Nosso gato desta sexta-feira para mim é tudo. Bonito, gostoso, gente boa, paizão, maridão, Marcello Antony parece perfeito. E é. Tudo bem que a última novela das seis, 'Ciranda de Pedra', não foi lá um sucesso, mas teve ele para enfeitar. E agora ainda podemos rever aquelas cenas óóóótimas dele de sunga na praia em 'Mulheres Apaixonadas'. Isso, sim, vale a pena ver de novo. Esse presente dos deuses é carioca, tem 43 anos, e chegou a pensar em ser jornalista até estrear no teatro, aos 26 anos. Para o bem comum, que bom que que mudou de idéia. Com vocês, Marcello Antony:
Vou confessar um problema grave. Algo incontrolável. Tipo um vício do qual a gente não consegue se livrar. E só vou abrir meu coração porque sei que neste blog estamos todos em casa, entre amigos. É com muita vergonha e total noção do ridículo da situação que admito: Eu me emociono com as músicas do James Blunt! Sim, é verdade. Eu já me emocionava com 'Same Mistake' (aquela do "u-hu, uh, uh, uh, uh...") quando era tema de Maria Paula e Ferraço em 'Duas Vidas' e sinto nós na garganta com 'Carry You Home', que toca nas cenas de Donatella e Augusto César em 'A Favorita'. Tenho plena consciência da chatice das músicas desse inglês de 35 anos com voz de taquara rachada que faz clipes estranhos. Mas é incontrolável. É só tocar que lá estou eu pensando no lado melancólico da vida. E controlando as lágrimas. Alguém aí acha que devo procurar um analista ou é só um caso de breguice interior? E sou só eu ou alguém mais sofre do mesmo mal?
Giorgio Armani anunciou hoje: a Posh Spice Victoria Beckham será a nova garota propaganda das lingeries da marca. Assim como foi seu maridón, David querido, com as cuecas da grife. Armani justificou a escolha: "Quem melhor do que Victoria Beckham para lançar a nova campanha mundial da Emporio Armani Underwear? Victoria é um ícone de estilo, uma mulher dinâmica cuja influência e reconhecimento vão acrescentar uma enorme excitação ao constante crescimento internacional de nossos negócios de underwear". Adoro Armani, amo Armani, mas não sei, não, acho que ele está precisando voltar correndo para o Rio e ir logo refrescar a cabeça no mar de Ipanema. Victoria Beckham não é David Beckham, né gente? Quem se influencia por essa cara de quem comeu cocô? E ícone de estilo de quem, cara pálida? A menos que Armani venda a idéia de que usando sua lingerie nós também vamos pegar o Beckham, essa campanha não está com a menor cara de que vai bombar.
Ontem foi aniversário da Maria Clara. E a frase que ouvi dela, feliz da vida com as comemorações e o carinho que recebeu dos amiguinhos da escola, foi: - Eu sou maneira, já fiz 3 anos! Daqui a pouco vai se achar popular. Quando é que os psicólogos dizem que é hora de baixar a bola dessas criaturinhas mesmo?
Horas depois desta linda imagem... o derradeiro barraco
Do barraco de Luana Piovani e Dado Dolabella vocês já devem estar sabendo, né? Teve briga, empurrão na camareira que abriu os pulsos e boletim de ocorrência na delegacia. E, como não poderia deixar de ser em se tratando de Luana Piovani, teve explanação para geral no blog da fofa. Luana, que na semana passada anunciava o casamento com seu amadíssimo namorado e uma gravidez planejada precisamente para março, ontem escrevia "ia me casar com alguém que não conheço" e lamentava apenas pela "amada camareira" machucada. Agora, me digam: a Luana jura mesmo que não conhecia Dado Dolabella? Onde ela estava quando ele aprontava todas por aí? E quando ele partiu para cima do João Gordo na MTV, ela não viu? E tão descolada que a moça é, ela nunca percebeu nada naquela cara, digamos, sonsa de seu namorado? Se me permitem um palpite, é claro que ela sabia. Mas nossa amiga Luana, bem sabemos, também não é nada fácil e achou que poderia domar o sujeito, até o dia em que ele se rebelou. E, agora, quem vai querer se casar com a Dona Luaninha? E a pergunta final é: a gente precisa mesmo participar de tudo isso?
Luana antes (quinta-feira) e depois (sábado) do fim
Hoje vamos de ecologicamente corretas. A vantagem dessa onda de que não podemos mais usar sacolas de supermercado porque poluem o planeta é que estão saindo uns modelos ótimos de bolsas ecologicamente corretas. Aquelas que parecem saco de estopa e custam R$ 200 eu tô fora, mas tem muita opção bacana por preço idem. Ainda vai levar um tempo para que a gente realmente passe a levar a própria bolsa para o mercado, mas não custa nada iniciar esse costume. E as ecobags, como são chamadas, não são bombril, mas têm mil e uma utilidades. Eu que moro numa cidade, trabalho em outra e vivo tendo que carregar uma muda de roupa, adoro. Para levar à praia ou carregar os brinquedos das crianças também é ótimo. Esse modelo é da Jelly, a loja que representa a Melissa no Rio e tem uma linha de acessórios superbacana. Parece de papel, mas é de fibra reciclável e suporta até 30 quilos. O melhor é que custa R$ 32. Para endereços das lojas, consulte a Jellyweb.
A filha de 11 anos de uma amiga estava conversando com ela outro dia e falava da rotina na escola e de suas amigas. Até que se estendeu mais na história de uma delas e contou: "Acho que a fulana está conseguindo ficar popular. Até o ano que vem, ela vai ser popular, mamãe". Era uma torcida sincera pela amiga. Depois, com plena consciência de sua natureza muito tímida, concluiu: "Eu nunca vou ser popular, né, mãe?". E minha amiga foi obrigada a concordar, porque de fato nunca tinha imaginado sua filha nessa situação. Ela, aliás, nunca tinha nem percebido que a menina pensava nisso com esse nível de preocupação. Ser ou não ser popular, eis a questão das adolescentes, tal e qual a gente via nos filmes americanos de sessão da tarde e achava que isso era uma realidade das escolas norte-americanas e não nossa.
Calma que não vai se iniciar aqui um papo daqueles de velha dizendo 'no meu tempo...' e enumerando as vantagens de se ter vivido no passado. Até porque nós também nos dividíamos entre as populares e as não populares. Também nas nossas escolas havia as meninas que eram convidadas para todas as festas, que se relacionavam com o pessoal das turmas mais velhas, que ficavam com os melhores meninos e que eram seguidas pelas não-populares. A diferença é que era assim e pronto. Naturalmente, pelas características de personalidade de cada um. Não questionávamos se éramos ou não populares, não planejávamos isso, sequer usávamos a expressão 'ser popular' - essa, sim, importada dos filmes americanos.
Não é uma questão de julgar se as meninas hoje estão certas ou não. O que preocupa é a impressão de que ser popular virou um plano de carreira. Daqui a pouco vai ter curso de popularidade, guia de auto-ajuda e produtos exclusivos para populares. Dá um certo medinho imaginar no que as garotas podem se transformar se isso virar obsessão. E dá uma certa peninha pensar na frustração que não ser popular deve gerar nas outras. Porque o que a vida adulta nos permite saber é que carisma e popularidade nascem com a gente, dificilmente podem ser fabricados. E transformar isso num objetivo de vida, desculpem a caretice, é um tanto assustador.
Na semana passada, na TV, em uma das centenas de reportagens sobre o caso Eloá, a repórter começava a história de vida da menina dizendo que, depois do término do namoro com aquele sujeito que a gente já sabe o que fez, a adolescente ficou muito popular na escola e isso pode ter incomodado o ex. Claro que ninguém vai defender a idéia louca de que popularidade pode acabar em tragédia, mas talvez seja mesmo o caso de ficarmos mais atentos à importância que isso está tomando na vida de nossos jovens.
Já sabemos o que ditadura da magreza é capaz de provocar. Já sabemos de todas as cobranças que uma sociedade pautada pela moda e pelo consumo gera na cabeça dos adolescentes, então desconfio que deve caber a nós, pais, não deixar que mais um simples comportamento típico da juventude se transforme num desvio de conduta. Deve ser muito bom ter uma filha - ou filho - popular e acredito que na maioria das vezes isso deve ser um assunto tratado com a leveza que merece. Mas não custa nada explicar a essa garotada os valores que realmente importam e como a coisa toda funciona. Sem que para isso tenhamos que virar pais caretas e impopulares.
Todo mundo sabe que adoro 'A Favorita' e defendo a tese de que a frase 'só acontece em novela' é um elogio e não uma crítica, uma vez que se não houvesse coisas que só acontecem em novelas as novelas não teriam a menor graça. Mas talvez João Emanuel Carneiro esteja exagerando. Porque a pergunta que não quer calar é: A Lara nunca mostrou uma foto de sua querida e falecida mãe para o Halley? O Halley foi ao enterro da Donatella e não sabe que cara ela tem? E o motorista dos Fontini que levou o Halley ao sítio do Augusto César também nunca viu a nora do dono da empresa? Ok, não importa, amanhã (sábado) estarei grudada à TV do mesmo jeito para ver como Zé Bob vai reagir à notícia de que Donatella está viva. Estou a própria Candinha.
Meninas, desculpem, mas só agora consegui me dedicar ao nosso gato de sexta-feira. E, a pedidos, escolhi um dos melhores exemplos de beleza negra. O africano naturalizado nos Estados Unidos Djimon Hounsou é, simplesmente, um escândalo. Djimon é ator, bailarino e modelo. Além de lindo e gostoso, claro. É ele quem brilha ao lado de Leonardo Di Caprio no filme 'Diamante de Sangue'. Também fez 'Gladiador', 'A Ilha' e 'Lara Croft - Tomb Raider', entre outros. Em 2004, foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por 'In America'. Na TV, atuou nas séries 'Beverly Hills', 'ER' e 'Alias'. Aos 13 anos, Djimon migrou com o irmão para Paris e chegou a viver nas ruas, até ser descoberto pelo estilista Thierry Mugler. Entre outras campanhas, posou de cueca para Calvin Klein. A má notícia: aos 44 anos, Djimon é casado e tem uma filha. Com vocês, esse espetáculo:
De volta ao tricô, vamos misturar um pouquinho de inveja com veneno, que isso de ser politicamente correta o tempo todo é chaaaato à beça. Tudo bem que Carolina Dieckman é linda - apesar de pouco ou quase nada simpática - e está magérrima, tããão magérrima que até duvido dessa história de só fazer dieta, sem aditivos. Mas, enfim, não importa por que meios, a fofa está com um corpaço e provavelmente muito a fim de mostrar isso pra geral. Mas nada disso é motivo para esse modelito. Gente, esse vestido tchutchuca, com buracos, babados, brilho e todo tipo de informação, não dá. Vale de toque para quando a gente também conseguir emagrecer 30 quilos em um ano: percam peso, queridas, mas não a noção.
Aqui a gente agrada todo mundo. Ou pelo menos tenta. Então vamos falar do assunto do momento, antes que decidam que somos alienadas. Mas vou ficar num só ponto: a dor dos pais. E muito me impressionou a mãe da Eloá - que foi incrível na agilidade com que doou os órgãos da menina - dizer que perdoa o assassino da filha. Sinceramente, não sei se essa senhora tinha o direito de dizer isso em público, me dá a sensação de mau exemplo, apesar de o perdão ser um dom divino, como aprendemos nas aulas de religião. Sei lá, talvez ainda fosse cedo para essa declaração. Imagina os carinhas que já não são muito certos da cabeça pensando que, no fim das contas, Lindemberg saiu vivo e perdoado? E a segunda dor é a do pai do motorista que matou Arthur Sendas. 'Perdi um pai e um filho de uma só vez', disse o seu Roberto para a repórter do DIA ontem, mostrando quão familiar era a relação dele com seu patrão. Não consigo nem imaginar o que está se passando na cabeça desse homem, coitado. E a família mantê-lo como funcionário é a prova de que os Sendas são mesmo uma turma do bem e não mereciam passar por isso. Ah, sim, e voltando ao primeiro caso, uma coisa que não podemos esquecer: o pai da Eloá pode ser o bandido que estão dizendo que é, mas ela não tinha nada com isso. Apesar de que isso talvez explique o perdão da mãe, se ela realmente for casada com um assassino. Pronto, mais tarde voltamos às alegrias.
Já tem umas duas semanas que quero propor uma novidade aqui no blog. Assim como temos a Sexta de Gatos, quero fazer a Feirinha de Segunda, mostrando produtinhos bacanas, divertidos, inusitados, estranhos... Enfim, qualquer coisa que nos interesse. E como boas mulherzinhas que somos, coisas que nos interessam não faltam. Acontece que, desde que pensei nisso, eu me enrolo às segundas-feiras e não consigo botar o tal post. Como foi ontem, em que estava às voltas com a produção do debate dos candidatos a prefeito que tivemos aqui no jornal hoje. Então, depois de três segundas-feiras sem estrear, decidi que, como esse é um espaço que não segue muitas regras mesmo,a Feirinha de Segunda vai estrear na terça. Hoje, portanto. Então, aí vai:
Vi isso outro dia e achei, no mínimo, curioso. Porque não devo ser a única que se irrita com a falta de opção para guardar sutiãs de bojo, que não dobram, não podem ser amassados e deformam facilmente. E custam caro, o que nos deixa preocupadas com sua boa manutenção e conseqüente vida longa. Então descobri que que nossos problemas acabaram, como diria o pessoal das Organizações Tabajara. Aí está o porta-sutiã de bojo. É uma caixinha dura, no formato dos peitos, obviamente, com várias opções de estampa. Cada caixinha armazena cinco peças empilhadas e é ótima para carregar na mala, naqueles vãos entre as pilhas de roupa. Adorei o de poá. O preço varia de acordo com a estampa e vai de R$ 55 (o preto) a R$ 75,80 (o de poá). Poderia ser mais barato, mas vocês sabem como é quando a gente cisma...
Agora quero saber o que vocês acharam da idéia da feirinha Ah, o telefone do porta-sutiã é SAC (54) 3443-1628 ou pelo e-mail da Elegance, a fabricante: www.elegance.com.br
Vejam vocês que coincidência. Estávamos aqui justamente falando da volta ao mercado, do que fazer após uma separação, quando, dias depois, descobrimos que ninguém menos do que Madonna acaba de se juntar ao time. Depois de meses desmentindo boatos, a ultra-mega-hiper-popstar anunciou esta semana que está, de fato, se separando do cineasta Guy Ritchie, com quem ficou casada por sete anos e meio, teve um filho, Rocco, e adotou outro, David. Pois então, recém-solteiras de todo o mundo, podem ligar para Maddie que a colega está na pista. E brasileiros disponíveis e com tudo em cima, fiquem a postos, porque em dezembro a solteira mais poderosa do planeta vai dar pinta por aqui e nunca se sabe, né?
A graça da notícia está em imaginar diferenças e semelhanças entre Madonna recém-solteira e nós. Será que ela está se afogando no travesseiro encharcado de lágrimas como muitas de nós, bobas que somos, insistimos em fazer? Ou será que ela está é p. da vida com essa lamúria do ex de que ela se dedicava mais ao trabalho do que à família? Dá para visualizar Madonna gritando "alguém tem que trabalhar nessa casa, temos contas a pagar!" ou jogando as roupas de Guy para fora do armário? Ou será que eles mal se falaram e deixaram o barraco todo para os advogados?
Ok, já sei que estão todas pensando que é muito mais fácil para ela do que para nós. Tendo que dar conta de uma turnê do tamanho da que ela está fazendo, realmente não sobra tempo para curtir dor-de-cotovelo ou pensar no que será da vida sem marido. Mas pensem pelo outro lado. Junto com a notícia do fim do casamento, veio a informação de que o casal ainda não entrou em acordo sobre os termos do divórcio. Então Madonna pode ter uma dura batalha judicial pela frente, problema de que somos poupadas, uma vez que com o saldo das contas bancárias da maioria de nós, não há homem que se preocupe em brigar pelo nosso parco dinheirinho. Madonna também tem toda uma expectativa do mundo inteiro sobre ela, o que deve pesar um bocado. Cada passo que a musa pop der, será acompanhado. Cada homem que aparecer ao seu lado, se transformará num novo amor em potencial. A gente, quando muito, se preocupa se meia dúzia de amigos, os vizinhos e o pessoal do trabalho estão reparando no sucesso ou fracasso de nossa solteirice. Mas podemos passar o sábado à noite de pijama em casa agarradas a um balde de pipoca e uma travessa de quindão sem que ninguém saiba ou comente.
Fora que agora a dúvida que preocupa a humanidade quase tanto quanto a crise mundial é: Madonna vai se comportar como uma senhora de respeito que se acostumou com o papel de mãe de família e vai tratar discretamente seus novos relacionamentos ou vai soltar a franga, resgatar a personagem do passado e se transformar numa cinqüentona tarada que passa o rodo geral? Fico com a segunda opção, que assim a gente morre de inveja dela de vez. Ah, e quem tiver a oportunidade de dar um passeio por Londres, vale lembrar que Guy Ritchie não é fraco, não.
A escolha de hoje, meninas, não poderia ser outra: o gato desta sexta-feira é o mais novo, novíssimo, fresquinho solteiro da praça. Desde essa semana, conforme divulgado oficialmente, o cineasta inglês Guy Ritchie não atende mais pela alcunha de Sr. Ciccone - depois de sete anos e meio de casamento, um filho biológico, um adotivo e uma enteada, Guy e Madonna se separaram. Agora vamos ver como vai correr esse divórcio para saber se vai pingar um pouquinho da fortuna da cantora nas contas do ex - que, na verdade, nem precisa. Ah, sim, a aposta é de que agora ele volte a fazer bons filmes. Com 40 anos feitos no dia 10 de setembro, um charme daqueles e um olhar blasé de matar, aí está Guy Ritchie:
Astrid Fontenelle, depois de penar com vários tratamentos para engravidar e acabar se separando, decidiu resolver as coisas do seu jeito e adotou um bebê, sozinha mesmo. Agora está feliz da vida de licença em casa - como contou ontem para nossa colunista Regina Rito (leia aqui na íntegra) -, com seu Gabriel, um garotão de dois meses, 58 cm e quase seis quilos. A felicidade, ela define no seguinte depoimento: "Acredito que a gente vem com esse chip de mãe. No fim de semana, estivemos no Copacabana Palace e já fomos a Salvador." E mais: "Agora tenho uma motivação. Não fazia sentido trabalhar pra comprar mais uma bolsa Chanel ou um carro. Hoje fui à Daslu e só comprei roupinhas pra ele." Não é lindo, minha gente? Acabamos de descobir que a maternidade vem em chip e que ter filho é se hospedar no Copacabana Palace e trocar a bolsa Chanel por um enxovalzinho de bebê da Daslu. A-dooooo-ro. Não que a história de Astrid não me comova, mas precisava mesmo filosofar assim?
Astrid, responde pra gente: se a maternidade é um chip, com a portabilidade a gente pode trocar de mãe?
Enquete básica: o que vocês acham pior para a Ângela Vieira, sua personagem em 'A Favorita' ser mãe do Damião - ela até tem idade para isso, mas não parece meeeesmo - ou amante do Romildo Rosa, que ninguém merece? A atriz andou reclamando que a trama da Arlete não se desenvolvia. Mas considerando esses pontos de partida, é melhor deixar essa história quieta mesmo.
Acho que ela preferia ser filha do Romildo Rosa e amante do Damião
Já que estamos nesse clima de eleições, aí vai um vídeo que recebi hoje e que mostra que podemos fazer coisas inteligentes e divertidas, mesmo que para tratar de um tema tão duro. 'A Revolta do Burrinho' é também a de todos nós:
Comentário rápido: alguém consegue acreditar no que a campanha de Marta Suplicy fez com o adversário? Para quem não acompanhou, dona Marta sutilmente questionou a opção sexual do atual prefeito de São Paulo e candidato à reeleiçao Gilberto Kassab, com perguntinhas capciosas em seu programa de tv. Tipo: "o candidato é casado?", "tem filhos?", "tem família?" Considerando que Marta Suplicy é a autora de um projeto de lei - que há anos espera por votação no Congresso - que regulariza a união entre pessoas do mesmo sexo, só me resta parodiar Caco Antibes e dizer que a candidata do PT comeu cocô e pirou. Pior para ela, porque até a cúpula do PT ficou p da vida com essa história.
Teria Kassab vestido a carapuça? E estaria Marta tentando reconquistar as bees?
Desculpem o atraso, mas quase que esse resultado não sai, pois passei metade do dia sem computador. A outra metade, fiquei dobrando papelzinho! Pois agora, finalmente, aí vão os ganhadores da nossa promoção de Dia das Crianças:
As 10 mulheres que você vai ser antes dos 35 A vencedora foi: Bruna (boliveira.bruna@gmail.com)
Cansei de você - os erros que uma mulher não pode cometer A vencedora foi: Luiza Andrade (lu_andrade_rj@yahoo.com.br)
10 decisões inteligentes que uma mulher deve tomar antes dos 40 A vencedora foi: Dayane (dayane.sdn@gmail.com)
Parabéns às vencedoras e obrigada a todos pela participação. Meninas, entrarei em contato com vocês por e-mail para pegar endereço de entrega.
As revistas femininas estão, volta e meia, tratando do assunto. E sempre tem meia dúzia de especialistas em sabe-se lá o quê para nos dizer o que fazer. Mas a verdade é que quando chega a nossa vez, nada do que nós lemos, ouvimos ou vimos vale de muita coisa. A volta ao mercado, ou, para os menos iniciados, aquela fase da vida em que você se vê solteira novamente, é um momento, digamos, muito particular, íntimo, muito você com você mesma e sua tranqüilidade ou desespero. Uma coisa meio difícil de botar num pacote e tratar tipo terapia de grupo. Ok, você acabou de sair de um relacionamento e está de volta à guerra, disponível, pronta pra jogo, assim como algumas centenas de mulheres. Mas você não é as outras centenas de recém-solteiras e se igualar a elas nem de longe parece ser a melhor estratégia. Até porque, se a idéia é se colocar na disputa, suas colegas acabam de se transformar em rivais. Enfim, nada é tão simples como parece, mas, felizmente, nem tão complicado quanto imaginamos.
Então vamos começar pelo começo mesmo. Aquela cena de comédia romântica em que, segundos após o pé na bunda - seu ou dele, não importa - , a nova solteira saca o caderninho de telefone ou, para ser mais atual, a lista de contatos do e-mail, e sai atirando para o passado é privilégio de poucas, não? Porque a maioria de nós, burras toda vida, quando fica muito tempo num relacionamento, deixa o caderninho amarelar e o banco de dados do computador não enche um CD, de modo que restam poucas opções nessa hora. A outra parte, um pouco mais esperta, se recusa a recorrer ao passado, defendendo a teoria de que a gente pode perder o homem, mas não a dignidade. Então acabamos à mercê do futuro mesmo e do que ele nos reservar.
A segunda etapa, dizem os manuais, é cair na noite. E aí, amiga, serão tantas as opções e ao mesmo tempo tão poucas que você vai ficar quase tão confusa quanto esta frase. Porque nem tudo o que a noite oferece tem a ver com você, seu gosto, sua idade, sua idéia de diversão. Não é toda mulher que entra no clima de comemorar a solteirice se jogando no primeiro show de Toni Tripé que aparecer. Assim como poucas são as que já entraram na fase dos bailinhos de dança de salão. Então, mesmo que a gente não queira seguir regras, aquela que diz que antes de mais nada você deve se manter fazendo coisas que tenham a ver com você vale a pena ser seguida.
A terceira etapa, que diria respeito à conquista e à readaptação diante de um novo parceiro, então, é a que mais rende uma quantidade incalculável de diferentes situações. O sexo, por exemplo. Vai ter aquela que ainda acha que é do ex e vai ficar cheia de pudores. Vai ter a ex-pegadora feliz da vida por voltar a passar o rodo e colecionar transas no primeiro encontro. Vai ter a que compara achando que está perdendo e a que compara lamentando o tempo que gastou com um brinquedo só. Enfim, vai ter de tudo, uma vez que, graças a Deus e ao contrário do que tentam propagar, não somos todas iguais.
Talvez um bom recurso seja lembrar que você já passou pelas duas fases - solteira e comprometida - e isso deve lhe dar cancha para continuar se alternando entre uma situação e outra com desenvoltura. Se tem uma regra básica, é aquela que diz que a auto-estima é nossa maior aliada. Vai ser ela quem vai te fazer pensar que, sim, a concorrência é forte e a oferta é fraca, mas você sempre foi mais você e não vai ser agora, solteira novamente, que isso vai mudar, né?
Eu queria um gato de sexta genuinamente nacional, mas não resisti e acabei na Terrinha. Então está tudo em casa: desde segunda-feira, este português de Lisboa, de 29 anos, entra na nossa sala às seis da tarde, como um dos protagonistas de 'Negócio da China'. Ricardo tem se dividido entre Brasil e Portugal, mas pelo sucesso que vem fazendo aqui, não seria nada mal se ficasse de vez. Aliás, sorte da Grazi de poder 'fluir' entre ele e Fábio Assunção. Com vocês, nosso brinde das sextas, Ricardo Pereira:
Por onde quer que se passeie na Internet, só dá ela. Se existe um ranking de celebridades, Angelina Jolie é hoje, disparado, o 1º lugar. A mais nova da fofa é que ela está na capa da Revista W fotografada pelo maridão, Brad Pitt. São dele todas as fotos de um ensaio em que ela revela sua intimidade, como na capa, amamentando um dos gêmeos. Mas o que a gente mais adora é ver Angelina de mãe dedicada, andando com a filharada por aí. Quero ver quando os gêmeos crescerem, onde é que ela vai arrumar braço para sair com os seis. Ah, e além de linda de morrer, inteligente, gente boa e casada com Pitt, Angelina ainda faz a linha sem frescura. Ou vocês não repararam o saco de Cheetos na mão da Shiloh? A-do-ro!
Temos que nos resignar: não podemos mais viver sem os livros de auto-ajuda. E nem tentem negar. Se não fosse verdade, eles não venderiam tanto. E já que adoramos ter alguém para nos ensinar regrinhas para a vida, em todo e qualquer setor, selecionei três títulos recentes para sortear entre vocês, queridos leitores do blog Salto Agulha. Todos ensinam 10 quaisquer coisas e o dia em que eu tiver uma idéia boa dessas, fico rica. Aí vão as opções:
"As 10 mulheres que você vai ser antes dos 35" de Alison James, Editora Best Seller A idéia da autora norte-americana aqui é mostrar as várias fases por que passamos na vida adulta e provar que são todas elas - as fases - normais e que de cada uma temos um proveito a tirar
"Cansei de você - os erros que uma mulher não pode cometer" de Michael French, Editora Best Seller Empresário e autor de 20 livros, o norte-americano pretende dar as 10 dicas infalíveis para fortalecer o seu relacionamento. O divertido é que são os homens que dizem o que faz as coisas irem por água abaixo e apontam o que menos gostam nas atitudes femininas
"10 decisões inteligentes que uma mulher deve tomar antes dos 40" de Tina B. Tessina, Editora Verus Também dos Estados Unidos, a autora é terapeuta de casais e famílias há mais de 20 anos e neste livro ela tenta mostrar como as escolhas certas na vida pessoal e profissional nos levam a uma realidade de conforto, segurança, diversão e afeto
Agora é com vocês. Para participar, é só incluir um comentário dizendo "eu quero ganhar o livro...". O sorteio acontecerá na segunda-feira. Ah, mas não vale abandonar os outros posts, não, hein? Só vou sortear se todos os posts tiverem muuuitos comentários. Boa sorte!
Quase ia me esquecendo de comentar essa história com vocês. Fiquei um tanto impressionada com a escola da Gávea, supermoderna, do tipo alternativa e cara, onde estudam muitos filhos de famosos, ter demitido um professor de português e literatura porque ele escreve contos eróticos. Para quem não soube, vou resumir: o cara nunca falou de seus textos para os alunos, jamais cogitou indicá-los como leitura e coisa e tal. São poemas que ele escreve em sua vida particular e pronto. Só que alguns alunos mais velhos, que gostaram de uma palestra que o professor deu a eles, foram pesquisar na internet, descobriram os poemas eróticos e passaram a trocar os textos entre si. Uma das mães descobriu e tocou o terror na escola. Resultado: a direção sugeriu que o professor pedisse demissão, ele se recusou e acabou demitido. O que estava me dando agonia até agora é que nenhuma das celebridades cujos filhos estudam lá tinha se manifestado. Aí hoje o Toni Belotto apareceu dizendo que vai falar com a direção da escola para entender exatamente o que aconteceu, porque para ele o fato de um professor ter publicado livro de poemas eróticos não faz dele um mau professor. Ufa, eu não esperava outra posição do Toni Belotto mesmo. Agora vamos ver se os outros pais vão se manifestar. Ainda bem que minha filha não estuda lá, porque, numa boa, eu ia dar um ataque.
Depois desta foto, acho que não resta outra alternativa à justiça eleitoral brasileira senão a de impugnar a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo. Uma candidata que vai votar vestida desse jeito e paga barriguinha pra geral está claramente cometendo uma infração. No mínimo, contra o bom gosto. E só os que votaram nela são capazes de responder: o que é essa estampa de onça no jeans?
Será que o Supla não podia ter dado um toque na mamita?
A palavra é conhecida, mas quando dita assim, na sua cara, pausadamente, e dizendo respeito a você e somente a você, ela toma uma força danada. Fotoenvelhecimento. Sim, foi o que ouvi do dermatologista essa semana, depois que ele tirou aquela maldita lente de aumento do meu rosto. "Você está com sinais claros de fotoenvelhecimento", ele insistiu, como se eu já não estivesse impactada o bastante. E como se o espelho e os 40 anos já não tivessem me dito isso antes. Tudo bem, não é nada que não esteja acontecendo com mais alguns milhares de mulheres, e não venham vocês fingirem que não sabem do que se trata. Mas é duro ouvir do médico aquela bronquinha básica, aquele 'tsk, tsk, tsk', porque as manchas no seu rosto e todas aquelas pintas brancas e marrons no seu corpo estão ali porque você - no caso eu - ficou esturricando debaixo do sol boa parte da sua vida. Só para me deixar mais arrasada, ele virou minha palma da mão para cima e me mostrou a parte interna do meu braço. Branquinha, lisinha, praticamente um bumbum de bebê. 'Viu? Essa é a pele que não toma sol. Era para ser assim no corpo todo'.
Desde então eu não paro de olhar para o maldito antebraço e as lágrimas só não correram rosto abaixo porque detesto auto-piedade e vai que lágrima ajuda a acentuar manchas - não quero correr mais nenhum risco. Ok, ainda exagero de vez em quando. Sou do grupo das que bancam a ignorante (desculpem a dureza, mas é isso que somos) e abrem mão da proteção solar segura em troca do bronzeado. Não quero fazer apologia de coisa errada, não, mas vamos admitir que um bom bronzeado até emagrece. As microvarizes somem, as estrias a gente nem lembra mais que estão lá, e aquela aparência saudável nos faz sentir com 15 anos. Melhor para auto-estima do que muita terapia. Mas tá bom, admito, estou grandinha demais para saber que é tudo ilusão, que as conseqüências são trágicas e que uma fórmula de ácido está pela hora da morte, então eu que trate de me cuidar enquanto é tempo.
O fato é que depois da consulta tenho vivido um momento de nostalgia, para não dizer melancolia. Até cogitei me arrepender do mau-comportamento ensaiando frases do tipo 'se eu pudesse voltar atrás', mas aí me dei conta de que, pera lá, não temos tanta culpa assim. Gente, que as crianças não nos ouçam, mas eu e muitas de nós somos da era pré-filtro solar. Esqueçam essa informação imediatamente após lerem, mas quando o Sundown chegou ao Brasil eu já deveria ter uns 17 anos. Passamos boa parte da adolescência usando óleo Johnson com urucum na praia, nos besuntando de Rayto de Sol e tirando a maior onda quando o rosto descascava. Era cultural, éramos garotas de praia, nascidas num país tropical e as brancas azedas sofriam todo o tipo de preconceito.
Daí que me isento de parte da culpa. As adolescentes de hoje é que não podem aparecer no dermatologista daqui a 20 anos com a pele manchada, porque elas, sim, têm toda a sorte de informação, cobrança e produtos à disposição desde que nasceram. A nós nos resta lembrar da história de cada uma dessas pintinhas que não saem mais, cuidar para que não apareçam novas e correr para as clínicas de estética que elas estão aí para isso. Ah, sim, e velha, o médico que me desculpe, é a mãe dele.
O sentimento tem sido de desilusão, mas não é nela que a gente deve pensar neste domingo, quando estiver ali de frente para a urna. Queremos mesmo uma vida melhor? Então, amigos, temos mais é que tentar, quantas vezes pudermos. O blog Salto Agulha deseja que todos os seus leitores tenham um voto consciente. E seja o que Deus quiser.
Quando vi 'Caçadores de Emoção', no início dos anos 90, saí do cinema decidida: ia largar tudo e dedicar o resto dos meus dias a encontrar o Keanu Reeves. Diria a ele que estava apaixonada e que a partir daquele momento não o deixaria mais. Demorou pouco para eu mudar de idéia, mas Kiki, que é como eu o chamo na intimidade, continua sendo objeto de minha paixão. Com vocês, meninas, o nosso gato desta sexta: Keanu Reeves, ator, norte-americano, 44 anos, misteriosamente solteiro, lindo, maravilhoso, um tantinho maluco e multimilionário. Resumindo: perfeito! Bom fim de semana.
Gente, não sei se é comigo e com essa semana em que meu astral resolveu descer ao nível do mar, mas estou beeem tensa com essa crise econômica. Não, queridos, infelizmente não tenho ações na bolsa nem aplicações que me tirem o sono. Mas estou perdendo o sono justamente por essa falta de, digamos, preparo para possíveis dias difíceis. Resolvi dividir a angústia com vocês porque a maioria de nós aqui se encontra na mesma situação, que é a seguinte: não vivemos o fantasma da inflação e de crises graves anteriores. Sim, assistimos a muitos desses episódios e, sim, somos do tempo da inflação altíssima, mas nesse tempo a preocupação maior era dos nossos pais e provedores. Não éramos nós quem tínhamos contas a pagar a filhos a sustentar. Enquanto adultos, donos de nosso nariz e finanças, estávamos vivendo até agora tempos de progresso e prosperidade, mesmo que a passos curtos e lentos e mesmo que com algumas interrupções. Traduzindo e resumindo: eu não sei administrar uma casa com inflação e recessão!!! Alguém aí sabe? E olha que trabalho em jornal, que o editor de economia fica quase ao meu lado e que me esforço para entender tudo o que ele me ensina. Mas nada disso me livra da preocupação de ver a conta do supermercado ficar cada vez maior, o salário dos empregados idem, assim como a escola, o condomínio, a conta de luz. Considerando que meu marido até que se esforça, mas se cobrarem R$ 8 por um sabonete, ele paga, acho que preciso de um personal consultor financeiro já! Que cobre bem baratinho, claro.