Virou moda, só pode ser, o q me espanta (ainda consigo me espantar, devo ser uma idiota), é que as pessoas falam de infidelidade como se fosse a coisa mais normal do mundo. Vc. esta se relacionando com um cara, certo? Aí, vc. arruma um flerte (ou caso, ou sei lá o que) pra se distrair...mas se vc. precisa se distrair com outra pessoa pra que vc. esta com o primeiro sujeito? Posso parecer antiquada, posso até ser...mas acho q este negócio de eu traio, ele me trai, gente isso não é pra mim...se as pessoas querem ter aventura, novidade, emoções, o que seria o mais correto é que se mantivessem sem compromisso algum. Gente por favor podem dizer, estou errada? Tenho que rever meus conceitos?
Christina (christinamotta50@hotmail.com)
Qui, 20 Mar 2008 07:17:53 GMT
Refletindo
Cláudia Collares,
Fiquei pensando nas indagações que vc sugeriu e cheguei a seguinte conclusão: não me importa se o pretendente ao cargo for fiel ou infiel. Sabe por que? Conheço maridos realmente fiéis que são péssimos maridos, péssimos pais, homens arrogantes, sem compaixão e ambição e ainda por cima, péssimos administradores. Em compensação, conheço casos de homens infiéis que são o contrário de tudo isso, o que prova que tudo é relativo.
Quanto ao assunto do post, eu jamais faria esse papel.Ninguém iria me coagir a assumir publicamente qq tipo de infidelidade, nem mesmo se tivesse como causa a tentativa de eleger meu marido.
Lucia Helena Torres (daliahewia@hotmail.com)
Qui, 20 Mar 2008 14:50:23 GMT
Meninas,
Se vocês querem a minha opinião, o que acho que vale para a vida pública e privada é o caráter. Caráter é um só, então não tem essa de ser honesto num setor de vida e não ser no outro, que isso não existe.
Mas, sinceramente, não considero infidelidade necessariamente falta de cárater. Acho seres humanos e relacionamentos amorosos muito complexos para definirmos dessa forma simples. Tudo depende do que acontece, como acontece e a forma como isso tudo é conduzido.
Daí que concordo com a Vivi: acho que a vida sentimental e sexual do político só interessa se ela se misturar de alguma forma com a vida profissional e pública, como ela bem citou o Renan Calheiros e como foi com o governador de Nova Iorque, que não só pagou a prostituta com dinheiro público como se revelou um superhipócrita, já que uma de suas principais plataformas políticas era condenar a prostituição.
Cada vez gosto mais de nossas discussões
beijos
Cláudia Cecília (ccecilia@odianet.com.br)
Qui, 20 Mar 2008 15:33:41 GMT