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| Cláudia Cecília |
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Preciso emagrecer 5 quilos. Ok, fui eu quem decidi isso, sem consultoria, mas vocês sabem bem como é quando a gente está querendo quebrar a balança. Pois bem, a consciência do problema eu já tenho, agora estou precisando de estímulo. Tem alguém aí com o mesmo problema? Estão a fim de fazer um bolão? Podemos brincar disso por aqui e chegar ao verão com dignidade. Que tal? Ah, sim, escrevo isso imediatamente após comer meio pão doce. Dos grandes, com muito açúcar em cima.
Já que falar da chatice da Helena de Taís Araújo é chover no molhado, então vamos por outra perspectiva. A pergunta do dia é: Se você fosse jovem, linda, viajasse para a Jordânia a trabalho e lá conhecesse o Thiago Lacerda e o Rodrigo Hilbert você ia lembrar que tem um noivo em sua terra natal e se comportar ou se ofereceria loucamente (com elegância, claro) para qualquer um dos dois e, talvez até, para os dois? Estou cada vez mais fã da Luciana-gente-como-a-gente.
Uma hora e meia depois de este post ser publicado, o que vejo? Aline Moraes e Thiago Lacerda rolando pelas areias do deserto, com beijo na boca no final. Se eu estivesse lá, ia ter que me contentar 'só' com o Rodrigo Hilbert. Ai, ai.
Pensei em começar com Eu fui ao Fashion Rocks, mas me lembrei daqueles adesivos Eu Fui ao Rock in Rio e não quis conferir o mesmo peso ao evento de sábado. Porque não foi exatamente um marco e confesso que já não consegui entender muito bem a ciosa toda antes de acontecer e saí de lá com a mesma sensação de dúvida. É um evento que reúne música e moda e tem fins beneficentes. Mas num palco enorme, afastado de boa parte do público, com atrações que cantam no máximo quatro músicas e a maioria sem banda, e modelos passsando rapidamente de um lado para o outro, você acaba achando que tudo fica mais ou menos pela metade: não se tem nem shows nem desfiles de verdade, se é que vocês me entendem. Mas, enfim, conceitos à parte, consegui me divertir do alto do meu megaescarpin verde-bandeira, dançando com Ja Rule, vendo as incríveis pernas de Grace Jones e as roupas de Marc Jacobs e Calvin Klein. E pensei que se eu já tivesse entrado no twitter (sim, isso é uma vergonha), teria passado a noite fazendo fofoquinhas para vocês. Meus destaques seriam: * Primeira visão da noite: Luma vestida de dançarina de cancan, num corselet cor da pele com tiras pretas que acabava numa microssaia de babados. Ela nunca, nunca nos decepciona, mas pelo menos dessa vez o corpo estava cabendo todo dentro do vestido. * Diddy cantou com base pré-gravada, mas conseguiu levantar a plateia. Mas Ja Rule foi bem melhor. * Donatella Versace não piora ao vivo: é aquilo mesmo que vemos nas fotos. Mas quando abre a boca... fala o inglês mais macarrônico que eu ouvi nos últimos tempos. * Fernanda Linda não se chama Fernanda Linda à toa e segurou bem a apresentação do evento, mesmo ficando sozinha num palco gigantesco. . Arrasou no inglês e no italiano. * Se Ciara tem 23 anos, eu fiz 30. E se Valeska Popozuda estivesse lá diria que na sua Gaiola tem mulheres melhores. E teria toda razão. Ah, sim, ela fez um belo playback. * Grace Jones é um arraso, seu show foi ótimo e qualquer mulher queria ter aquelas pernas e aquela bunda aos 61 anos. * Wanessa Camargo não convence. Sua parceria com Ja Rule é beeem melhor no rádio. * Os desfiles estavam todos ok, mas deveriam ter avisado ao câmera para dar alguns zooms nas modelos, porque nem pelo telão se via nada de perto. * O fã-clube da Mariah Carey estava lá em peso e eu nem sabia que ela era tão ícone gay. Levaram cartaz e tudo, mas acho que até eles se decepcionaram com a apresentação de quatro músicas. * Mariah estava com um vestido rabo de peixe e nem preciso dizer que não era com uma sereia que ela se parecia. Ah, e gente, ela não anda sozinha nem um minuto. Todo mundo reparou isso: ela só se deslocava no palco com um bailarino segurando-a pela mão e outro atrás pegando na sua cintura. Muuuito estranho. * Repertório de Daniela Mercury: 'O que é que a Baiana tem?', 'Cidade Maravilhosa' e 'O Canto da Cidade'. Alguém aí bocejou? * Piadinha que rolava entre os maldosos: sabe o que Mariah Carey disse para Danielle Winits? Eu sou você amanhã. Se eu lembrar de mais, incluo depois.
  Wanessa Camargo e Sabrina Sato
  O estilista Carlos Tufvesson e o arquiteto André Piva. Carol Castro e o marido
  Jayme Monjardim e Tânia Mara. Luma e o namorado
  Ana Paula Tabalipa e Gianecchini
Nossos gatos andam meio preguiçosos e demorando a aparecer. O de hoje, como não chegou na sexta, acabou sendo inspirado pela minha noite de sábado. Ele foi a ausência mais sentida do Oi Fashion Rocks - seu desfile estava lá, com roupas incríveis, mas nada se compara ao criador em pessoa. Um dos estilistas mais queridinhos do mundo é também, disparado, o mais gato. O nova-iorquino Marc Jacobs, 46 anos, exerce seu talento na marca que leva seu nome e na Louis Vuitton, onde comanda a criação artística. Marc é do tipo que respira moda e tem um estilo pessoal muito marcante que eu, particularmente, acho chique, charmoso, lindo, tudo. Sim, ele é gay e noivo do publicitário brasileiro Lorenzo Martone, mas, como já disse antes, isso não faz a menor diferença nessa seção. Então, com vocês, nosso Gato de Sexta, Marc Jacobs:





 Esse eu vestia fácil
Um dia de cabelo ruim e eles com isso
Era o dia da escolha da cidade que sediaria os Jogos Olímpicos de 2016 e que teve o final feliz que todos conhecemos. Aí, um amigo que assistia a toda a cerimônia de apresentação das candidatas comentou, assim que Chicago foi eliminada: 'Michelle Obama estava num 'bad hair day''. Traduzindo, ele justificou a derrota da cidade norte-americana pelo dia de cabelo ruim da primeira-dama dos EUA. E nesse momento eu pensei no poder do comportamento feminino, porque se os homens - ou pelo menos alguns deles - já conhecem, entendem e adotam a expressão dia de cabelo ruim, significa que, enfim, eles começam a se render às nossas particularidades mais mulherzinhas. Não duvido que em pouco tempo estejam eles próprios tendo seus 'bad hair days', uma vez que cabelos nunca foram exclusividade das mulheres e vaidade também já está deixando de ser faz tempo.
Imagine a cena: seu namorado acorda, se olha no espelho, ajeita daqui, ajeita dali, pega o pente, começa a fazer uns muxoxos e fica de mau humor pelo resto do dia. Coitado, não pode nem fazer um rabo de cavalo, descolar uma tiara, um lenço, ou compensar no sapato. Diz: você ia ou não ia se sentir vingada? Ou então vamos deixar essa linha vingativa de lado e olhar a coisa de outro ângulo: um homem que entende um dia de cabelo ruim é um sujeito com um mínimo de sensibilidade, o que já lhe confere o título de bom partido. Se ele sabe o efeito que suas madeixas exercem sobre você, se ele é capaz de suportar uma crise histérica porque a escova deu errado, se ele não questiona a necessidade de se ter cinco xampus, quatro cremes e uns três 'leave-ins', ah, minha filha, casa com esse porque outro igual está em falta. E se ele alguma vez te abraçar, der um beijinho e disser 'não fica assim, não, que um dia de cabelo ruim passa e é só impressão, você está linda', aí é caso de trancá-lo em casa porque todas as mulheres do universo vão querer esse homem, nem que seja só para ouvir isso também e devolver depois.
Fora que homens assim também são aqueles que vão perceber seus dias de cabelo bom e, quem sabe até, dar um palpite ou outro sobre corte e tintura. Ok, eu sei, sem exageros, na medida, porque você já tem seu cabeleireiro e um monte de amigas e não vai querer seu namorado ou marido misturado nesse bolo. Basta aquele mínimo de conhecimento e, mais importante, de reconhecimento, que a gente já fica feliz. E depois a gente pode até tentar que eles entendam outras questões tão somente nossas e tão importantes quanto sentir-se gorda sem estar ou constatar-se sem uma roupa sequer para sair, mesmo que no armário não caiba nem mais uma calcinha.
Se já fomos capazes de incluir o verbete dia de cabelo ruim no dicionário de seis ou sete criaturas do sexo masculino, podemos definir isso como estratégia para um futuro de relacionamentos melhores, mais compreensíveis. Para ficar mais fácil, a gente tenta traçar paralelos com o universo deles. Tipo 'querido, dia de cabelo ruim é quando a cerveja acaba na hora do jogo e seu time perde a final do campeonato'. Ou explicar-lhes que quebrar uma unha vai muito além do aspecto físico e mexe com nosso emocional tanto quanto as chantagens sentimentais da mãe dele mexem com ele. Quem sabe um dia a gente consegue até desenhar uns gráficos e montar uns esquemas para eles compreenderem como somos capazes de executar várias tarefas ao mesmo tempo e como essa nossa característica é fundamental para a sobrevivência da espécie humana. E, então, quando lamentarmos nosso cansaço e estresse e tentarmos convencê-los de que somos as pessoas mais injustiçadas da face da terra, eles deverão pensar bem antes de discordar. É só um dia de cabelo ruim.
Estou adorando a estada de Mariah Carey no Rio. A moça é simpática e a moça arrasa nos modelitos. E o motivo de os seguranças estarem sempre segurando a cantora a gente já sabe qual é: ninguém consegue andar com esses sapatos sozinha.
 E aí, quem copia?
Mariah Carey e Donatela Versace estão entre nós. A cantora e a empresária chegaram ao Rio para o evento Oi Fashion Rocks, que acontece sábado no Jockey Club. Eu diria que as imagens falam por si só e isso me pouparia de fazer alguns comentários, mas não resisto. Então, queridos, se alguém puder me explicar essa roupinha de loja de departamento barata e esse cabelinho da Mariah, eu agradeço. A combinação de paletó marrom com calça mostarda do marido dela, Nick Cannon, deve ter alguma explicação no universo fashion, uma vez que falta de um terno que faça conjunto não deve ser, né? E quanto a Donatela, espero que essa imagem fique sempre na nossa memória quando pensarmos em nos valer dos recursos da tecnologia estética. E vocês, o que acharam?
 

  Música e moda no Rio
Quarta-feira, hora do almoço, um menininho de três anos mas com carinha de dois chega ao restaurante para almoçar com avó. Faz a maior festa quando vê que a mesa de que gosta estava vaga e senta-se. Quando começa a comer, vira-se para trás, olha para a TV na parede e pergunta à avó: - Quem tá jogando? - Ai, meu Deus, sei lá, meu filho. Acho que é Paraná e Guarani. Aí ele fez a avó muda-lo para o outro lado da mesa para que pudesse assistir ao jogo. E em um minuto já estava 'vai, vai', como se fosse capaz de torcer ou pelo Paraná ou pelo Guarani. E na hora eu pensei: pobres das namoradas desse rapazinho.
Sábado à tarde, Maria Clara acaba de se vestir para a festinha de formatura de alfabetização da prima, um pouco insatisfeita com a bata que foi obrigada a usar, e me pede: - Mãe, posso escolher o sapato que quiser? - Pode, o sapato pode. Dou a ela quatro pares que estão cabendo, sem me importar se ela escolheria um que combinasse ou não, porque depois de alguns estresses decidi para mim mesma que em criança tudo combina. Aí o que se seguiu foi uma cena que conhecemos bem: ela calçava um, calçava outro, olhava no espelho, resmungava, tirava, fazia tsk tsk., um drama. Até que veio choramingando: - Mããããe, eu não consigo escolher. Dei uma ajuda daquela que fez parecer que ela mesma tinha decido e conseguimos, enfim, sair. E na hora eu pensei: pobres dos namorados dessa mocinha.
E depois querem que os relacionamentos deem certo.
Essa foi a primeira foto divulgada do ensaio de Fernanda Young para a 'Playboy'. Não vou dizer que está ruim, porque não está, mas continuo implicando. Acho que é mais por conta dos depoimentos-mala dela do que por não acreditar que ela possa fazer boas fotos nua. Precisa dizer "foi um ato político. O nu é uma grande manifestação de liberdade" ou "Queria alcançar a minha intenção estética. Queria que fosse erótico, bonito e inteligente"? Não precisa, né? Tá a fim de ficar pelada e ganhar um dinheiro vai lá, fica e arrasa, filha, não tem que explicar nada não. Fernanda vai escrever o texto do próprio ensaio - aquele que ninguém lê - e levou sua própria costureira de corselets para o estúdio, como conta a nota da Veja. Ah, sim, essa nota é a mais lida no site da revista. FY pelada já é um sucesso.
   
Então vamos falar de um de nossos assuntos preferidos. Eu adoro o Manoel Carlos, acho ele um fofo e tal, mas 'Viver a Vida' precisa urgentemente de uma sacudida porque poucas coisas hoje são tão chatas quanto um capítulo inteiro da novela. E se toda a responsabilidade cair sobre Giovanna Antonelli, sei lá, talvez ela ou a personagem não deem conta. Num resumo rápido, eu diria: 1. Que a Helena vai mesmo precisar de uma mudada, porque Taís Araújo não encontrou o tom e perto dela a Aline Moraes virou uma ótima atriz. 2. Que a personagem da Aline Moraes é muito mais bem resolvida: ela é tipicamente jovem, tipicamente passional, tipicamente mimada, ela faz todo o sentido. Ah, sim, e é mais divertida. 3. Que a Lília Cabral adaptou para o drama a personagem de O Divã, com as mesmas crises e piadas pós-separação. 4. Que as cenas nada a ver são tão nada a ver que irritam. Como a da Giovanna Antonelli se oferecendo para o cliente daquele jeito no restaurante e botando a filha para sentar na mesa dele. Como a da estagiária que faz sanduíche para o chefe, o mesmo chefe que ela viu pelado com uma semana de trabalho. 5. Que Giovanna Antonelli tirando a calcinha no mar e jogando para José Mayer deve ter elevado o ibope da novela. A julgar pela reação dos homens aqui da redação, Giovanna já conquistou o posto de protagonista. 6. Que Maria Luiza Mendonça não só foi inspirada na Samantha de 'Sex & the City' como está imitando as caras e bocas da personagem novaiorquina. 6. Que ainda bem que existem novelas assim, porque a gente se diverte um bocado fazendo comentários como esses.
   
Outro dia estava assistindo a 'Viver a Vida' um tanto indignada com a constatação de que nada acontece naquela novela, quando ele apareceu e confesso que deu até um brilho à cena. Claro que não era nenhuma cena que mudasse a vida dos espectadores, mas como nada ali tem feito muita diferença, então o que valeu mesmo foi a beleza de Carlos Casagrande. Desde 'Paraíso Tropical', quando ele fez um gay lindo, chique e charmosérrimo, que venho olhando com mais simpatia para esse paulista de Itacaré, que na sexta-feira, dia 16, fez 41 anos. Casagrande tem uma beleza até um pouco mais arrumadinha do que costumo gostar, mas nada que uma despenteada e umas roupinhas mais largadas não resolvam. Fora que ele me parece supersimpático e do tipo partidão. Ele começou como modelo e na TV estreou em 'Malhação'. Na novela das oito, vive o personagem homônimo Carlos, que vai crescer quando voltar para o Brasil e virar amante da personagem da Letícia Spiller. Carlos Casagrande é casado há sete anos com a atriz Marcelly Anselmé e tem dois filhos: Theo, de 3 anos, e Luca, um bebezinho de 15 dias. Com vocês, nosso gato de sexta atrasado, Carlos Casagrande:




 Imagina encontrar um amigo desses em Paris...
Meninas e meninos,
Fui derrubada por uma gripe daquelas, que me deixou sem forças, e acabei fugindo daqui. Peço desculpas e, agora que estou só com uma tosse de cachorro de espalhar rodinha (tipo eu tusso e as pessoas saem correndo), vou tentar retomar tudo o mais rápido possível. Vamos começar pela coluna desta semana, que está no post seguinte. Beijos e boa semana a todos.
Uma amiga separada há pouco mais de um ano e com mais filhos do que, digamos, o esperado para esses anos 2000, foi surpreendida dia desses numa viagem a trabalho com um súbito e repentino peguinha. O sujeito estava lá, de bobeira, gostou dela, a paisagem era ótima, o clima melhor ainda, e rolou. Até então, minha amiga não alimentava grandes esperanças quanto a aventuras amorosas, uma vez que a propaganda negativa sobre ela era imensa. Não sei bem por que - ou sei, mas discordo -, mas as pessoas insistem em botar nas mulheres de mais de 40, com filhos e divorciadas, o chapéu do encalhe iminente. Como se não fosse possível aos homens da mesma geração, ou ok, vá lá, de uma geração anterior, se interessar por essa categoria de mulher. A gente é obrigada a ouvir coisas do tipo 'homens de 40 só ficam com meninas de 20', ou 'filhos assustam', ou ainda 'se ele já foi casado não vai querer outro relacionamento sério' e depois não sabem por que algumas de nós insistem em casamentos falidos. Pintam um mundo pós-separação tão pouco animador que acaba faltando coragem para encará-lo.
Mas está aí a personagem dessa coluna para provar que regras servem para serem quebradas. Só que bastou a moça se mostrar empolgadinha com a conquista do fim de semana para os chatos de plantão, aqueles que viram suas teorias irem por água abaixo, começarem a alertá-la para os perigos do excesso de empolgação. 'Não vá com muita sede ao pote', 'não considere namoro só porque ele ligou várias vezes', 'muito cuidado' e mais uma série de conselhos de deixar sermão de pai e mãe no chinelo. Como se o casamento nos desabilitasse para outros relacionamentos. Como se passar, sei lá, mais de uma década casada nos transformasse em bobocas capazes de cair em qualquer armadilha. E também é um tanto irritante essa ideia de que a gente está sempre no desespero para engatar um relacionamento sério, quando muitas vezes uns peguinhas já estão de bom tamanho. Nem seria inteligente, depois de passar um tempão com um sujeito só, emendar logo em outro, se há tantas outras possibilidades.
O que talvez esteja faltando é a gente parar de dar ouvidos a tanta teoria. Não é possível que o mundo tenha mudado tanto que hoje a gente precise de manual para tudo. De técnicas de azaração a estratégias para manter um parceiro ao seu lado, tem sempre alguém disposto a desfiar um rosário de normas para que consigamos fazer o que já fazemos desde que a coisa esquentou entre Adão e Eva. Sim, pode haver vantagem em se valer de uma ou outra dica, mas, em compensação, a gente também passa a se nortear pelas estatísticas, que nem sempre são favoráveis. Então viver mais e questionar menos pode ser um bom caminho - não sei, há que se experimentar.
Ok, não vou eu aqui defender que o mar está para peixe, que a gente tem mais é que mergulhar de cabeça, porque não é bem assim. Mas sinceramente acredito que se formos capazes de viver uma vida interessante, e por isso entenda-se interessante ao seu modo, no seu estilo, com a sua realidade, seremos capazes de atrair pessoas e situações igualmente interessantes, de simples e adoráveis beijos na boca a grandes e inesperadas paixões. Assim, sem regras, naturalmente, do jeito que costumava ser antes de a gente inventar tanta moda.
Acho que vamos ter que recorrer aos analistas sentimentais para entender o que acontece com a Jennifer Aniston, porque a criatura não dá sorte mesmo. Na mesma semana em que uma revista anuncia que a atriz e o cantor John Mayer (que tem umas músicas chatinhas, chatinhas, mas é uma delícia) voltaram a namorar, outra dá conta de que ele foi visto beijando um homem numa boate gay. Isso, sim, é o que chamam de dedo podre para o amor. Eu arriscaria dizer que ela é muito mala e isso justificaria tudo. Não vejo outra explicação, e vocês?
As duas amigas adolescentes conversavam no ponto de ônibus, entretidas numa contabilidade das mais complexas. - Peguei sete na escola, três no Tirei Onda, três na Nuth... - Pegou três no Tirei Onda? Eu também! - Você pegou seis lá. - Seis? Claro que não. Nesse momento achei que, para salvação da humanidade, essa que questionou os seis ia defender o exagero de se beijar mais de um trio de garotos numa mesma noite, mas a conversa seguiu assim: - No Tirei Onda peguei três. Seis eu peguei na Tá na Pista. - E aquele quando a gente estava dançando? - Ah, tá, quatro então. Até que eu saísse de perto, as duas estavam empatadas em 15 e eu tive impulsos de perguntá-las de que período de tempo elas estavam falando, mas com certeza era uma contagem recente. Aí me lembrei que minha geração anotava tudo isso, em excitantes listas de conquistas. E que quando eu comecei um namoro sério, com 15 anos, meu namorado era o 33º de minha lista, o que me deixava bem cotada no bairro. Mais um pouco e eu entraria para o grupo das mal faladas. Se contasse isso para as meninas do ponto de ônibus, era capaz de elas me olharem com certa piedade, não era, não? Faltam 11 anos para a Maria Clara ter 15 e eu não quero nem pensar o que elas terão inventado até lá.
Síndrome de Peter Pan
"Mãe, eu não quero crescer, não quero ficar velha, quero ser igual ao Peter Pan", me disse Maria Clara esses dias, numa pequena e assustadora angústia de quem só viveu 3 anos, mas já sacou que o tempo passa e as coisas podem perder um pouco a graça. Aí fui eu bancar a otimista e dizer que ficar adulto também é muito legal, que envelhecer traz coisas bacanas, que se ela for sempre criança não vai poder dirigir, nem sair com os amigos para dançar, nem namorar etc. A vontade mesmo era de soltar um 'eu também não queria, filha, mas não teve jeito' e dividir com ela as angústias da vida e da finitude, mas felizmente fui vencida pelo bom senso e a consciência de que é um tanto cedo para esse tipo de conversa. Então saí listando um monte de adultos que ela adora ¬- as avós, os padrinhos, as professoras -, para ver se convencia a criança de que a existência pode ser interessante mesmo depois dos 12 anos. Até agora ela ainda não voltou a se manifestar contra o crescimento, de modo que acho que pode ter funcionado.
O problema é que depois fiquei eu, que estava ali vivendo naquela camada superficial que não nos traz maiores questionamentos, pensando no que exatamente da nossa infância a gente sente tanta falta. Não trabalhar é o básico, que obviamente fica no mesmo plano das brincadeiras. Em seguida, vêm a ausência de culpas e responsabilidades e aquela adorável capacidade de ignorar problemas. Acho que a gente sente falta também de acreditar em Papai Noel, coelhinho da Páscoa e príncipes em cavalos brancos, porque mesmo que algumas de nós tenham levado essas crenças para a vida adulta, na vida adulta ela já não nos fazem felizes, muito pelo contrário. Ah, sim, e ser criança significa comer churros na praça, cuscuz na praia e pipoca doce com leite condensado no cinema sem que isso resulte numa briga com a balança, o espelho e a calça jeans. Criança não sabe o que é celulite, varizes, calvície e cabelo branco e as meninas levam mais de uma década para descobrir que um dos grandes dilemas de sua vida será decidir se transa ou não na primeira noite.
Adoraria ainda conseguir me vestir única e exclusivamente como me desse na telha, mesmo que isso significasse sair de rosa da cabeça aos pés, porque às crianças falta o senso de ridículo, uma vez que ser ridículo é propriedade dos adultos. Queria conseguir repetir a proeza de pegar um pouco de Bombril, molhar na água sanitária, salpicar na calça jeans e sair com a roupa toda manchada como se estivesse usando o melhor tie dye já feito num jeans, exatamente como fiz com uns 8 ou 9 anos. Ou fazer tranças caseiras em todo o cabelo, amarrar as pontas com linha de costura e seguir para a escola de mãos dadas com o pai se achando a própria Bo Derek. As ruas do Flamengo nunca tinham visto uma criança tão orgulhosa de seu momento estilista, mas ela virou uma adulta que compra tudo pronto e acha que uma boa grife resolve qualquer problema.
Mas de todos os nossos objetos de saudade, acho que o maior deles é a sensação de proteção, de que alguém olha por nós e que, se a coisa apertar, haverá pelo menos um colo à nossa espera. Não que nós adultos estejamos condenados à solidão e ao desamparo, longe disso, mas que não é igual a viver sob as asas dos pais, ah, não é mesmo. Enfim, é assim que a banda toca e a chance de ganharmos algum presentinho no dia 12 de outubro é perto de zero. Então, já que agora somos nós os provedores de presentes do Dia das Crianças, só nos resta fazer tudo para não esquecer que é do nosso amparo, da nossa proteção, do nosso colo que nossas crianças vão se lembrar quando se derem conta de que Peter Pan não existe.
Ele não chegou na sexta, mas isso ajuda a aumentar a expectativa por esse minigato. Em homenagem ao dia 12 de outubro, temos um gatinho da semana. E que gatinho. Ele, que acaba de virar celebridade, participa desse blog desde que foi concebido por papai e mamãe, a agulhete Aline. Cada mês que Baby Borges, como ficou conhecido entre nós, crescia na barriga, a gente acompanhava. Até da escolha do nome participamos, então nada mais justo que ele fizesse sua estreia no show business no blog Salto Agulha. Então, com vocês, nosso gatinho do Dia das Crianças, Rafael Borges:

 
 
 Sorriso largo e barriga tanquinho. Do que mais essa criança precisa?
Ando numa fase acessórios. Acho que quando a gente está com mais quilos do que gostaria, muda o foco. Porque vai que decido, sei lá, comprar um jeans novo e descubro que pulei de tamanho? É crise, na certa. Então vamos de sapatos, bolsas e cintos que isso vale para qualquer corpitcho. Ok, cintos têm tamanhos, mas ninguém se preocupa com eles, usa o que cabe e ponto. Ah, também ando numa fase estampa de onça. Digamos que é uma fase que dura bem uns 35 anos, porque desde que o vestuário faz parte das minhas preocupações, eu adoro uma oncinha. Daí juntei os cintos e a onça e achei esse modelo da Mercatto que é uma graça. E a onda é usar junto com outros cintos, lisos, claro, e finos, obviamente, que fica uma produção bem moderna. O melhor? Os preços. Confiram:

 Modelo de oncinha, R$ 25,90. Caramelo com tachinhas, R$ 15,90. Rosa de tiras, R$ 15,90. Todos Mercatto
 
  Tive que dar uma sumidinha, mas já vi que vocês emendaram um assunto no outro e nem sentiram minha falta. Enfim, passado o momento carência, vou comentar os assuntos preferidos de minhas agulhetes. Por partes, como diria Jack, o estripador (além de carente, estou engraçadinha): 1. Implico com Fernanda Young, mas acho divertido que ela pose nua. Resta saber se faz o tipo dos leitores da Playboy, o que não me parece. Mas a revista anda meio esquisita, a julgar pela fotos da Juliana Alves, em que tentaram fazer uma coisa meio anos 80 e ficou beeem esquisito. 2. A-do-rei essa história de Brad Pitt se encontrar com Jeniffer Aniston pelo simples fato de que poderemos fofocar sobre isso a rodo. Também me cansa essa imagem linda-rica-e-infeliz-no-amor que ela faz. E, não sei, não, mas acho que Angelina não está nem aí. Aliás, não estávamos justamente falando de não fazer com os outros o que não desejamos para nós mesmas? 3. William Bonner realmente escreveu 'ía' assim, com acento, em seu twitter, e a ex-bbb Milena corrigiu, mas essa história acabou mais divertida do que vexaminosa. Ele teve 'fairplay' e reagiu com o maior bom humor. Subiu no meu conceito. E vocês também podem me corrigir à vontade, ok? Até porque, ao contrário dele, que é famoso, a minha burrice vai ficar entre a gente (hehehe). 4. 'Viver a Vida' está chata como sempre e até a amargura da Teresa de Lília Cabral está over, mas começo a achar divertido esperar pela derrocada de José Mayer, que vai ficar pobre, sozinho e ainda verá sua filha preferida ficar paraplégica. Os autores mexicanos devem estar se roendo de inveja.
Eu, que já era fã da Ivete Sangalo, fiquei mais ainda com essas imagens da cantora deixando a maternidade com Marcelo, seu bebê. Isso, sim, é uma mãe gente como a gente: gorducha, inchada, com nariz de batata e a cara mais feliz do mundo. Ivete não se produziu, não fez pose nem carão: apenas mostrou aos fãs que agora é uma mãe de família. Meteu um camisão de homem, uma calça jeans (provavelmetne a única que cabe), uma sandália rasteira de tira que o pé também não deve estar cabedo em outro sapato e, pronto, foi para casa levando seu bebê. Também achei uma simpatia Ivete ter distribuído lembrancinhas de maternidade para os fãs do lado de fora do hospital.
 
 Família feliz
Amarra o bode que há cabras soltas
Sabem aquela gracinha que pais de filhos homens dizem para pais de filhas mulheres 'amarra sua cabra que meu bode está solto'? A máxima agora mudou, de objetivo e de público alvo. Vai para as mulheres casadas: amarrem seus bodes porque as cabras estão soltas e frenéticas. Calma que não sou eu quem está dizendo. Foi uma pesquisa norte-americana que concluiu que, pelo menos lá nos Estados Unidos, os homens casados têm sido o alvo preferido das mulheres solteiras. Simplesmente 90% das moças descomprometidas que foram pesquisadas manifestaram interesse por sujeitos com o chamado 'bambolê de otário' na mão esquerda, leia-se aliança. Então, achei de bom tom aconselhar: antes mesmo que a gente descubra que o comportamento se repete por aqui, todos os cuidados devem ser redobrados, que a maré não está para perder marido assim de bobeira, não.
Ok, a essa altura tem um monte de leitora solteira querendo me bater e eu aviso logo que não estou generalizando. E que, claro, nós agulhetes temos plena consciência de que a culpa por eventuais puladas de cerca é de quem pula a cerca e não de quem esta lá do outro lado esperando. Enfim, tudo isso a gente sabe, mas guerra é guerra e não se esperam atitudes racionais numa hora dessas. Até porque, se as rivais das mulheres casadas são solteiras chegadas em homens casados, o desatino começa no time rival, porque ninguém em pleno domínio de suas faculdades mentais pode achar um homem casado um grande negócio. O que me faz acreditar que ou as norte-americanas pesquisadas são doidas, ou não são solteiras e, sim, encalhadas - há uma grande diferença entre as duas categorias -, ou fantasiaram as respostas para impressionar.
Mas vamos voltar ao nosso caso e pensar nas estratégias que podemos adotar. Podemos começar pela parte mais simples: se você está no grupo das solteiras que tem uma forte queda pelo homem alheio, só lhe resta uma alternativa, querida, tire isso da cabeça porque poucas coisas são tão roubadas , fazem tão mal para a autoestima e a dignidade do que ser amante. A menos que você consiga ser realmente, verdadeiramente feliz nessa situação - são raros os casos -, pule fora enquanto é tempo. Já para nós, as casadas, a coisa é mais complicada, uma vez que não podemos simplesmente abrir mão do casamento para transformar nossos maridos em solteiros e, assim, eles saírem do foco delas. Também não podemos fazer as loucas ciumentas tipo atração fatal, nem amarrá-los ao pé da cama, nem privá-los da vida social, embora algumas de nós se valham de todas essas armas, o que é um desatino. Considerando que antes só precisávamos nos preocupar com aquele chopinho com os colegas da repartição e hoje sabemos que eles têm um mundo inteiro à disposição na Internet e suas redes sociais, aí mesmo é que a situação piora para o nosso lado.
Pelo visto nos restam poucas alternativas. Fazer a segura, tipo "tô nem aí para esse bando de mulher se oferecendo para você, porque eu sou mais eu", é uma opção. A melhor, talvez. Podemos aliar isso à preocupação em nos mantermos mulheres interessantes e interessadas - não confundam com interesseiras, por favor -, do tipo que não difere em nada das que não têm marido, exceto pela presença do homem em casa. Sendo assim, acho que a gente não vai precisar mesmo se preocupar com a concorrência. E, se formos bem espertas, na próxima pesquisa desse tipo, vão descobrir que boa parte dos homens solteiros admite uma forte queda pelas mulheres casadas. Será nossa doce vingança.
Podem me chamar de ufanista, podem criticar o excesso de empolgação, mas não me venham evocar nossas mazelas porque hoje é dia de festa e minha única preocupação agora é pensar quem pode ser chamado para fazer a festa de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro! A cidade maravilhosa está mais maravilhosa hoje e, já que estou nesse clima, vou além: creditem tudo isso ao Lula. Como bem disse o hoje derrotado Obama, ele é o cara.
 Rio 2016, lá vamos nós
E o que é o Ronaldo entrando na justiça para diminuir a pensão do filho Ronald de R$ 20 mil para R$ 6.600? Ele está precisando de grana ou ele acha mesmo que, diante de todo o dinheiro que tem, R$ 20 mil é muito? Será que é barato criar o filho dele? E foi encher o saco logo da Milene, que sempre foi tão na dela. Não sei, não, mas isso tem toda cara de atual mulher envenenando, não tem, não? Milene disse que nunca imaginou que isso pudesse acontecer. Nem eu, Milene.
  Que vexame, Fenômeno
Gente, eu não costumo publicar textos alheios, desses que nos chegam por e-mail, porque assim meu trabalho fica mole, né? E também porque muitos desses textos já são conehcidos de vocês. Mas não resisti. A Eliane me mandou esse e eu juro que achei que foi escrito especialmente para mim e quase passei mal de tanto rir: essa é a minha mãe e eu também sou grata. Se alguém mais se identificar, comente.
"Mãe de antigamente. Pra lembrar e rir! Coisas que nossas mães diziam e faziam... Uma forma que hoje é condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente. Talvez se não tivessem mudado tanto, nosso mundo estaria melhor... * Minha mãe ensinou a valorizar o sorriso... 'Me responde de novo e eu te arrebento os dentes!' * Minha mãe ensinou a Segurar as emoções 'Engole o choro ou vai chorar com vontade' * Minha mãe me ensinou a retidão. 'Eu te ajeito nem que seja na porrada!' * Minha mãe me ensinou a dar valor ao trabalho dos outros.. 'Se você e seu irmão querem se matar, vão pra fora. acabei de limpar a casa!' * Minha mãe me ensinou lógica e hierarquia..-. 'Porque eu digo que é assim! ponto final! quem é que manda aqui?' * Minha mãe me ensinou o que é motivação... 'Continua chorando que eu vou te dar uma razão verdadeira para você chorar!' * Minha mãe me ensinou a contradição... 'Fecha a boca e come!' * Minha mãe me ensinou sobre antecipação... 'Espera só até seu pai chegar em casa!' * Minha mãe me ensinou sobre paciência... 'Calma!... quando chegarmos em casa você vai ver só...' * Minha mãe me ensinou a enfrentar os desafios... 'Olhe para mim! me responda quando eu te fizer uma pergunta!' * Minha mãe me ensinou sobre raciocínio lógico... 'Se você cair dessa árvore vai quebrar o pescoço e eu vou te dar uma surra!' * Minha mãe me ensinou medicina... 'Para de ficar vesgo menino! pode bater um vento e você vai ficar assim para sempre.' * Minha mãe me ensinou sobre o reino animal... 'Se você não comer essas verduras, os bichos da sua barriga vão comer você!' * Minha mãe me ensinou sobre genética... 'Você é igualzinho ao seu pai!' * Minha mãe me ensinou sobre minhas raízes... 'Tá pensando que nasceu de família rica é?' * Minha mãe me ensinou sobre a sabedoria de idade... 'Quando você tiver a minha idade, você vai entender.' * Minha mãe me ensinou sobre justiça... (a melhor!) 'Um dia você terá seus filhos, e eu espero que eles façam pra você o mesmo que você faz pra mim! aí você vai ver o que é bom!' * Minha mãe me ensinou religião... 'Melhor rezar para essa mancha sair do tapete!' * Minha mãe me ensinou o beijo de esquimó... 'Se rabiscar de novo, eu esfre go seu nariz na parede!' * Minha mãe me ensinou contorcionismo.-.. 'Olha só essa orelha! que nojo!' * Minha mãe me ensinou determinação..-. 'Vai ficar aí sentado até comer toda comida!' * Minha mãe me ensinou habilidades como ventríloco... 'Não resmungue! cala essa boca e me diga por que é que você fez isso?' * Minha mãe me ensinou a ser objetivo... 'Eu te ajeito numa porrada só!' * Minha mãe me ensinou a escutar ... 'Se você não abaixar o volume, eu vou aí e quebro esse rádio!' * Minha mãe me ensinou a ter gosto pelos estudos.. 'Se eu for aí e você não tiver terminado essa lição, você já sabe!...' * Minha mãe me ajudou na coordenação motora... 'Junta agora esses brinquedos!! pega um por um!!' * Minha mãe me ensinou os números... 'Vou contar até dez. se esse vaso não aparecer você leva uma surra!' Obrigada Mamãe! Hoje sou uma pessoa bem melhor, mais educada e humana que essa nova geração."
Acho que vou usar isso como manual. Maria Clara bem que está precisando.
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