Aí vão as felizardas ganhadoras da promoção 'Mulherzinha, sim, e daí?', que vão levar um exemplar cada do livro: Prenda o Cara Certo ou Deixe a Fila Andar - O guia da garota inteligente para levar os homens à loucura e encontrar o amor verdadeiro, de Jamie Callan (Editora Best Seller):
Erika (erikaaiany@gmail.com) e Ana Carolina (anacarolinapessanha@yahoo.com.br)
Parabéns, meninas! E a todos, obrigada por participarem. Agora vou mandar e-mail às ganhadoras para pegar endereço de entrega. Bom fim de semana a todos!
Não consegui me lembrar se o eleito de hoje já foi nosso gato de sexta, mas não me dei nem ao trabalho de procurar. Em homenagem ao show que ele deu essa semana, a toda demonstração de talento - o que nem precisava, de tão lindo que é -, nosso sonho de consumo não poderia ser outro: Cauã Reymond. Com seu Halley, de 'A Favorita', Cauã tem deixado a mulherada enlouquecida e esses dias chegamos a chorar com ele. Aos 28 anos, casado com Grazi Massafera, roubando a cena em horário nobre, Cauã pode usar a frase chavão das revistas de celebridades: está em seu melhor momento. Essa delícia de carioca tem 28 anos e rala desde os 17, quando começou a trabalhar como modelo. Já fez exposição de sua figura em Milão, Paris e Nova Iorque antes de estrear na TV brasileira, com o Maumau de 'Malhação'. Ah, essa beleza toda tem explicação: é uma mistura de ascedências suíça, portuguesa, indígena e paraibana. O gato mantém esse corpinho com surfe e yoga. Com vocês, meninas, Cauã Reymond:
Camila Pitanga voltou ao batente. Ontem ela apareceu, linda toda vida, nas gravações do 'Faça Sua História'. Camila entrou no lugar de Luana Piovani, que foi gentilmente afastada de sua participação na série depois que destratou uma produtora. O mais divertido foi a solução encontrada pelo programa, de botar Camila exatamente no mesmo papel que Luana fazia: o de uma atriz em busca de sucesso. Para justificar a mudança, a personagem vai a Hollywood tentar a fama e é orientada a mudar o visual. Aí faz uma supercirurgia plástica e de Luana Piovani se transforma em Camila Pitanga. Adoooro.
Mas resolvi mostrar as fotos para defender a teoria de que Camila Pitanga fica muito mais interessante vestida como as personagens. Porque, na boa, gente, ela é linda, ela é tudo, mas ninguém agüenta mais aquele visual vestidão de moça de família. A atriz só se veste assim na vida pessoal e acaba ficando tão boa moça que beira o sem graça. Fora que não muda nunca. Com essas roupitchas, assim estranhas mesmo, ela ficou óoootima, com a maior pegada.
Pelo direito de ser mulherzinha, aí vai uma promoção que é a nossa cara. Vista pelo lado do bom-humor, claro. Então, meninas e meninos, a partir deste momento vocês estão concorrendo a dois exemplares do livro:
Prenda o Cara Certo ou Deixe a Fila Andar - O guia da garota inteligente para levar os homens à loucura e encontrar o amor verdadeiro, de Jamie Callan (Editora Best Seller). Cada vez mais me convenço de que o que faz um livro de sucesso é um ótimo título como esse, o resto é detalhe. Jamie Callan é uma norte-americana professora universitária e escritora, que decidiu dar uma força àquelas que ainda têm dúvidas de como se comportar nos relacionamentos amorosos. A dica básica de Jamie é engraçada: não siga regras. Ela diz que mistério, inteligência, ousadia e sedução são o que deixa os homens aos nossos pés.
Agora é com vocês. Quem quiser concorrer só precisa postar comentários. Amanhã à tarde faço o sorteio e dou o resultado. Aos que não derem a sorte de ganhar, o livro está nas principais livrarias do país com preço sugerido de R$ 19,90.
Ontem tive um dia enlouquecedor. Só para vocês terem uma idéia, às oito e meia da noite estava em Nova Iguaçu dando uma palestra na Unig sobre 'o papel do jornal na gestão do conhecimento'. Chique, não? Foi tudo muito legal, com exceção do fato de que não tive chance nem de abrir o blog, muito menos de postar, uma vez que fiquei sabendo que teria que dar essa palestra menos de 24h antes. Então, vamos às últimas, por tópicos.
1. Não foi à toa que postei aquelas fotos suspeitíssimas de gravação de 'Três Irmãs'. Se você rolarem a tela, vão ver com outro olhos 2. Apesar de fazer uma linha meio 'cafa', eu também não dispensaria o Paulinho Vilhena, não 3. Se minha filha de 16 anos resolvesse namorar o Marcelo Camelo, eu teria um treco. Nem tanto pela idade, mas porque ele é feio, tem cara de sujo e apesar de eu adorar muitas das músicas que ele compôs, acho o sujeito uma mala sem alça 4. Se minha filha aos 16 anos for boba e infantilóide como é a moça em questão, eu terei um treco 5. O blog Salto Agulha ignora a existência de Marcelo Silva e afins. E tem uma opinião diferente sobre a Susana Vieira, então é melhor deixar quieto 6. Estou passada porque perdi a novela ontem e não vi o Halley descobrir que é filho da Donatella. Se alguém puder me dar detalhes, agradeço. 7. Leiam o post abaixo, por favor, porque eu ainda não me refiz do trauma e preciso da opinião de vocês
Sabem aqueles momentos em que eu recorro ao apoio moral de vocês? Pois bem, aí vai mais um. Domingo, saí do plantão à meia-noite, depois de um fim de semana exaustivo me dividindo entre uma filha que resolveu ser a chata, a manhosa, a birrenta e o trabalho. Aí chego em casa uma da manhã e, fazendo a mãe dedicada, preparo a mamadeira com fruta, sustagem e carinho e vou alimentar a criança, que já estava no terceiro sono. Aproveitando o momento, me deitei ao lado dela na cama e fiquei fazendo carinho enquanto segurava a mamadeira. Aí ela acabou, virou para o lado, se aconchegou e, dormindo, sussurrou, com a voz embargada de sono: - Cris, te amo... Para quem não sabe, Cris é a babá, que é muito querida e a quem eu quero mesmo que minha filha ame, mas que não trabalha fim de semana e não estava ali, de madrugada, dando mamadeira. Foi isso, minha gente: eu ali, exausta, dedicada, sofrida, culpada, ainda tive que ouvir declaração de amor que não era para mim. Consegui manter a tranqüilidade e falei no ouvidinho dela 'é a mamãe, filha'. Aí ouvi um 'eu te amo' com um tom de prêmio de consolação inacreditável. Se fosse mãe judia, tinha me matado. Se fosse mãe italiana, matava a Maria Clara. Sim, aceito palavras de apoio.
Escolhi para nossa feirinha hoje algo em que já estou de olho há um tempo. São esses sutiãs de malha decorados, que as grifes estão lançando em suas linhas de acessórios. O bacana é que eles têm alça em V com uma argolinha no meio, para aparecer quando usados com blusas mais decotadas. Com o calor chegando e a vontade de usar camisetinhas, eles são uma mão na roda: úteis e bonitos. Dá para brincar com as cores e estampas e fazer uma festa. Ah, sim, e o mais importante: eles chegam para eliminar de vez, para sempre, enterrar bem fundo as malditas alças de silicone. Esses modelos são da Mercatto, que está com um preço ótimo: R$ 19,90 os lisos e R$ 22,90 os de poá e o estampado.
Uma pergunta que deveríamos nos fazer com alguma freqüência até encontrar a resposta é: quando foi que começamos a complicar tudo nas questões amorosas? Porque a gente não nasce complicada, né? E ao contrário do que se tenta propagar, adolescentes são mais simples para resolver suas relações do que nós, adultos. Sim, eles dramatizam, tendem a achar que seus problemas são os maiores do mundo, mas, quando querem, resolvem tudo com a maior facilidade. E criam códigos e leis que só ajudam a facilitar ainda mais para o lado deles. Como bem exemplificou a filha de uma amiga, de 11 anos, que recebeu de um colega de escola uma declaração de amor e contou para a mãe: 'Ele me disse 'eu te amo''. Minha amiga, já ansiosa, perguntou: 'E o que você respondeu?' 'Respondi 'eu também', né, mãe? Ia dizer o quê?' Simples assim: ouviu 'eu te amo' responde 'eu também' e depois resolve o que vai fazer com isso. É aí que entra a pergunta: quando é que a gente deixa de ser prática assim?
Na mesma conversa, minha amiga, esquecendo que somos do século passado, mas já estamos em 2008, seguiu com sua sutil investigação: 'Mas ele te pediu em namoro, filha?' E a menina, já perdendo a paciência: 'Claro que não, mãe, para ser namoro tem que ficar quatro vezes antes'. Mais um pouco e ela desenharia uns gráficos para tentar fazer sua querida progenitora entender as regras desse jogo. E ela, a mãe, que apesar de só ter 41 anos, naquele momento estava se sentindo - e sendo vista - com uns 80, ficou pensando como é que não estabelecemos normas assim para nós, burras velhas, que até hoje nos remoemos com dúvidas tipo namoro-ou-amizade. E se imaginou dizendo coisas assim para suas amigas, quando elas viessem lhe falar, por exemplo, sobre a indefinição de uma relação recente. 'Querida, quantas vezes vocês já ficaram? Três? Falta uma para apresentar à família. Dez? Casa, meu bem, que isso já é marido'. Isso nos pouparia, no mínimo, umas 20 crises de insegurança, 35 fins de tarde ao lado do telefone e umas 42 dores-de-cotovelo ao longo da vida.
Ok, não dá para culpar minha amiga. Nós já somos do tempo do ficar - graças a Deus ninguém mais jovem precisou nos explicar isso -, mas também vivemos a época em que os meninos nos pediam em namoro. E se me lembro bem, nós tínhamos que pedir um tempo para pensar. Nem que esse tempo fosse de, sei lá, umas duas horas e meia, tinha que ser assim, não pegava nada bem responder na hora. E os términos também tinham que ser oficializados, não tinha essa de simplesmente sumir, não, tinha que ir lá e acabar tudo, mesmo que fosse preciso evocar clichês do tipo o-problema-não-é-você-sou-eu. A questão é que esse passo-a-passo caiu em desuso antes mesmo que fizéssemos 15 anos, e, ao contrário da garotada, não fomos espertas o bastante para criar um novo manualzinho que nos livrasse das complicações da vida adulta e do conseqüente sofrimento.
O que podemos fazer, a essa altura do campeonato, é descer do salto, calçar as sandálias da humildade e aprender com nossas jovens meninas. E quem sabe sair dizendo uns 'eu te amo' inconseqüentes por aí. E quem sabe sair ficando uma, duas, cinco, vinte vezes com um carinha sem se preocupar no que isso vai virar. E lembrar da segurança que a adolescência nos dava e pensar que não há por que não retomá-la. E quem sabe, enfim, perceber que simplificar um pouco as coisas, que é só o que precisamos fazer, pode ser mais fácil do que parece.
Já que estamos no feriadão da Consciência Negra, nada mais justo do que escolher um gato dentro deste espírito. Sempre fui fã de Walter Rosa, que além de lindo toda vida, é super gente boa. Walter é daqueles que têm história das boas para contar. Filho de empregada doméstica, foi criado com a ajuda de uma tia e morava onde hoje fica a Vila Mimosa, ali na Praça da Bandeira. Muito a fim de mudar seu destino, juntou a força de vontade com essa carinha que Deus lhe deu e, depois de muito batalhar, acabou virando modelo. Deu sorte no jogo e no amor: aos 42 anos, Walter é casado com a empresária Lilibeth Monteiro de Carvalho e tem uma filhinha, Nina, de 3 anos. Com vocês, nosso negro gato de sexta, o modelo e DJ Walter Rosa:
Da série inveja das atrizes, melhor do que fazer filme de surfe, só novela de surfe. Você é obrigada a emagrecer e malhar pra depois ficar fazendo exposição de sua figura na praia. Se der a sorte de Carolina Dieckmann, então, ainda ganha umas cenas de pega acalorado com Paulinho Vilhena. Tem gente inclusive maldando, mas não será a Salto Agulha que vai botar lenha nessa fogueira. A pergunta aqui é simples: precisa mesmo ganhar pra isso?
Vi o trailer de 'Romance', o novo filme de Guel Arraes que estreou sexta-feira. Não foi o que pareceu, mas me disseram que é bom. Do pouco que vi, achei que bom mesmo é o papel de Letícia Sabatella. Ela se divide entre Wagner Moura e Vladimir Brichta. É um pega com Waguinho ali, outro com Brichta aqui, mais um amasso com Waguinho cá, e mais outro com Brichta acolá. Fiquei com a sensação de que é o emprego que qualquer uma pediu a Deus. Quem quiser conferir, depois diz pra gente o que achou.
E as suspeitas são de que Letícia formou casal com André Gonçalves. Vai entender...
Nosso produto de hoje é sugestão da Fabiane Pereira e é dica boa para quem pinta os cabelos. Há poucos meses, a Davene lançou uma linha especial para cabelos tingidos, batizada Elsie Claire Radiance. Tem xampu, condicionador e máscara tonalizante em quatro cores: castanho, louro, escuro e vermelho. Os condicionadores têm protetor solar, para defender os fios do 'desbotamento'. A proposta da linha é limpar, proteger e ressaltar a cor das mechas tingidas. Mas o importante é o depoimento de nossa leitora, que estréia como colaboradora da Feirinha: "Como eu pinto os cabelos, chega uma época em que eles ficam meio desbotados e sem brilho até a próxima tintura, tipo um efeito cor de burro quando foge. Por causa disso, resolvi usar a linha. O melhor de tudo é a máscara tonalizante, que realmente funciona como uma tintura, sem agredir os cabelos e dá um brilho fenomenal. Eu testei e achei realmente muito boa, pois deixa a cor sempre vibrante. O tonalizante é compatível com tinturas, não apresenta nenhum risco". No site da Davene, o xampu custa R$ 6,99; o condicionador, R$ 8,49, e a máscara, R$ 13,90.
Essa semana as revistas de celebridades poderiam ter criado uma nova editoria: a da traição. E a partir daí, em toda edição haveria pelo menos uma história para contar nesta página. Provavelmente há muito mais do que um caso a cada sete dias, mas como ainda tem gente famosa que consegue fazer coisas discretamente, por incrível que pareça, nem todo babado de puladas de cerca e afins vem à tona. De qualquer forma, uma historinha estaria garantida, sem dúvida. Mas voltando aos assuntos da vez, fomos da Barra a Hollywood, da separação de Susana Vieira à enésima declaração de Jennifer Aniston sobre Brad Pitt tê-la trocado por Angelina Jolie. A traição pública voltou à pauta esses dias e chega a ser engraçado como nos dedicamos a acompanhar o drama dos chifres alheios como se fossem nossos. Não deixa de ser uma boa maneira de pensar que numa hora dessas é muito melhor não ser famoso e agradecer pelo nosso anonimato e por podermos levar bola nas costas sem que ninguém tome conhecimento. E de sentir um pouquinho de pena de pessoas que julgamos ter a vida que pedimos a Deus - o que, sejamos sinceros, nos dá uma certa sensação de vingancinha.
Susana Vieira teria ela própria anunciado aos quatro ventos que botou o marido para correr depois que confirmou que ele estava tendo um caso com uma periguete qualquer muito a fim de aparecer. A vontade da atriz de se manter notícia é tanta que não importa mais a origem ou a qualidade da notícia. Ser traída pela segunda vez, pelo mesmo marido de caráter duvidoso, e explanar para geral é normal. Assim como é normal ele ir à TV pedir perdão e jurar que será o melhor marido do mundo daqui para frente. Mais um pouco, e os roteiristas e autores de novela estarão todos desempregados, já que os atores decidiram escrever e protagonizar as próprias tramas - todas de quinta categoria.
Com um pouquinho mais de glamour, Jennifer Aniston reapareceu esta semana como capa da Vogue norte-americana. Na chamada, a aspa da atriz: 'O que Angelina Jolie fez não foi legal'. Mais uma vez, Aniston fala sobre o que todo mundo sempre soube: que o casal Jolie e Pitt se formou nas filmagens de 'Sr. e Sra. Smith', quando Brad ainda era casado com Jennifer. Desde então a loura faz a coitadinha e reclama dessa fama de mal-amada, mas não perde a oportunidade de falar disso, mesmo depois de alguns anos e dos seis filhos que seu ex-marido já arranjou com a outra. É o caso típico do pé na bunda jamais absorvido e resolvido, mas Jennifer, como estrela da constelação mais poderosa do planeta, não deveria dar esse mau exemplo a nós, mortais. Porque se ela, linda, loura, escovada, 'celeb' e milionária, não consegue se refazer, imagina nós.
Talvez possamos tirar alguns ensinamentos disso, já que não vamos aqui admitir que gostamos da fofoca só pela fofoca. A gente pode fazer a linha de que quer aprender com o drama alheio. Tipo pensar de que adianta ter um Brad Pitt se depois você vai virar aquela que foi largada pelo Brad Pitt. Ou tipo que você pode ser bonita, gostosa e rica, mas se for chata não vai ter homem que agüente - porque, convenhamos, a Jennifer Aniston tem cara de chata. Também podemos lembrar que a idade chega e que, sim, temos direito de pegar uns garotões quando bem entendermos, exatamente como os homens fazem, mas que isso inclui segurar a onda dos riscos que um garotão representa. E que, claro, homem é ótimo e ninguém quer ficar sozinha, mas não achamos nenhuma parte de nós no lixo para entregar a qualquer um.
Estou buscando no cinema inspiração para os gatos de sexta. E hoje chega às telas um dos maiores sonhos de consumo da Salto Agulha: o espanhol Javier Bardem, versão humana dos touros de Picasso, como bem disse nossa Fernanda Montenegro. Javier estréia no Brasil hoje como um dos protagonistas do novo filme de Woody Allen, 'Vicky Cristina Barcelona', que fala das aventuras e angústias amorosas de duas amigas que embarcam numa viagem pela cidade espanhola do título. Parece que o filme é carregado de sensualidade, e Bardem se divide entre Scarlett Johansson e Penélope Cruz. Filho caçula de uma família de atores, Javier nasceu em 1º de março de 1969 nas Ilhas Canárias. Este ano, ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante pelo psicopata assassino de 'Onde os Fracos Não Têm Vez'. Lindo, talentoso, podre de charmoso, seu único defeito é ser casado. E com Penélope Cruz, o que reduz nossas chances a abaixo de zero. Mas não custa sonhar. Então, com vocês, nosso muso da semana, Javier Bardem:
Um dia depois de o prefeito assinar decreto estipulando multa para estabelecimentos comerciais que discriminarem casais gays e criando um disque-denúncia para o crime de discriminação por orientação sexual, alguns cariocas ligaram para a prefeitura para reclamar. Não aceitam a lei. Não concordam que duas moças ou dois rapazes possam se beijar em locais públicos. Argumentam que seus filhos não podem ver uma coisa dessas. Eu como sou absolutamente contra qualquer tipo de discriminação, acho que essas pessoas deveriam se preocupar em como lidar com isso, já que é tão dificil aceitar, em vez de ficar ligando para a prefeitura para reclamar. Entendo que muitos pais tenham dificuldade de aceitar que seus filhos vejam cenas de carinho gay, mas sinceramente acho que nossas crianças têm visto coisas muito mais graves, ou melhor, coisas verdadeiramente graves. O homossexualismo faz parte da vida e acho que quanto mais naturalmente a gente lidar com isso, menos atenção das crianças isso vai chamar. Aliás, elas, as crianças, quando não são influenciadas pelos adultos, têm muito mais facilidade para compreender as diferenças do que a gente imagina.
Essa moça saiu do Rio Grande do Sul para ganhar o mundo. Melanie Nunes Fronckowiak, de 20 anos, foi eleita o bumbum mais bonito do planeta no concurso 'Show me you Sloggi', da marca de calcinhas. Fez dupla com o francês Saba Bombote, de 27 anos, que seria o dono do mais belo traseiro masculino, apesar de a foto não me dizer isso. Agora vamos ao recalque que essa notícia provocou: Melanie desistiu da faculdade de Jornalismo para investir na bunda. Agora será modelo da próxima campanha publicitária da Sloggi, acabou de embolsar 15 mil euros e tem todo um futuro promissor pela frente. Tem gente que sabe fazer escolhas na vida, não? A reportagem completa sobre o novo orgulho nacional você vê no caderno O DIA D do seu jornal O DIA desta quinta-feira.
Aí está a despedida de nossa Viviane Araújo. Vivi embarcou para o Catar, onde está jogando bola seu amado Radamés. Tudo bem que a moça nunca foi uma lady no quesito roupitchas, mas esqueceram de avisar a ela que essa calça ultramegahiperjusta e esses três dedos de barriga de fora podem ser praticamente uma batina para quem está acostumada a mostrar muito mais, mas para o povo lá das Arábias é uma aberração. A fofa vai penar até aprender como as coisas funcionam lá pelas vizinhanças dos Emirados. Se Viviane não descer do avião direto para um carro blindado e com vidros bem pretos, poderá ter problemas.
A Globo reuniu as rainhas - ou madrinhas, sei lá - de bateria das escolas de samba do Rio no estúdio para gravar as famosas e chatíssimas vinhetas de Carnaval. Ok, deve ter gente que gosta, mas não me incluo nesse grupo. Mas, enfim, estavam as musas todas lá e pesquei essas fotos entre as que chegaram por aqui. E fiquei cheia de dúvidas, que talvez vocês possam me tirar: 1. Quem maquiou a Luiza Brunet? 2. Seria essa roupa um revival de Carnavais passados? 3. Quem vestiu a Paola Oliveira de bandeira da Itália? Ou seria do Fluminense? 4. E quem, meu Deus, mandou soltar Adriane Galisteu, que de tão bizarra mereceu duas fotos?
Demorou, mas saiu a nossa feirinha desta segunda. Como o clima é de alta-estação, de primavera com gostinho de verão, vamos embarcar no que vai ser o quente da temporada. Um bom par de óculos escuros levanta qualquer produção. Sem contar a auto-estima, que a gente sempre se sente mais poderosa por trás das lentes. Os modelos de acetato são os mais versáteis e podem apostar nas cores à vontade. Escolhi para hoje os óculos brancos. Chiques, poderosos, nos dão aquele charme de mulher de balneário que a gente merece ter. Se o seu rosto comporta os modelos grandes, vai nessa que eles ainda estão com tudo. Os que lembram os anos 80 também estão em alta. Esses quatro modelos são: os dois primeiros da Lupa Lupa (R$ 100 e R$ 120) e os seguintes da Chilli Beans (R$ 98 e R$ 118) - as duas marcas com lojas e/ou quiosques nos principais shoppings. Mas batendo uma perninha rápida você encontra mais, muito mais.
Essa semana o Senado aprovou um projeto de lei que proíbe meninas muito magras de atuarem como modelos. Ainda faltam alguns caminhos a percorrer - Câmara dos Deputados, sanção do presidente Lula etc. -, mas, se for aprovada, a lei vai tirar das passarelas e da publicidade toda e qualquer mulher cuja magreza esteja à beira da falta de saúde. Claro que isso não poderia ser definido por quilos, uma vez que cada pessoa tem um biotipo e não é o peso em quilogramas que define se alguém é gordo ou magro. Os autores da lei então recorreram aos índices da Organização Mundial de Saúde para definir esse padrão de magreza excessiva pelo Índice de Massa Corporal: quem tiver IMC inferior a 18 vai ter que comer muito arroz, feijão e lasanha antes de querer se engraçar para as câmeras. Para quem não teve aulinhas de IMC na academia de ginástica, esse valor a gente tira dividindo o peso pela altura ao quadrado (peso/altura² = IMC) e se você for capaz de fazer essa conta vai perceber que a maioria de nós está bem acima dos tais 18.
Toda e qualquer medida que tire o direito de escolha da pessoa, como leis que definem como você deve lidar com seu próprio corpo, é polêmica. A princípio, não faz nenhum sentido ver o Estado definindo quanto a gente tem que pesar. Sabemos muito bem que, mesmo com responsabilidade, mesmo sendo as burras velhas que algumas de nós somos, quando encasquetamos que temos que perder aqueles malditos três quilos que sempre sobram, não há quem nos convença do contrário. Então imagina dizer isso para uma menina que está começando a fazer sucesso como modelo, que sonha ser a nova Gisele Bündchen, imagina fazer essa criatura acreditar que ela não pode ser um palito, mesmo que o mundo, ou melhor, que o seu mundinho fashion diga o contrário. Mas talvez essa seja a única solução. Seja o passo que estamos precisando dar para que a questão da magreza excessiva como padrão de beleza não vire um caso de saúde pública, se é que já não virou.
Esses dias soube que minha sobrinha de cinco anos manifestou à avó sua preocupação em não engordar. Não satisfeita em chocar a avó com a frase 'tenho que ficar magrinha', a criaturinha levantou a blusa e perguntou: 'Minha barriga está tanquinho?'. Claro que levou um passa fora, porque nessas horas as avós têm a psicologia perfeita e infalível: a do passa-fora-antes-que-o-chinelo-cante. O episódio não foi além disso e nos faz rir depois, mas dá um sustinho perceber que nem as pirralhas escapam. E dá um pavor imaginar que tem mãe que incentiva isso, assim como tem mãe levando criança para fazer escova progressiva e 'dia de princesa' em salão de beleza.
Adoro moda, acho lindo mulher magra e entendo a chiadeira que essa lei vai provocar. Mas entendo também que vivemos uma época em que os desvios de comportamento e as distorções de valores são propagadas pela Internet e ser seduzido por eles é muito fácil. Vivemos uma época em que o maior programa dominical da TV promove um concurso de modelos e acha lindo filmar as filas que as meninas magricelas em jeans apertados estão fazendo pelo País afora, mesmo sabendo que nem um décimo delas tem realmente chance no mundo da moda. Nossas adolescentes estão tendo informação demais e orientação de menos e aí, se o Estado resolve se meter, a gente não pode nem reclamar.
Aposto que hoje vamos ter polêmica de novo. Porque só quem viu '007 - Cassino Royale' é capaz de reconhecer o talento, digamos, estético de Daniel Craig. Este ator de traços estranhos, que causou espanto quando foi escolhido para ser o novo James Bond, se revela na tela. Craig, que é britânico e tem 40 anos, é dono de um charme e uma pegada que, vamos combinar, meninas, são de tirar o fôlego. Fora o corpo, a cara de mau, e o visual ultra fashion. Desde hoje, ele está de volta entre nós, em cartaz com 'Quantum of Solace', o novo filme de James Bond. Dizem que está melhor ainda, se é que é possível.
Essa foto já vale o Rio Summer. É muita beleza, elegância e exemplo de como envelhecer com dignidade juntos. É a Silvia Pfeifer, Betty Lago e Dalma Callado que nossas tops de hoje devem agradecer. Foram essas três mulheres que abriram o caminho para a beleza brasileira fazer sucesso no exterior. Foram tops que arrasaram mundo afora numa época em que modelo era chamada de manequim e top model não fazia parte de nosso vocabulário. Dior, Chanel e Valentino são só algumas das grifes que se renderam ao poder desse trio. Silvia e Dalma estão com 50 anos, Betty tem 52. Luxo total.
Vejam que coincidência. Semana passada eu fiquei sabendo de um blog que faz sucesso no mundo todo. Chama-se The Sartorialist e é o projeto muito simples e bacana do ex-executivo de moda e fotográfo Scott Schuman: ele saiu fotografando pelas ruas as pessoas mais estilosas que encontrava pelo caminho. Gente anônima, mas nada comum, dona de estilo muito próprio. Para matar a gente de inveja, ele fotografa por Nova Iorque, Milão, Paris etc, às vezes acompanhando eventos de moda, às vezes apenas flanando. The Sartorialist, simplesmente um blog de 'streetstyle', foi eleito pela revista Time como um dos 100 maiores ícones da moda do mundo. Uma referência. Pois bem, descobri tudo isso semana passada e, hoje, o que fico sabendo? Que o Sartorialist em pessoa está no Rio, para o Rio Summer (a mini-semana de moda-praia do Nizan Guanaes, que começou hoje), e já fotografou umas figuras pelas praias. O bacana é que no blog tem um monte de gente comentando sobre nós, os cariocas. Aí estão algumas fotos que Scott fez hoje por aqui e as duas últimas são ele próprio (por sinal, um gato).
Nada pode ser mais melodramático e clichê do que esta frase, mas ontem, mais uma vez, a esperança venceu o medo. A vitória emocionante de Barack Obama nas eleições para presidente dos Estados Unidos foi um daqueles momentos históricos de que devemos no orgulhar de ter presenciado. Os Estados Unidos fizeram o que todo país deve fazer: mostrar sua insatisfação, sua vontade de mudança nas urnas. Começa agora uma nova era para o mundo e vamos cruzar os dedos para que dê supercerto. Agora vamos ao momentinho lágrimas de mulherzinha. Se eu já simpatizava e torcia por Obama, depois do discurso apaixonado, virei fã de carteirinha:
"Eu não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama."
Quem resiste a um declaração dessas? Que mulher não gostaria de estar na pele de Michelle Obama e ouvir o marido dizer isso ao mundo inteiro? Esta me parece uma mulher de muita sorte, não acham? Agora as imagens da emoção:
Com todos esses comentários gentis sobre minha participação no Happy Hour, vocês estão me deixando a maior metida. Obrigada pelo carinho e pela audiência (rs). Bom, como vocês já perceberam, sobrevivi. O Fred, que nunca se chamou Martins e sim Fred Lessa, é mesmo um amor, como vocês fãs imaginavam. Aliás, foi todo mundo supersimpático lá no GNT. Claro que fiquei tensa no início, sem saber o que fazer com as mãos, com a boca, se cruzava as pernas ou não, para onde olhava, essas coisas. Depois passou e fiquei bem feliz com a conversa. Para quem não viu, aí estão trechinhos. Ah, claro, fiquei muuuuuito coruja quando apareceu a foto da Maria Clara. Daqui a pouco boto novidades no blog.
Meninas, nesta terça-feira, dia 4 (hoje para quem lê), estarei no programa Happy Hour, do GNT. Às 19 horas e ao vivo, para minha mais absoluta tensão. Ok, não estou nem pensando que ao vivo não tem volta, que televisão engorda seis quilos e que vai me dar um frio na barriga miserável. Vou subir no salto, respirar fundo e fluir com Lorena Calábria e Fred Martins, os apresentadores, como meus mais novos melhores amigos de infância. Eu bem que queria ser convidada para um programa assim para falar, sei lá, de homens, sexo, drogas e roquenrol, não necessariamente nessa ordem. Mas o tema do programa é 'Consegui engravidar' e lá vou contar sobre minhas peripécias em dois anos e meio de tratamento até Maria Clara surgir. Quem puder assistir, me sentirei muito honrada. Depois podem criticar à vontade - mas com carinho, por favor, pra não magoar. Então anota: 19h, no GNT (canal 41 Net/Sky).
Vou logo avisando que hoje não acordei barata, não. Sabe quando a gente diz que está com a alma gorda, pensando gorda? Acho que comecei a semana com a alma cara. Então vamos falar da relação custo-benefício que fica melhor. E lembrar que toda beleza tem seu preço. Selecionei para nossa Feirinha de Segunda dois produtos ótimos de maquiagem que têm tudo a ver com o verão. Por acaso são os dois do Boticário. Um é o soft blush, que vem em uma embalagem superdiferente, com esponja e espelho acoplados. Gosto da cor bronze solar (a da foto), que dá aquele efeito bronzeado com um leve brilho - que é o que há no momento em matéria de make-up. Basta tirar a tampa e fazer uns 'puf pufs' nas maçãs do rosto que o pó vai direto para a esponja. O certo é fazer aquela boquinha de bico de pato e aplicar na linha diagonal que vai das maçãs às têmporas. Também tem nas cores pétala de rosa, pêssego, rosa diurno e terracota. Custa R$ 66,90 e a vantagem é que depois basta comprar o refil, por R$ 39,90.
Puf puf mágico
O outro é a tal caneta corretora de que falei em uma coluna outro dia. O nome oficial é flash iluminador e, gente, ilumina mesmo. O pincel é meio durinho e é para passar onde você quiser dar uma iluminada: nas olheiras, nos vincos em torno da boca, entre as sobrancelhas... Basta dar umas pinceladas e espalhar ou com os dedos ou com outro pincel. Mesmo para quem não tem olheiras, fica ótimo quando se passa embaixo dos olhos, dá uma superlevantada no visual. Este só tem em duas cores, uma mais clara (a da foto), outra mais para marrom. A caneta custa R$ 54,90.
Levantada no olhar
Sem querer fazer invejinha, duas amigas queridas me deram esses dois produtos de presente de aniversário, então estou falando por experiência própria. Podem confiar (hehehe).
Era um texto desses que circulam por e-mails e, injustamente, sem autoria. Falava do drama que é para nós, mulheres, receber um simples convite para jantar de um carinha de quem se está a fim, uma vez que da hora em que ouvimos 'vamos jantar?' ao momento em que entramos no carro, estaremos enlouquecidas com toda a produção desse encontro - desde fazer as unhas e escolher a calcinha até a quantidade de camadas de rímel que vamos passar nos cílios. Enfim, era uma divertida crônica sobre nossas histerias e fiquei pensando na parte específica em que a autora (só pode ter sido uma mulher quem escreveu aquilo) relata a dúvida na escolha da lingerie e na decisão de fazer sexo ou não com o sujeito naquele encontro. E já que a Salto Agulha está nessa fase de dúvidas quase shakespeareanas - homem canalha ou bonzinho, ser ou não ser popular etc -, resolvi me ater à questão que aflige todas nós, tradicionais ou modernas, novas ou velhas, descoladas ou encanadas: transar ou não transar no primeiro encontro.
Na verdade, gostaria de ir além desse dilema básico e quase cafona e dizer que nosso problema não se restringe à estréia com determinado parceiro. Estamos sempre nos perguntando quando transar, com quem transar, de que modo transar e mais uma infinidade de questões que somos capazes de inventar quando o assunto é sexo. Poderia ser bem mais simples, mas não é. E tenho minhas dúvidas se é cultural ou se faz parte da nossa essência. Será que Eva não fez um doce antes de se entregar à Adão? Será que a serpente não apareceu justamente para dar essa forcinha, já que Eva estava com o maior medo de que Adão não mandasse nem um sinal de fumaça no dia seguinte? Não teria sido no paraíso que tudo isso começou?
Vejam só se não vivemos um conflito constante. Se você faz a tradicional, está sempre confrontando o que você quer fazer - transar - com o que você acha que deve fazer - não transar. Se você faz a descolada que dá voz a seus instintos e só a eles, estará sempre tentando convencer os outros de que o sexo livre não é uma fuga para suas carências sentimentais, que é o que passaram a pensar da gente depois que o conceito de galinha caiu em desuso. E quando a gente resolve se entregar pra geral, para usar uma expressão menos grosseira, e descobre que geral não está a fim de receber essa entrega? É tudo muuuuuito complicado nas nossas cabecinhas femininas - e no corpo todo. O exemplo veio esses dias de uma amiga, que, conversando com outra amiga sobre o clima que estava rolando com um sujeito, ouviu dela: 'Você não percebe que ele só vai querer transar com você?' E daí, meu Deus? Alguém que só queira transar com a gente não é tudo o que a gente quer e precisa de vez em quando? Somos obrigadas a querer andar de mãos dadas e trocar apelidos carinhosos e ridículos todos os dias de nossas vidas? Será mesmo que não dá para ter uma vida sexual livre de palpites e cobranças? E, será que não podemos nos livrar de nossas próprias cobranças?
Talvez não. Até porque, se é verdade a tese de que o que é mais difícil é mais gostoso, simplificar demais o sexo pode não ser a melhor estratégia. Enfim, uma hora a gente encontra o melhor caminho. O que temos que aprender de uma vez por todas é que essas angústias, dúvidas, neuroses, histerias típicas da categoria mulherzinha são como calcinha velha: devem ser escondidas, descartadas, eliminadas no exato segundo em que o clima esquenta. Uma vez que você chegou lá, querida - não importa com que facilidade ou a que custo -, a única opção é relaxar. E o resto você sabe.