Outubro, 2009
Setembro, 2009
Agosto, 2009
Julho, 2009
Junho, 2009
Maio, 2009
Abril, 2009
Março, 2009
Fevereiro, 2009
Janeiro, 2009
Dezembro, 2008
Novembro, 2008
Outubro, 2008
Setembro, 2008
Agosto, 2008
Julho, 2008
Junho, 2008
Maio, 2008
Abril, 2008
Março, 2008
Fevereiro, 2008
Janeiro, 2008
Dezembro, 2007
Novembro, 2007
Outubro, 2007
Setembro, 2007
Agosto, 2007
Julho, 2007
Junho, 2007
Maio, 2007
Abril, 2007
Março, 2007
Cláudia Cecília

Sexta-feira , 30 Março, 2007

De tirar o fôlego



Divulgação

Se mesmo com Rodrigo Santoro você ainda precisa de um motivo para assistir '300', aí vai: não é só nosso galã que exibe um corpinho de tirar o fôlego. O filme, que parece ter mais homem do que o Carnaval de Salvador e a arquibancada do Maracanã em Flamengo x Vasco, é um desfile de abdomem sarado nunca antes visto na história de Hollywood. A começar pelo protagonista, o ator Gerard Butler, que não é um Santoro, mas quebra um supergalho - Glória Maria que o diga - e tem, como minha amiga bem ressaltou, um sotaque escocês de arrepiar.

Divulgação

Os corpinhos foram conseguidos às custas de uma malhação literalmente espartana, que deixou os caras tanquinhos em um mês. Dizem que algumas barriguinhas ainda tiveram, mesmo depois de toda tortura, que ser retocadas no computador, mas quem liga? Se os homens há tempos são enganados pelos artistas gráficos das revistas masculinas - aqueles mágicos capazes de estinguir a celulite e as gorduras localizadas do planeta -, não seremos nós que vamos reclamar agora. E são 300!!

É o poder



A cena vale como um toque. Dona D, funcionária pública, 66 anos, uma figuraça simpaticíssima à la Carmem Verônica, estava no salão de beleza agora à tarde resmungando com uma amiga que o namorado não parava de ligar. Abriu o celular e, com cara de quem está podendo, contou as ligações não atendidas. "Sete! Pode? O homem já ligou sete vezes", resmungava, fingindo que não adorava aquilo. E saiu reclamando: 'Ja avisei que no ônibus eu não atendo porque não quero ser assaltada. E no salão, com o secador nos meus ouvidos, eu não escuto. Então, não adianta ligar". Quando a amiga sugeriu que ela retornasse logo tantos chamados, esnobou: "Deixa ele esperar mais um pouquinho"

Dona D e seu amado, um delegado aposentado de 67 anos, estão namorando há quatro anos. Ela se orgulha de ter feito muito jogo duro quando percebeu que ele a estava azarando, de ter mudado o visual meio cafona dele - usava sapatos brancos, vê se pode -, e de conseguir que ele, que adora 'aquele porre' de música clássica, a leve nos shows do Leonardo. Passam o fim de semana juntos, mas domingo, às seis da tarde, ela dá um jeito de mandá-lo de volta para casa, para não enjoar. Dona D faz o maior tipo, o tipo poderosa, mas é indisfarçavelmente apaixonada.

E a gente, de 20, 30, 40, passa dois meses sozinha, acha que o mundo está perdido, e se joga sem limites na vida do primeiro que aparece. Dona D precisa dar umas palestras.


Quinta-feira, 29 Março, 2007

Mulher de peito

Vem da Clara, nossa leitora mais fofa, a notícia quentíssima. Moradores de Laranjeiras acabam de assistir, de boca aberta, a uma cena no mínimo inusitada. Uma motorista, obviamente estressada, viu seu carro enguiçar no meio da Coelho Neto, em direção à Pinheiro Machado. No meio da rua, literalmente, e, para piorar, em frente à garagem de um prédio. O porteiro, igualmente estressado, saiu à calçada para reclamar, assim como fizeram todos os outros motoristas, todos muuuito estressados, que ficaram parados atrás.

Daí que a moça saiu do carro. De minissaia, salto 15, e um estresse indisfarçável, a coitada só conseguia berrar 'o que eu posso fazer? enguiçou! o que eu posso fazer?'. Diante da insistência dos impacientes, intolerantes e inúteis reclamantes, e do barulho das buzinas, a moça perdeu o controle e, num momento de fúria, abriu a blusa daquele jeito que o Super-Homem faz, abaixou o sutiã e gritou: 'E aí, vão encarar?'

É isso, amigos, há 20 minutos tinha uma mulher de peito de fora na Rua Coelho Neto, Laranjeiras, na hora do rush, com o carro enguiçado, perguntando se alguém seria capaz de encará-la. Ninguém foi. Deram logo um jeito de encostar o carro.

Pena que não estávamos lá para aplaudir!





Síndrome de Sharon Stone

Dida Sampaio/Ag EstadoUm manual que a gente deveria ter sempre à mão é 'como se sentar e cruzar as pernas em público vestindo saia curta'. Porque se tem uma armadilha em que a gente cai com facilidade é essa. Por mais sarada que seja uma mulher, a compressão da parte traseira da perna na cadeira não costuma provocar uma boa imagem. O movimento de deslocar essa parte, deixá-la flutuando no ar por alguns segundos até que se sobreponha à outra perna, também não. Então, amiga, se correr algum risco de alguém te fotografar nesse momento, e considerando que você não é a Sharon Stone nem a Luma de Oliveira, proteja suas partes mais íntimas discretamente com a mão na frente ou você se arrependerá desse simples gesto por muito tempo.

Ou alguém acha que Marta Suplicy ficou satisfeita com essa foto publicada na coluna Informe do DIA hoje? Ok, foi uma ousadia aparecer em solenidade em Brasília de tailleur branco, curto e sem meia calça. Mas a pose foi só um descuido da ministra, que, justiça seja feita, está podendo. E muito. Acabou de fazer 62 anos e não se vê uma celulite naquela região que costuma ser celeiro dessa praga. Ainda assim, não foi uma imagem das mais elegantes, e com a elegância, pelo menos a física, a gente sabe que a Marta se preocupa.

Francisco Silva / Ag News Quem também andou sentando sem modos, como diria minha mãe, foi Ivete Sangalo, na apresentação de seu DVD ao vivo no Copacabana Palace, essa semana. Uma saia curta e uma cadeira de frente para os fotógrafos produziram cena que vai povoar o imaginário masculino por muito tempo. Sucesso total a calcinha vermelha da musa baiana combinado com o esmalte. Salto Agulha não tem dúvida: Ivete é tudo.

Na dúvida, voltamos ao conselho dado por nossas antecessoras: calcinha velha e furada, só para dormir. Nunca se sabe o que vai acontecer na rua...


Quarta-feira, 28 Março, 2007

Mulherzinha e implicante


Como representante da condição feminina, a coluna Salto Agulha seguiu o caminho que o destino lhe reservou: ouviu seu despertador biológico tocar e decidiu procriar. Acontece com muitas de nós, vocês sabem. Começamos procurando um bom parceiro (no caso, O DIA Online estava aí para isso mesmo) e lá vamos nós fazer filhos. Nove semanas - ou teriam sido nove dias? - depois, estamos aqui: o blog, ou filhote, da Salto Agulha, e eu, disposta a perturbar leitores agora diariamente com uma visão bem mulherzinha e muito implicante do mundo.

Pois então, se achamos o fim da feira a brasileira que se orgulhou de ganhar dinheiro com a apalpada do príncipe William; se estamos torcendo para um vilão se dar bem na novela das 8 só porque ele é o Wagner Moura e é impossível odiar o Wagner Moura; se precisamos muito dividir com as amigas nossa ida àquela sex shop incrível que abriu outro dia, e se ficamos a ponto de cortar os pulsos toda vez em que o anúncio de fast food mostra mães que trabalham e mães que não trabalham fora, é aqui que vamos desabafar, fofocar, resmungar, amar e odiar. Com humor e sem fazer inimigos, claro, que esse blog veio ao mundo a passeio. Ah, e se os homens quiserem invadir nosso precioso espacinho para concordar, discordar, perguntar, sugerir, vamos adorar. Sejam todos bem-vindos.