por uma vaga nos Jogos de Pequim (2008) ainda mais complicada. “Para entrarmos na chave principal do Circuito Mundial, primeiro precisamos ir bem aqui. De que adianta irmos lá para fora, disputar o country cota (torneio que antecede ao qualifying e reúne equipes de um mesmo país) com as brasileiras e corrermos o risco de perder e ficar sem estrutura de treinamento? É claro que essa escolha atrapalha a disputa por uma vaga em Pequim, mas nosso planejamento é jogar o Circuito Mundial a partir do segundo semestre”, explica.

Domingo, 27 Maio, 2007

O raio vai cair de novo?

Alexandre Arruda - Divulgação/CBV

Ricardo Navajas chegou há uma semana em Caracas, para assumir a seleção da Venezuela. Por telefone, o técnico mantém um discurso humilde e descarta uma nova vitória venezuelana sobre os brasileiros no Pan do Rio, como aconteceu nas semifinais da competição em Santo Domingo (2003). Navajas diz que aquilo foi uma fatalidade, lembra que a seleção brasileira vinha cansada da disputa da Liga Mundial e afirma que esse raio não vai cair de novo aqui no Rio. “A seleção da Venezuela não tem como objetivo incomodar o Brasil no Pan e está muito longe disso. Isso nem passa pela minha cabeça. O Brasil está num nível muito superior a todas as outras equipes”, afirma Navajas. O técnico explica que aceitou o convite para comandar a Venezuela motivado pelo desafio de classificar o país para a Olimpíada de Pequim (2008). Mas ele já sentiu que há muito a ser feito. “É preciso mudar a mentalidade implantada aqui pelos técnicos cubanos e investir na estrutura”, conta.

Sexta-feira , 25 Maio, 2007

Vai começar!


Chegou a hora de ver mais uma vez a Seleção masculina de vôlei em ação. Na madrugada deste sábado (às 2h, no horário de Brasília), o time de Bernardinho inicia a disputa pelo heptacampeonato da Liga Mundial de vôlei, contra a Coréia, em Cheonan. A atração, é claro, é a reestréia de Nalbert com a camisa verde-e-amarela. Daqui, veremos algumas caras novas na equipe brasileira, como o líbero Alan, substituto de Escadinha, que se recupera de uma cirurgia no joelho esquerdo. Enquanto o jogo não começa, vale a pena conferir os últimos momentos da conquista do bicampeonato mundial, no ano passado, no Japão, que estão disponíveis num vídeo do You Tube.



Quinta-feira, 24 Maio, 2007

Craque no Playstation

Carlos Moraes - O Dia

A meio-de-rede Fabiana sabe bem como ocupar suas horas vagas no centro de treinamento do vôlei, em Saquarema. A jogadora não abre mão de levar seu videogame nas viagens e já tem até rival na brincadeira: sua companheira de quarto, a ponta Sassá. "São jogos de aventura. Não jogamos uma contra a outra, mas disputamos para ver quem passa de fase", conta a central. Adversárias no jogo, elas gostam de estar do mesmo lado quando o assunto é vôlei. Além de companheiras na Seleção, elas jogam juntas no clube e já renovaram contrato para defender o Rexona, atual campeão brasileiro, na próxima temporada.

Quarta-feira, 23 Maio, 2007

Tão longe, mas tão perto


Foto de Carlos Mesquita - O Dia

Na conversa de ontem com José Roberto Guimarães, por telefone, da Itália, o técnico contou que tem se desdobrado para comandar as meninas do Pesaro e acompanhar a Seleção feminina, que já treina em Saquarema. Hoje, ele estará em quadra na tentativa de empatar a série melhor de cinco das semifinais do Campeonato Italiano contra o Jesi.
“Para fazer a convocação, contei com a ajuda de meus ‘informantes’ no Brasil e ainda assisti aos DVDs dos jogos da Superliga", explicou.
Diariamente, Zé Roberto mantém contato com seu auxiliar, Cláudio Pinheiro, que está em Saquarema. “Estou acompanhando tudo. De uma certa forma, o Campeonato Italiano será um entrave para a nossa preparação, já que as jogadoras brasileiras que ficaram aqui para as finais são muito importantes. Por outro lado, elas estão jogando em alto nível”, disse.
Para ele, a experiência no vôlei italiano será útil na Seleção: “Vim para aprender e conhecer o cenário europeu. Consegui informações sobre muitas jogadoras e assisti a vários campeonatos”.

Terça-feira, 22 Maio, 2007

A Itália não vem mais...

As partidas de reinauguração do Maracanãzinho, marcadas para 30 de junho e 1º de julho, com a Seleção feminina de vôlei, não serão mais contra a Itália. Quem antecipa a novidade é o técnico José Roberto Guimarães, por telefone, da Itália, onde comanda o Pesaro nas semifinais do campeonato nacional. "Depois do campeonato, o técnico da Itália dará um mês de folga para as jogadoras, que irão se preparar para o Grand Prix e para o Campeonato Europeu, que é classificatório para a Copa do Mundo. A seleção da Sérvia deve ser confirmada como nossa adversária nesses amistosos", contou Zé Roberto.

Doce rotina de títulos

Foto Alexandre Arruda - CBV

Quando está na Seleção, ele fatura títulos. E, quando está no seu clube, o Treviso, da Itália, também. Na quinta-feira, o meio-de-rede Gustavo ganhou pela segunda vez o título italiano de vôlei, em seu terceiro ano pelo Treviso. Por telefone, da Itália, o jogador falou sobre a conquista, a renovação do contrato, a vida na Itália e a expectativa pelo Pan do Rio.

Você conquistou o título italiano pela segunda vez. Como você analisa a temporada deste ano?
Gustavo: Foi muito difícil. Perdemos nosso levantador titular por dois meses e tivemos de jogar com o reserva, que é do Egito e não tinha muita experiência. Foi muito mais difícil do que o título conquistado há dois anos.

Você chegou na Itália em 2001 e ainda passou pelo Ferrara e pelo Latina antes de ir para o Treviso. Está se sentindo em casa aí?
Gustavo: Enquanto o time estiver ganhando, eles querem que eu fique (risos). Renovei por mais três anos. Estou muito bem adaptado, assim como minha mulher, Raquel, e meus filhos, Eric, de 7 anos, e Enzo, de 3, que freqüentam uma escola internacional aqui. O grupo também é muito bom. Estamos sempre nas finais e qualquer jogador quer estar numa equipe assim. Estou em dois grupos maravilhosos, tanto aqui quanto na Seleção.

Neste ano, os veteranos terão um período de férias maior até se apresentar à Seleção. Como você está curtindo esse descanso?
Gustavo: Passamos dois dias num parque de diversões com as crianças. Estamos há muitos anos na Seleção e, nesta temporada, os mais jovens terão mais oportunidade de pegar ritmo de jogo e brigar por uma vaga.

Dos centrais que estão vindo aí, quais você destacaria?
Gustavo: O Éder, o Lucas, o Sidão, o Riad. Mas os que impressionaram mesmo foram os dois centrais do Minas, o Jardel e o Alberto, que fizeram grandes jogos nas finais da Superliga contra a Cimed e foram fundamentais na conquista do título.

A volta dos craques ao times do Brasil está mesmo longe de acontecer?
Gustavo: A CBV já teve uma grande idéia (de zerar a pontuação dos atletas que jogam no exterior) e isso já é um começo. Quem sabe, no ano que vem, o campeonato não tenha mais patrocinadores? O problema é que ainda existe uma diferença muito grande entre as propostas do Brasil e as de fora.

Assim que foi iniciada a venda de ingressos para o Pan do Rio, a carga disponível na Internet para a final do vôlei masculino se esgotou rapidamente. Como você encara a expectativa da torcida pela competição?
Gustavo: É legal, a gente se sente orgulhoso com o carinho dos fãs. Ainda teremos a Liga Mundial para nos prepararmos. Pode ser que a gente chegue um pouco cansado, mas, como é uma medalha que ninguém tem ainda, vamos estar motivados.

Segunda-feira, 21 Maio, 2007

Joga ou não joga?

Arquivo Pessoal

Fernanda Venturini voltou há duas semanas ao Brasil com mais um título em seu vitorioso currículo: o do Campeonato Espanhol, pelo Murcia, na primeira vez em que atuou fora do País. A levantadora, que por duas vezes já anunciou sua aposentadoria e voltou atrás, ainda não revelou se continua ou não nas quadras. "Ainda não decidi nada, deixa o tempo passar um pouco", afirmou ela, por telefone, na semana passada. Fernanda só garante que não alimenta mais o sonho do ouro olímpico. "Seleção nem passa pela minha cabeça", decretou. Nos três meses em que esteve na Espanha, o mais difícil foi agüentar as saudades da filha, Júlia, de cinco anos, e do marido, o técnico Bernardinho. "A saudade de casa foi grande, ainda mais da Júlia, porque a gente tinha ficado muito grudada o ano inteiro, depois que eu parei de jogar", completa ela, contando ter feito boas amizades por lá. Na foto acima, enviada por Fernanda, a levantadora (a segunda da direita para a esquerda) aparece com suas companheiras de time. Para o Pan do Rio, Fernanda recebeu convites de duas emissoras para ser comentarista, mas preferiu recusar as propostas para ficar apenas na torcida.

Domingo, 20 Maio, 2007

Medalha emprestada

Carlos Moraes - O Dia

A edição de hoje do Ataque traz uma matéria com Bernardinho lembrando as duas conquistas em Pan-Americanos que o técnico tem no currículo: a de Caracas (1983), como jogador, e a de Winnipeg (1999), como técnico da Seleção feminina. Na reportagem, o comandante posa com a medalha de ouro de Caracas. O curioso é que o técnico - que se mudou recentemente de apartamento -, não tinha conseguido achá-la na casa nova. O jeito foi pedir a medalha emprestada a um dos companheiros daquele time, Marcus Vinícius. Com a 'relíquia' gentilmente cedida, a foto foi feita sem problemas. Confiram a matéria no Ataque!

Sexta-feira , 18 Maio, 2007

Descontração antes da pedreira

Carlos Moraes - O Dia

As Seleções masculina e feminina estiveram juntas até quinta-feira no centro de treinamento do vôlei, em Saquarema. E, mesmo com a rotina pesada de treinos, os jogadores tiveram momentos de descontração, como aconteceu na quinta-feira, quando Bruninho, Samuel e Fabi aproveitaram o dia ensolarado para curtir a piscina. Mas, para os homens, a temporada em Saquarema já terminou. O time embarcou hoje para a França, onde fará um período de aclimatação antes da estréia na Liga Mundial, no próximo sábado, contra a Coréia, na cidade de Cheonan. A briga pelo título está prestes a começar.

Tamanho é documento?

Carlos Moraes - O Dia

Perto dele, qualquer pessoa normal se sente baixinha. Basta ver como ficaram os repórteres nesta semana, em Saquarema, na hora de entrevistá-lo. Com apenas 17 anos e 2,12m, o oposto Renan chama a atenção na Seleção infanto-juvenil. E a expectativa é que ele ainda cresça mais quatro ou cinco centímetros nos próximos anos. O técnico Marcos Lerbach garante que Renan não tem só tamanho. "Ele tem uma coordenação de movimentos muito boa, é ágil", elogia o treinador, afirmando que o grupo atual tem média de altura de 1,98m. O novato, que chega a alcançar 3,46m no ataque, requer cuidados especiais e precisa fortalecer sua musculatura. Uma das preocupações é que o jogador ganhe peso: Renan pesa 'apenas' 85kg, considerado muito pouco para sua altura. Apesar da pouca idade, o jogador se mostra consciente de que só o tamanho não basta. "É o que os técnicos falam para gente, é preciso saber jogar e pensar", afirma. Suas maiores dificuldades no dia-a-dia são para comprar roupa e tênis número 48. E um aviso: para ele, namoradas só acima de 1,75m.

Quinta-feira, 17 Maio, 2007

O comandante está fininho

Carlos Moraes - O Dia

Terça-feira, dez horas da manhã. De Ipod no ouvido, Bernardinho entrava no centro de treinamento do vôlei em Saquarema, vindo de uma corrida na praia, uma atividade que o ajudou a emagrecer cinco quilos nos últimos dois meses. "Estou segurando um pouquinho a boca e correndo na areia. Mas ainda quero perder mais três quilos. Depois, volto a jogar", brincou ele. É bom mesmo o técnico estar em forma para agüentar a temporada desgastante que terá pela frente com a Seleção masculina.

Quarta-feira, 16 Maio, 2007

Férias agitadas

O sonho de conquistar o scudetto ficou para trás. Eliminado nas semifinais do Campeonato Italiano, Giba já trocou o Cuneo, onde jogou na última temporada, por um time da Rússia, que até ele ainda tem dificuldade de pronunciar o nome. Por conta disso, suas férias estão sendo bastante movimentadas. Na semana passada, ainda na Itália, o ponteiro falou, por telefone, sobre o desafio no vôlei russo, a difícil volta ao País, seleção brasileira e as férias ao lado da mulher, a romena Cristina Pirv e da filha, Nicoll.

Como estão as férias?
Giba: "Já fechei para jogar na Rússia no ano que vem e, como estamos há seis anos na Itália, tivemos que preparar toda a mudança para o Brasil. Ainda vamos para a Rússia dar uma olhada em tudo, procurar casa, essas coisas. E ainda iremos para a Romênia, pois faz dois anos da última vez que estivemos lá. Serão todas viagens longas. A Nicoll já tem até carteirinha de fidelidade ouro nas companhias aéreas (risos)".
O que o motivou a trocar a Itália pela Rússia?
Giba: "Principalmente a parte financeira. O campeonato lá está crescendo muito. Assinei por três anos, mas sempre com a opção de poder sair a cada ano".
A volta ao Brasil dos atletas que jogam no exterior ainda está muito longe de acontecer?
Giba: "É bem complicado mesmo. A parte financeira pesa muito. Somos profissionais. Como vamos ganhar um valor no Brasil se podemos ganhar muito mais fora? Nossa carreira é muito curta. Se tivéssemos pelo menos alguma coisa perto do que ganhamos fora do País, ficaríamos no Brasil, onde faz calor e somos realmente reconhecidos. Eu pensei em voltar, assim como todo mundo da Seleção. Conversamos bastante sobre isso".
Você acha que terá algum problema de adaptação na Rússia?
"Não. Com a minha mulher e a minha filha do lado, está ótimo. Quadra de vôlei é igual em qualquer lugar do mundo (risos)"
Esse período maior de descanso nesta temporada até se apresentar à Seleção será fundamental para os veteranos chegarem bem no Pan?
Giba: "Estamos crescendo com o Bernardo a cada ano e ter esse tempo maior de descanso foi um pedido nosso. Afinal, não temos mais 24 anos".
Já dá para pensar no Pan do Rio?
Giba: "Ainda não. Vamos fazer como fizemos todos esses anos, pensando numa coisa de cada vez. Primeiro a Liga Mundial, depois o Pan".
Como você avalia o retorno do Nalbert à Seleção?
Giba: "Ele ajudou a construir esse grupo e nada mais justo que ele possa lutar por uma vaga de novo".


Bem-vindos

O passe na mão, o levantamento perfeito, o ataque indefensável. O jogo de equipe, tão importante nas quadras, também é bem-vindo por aqui. Sinta-se à vontade para entrar e opinar nesse espaço dedicado ao vôlei, a partir de agora.