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| Cláudia Cecília |
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Uma amiga jornalista questionou: por que raios Grazi não fala em nenhuma das chamadas da nova novela das seis, 'Negócio da China'? Justo ela, que será a protagonista, é a única muda das tais chamadas. A minha amiga está achando que Grazi ainda não conseguiu gravar nenhuma cena digna de ir ao ar. Teve todo aquele bafafá de o Miguel Falabella ter pedido para refazerem as cenas dela e coisa e tal e a coitada vai estrear sob uma expectativa tão grande que é capaz de cair seca. Acho que Grazi deve estar esperando o maldito sotaque sumir de vez para abrir a boca. Se vai segurar a onda de protagonista, não sei. Mas a de mulher bonita, a onda de musa, Grazielli está segurando como ninguém. Ela e o Cauã estão, na minha modesta opinião, disputando com Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert o posto de casal mais bonito do país. Grazi soube virar uma moça fina como ninguém e as fotos aí embaixo, dos dois na festa de lançamento da novela, não negam.

 Lindos de doerFalando em expectativa, tem também o Fábio Assunção, sobre quem estão todos os olhares dos curiosos, loucos para saber se os tais problemas pessoais foram superados. Torço por ele, que, sim, já está com cara de homem mais velho, mas continua o Fábio Assunção.  Ele merece nossa torcida
Só tenho uma coisa a dizer nesse momento: ca-ra-ca, o que foi essa cena do Damião com a Dedina ainda agora em 'A Favorita'??!!!! 'Vai me machucar?' é tudo o que muita mulher a-do-ra-ri-a dizer para o Malvino Salvador. Ainda mais para o Malvino Salvador sem camisa, enrolado na toalha, que vai responder te jogando contra a parede! Passo maaaaaaal, muito mal. Depois dessa, decidi incluir João Emanuel Carneiro nas minha preces. Helena Ranaldi com certeza já fez isso.
Não chama assim duas vezes, não...
OS BONS, OS MAUS, OS NOSSOS
Uma trama precisa ser feita de conflitos, porque sem conflito não há roteiro e isso a gente já sabe, mesmo que nem pense nesses detalhes. Mas não fossem as crises, as dúvidas, as escolhas, o bem e o mal etc e tal, não teríamos o menor interesse por filmes, livros, novelas ou qualquer obra de ficção que buscasse nos entreter. Como há limites para a criação e a lista de conflitos possíveis na vida parece ser finita, acabamos voltando a velhas questões. Como a dificílima escolha entre homem bonzinho e homem canalha. É, amigas, dei essa volta toda, fiz essa introdução seriíssima para chegar à pergunta que interessa: Cassiano ou Halley? Sim, os mocinhos da novela das oito, interpretados pelos dois gatos Thiago Rodrigues e Cauã Reymond, ambos candidatos a final feliz com a mocinha Lara de Mariana Ximenes, nos fazem reviver essa dúvida deliciosa. Porque, convenhamos, felizes as que já tiveram a chance dessa incerteza e a dificuldade dessa escolha.
Outro dia saiu uma dessas pesquisas, inglesa provavelmente, garantindo que as mulheres preferem os canalhas. Sempre defendo a teoria de que as pessoas mentem nas pesquisas e mulher, então, que agora entrou nessa onda de parecer sempre a mais bem-resolvida das criaturas, anda mentindo que é uma beleza. Então não sei se é uma questão de preferir. O que é indiscutível é que os canalhas têm seu valor. Ô, se têm. Claro que a canalhice em questão não envolve mau-caratismo, porque para isso, amigas, eu particularmente acho que não há concessão. É apenas um jeitão bad boy de ser que, sejamos sinceras, mexe com a gente. É homem com pegada. Homem que deixa a gente nervosa, que faz aquele frio na barriga doer e que, invariavelmente, nos faz sentir umas idiotas. Um Halley, sem tirar nem pôr. Se tiver a cara do Cauã, então, ou pelo menos o corpo do Cauã, a gente acha que morreu e foi para o céu.
Pode ser que estejamos, finalmente e sem muita imaginação, repetindo o modelo masculino e decidindo que os bons são para casar e o maus, para se divertir. Mas sem querer depreciar o gênero feminino, não acho que tenhamos chegado a esse nível de controle da situação, não. Nem somos tão simples como eles. Então acho que tanto nos divertimos quanto nos entediamos com uns (os puros) ou com os outros (os safados). O que é bem mais interessante do que limitá-los a só uma possibilidade, convenhamos.
Então vamos aos Cassianos. É bonzinho, corretinho, fofinho e quase sem graça, mas não é bobo. E é romântico. E a gente bem que gostaria de ter alguém que nos fizesse música, assim como adoramos a vez em que aquele namorado nos gravou uma fita - ops, ato falho, um CD, claro, que ninguém aqui é do tempo da fita. O sexo pode não ser selvagem, mas a gente também adora uma luz de velas e um som ambiente. E se for gatinho como o Thiago Rodrigues, então, ou pelo menos se tiver o charme do Thiago, a gente acha que morreu e foi para o céu.
A idéia é defender que toda mulher merece ser Lara em algum momento da vida para passar por esse dilema. Ah, sim, e, sem nenhuma falsa moral, saber que só se pode escolher entre o que se conhece, o que torna muito justo que experimentemos os dois lados. Para, no fim, independentemente da escolha que se faça, chegarmos à conclusão de que homem é bom de qualquer jeito. E uma vez nosso, moldamos ao nosso jeito. Poder não nos falta.
Hoje vamos de sorriso. Porque nenhuma mulher, em sã consciência, é capaz de resistir ao sorriso do ator norte-americano Matt Damon. E Matt, não satisfeito em ser gato, charmoso até a última raiz dos cabelos e excelente ator, é daqueles que só melhoram com o tempo. Está com 38 anos e é um espetáculo. Então, queridas, vamos todas invejar a argentina Luciana Bozan Barroso, com quem Matt é casado e tem duas filhas, Isabela, de dois anos, e Gia, de um mês. Além de tudo, é um homem família. Ah, Matt está em cartaz no Festival de Cinema do Rio, com o filme 'Che'.


 O genro que mamãe pediu a Deus
Estou desenvolvendo uma relação de amor e ódio com 'A Favorita', mas acho que a idéia dos novelistas é essa mesmo. O fato é que, aproveitando-me, como já contei, do fato de trabalhar de frente para várias TVs, não perco um capítulo. Então aí vão minhas considerações:
* Odeio a Flora. Cansei dessa esquizofrenia, da maldade desmedida e das caras e bocas de Patrícia Pillar. * Amo o Haley de paixão. O personagem é ótimo e Cauã está cada vez mais delicioso * Odeio com todas as minhas forças a Sol de Deborah Secco. Não consigo nem achar graça no Orlandinho, porque todas as cenas dele, infelizmente, são com ela * Amo o Malvino Salvador, pelo conjunto da obra * Odeio a Dedina da Helena Ranaldi, não por pular a cerca, mas por ser uma mala. Estou doida para eles serem flagrados logo * Amo o núcleo Copola e adoro o verdureiro Vanderlei, que é um fofo * Amo Donatella e acho que o núcelo dos ets ganhou muito com a presença dela * Odeio que essa novela quebre a tradição de fazer capítulos mornos aos sábados, porque nunca vejo aos sábados e acabo perdendo ótimas cenas * Amo ler tudo o que vai acontecer e não vejo a hora de assistir à cena em que Flora tenta matar o pai envenenando ele e, não satisfeita, tentando retalhá-lo com uma faca elétrica, como contou nossa colunista Regina Rito hoje (leia aqui) * Ah, sim, e estou revendo minha posição em relação ao Dodi - estou quase caindo na conversa do Murilo Benício de que aquela voz e o jeito de falar eram essenciais à composição do personagem - e à Alícia, porque só ela pode dar um pouco de tempero ao sem graça do Cassiano. Enfim, estou uma noveleira típica, da pior espécie. Adooooro.
   Meus favoritos
A Cidade do Samba bombou ontem à noite com as escolas apresentando seus enredos para o Carnaval 2009. Aí aparecem as fotos do evento e olha que graça a Adriane Galisteu - que, antes que vocês esqueçam, é madrinha de bateria da Unidos da Tijuca - fazendo a fofa com as colegas de Sambódromo. Teve beijinho na boca para a porta-bandeira Lucinha Nobre e beijinho quase na boca da destaque/madrinha/sei lá o quê Viviane Araújo. Tããão amigas que até me emocionei. Esse negócio de mulher ficar dando selinho em mulher é coisa de São Paulo, não é não? Tipo um jeito meio Hebe de ser? Agora, justiça seja feita, Adriane, finalmente, estava vestida adequadamente. Ah, claro, pagou calcinha, para variar, mas achei que nem merecia mostrar.


 Beija euQuem brilhou também foi Paola Oliveira, madrinha de bateria da Grande Rio. Esse povo do samba, ou melhor, das escolas de samba, finge que não, mas adora ostentar e alardeou-se que essa fantasia, feita para ela usar só ontem, custou R$ 12 mil. Imaginem o que não vai rolar no dia do desfile. Não vou dizer que estava ruim, mas não sei não, Paola e essas coxas grossas (ressaltadas pela meia-calça espessa) não me convencem. 
 Acho que falta pegada...
Para incrementar a série "que país é este", achei que deveria contar a vocês essa história. Levei Maria Clara e minha sobrinha Bárbara para assistirem a Disney Princesas no Gelo, no Maracanãzinho, numa sessão de 11 da manhã. Como já haviam me dito que as meninas estavam indo todas fantasiadas, Maria foi de Cinderela e Babi, de Branca de Neve. Na entrada, nos encontramos com uma grande turma de escola pública, que também ia assitir ao show e algumas meninas ficaram encantadas com as duas pequenas fantasiadas, a ponto de uma delas perguntar à minha sobrinha se ela ia dançar também, o que, claro, me deixou arrasada.
O grupo era enorme, com mais de 50 crianças, todas com camisetas da Suderj, porque nesse país não se faz nada de graça e para assistir às Princesas aquela turma tinha que deixar bem claro quem estava pagando, bancando outdoors ambulantes. Mas, enfim, isso é outra história. O que acontece foi que no final, coincidentemente, saímos todos juntos. Eu, as meninas, e a criançada (deviam ter entre sete e nove anos) pela rampa do Maracanãzinho abaixo. O inusitado é que eles estavam cantando, aos berros, feito torcida organizada: "uh, Cindereeela, uh, Cindereeela". Maria Clara, que ia à frente como uma destaque abre-alas, na hora achou que era com ela. E eu, preocupada em botar minhas meninas no clima, peguei as duas pelas mãos e pulei e cantei junto.
Agora vem o inacreditável. A professora que liderava o grupo se vira e grita: "Olha a Cinderela ali morrendo de medo de vocês!". Alguém aí acredita nisso? Fiquei passada, mas na hora olhei para trás e disse: "Que medo nada, ela está amarradona, crente que é com ela". Felizmente as crianças não deram confiança à professora e no fim estavam todos dando tchau e jogando beijos uns para os outros.
E eu estou até agora pensando que se uma professora bota a auto-estima de seus alunos no pé dessa forma, se a pessoa que estudou e tem o papel de educadora faz questão de ressaltar as diferenças, de instigar a luta de classes desse jeito, que esperança a gente pode ter nessas crianças?
 Precisamos urgente de uma fada madrinha!
Beleza comprada e cara
Amanhã começa a primavera, mas fiquem tranqüilos que não vou usar esse espaço para um texto poético sobre a estação das flores, até porque poesia não é o forte desta coluna. O momento é de tensão e a prova está na capa desta revista. Mudança de estação dá um trabalho danado para nós, mulheres, que temos que, num piscar de olhos, esquecer tudo o que aprendemos sobre moda e beleza para o inverno e absorver instantaneamente as novidades para os meses que se seguem. Os três meses que se seguem, apenas, porque em dezembro vai mudar tudo de novo e ai de você, sua ultrapassada, se não conseguir acompanhar. É muita cobrança, muita pressão, uma barra, e só sendo muito zen, muito desapegada da vida mundana para não se deixar abater. Isso sem considerar a contagem regressiva para o verão e tudo o que seu espelho anda lhe dizendo sobre isso, mas disso já tratamos em outras colunas, então vamos esquecer a boa forma (pelo menos hoje) e nos ater ao vestuário e ao make-up, que é como somos obrigadas a chamar atualmente.
Se estamos entendendo direitinho, temos até as 12h44 desta segunda-feira, quando o inverno se despede, para usar aquele hidratante reforçado que combate o ressecamento da pele no frio, porque às 12h45 ele já estará totalmente obsoleto e se você não tiver um creme com autobronzeamento, daqueles com pequenas partículas douradas, você não é ninguém. Então aproveite que as farmácias abrem domingo e corra para se abastecer. Se você for morena, compre também um esmalte vermelho forte e um fúcsia, porque eu li que serão as cores do momento. Se você for branquinha, aposte num rosinha claro - mas nada de misturinha, que é a mor-te - e no fúcsia de novo porque aprendi que esse serve para qualquer tom de pele. Procure também por umas canetas corretivas para olheiras, mesmo que você nem tenha olheiras, porque todo mundo terá uma canetinha dessas e você não vai querer ser excluída desse mundo. Ah, claro, e todo e qualquer creme, incluindo os para o dedão do pé, assim como toda e qualquer maquiagem, incluindo o rímel de sobrancelha, têm que ter filtro solar, porque o coitado do sol virou o bicho-papão das mulheres modernas e finas - de preferência muuuito finas.
Até o fim da semana já estaremos estafadas e com um rombo na conta bancária, mas sorrindo de orelha a orelha porque esse bonde da ditadura estética não podemos perder jamais. Então vamos comprar nosso vestido longo, aqueles tic-tacs (grampos, para as mais velhas) ou arcos com flores para enfeitar os cabelos e pelo menos uma sandália de salto vírgula, para dar uma atualizada básica no armário. O quê? Você não sabe o que é um salto vírgula? Tsk, tsk, tsk. Corre para as bancas, querida, e aprenda, antes que seja considerada um caso perdido. E compra uma revista de decoração porque é claro que sua casa também tem que se preparar para a nova estação.
Por fim, evitando os exageros - ninguém precisa imitar o novo corte de cabelo da Victoria Beckham, por exemplo - e nos agarrando ao senso de ridículo como se fosse um terço - coisa que farei logo depois que comprar meu sonhado macaquinho - , vamos sobreviver a mais uma temporada de mudanças lindas, louras, artificialmente bronzeadas e escovadas, exatamente como dizem que temos que ser.
Sempre fico na esperança de que o gato de sexta-feira gere polêmica, porque unanimidades não têm lá tanta graça. Mas aí lembro de algum daqueles tipo indiscutível e aí vem aquela dezena de comentários felizes. Não que queira desagradá-las, meninas, a idéia é só gerar uma discussãozinha acalorada. Então aí vai mais uma tentativa. Eu amo, adoooro, acho ele tu-do de bom nessa vida, mas não sei se estou a fim de assistir a 'Ensaio Sobre a Cegueira', porque tenho medo de que o filme seja muito deprê e ele é o vilão. Mas chega de lero-lero: com vocês, o delicioso mexicano Gael García Bernal. Ah, já ia esquecendo: hoje eu ousei um pouco e resolvi presenteá-las com um nu. Façam bom proveito.



 Muy, muy, muy guapo
A notícia da semana foi a que recebemos hoje: ladrão roubou carro em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e no caminho percebeu que tinha um menino dormindo no banco de trás. Ligou para a polícia, confessou o roubo e avisou que estava deixando o carro em um lugar tal para que os pais fossem buscar o garoto que, mais tarde descobriu-se, tem cinco anos. E o bandido ainda deu uma bronca nos tais pais, que estavam num bar enquanto isso. A conversa do ladrão com a polícia foi gravada e é simplesmente sen-sa-cio-nal:
Ladrão - Seguinte, ó: vou ser bem sincero contigo. Eu roubei um carro ali, agora. E peguei o carro e tinha uma criança dentro, cara. E não vi, entendeu, não vi. Então o que que fiz? Peguei o carro e botei o carro atrás do Enave, tá. Então tu manda uma viatura lá e manda o filho da p. do pai dele pegar ele e levar pra casa. Um piazinho, tá. Polícia - Tá ok. Ladrão - É um monza. Tem um piazinho dormindo no banco de trás, tá. E diz pro pai dele que se ele não ir... próxima vez que pegar aquele auto e tiver o piá lá, eu vou matar ele.
Para quem não entendeu, "eu vou matar ele" diz respeito ao pai, que largou o moleque no carro. Aliás, padrasto, mas isso o ladrão não sabia. Agora vejam se isso não é o Brasil em sua essência: bandido paternal liga para a políca, pais largam filho dormindo em carro, polícia fica satisfeita com atitude do ladrão, que ainda ameça roubar o mesmo carro novamente. Adoooooro!! Ah, sim, a mãe, claro, se disse arrependida, jurou que foi a primeira vez que isso aconteceu e que não vai se repetir, mas vai ter o conselho tutelar nos calcanhares dela.
Estamos na última semana do inverno, mas baixou um calor nas celebridades e uma galera resolveu tirar a roupa. A modelo casadoira Isabeli Fontana e o jogador de pólo Rico Mansur posaram assim, peladinhos da silva, para a revista Wish Report. Esses dias eles inauguraram um restaurante em São Paulo em que são sócios de mais meia dúzia de casais. Estão animados os dois. E a atriz Fernanda Machado aproveitou que é bonita e que o namorado é fotógrafo e fez um ensaio sem roupa para a RG Vogue. É claro que do outro lado, com a câmera na mão, estava Marcelo Faustini, o amado da bela. Adorei as duas fotos, mas achei Ricardo Mansur meio magricelinha. Essa coxa, sei não, não me convenceu.

 Nus com a mão no bolso
Essa a gente tinha que comentar: o que foi Lucas Lima postando no blog da Família Lima na madrugada de seu casamento, depois da festa? Melhor dizendo, em plena noite de núpcias!!!!???? Tudo bem que a gente sabe que quando o casamento é bom mesmo, quando a festa é um sucesso, a noite de núpcias costuma ser um fracasso: cai um para um lado e outro para o outro, vencidos pelo cansaço e as taças de espumante que tomaram. Mas dormir é muuuuito mais digno do que ir postar no blog, né? Aí vai o texto do noivo na íntegra. Ah, e sabem o que é o pior? Ele sequer menciona a noiva!!!! Será que Sandy gostou disso? E para quem queria saber minha opinião: detestei o vestido, que é um excesso de informação só, e detestei a gravata do Lucas. Mas a Sandy é uma boneca e nem com muito esforço conseguiram deixá-la feia.
SET 13 ESCRITO POR LUCAS LIMA Caseeeeeei!!!! É isso aí!!! Casemo!!!! (erro proposital, blz? ehehehehe) Foi a noite mais incrível da minha vida! A festa tava perfeita; pra qualquer lado que olhava só tinha gente legal!!! Aí embaixo uma fotinho exclusiva aqui pro blog (eu sei que está parecida com a que saiu, mas é um pouquinho diferente, vai...vocês já me conhecem, então sabem que isso é mais do que eu costumo fazer, né)

Muito obrigado pra quem respeitou a nossa escolha de como levar os preparativos. E tenho que dizer: valeu muito a pena! Amanhã vou tentar postar pra vocês o release que mandaram pra imprensa, daí vocês podem conferir com o que saiu em outros lugares! ehehehehe Fui, porque tô morrendo de sono (são 6 e pouco da manhã!!) Abraço
Cada um tem a lua-de-mel que merece.
Das poucas fotos que vi do discreto casamento de Sandy, elegi a melhor mulher da noite: Noely Lima, a mãe da noiva. Aliás, um parênteses: muito estranho esse casamento em que as duas famílias têm o mesmo sobrenome, né? Não fosse a família Xororó toda composta por baixinhos, seria impossível saber quem é parente de quem. Mas voltando à questão: Noely é a mais chique de todos os casamentos e festas chiques que vi esse ano. Já simpatizo com a mãe de Sandy e Junior há um tempo. Ela é fina, discreta e cuida da carreira dos filhos sem bancar a mãe de miss. E na boda da filha - como as revistas adoram chamar casamento agora - ela estava perfeita. O vestido de seda dourada, feito pela mesma estilista que vestiu a noiva, caiu muito bem nesse corpinho que, diga-se de passagem, está ótimo. Maquiagem bacana, cabelo idem, carteira fina. Palmas para Noely. Se faz sentindo aquela dica que se dá aos homens para que olhem bem as sogras e assim saberão como ficarão suas mulheres, Lucas Lima deve estar gostando do que antevê.
Feitas na mesma fôrminha

Pequenas dominadoras
Se você quer se vingar de um homem, dê a ele uma filha mulher. Foi a conclusão a que cheguei esses dias. Tudo bem, não precisa ser tão dramático, posso reformular. Se você quiser dar um pouco de merecida aporrinhação a um homem, se quiser fazê-lo sair do sério de vez em quando, como ele fez com você e tantas outras, tenha com esse sujeito uma criança do sexo feminino. Porque é exatamente como haviam me contado: filhas fazem pais de gato e sapato. E não venha você, a mãe, fingir que não se diverte com isso, porque ninguém acredita. Dá, sim, admita, uma boa sensação de 'é, meu querido, o mundo dá voltas', fora o orgulho de ter trazido ao universo alguém que faça aquele sujeito comer na mão dela, já que você pode até ter conseguido isso uma vez ou outra, mas não com tanta freqüência nem tanta categoria.
Foi exatamente assim que se sentiu uma amiga na semana passada, quando viu o marido sair do banho correndo e dizer 'vamos agora buscar a fulana na festa'. Estranhando a pressa em tirar a filha do aniversário da amiga, ela, a mãe, perguntou o porquê daquele desespero todo e descobriu que a menina, de 9 anos, tinha ligado para dizer ao pai que estava tudo bem. 'Ela está brincando de salada mista!', berrou ele, vestindo a roupa a caminho da porta. Ela não sabia se segurava o marido ou esperava até que conseguisse parar de rir e, assim que se recuperou, ponderou: 'O que você pretende fazer? Arrancá-la de lá à força, dar um escândalo, bater nos meninos que estão brincando?' Assim, conseguiu convencê-lo a recuperar a calma e tratar a situação com a maior normalidade possível. Mais tarde, ela foi conversar com a filha sobre a brincadeira, na frente dele, e numa tentativa de criar cumplicidade, contou como era no seu tempo. 'Pêra era aperto de mão, maçã era beijinho no rosto', descrevia a mãe. 'E salada mista é beijo de língua', completou a menina, na maior tranqüilidade. O pai não se recuperou até hoje e já teve umas duas vezes em que ele acordou no meio da noite sobressaltado e minha amiga tem certeza de que ele estava sonhando com isso, apesar de a filha ainda não ter passado perto do nível mais alto da brincadeira.
Nessa hora, resta a nós, as mães, sermos racionais para tentar controlar a situação. Até porque acho que nós temos memória melhor do que a deles e conseguimos lembrar, por exemplo, que nunca uma salada mista nos obrigou a beijar quem não queríamos e que de fato demorou até que chegássemos aos finalmentes. E que prometíamos beijos de língua mas não passávamos do selinho. Também conseguimos lembrar que enquanto meninos da nossa idade ainda reduziam o universo deles a futebol e games, nós já estávamos nos divertindo com os mais velhos, na maioria das vezes com o controle absoluto da situação e sem que isso significasse que estávamos no caminho da perdição. Mas eles, coitados, não têm essas lembranças e, mesmo se tivessem, ficam muito perturbados para evocá-las.
Provavelmente fizemos igual com nossos pais, mas eles não nos dariam o mole de nos fazer relatos. Então vamos nos surpreendendo e nos divertindo com essas pequenas dominadoras, que não se intimidam com voz grossa e cara séria, que incluem e excluem eles de suas brincadeiras e rotinas quando bem entendem, que têm absoluta noção de seu poder de sedução, mesmo que nem saibam o que é isso ainda, que, resumindo, transformam seus pais em súditos. É ou não é um doce sabor de vingança?
Nossa colunista Regina Rito, da coluna Telenotícias, de O DIA, rolou no espinho ontem, como dizia um antigo editor, e arrebentou: foi convidada para o casamento de Juliana Paes e, uma vez lá, fez barba, cabelo e bigode. São da Regina as ótimas fotos da primeira página do jornal hoje e as que publico aqui, para fofocarmos bastante. Aí estão mais detalhes do vestido de Ju Paes, com o polêmico decote, o noivo e alguns convidados. Meu troféu abacaxi vai para Priscila Fantin e Deborah Secco, que cometeram a supergafe, o horror de ir de branco a um casamento. O resto achei normal. Sinceramente, ninguém caprichou muito. Ah, sim, e quanto ao noivo, para um Hermenegildo Zegna esse terno poderia ter assentado melhor - o paletó sobrou nos quadris e na manga. E eu prefiro noivos de preto.



 
  Os noivos, Gisele Itiê com Kevin Tang, Priscila Fantin e amiga, Deborah Secco, Angélica e Huck. Normais. E jura que vocês acham o noivo lindo?
Tudo bem que a gente gosta de uma celebridade, das fofocas que elas, as celebridades, nos permitem fazer e coisa e tal, mas que tem hora que isso vira uma loucura, ah, tem. Estou dando graças a Deus que o casamento de Juliana Paes é hoje porque eu já não agüentava mais ler sobre tudo o que vai acontecer nesse casamento. Pois bem, a festa está rolando agora e tem site cobrindo minuto a minuto! Até a hora em que o vestido chegou no hotel onde ela se arrumou a gente ficou sabendo! As cerimonialistas e o pessoal do bufê estavam dando coletiva! Soubemos até que os jornalistas que estão na porta lancharam pão com mortadela. Ah, peraí, né? Menos, que não é pra tudo isso. O que acho graça é que o noivo, coitado, se já fica em segundo plano em casamentos comuns, nesse ele é quase figurante. De todas as notícias bombantes, incríveis e superimportantes que você leu, viu e ouviu sobre este enlace matrimonial - a melhor delas, para mim, foi a de que a família chegou na festa, há poucos minutos, numa van com placa de São Gonçalo -, quantas diziam respeito a Carlos Eduardo Batista, o noivo? Mas nada disso significa que este blog seria capaz de ignorar a noiva do ano. Então, com vocês, Juliana Paes vestida de noiva. Podem comentar à vontade.
 Não é o vestido dos meus sonhos, mas ela está linda
FELIZES PARA SEMPRE
Dizem que Dorival Caymmi morreu de amor. Estava com 94 anos, tinha câncer há quase 10, superdebilitado, mas teria sido a ausência de sua Stella Maris, com quem foi casado por quase 70 anos e que estava internada, em coma, o verdadeiro motivo de sua despedida. A vida podia fazer sentido com todas aquelas dificuldades - o corpo velho, a doença... -, mas jamais sem sua companheira, que partiu apenas onze dias depois. Essa semana, Waldick Soriano morreu, também de câncer, aos 75 anos, sem conseguir realizar seu último desejo: casar-se com a mulher com quem vivia há 37 anos. O cantor que levou a breguice às últimas conseqüências não queria ir embora sem transformar seu amor oficialmente em esposa e chegou a comprar alianças, mas não deu tempo. No mesmo dia, morria também o ator Fernando Torres, levando com ele um pedaço de Fernanda Montenegro, com quem foi casado por 56 anos. Três casais que talvez nem tenham ouvido do padre a frase 'até que a morte os separe', mas que levaram a idéia a sério, para nossa total comoção.
Antes que me acusem de tentar impor o baixo astral em pleno domingo, aviso que o objetivo é justamente o contrário. As três histórias de amor servem para ajudar a Salto Agulha em sua campanha a favor do casamento. Porque nós resmungamos, queremos matar uns maridos de vez em quando, amaldiçoamos quem inventou isso de juntar escovas de dente, mas vamos confessar que ter marido, quando por livre e espontânea vontade, é muito bom. E agora, antes que me acusem de querer deprimir as solteiras, outro aviso: não se trata de achar que casamento é a única possibilidade de vida feliz, mas é uma possibilidade e, ao contrário do que muitos pregam, não tem que ter prazo de validade. Nem virar um tédio. Nem ser um fardo. Muito menos um simples antídoto contra a solidão, porque não é assim que funciona.
Ter marido, ou mulher, é escolher alguém com quem dividir os projetos. Todos: os pessoais, os profissionais, os familiares e financeiros. É apontar para uma criatura e decidir que é com aquele ali que se vai tocar a vida, porque foi naquele ali que você encontrou afinidades, amor, tesão, e o que mais os dois estiverem a fim de incluir na relação. Não tem que dar certo para toda a vida, apenas pelo tempo que der certo, mas se for para a vida toda, ótimo também.
A questão, vão argumentar alguns, é que paixão esfria, tesão acaba, projetos mudam e a vontade de experimentar novamente frios na barriga provocados pelo ineditismo de um início de relação é enorme, e esses são todos exemplos de doenças fatais para qualquer casamento. São, de fato, mas superá-las e conseguir a proeza de reviver, amadurecer e até criar novos sentimentos com uma mesma pessoa pode provocar sensação de prazer e felicidade igual à que se teve lá no começo de tudo. Ou vocês não acreditam nisso?
Enfim, pode ser só um surto de romantismo e melancolia, mas os velhinhos apaixonados que morreram esses dias me fizeram acreditar que ir até o fim ao lado de alguém é muito especial. Ou, pelo menos, acreditar que se está ao lado de alguém com quem se vai até o fim, no melhor estilo felizes para sempre. É difícil, mas não custa nada tentar.
Queridos, preciso me desculpar, mas andei enrolada até o último fio de cabelo aqui no jornal e sumi dois dias. Aí ontem tentei postar de casa, mas não consegui. Mas vamos tentar rápido voltar logo ao normal. Ah, sim, adorei as especulações de vocês, especialmente "fugiu com o gato de sexta" e "está tentando um irmão para MC". Fiquem dando idéia, fiquem.
O gato de sexta que agora só aparece segunda é, para mim, hors concours. Alguem viu 'A Favorita' na semana passada, com o Damião dando uns pegas na persoagem mala da Helena Ranaldi? E o que é ele dando aula de capoeira exibindo aquele corpo? Com vocês, Malvino Salvador, que é simplesmente tu-do!


Passo muuuuito mal!
Baby Borges inspirou esse blog essa semana e estamos num momento família. Ah, sim, e num momento resmungona. Mas, gente, vocês acham normal isso que Mathew McConaughey e Camila Alves estão fazendo de levar Levi, recém-nascido, para tudo o que é canto? Domingo eles foram a uma maratona, em que Mathew correu e Camila e Levi ficaram na platéia. O menininho mal tem dois meses e está chapadinho no colo da mãe. Antes, eles ja tinham aparecido num jogo de futebol (!) e na praia (!!). O bebê foi à praia com três semanas de vida!! Tudo bem que esse sling é ótimo e superprático, mas daqui a pouco Levi entorta aí dentro, tadinho.


 Ah, se o Siro Darlan visse isso...
 Tem tempo que tenho vontade de desabafar por uma coisa que me faz sentir politicamente incorreta, mas é assim que sinto e pronto: essa overdose de campanha de amamentação gera uma cobrança gigantesca e enche a gente de culpa. Ok, amamentar é fundamental, importantíssimo, lindo e coisa e tal, e em países pobres como o nosso a gente tem mais é que encher a cabeça das mães com isso, senão elas compram leite de saco e dão para os bebês. Mas para nós, que temos educação e renda, poderia prevalecer o bom senso, não? Isso tudo é porque estou com pena da minha irmã, que teve o segundo filho há quatro meses e já mudou de emprego duas vezes nesse período. Maior onda receber duas propostas de trabalho durante a licença-maternidade, só que agora a criatura está se esfolando, cansada, estressada, porque está num ritmo frenético de trabalho e passa a noite acordando para dar mamar ao bebê. Gente, numa boa, trabalhar o dia inteiro e amamentar é cruel. O bichinho está lá feliz da vida com a mamadeira durante o dia, supergorducho, já come papinha de fruta, mas ela morre de culpa de tirar o peito. Aí algumas vão argumentar que ela deveria priorizar a família, respeitar a licença etc. e eu vou contra-argumentar que tem oportunidades que a gente não pode deixar passar e o jeito é conciliar. Aliás, para nós, mulheres, o jeito é sempre conciliar. Mas sem escravidão, não acham? Até porque as crianças crescem e aí é tarde para correr atrás do prejuízo.
Atenção para a notícia em primeiríssima mão: Baby Borges é um menino! O filho da nossa blogueira Aline decidiu contar logo para os pais quem ele é e a ultrassonografia então revelou quem vem aí um garotão. E grande e saudável. Eu não só já parabenizei a mamãe como, enquanto mãe de menina, agradeci a ela por ajudar a trazer mais homens para o mundo. Agora Aline está em busca de um nome para seu bebê e precisa de nossa ajuda. Aí eu me lembrei da minha história de bebês e nomes e fiquei feliz por ela ter o direito de escolher. Vou explicar: é que meu marido custou muito a se convencer de que deveríamos ter filhos. Tinha medo, achava loucura botar gente nesse mundo etc. etc. E fiquei eu num longo processo de convencimento, usando todo o tipo de argumento, fazendo chantagem emocional, enfim, tudo o que tinha direito. E ele, engraçadinho, começou a barganhar comigo, com baixarias tipo 'eu topo ter filho se...' e aí vinha algum pedido. Eu topava todos. Até que ele deu a cartada final, golpe baixíssimo, e me disse que, tudo bem, teríamos filho, mas se fosse menino teria que se chamar Benedito. Era o nome do avô dele, ele e a família maranhense toda acham lindo e o acordo era esse. Minha preocupação foi: e se for menina, tem que ser Benedita? Felizmente só valia para homem e eu achei que era melhor um filho Benedito do que filho nenhum. Desculpem os leitores que se chamam Benedito ou que têm parentes com esse nome e que gostam, mas não era exatamente o que eu gostaria. E até saber o sexo do meu bebê, eu ficava imaginando as pessoas me perguntando 'qual vai ser o nome?', eu respondendo 'Benedito' e as pessoas dando aquele sorrisinho amarelo e ficando caladas, já que não dava para elogiar. O pessoal aqui do jornal me deu um presente incrível e um cartão com todas as mensagens dirigidas ao Benedito. Por sorte isso só durou 12 semanas, quando descobri que quem estava para chegar era a Maria Clara. E quando penso em ter outro filho, me agarro à certeza de que será outra menina. Senão, é Benedito e pronto. Já que Aline não precisa passar por isso, ela aceita nossas sugestões. Vou abrir com... Bernardo.
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