É dose...
Meu caro,em certas situações que se não houver a carteira vc não recebe, ela se faz mais que necessária e se a proposta de um apoio juridico,médico e outras coisitas mais,fossem realmenete reais,eu seria o primeiro a leventar a bandeira da sua existência.Mas infelizmente a verdade é outra,então torço pela nossa "carta de auforria" e que possamos trabalhar em paz.
Ah!!Rapaz, aquele cd que vc me deu de presente de um tal"Daniel" rs,não é que está jeitoso mesmo rs.
Repertório,arranjos.mixagem,timbragem de sons,tudo nos trinques.Parabens e faça logo um com 14 musicas, pra gravar os amigos e liberar aquele advance gostoso rs.
Abraços,Luis Caffe.
Luis Caffe (cafesamba@yahoo.com.br)
Qui, 23 Jul 2009 14:41:17 GMT
Não misture "Garibaldi" com "Balde de Gari".
Jornalismo não é arte. Não é questão de inspiração. É preciso ter limites éticos, ser objetivo, dominar a língua, ter intenção de verdade, ser fiel aos fatos, observar a questão dos Direitos Humanos, dar oportunidade do contraditório, ter "memória" dos assuntos em pauta etc. Enfim, uma série de elementos e técnicas que (me parece) a faculdade pode oferecer.
Já a música ... Vamos combinar? Música é arte. Tudo bem que existe todo um conhecimento sobre o assunto, mas mesmo assim continua sendo arte. E carteirinha para artista é uma coisa bocó.
Entendeu a diferença?
Daniel Pereira
Seg, 27 Jul 2009 10:25:12 GMT
OMB
Seguinte: não tenho carteirinha. Mas penso o segiunte. Se a OMB fosse como a OAB, e fiscaliza-se os bares, os shows, e eventos onde músicos se apresentam, com um fiscalização em favor da classe musical, apontando irregularidades de por exemplo, exploração por cachês baixos, o sem um contrato de respeito.. fiscaliza-se em favor dos músicos e não em favor de sua caixinha de dinheiro, seria ótimo ter uma OMB. Mas como isso não é assim, que se extingue mesmo, e fim de papo.
Carlos Dinarte (carlosdinarte9@gmail.com)
Sex, 31 Jul 2009 08:52:23 GMT