Daniel. a bunda sempre será uma atração à parte, é claro... mas é ruim para a cultura se aliar a isso.. afinal, vejo o carnaval como movimento cultural e seria mesmo necessário apelar pra " abundância"? nosso carnaval deveria valorizar suas comunidades, pessoas simples, que trabalham o ano inteiro em prol de suas escolas... isso não entendo. A melancia, a moraguinho, a banana, o cajá e o diabo a 4, o que fazem ou tem a ver com o carnaval em si? Apelação isso... tá cheio de gente com belas bundas nas comunidades cariocas. Taí, um tema para um bom e abundante debate... Abração e tô sempre aqui, ligado em seu blog que é show do qual sou fã. Do blogueiro e do blog!
Anônimo
Ter, 09 Set 2008 03:52:41 GMT
Fala Luiz
Mulher Banana, não!!! Aí já é demais ... rsrsrs
Assim, estas meninas do funk são quase todas "de comunidade". Oq é outra coisa para se pensar, qual é o conceito de "comunidade"? É só morar no local? Bem, então o Nelson Sargento não é mais Mangueira. Ele mora em Copacabana.
Ou o conceito é ser pobre? Juro que tem gente no morro que ganha muito mais do que eu. Então, estes também não seriam comunidade, né? Quer dizer, ganhar mais do que eu e ser pobre pode, sim. Afinal, eu mato cachorro a grito.
Sobre valorizar quem trabalha o ano inteiro ... sim, isso é fundamental. Mas não me parece coerente botar a tia que é costureira da escola para ser rainha de bateria, né?
O cargo exige mesmo é uma bunda grande, um rosto simpático e samba no pé. Ser ou não de comunidade não influencia em nada.
Esta discussão é a mesma do conteúdo nacional da Petrobras. O Lula diz que tem que ter X%, mas aí não mão de obra qualificada por aqui. Fazer oq?
A bunda da rainha de bateria tem que ter qualificação. Não é qualquer bundona que pode assumir a função, né?
ABÇO, amigo. Sua reflexão é sempre muito boa para o debate no blog.
Daniel Pereira
Ter, 09 Set 2008 11:08:10 GMT